Estudo do plano nacional pela primeira infância contribuições das Instituições de Educação Infantil do Município de Sorocaba



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SAÚDE DA CRIANÇA


PROPOSTA 1

Tendo a oportunidade de conhecermos o PNPI e refletindo a partir da compreensão de que o estado de saúde relaciona-se a direitos básicos da criança, são definidos como o direito à saúde e à nutrição, o direito ao desenvolvimento e o direito à proteção especial quando necessário , o plano considera que devem ser incentivadas e apoiadas algumas diretrizes das políticas públicas de saúde para as quais os recursos de investimento deverão ser prioritariamente dirigidos. Essas diretrizes envolvem ações integradas para a saúde da gestante e da criança até 6 anos, por meio da mobilização de estratégias consideradas fundamentais.

Estas ações se referirem à humanização, ao acesso aos serviços e à qualificação da atenção à saúde da mulher e da criança. Também dizem respeito a uma melhor integração dos vários serviços e a uma efetiva participação da família e da comunidade.

Sendo assim percebemos que a comunidade e a família são muito importantes para o pleno desenvolvimento da primeira infância e que o poder público poderia estar colaborando no sentido de promover palestras, encontros e reuniões periódicas em conjunto com os profissionais de saúde (UBS e Instituições ligadas ao ECA) para tratar de assuntos relacionados a :

- Pré Natal

- Aleitamento materno

- Higiene pessoal

- Acompanhamento da carteira de vacinação

- Alimentação Saudável

* - Manobra do desengasgo (*Manobra de Heimlich)

*- Estratégias para o controle da febre antes de chegar a UBS (cuidados em situação de febre)

PROPOSTA 2

Atendimento pré-natal

1) Fortalecer a capacidade técnica, o tratamento e a qualidade da atenção dos serviços de saúde e de educação dirigidos às gestantes.

2) Garantir a realização de seis ou mais consultas, incluindo a realização do teste de HIV e demais exames laboratoriais.

3) Criar estratégias e ações interdisciplinares no pré-natal com o objetivo de melhor configurar o universo psicossocial da mãe e sua rede de sustentação com especial atenção à gestante com sintomas de depressão, à mãe adolescente vítima de violência.

4) Atenção obstétrica e neonatal humanizadas

4.1 Organizar o acesso, adequar a oferta de serviços e fortalecer a Rede Hospitalar, incluindo a expansão e qualificação de hospitais de referência para as gestantes e recém-nascidos (RN) de risco.

4.2 Apoiar a articulação da equipe de referência com o serviço de saúde onde ocorrerá o parto, envolvendo ambas as equipes no pré-natal e cuidado no puerpério, e na realização de alta conjunta.

5) Assegurar a presença de um pediatra treinado em reanimação neonatal em todos os partos institucionais.

6) Aleitamento materno e alimentação infantil

6.1 Ampliar a Rede Nacional de Bancos de Leite Humano nos hospitais/maternidades que tenham unidades de terapia intensiva ou cuidados intermediários aos recém-nascidos e implantar serviços de coleta nas unidades de saúde.

6.2 Aprovar no setor público e incentivar no setor privado a licença maternidade até seis meses de vida do bebê.

6.3 Alimentação saudável, combate à desnutrição e anemias carenciais e prevenção do sobrepeso e obesidade infantil

6.4 Formar equipes interdisciplinares de cuidados à criança nas unidades de saúde materno-infantil em de atendimento exclusivo à criança, em especial integrar profissionais de saúde mental nas equipes dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

7) Controle e Assistência

7.1 Expandir a estratégia de Atenção às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI).

7.2 Prestar apoio psicossocial às crianças soropositivas e a seus cuidadores.

7.3 Promover a saúde auditiva e ocular com especial atenção aos testes de triagem

7.4 Promover a saúde bucal.

7.5 Promover as medidas necessárias para a detecção precoce de doenças crônicas graves como diabetes tipo 1 em toda a população infantil, e desenvolver programa de atendimento médico específico.

8) Cuidados para grupos específicos e crianças com deficiência


    1. Promover e realizar estudos e pesquisas com o objetivo de prevenir, detectar e tratar os mais precocemente possível as dificuldades de desenvolvimento.




    1. Desenhar, implementar e fortalecer programas intersetoriais de saúde integral e educação específica dirigidos às crianças com deficiência ou com transtornos globais do desenvolvimento, dos quais participem a família e a comunidade

9) Ações conjuntas e intersetoriais

    1. Promover maior articulação dos programas governamentais de estimulação do desenvolvimento infantil com os realizados por organizações não-governamentais.

10) Atenção à saúde mental


A equipe considerou todos os itens relevantes.

PROPOSTA 3


1) Atendimento pré-natal

1.1 Fortalecer a capacidade técnica, o tratamento e a qualidade da atenção dos serviços e de educação dirigidos às gestantes.

1.2 Garantir a realização de seis ou mais consultas, incluindo a realização do teste de HIV e demais exames laboratoriais.

2) Atenção obstétrica e neonatal humanizadas

2.1 Organizar o acesso, adequar a oferta de serviços e fortalecer a Rede Hospitalar, incluindo a expansão e qualificação de hospitais de referência para as gestantes e recém-nascidos de risco.

2.2 Assegurar a presença de um pediatra treinado em reanimação neonatal em todos os partos institucionais.

2.3 Ampliar o número de Hospitais Amigo da Criança e, nestes, dar a devida atenção ao vínculo Mãe-bebê e estimular o envolvimento do pais na atenção neonatal.

3) Aleitamento materno e alimentação infantil.

3.1 Aprovar no setor público e incentivar no setor privado a licença maternidade até os seis meses de vida do bebê.

4) Alimentação saudável combate à desnutrição e anemias carências e prevenção do sobrepeso e obesidade infantil.

4.1 Capacitar e qualificar a família e os cuidadores de crianças da rede social extrafamiliar, favorecendo a construção de vínculos afetivos com a mãe, ou sua figura substituta, o pai, a família e a rede social.

4.2 Inserir a atenção e os cuidados com o desenvolvimento psíquico nos programas de assistência materno-infantil de saúde pública.

4.3 Formar equipes interdisciplinares de cuidados à criança nas Unidades de Saúde materno-infantil e de atendimento exclusivo à criança, em especial integrar profissionais de saúde mental na equipes dos Núcleos de Apoio à saúde da família.

5) Controle e Assistência

5.1 Promover a saúde auditiva e ocular com especial atenção aos testes de triagem.

5.2 Promover a saúde bucal.

5.3 Fomentar as medidas necessárias para a detecção precoce de doenças crônicas graves como o diabetes tipo 1 em toda a população infantil, e desenvolver programa de atendimento médico específico.

6) Cuidados para grupos específicos e crianças com deficiência

6.1 Promover e realizar estudos e pesquisas com o objetivo de prevenir, detectar e tratar o mais precocemente possível as dificuldades de desenvolvimento.

6.2 Desenhar, implementar e fortalecer programas de saúde integral e educação especializada dirigidos as crianças com deficiência ou com deficiência ou com transtornos globais do desenvolvimento, dos quais participem a família e a comunidade.

7) Ações conjuntas e Inter setoriais

7.1 Realizar em creches e pré-escolas ações de promoção de saúde articuladas com as de educação e dos setores no desenvolvimento social, da cultura e do desenvolvimento agrário.

7.2 Promover maior articulação dos programas governamentais de estimulação do desenvolvimento infantil com os realizados por organizações

PROPOSTA 4


  • Alimentação saudável, combate à desnutrição e anemias carenciais e prevenção do sobrepeso e obesidade infantil;

  • Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento;

  • Cuidados para grupos específicos e crianças com deficiência;

  • Equipes especializadas em saúde mental da primeira infância;

  • Campanhas educativas e informativas.

PROPOSTA 5

  • Promover a conscientização sobre o planejamento familiar;

  • Possibilitar uma enfermeira em cada unidade escolar de Educação Infantil;

  • Orientações aos pais sobre higiene e cuidados básicos feitas pela área (especialistas) da saúde;

  • Estabelecer programas efetivos de orientação escolar acerca de hábitos saudáveis;

  • Campanhas residenciais de orientação sobre hábitos saudáveis e alimentação;

  • Fornecer subsídios suficientes para a população carente manter hábitos saudáveis;



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