Festival portuguêS



Baixar 99.56 Kb.
Encontro31.07.2016
Tamanho99.56 Kb.

FESTIVAL PORTUGUÊS


5º Festival Internacional de Artes e Cultura Portuguesa

Madrid, Espanha, Junho de 2006

“É um projecto ambicioso (...) que pretende realizar um evento cultural, itinerante, de grande metrópole em grande metrópole, com vista a criar uma nova imagem para a nossa cultura.”



António Loja Neves, “Primeiro foi Londres” in Expresso, 9 Novembro 2002

Cinema

Vídeo-arte

Arquitectura

Artes performativas

Música

Multimédia

Literatura e publicações

Conferências temáticas

Gastronomia e vinhos

Uma organização:



NÚMERO – ARTE E CULTURA

Associação e editora

Rua da Guiné nº 2, r/c dto

1170-173 Lisboa

tel.: +351 21 813 00 09

fax: +351 21 812 22 16

e-mail: festival@portuguesefestival.com

site: www.portuguesefestival.com


Co-produção "A Arte de ser Português":

FORÇA MOTRIZ – Consultores de Comunicação

Largo Vitorino Damásio, 3, 1º esq.

1200-872 Lisboa

tel.: +351 21 397 62 42/3

fax: +351 21 397 62 44

site: www.forca-motriz.com.pt

DESTAQUES DE IMPRENSA

(edições anteriores)



“Criar uma nova imagem da cultura portuguesa contemporânea”

Público, 21 de Novembro de 2003
“Welcome survey of old and new material takes in shorts, animation and features both familiar and unknown. A leisurely pace and a wariness of conventionally strong stories mark much Portuguese fare…”

Time Out, 19 de Novembro de 2003
“Three cinemas handle the film part of the multimedia Portuguese festival. The country ended half a century of dictatorship in April 1974, and echoes of this event are still heard in these films…”

The Guardian, 22 de Novembro de 2003
“Em Barcelona, o Festival Português dará a conhecer o que de melhor se faz na actualidade no campo da cinematografia, da música, da criação artística e cultural…”

Jornal de Notícias, 16 de Junho de 2004
"Portugal está de moda. Y no sólo por la Eurocopa de fútbol. Hoy empieza en Barcelona la tercera edición del Festival Portugués, una cita imprescindible para descubrir las últimas novedades en música, cine, arte, multimedia y gastronomía del país de Saramago…"

El Periódico, 16 de Junho de 2004
“Portugal s’instal-la a Barcelona. Demà comença el Festival Portuguès, que a través del cinema, el videoart, la música i la gastronomia vol difondre la cultura portuguesa…”

Avui, 15 de Junho de 2004
“Depois de Londres e Barcelona, o Festival Português chega a Paris, conhecida como a capital cultural de excelência na Europa. Um evento que pretende trazer visibilidade e reconhecimento internacional para as empresas portuguesas que desejem associar-se ao esforço de promoção do país no exterior…”

Ganhar / Jornal de Negócios, Maio de 2005
“... Festival Português, ou Portuguese Festival, ou Festival Portugais, conforme a língua-mãe do lugar que o acolha. Neste momento e ao longo de todo o mês de Junho, a maior mostra de música e cinema nacionais a acontecer fora de portas está a realizar-se um pouco por toda a Paris. Manoel de Oliveira, João César Monteiro, Rodrigo Leão ou Vera Mantero, entre muitos outros, são, pois, no dia que passa, um país, não poucas vezes, maior que si mesmo…”

A Capital, 10 de Junho de 2005
"La programmation proposée par le Festival Portugais à Paris ne se confond avec aucune autre manifestation précédente en France. La plupart des domaines et des auteurs choisis sont peu connue, mais reflètent une nouvelle image d’un Portugal plus osé et moins traditionnel…"

Cap Mag, Junho de 2005
“... Ce festival fait la promotion de la nouvelle avant garde d’artistes, de cinéastes et de musiciens portugais. Cinéma, musique, multimédia, arts visuels, littérature, photographie et même gastronomie... Il n’y aura que l’embarras du choix...”

Portugal Express, 8 de Junho de 2005
HISTÓRICO

PARIS 2005 (1 a 30 Junho)

Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Cinéma du Panthéon, FNAC Les Halles, Galerie Ellecnite, Hotel Prince de Galles, Mon Vieil Ami, Point Éphémère e Université Sorbonne

  • A quarta edição do FESTIVAL PORTUGUÊS atingiu as largas dezenas de milhar de espectadores, divididas entre os vários concertos, as várias exposições de arte, fotografia e publicações (situadas em locais estratégicos de confluência de público), as inúmeras sessões de cinema e a quinzena gastronómica aberta ao público em geral;

  • Foi notória a adesão do público português e luso-descendente, bem como dos respectivos órgãos de comunicação social;

  • A edição de Paris incluiu a maior mostra de cinema português ocorrida em França em largos anos, num total de 58 títulos, entre longas e curtas metragens de ficção, documentários e filmes de animação, divididos por dois ciclos principais;

  • Associado ao Festival, publicou-se os livros “Mutantes II” e “Portugal: um Retrato Gastronómico – À mesa com Antoine Westermann e Miguel Castro e Silva” (ainda no prelo) e a colectânea “Portugal: a New Sound Portrait” (com Fonoteca Municipal de Lisboa).


BARCELONA 2004 (16 a 30 de Junho)

Cines Verdi Park, Hotel Ritz, Iguapop Gallery e Festival Sónar (CCCB)

  • Enorme afluência de público aos eventos do FESTIVAL PORTUGUÊS, com especial destaque para a programação de música, inserida no Festival Sónar. No Village, palco principal do CCCB ao ar-livre, para uma audiência total de 9.500 pessoas (números oficiais), actuaram os Micro Audio Waves, DJ Expander e Bulllet, num concerto transmitido em directo para todo o mundo pelo programa de John Peel, na BBC;

  • Significativos destaques na imprensa, rádio e televisão à programação e aos artistas portugueses, através de notícias, reportagens e entrevistas. O jornal “El Periódico” foi media sponsor do evento, tendo sido exibido o spot oficial do FESTIVAL PORTUGUÊS na TV-3 (programa “Informatiu Cinema”), TVE (programa “Continuarà”), Barcelona TV e Canal 25 TV;

  • Êxito assinalável do evento gastronómico “A Arte de Ser Português” (co-produção Força Motriz), naquela que foi a primeira edição associada ao Festival Português;

  • Experiência de parceria com as Tintas Valentine (Grupo CIN) através de patrocínio empresarial.


LONDRES 2003 (21 a 30 de Novembro)

Cargo Club, ICA – Institute of Contemporary Arts, Riverside Studios e The Other Cinema

  • Mostra de 39 filmes portugueses, entre longas e curtas metragens de ficção, cinema de animação e documentários (a maior parte ainda inéditos no Reino Unido);

  • Concertos de música moderna portuguesa acolhidos com enorme entusiasmo pelo público residente no Cargo, um espaço reconhecido como dos mais importantes da cena londrina;

  • Destaques dos media britânicos (“Time Out”, “The Guardian”) com os filmes e bandas portuguesas.


LONDRES 2002 (1 a 8 de Novembro)

Cargo Club, Ciné Lumière (Institut Français), ICA – Institute of Contemporary Arts e Spitz

  • Duas noites de luxo de música electrónica e experimental inseridas no Festival Atlantic Waves (Calouste Gulbenkian Foundation), com destaque para o concerto de Blasted Mechanism, catapultando-os para uma mini-digressão pelo Reino Unido;

  • Contratos de distribuição para os filmes “O Fantasma” e “A Selva”, após exibição no FESTIVAL PORTUGUÊS;

  • Conferência temática realizada no Ciné Lumière (Institut Français) dedicada ao cinema português, com a participação de convidados de renome (investigadores, produtores e realizadores portugueses e diversos jornalistas ingleses).

OBJECTIVOS

Anual e itinerante: com uma denominação diferente consoante a língua do seu país anfitrião:


  • Depois de Londres (2002 e 2003), Barcelona (2004) e Paris (2005), o FESTIVAL PORTUGUÊS chega, por fim, à capital espanhola;

  • Ao realizarmos o FESTIVAL PORTUGUÊS em Madrid atingimos um dos palcos estrategicamente mais importante para a cultura portuguesa, dado o protagonismo desempenhado por Madrid no contexto ibérico e ibero-americano e a proximidade geográfica e histórica que nos liga à capital do país vizinho.

Divulga as artes e os criadores portugueses contemporâneos, dando uma imagem renovada da cultura nacional:



  • A programação que o FESTIVAL PORTUGUÊS leva a Madrid não se confunde com nenhuma outra realizada anteriormente: apostamos em áreas e criadores contemporâneos que não só são na sua maioria desconhecidos como reflectem uma nova imagem de Portugal, mais ousada e menos tradicional;

  • É à volta desta programação coerente e de qualidade que pretendemos juntar líderes de opinião, especialistas e madrilenos em geral, mas também imigrantes portugueses e público residente de diferentes nacionalidades.

Estabelece parcerias internacionais com implicações futuras:



  • Tal como no caso da repetição da experiência londrina, o interesse de Madrid por uma iniciativa como a do FESTIVAL PORTUGUÊS mede-se pelos convites recebidos pela organização desde a passagem por Barcelona e pelo Festival Sónar, em 2004.

Adaptação de uma rede local de programação, com espaços quer institucionais, quer comerciais:



  • Prosseguimos na estratégia de envolvimento de estruturas locais na organização do Festival, por forma a solidificar o evento, diversificar as audiências e perpetuar no futuro as parcerias obtidas nesta edição;

  • A programação do FESTIVAL PORTUGUÊS, até pela sua trans e pluridisciplinaridade, é parte integrante dos espaços anfitriões do evento, reforçando desta forma a participação dos autores portugueses no circuito internacional.

Política de parcerias entre instituições portuguesas e congéneres estrangeiras:



  • O FESTIVAL PORTUGUÊS assume-se como um veículo privilegiado para o estreitar de ligações entre as instituições e entidades de ambos os países, por forma a semear oportunidades futuras de intercâmbio;

  • Estas parcerias facilitam contactos e a complementaridade das diferentes áreas de programação.

Ligação entre cultura e economia, estimulando a associação das empresas portuguesas à imagem promocional do país:



  • Apesar de se tratar de um evento de apoios maioritariamente institucionais, o FESTIVAL PORTUGUÊS assume-se cada vez mais como uma plataforma de visibilidade internacional para as empresas portuguesas que se desejem associar ao esforço de promoção do país no exterior, quer através de mecenato ou patrocínio, quer através de todo o tipo de parcerias, como de resto o demonstra o evento gastronómico e vínico “A Arte de ser Português”;

  • No caso específico da vantagem registada por parte das marcas nacionais de uma iniciativa de promoção da cultura portuguesa em solo espanhol, o FESTIVAL PORTUGUÊS é já um exemplo, com o patrocínio em 2004, para a edição de Barcelona, das Tintas Valentine (Grupo CIN).

PROGRAMAÇÃO





  • EVENTO INAUGURAL

Representação Diplomática de Portugal em Espanha (10 de Junho)


  • CINEMA

:: ciclo “Literatura e Cinema Português”

:: ciclo “Panorama do Cinema Português Contemporâneo”

:: ciclo “Curtas e Animação Portuguesa”


  • ARTES VISUAIS – VÍDEO-ARTE

:: exposição vídeo-arte “Sem Gerações”, comissariada por José Marmeleira


  • ARQUITECTURA

:: exposição “Casa Portuguesa”, comissariada por Pedro Costa e Carlos Sant’ana


  • PERFORMANCE

:: projectos das companhias portuguesas EIRA e RUMO DE FUMO


  • MÚSICA

:: showcase “Número Apresenta as Novas Sonoridades de Portugal” (concertos com várias bandas e músicos portugueses de dimensão internacional)


  • MULTIMÉDIA

:: showcase “II Prémios Portugueses Multimédia ICAM/NÚMERO FESTIVAL”


  • MOSTRA DE LIVROS E PUBLICAÇÕES PORTUGUESAS

:: mostra significativa de publicações: livros, revistas, catálogos, entre outros, com traduções para o castelhano


  • EVENTO GASTRONÓMICO E VÍNICO “A ARTE DE SER PORTUGUÊS IV”

:: ciclo de jantares inspirados nos sabores da cozinha portuguesa, por chefes portugueses e espanhóis

EDIÇÕES:
:: LIVRO-GUIA “LISBOA/MADRID”

DOCUMENTO LITERÁRIO E ARTÍSTICO SOBRE AS DUAS CAPITAIS IBÉRICAS (CO-EDIÇÃO CELYA)


:: CD LIVRO “PORTUGAL: UM RETRATO MUSICAL”

COLECTÂNEA E LIVRO DE ENSAIOS SOBRE MÚSICA MODERNA PORTUGUESA COORDENADO POR ALDA GOES, PAULO ROMÃO BRÁS E DINIS GUARDA, COM A AUTORIA DE HENRIQUE AMARO E JOSÉ MARMELEIRA (CO-EDIÇÃO FONOTECA MUNICIPAL DE LISBOA)


CONTEÚDOS DE PROGRAMAÇÃO

Cinema:


mostra de cinema português
O ciclo “Literatura e Cinema Português” reflecte os cruzamentos existentes em Portugal entre as duas artes, incluindo adaptações cinematográficas de alguns dos principais clássicos e filmes inspirados na vida dos nossos maiores escritores. Se os críticos acusam a cinematografia portuguesa de inabilidade narrativa ou de uma propensão cultural para a poesia em detrimento da prosa, este ciclo visa fazer jus à riqueza de leituras que este “diálogo” entre criadores tem sabido manter activo ao longo de gerações de realizadores. Inclui filmes de Manoel de Oliveira, Paulo Rocha, Fernando Lopes, João César Monteiro e João Botelho.
A selecção de filmes patente em “Panorama do Cinema Português Contemporâneo” abarca a geração de realizadores portugueses cuja obra começou na década de 90, na encruzilhada entre o sentimento de filiação à tradição inaugurada pelo “Cinema Novo”, nos anos 60, e a ruptura com qualquer paternidade estética. Em alguns, nota-se a mesma obsessão por retratos de família em desagregação; noutros, o registo “não-realista” do moderno cinema português vai sendo progressivamente posto em causa. Inclui filmes de Pedro Costa, Teresa Villaverde, João Pedro Rodrigues, Joaquim Sapinho, Manuela Viegas e Manuel Mozos.
Em complemento e em resultado da política de apoio à produção de curtas metragens desenvolvida na última década, não faltam nesta programação alguns exemplos da chamada “Geração Curtas”, enquanto meio alternativo de produção e / ou experimentação em Portugal, e da animação portuguesa, num ciclo que lhe é especialmente dedicado, dando conta da diversidade de autores, estilos e técnicas existentes num género que em Portugal teve o seu grande arranque e o merecido reconhecimento internacional a partir dos anos 90. Retrospectiva da produção de “Curtas e Animação Portuguesa” dos últimos dez anos, incluindo filmes, entre outros, de Edgar Pêra, Sandro Aguilar e Miguel Gomes, no primeiro caso, e Abi Feijó, José Miguel Ribeiro e Pedro Serrazina, no segundo.
Artes visuais:

exposição vídeo-arte “Sem Gerações”


Sem Gerações – Momentos da vídeo-arte portuguesa contemporânea” é uma iniciativa de curadoria que pretende revelar um caleidoscópio de imagens e menos uma mostra subordinada a um tema, espaço ou tendência. Nesse mesmo caleidoscópio de múltiplos gestos e ideias, todos os artistas que materializam esta exposição sugerem mundos pessoais que carregam histórias, percursos e métodos artísticos distintos. São eles: António Olaio, Catarina Campino, Célia Domingues, Cristina Mateus, Daniel Barroca, Fernando José Pereira, José Maçãs de Carvalho, Maria Lusitano Santos, Miguel Leal, Miguel Palma, Nuno Cera, Pedro Cabral Santo, Pedro Reis e Pedro Valdez Cardoso.

Ao todo são 15 os autores que se exibem de forma autónoma, como se cada um encetasse um monólogo. Mas este é apenas aparente, porque, quando reunidas, as obras presenteiam-nos com uma diversidade una. Aquela que cabe ao espectador encontrar enquanto se cruza com alguns dos mais importantes olhares da vídeo-arte portuguesa. Antes de se deter.


Obras:

António Olaio: Red Rainbows, 2004, DVD, 4’35’’

Catarina Campino: Spanish Kiss, 2000, DVD, 3’01’’

Célia Domingues: Sin Título, 2002, DVD, 4’49’’

Cristina Mateus: 250 Volt, 2003, DVD, 2’37’’

Daniel Barroca: Verdun, 2003, DVD, 9’

Fernando José Pereira: Saída de Emergência, [2] – Reality, 2002, DVD, 2’17’’

Francisco Queirós: Breeze (breeding ground), 2001, DVD, 3’19’’

José Maças de Carvalho: We Got Him, 2004, DVD, 48’’

Maria Lusitano Santos: O Jardineiro Que Não Tinha Projectos, 2003, DVD, 15’

Miguel Leal: 10 Mustafás, 2003, DVD, 12’30’’

Miguel Palma: Miguel Palma Contrasta Salva de Prata, 2003, DVD, 2’55’’

Nuno Cera: Untitled (Love), 2003, DVD, 2’48’’

Pedro Cabral Santo: Open Your Eyes, 2002, DVD, 5’58’’

Pedro Diniz Reis: La Mano dell’ Ambasciatrice, 2002, DVD, 4’15’’

Pedro Valdez Cardoso: Jogo Duplo, 2002, DVD, 3’12’’
Comissário:

José Marmeleira

Em complemento da exposição “Sem Gerações”, estará patente em screen trabalhos compilados pela editora discográfica Variz, da autoria de diversos artistas nacionais provenientes de diferentes campos criativos (fotografia, artes plásticas, multimédia, performance). Inclui vídeos de: Ana Bezelda, Ana Borralho + João Galante, António Caramelo, Christine Fowler + André Sousa, Fernando Fadigas, Frau Muller, Gustavo Sumpta + Ivan, João Carrilho, João Vinagre, MIGSO, Pedro Barateiro, Pedro Cabral Santo, Pedro Pereira, Rui Viana + Tiago Costa Jorge, Sandra Dias.


Arquitectura:

exposição “Casa Portuguesa”


Pretende-se reunir um conjunto de autores e em torno deles organizar um evento de carácter multi-disciplinar que permita a promoção e o debate em torno da cultura arquitectónica contemporânea junto a um público alargado; procurando demonstrar-lhe a capacidade que a arquitectura detêm na eventual concretização das suas próprios aspirações e, simultaneamente, contribuir para a dissipação de modelos e imagens estereotipadas no seio desse mesmo universo. Tentar-se-á de certo modo dessacralizar o acto arquitectónico, torná-lo presente como se um lugar comum se tratasse, mostrando-o como objecto acessível a qualquer indivíduo.

Deste modo pretende-se realizar uma exposição que reuna um conjunto de análises, investigações e propostas que no seu conjunto proponham uma reflexão critica em torno de um tema base. Entendendo o tema “Habitação” como aquele que reúne melhores condições enquanto possível polo de interesse comum – tanto ao universo disciplinar da arquitectura como ao conjunto mais alargado que se pretende sensibilizar, elegemos “Casa Portuguesa” como mote de trabalho. A pretexto dele pretende-se pois estabelecer uma dialéctica em torno do valor do acto arquitectónico e do seu contributo para a construção de uma consciência ética e cívica colectivas.

É objectivo de "Casa Portuguesa" produzir um determinado conjunto de propostas arquitectónicas que lidem directamente com o tema em causa, procurando que através de projectos de arquitectura se aborde todo o leque de questões a ele associadas: função social, representação e símbolo, modos de habitar, tipologias, processos construtivos e sua materialização, modelos e imagens, limitações orçamentais, etc., etc.; buscando uma estreita relação com a realidade portuguesa contemporânea. Em paralelo pretende-se reunir um conjunto de reflexões críticas provenientes de outras áreas disciplinares – antropologia, sociologia, economia, política, geografia, estética, história, psicologia, etc.; que possam elas próprias produzir uma interpretação possível do que é “Casa Portuguesa”.

Reunida toda essa reflexão critica (projectos e textos), organizar-se-á uma exposição em torno do tema; procurando que a sua realização coincida com um evento que cruze público em geral, promotores e investidores, instituições públicas e privadas, fabricantes e comerciantes, autarcas, industrias, etc. (e.g: feira de materiais de construção ou de imobiliária); procurando uma divulgação alargada do trabalho entretanto produzido. Como objectivo final pretende-se a eventual angariação de interessados que permitam a persecução dos trabalhos em causa; em limite, a construção de “Casas Portuguesas”.


Comissários:

Pedro Costa

a.s*, atelier de santos foi fundado por Pedro Machado Costa e Célia Gomes em 1997, na sequência dos concursos que ganharam para a Universidade dos Açores. Formados ambos pela F.A.U.P. em 1996, passaram pela Technische Universiteit Delft na Holanda e, em momentos diferentes, pelo atelier do arquitecto Manuel Vicente. A sua obra revela o humor e a abertura de um percurso curto mas multi-facetado. Entre os seus projectos em curso contam-se a Casa da Cultura da Ribeira Grande e as Residências Universitárias das Laranjeiras, nos Açores.


Carlos Sant'Ana

S’A Arquitectos é o atelier formado por Carlos Sant'Ana em Barcelona, no ano de 2000. Depois de ter concluído a licenciatura pela FAUTL em 1998, Carlos Santana realizou o mestrado ‘La Gran Escala’ pela ETSAB-UPC, em Barcelona, onde vive. Colaborou com a ACTAR em Barcelona e participou individualmente no Archilab de 2001. Actualmente, desenvolve uma joint-venture com Pedra Silva Arquitectos para a elaboração de novos projectos, entre os quais se conta um dos novos silos automóveis municipais.


Performances:
B.B. 2, de Carlota Lagido

B.B. 2 faz parte da sequência de performances sobre Betty Boop que teve início em 2001. A ideia surgiu a partir do convite feito pelo ACARTE a Carlota Lagido, para participar no Ciclo BD - Super Heróis. B.B. (Betty Boop) foi transformada pelo código de censura em Hollywood em tudo aquilo que nunca quis ser. De cantora de cabaret provocadora, passou a dona de casa e baby-sitter, deixando de usar decotes e mini-saia. Tornou-se na verdadeira mulher norte-americana, puritana e perfeitamente inserida na sociedade. Na performance 1 de B.B., Carlota Lagido personifica Betty Boop cantando uma canção de desespero, raiva e ironia, dedicada ao seu criador. “- Why did you leave me lonely? You left me sad and lonely...”

Em B.B. 2 Carlota Lagido convida a cantora Bárbara Lagido e as duas...

Concepção - Carlota Lagido

Interpretação - Bárbara Lagido e Carlota Lagido

Música original - Rui Viana com colaboração de Fernando Fadigas


MINNIE MOUSE, de Miguel Bonneville

MINNIE MOUSE / CONCEPTO HOUSE

Minnie Mouse – a Arte Minnie Mouse reduz o conteúdo e a forma da obra de arte a um vocabulário formal simples e sucinto. Um princípio importante é o da repetição das estruturas de base, quase todas geométricas, da obra. Exclui a ilusão, as metáforas e o simbolismo.

Concepto House – movimento artístico internacional que, livre da representação pictórica, declara o processo mental como obra de arte.

Perhaps – obra de arte que fica na fronteira entre a performance e o happening.
A ÚLTIMA CHAMADA, de Rafael Alvarez

Última Chamada constitui-se como uma colecção de objectos pessoais inscritos no espaço, através de uma acumulação de percursos em que se expõem imagens e acções em trânsito. Quais as ilusões que nos fizeram partir sem prever o necessário?

Estar longe, fazer novos conhecimentos, sentir saudades, fazer contas à vida, coleccionar objectos, perder o sentido de orientação, registar locais de passagem, marcar encontros, perder a noção do tempo, articular novas palavras, transportar bens pessoais em segurança, ponderar pequenos excessos, descobrir as diferenças, projectar à distancia, olhar por entre as coisas, habitar com data marcada, perder de vista, voltar a casa, estar sozinho no meio do trânsito, agarrar no mapa e partir, trancar a porta, fechar os olhos, andar em círculos, contar até um, lançar o isco, calcular os riscos, não esperar nada, domesticar quem está ao nosso lado, não dizer nada, esperar por amanhã, não abandonar a bagagem, fazer amor às escuras, inflacionar as coisas, não ter resposta para tudo, ter tudo no bolso.

Concepção e Interpretação - Rafael Alvarez // Produção Executiva – EIRA


Música e VJ:

showcase “Número Apresenta as Novas Sonoridades de Portugal”


Apostando na internacionalização da música “Made in Portugal”, a Número – Arte e Cultura e a N_Records (Associação e Editora Discográfica que promove o FESTIVAL PORTUGUÊS) organiza vários concertos com alguns dos principais músicos e bandas nacionais.

Sabendo de antemão que o mercado musical hispânico é um dos mais importantes a nível mundial, apostamos neste evento como um meio importantíssimo de promoção da música portuguesa, enquanto verdadeira indústria cultural.


SO HAPPY TOGETHER (VERA MANTERO, NUNO REBELO E VITOR RUA)

www.orumodefumo.com
BULLLET + ANTÓNIO JORGE GONÇALVES

www.bulllet.org
@C + LIA

www.at-c.org
BUDHA

www.josebudha.com
DUB VIDEO CONNECTION

www.dubvideo.net

Em complemento à embaixada de músicos e bandas nacionais em Madrid, por ocasião do FESTIVAL PORTUGUÊS, estará patente a exposição “Imagens das Novas Sonoridades Portuguesas – Photo Mobile Video Expo Broaden Your Life”, uma série de fotografias da autoria da jornalista Rita Carmo, apresentada com o suporte tecnológico para telemóveis desenvolvido pela Alcatel Portugal, que mistura som e imagem. Uma exposição que serve, por isso, de cartão de visita visual e sonoro da música moderna portuguesa.

Rita Carmo é “a” fotógrafa de música em Portugal. Sendo o olho oficial do semanário musical “Blitz” desde 1992, pela sua lente passaram: praticamente todos os nomes graúdos da mais criativa e vital expressão sonora nacional; uma mão-cheia de novos talentos – alguns dos quais presenças constantes nas edições do FESTIVAL PORTUGUÊS; e uma série de exemplos internacionais incontornáveis na história da cultura nos séculos XX e XXI – ficou famoso o momento em que, em pleno concerto no Estádio de Alvalade, Bono (U2) repousou os seus lábios no rosto dela. Uma pequena mas esclarecedora parte do seu trabalho conheceu edição em Dezembro de 2003, através do álbum fotográfico Altas-Luzes (ed. Assírio & Alvim). São aproximadamente 200 imagens de gente tão diversa quanto PJ Harvey, Sérgio Godinho, Laurie Anderson, Björk, Da Weasel, Nick Cave, Madredeus, Marilyn Manson, John Zorn, Cesária Évora, Camané e The Gift. Nesse documento, como aqui, faz-se prova da sua maior qualidade: a de se deixar “engolir” pelo imaginário dos artistas fotografados, e, juntamente com eles, reinterpretar a sua obra.

:: CD LIVRO “PORTUGAL: UM RETRATO MUSICAL”

COLECTÂNEA E LIVRO DE ENSAIOS SOBRE MÚSICA MODERNA PORTUGUESA (CO-PRODUÇÃO FONOTECA MUNICIPAL)

A pretexto da edição 2006 do FESTIVAL PORTUGUÊS, a N_Records, em conjunto com a Fonoteca Municipal de Lisboa, edita a segunda colectânea de música moderna portuguesa “PORTUGAL: UM RETRATO MUSICAL”, um CD promocional especialmente preparado para o mercado espanhol e com distribuição assegurada por uma revista de grande circulação nacional. A selecção, a cargo de Henrique Amaro (ANTENA 3), inclui alguns dos nomes mais importantes da jovem música portuguesa nas mais diversas áreas, do fado à electrónica, e terá como complemento uma compilação de textos escritos pelo crítico José Marmeleira.


Multimédia:

showcase “II Prémios Portugueses Multimédia ICAM/NÚMERO FESTIVAL”
Com o objectivo de servir de suporte e de promoção a uma nova visão dos conteúdos inovadores para a imagem, vídeo e som realizada através de novos meios tecnológicos, atribuem-se anualmente os Prémios Portugueses Multimédia, uma iniciativa da Associação Número – Arte e Cultura, através do Número Festival, e do ICAM – Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia. O FESTIVAL PORTUGUÊS dará mais esta vez em Madrid eco internacional dessa escolha e do contexto do multimédia português.
Vencedores da edição 2005:
I. Web: Projectos construídos para suporte em internet ou em telemóveis
Vencedores ex-aequo:

www.musacollective.com

www.scene360.com
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
II. Música: Projectos híbridos com base em Música/Som/Imagem
Vencedores ex-aequo:

SO HAPPY TOGETHER (VERA MANTERO, NUNO REBELO E VITOR RUA)www.orumodefumo.com



BULLLET + ANTÓNIO JORGE GONÇALVESwww.bulllet.org
Menção Honrosa:

@C + LIA www.at-c.org
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
III. Vídeo Jocking: Projectos com base em imagem manipulada ao vivo
Vencedores ex-aequo:

BUDHAwww.josebudha.com



DUB VIDEO CONNECTIONwww.dubvideo.net
Mostra de livros e publicações portuguesas:
Decorrerá durante o FESTIVAL PORTUGUÊS, nos locais do evento, uma mostra de livros e publicações portuguesas traduzidas para o castelhano.

Esta iniciativa pretende ser um chamariz para a leitura e difusão de obras de literatura portuguesa no estrangeiro, mas também de todo o tipo de publicações (livros, revistas, catálogos, entre outros) de instituições, universidades e editoras independentes várias.



:: LIVRO-GUIA “LISBOA/MADRID”

DOCUMENTO LITERÁRIO E ARTÍSTICO SOBRE AS DUAS CAPITAIS IBÉRICAS (CO-EDIÇÃO CELYA)

Lisboa, é uma cidade de vales e colinas abertas sobre o rio. O clima ameno, a abundância de fauna e flora terão determinado a sua ocupação por povos primitivos. A partir da colina do Castelo, a cidade foi crescendo. Fenícios, Gregos e Cartaginenses aqui fundaram colónias. Os romanos consolidaram a sua vocação portuária e piscatória; a polis integrada no itinerário imperial, desenvolveu-se. Construíram-se numerosos edifícios, nomeadamente fórum, templos, termas, palácios, vilas e um teatro.



Com as ocupações bárbaras dos Alanos, Suevos e Visigodos a urbe entrou em declínio. O florescimento surgiu com a ocupação muçulmana (719-1147); construiu-se a Cerca Moura, destacando-se no seu interior a alcáçova e a medina. A Lisboa mourisca desenvolveu-se com a construção de novos bairros, dentro e extramuros, num tecido espontâneo e anárquico de ruas sinuosas e estreitas, num percurso labiríntico ainda existente no Bairro de Alfama.(…)”
La fundación de Madrid se debate entre la leyenda y la historia. Según dice D. Ramón de Mesonero Romanos (primer cronista oficial de la Villa ): "Madrid tiene sus aduladores panegirístas que trataron de rebuscar su origen en la más remota antigüedad, enlazándola con héroes mitológicos". Así, desde los siglos XVI y XVII, como consecuencia del traslado de la Corte, los cronistas de Madrid quisieron dotarla de una rancia alcurnia y retrotrajeron sus orígenes a diez o más siglos antes de la fundación de la propia Roma, a muy pocos años después del diluvio universal, atribuyendole más de 4.000 años de existencia. (…)”
Um livro que serve de guia e de documento literário e artístico sobre as duas mais importantes cidades da Península Ibérica, pela mão de alguns dos seus escritores e artistas mais ilustres. O passado, o presente e o futuro de Lisboa e Madrid, através de memórias, reflexões, deambulações e recriações autorais.

Este livro será uma publicação imagética e ensaísta, com colaborações de consagrados e jovens autores, sobre duas cidades ímpares, impulsionadoras da globalização, mas que permaneceram historicamente quase sempre de costas voltadas, aqui unidas no mesmo itinerário.

Editada pela N_Books (Editora da Associação Número – Arte e Cultura), esta publicação bilingue Português / Castelhano, será distribuída nas principais livrarias dos dois países. A representação do país vizinho está a cargo da prestigiada editora Celya.
Evento gastronómico e vínico:

“A Arte de ser Português IV”


A Arte de ser Português é um conceito que faz do aprofundamento dos conhecimentos acerca do património gastronómico português a força motriz da aproximação a outros povos e culturas. Busca de afinidades electivas potenciada pela experiência iniciática dos menus de degustação e sessões de prova de vinhos. Ocasiões únicas em que o melhor que as águas e campos de Portugal podem oferecer se conjugam numa ementa pensada de forma a potenciar o mais feliz das uniões com os espumantes, brancos, tintos e licorosos da Lusitânia.

Vinhos e outros produtos, emanações exclusivas do terroir português, porque “sem vinho não há cozinha, e sem cozinha não há salvação neste mundo, nem noutro”, numa demonstração do muito que há ainda para descobrir acerca de Portugal.”



D. André de Quiroga (Promotor de “A Arte de ser Português”)
A Arte de ser Português” é uma mostra gastronómica e vínica que conjuga os mais prestigiados chefes internacionais com produtos portugueses de denominação de origem e autenticidade incontestável. Depois de Bruxelas (Belga Queen), Barcelona (Hotel Ritz) e Paris (Mon Vieil Ami e Hotel Prince de Galles), o FESTIVAL PORTUGUÊS alia-se mais uma vez à promotora do evento, Força Motriz, para realizar um ciclo de jantares e provas de vinhos de várias regiões de Portugal em alguns dos mais prestigiados restaurantes de Madrid.

Este evento gastronómico, coordenado pelo Chefe Miguel Castro e Silva (Bull & Bear), inclui uma mostra de garrafas de vinho, companhias de queijos, azeites, hostes de presuntos e enchidos e outras especialidades regionais, com a intenção de tomar de assalto o coração, cabeça e o estômago dos madrilenos. A realização de um ciclo de jantares, menus de degustação e provas de vinhos das regiões portuguesas, destinado a convidados institucionais, especialistas, imprensa e profissionais do sector é o objectivo que mobiliza este Festival dentro de outro.


Produção

A estrutura organizadora ambiciona ser a mais leve, versátil e dinâmica possível. Ou seja, na pré-produção há um trabalho conjunto e concertado da direcção da Número – Arte e Cultura, responsável pela organização geral, com programadores, colaboradores, associações e instituições apoiantes. O FESTIVAL PORTUGUÊS assegura uma programação de qualidade em virtude de intercâmbios criados com produtoras e agentes culturais nacionais e internacionais e tem protocolado com diversas instituições portuguesas a intervenção nas áreas de programação do evento, quer em regime de financiamento directo, quer em regime de associação.


Esta iniciativa, a realizar anualmente por várias capitais da Europa e resto do mundo, é apoiado por estruturas locais pré-existentes, fazendo destas anfitriãs de uma semana exclusivamente dedicada a Portugal. É por isso que o sucesso dos vários eventos que compõem o FESTIVAL PORTUGUÊS é assegurado, em antemão, pela excelência e relevância internacional dos espaços de acolhimento na cidade e país anfitrião.
O calendário de produção estabelecido visa garantir o financiamento indispensável à 5ª edição do FESTIVAL PORTUGUÊS até Janeiro de 2006, data do início da produção em Espanha. Os apoios do Ministério da Cultura (Instituto das Artes, Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia, Instituto Português do Livro e da Biblioteca e Gabinete de Relações Culturais Internacionais), Ministério dos Negócios Estrangeiros (Embaixada de Portugal, Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e Instituto Camões), Ministério da Economia (Instituto do Comércio Externo Português – ICEP) e da Secretaria de Estado da Juventude (Instituto Português da Juventude) são o pilar desta iniciativa.
Enquanto os apoios dos espaços anfitriões são estruturais, eventuais apoios institucionais espanhóis podem surgir em forma de financiamento, auxílio logístico e difusão. Pretende-se ainda fortalecer os laços com o sector empresarial: patrocínios privados são fundamentais para o sucesso desta iniciativa e podem vir também em forma de cedência de produtos e prestação de serviços. As receitas obtidas directamente pelo FESTIVAL PORTUGUÊS são procedentes da venda de bilhetes nos eventos que comportam gastos elevados.
O orçamento da 5ª edição inclui o custo das estruturas em Portugal e Espanha, com organização, produção, espaços de exibição, participação de criadores / autores e concepção, impressão e distribuição de material promocional. O orçamento prevê despesas com os artistas programados, assim como com os convidados que farão o respectivo e indispensável enquadramento das obras a exibir dentro do panorama histórico e contemporâneo da cultura portuguesa. A referida lista é composta por artistas plásticos, músicos, realizadores de cinema, escritores, divulgadores, investigadores e jornalistas, de modo a que nenhum dos eventos seja efectuado sem a participação dos autores portugueses e as conferências possam servir como complemento teórico ideal à programação do FESTIVAL PORTUGUÊS.
O FESTIVAL PORTUGUÊS é organizado pela Associação e Produtora Número – Arte e Cultura (N_Número Magazine Portugal, N_Records, N_Books e Festival Número). A Direcção / Programação é de Nuno Figueiredo e Dinis Guarda, enquanto a Produção Executiva está a cargo de Miguel Afonso. Força Motriz é co-produtora da mostra gastronómica e vínica “A Arte de ser Português”.
Divulgação

A divulgação, tanto a nível nacional como internacional, é também um pilar fundamental no sucesso desta iniciativa. Em Abril de 2006 é apresentada uma antevisão da 5ª edição do FESTIVAL PORTUGUÊS. O esforço de divulgação prolonga-se durante os dois meses seguintes, também através de campanhas próprias, a desenvolver em colaboração com os espaços intervenientes. Durante o mês de Maio, já depois do início da distribuição de postais / flyers e da afixação de cartazes e muppis, o evento é publicitado na imprensa, incluindo através do encarte de 50.000 folhetos programa num jornal de referência. A cobertura mediática terá lugar durante todo o Festival, com transmissões, entrevistas e reportagens televisivas e radiofónicas, não excluindo ainda os canais habituais para o efeito cedidos pelas entidades apoiantes. Tal como nas anteriores edições, a campanha de promoção junto da imprensa espanhola é assegurada por uma empresa de comunicação especializada.


- na imprensa e mass media: campanha de divulgação, quer nos media portugueses, quer espanhóis: RTP 2, RTP Internacional, SIC NOTÍCIAS, TSF, “Expresso“, “Diário de Notícias”, “Público”, “Blitz”, “N_Número Magazine Portugal”, TVE, “El Pais”, “El Mundo”, “Neo 2”, “H”, “Suit”, entre muitos outros;

  • 50.000 folhetos programa em formato A5, com toda a informação e programação detalhada, distribuída em Madrid através de uma publicação de referência e em Portugal através da N_Número Magazine Portugal;

  • 20.000 postais, cartazes e muppis no circuito Postalfree;

  • realização de spot publicitário televisivo, web site, newsletter e press release;

  • campanha de publicidade e ofertas de merchandising no(s) órgão(s) media sponsor do evento;

  • edição de um cd livro promocional de música contemporânea portuguesa, com distribuição no mercado espanhol;

  • publicação de uma antologia portuguesa-castelhana de criadores;

  • participação dos artistas e criadores portugueses em programas de rádio e televisão;

  • ingressos e passes para imprensa e convidados, incluindo representantes de revistas especializadas, estações de televisão, cineclubes e associações culturais diversas, entre outros;

  • campanha de divulgação em escolas e universidades madrilenas;

  • campanha a desenvolver junto dos estudantes portugueses;

  • promoção autónoma da Mostra Gastronómica e Vínica, através de convites para jantares reservados a representantes do Estado e Governo dos dois países e de entidades e empresas do sector;

  • mailing e oferta de produtos portugueses (publicações, vinho, objectos de design,…) a líderes de opinião.

ORGANIZAÇÃO



Uma iniciativa de

NÚMERO – ARTE E CULTURA


Direcção Geral

Nuno Figueiredo

Dinis Guarda
Direcção e Produção de

"A Arte de Ser Português"

André de Quiroga


Produção Executiva

Miguel Afonso


Programação cinema

Nuno Figueiredo

António Loja Neves
Programação música e multimédia

Dinis Guarda


Programação artes

José Marmeleira


Apoio Espanha

Alfonso Cid

Begoña Soto Vázquez

Fernando Rubio


Coordenação Gráfica

LDI / Sílvio Rosado


Website

Rogério Santos


Spot Vídeo

Rui Pignatelli


Contabilidade

Tozé Jorge Contabilidade


PARCERIAS E APOIOS

(em vias de protocolização)

MINISTÉRIO DA CULTURA:

ICAM – INSTITUTO DO CINEMA, AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA

IA – INSTITUTO DAS ARTES

IPLB – INSTITUTO PORTUGUÊS DO LIVRO E DA BIBLIOTECA

GRCI – GABINETE DE RELAÇÕES CULTURAIS INTERNACIONAIS

CINEMATECA PORTUGUESA – MUSEU DO CINEMA
MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS:

EMBAIXADA DE PORTUGAL EM MADRID

SECRETARIA DE ESTADO DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

INSTITUTO CAMÕES


SECRETARIA DE ESTADO DA JUVENTUDE / IPJ – INSTITUTO PORTUGUÊS DA JUVENTUDE
CML – FONOTECA MUNICIPAL
FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
CÂMARA DE COMÉRCIO LUSO-ESPANHOLA
ALCATEL PORTUGAL
ACM – AGÊNCIA DA CURTA METRAGEM
APORDOC – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DO DOCUMENTÁRIO
EDITORA CELYA


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal