Estudo do plano nacional pela primeira infância contribuições das Instituições de Educação Infantil do Município de Sorocaba



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ESTUDO DO PLANO NACIONAL PELA PRIMEIRA INFÂNCIA

Contribuições das Instituições de Educação Infantil do Município de Sorocaba

EDUCAÇÃO INFANTIL

PROPOSTA 1

  • Ampliações de vagas em creches.

  • Estruturar serviços de apoio as famílias estrangeiras.

  • Informações interligadas entre diversos segmentos como escola e saúde.

  • Retorno de projetos destinados a cuidados básicos e higiene pessoal das crianças. como a escola saudável.

  • Estimular políticas públicas que apoiem e fortaleçam a família, em suas diversas configurações, como base fundamental para a construção da identidade da criança.

  • Desenvolver campanhas e ações para promover o reconhecimento formal de paternidade e maternidade.

  • Criação de polos para atendimentos multidisciplinares.

  • Adequação de materiais pedagógicos e lúdicos para cada faixa etária.

PROPOSTA 2

  • O estado - no âmbito do governo federal, dos governos estaduais e do distrito federal e dos governos municipais – vai atender com prioridade absoluta o compromisso constitucional de garantir a criança o direito: a vida, a saúde, a alimentação, a educação infantil, a informação, a cultura e a diversidade cultural, a dignidade, ao respeito, a liberdade e a convivência familiar e comunitária.

  • A política de educação inclusiva será oferecida orientações as famílias e qualificação aos professores, tanto na educação inicial quanto na continuada.

  • Criar um programa nacional de brinquedos para a educação infantil, complementar ao programa de materiais pedagógicos adequados a faixas etárias e as necessidades do trabalho educacional. Através do brincar o ambiente torna-se o 3º terceiro professor da criança (Reggio Emilia). Da função do adulto requer preparação no aprender a brincar com as crianças. Os brinquedos devem atender toda a diversidade cultural brasileira.

  • A criança deve ter caráter humanizador do seu espaço.

  • Os valores dos pequenos são totalmente distorcidos, pois através dos desenhos, filmes, são levados a acreditar em valores distorcidos.

  • Precisamos de políticas públicas sociais que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso em condições digna de existência

PROPOSTA 3

  • Proporcionar momento de formação continuada em rede aos professores para reflexão sobre a prática

  • Oferecer espaço físico com infraestrutura adequada para cada faixa etária

  • Discussão sobre formas de avaliação em consonância com a legislação.

PROPOSTA 4

  • Aumento de oferta de vagas para crianças de até 5 anos e 11 meses.

  • Aumento das unidades de creches 24h.

  • Diminuir o número de crianças por sala de aula, para melhor qualidade de ensino.

  • Avaliação individual permanente, baseada no desenvolvimento de cada criança, através de observações e registros

  • Implantar equipes de apoio para crianças com deficiências e orientação (formação) para professores com alunos que apresentam deficiência.

  • Construir as novas instituições de educação infantil, primeiramente nas áreas de maior necessidade social.

  • Orientar e dar apoio as famílias que optem em ficar com seus filhos até os três anos e onze meses em casa..

  • Todas as instituições devem estar adequadas em relação a infraestrutura, adequadas a cada faixa etária, e em perfeito funcionamento.

  • Apoiar com ações dos seguintes segmentos: educação, assistência social, saúde e justiça as famílias, pois as crianças que mais necessitam de auxílio, são provenientes de famílias desestruturadas.

  • Fornecer materiais escolares de qualidade e fazer a reposição quando necessário.

  • Distribuir os conteúdos da matriz curricular de acordo com a faixa etária na educação infantil.

  • Para garantir os cuidados e a segurança das crianças, disponibilizar inspetor de alunos para todas unidades escolares.

PROPOSTA 5

  • Colaborar para o enriquecimento do repertório cultural das crianças;

  • Organizar ambientes garantindo ricas experiências e vivências;

  • Acelerar o processo de construção das múltiplas linguagens;

  • Aproximar as crianças da história da família e do espaço social mais próximo.

  • Propiciar atividades lúdicas para o desenvolvimento em vários aspectos: emocional, afetivo, cognitivo, motor, social, físico, abrangendo tanto os cuidados quanto a educação.

  • Garantir o repouso, a expressão livre, o movimento, o brinquedo em ambientes internos e externos em instalações adequadas e equipadas.

PROPOSTA 6

  • Proposta pedagógica única, através de um material didático padronizado, mas elaborado com a participação de professores da rede;

  • Cursos de formação continuada sejam convocação;

  • Capacitar todos os professores para educação inclusiva;

  • Garantir fornecimento de materiais pedagógicos adequados à idade, boa qualidade e suficiente a quantidade de alunos;

  • Assegurar um número de alunos adequado ao número de adultos (evitar superlotação);

  • Adequar o espaço físico de acordo com a idade das crianças e que as obras tenham um padrão de qualidade;

  • Construção de quadra coberta e com materiais de acordo com a idade, para serem utilizados nas atividades de educação e movimento;

  • Crianças de creche tenham direito a férias.

PROPOSTA 7

  • Investimento em infraestrutura: segurança e adequação dos espaços.

  • Estabelecer parâmetros de qualidade dos serviços de educação infantil: números de crianças por sala, números de adultos, etc.

  • Ampliar o número de instituições para o atendimento de crianças de 0 a 3 anos, consecutivamente, oferecendo maior quantidade de vagas;

  • Formação continuada em serviço com conteúdos específicos.

  • Fornecimento de materiais pedagógicos adequados às necessidades de cada faixa etária.

PROPOSTA 8

Ações prioritárias:

1. Reconhecimento da educação infantil como primeira etapa da educação básica, no sentido de ser colocada num lugar de destaque nas ações estabelecidas pela política local;

2. Adequação do número de vagas/unidades escolares para atender ao princípio constitucional do direito da criança à educação infantil, considerando: creches para as crianças de 0 a 3 anos e pré-escolas para as crianças de 4-5 anos;

3. A formação dos professores à programas de educação permanente, considerando o proposto na ação 11 do plano nacional;

4. Considerar à matrícula da criança com deficiência, como prevê a meta 10, oferecendo condições de permanência com qualidade nas instituições escolares de 0-3 e 4-5 anos;

5. Ampliar a oferta do atendimento integral das crianças de 0-3 e 4-5 anos, principalmente, aquelas que encontram-se em situação de vulnerabilidade, como prevê a ação nº 13.

6. Adequação de espaço físico, de modo a garantir o atendimento das crianças matriculadas na educação infantil com qualidade, como prevê a ação 14;

7. Emergência nas discussões, estudo com fundamentação teórica e consolidações da ação nº 15, do plano nacional para a primeira infância, no que tange às diretrizes pedagógicas: processos de aprendizagem e desenvolvimento da criança; indissociação entre educação e cuidado; discussão com relação ao currículo da educação de 0-5 anos, evitando-se a segmentação entre creches e pré-escolas, como prevê o plano nacional para a primeira infância, considerando, ainda, a passagem dessa criança para o ensino fundamental; presença da ludicidade; estudo com relação à avaliação na educação infantil; princípios que fundamental a proposta pedagógica. Outras observações: a equipe considera importante relacionar essas discussões ao aprofundamento no estudo das diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil (resolução nº 5/2009); considera, ainda, a necessidade de ampla discussão do plano municipal, no âmbito de toda a comunidade escolar, assim como do fórum regional de educação infantil; secretaria da educação destaca, também a necessidade de uma discussão ampla, envolvendo toda a comunidade sorocabana: secretarias municipais e estaduais de educação, saúde e desenvolvimento social; conselhos municipais; entidades de atendimento da criança; segurança pública e demais órgãos responsáveis pela rede de proteção da criança

PROPOSTA 9

Refletindo sobre o capítulo sobre educação infantil, percebemos que:



  • A educação infantil é a primeira etapa da educação básica. esta não pode mais constitui-se a partir do ensino dito “fundamental” ou obrigatório, pois este já não é mais considerado o fundamento e sim a segunda etapa do processo educacional da pessoa, construindo sobre as estruturas psicomotoras, afetivas, sociais, cognitivas dos primeiros cinco ou seis anos de vida

  • Sendo assim, chegamos a algumas conclusões que seriam prioritárias para a educação infantil, que deve estar sempre consolidada no tripé da educação:

  1. técnico

  2. afetivo

  3. ético

  • Seria muito interessante, que todas as todas as ações estejam de acordo com os referenciais curriculares, permeando todos os eixos temáticos. (ético)

  • Que as leis sejam respeitadas e cumpridas: lei da ldb, eca, etc

  • (técnico)

  • Fazer um plano escolar estilo ( plano diretor da cidade) onde se construam instituições de ensino de acordo com a demanda dos bairros, assim a quantidade de alunos seria menor e como resultado desta nova estratégia o aproveitamento das escolas seria melhor. pois os alunos estudariam perto e as unidades de ensino teriam um número de alunos adequado resultando assim, um trabalho muito melhor. (afetivo)

PROPOSTA 10

  • Política pública visando qualidade e depois quantidade.

  • Educação de qualidade se diz respeito à formação de professores(educadores), número de auxiliares, número de alunos por sala, entre outros.

  • Educação infantil para todos. Todos são iguais perante a lei.

  • Que a educação infantil não seja fundamentalizada.

  • Repensar o conceito de educação infantil na questão do currículo, a ludicidade, avaliação processual, culminando numa proposta pedagógica realizada pelos professores.

  • Espaços: repensar a construção dos espaços de educação infantil

PROPOSTA 11

  • Frente ao conteúdo do texto, vimos a necessidade de um maior número de creches que atenda a população;

  • Que os profissionais que trabalham em creche sejam habilitados na área da educação

  • Que o município garanta uma qualidade da educação não só pelo número de vagas mas pela valorização dos profissionais da educação

PROPOSTA 12

Ação 2 – É deixar claro, para as famílias, que a educação é parte dela. Saber como foi o dia, verificar os materiais. Participar da vida escolar deveria ser uma regra para todos e nos aproximaria muito da comunidade. Uma sugestão seria garantir que a escola e a prefeitura promovam oficinas, cursos e palestras dentro das escolas.

Ação 3 – É preciso construir novas práticas sociais com as famílias, de caráter coletivo, participativo e solidário, que envolvam instituições, associações e movimentos da comunidade. É necessário criar novas práticas sociais para que as famílias possam compreender que as instituições de ensino são parte da vida das crianças e não apenas um lugar onde elas passam o dia. Algumas ideias: fazer projetos, oficinas, palestras, festas e atividades que envolvam toda a comunidade.

PROPOSTA 13

- Instalar uma Secretaria para a primeira infância com diferentes profissionais da educação, saúde e segurança pública.

- Palestras educativas/informativas com participação do Conselho tutelar para os pais, funcionários e comunidade.

- Valorização e qualificação de todos os profissionais que atendem a educação infantil.

- Respeitar e assegurar que todos os estabelecimentos de educação infantil estejam conforme os padrões de estrutura e estejam em funcionamento de acordo com as faixas etárias.

- Trabalhar com a educação ambiental desde a creche.

- Rever os currículos, propostas pedagógicas e materiais didáticos na educação infantil.

- Investir em programas educacionais e culturais para as crianças.

- Inclusão da temática da prevenção de acidentes na infância no currículo e na proposta pedagógica. E também no currículo do curso de Pedagogia e na formação de funcionários da educação infantil.

- Estabelecer parcerias junto aos órgãos do Judiciário, Ministério Público, Defensoria, Segurança Pública e Assistência Social que se mobilizem para orientar e atender a escola e sua comunidade.

- Desenvolver projetos que possibilitem o consumo responsável consciente e sustentável nas escolas.

- Orientar educadores e responsáveis acerca da pressão consumista que as crianças estão expostas na contemporaneidade.

- Orientar profissionais da educação quanto à seleção dos conteúdos midiáticos oferecidos às crianças e realizar debates junto à comunidade.

- Promover debates ou reuniões com assuntos de interesse de pais com profissionais multidisciplinares especializados.

- Enviar de forma sistematizada textos e informativos ao desenvolvimento infantil.

- Organizar o dia da família na escola.

- Desenvolver projetos de educação ambiental na escola.

- Vivenciar o consumo responsável, consciente e sustentável nas escolas.

- Promover debates sobre as possíveis consequências do excesso à exposição à televisão, computador e vídeo game.

- Orientar os profissionais da educação quanto à seleção dos conteúdos midiáticos oferecidos às crianças.


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