Faculdade de psicologia



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FACULDADE DE PSICOLOGIA

UNIDADE SÃO GABRIEL

Autorizo a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, através do curso de graduação em psicologia, à ampla divulgação do meu trabalho de conclusão de curso, em espaços e eventos internos à Instituição, ou ainda abertos ao público em geral.

A presente autorização é concedida gratuitamente, abrangendo a divulgação da pesquisa acima mencionada em todas as suas modalidades, sendo estas impressas ou eletrônicas.

PRECONCEITO RACIAL NA VIDA RELIGIOSA CONSAGRADA:



RACISMO VELADO OU COISA DO PASSADO?
Solange de Fátima Damião1

Márcia Mansur Saadallah2


R

ESUMO


O referido trabalho apresenta uma pesquisa de conclusão de curso de graduação em Psicologia da PUC Minas São Gabriel, que teve como objetivo investigar se existe preconceito racial na vida religiosa consagrada ou se considera um racismo velado como coisa do passado. O processo da formação inicial e permanente das religiosas foi o grande motivador para chegar até a história de vida de cada religiosa. Os processos de segregação, trabalhos pesados, o não reconhecimento do ser humano como pessoa, perda da identidade e a discriminação racial explícita, foram o ponto chave para a pesquisa. Para entender o processo do preconceito na vida religiosa consagrada, tivemos que voltar à história da chegada das/os religiosas/os no Brasil, conhecer a história da Igreja no passado e no presente e suas implicações nos dias atuais. O referencial teórico utilizado foi baseado, nos aspectos histórico, religioso, sociológico e antropológico. Os seguintes autores foram os principais contribuidores: Goffman (1988), Silva Elizete (2011), Silva Antonio (1990), Hauckc (1988), Hartmut (2006), Gil (1999), Carone (2003), Cardoso (2012), Barros (2008), Azzi (1976), Pereira (2005), CNBB e CRB, dentre outros. Para alcançar tal compreensão, utilizou-se da metodologia de pesquisa qualitativa, através da qual foram realizadas entrevistas semi-estruturadas, na comunidade de cada religiosa. A análise das entrevistas confirmou que o preconceito racial ainda existe, mas com outra roupagem. Suas evidencias são menos visíveis, e não colaboram com a luta pela inclusão do sujeito tanto na vida social como na vida religiosa consagrada. No entanto as entrevistas mostraram que as religiosas, lutaram e continuam a lutar por seus direitos e espaços dentro dos conventos. As religiosas demonstraram que a luta pela inclusão continua e o processo é acelerado e a própria vida grita por justiça.
Área do conhecimento: Ciências Humanas. Psicologia. Psicologia Social.
Palavras chaves: Religião, Preconceito, Estigma, Identidade social.


Referência da monografia:
DAMIÃO, Solange de Fátima. PRECONCEITO RACIAL NA VIDA RELIGIOSA CONSAGRADA: RACISMO VELADO OU COISA DO PASSADO? 2012. 94f. Monografia (Conclusão do curso) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Faculdade de Psicologia, Belo Horizonte.

Autorizo a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, através do curso de graduação em psicologia, à ampla divulgação do meu trabalho de conclusão de curso, em espaços e eventos internos à Instituição, ou ainda abertos ao público em geral.

A presente autorização é concedida gratuitamente, abrangendo a divulgação da pesquisa acima mencionada em todas as suas modalidades, sendo estas impressas ou eletrônicas.


1 Aluna do curso de Psicologia da PUC Minas - Unidade São Gabriel. Resumo da Monografia apresentada no 1º semestre de 2012, como requisito parcial para conclusão de curso. Contato: curupirasol@yahoo.com.br

2

 Mestre em Ciências Sociais pela PUC Minas, professora da Faculdade de Psicologia da PUC Minas e orientadora desta monografia.



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