Fayol teoria da administraçÃO



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Teoria Administrativa Taylor e

Fayol


TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO
A Teoria da Administração é, em certos aspectos, uma decorrência daquilo que ocorre, mas empresas, um meio de operacionalizar conceitos e ideologias a respeito das empresas. A Teoria da Administração (T.A.) trata do estudo da administração dessas organizações em geral e das empresas em particular. A

T.A. é uma teoria em crescente expansão e gradativamente abrangente. Começou como uma teoria preocupada inicialmente para os problemas mais concretos e imediatos do ponto de vista de sua amplificação e foi paulatinamente expandindo e ampliando o seu objeto de estudo. Aliás, essa expansão e ampliação não se apresentam de maneira uniforme, mas varia enormemente de acordo com as escolas e teorias administrativas, e de acordo com os aspectos e variáveis que cada umas delas considerou relevantes na sua época para fundamentar as suas conclusões ou para solucionar os problemas então mais importantes como que se defrontam.

A história da T.A. é bastante recente e tem o seu início no começo deste século. Falaremos de duas Teorias bem distintas e que se superpõem que são a Teoria de Taylor e a Teoria de Fayol.

OS PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO DE TAYLOR

É A fase em que administrar significa planejar e racionalizar as tarefas que devem ser executadas pelos subordinados. A preocupação básica da

Administração era exclusivamente metodizar o trabalho do operário, visando a melhorar a eficiência do processo produtivo. Nesta fase, administrar e estabelecer e prescrever a maneira pela quais as pessoas devem executar o seu trabalho cotidiano. Esta fase tem o seu início com um engenheiro americano, Frederick W. Taylor.

Embora Taylor seja com propriedade chamada de fundador da moderna administração científica, a raiz de seus princípios da administração são encontradas em escritos anteriores. Como em outras esferas de conhecimento, os princípios de administração científica foram descobertas à medida que as ocasiões para sua utilização surgiram, já que a necessidade é a mãe das invenções. O aparecimento da grande indústria e do sistema de fabricas e as introduções de maquinaria dispendiosa deram azo ao novo interesse pelos problemas de administração.

O famoso trabalho de Taylor, The Principles of Scientific Management, (Os Princípios da Administração Científica), foi publicada em 1911. A despeito da intenção evidente de apresentar princípios aplicáveis à administração, seu empenho primordial era a obtenção de eficiência do seres humanos e das máquinas, através do estudo de tempo e movimentos, ao qual se tem feito referência como “A pedra angular da administração científica”.

Talvez s principal contribuição de Taylor à teoria de administração seja sua insistência sobre a aplicação de métodos científicos aos problemas de administração. Assim, Taylor afirmava que seus Princípios da Administração

Científica tinha sido escrito. As principais características são:
1. A improvisação e o empirismo devem ser substituídos pelo planejamento e pela ciência. O nome Administração Científica vem do fato de ser está uma tentativa de aplicação dos métodos da ciência – observação e mensuração

- aos problemas de administração da época.


2. Para se aumentar a eficiência da empresa deve-se começar pela eficiência de cada operário. Ao invés de deixar o operário escolher sua maneira pessoal de trabalhar, a administração é quem deve planejar o método – isto é, a melhor maneira - de executar a tarefa. O método de trabalhar deve ser planejado através da técnica do estudo de tempos e movimentos: os movimentos dos operários são simplificados e racionalizados, e o tempo cronometrado para executá-los passa a ser o tempo-padrão. O operário que produz dentro do tempo-padrão tem eficiência igual a 100%. Se sua produção é 5% maior, então sua eficiência será igual a 105% se sua produção é 5% menos, sua eficiência será igual a 95% ; e assim por diante.
3. Para incentivar a produção e elevar a eficiência do operário, Taylor recorreu ao incentivo salarial ou prêmio de produção. Sua convicção era a de que as pessoas vão trabalhar exclusivamente para ganhar o salário e que a melhor maneira de incentivá-las e produzir mais é oferecer-lhes prêmios de produção à medida que o homem é motivado exclusivamente por incentivos salariais, predominou longamente na história T.A.
4. Ao simplificar e racionalizar as tarefas ocorreu à especialização do trabalhador. Em vez de o trabalhador executar a tarefa de modo integral ou produzir inteiramente o produto, ele passou a executar uma tarefa especializada ao longo da linha de produção ou linha de montagem. A especialização trouxe inegavelmente um grande aumento da eficiência, mas trouxe também a perda da visão do conjunto: o operário passou a trabalhar executando apenas uma pequena parte da tarefa ou do produto e não mais a tarefa ou o produto integralmente.
5. Para aproveitar ainda mais o esforço humano e aumentar a eficiência do operário, a Administração Científica voltou-se também para a estandardização e padronização da maquinas, equipamentos e materiais. A idéia era estabelecer padrões uniformes para toda a empresa e, conseqüentemente simplificar e homogeneizar para reduzir o desperdício.
6. Taylor preocupou-se também com o papel do gerente. Este deveria obedecer aos Princípios da Administração Científica, a saber:
a) Princípios do planejamento: substituir no trabalho o critério individual do operário e a atuação empírica e prática pelos métodos baseados em procedimentos científicos. Substituir a improvisação pela ciência, através do planejamento do método.
b) Princípios do preparo: selecionar cientificamente os trabalhadores de acordo com suas aptidões prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método planejado. Além do preparo da mão-de-obra, padronizar as máquinas e equipamentos de produção. Cuidar do arranjo físico e da disposição racional das ferramentas e materiais.
c) Principio do controle: controlar o trabalho para se certificar de que o mesmo está sendo executado de acordo com as normas estabelecidas e segundo o plano previsto. A gerência deve cooperar com os trabalhadores, para que a execução seja a melhor possível.
d) Princípio da execução: distribuir distintamente as atribuição e as atribuições e as responsabilidades, para que a execução do trabalho seja bem mais disciplinada. À gerência cabe a planejamento, preparo e controle; ao trabalhador cabe a execução.
e) Princípios da execução: as ocorrências que se desenvolvem normalmente dentro dos padrões não devem chamar a atenção do gerente; já as ocorrências excepcionais, que ocorrem fora dos padrões, é que devem atrair sua atenção, para que ele possa, assim, corrigir os desvios e alcançar normalidade.

TEORIA DE FAYOL

Henry Fayol, um engenheiro francês que, ao contrário de Taylor, procurou dar uma visão sintética, global e universal à Administração.

Fayol escreveu como um homem prático de empresa, refletindo sobre sua longa carreira administrativa e delineando os princípios que havia observando. Ao fazê-lo, não teve a veleidade de criar uma teoria lógica ou uma filosofia integrada do processo administrativo.

Fayol verificou que todas as atividades dos trabalhos industriais podiam ser divididas em seis grupos


1. Função técnicas, relacionadas com a produção de bens ou de serviços da empresa.
2. Funções comerciais, relacionadas com compra, venda e permutação.
3. Funções financeiras, relacionadas com a procura e gerência de capitais
4. Funções de segurança, relacionadas com a proteção e preservação dos bens e das pessoas.
5. Funções contábeis, relacionadas com os inventários, registros, balanço, custo e estatísticas.
6. Funções administrativas, relacionadas com a integração de cúpula das outras cinco funções. As funções administrativas coordenam a sincronizam as demais funções da empresa,

PRINCÍPIOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO

Como toda ciência, a Administração deve basear-se em leis ou em princípios universais aplicáveis a todas as situações com que o administrador se defronta. Os princípios gerais de Administração. Estes princípios prescrevem como o administrador deve se comportar. Daí o caráter prescritivo e normativo da

Teoria Clássica. Fayol listou cerca de catorze princípios, enquanto outros autores clássicos e neoclássicos se preocuparam em enunciar outras tantas.

1) Divisão de trabalho: Esta é a especialização que os economistas consideram como sendo necessária à eficiência na utilização da mão-de-obra.

2) Autoridade e responsabilidade: Neste principio, Fayol acha que a autoridade e a responsabilidade são relacionadas, sendo a segunda um corolário da primeira e proveniente dela.

3) Disciplina: Sustentando que disciplina é “respeito aos acordos que são destinados à obtenção de obediência, aplicação, energia e sinais externos de respeito”, Fayol declara que a disciplina requer bons superiores em todos os níveis.

4) Unidade de comando: Isto significa que os empregados devem receber ordens somente de um superior
5) Unidade de direção: De acordo com ela, cada grupo de atividade que tem o mesmo objetivo deve ter um só chefe e um só plano. Este diferente do nº. 4 no que se relaciona com o corpo da empresa, mais do que com o pessoal.
6) Subordinação do interesse individual: Isto é, auto-explicativo; quando entre os dois ocorrer divergência, a administração deverá reconciliá-los.
7) Remuneração de pessoal: A renumeração e os métodos de pagamento devem ser justas e proporcionar máxima satisfação possível a empregados e empregador.
8) Centralização: Em usar a expressão “centralização de autoridade”, isto se refere à extensão em que a autoridade está concentrada ou dispersa. Circunstâncias individuais determinarão o grau de centralização que virá produzir “o melhor resultado geral”.
9) Hierarquização: Fayol a concebeu como uma “cadeia de superiores” do escalão mais alto ao mais baixo, do qual ninguém deve desviar-se

“desnecessariamente”, mas que deve ser quebrada quando a obediência escrupulosa possa torna-se prejudicial.


10) Ordem: Aceitando uma dicotomia em “ordem material” e “ordem social”, Fayol segue o simples adágio de “um lugar para coisa e cada coisa em seu lugar”. Este é, essencialmente, um princípio de organização no arranjo de coisas e pessoas.
11)Equidade: Lealdade e devoção, devem ser conseguidas pelo administrador , mediante uma combinação de interesse humano e justiça ao lidar com subordinados.
12)Estabilidade do qual: opinando que o giro desnecessário de pessoal é, a um só tempo, a causa e o efeito da má administração, Fayol salienta seus custos e perigos.
13)Iniciativa: A iniciativa é concebida como a elaboração e a execução de um plano. De vez que uma das mais “agudas satisfações para um homem inteligente é experimentar”, Fayol exorta administradores a “sacrificar a vaidade pessoal” de forma a permitir aos subordinados a praticá-la.
14) Espírito de equipe (espcit de cops): este é o princípio de “a união faz a força”, ao mesmo tempo em que uma extensão do princípio da unidade de comando, salientando a necessidade do trabalho em equipe e a importância da comunicação para conseguir.

CONCLUSÃO
A Teoria de Taylor, é dada em ênfase nas tarefas, é uma abordagem microscópica feita ao nível do operário e não ao nível da empresa tomada como uma totalidade. È uma abordagem mecanicista por envolver um conjunto de fatores (estudo de tempos e movimentos, seleção científica do operário, aplicação do método planejado racionalmente, medidas para reduzir ou neutralizar a fadiga, estabelecimento de padrões de produção etc.), como se cada um deles contribuísse deterministicamente para maximização da eficiência, como se fossem dentes de uma grande engrenagem.

A ênfase nas tarefas ao nível do operário representa o primeiro enfoque administrativo – ainda míope limitado e reduzido a algumas poucas variáveis da realidade empresarial. Foi o primeiro passo da T.A.



A Teoria Clássica de Fayol e seguidores neoclássicos caracterizam-se basicamente pelo enfoque eminentemente prescritivo e normativo: como o administrador deve conduzir-se em todas as situações através do processo administrativo e quais os princípios gerais que deve seguir para obter a máxima eficiência. A preocupação com as regras do jogo é fundamental.

Suas observações são estudo e experiência de outros, neste campo. O tratado de Fayol é permeado de ponta a ponta pela compreensão da universalidade dos princípios. A cada passo, ele nós faz lembrar que este se aplica não somente aos negócios, mas também aos empreendimentos políticos, religiosos, filantrópicos, militares ou outros. Uma vez que toda empresa exige 13 administração, a formulação duma teoria de administração é necessária para prover ensinamentos efetivos desta matéria.


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