Faculdade de ciências jurídicas e gerenciais alves fortes



Baixar 62.96 Kb.
Encontro19.07.2016
Tamanho62.96 Kb.



FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E GERENCIAIS ALVES FORTES

_____________________________________________________________________________________________

Fundação Educacional de Além Paraíba




DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO

Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO - Professor: Allan Ferreira




Capítulo 02 - Os primórdios da administração

  • Introdução

  • Antecedentes Históricos da Administração

  • Influencia dos Filósofos e Cientistas

  • Influencia Organizacional da Igreja Católica e das Organizações Militares

  • Influencia da Revolução Industrial

  • Influencia dos Economistas Liberais

  • Influencia dos Pioneiros e Empreendedores


Introdução
A Administração constitui o resultado histórico e integrado da contribuição cumulativa de numerosos precursores, filósofos, físicos, economistas, estadistas e empresários que, no decorrer dos tempos foram, cada qual no seu campo de atividade, desenvolvendo e divulgando as suas obras e teorias.

Referencias pré-históricas acerca das magníficas construções erigidas durante a Antiguidade no Egito, na Mesopotâmia, na Assíria, testemunharam a existência, em épocas remotas, de dirigentes capazes de planejar e guiar os esforços de milhares de trabalhadores em monumentais obras que perduram até os nosso dias. Os papiros egípcios atribuídos a época de 1300 a.C. já indicam a importância da organização e a administração da burocracia pública no Antigo Egito. Na china, as parábolas de Confúcio sugerem práticas para a boa Administração Pública. A Bíblia, conta que jetro, o sogro de Moisés, sacerdote do Senhor em Mídia, que, notando a dificuldade de seu genro em atender ao povo e julgar seus problemas, sugeriu que delegasse autoridade a chefes de 1.000, chefes de 100, chefes de 50 e chefes de 10 pessoas para que o representassem e passassem a exercer jurisdição, conforme o nível de competência delegada. Com esta estrutura hierárquica, todas as causas simples eram julgadas por eles mesmos, enquanto apenas as mais graves por Moisés (EXO 18, 13-27).


Apesar de histórias, fatos e do progresso do conhecimento humano, a chamada “Ciência da Administração” somente surgiu no despontar do século XX, bem depois da Revolução Industrial. A TGA é uma área nova e recente do conhecimento humano. Para que ela surgisse, foram necessários séculos de preparação e antecedentes históricos capazes de permitir e viabilizar as condições indispensáveis ao seu aparecimento.


Cronologia dos Principais eventos dos primórdios da Administração

Anos

Autores

Eventos

4.000 a.C.

Egípcios

Necessidade de Planejar, Organizar e Controlar

2.600 a.C.

Egípcios

Descentralização da organização

2.000 a.C.

Egípcios

Necessidade de ordens escritas. Uso de consultorias.

1.800 a.C.

Hamurabi (Babilônia)

Uso de controle escrito e documental.

1.491 a.C.

Hebreus

Conceito de Organização. Princípio escolar.

600 a.C.

Nabucodonosor (Babilônia)

Controle de produção. Incentivo salariais.

400 a.C.

Sócrates (Grécia)

Platão (Grécia)



Universidade da administração

Enunciado do princípio da especialização.



175 a.C.

Cato (Roma)

Uso de descrição de funções

284

Dioclécio (Roma)

Delegação da autoridade

1436

Arsenal de Veneza

Contabilidade de custos, inventários, padronização

1525

Niccoló Machiavelli

Princípio do consenso, lideranças, táticas políticas

1767

Sir James Stuart

Teoria da fonte de autoridade, automação, especialização

1776

Adam Smith

Princípio de especialização dos operários, conceito de controle

1799

Eli Whitney

Método científico, controle de qualidade, amplitude de comando

1800

Mathew Boulton

Padronização da produção, especializações, métodos de trabalho

1810

Robert Owen

Práticas de RH, Treinamento para operários, casas para operários

1832

Charles babbage

Abordagem científica, divisão do trabalho, estudo do tempo

1856

Daniel C. McCallum

Organograma, administração em ferrovias

1886

Henry Matcalfe

Arte e Ciência da administração

1900

Frederick W. Taylor

Princípios da administração científica


Antecedentes Históricos da Administração
Ao longo da história da humanidade, a Administração se desenvolveu com uma lentidão impressionante. Somente a partir do século XX é que ela surgiu e apresentou um desenvolvimento notável e inovador.
Nos tempos atuais a sociedade é composta de organizações, onde a maior parte das obrigações sociais (como a produção de bens ou serviços em geral) é de responsabilidade de organizações (como indústrias, escolas, hospitais, comércios, comunicações, serviços públicos, etc.) que são administrados por dirigentes que tornam essas organizações mais eficientes e eficazes.

No final do século XIX, porém, a sociedade era completamente diferente. As organizações eram poucas e pequenas, predominavam as pequenas oficinas, artesãos independentes, pequenas escolas, profissionais autônomos (médicos, advogados), o lavrador, o armazém da esquina, etc.


O trabalho sempre existiu na história da humanidade, mas a história das organizações e da sua administração é um capitulo que teve seu início há muito pouco tempo.

Influencias Filosóficas e Científicas
Desde o tempo da antiguidade, os filósofos contribuem para a evolução da administração. Em 400 a.C. Sócrates, filósofo Grego dizia que a Administração é uma habilidade pessoal separada do conhecimento técnico e da experiência.
Platão, discípulo de Sócrates, contribuiu para o aperfeiçoamento da administração pública analisando os problemas sociais e culturais do povo.
Aristóteles, discípulo de Platão, introduziu o pensamento pitagórico em diversas áreas do conhecimento humano. Sobre Administração Pública, Aristóteles escreveu que basicamente existem três formas de governo:

1 - Monarquia ou governo de um só (que pode degenerar em Tirania)

2 - Aristocracia ou governo da elite (que pode se degenerar em Oligarquia)

3 - Democracia ou governo do povo (que pode se degenerar em Anarquia)


Ao longo dos séculos que vão da antiguidade até o início da atividade moderna, a Filosofia concentrou-se em preocupações distanciadas dos problemas administrativos. Somente após as primeiras décadas do século XVII surgiu René Descartes, filósofo, matemático e físico francês. Criou as coordenadas cartesianas e impulsionou a matemática e a geometria da época, segundo ele, o método cartesiano apresenta quatro princípios:

1 – Dúvida sistemática ou da Evidencia: não se deve aceitar como verdadeiro, coisa alguma, enquanto não se souber com evidência;

2 – Análise ou Decomposição: dividir um problema em partes para solucioná-lo resolvendo as partes separadamente;

3 – Síntese ou Composição: conduzir ordenadamente o raciocínio, começando pelo mais simples e fácil passando gradativamente para os mais difíceis;



4 – Enumeração ou Verificação: fazer verificações e revisões em tudo, para que nada seja omitido ou deixado de lado.
Esses quatro princípios racionais, lineares e analíticos da metodologia cartesiana, inspiraram a teoria administrativa até o final da Era Industrial. O Método Cartesiano contribuiu para diversas teorias, entre elas a divisão do trabalho, da ordem e do controle.
Na metade do século XVIII, Jean-Jacques Rousseau, desenvolveu a Teoria do Contrato Social: O Estado surge de um acordo de vontade. Contrato Social é um acordo entre os membros de uma sociedade pelo qual reconheçam a autoridade, igualmente sobre todos, de um conjunto de regras, de um regime político ou um governante.
Durante o século XIX, Karl Marx e Friedrich Engels propõem uma teoria da origem economista do Estado. O surgimento do poder político do Estado nada mais é do que o futuro da dominação econômica do homem pelo homem. Suas teorias apontavam que o Estado tende a fazer com que uma determinada classe social seja exploradora enquanto as demais exploradas. Seus pensamentos deram origem ao Marxismo e ao Comunismo. Foi a primeira ideologia a afirmar os estudos das leis objetivas do desenvolvimento econômico da sociedade, em oposição aos ideais metafísicos.
Influencias da Organização da Igreja Católica
Através dos séculos, as normas administrativas e os princípios de organização pública foram se transferindo das instituições dos Estados (como era o caso de Atenas, Roma, etc.) para as instituições da Igreja Católica e organizações Militares. Isso ocorreu, pois os propósitos e objetivos dos eclesiásticos eram contraditórios aos objetivos dos militares.
O fato, é que ao longo dos séculos, a Igreja Católica estruturou sua organização de forma pioneira, como uma hierarquia de autoridade. A organização hierárquica da Igreja Católica é tão simples e tão eficiente que a sua enorme organização mundial pode operar sob o comando de uma só cabeça executiva: O Papa, cuja autoridade coordenadora lhe foi delegada de forma mediata por uma autoridade divina superior.
A eficiente estrutura da organização eclesiástica serviu de modelo para muitas organizações que incorporam seus princípios e normas administrativas.

Influencias da Organização Militar
A organização militar, desde os tempos de Esparta ou de Roma, sempre influenciou o modo de vida nas organizações, e, mais recentemente também influenciou as teorias da administração ao longo do tempo. A organização linear tem suas origens na organização militar dos exércitos da antiguidade e da época medieval. O princípio da Unidade de Comando, onde cada subordinado só pode ter um superior, é o núcleo central das organizações militares. A hierarquia - ou seja, a escala de níveis de comando de acordo com o grau de autoridade - provém da organização militar.
Outra contribuição da organização militar é o princípio de direção, por meio do qual todo soldado deve saber o que se espera dele e o que ele deve fazer. Até mesmo Napoleão I, o general mais autocrata da história militar, nunca deu uma ordem sem explicar o seu objetivo e certificar-se que a haviam compreendido, pois estava convencido de que a obediência cega jamais leva a uma execução inteligente de qualquer coisa.
As guerras de maior alcance e de âmbito continental exigiam novos princípios de organização, conduzindo a um planejamento e controle centralizado e em paralelo com operações descentralizadas. Ou seja, passou-se a centralizar o comando e a descentralizar a execução. Napoleão perdeu a batalha de Waterloo para Wellington, general inglês que estudou na universidade de Elton. Wellington não participou de batalhas na universidade, mas aprendeu conceitos e teorias que iria aplicar no campo da guerra. E a ganhou. Era um novo mundo que surgia.
No século XIX, o general Carl Von Clausewitz, escreveu o Tratado Sobre as Guerras e os Princípios da Guerra. Foi o inspirador dos teóricos da administração que se basearam na organização e nas estratégias militares para adaptá-las à organização e estratégia empresariais.
Influencias da Revolução Industrial
Com a invenção da máquina a vapor no final do século XVIII por James Watt, e sua aplicação a produção, surgiu uma nova concepção do trabalho que modificou completamente a estrutura social e comercial da época, provocando profundas e rápidas mudanças da ordem econômica, política e social, que num lapso de um século, foram maiores do que as mudanças havidas em todo o milênio anterior. É a chamada Revolução Industrial que passou por duas fases distintas:
1780 a 1860: Revolução do carvão e do Ferro

1860 a 1014: Revolução do aço e da eletricidade


A primeira fase (1780 a 1860: Revolução do carvão e do Ferro) apresentou os seguintes pontos importantes:

  • Mecanização da Indústria e da Agricultura

  • Aplicação da força motriz nas Indústrias

  • Desenvolvimento do sistema Fabril

  • Crescimento dos Transportes e das Comunicações




Divisão do trabalho na indústria

A divisão do trabalho é um princípio básico da industrialização. Na divisão do trabalho, cada trabalhador é designado para uma tarefa, ou fase, diferente no processo de fabricação, o que resulta em um aumento da produção total. Como mostra a ilustração superior, se uma pessoa realizar as cinco fases na fabricação de um produto, poderá produzir uma unidade ao dia. Cinco trabalhadores, cada um especializado em uma das cinco fases, poderão produzir 10 unidades no mesmo tempo.



Fonte: Microsoft ® Encarta ® Encyclopedia 2002. © 1993-2001 Microsoft Corporation.

A segunda fase (1860 a 1014: Revolução do aço e da eletricidade) foi provocada por três acontecimentos importantes:

1856 - O novo processo de fabricação do aço; 1873 - O aperfeiçoamento do dínamo; 1873 - A invenção do Motor de combustão interna. As principais características dessa segunda fase são:


  • Substituição do ferro pelo aço como material industrial básico;

  • Substituição do vapor por eletricidade e derivados do petróleo;

  • Desenvolvimento da Máquina Automática e da Especialização do Trabalhador;

  • Crescente domínio da Indústria pela Ciência;

  • Transformações radicais dos transportes e das comunicações:

    • As via férreas são ampliadas;

    • 1880 – Daimler e Benz começam a construir automóveis artesanais na Alemanha;

    • 1888 – Dunlop aperfeiçoa o pneumático;

    • 1908 – Henry Ford Inicia a produção de seu modelo “T”;

    • 1906 – Santos Dumont faz a primeira experiência com avião.

  • Desenvolvimento de novas formas de organizações capitalistas;

    • Dominação das indústrias por instituições financeiras;

    • Fusões de empresas;

    • Separação entre a propriedade particular e a direção da empresa.

  • Expansão da industrialização.

Da calma produção do artesanato, em que os operários eram organizados em corporações de ofício regidas por estatutos, onde todos se conheciam, passou-se rapidamente para o regime de produção por meio de máquinas, dentro de grandes fábricas. Houveram duas súbitas alterações:



  • A transferência de habilidade do artesão para a máquina

  • A substituição da força animal ou do músculo do homem pela maior potencia da máquina a vapor

Assim a Revolução Industrial provocou profundas modificações nas estruturas empresariais e econômicas da época. Mas não chegou a influenciar os princípios de administração das empresas então utilizados. Os dirigentes das empresas trataram de cuidar como podiam ou como sabiam das demandas de uma economia em rápida expansão e tinham por modelo as organizações militares ou eclesiásticas do século anterior.


O ritmo de trabalho dos operários era regulado pela exigência das máquinas, foi fundamental a integração dos operários e os modelos de trabalhos em equipe. Porém, o ritmo de trabalho chegava a ser desumano e o sistema capitalista das máquinas leva a uma direção autoritária e por isto, foi demorado o surgimento de regulamentações trabalhistas.
As essenciais contribuições da Revolução Industrial para as empresas foram:

  • A ruptura das estruturas corporativas da Idade Média;

  • O avanço tecnológico, graças à aplicação dos progressos científicos na produção, com a descoberta de novas formas de energia e a enorme ampliação dos mercados;

  • A substituição do tipo artesanal por um tipo industrial de produção.



Influencias dos Economistas Liberais
A partir do século XVIII, desenvolveu-se principalmente na Europa uma grande quantidade de teorias econômicas que se concentravam na explicação dos fenômenos empresariais, baseados especialmente em dados empíricos, nas experiências correntes e nas tradições do comercio da época.

Aos poucos, essas teorias foram ganhando espaço, e as idéias passam a ser o mais liberal o possível, segundo esses economistas, os bens naturais, sociais e econômicos, são inalienáveis e deve existir uma harmonia pré-estabelecida em todas as coletividades dos indivíduos. Segundo o Liberalismo, a vida econômica deve afastar-se da influencia estatal, pois o trabalho segue os princípios econômicos e a mão-de-obra está sujeita ás mesmas leis da economia que regem o comércio ou o mercado de matérias primas. Os operários, contudo, estão a mercê dos patrões, que são os donos dos meios de produção. A livre concorrência é o postulado principal do liberalismo econômico.


Adam Smith, no final do século XVIII, fundou a Economia Clássica, cuja idéia central é a competição. Os mercados em que vigora a competição funcionam espontaneamente, de modo a garantir (por algum mecanismo abstrato que Smith chamava de “a mão invisível que regula o mercado”) a alocação dos recursos e da produção, sem que haja excesso de lucro. Por essa razão, o único papel econômico do governo (além do básico, que é garantir a lei e a ordem) é a intervenção na economia quando o mercado deixa de funcionar em condições satisfatórias, ou seja, quando não ocorre a competição livre.
Smith identificou o problema potencial da produção em massa: um homem que passa a vida executando um pequeno número de operações bastante simples, que geram provavelmente o mesmo resultado, não tem espaço para desenvolver sua inteligência ou ampliar sua imaginação e buscar alternativas para solucionar dificuldades que nunca ocorrem. Perder naturalmente a capacidade de usar essas faculdades torna o homem pequeno e ignorante.
O liberalismo econômico corresponde ao período de Maximo desenvolvimento da economia capitalista, a qual, baseada no individualismo e no jogo das leis econômicas naturais, pregava a livre concorrência. Porém, com o crescimento da livre concorrência, começaram a surgir alguns problemas, principalmente sociais, como a má distribuição de riquezas, a não valorização do capital humano, etc. esses problemas acabaram reduzindo a força do conceito de livre concorrência.
No início do século XX, Karl Marx, com suas idéias sindicais e socialistas, propõe o regime socialista como substituição do regime capitalista. Segundo Marx, todo trabalhador deve ser pago pela sua força de trabalho. Se um determinado trabalhador produz em um dia, um valor maior do que o equivalente a sua remuneração, ele deve ser compensado por isto. Este conceito da mais-valia do trabalhador sempre foi uma fonte de lucro para as empresas do regime capitalista.

Influencias dos Pioneiros e Empreendedores
O século XIX assistiu a um monumental desfile de inovação e mudanças no cenário empresarial. O mundo estava mudando, e as empresas também. As condições para o aparecimento da Teoria Administrativa estavam se consolidando gradativamente.
Nos Estados Unidos, no início do século XIX, a construção de estrada de ferro por todo o país, permitiu uma rápida urbanização de diversas áreas, e conseqüentemente um grande aquecimento no mercado de bens de consumo e bens duráveis.
Antes da metade do século XIX, poucas empresas possuíam uma estrutura administrativa, em sua grande maioria, eram empresas familiares controladas por uma ou duas pessoas que compravam, vendiam, produziam, etc.
No final do século XIX, as empresas já possuíam um estrutura mais organizada e, basicamente em quatro setores: Produção, Vendas, Técnico de engenharia e financeiro. Nesta época iniciou-se uma maior preocupação com a otimização das compras, vendas, produção e distribuição.
Com o mercado estabilizado, as empresas param de crescer, os lucros diminuíram e elas começaram a buscar novos mercados diversificando sua linha de produtos. Nesta época, muito esforço foi direcionado para as áreas de engenharia e desenvolvimento de produtos, o que culminou em uma época repleta de invenções.
Na virada para o século XX, muitas empresas gigantes desapareceram e ficou certo de que a administração necessitava de organizadores, capazes de coordenar as atividades da empresa de forma estratégica e integrada. Estava chegando a época da competição e da concorrência acirrada.


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal