Fernando queiroz mello eram terrestres os extraterrestres



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Gênero: Ficção Científica

Registro do Livro em 07/12/2001

Editora: Querome

ISBN: 978-85-62448-003

Biblioteca Nacional – EDA: 247221 no livro 439 fls. 381

FERNANDO QUEIROZ MELLO


ERAM TERRESTRES

OS EXTRATERRESTRES


A saga dos astronautas de outro planeta, a trajetória da humanidade.

Eram Terrestres os Extraterrestres
Autor: Fernando Queiroz Mello

Advogado e professor de história

Presto aqui uma homenagem, in memória, a meu irmão Humberto Queiroz Mello, um dos pioneiros a sofrer operação cardíaca em hospital no Rio de Janeiro.

Humberto Queiroz Mello 22-09-1945

+11-04-1964 às 22h



Sumário
Introdução... 09

Capítulo I. 10

A primeira Terra.

Capítulo II... 36

A espaçonave, a viagem, a aterrissagem em nosso planeta.

Capítulo III... 57

A Pajeia – criação da humanidade.

Capítulo IV... 64

Iniciativas dos extraterrestres em nosso planeta.

Capítulo V... 79

Instalação de indústria e laboratório de pesquisas na Atlântida.

Capítulo VI...

Considerações Finais-133

Introdução
Existe na constelação de Cão Maior, que se localiza no final da via Láctea, girando em torno da estrela Sírius, um planeta chamado terra. Ele é semelhante ao nosso. De lá vieram os extraterrestres que criaram os clones dos quais se originou a humanidade. Os chamados extraterrestres aterrissaram em nossa terra numa ilha que existia na foz do rio Amazonas. Aí criaram os primeiros clones, e deixaram como herança para eles todo o nosso planeta. Aqueles que permaneceram na Amazônia desde o início da evolução da espécie humana até os dias de hoje, que são os brasileiros, preservaram e preservam esta imensidão que é a floresta amazônica, com todos os seus recursos naturais. Sofreram e sofrem pelo seu desenvolvimento, a mantém e manterão, tem por todos os títulos de direito possíveis à posse deste território, sem nenhum direito de contestação de quem quer que seja. Onde estão as reservas naturais, as florestas dos demais povos? Cada nação tem por obrigação plantar no mínimo um terço do seu território restabelecendo as florestas naturais para manter o clima na terra e as condições ambientais do planeta. O primeiro reflorestamento com fins ecológicos foi feito no Brasil por D. Pedro II movido pelo clamor popular que sentia os efeitos da falta d'água na cidade do Rio de Janeiro ocasionada pelo desmatamento dos morros e serras da tijuca, bairro desta cidade, destinados a plantar café.

I
Em uma constelação distante, a de Cão Maior, encontra-se a estrela Sírius, no hemisfério sul, há oito anos luz. Gira em torno dela um planeta chamado terra, embora menor, que o nosso é iluminado por um sol diferente. Seus movimentos de translação em torno desta, posiciona este planeta no lado oposto dela em relação à nossa terra. Em outra fase do seu movimento de translação, este planeta, mostra-se para nós, mas nesta fase é encoberto pelo nosso sol, que fica entre as duas terras, impedindo que a avistemos. A grandiosidade da Estrela Sírius e do nosso astro rei, com suas irradiações de energia e luminosidade, impedem a percepção com qualquer instrumento, mesmo os mais modernos em nossa civilização, a constatação da existência da primeira terra, dificultada também pelas suas dimensões, que exercem pouca influência gravitacional sobre a estrela pela qual órbita. Com relação à nossa terra, ora a primeira terra está atrás da estrela Sírius, em outra fase encoberta pelo nosso Sol. Desta maneira nunca pode ser vista ou detectada por instrumentos, impedidos pelas distorções provocadas pela grande quantidade de energia que emana daqueles astros. Para que uma transmissão de rádio ou televisão atinja a primeira terra, há necessidade de construir estações espaciais retransmissoras ao redor do sol fazendo uma triangulação retransmissora de sinais possibilitando-os chegar ao lado oposto do sol em relação à nossa terra.

Quando a primeira terra em seu movimento de translação em torno de Sírius passar com sua face voltada para nosso sol, as estações retransmissoras de sinais de rádio ou televisão que estiverem localizados no lado oposto a este astro em relação a nossa terra possam conectar-se com a primeira terra.

Na alta antiguidade do povo da primeira terra, um meteoro chocou-se com um satélite, o Kindaruê que girava em torno daquele planeta. Alguns pequenos pedaços caíram dentro do mar provocando maremotos, terremotos, tempestades magnéticas. A altitude do continente com relação ao nível do mar protegeu a vida dos seres vivos contra as altíssimas ondas que não conseguiram varrer todo o continente. A placa tectônica deste planeta resistiu ao impacto. Um pedaço bem maior do satélite acidentado foi arremetido com o choque para o sistema solar.

Este planeta tem mar, rios de água doce e salgada, tem um só continente, um pouco maior que as Américas e Europa juntas, com a forma mais ou menos circular. O restante é mar, os círculos polares ao contrário de nossa terra, localizam-se dentro do mar, muito distante do continente. O sol deles se altera pouco em relação ao continente. Os dias e noites têm a mesma duração o ano todo. Os ventos são regulares sem tufões ou furacões. Há enchentes, mas não são catastróficas. O regime de chuvas é regular em todo o planeta, havia colheitas abundantes todo ano, vegetação exuberante, fauna pouco diversificada, mas muito exótica. O pégaso era um cavalo alado que voava e também corria no chão, era parecido com o nosso cavalo. Ambiente natural muito conservado. O clima é todo tropical, a temperatura é estável com poucas variações, oscilando entre 20 ° centígrados a mínima de 28 °C a máxima, clima fresco e saudável. Não existe uma lua, mas a estrela Sírius B, ilumina as noites, sendo claras e agradáveis. A força gravitacional de lá, é 1/3 menor que a exercida sobre nós. Uma pessoa que pese 90k aqui pesará 60k lá. Um levantador de peso daqui suportará peso 1/3 maior naquele planeta. Não existem montanhas pontiagudas, as partes altas são em forma de chapadões muito antigos e não ultrapassam 500m. Cristais e diamantes eram matérias muito comuns, devido à antiguidade do planeta. Lá não há vulcões nem terremotos, sua placa tectônica é una e inteiramente consolidada, não existindo nenhuma falha. Suas praias são caracterizadas por costas altas. Rios de águas salgadas ligam um lado do continente ao outro. São os que têm maior volume de água e mais profundos, os rios de água doce deságuam neles. Navios de qualquer calado ali passavam ligando grandes e pequenas cidades, fazendo um intercâmbio intenso de cargas e passageiro. Neles encontramos a fauna marinha. No centro do continente por onde passam, existiam feiras de produtos marinhos provenientes deles. São construídas no leito desses rios, hidrelétricas, rodas d´água gigantescas que giravam engrenagens cada vez menores, movimentando geradores, aproveitando o movimento das marés para gerar energia. As águas deles correm para os dois lados de acordo com as marés e correntes marinhas. A altitude do continente próximo ao mar é de cerca de 14 m em média. As praias são geralmente cercadas por paredões de pedra e morros. Não há países e sim cidades semelhantes as nossas. As ruas, pontes, casas eram parecidas com as existentes hoje na terra.Os trens, ônibus, navios, eram mais evoluídos e sofisticados. O desenvolvimento de lá há três milhões de anos atrás era superior ao nosso atualmente. Os serviços públicos eram melhores. Havia saneamento básico, além de água mineral, leite, mel e vinho, bastava abrir a torneira para usufruir desses bens públicos, mediante pagamento de pequenas taxas. --Essa é a terra onde corre o leite e o mel--(Bíblia Sagrada), além do vinho e da água. O povo era livre para circular ou morar na cidade ou local que escolhesse, porque o planeta pertencia a todos. A administração era regional, mas não havia prevalência de uma sobre a outra.O princípio de fronteiras era populacional, cada região administrativa lá, possuía de 400 milhões a 500 milhões de habitantes, quando as regiões em conjunto somassem mais 500 milhões de pessoas, era formada nova região administrativa, não prevalecia à extensão do território. Os órgãos reguladores da sociedade tinham jurisdição sobre todo planeta. Havia representantes das diversas regiões que juntos formavam um conselho maior. As decisões que interessavam a todo planeta eram tomadas através de votação eletrônica por todos os habitantes. A administração regional também era exercida por um conselho. O número de membros do conselho de cada região era o mesmo em todas elas. O conselho regional era responsável pela administração de sua área. Qualquer membro do conselho poderia convocar uma reunião e as decisões tomadas teriam que ter o voto justificado, com ampla publicidade. Não havia diferenças de língua, apenas sotaques regionais.

Havia uma discussão permanente sobre o mistério. Procuravam transformar o resultado desse debate em tecnologia. Essa discussão era aberta, e todos tinham direito de colocar as suas idéias e elas eram analisadas. As conclusões procuravam transformar em tecnologias. Analisavam ponto por ponto, versos e reverso, como ficavam esses versos e reversos nas diversas posições. Não acreditavam no acaso, acreditavam em todas, e para tudo procuravam explicação e davam explicação a tudo. Não zombavam de qualquer idéia alheia, mesmo as mais absurdas, investigavam e procuravam sistematizá-las. Meditavam sobre todos os pontos e em todas as posições de acordo com as circunstâncias. Todo este procedimento era processado através da inteligência artificial procurando estabelecer os pontos em comum de cada opinião pessoal, só após, os conselheiros refletiam e meditavam a respeito do assunto, sem, no entanto modificar a essência das idéias propostas pela população, nas diversas esferas de poder.A inteligência artificial aplicada na compactação de conhecimentos fragmentados, espalhados na mente das pessoas funcionava e consistia no seguinte: existia um centro computacional e neles era arquivado todo o conhecimento contido nos livros, era o centro irradiador de conhecimentos. Este era ligado a terminais de computadores individuais equipados com ressonância magnética de interpretação imediata.A pessoa deitava-se em uma poltrona reclinável, conectava-se a cabos do computador ao redor do cérebro, para que interagisse com o mesmo. Ela ia refletindo e o computador captava os impulsos eletromagnéticos emanados do cérebro e através da ressonância magnética transformavam-os em sinais gráficos, letras, números, conforme o caso.Os sinais eram transmitidos para a central de computadores, para o arquivo lá existente, ou até mesmo simultaneamente com a reflexão de outras centenas de pessoas que estivessem no momento refletindo sobre o mesmo assunto.O resultado da comparação processada na central aparecia imediatamente na tela do computador individual acompanhada da impressão gráfica.Com este método se chegava a compactação de todo o conhecimento que estava fragmentado no cérebro das pessoas daquele planeta. Com base no resultado dessa compactação, eram feitos propostos de reflexão para maior aprofundamentos nos diversos assuntos. Assim como eles aprenderam a transformar em palavras, sinais gráficos e números, aquilo que haviam percebido através dos sentidos, o computador através da ressonância magnética, percebia os impulsos eletromagnéticos do cérebro e transformava-os em sinais gráficos, letras, números, etc..., De acordo com programa feito para esse fim. Eles não permitiam que a inteligência fosse embotada pela pretensão, a arrogância, inveja, medo ou vergonha de expressar idéias diferentes. Por volta do ano 3.002.000 aC aconteceu uma revolução na primeira terra dos que detinham o dinheiro contra os que detinham o conhecimento, sua população era de seis bilhões de pessoas. Os que tinham dinheiro procuravam dificultar as pessoas adquirirem conhecimentos. Os que detinham conhecimentos procurava divulgar cada vez mais para que todos tivessem capacidade intelectual e tecnológica como meio de sobrevivência. Os ricos perderam, porque não conseguiram sensibilizar as pessoas para lutarem pela sua causa. Estavam demasiadamente acomodados e não conseguiam pessoas capazes para enfrentar a luta. No princípio o confronto foi equilibrado, mas com o passar do tempo às pessoas que detinham o conhecimento que estavam do lado oposto, mudaram de lado.

Com o novo sistema implantado, deixou-se de comprar com o dinheiro e passou-se a comprar com o conhecimento. Conhecimento passou a ser o valor monetário. O grande capitalista passou a serem aqueles que detinham ideias originais transformadas em tecnologia. Quanto mais complexa a tecnologia, maior valor. Não se levava em consideração à dificuldade de execução, mas, quanto mais simples fora executado uma tecnologia complicada maior valor econômico. Não havia ricos e pobres; a sociedade era classificada individualmente de acordo com as idéias de cada um que fossem transformadas em tecnologia. Todo tipo de tecnologia tinha valor para ascender socialmente. Quanto mais idéias transformadas em tecnologia, mais ascensão social, mais pontos dentro da sociedade. Se aparecessem novas idéias transformadas em tecnologia mais eficazes do que a já existente, o autor da tecnologia anterior perdia ponto para o novo autor que teve sua tecnologia mais avançada naquele assunto. A riqueza não é o dinheiro, mas o conhecimento, o conhecimento transformado. Aquele que tinha mais pontos em termos de conhecimento transformados tinha mais condições de comprar, de consumir, de investir. As pessoas valiam pelo que eram, e não pelo que tinham. Anteriormente a grande revolução do conhecimento, acontecia apenas conflitos localizados, porque lá o planeta funciona como um só país. Antes da revolução da inteligência e da liberdade, havia várias religiões, elas cumpriram o seu papel dentro da história daquele povo, mas com a grande virada reflexiva, intelectual, tecnológica e do conhecimento a população foi-se libertando até que chegaram a uma só filosofia com base na cosmologia na qual todas as manifestações do Universo estão contidas. Nessa época as religiões já haviam cumprido o seu papel na primeira terra, não existiam mais.

Eles acreditam nos Fundamentos do Universo como filosofia de vida, e naquela época existia uma discussão permanente para explicar os Fundamentos e o funcionamento do Universo. Acreditam na dualidade: Mistério e Razão. A preocupação predominante era explicar tudo o que é racional e respeitar o que é Mistério, embora, procurassem fundamentação para Este. Davam a seguinte explicação para o começo do Universo: no princípio havia uma concentração de energia semelhante à Aurora Boreal cor de ouro, uma energia viva. Um Mistério o seu começo, seu fim, seu funcionar. Uma energia viva que tudo contém, inclusive a inteligência. Um Mistério que tudo contém, contém também o princípio que gera a energia e mantém a si mesmo. São da natureza desse mistério a expansão e a retração. A expansão é a formação das galáxias, dos diversos corpos celestes de todas as manifestações do Universo. A retração é a concentração, das mesmas, voltando ao estado original. Dali se desprendia grandes quantidades de energia, era o espírito, o mistério de Deus. Estes grandes desprendimentos de nuvens de energia formavam as diversas galáxias com seus sistemas solares estabelecendo o Universo. Todo o Universo está contido neste mistério e esse Mistério é Deus.

Na educação, havia várias emissoras de TV educativa que atuavam com clientela à distância. Os professores propunham questões para que ela respondesse. As respostas deveriam ter um raciocínio lógico. Todas as questões respondidas com raciocínio lógico eram consideradas certas, mesmo que fossem diferentes do raciocínio e lógica do professor e dos livros. Os clientes poderiam responder as questões onde estivessem, no ônibus, na praça, no clube, na piscina, em qualquer lugar, desde que tivessem o equipamento necessário para se comunicar. As respostas eram gravadas no computador e de tempos em tempos os computadores faziam uma comparação dos diversos raciocínios lógicos gravados e dava uma conclusão sobre o assunto comparando os diversos raciocínios de todo o planeta. A avaliação individual do cliente era feita em qualquer instituição educativa do planeta. O cliente ao chegar, se identificava, através do DNA e prestava os exames, que poderiam ser escritos, orais ou mesmo de qualquer maneira que ele pudesse se expressar e ser entendido. Esses exames eram transmitidos diretamente para o arquivo de cada um dos computadores centrais. Esses computadores faziam o julgamento da sua apresentação naquela instituição e dava o resultado da avaliação. Todo o conhecimento era partilhado pela população.

Os jovens tinham alguns esportes radicais que não se vê nos dias de hoje tamanha audácia e risco de vida. Exemplo: um jovem em cima de um Chapadão de cerca de 500 m de altura às margens de um lago, amarrado a um fio metálico flexível era engatado lá embaixo na outra margem do lago a um veículo semelhante à motocicleta. Este veículo saía em alta velocidade puxando o companheiro do alto do Chapadão. Este vinha planando até cair dentro o do lago. Eles eram muitos mais ágeis que nós e também mais corajosos e audaciosos.

Eram altos cabelos lisos e pretos, olhos castanhos ou pretos altura média de 1,80 m de cor morena acobreada. Sua compleição física assemelhava se aos africanos. A reminiscência das feições dos habitantes da primeira terra nós vamos encontrar, localizadas na América Central entre o golfo pérsico, El Salvador e Costa Rica no litoral do Oceano Pacífico, que são as cabeças de pedra preservadas pelo povo Olmecas.

Todas as praças eram equipadas para esporte onde as pessoas praticavam as mais diversas modalidades. Existiam quadras para jogos de basquete, vôlei, etc... Eram coberturas de estrutura metálica bem ventilada com dois pisos. No térreo, um vão imenso que servia para exposições artísticas, encontrávamos também aí lanchonetes, lojas de souvenires, jogos eletrônicos etc. No andar de cima alcançado por uma escadaria de aço, deparávamos com uma imensa plataforma utilizada como quadra esportiva e ao redor mesinhas e cadeiras que eram utilizadas geralmente para jogos de entretenimento, além de servirem como o local privilegiado para assistir aos jogos na quadra. Outra modalidade de esporte era a corrida de veículo no lago. Eles embarcavam em um coletivo maior que um ônibus de 40 lugares e entravam velozmente dentro do lago manobrava o mesmo e saíam alguns metros à frente na mesma margem. O que fizesse mais rápido e percorresse maior distância dentro do lago era o vencedor.

Em termos de saúde os seus habitantes eram muito saudáveis, as doenças que surgissem eram tratadas com base em remédios criados de acordo com técnicas biotecnológicas. O serviço de saúde tinha a responsabilidade de trocar o sangue do corpo das pessoas de trinta em trinta anos e consistia no seguinte: a veia cava superior e inferior que levam o sangue venoso para o coração era secionada antes de chegar ao coração e ligadas a tubos. Em suas extremidades colocavam-se nelas umas válvulas e, à proporção que o coração ia batendo o sangue venoso era expelido do corpo. Na ponta das veias cava superior e inferior que permaneciam ligadas ao coração, conectava-se outra tubulação, com um regulador de pressão que injetava sangue novo, oxigenado, no coração. Esse trabalho se completava em 24 horas. Terminada a troca do sangue eles soldavam as veias e os demais tecidos de maneira tal que não ficava nenhum vestígio e o local da solda ficava mais resistente que o restante do tecido. Essa solda era feita com raios eletromagnéticos ultraconcentrados. A solda era feita milionésimamente, célula por célula, através de computador.

O tempo de vida deste povo era em média 800 anos, devido à biotecnologia e a tecnologia que aqui conhecemos como nanotecnologia. As pessoas se mantinham em plena vitalidade até a morte, por esse motivo não havia preocupação com a aposentadoria por que elas trabalhavam sempre naquilo que tinham facilidade de melhor executar. O trabalho era na realidade uma satisfação, um laser. Havia conflitos sociais, mas a alimentação era abundante, não havia fome.

Os trajes eram usados apenas no trabalho e em solenidade, sendo iguais aos dos faraós do antigo Egito. Em casa, na vida cotidiana e durante o lazer não usavam roupa nenhuma.

A pesquisa biotecnológica era muito avançada, existiam até mesmo atividades ilícitas nesta área, como a criação de animais clonados semelhantes ao homem que eram usados para mover máquinas eletromagnéticas tirando energia sexual deles para servir de força motriz.

Os veículos eram movidos a hidrogênio, vapor d'água, o vento, energia solar ou conjugado os diversos tipos de energia. Defendiam a idéia de que quanto mais sol e água uma região tivesse, mais potencialidade para o seu desenvolvimento. Toda a indústria, toda a geração de energia tinha por base principal essas fontes. Encontrávamos lá alguns laboratórios que pegavam um boi inteiro e colocavam-no sobre uma bancada. Faziam irradiação magnética sobre o mesmo e transformava-o em pó, embora conservasse o mesmo formato, mudando apenas de cores invariavelmente para branco semelhante a flocos de algodão. Tinha outra máquina que eles colocavam a pessoa sentada para descansar posicionada olhando para uma placa luminosa que mostrava escrito ou através de imagem ou as duas coisas juntas o que a pessoa estava pensando. Esta máquina se a pessoa fosse fraca mentalmente acabava modificando a maneira de pensar dela. O sistema de comunicação e a automatização eram muitos avançados usando inclusive satélites artificiais. Existiam lá ainda, as denominadas camas voadoras, colocadas em todos os locais onde se concentrava grande número de pessoas. Elas saíam para trabalhar ou se divertir, quando cansadas, deitava nestas camas e elas conduziam seu ocupante até dentro do seu quarto colocando-o automaticamente em sua cama. Para que isso fosse possível bastava o passageiro digitar seu endereço corretamente e passar o cartão que continha seu código genético, que a operação se completava.

Há três milhões de anos atrás a primeira terra era muito mais adiantada que a terra em que vivemos, logo hoje eles estão três milhões de anos à nossa frente em evolução do seu desenvolvimento educacional, científico, tecnológico e tudo mais. O desenvolvimento de lá há 3000000 (três milhões) aC de anos atrás era superior ao nosso. As pessoas viviam 800 anos em média, quando morriam existia tribunal composto por 42 juízes presidido por um integrante cujo cargo era denominado Ozires. Esse tribunal julgava os mortos para ver se seriam absolvidos ou não, esse julgamento era feito dentro de três dias. Se o morto fosse absolvido ele então era ressuscitado. O ocupante do cargo de Ozires tinha que ser um cidadão já ressuscitado e de ilibado reconhecimento público em sua conduta. Diante do morto a promotoria e a defensoria apresentavam seus argumentos, mas não podiam faltar com a verdade, sob pena de se reverter contra si na época de seu julgamento. Se o morto tivesse 50% ou mais votos contrários à sua ressurreição, não poderia haver ressurreição em hipótese nenhuma, caso contrário poderia apelar para ir a novo julgamento que seria realizado logo após, e, o voto pela absolvição teria que ser superior a 90%. Um dos ensinamentos mais valiosos era o de que “os mansos herdariam a terra” (Bíblia Sagrada). Após a morte eles colocavam alguns milhares de máquinas biológicas destinadas a cada órgão, composta apenas de alguns átomos, para percorrer todo o organismo do morto, retificando o que estivesse danificado ou com alguma anormalidade. Ela nessa fase fazia o papel do sangue no corpo. Com a conclusão do julgamento, sendo absolvido e após a revisão, o tribunal ordenava que se desse um choque eletro- físico-químico e o morto ressuscitava, caso fosse condenado permaneceria morto. No caso de ressurreição, o morto, após choque levantava-se normalmente como se estivesse dormindo, esse choque era o inverso do choque anafilático. As pessoas de menos interesse da sociedade ou se estivesse em um local onde não havia o trabalho de ressurreição, embalsamava-se o corpo para posterior julgamento. Anúbis era o nome dos pilotos que conduziram os mortos nas espaçonaves ou outro veículo para serem julgados no tribunal. Estes veículos tinham o nome genérico de “barca solar”. Este processo era mais complicado e demorado embora o resultado final fosse o mesmo. A importância para a sociedade se media pelo número de idéias que ela tinha transformado em tecnologia.



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