Estudo Bíblico "o fim"



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Estudo Bíblico - "O Fim"

Se não há futuro, escreve Paulo, então seria tolice ter fé em Cristo (1 Coríntios15:9). A profecia é uma parte essencial e muito encorajante da fé Cristã. A profecia bíblica anuncia-nos boas novas estrondosas. A sua mensagem será ainda mais encorajante se focarmos a nossa atenção no seu âmago e não nos detalhes passíveis de discussão.




O objectivo da profecia

A profecia, não é por si própria, um fim – é a declaração de uma verdade mais importante. Deus está a reconciliar a humanidade consigo próprio, perdoando os nossos pecados e renovando a nossa amizade para com Ele. A profecia revela esta realidade.


A profecia existe não apenas para prever eventos, mas para apontar-nos em direcção a Deus. Diz-nos quem é Deus, como Ele é, o que está a fazer e o que Ele quer que nós façamos. A profecia impulsiona as pessoas a receberem a reconciliação com Deus através da fé em Jesus Cristo.
Muitas profecias específicas foram cumpridas no tempo do Velho Testamento, contudo nós ainda esperamos pelo cumprimento de outras. Todavia, a focagem nítida de toda a profecia é a redenção - o perdão dos pecados e a vida eterna que recebemos através de Jesus Cristo. A profecia assegura-nos que Deus está a controlar a história (Daniel 4:17); fortalece a nossa fé em Cristo (João14:29) e dá-nos esperança para o futuro (1 Tessalonicenses 4:13-18).
Moisés e os profetas escreveram acerca de Cristo, inclusive o facto de que Ele seria morto e ressuscitado (Lucas 24:27,46). Também previram eventos posteriores à ressurreição de Cristo, tais como a pregação do Evangelho (versículo 47) .
A profecia aponta-nos para a salvação em Jesus Cristo. Se não entendermos isto, a profecia não nos trará qualquer proveito. É somente através de Jesus Cristo que podemos fazer parte do reino que durará toda uma eternidade (Daniel 7:13-14,27).
A Bíblia proclama o regresso de Jesus Cristo, o último julgamento, o castigo eterno e as recompensas. Com estas previsões, a profecia avisa a humanidade da necessidade da salvação assim como anuncia a certeza dessa salvação. A profecia diz-nos que Deus chama-nos para prestarmos contas (Judas 14-15), que nos quer salvos (2 Pedro 3:9) e que Ele, de facto, nos salvou (1João 2:1-2). Isto assegura-nos que todo o mal será derrotado e que toda a injustiça e sofrimento acabarão (1 Coríntios 15:25; Revelação 21:4).
A profecia encoraja os crentes de que o nossos trabalhos não são em vão. Que seremos salvos das perseguições, justificados e recompensados. A profecia faz-nos lembrar do amor e lealdade de Deus e ajuda-nos a sermos leais para com Ele (2 Pedro 3:10-15; 1João 3:2-3). Por nos lembrar que todos os tesouros físicos são temporários, a profecia encoraja-nos a valorizar as coisas vindouras de Deus e o nosso eterno relacionamento com Ele.
Zacarias aponta para a profecia como um chamamento ao arrependimento (Zacarias 1:3-4). Deus avisa sobre o castigo mas procura pelo arrependimento. Como mostra a história de Jonas, Deus está disposto a mudar as Suas previsões, tão somente se as pessoas puserem do Seu lado. O objectivo principal da profecia é virar-nos para Deus que tem um futuro maravilhoso para nós, não é satisfazer a nossa curiosidade em saber coisas ‘secretas’.


É necessário prudência

Como podemos nós entender a profecia bíblica? Somente com grande prudência. Algumas bem-intencionadas interpretações da profecia trouxeram descrédito ao Evangelho com previsões erradas e dogmas mal orientados. Devido a tal mau uso da profecia, muitas pessoas ridicularizam a Bíblia e fazem chacota de Cristo. A lista de previsões falhadas deve ser um aviso sóbrio de que a convicção pessoal não é garantia de verdade. Devemos ser cautelosos, já que previsões falhadas podem enfraquecer a fé.


Não são necessárias previsões excitantes para que nos tornemos sérios relativamente ao crescimento espiritual e à forma de viver Cristã. O conhecimento de datas ou outros detalhes (mesmo que venham a ser correctos) não nos garante a salvação. A nossa atenção deve recair em Cristo e não, por exemplo, na avaliação de credibilidade dos potenciais poderes da ‘Besta’.
Uma obsessão com a profecia significa que não estamos a dar ênfase suficiente ao Evangelho. As pessoas necessitam de se arrepender e confiar em Cristo, quer o Seu regresso esteja próximo ou não, quer haja um milénio ou não, quer a América e a Inglaterra estejam identificadas na profecia ou não.
Porque é a profecia tão difícil de interpretar? Talvez, a razão mais importante, seja devido ao facto de esta ser dada, frequentemente, em linguagem figurativa. Os leitores originais devem ter sabido o significado dos símbolos mas, uma vez que nós vivemos numa cultura diferente, não podemos ter sempre a certeza do que querem dizer.
O Salmo 18 é um exemplo de linguagem figurativa. A sua poesia descreve a forma como Deus libertou Davi dos seus inimigos (v. 1). Davi usa várias imagens: escapar de um túmulo (v. 4-6), tremor de terra (7), sinais celestiais (8-14) e até mesmo um salvamento no mar (15-18). Tanto quanto nós sabemos, estes acontecimentos não tiveram lugar literalmente, não obstante a poesia bíblica usa este tipo de figuras de estilo, cheias de imaginação. O mesmo, também, acontece com a profecia.
Isaias 40:3-4 diz-nos que montanhas serão planícies e uma estrada curva ficará recta - contudo isto não é para ser interpretado literalmente. Lucas 3:4-6 indica que esta profecia foi cumprida por João Baptista. A profecia não estava, de forma alguma, relacionada com montanhas e estradas.
Joel 2:28-29 previu que o Espírito de Deus seria derramado por “todas as pessoas”, todavia Pedro disse que foi cumprida com várias dezenas em Pentecostes (Actos 2:16-17). Os sonhos e visões que Joel previu podem ou não ter sido literais, no entanto, Pedro não enfatizou os detalhes proféticos – e nós também não o devemos fazer. Quando estamos a lidar com linguagem figurativa, o cumprimento não tem, necessariamente, que condizer literalmente com a profecia.
Estes factores afectam a forma como as pessoas interpretam a profecia Bíblica. Um leitor pode preferir o significado literal, outro pode preferir o significado figurativo e pode ser impossível provar qual está correcto. Isto força-nos a concentrarmo-nos na imagem global e não nos detalhes. Nós estamos a ver através de um vidro fosco e não de amplificação.
Não há consenso Cristão na maioria das diferentes áreas da profecia. Ideias acerca do êxtase, da tribulação, do milénio, do estado intermediário e do inferno são largamente debatidas. Estes detalhes não são essenciais.
Embora eles sejam parte do plano de Deus e importantes para Ele, não é essencial que nós obtenhamos todas as respostas certas – especialmente se pensarmos que as pessoas que têm respostas diferentes, são inferiores a nós. A nossa atitude é mais importante do que termos todas a respostas certas.
Talvez possamos comparar a profecia com uma viagem. Não temos de saber para onde vamos exactamente, que caminho tomaremos ou a que velocidade nos deslocamos. O que mais necessitamos é de confiar no nosso guia, que é Jesus Cristo. Ele é o único que sabe o caminho e sem Ele não concluiremos a viagem. Limitemo-nos a ficar perto dele – Ele encarregar-se-á dos detalhes.
A pensar em todos estes cuidados a ter, vamos então ver algumas crenças básicas Cristãs com características futuras.


O regresso de Cristo

O ponto alto da nossa fé acerca do futuro é a segunda vinda de Cristo. Há um consenso esmagador em relação ao facto de que Jesus voltará.


Jesus disse aos seus discípulos que “voltaria” (João 14:3). Ele também os avisou para não perderem o seu tempo a tentar descobrir quando seria (Mateus 24:36). Ele criticou as pessoas que pensavam que seria em pouco tempo (Mateus 25:1-13) e as que pensavam que teríamos muito que esperar (Mateus 24:45-51). Seja como for - estarmos prontos – é a nossa responsabilidade.
Anjos disseram aos discípulos que assim como tão certa foi a ida de Jesus para o céu, assim, também, será o Seu regresso (Actos 1:11). “ Ele virá do Céu com os seus anjos poderosos, no meio de uma chama ardente.” (2 Tessalonicenses 1:7) Paulo chamou-o de “a manifestação da glória de Jesus Cristo, nosso grande Deus e Salvador.” (Tito 2:13). Pedro disse que Jesus seria “revelado” (1 Pedro 1:7, 13). João, também, disse que Ele apareceria (1 João 2:28), e Hebreus 9:28 diz-nos que “Ele aparecerá uma segunda vez ... para aqueles que O esperam para a salvação.”

Haverá “... uma ordem, à voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, o próprio Senhor descerá do Céu. Então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;” (1Tessalonicenses 4:16). Quanto a isto não existe qualquer dúvida.

Dois outros eventos ocorrerão na vinda de Cristo: A ressurreição e o julgamento. Paulo escreve que os mortos em Cristo se levantarão quando o Senhor vier, e os crentes ainda vivos serão arrebatados com eles para as nuvens, ao encontro do Senhor nos ares (1 Tessalonicenses 4:16-17). “num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da trombeta final. Sim, a trombeta tocará e os mortos ressurgirão incorruptíveis; e nós seremos transformados” (1 Coríntios 15:52). Seremos transformados – ressuscitados gloriosos, poderosos, incorruptíveis, imortais e espirituais (v. 42-44).

Mateus 24:31 parece descrever este evento com outra perspectiva: “Ele enviará os seus anjos que tocarão bem alto a trombeta e que reunirão os seus eleitos desde os quatro cantos da terra, de um extremo do céu até ao outro». Na parábola das sementes, Jesus disse que enviaria os Seus anjos no fim dos tempos “e eles recolherão todos os que levam os outros a pecar e os que praticam o mal” (Mateus 13:40-41).

“Porque o Filho do Homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a própria conduta” (Mateus 16:27). O julgamento é, também, parte do regresso do senhor na parábola do empregado fiel (Mateus 24:45-51) e na parábola dos talentos (Mateus 25:14-30).

Paulo escreve que quando o Senhor vier, “Ele porá às claras tudo o que se esconde nas trevas e manifestará as intenções dos corações. Então, cada um vai receber de Deus o louvor que lhe corresponde.” (1 Coríntios 4:5). É óbvio que Deus já conhece cada um de nós, e nesse sentido, o julgamento toma lugar muito antes do regresso de Cristo. Contudo, será nessa altura que o julgamento será público para todas as pessoas.

O facto de nós vivermos novamente e de sermos premiados é tremendamente encorajante. Depois de discutir relativamente à ressurreição, Paulo exclama: “Graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, queridos irmãos, sede firmes, inabaláveis, fazei continuamente progressos na obra do Senhor, sabendo que a vossa fadiga não é inútil no Senhor.” (1 Coríntios 15:57-58).

Os últimos dias

Para despertar interesse, alguns professores de profecia perguntam: “Estamos nós a viver nos últimos dias?” A resposta correcta é: “Sim” e tem sido correcta durante 2.000 anos! Pedro citou uma profecia sobre os últimos dias disse que esta se aplicava à sua própria época (Actos 2:16-17). O mesmo fez o autor de Hebreus (Hebreus 1:2). Os últimos dias estão muito mais longínquos do que algumas pessoas pensam. Jesus triunfou sobre o inimigo e começou uma nova era.

Guerras e tribulações têm afligido a humanidade durante milhares de anos. Ficará pior? Provavelmente. Poderá ficar melhor e depois poderá piorar. Ou ficará melhor para algumas pessoas, enquanto que para outras piorará. O índice de suplício sobe e desce através da história, e provavelmente, assim continuará.

Todavia, através das eras, parece que alguns Cristãos querem que as coisas piorem. Quase que põem a sua esperança numa Grande Tribulação, descrita como nunca ter havido outra igual (Mateus 24:21). Têm uma fascinação com o Anticristo, a Besta, o homem do pecado e outros inimigos de Deus. Na sua rotina, acreditam que qualquer terrível evento é indicador do breve regresso de Jesus. É verdade que Jesus previu uma época de terrível tribulação (Mateus 24:21), mas quase tudo o que Ele previu foi cumprido no cerco a Jerusalém em 70 DC. Jesus estava a visar os seus discípulos acerca destes eventos que eles viveriam para ver, e que as pessoas que viviam na Judeia, naquela altura, necessitariam de fugir para as montanhas (v.16).

Jesus previu tribulação constante até ao Seu retorno. “Neste mundo tereis aflições,” disse Jesus (João 16:33). Muitos dos seus discípulos deram as suas vidas por acreditarem em Jesus. Provações fazem parte da vida Cristã; Deus não nos protege de todos os nossos problemas (Actos 14:22; 2 Timóteo 3:12; 1 Pedro 4:12). Até mesmo na era apostólica, os anticristos estavam no activo (1 João 2:18,22; 2 João 7).

Está prevista para o futuro uma Grande Tribulação? Muitos Cristãos acreditam que sim, e talvez tenham razão. Não obstante, hoje, em todo o mundo, milhões de Cristãos enfrentam perseguições. Muitos são mortos. Para cada um deles, a tribulação não pode ser pior do que já é. Tempos terríveis têm afligido os Cristãos durante dois milénios. Talvez a Grande Tribulação seja muito mais longa do que muitos pensam.

As nossas responsabilidades Cristãs são as mesmos, quer esteja a Tribulação perto ou longe – ou quer já tenha começado. Especulações sobre o futuro não nos ajuda a tornarmo-nos como Cristo e, quando são usadas para pressionar as pessoas a arrepender-se, então, são tristemente mal usadas. Especular relativamente à Tribulação não é uma boa forma de usar o nosso tempo.

O milénio

Revelação (ou Apocalipse) 20 fala sobre um reino de Cristo e dos santos durante 1.000 anos. Alguns Cristãos interpretam isto literalmente, como um reino de 1.000 anos que Cristo instaurará quando voltar. Outros Cristãos vêm o período de 1.000 anos figurativamente, simbolizando Cristo a reinar a igreja antes do Seu regresso.

Exemplificando, o número 1.000 pode ser usado figurativamente (Deuteronómio 7:9; Salmos 50:10), e não há forma de provar que, no livro Revelação, deve ser interpretado literalmente. Apocalipse está escrito num estilo altamente figurativo. Nenhumas escrituras falam de um reino temporário para ser estabelecido no regresso de Cristo. Na verdade, versículos, tais como Daniel 2:44, sugerem que o reino será eterno, sem qualquer crise posterior aos 1.000 anos.

Se há um reino milenar depois do regresso de Cristo, então os maldosos serão ressuscitados e julgados 1.000 anos depois dos justos (Revelação 20:5). Todavia, as parábolas de Jesus não sugerem tal intervalo (Mateus 25:31-46; João 5:28-29).

O milénio não fazia parte do Evangelho de Jesus. Paulo escreveu que os justos e os fracos seriam ressuscitados, aparentemente, no mesmo dia (2 Tessalonicenses 1:6-10).

Muitos outros detalhes, relacionados com este tópico, podiam ser discutidos, mas aqui não é necessário. As Escrituras podem se juntar de forma a suportar cada ponto de vista. Contudo, não importando o que cada pessoa possa pensar do milénio, pelo menos isto está claro: o tempo descrito em Revelação 20 acabará eventualmente, e será seguido por um eterno e glorioso novo céu e nova terra, os quais são maiores, melhores e mais duradouros que o milénio. Por este motivo, quando pensamos acerca do mundo maravilhosos de amanhã, devíamos concentrar a nossa atenção no reino eterno e perfeito e não numa fase temporária do mesmo. Nós desejamos ardentemente por essa eternidade!



Uma eternidade de júbilo

Como será a eternidade? Nós sabemos apenas parte dela (1 Coríntios 13:9; 1 João 3:2) porque todas as nossas palavras e ideias são baseadas no mundo de hoje. Jesus descreveu a nossa recompensa eterna em várias formas: será como encontrar um tesouro, ou herdar muitas coisas, ou ter um reino para reinar, ou ir a uma festa de casamento. É como tudo isto, mas muito melhor! Também se podia dizer que, não é nada como isto, não há comparação possível! A nossa eternidade com Deus será melhor do que as nossas palavras possam descrever.

Davi descreveu desta maneira: “Tu me ensinarás o caminho da vida, cheio de alegria na tua presença, e de delícias à tua direita, para sempre” (Salmos 16:11). A melhor parte da eternidade será vivermos com Deus, sermos como Ele, vê-Lo como Ele é, na realidade e conhecê-Lo de uma forma completa (1 João 3:2). Foi com este propósito que Deus nos criou, e com isto nos sentiremos satisfeitos e nos dará alegria para todo o sempre.

E em 10.000 anos, com biliões ainda por vir, olharemos para trás nas nossas vidas de hoje, rindo dos problemas que tivemos, maravilhando-nos da rapidez que Deus pôs no Seu trabalho quando éramos mortais. Foi apenas o começo e não haverá fim.



Michael Morrison

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The Worldwide News – Maio 2002 Copyright © 2002 Worldwide Church of God

Tradução: Conceição Galego








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