Finta 17º Festival Internacional de teatro acert tondela, 30 de Novembro a 17 de Dezembro de 2011



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FINTA

17º Festival Internacional de teatro ACERT

Tondela, 30 de Novembro a 17 de Dezembro de 2011

No ano em que se celebram os 35 anos da ACERT, voltamos a tirar do chapéu o verbo “FINTAR”.

(ou não fosse “FINTAR” um verbo de se lhe tirar o chapéu...)

É um verbo que conjugamos no plural (em equipa) e que aparece recheado de significados não menos plurais. Aqui ficam três sentidos (um por década, pois claro!) que hoje fazem… especial sentido:



1. “FINTAR”: “lançar finta ou imposto sobre”

Não é preciso ler minuciosamente o memorando assinado com a troika para perceber que, numa conjuntura de crise, as Artes, tal como as pessoas, são imediatamente reduzidas a algarismos monetários. À luz desta lógica ilógica, entende-se o porquê de a palavra “Cultura” estar ausente do dito documento, ao contrário dos vocábulos “mercado” e “bancos”, mencionados 44 e 25 vezes, respectivamente.

Ora, recorrendo à linguagem numismática, é de referir que o Sector Criativo em Portugal representou 1,4% do PIB em 2003. Quer isto dizer que apareceu à frente de áreas como as da indústria química (0,8%), imobiliário (0,6%) ou sistemas de informação (0,5%). Torna-se, desta forma, incompreensível o desinvestimento num sector que detém um peso assinalável no desenvolvimento do país. Uma área que, de resto, se pode assumir como um elemento de sustentabilidade social integrando cidadãos activos (criadores e espectadores), criativos, conhecedores e inovadores.

A troika só tem três. Nós temos três mais cinco (35). O verbo “FINTAR” nesta acepção não será transitivo, mas transitório.



2. “FINTAR”: “driblar, ultrapassar o adversário”

Mais do que superar o adversário, queremos superar as adversidades, ponderando sobre a forma mais adequada de (re)agir. A dimensão imaterial da Cultura – aquela que não é mensurável em nenhum acordo da troika – é o seu lado mais valioso. Não se trata, de forma alguma, de um gasto, mas de um investimento cujo retorno se reflecte, em primeira instância, na criação de horizontes de pertença insuflados pela troca, entreajuda e solidariedade. Além disso, é preciso não esquecer a sua importância no tecido económico local (hotelaria, comércio e serviços) enquanto veículo de oportunidades e aperfeiçoamento humanístico na certificação singular de um território.

Por tudo isto, a Cultura Portuguesa constitui um bem impossível de ser adquirido pela mais forte das economias, aspecto que confere uma responsabilidade acrescida a todos os que, reconhecendo o seu valor inestimável, se comprometem a impedir a sua mercantilização.

Neste contexto, “avaliar” o cumprimento dos nossos deveres e “preservar” o projecto ACERT são dois verbos intemporais e não negociáveis. Tal como a Cultura.



3. “FINTAR”: “fazer levedar, fermentar”

Eis o último sentido do verbo. No entanto, porque os últimos são os primeiros, é também este significado que acompanha o início de cada um dos nossos projectos. Realizações que fazemos levedar através do empenho dos nossos associados e que fermentamos com o afecto do nosso público. Neste contexto, o Festival Internacional de Teatro ACERT (FINTA) torna-se a expressão mais completa do acto de “fintar”.

Festa do mundo com grupos nacionais, o FINTA 2011 vem comprovar que as parcerias artísticas fazem milagres à margem de uma conjuntura menos favorável. E que os sonhos se fabricam com doses infinitas de autenticidade, coerência e valores solidários.

Levedadas e fermentadas, as peças teatrais servem-se como pão quentinho.

De se lhe tirar o chapéu.
Contos em Viagem – Cabo Verde

Teatro Meridional

Qua, 30 Nov’11, 21h45

Auditório 1

M/6 | 60 min




É o início da nossa viagem FINTástica: contos de ‘geografia variável’, mas de emoções universais.





No imenso cais insular onde se recortam as fronteiras deste espectáculo, contam-se pedaços de estórias e poemas como quem canta e reza. Uma actriz e um músico adoptam a literatura como ponto de partida e, como itinerário, as palavras de autores cabo-verdianos.

Os textos cortam os mares, cruzam as ilhas e atravessam tempos e lugares capazes de moldar a voz e os ritmos de cada personagem. Assim, os imaginários das estórias da história – partilhados em língua portuguesa e também no seu crioulo – ganham uma universalidade despida de quaisquer espartilhos geográficos.

Sabemos, pois, que esta viagem leva na bagagem uma escolha de caminhos, deixando de fora alguns Nomes Maiores da Poesia e Literatura cabo-verdianas. No entanto, ainda teremos muita vida para, no final do percurso, acostarmos nestas ilhas quando nos chamar a “sodade”.

Quem conta um conto…
… acrescenta um ponto… geográfico. Depois de “Contos em Viagem – Brasil”, apresentado em 2006, Cabo Verde tornou-se o novo destino deste roteiro teatral. A palavra emerge como fio condutor entre ambas as coordenadas, velejando ao sabor da escrita dramática ou da adaptação dramatúrgica. O objectivo passa pela criação de uma mão-cheia de espectáculos que contemplem o universo literário de cada um dos países de Língua Portuguesa.

É desta forma que a companhia Teatro Meridional pretende (en)cantar e divulgar o património imenso do idioma que nos une, levando lugares a outros lugares. Destinadas a públicos etária e culturalmente heterogéneos, as peças adoptam como denominador comum a proposição universal das emoções que, através das palavras e dos sentidos, ecoam em cada um de nós.


Ficha Técnica e Artística

Textos:


António Aurélio Gonçalves, António Nunes, Baltasar Lopes da Silva/Oswaldo Alcântara, Fátima Bettencourt, Germano de Almeida, João Vário, José Lopes, Manuel Ferreira, Manuel Lopes, Orlando Pereira Ramos Rodrigues, Ovídio Martins
Selecção de textos, dramaturgia e assistência artística: Natália Luíza

Direcção cénica e desenho de luz: Miguel Seabra

Interpretação: Carla Galvão (texto) e Fernando Mota (música)

Música original e espaço sonoro: Fernando Mota

Espaço cénico e figurinos: Marta Carreiras

Assistência de cenografia: Marco Fonseca

Fotografia de cena e Registo Vídeo: Patrícia Poção

Montagem: Rui Alves e Marco Fonseca

Operação técnica: Rui Alves

Assessoria de gestão: Mónica Almeida

Direcção de produção: Narcisa Costa
www.teatromeridional.net

Single Singers Bar

O Teatrão

Qua, 30 Nov’11, 23:30

Bar Novo Ciclo

M/12 | 60 min




Feche os olhos, embarque numa viagem no tempo e acorde num verdadeiro Cabaré dos anos trinta!



Eis um serão de outras épocas habitado por personagens solitárias, mas unidas pela ideia de que “quem canta seus males espanta”. Pelo palco desfilam canções famosas do teatro musical norte-americano do século XX, muitas das quais retiradas do repertório de espectáculos não menos célebres, como Cabaret (1966) e Chicago (1975).

As angústias de um leque de figuras dramáticas pulsam entre as notas de temas transformados em pequenos sketches teatrais. Uma antiga lenda do Norte da Europa – que conta, afinal, uma história de amor – esconde-se na melodia “Lorelei”, com que os irmãos Gerschwin nos fazem revisitar Pardon My English (1933). Pela mão de John Kander e Fred Ebb, “Don’t Tell Mamma” e “Class” revelam os anseios e aspirações amorosas das personagens que lhes dão voz.

E é também de amor – sentimento tão caro ao universo conimbricense onde nasceu O Teatrão – que nos fala “Let’s Do it (Let’s Fall in Love)”, de Cole Porter, num salto gigante do musical Paris (1928) para o Novo Ciclo ACERT. Peça uma bebida ao som destas e de outras canções celebrizadas entre as décadas de vinte e setenta… e saia a trautear:


Os alemães em Berlim, fazem

Como em Amesterdão

Em Bombaim fazem

Em Goa, Diu e Damão

Galegos, bascos, catalães fazem

Em França, em São Francisco e em Guimarães fazem,

Façamos amor também”.

Cole Porter, Let’s do it (Let’s Fall in Love) (adaptado)
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Encenação: Dagoberto Feliz

Elenco: Inês Mourão, Isabel Craveiro, João Castro Gomes, Jorge Marinheiro (Pianista), Margarida Sousa e Nuno Carvalho



Figurinos e adereços: O Teatrão

Desenho de luz: Alexandre Mestre

Montagem e operação de luz: Alexandre Mestre, João Castro Gomes, Jonathan Azevedo, Rui Capitão

Cabeleireiro: Carlos Gago (Ilídio Design)

Maquilhagem: Mariana Nunes

Fotografia: Paulo Abrantes

Grafismo: Sofia Frazão

Costureira: Fernanda Tomás

Direcção de produção: Inês Mourão

Produção executiva: Isabel Craveiro, Margarida Sousa e Nuno Carvalho

Direcção técnica: João Castro Gomes
www.oteatrao.com
oteatrao.blogspot.com

Casa dos Ventos


Teatro e Marionetas de Mandrágora




Qui, 1 Dez’11, 21h45

Sex, 2 Dez’11, 10h30 e 14h30 (Escolas do Concelho)

Auditório 1

M/6 | 50 min




Mais uma incursão artística arrojada de uma companhia que, desde 2007, vem trilhando caminhos e momentos com a ACERT.



“Casa dos Ventos” é uma casa e é uma viagem. É uma casa em viagem. Qual a dimensão de uma casa? Pode uma pessoa ser uma casa? Necessita uma casa de paredes? Pode uma casa ser um local, uma língua, um país? O espectáculo narra a aventura de duas personagens em busca do seu espaço de afectos e emoções num mundo em permanente transformação. Alba e Maria tentam atravessar uma grande cidade carregando um moinho de vento às costas. Pretendem encontrar uma nova colina onde possam viver, enquanto a urbe respira, oprime e fascina.

No coração deste projecto pulsam elementos verdadeiramente intemporais como o velho e a criança, ou a força de vontade da terceira idade e a dificuldade de crescer. Em pano de fundo surgem símbolos do Portugal de ontem, o burro e o moinho, indispensáveis para a sobrevivência e vida comunitária das populações. Trata-se, no fundo, de uma procura incessante pela integração de memórias – pessoais e colectivas – numa vida quotidiana repleta de tradições reinventadas. Ou, por outras palavras, de uma reflexão crítica sobre a sociedade onde nos integramos, a partir de um universo artístico particular.


Na Casa da ACERT

Com um percurso povoado de realizações surpreendentes, o Teatro e Marionetas de Mandrágora tem vindo a afirmar-se de forma inequívoca no panorama teatral português. Muitos foram, até à data, os momentos de cumplicidade entre esta companhia e a ACERT, sendo a peça “Casa dos Ventos” – precedida por um período de residência artística no Novo Ciclo – o exemplo mais recente. E porque não recordar as lendas encantadas de “Bzzzoira Moira” (2011) e as desencantadas cidades percorridas em “F.U.N.I.L.” (2010), ambas apresentadas na Casa ACERTina? Ou a parceria artística com o TRIGO LIMPO em projectos tão variados como “Andar nas Nuvens” (2007), “Guarda, Rádio e Memória” (2008) e “Pinóquio” (2009)? E o futuro trará, certamente, mais exemplos de saborosas partilhas…


Ficha Técnica e Artística

Filipa Mesquita: criação

Clara Ribeiro: iniciativas

José Rui Martins: direcção de actores

Armando Ferreira: apoio à pesquisa

Filipa Mesquita: interpretação

enVide nefelibata: marionetas

Marta Fernandes da Silva: cenografia

Matos Silva: máquina voadora

Patrícia Costa: design gráfico

Paulo Neto: desenho de luz

Fernando Mota, Rui Rebelo: música de cena

José Machado: adereços em couro

Rita Rocha: fotografia de cena

Filipa Mesquita, Clara Ribeiro: produção

Zito Marques: vídeo

Espectáculo criado em residência no Novo Ciclo ACERT | Apoio à criação - Trigo Limpo teatro ACERT


www.marionetasmandragora.com

Ouvindo o Outro


Conferência

Sáb, 3 Dez’11, 17:30

Auditório 2

Entrada livre

Uma obra de ontem alia-se a uma peça de hoje num debate interessante e actual.


O livro O Gentil e os Três Sábios – do escritor, filósofo e místico catalão do século XIII Ramon Llull – dá o mote à criação de uma dramaturgia inédita transposta para a contemporaneidade. Assim nasceu o “Projecto Llull”, apostado na realização de um conjunto de Conferências com vista a repensar, à lupa actual, temas como o choque de culturas e os diálogos inter-cultural e religioso. O ciclo de workshops irá decorrer paralelamente à digressão do espectáculo, em 2012 e 2013.

Nesta Conferência, os nossos convidados partem de uma Península Ibérica marcada pela coabitação de três religiões (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo), catapultando este universo para os problemas universais dos tempos que correm. Sem perder de vista os princípios de Ramon Llull – intemporais apesar dos séculos de distância –, reflectem sobre as noções de discussão aberta e troca de ideias que fazem girar o mundo. Sempre “Ouvindo o Outro”…

Conferencistas

Dra. Conceição Amaral: Multiculti e Fundação Anna Lindh.

Dr. Moisés Espírito Santo: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Francesc Torradeflot: Associació UNESCO per Dialegue Interrelegi em Barcelona
Moderador: Dr. Cláudio Torres

Organização: Projecto Ramon Llull

Em parceria com ACERT

Motofonia


Fernando Mota

Sáb, 3 Dez’11, 21h45

Auditório 1

M/4 | 50 min




Músico, artista sonoro, aprendiz de inventor de instrumentos musicais… Tudo e isto e mais ainda, num solo poético que desenha uma rota sonora e visual única.



Os sons contam histórias que não precisam de palavras. Levam-nos a sítios. Dentro de nós. Onde nunca antes estivemos. Não entendemos tudo. Não precisamos de entender tudo. Pressentimos uma harmonia. E partilhamos esse espaço de convergência. Encontramo-nos neste sítio que se chama “agora”. E talvez nunca nos voltemos a cruzar. Temos isto em comum. O estar.

Fernando Mota teve, desde sempre, um fascínio pela transformação de objectos do quotidiano em instrumentos musicais, objectos sonoros. Mecanismos que, para além de fontes geradoras de som, funcionem como engenhos cénicos comunicantes pelo seu lado visual e simbólico.

Através de um loop sampler, grava, reproduz e sobrepõe qualquer som em tempo real, criando paisagens sonoras, construções rítmicas, coros ou mesmo diversas camadas de “silêncio”…

O artista interessa-se pelas histórias dos objectos e pelas viagens através das quais eles nos podem levar. Interessa-se pelas viagens e pelos espaços através dos quais elas nos podem levar. Interessa-se pelos espaços e pelas imagens através das quais eles nos podem levar. O artista quer deixar-se levar.
Motofonia

Fernando Mota confunde-se com o próprio universo musical que cria. Trata-se de um mundo onde linguagens, geografias e ferramentas se cruzam, por um lado, com o estudo de instrumentos tradicionais portugueses ou de outras culturas e, por outro, com a experimentação sonora através da informática e da electro-acústica. Daqui resultam projectos de natureza interdisciplinar, situados na fronteira da Música, Teatro, Dança, Cinema de Animação, Vídeo e Artes Plásticas. Do seu percurso conta-se a colaboração com diversos encenadores e companhias teatrais, como o Teatro Meridional ou o Chapitô. Trabalhou também com vários realizadores e produtores, dos quais se destacam José Miguel Ribeiro (Sardinha em Lata), a RTP2 e a Zeppelin Filmes. Tem igualmente colaborado em inúmeras acções de formação e conquistado prémios nacionais e internacionais nas áreas do Teatro e da Música.


Ficha Técnica e Artística

Fernando Mota: Concepção e interpretação

Jorge Laurentino: Assistência artística

Marta Carreiras: Figurino e espaço cénico

Jochen Pasternacki: Desenho de luz

Susana Lamarão: Produção

Susana Paiva: Fotografias e vídeos

motofonia.wordpress.com

www.wuala.com/tubofone/Motofotos

www.wuala.com/tubofone/Motovideos



CabRaret

Sáb, 3 Dez’11, 23h30

Bar Novo Ciclo ACERT

M/12 | 60 min



Um espectáculo de Cabaret onde um engenhoso trio tempera a música com pitadas de humor.





Uma cabareteira e duas cabras amestradas lançam-se em viagens loucas pelo mundo do Jazz, Soul, Canção Francesa e muito mais! O resultado é uma receita teatral única cozinhada num caldeirão de tempero ousadamente humorístico…

De Nova Orleães à Roménia – e contornado Finisterra! –, venha (re)mexer este preparado peculiar num espectáculo que prima pela comunicação com o público. E não se esqueça de dar uns passinhos de dança – Passedoble, Forró, Tango… e porque não Ska? – ao sabor de um grande roteiro musical.


Ficha Artística

Iria Pinheiro: Diva

Alberto Rodriguez: Contrabaixo

Alonso Caxade: Acordeão
Espectáculo em parceria com “OuTonalidades 2011 – D’Orfeu”

www.myspace.com/cabraret

www.facebook.com/cabraret?sk=info

P de Poesia


TRIGO LIMPO teatro ACERT (estreia)

Seg, 5 Dez’11, 10:00 e 14:30, Ter, 6 Dez’11, 10:00 e 14:30, Auditório 2

Dom, 11 Dez’11, 15:00 e 17:00, Auditório 1 (público familiar)

Seg, 12 a Sex, 16 Dez’11, 10:00 e 14:30, Escolas do concelho

M/4 | 45 min




P de Poesia… e não só! Venham decifrar todos os caminhos por onde esta letrinha nos leva…

De um Baú se faz cozinha

Da cozinha se faz Quarto

Contam-se 4 poemas

E logo a seguir mais 4…
E por aí adiante

D’um Baú a saltitar

Saem histórias pequeninas

Com palavras a rimar


11 Poetas conhecidos

12 Poemas de encantar

Neste baile de palavras

Fica a pergunta no ar


O que é a poesia?

Alguém me sabe explicar?


No seguimento dos dois últimos espectáculos do TRIGO LIMPO teatro ACERT destinados à infância, estreamos esta nova Produção em que o P não é só de Poesia, mas engloba muitas outras Possibilidades!

P de… Portátil

À semelhança dos espectáculos anteriores, esta criação pode ser apresentada em espaços não convencionais, já que não necessita dos recursos específicos utilizados habitualmente num palco. Pelo contrário, ao conjugar a representação com um cenário que serve de Pano de fundo a cada poema, torna-se possível levá-la a salas de aula e bibliotecas, entre muitos outros espaços.



P de… Português

Este trabalho baseia-se numa selecção de vários autores lusófonos que dispensam apresentações. Cada Poema é uma Peça de um Puzzle singular, dando a conhecer o imenso legado que é a Poesia na nossa língua.


P de… Pequenitos

Escolhemos textos que se adequam ao imaginário infantil, de forma a levar a Poesia aos mais novos de forma lúdica e descontraída. As Pequenas histórias escondidas em cada Poema, conjugadas com o cenário e a encenação, criam um enredo divertido, com o qual o Público de Palmo e meio se poderá identificar.



Raquel Costa (adaptado)
Ficha Artística e Técnica:

“O Meu Primeiro Álbum de Poesia” de Alice Vieira; “Cem Poemas Sobre a Infância” – Seleção, organização e introdução de José Fanha e José Jorge Letria; “Poemas da Mentira e da Verdade” de Luisa Ducla Soares; “Poesia Portuguesa para a Infância” – Editora Girassol; “Ai Margarida” (poema) de Álvaro de Campos; “Canção” (poema) de António Gedeão.


Selecção, adaptação e encenação: Raquel costa

Interpretação: Raquel Costa

Apoio à encenação: José Rui Martins e Pompeu José

Figurinos: Raquel Costa

Cenografia: Zé Tavares e Raquel Costa

Desenho de luz: Luís Viegas

Assistência de montagem: João Nascimento e Rui Ribeiro

Carpintaria: Carmossera

Latoaria: Eduardo Coelho

Confecção de figurino: Modus

Produção: Marta Costa

Festejar os 35 anos da ACERT

Sessão/espectáculo/jantar de Aniversário




Qua, 7 Dez’11, 20h00




Reserva Antecipada *




Um dia especial para os associados da ACERT. Um momento de encontro e confraternização celebrado colectivamente.

Ainda que a ACERT tenha festejado 35 anos nos 365 dias de 2011, este dia reveste um significado particular, sendo marcado por um festejo informal onde se pretende juntar os associados para recordar momentos, preparar futuros, partilhar sonhos e, principalmente, viver ensejos de encanto pelo projecto da ACERT ser um círculo afectivo de congregação de vontades, paixões e empenhos da participação associativa com um percurso de 35 anos.

Cada associado sabe que este dia é seu. Há que vivê-lo com a intensidade com que se construiu um sonho com generosidade e encanto.
O espectáculo junta testemunhos de muita gente que, ao longo do tempo, sentiu também como sua uma “casa” comum e se considera fazendo parte desta grande família artística e associativa que é a ACERT.
Um jantar em que, cada associado, é desafiado a trazer, caso entenda e possa, um petisco ou um doce para juntar à refeição.
* Inscrições

Reserva antecipada até 5 de Dezembro.

Preço de jantar e espectáculo – 7,5€.
Na Loja ACERT

Tel. 232 814410

Email: socios@acert.pt

Judas 2011


Documentário vídeo

Qui, 8 Dez’11, 17h30

Auditório 1

Entrada livre






Apresentação (estreia) de documentário resultante da cobertura do processo de trabalho de montagem e apresentação do espectáculo “Ao Quixote, não há quem o derrote” — queima e rebentamento do Judas 2011.

Um testemunho vídeo de um dos acontecimentos de marca da ACERT, sublinhando os aspectos da efemeridade do trabalho artístico, da renovação duma tradição e do esconjurar dos males.

Uma visão sobre as entranhas do processo criativo que envolveu cerca de duas dezenas de participantes que se renderam a deixar arder, em instantes, o que construíram conjugadamente.

Uma olhar videasta a um dos corações dos 35 anos da ACERT.




Ficha Técnica

Realização: Luís Campos Brás

ACERTAR NA MUCHE


Actividade associativa




Qui, 8 Dez’11, 21h30

Bar Novo Ciclo

Entrada livre



Uma aliciante Final com os vencedores de cada uma das sessões associativas





Anote na agenda e venha fazer parte deste grande momento de associativismo participativo!

Numa frase: mais uma ‘noite do arco-da-velha’ em que grupos seleccionados das três sessões que ocorreram ao longo do ano se vão encontrar para apurar a “equipa Muchadora de 2011”.

Trata-se de uma actividade que mobiliza os associados da ACERT à volta de um leque de provas lúdico-culturais que apelam à criatividade, conhecimento e entretenimento. Nesta viagem associativa, os protagonistas interagem com a assistência ao longo dos desafios que têm de completar.

Uma final em que os prémios serão convertíveis em bens culturais e produtos da terra.



É um “faz-tu-mesmo” que não reduz os participantes a meros fruidores.
É um “sai-de-casa” que não restringe o tempo livre à televisão.
É um “estar-com-os-outros” que semeia novas relações.
É um “fair-play” onde a participação não dá azo à rivalidade.
É uma forma de garantir que as noites não sejam um “vira-o-disco-e-toca-o-mesmo”!

O Capuchinho Vermelho XXX


Teatro de Marionetas do Porto

Sex, 9 Dez’11, 21h45

Auditório 2

M/16 | 50 min




Já reparou que o Capuchinho Vermelho é uma história onde não se fala senão de comer? Eis um espectáculo que se serve como uma boa refeição.



A cena desenrola-se tranquilamente sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha antes da hora de jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada pela mesa se transforma numa floresta! A partir daí, o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos, impotentes, à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e imagens vertiginosas.

E é assim que a personagem central, um burocrata tímido, lívido, se deixa levar por um saboroso delírio de invenções surrealistas preparado no espaço apertado da sua cozinha. Não perca este espectáculo hilariante, recheado de objectos (perecíveis) e tão efémero como um delicioso prato!

Universo delirante e hardcore peculiar e divertido onde os objectos se transformam em marionetas comestíveis”.



Isabel Barros
Hei-de ir lá outra vez aplaudir a habilidade (rara entre nós), a inteligente simplicidade e a espantosa criatividade, temperada de humor (…) É também um estímulo e um apelo à própria imaginação do espectador. Não há disto todos os dias.”

Henrique Alves Costa in Jornal de Notícias


Ficha Técnica e Artística:

Encenação: João Paulo Seara Cardoso

Interpretação: Edgard Fernandes
www.marionetasdoporto.pt

Mal-Empregados

D’Orfeu Associação Cultural

Sex, 9 Dez’11, 23h30

Bar Novo Ciclo

Todas as idades | 45 min




Junte-se aos nossos velhos companheiros da D’Orfeu num espectáculo onde o (bem-empregado) tempo se mede em sonoras gargalhadas.



É uma peça simultaneamente pseudo-séria e pseudo-cómica, absurda q.b. e tendencialmente minimal. “Mal-Empregados” conta-nos a estória de dois actores-músicos – de aparência por decifrar! – que se desafiam, revezam e tentam sempre outra coisa. Tanto pode resultar como não. Trata-se de uma caricatura irónica dos especialistas em polivalência. Para se chegar a uma conclusão: mal-empregados!


Para quem pensa que as notas apenas se destinam a “pagar dívidas”, uma vez que a “tristeza”, engaiolada no provérbio, “não” as liquida….

Ou para quem acha que é mal-empregado o tempo que não permite acumular notas, dando apenas por bem aplicado o esforço de obtenção de lucros financeiros…

recomenda-se um negócio teatro-musical protagonizado por dois personagens em delírio despretensioso.



O caso conta-se em duas penadas. Imaginem notas musicais a gerar um texto ininteligivelmente compreensível, musicalmente falando. Um cozinhado de ‘gagues’ recheado de humor e virtuosismo sonoro, regado com um néctar absurdamente sarcástico.

As palavras são o pretexto para um texto que é partitura.

As personagens fazem equilibrismo com os sons e ‘trapezeiam’ sonoridades que remetem para êxitos de assobio fácil.

Contagiam pela felicidade com que se deixam voar no fio da navalha interpretativo.

Coragem? Ousadia? Inovação? Não só! Antes um exercício de quem arrisca brincar com coisas sérias. A prova de que quem anda à chuva se molha deliciosamente, sem precisar de outro abrigo que não seja o de uma louquice a soltar as rédeas à imaginação.

Não dêem por mal-empregado o tempo de gargalhar, para que a angústia não se torne num vício internacional”.

José Rui Martins
Ficha Técnica e Artística:

Interpretação: Ricardo Falcão e Luís Fernandes

Encenação: Ruy Malheiro e Fernando Mota

Direcção técnica: Rui Oliveira
www.dorfeu.pt/criacao/malempregados

Bailarina Vai Às Compras

Entretanto Teatro

Sáb, 10 Dez’11, 21h45

Auditório 2

M/12 | 60 min




Uma dançarina de palavras que trilha caminhos (in)certos pelos corredores de um estabelecimento comercial…





A Bailarina Vai às Compras traz-nos a estória de um transexual de meia-idade que faz um espectáculo performativo nos corredores do Supermercado central de Tolaboa, embora seja sucessivamente interrompido por telefonemas que o impedem de concretizar o seu objectivo.

Com o carrinho repleto de necessidades básicas e impossibilitado de as pagar, percorre o supermercado de trás para a frente para voltar a colocar todos os bens nas prateleiras. A cada objecto devolvido, a Bailarina dá mais um passo no caminho incerto. Dança com as palavras, num jogo de quem não tem nada a perder. Canta com o corpo em movimento, num jogo de quem não tem nada a ganhar. Da razão ao delírio, do bom senso ao grotesco, do trágico ao cómico, do sexo ao amor, da mulher ao homem: todos os caminhos se jogam neste enredo em que a Bailarina fala, canta e dança até se recolher no sonho da arte que lhe permite continuar a viver neste mundo.


Ficha Artística e Técnica:

Texto e dramaturgia: Júnior Sampaio e Quico Cadaval

Coordenação artística: Maria do Céu Guerra

Encenação: Rita Lello

Interpretação: Júnior Sampaio

Música: Rui Lima e Sérgio Martins

Cenografia: Bruno Guerra

Figurinos: Manuela Bronze

Voz: Maria Luís França

Desenho de luz: Vasco Letria

Produção executiva: Amélia Carrapito

Design: Vítor Cardoso
www.entretantoteatro.pt

20 dizer

TRIGO LIMPO teatro ACERT




Seg, 12 Dez’11, 10:30 e 12:00

Escola Secundária de Molelos

Ter, 13 Dez'11, 10:15 e 12:00

Escola Secundária de Tondela

Qua, 14 Dez'11, 10:00 e 11:30

Escola Profissional de Tondela

M/ 12 | 60 min



Trinta anos de poesia ambulante ao domicílio



Um actor do TRIGO LIMPO teatro ACERT declama, comunica e teatraliza poemas e textos, sem perder de vista a importância do humor na aprendizagem e intervenção social. Esta iniciativa dá continuidade a três décadas marcadas por actuações em espaços de ensino, bibliotecas, museus, cerimónias, hospitais, congressos, colectividades, tascas, barcos e empresas, entre uma miríade de locais não convencionais tornados palco da palavra dita. O formato ambulante privilegia, de resto, uma comunicação mais informal entre o actor e o público que é, não raras vezes, convidado para entrar no desafio.

Trinta: três-zero. É esta a idade dos espectáculos músico-teatrais cantados e contados pelos aventureiros ACERTinos.

(a propósito, “A Cor da Língua” está aí e recomenda-se!)

Temos assistido, desde essa altura, a uma catadupa de interpretações. “Subiu à Torre Eiffel” e “O que Diz Molero” marcaram os momentos iniciais deste repertório artístico, desde as tímidas apresentações em bares no Porto e em Braga ao primeiro palco no Teatro Esther de Carvalho, em Montemor-o-Velho. “20 dizer” é, então, um solo poético-teatral trintão que afiança o sábio pensamento de Millôr Fernandes: “Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz”.

Ficha Técnica e Artística:

Protagonistas: Textos literários

Iluminação: Poética

Música: Pontuação e entoação

Cenografia: Existente

Declamação: José Rui Martins

Produção: TRIGO LIMPO teatro ACERT
www.acert.pt/trigolimpo


A Cor da Língua

TRIGO LIMPO teatro ACERT

Qui, 15 Dez’11, 21h45

Viseu, Escola Secundária Alves Martins

M/6 | 90 min







Linguajares musicais benditos
Percorridos

Os quatro CANTOS da terra

E o céu (da boca),

É chegada a altura

De dizer

(alto e bom som):

A COR DA LÍNGUA

Um espectáculo

Que só não está de regresso…

porque nunca foi embora!


No palco erguem-se pontes entre diversos escritores lusófonos, num carrossel mágico onde as sonoridades rodopiantes se mesclam com a literatura que mais nos seduz. Viajar pelos escritores de língua portuguesa, deixando-nos enfeitiçar pela paleta de cores que plasticamente a remodela, tem sido um longo e apetitoso exercício criativo, repleto de cumplicidades múltiplas.

Fomos explorando com gosto as palavras de um idioma sem dono (e por vezes, indomável!), que nos fez navegar pelas falas e obras de autores dos cinco continentes, sempre embalados pela miscigenação dos diferentes ritmos musicais. Tratou-se, acima de tudo, de um desafio artístico deslumbrante, que hoje desejamos projectar em novas rotas (ou não serão… notas?) imaginativas.

Músicas inovadoras ondeiam numa inspiração que transforma a poesia (en)cantada e teatralizada no nosso mar de deslumbramentos. É uma relação de partilha que, de modo ininterrupto, ACORDA em nós uma língua, fazendo com que A CORDA de cada instrumento expressivo adopte como protagonista A COR DA LÍNGUA.

Sons, declamação poética, teatro. São ainda estes os pontos cardeais de um mapa musical único, traçado ao longo das geografias infindáveis dos sentires e dos sentidos. Porém, o itinerário promete agora desdobrar-se noutras paragens (e movimentos!), bem como em momentos de renovada comunicação com o público.


Ficha Técnica e Artística

Carlos Peninha: Coordenação musical, guitarras e voz

José Rui Martins: Coordenação teatral, declamação e voz

Luísa Vieira: Flauta e voz

Lydia Pinho: Violoncelo e voz

Miguel Cardoso: Contra baixo e voz

Rui Lúcio: Percussão e voz

Colectivo: Arranjos

Cajó Viegas e Luís Viegas: Som

Luís Viegas e Paulo Neto: Desenho de luz

Zito Marques: Vídeo

Ruy Malheiro: Figurinos

ZéTavares: Cenografia e design gráfico

Ana Martins: Revisão de textos

O belíssimo disco [Cantos da Língua] é seguramente um dos três melhores de 2006” (…). Além da incisiva declamação de José Rui Martins (por exemplo, “Saldo Negativo” é um soco no estômago), o projecto conta com a participação de músicos de luxo”



Carlos Bartilotti, in Crónicas da Terra, 30 Março 2007

FIL’MUS

Produção ACERT




Sex, 16 Dez'11, 14:30 e 18:30 (Escolas do Concelho)

Auditório 1

M/4 | 50 min





Um espectáculo ousado criativamente e emocionalmente emotivo para encantar públicos de todas as idades.


A fusão de uma sessão de cinema com o universo televisivo permite reavivar memórias, reviver momentos que estavam no baú do esquecimento. Associada à imagem, a música, interpretada ao vivo, terá um papel essencial na viagem ao encontro dessas recordações, numa sessão de cinemamusicofonia.

Cinco músicos usam a sua arte ao serviço da sétima arte e pintam de sons as cores (ou o preto e branco) do grande ecrã.
Acolhido com um sorriso musical, o público desliga o telemóvel ao som o célebre "tou xim" e, antes que se aperceba, já cantarola jingles inesquecíveis. É então lançado numa queda vertiginosa por uma odisseia do tempo, passando por agentes secretos, intrépidos aventureiros e personagens memoráveis, que desemboca no barco a vapor onde se estreou o rato mais famoso do mundo. Nesta animação consegue-se o tributo ao cinema e à música, objectivo principal do nosso espectáculo. Por fim, mas não por último, vê-se e ouve-se Chaplin, numa peça que, entre risos e emoções, prende a assistência até ao acorde final.

Quem assiste sai da sala com vontade de segurar cadeiras com os dentes, cantar a plenos pulmões e traulitar excertos musicais que teimam em ficar no ouvido e na retina.



FICHA TÉCNICA
André Cardoso: guitarra

Manuel Maio: violino

Miguel Cardoso: contrabaixo

Nuno Silva: acordeão

Rui Lúcio: percussão
Concepção e direcção: Miguel Cardoso

Composição musical ‘Rua da Paz’: Manuel Maio (apoio à execução de André Cardoso)

Arranjo musical ‘Steamboat Willie’: Rui Lúcio

Outros arranjos: Miguel Cardoso

Vídeo: Zito Marques

Som: Luis Viegas e Cajó Viegas

Desenho luz: Paulo Neto

Desenho gráfico: Zé Tavares

Fotografia: Carlos Fernandes

Agradecimentos: Mistério Juvenil

Produção: ACERT 2010
www.acert.pt/filmus/

Personagens em Fuga


Produção – Trigo Limpo teatro ACERT

Apresentação Final da Formação de Teatro – Nível II

Sáb, 17 Dez’11, 21h45

Auditório 1 | Entrada livre – Confirmação antecipada

M/6 | 45 min



Exercício final de mais um Curso de Formação Teatral, este espectáculo sobe ao palco para comemorar os 35 anos do TRIGO LIMPO teatro ACERT.



Em ano de grande celebração, subimos ao sótão e abrimos o baú da companhia ACERTina. Depois de muito vasculhar, ‘roubámos’ uma série de textos e personagens que, algo empoeirados pelo tempo, permaneciam vivos na memória. Soprámos o pó, arejámos o material e pusemos tudo ao sol… mas eis que – aproveitando uma distracção nossa! – tais protagonistas se puseram em fuga das suas próprias histórias…

Iniciada em Outubro, a formação teatral que está a preparar esta peça subiu a fasquia para um nível mais avançado, uma vez que os seus participantes apresentam já algum domínio de conhecimentos e técnicas essenciais inerentes ao trabalho cénico.

As duas últimas edições do Curso privilegiaram sobretudo o movimento do corpo no espaço e o grupo enquanto unidade fundamental, bem como a intensidade do gesto e da expressão. Este ano teremos tudo isso, é certo, mas também a palavra e o texto, com toda a complexidade que estes elementos representam.


Ficha Técnica e Artística

Dramaturgia e direcção: Ilda Teixeira

Interpretação: Ana André, Carlos Rodrigues, Carla Almeida, Eduarda Figueiredo, Filipa Fonseca, Jorge Manuel Nascimento, Jorge Nascimento, Orlando Pinto, Patrícia Moura, Ricardo Ventura, Susana Duarte, Teresa Couto

Desenho de luz: Paulo Neto

Vídeo: Zito Marques

Som: Cajó Viegas

Produção: TRIGO LIMPO teatro ACERT
www.acert.pt/formacao

PREÇOS


  • Bilhetes: Sócio 5 € | Normal 7.50 € | Descontos* 6 €

  • Caderneta (6 Espectáculos): Sócio 20 € | Normal 35 € | Descontos* 30 €
* Descontos para estudantes, reformados e portadores de cartão jovem

  • Famílias: gratuitos para menores de16 anos, acompanhados dos pais.

HORÁRIO DOS ESPECTÁCULOS



  • Início dos espectáculos às 21.45h e café-teatro às 23.30h

HORÁRIO DA BILHETEIRA/LOJA



  • 2ª Feira 9:30h às 13:00h e 14:00h às 18:00h

  • 3ª a 6ª Feira 9:30h às 13:00h e 14:00h às 20:00h*

  • Sábado 15:00h às 18:00h e 19:00h às 22:00h

  • Domingo e Feriados 15:00h às 18:00h e 19:00h às 22:00h
* Em dias de programação encerra às 22:00h

RESERVAS


  • Poderão ser efectuadas através do tel. 232 814 410 ou do email reservas@acert.pt, e deverão ser levantadas até ás 16:00h do dia do espectáculo.

INFORMAÇÕES


ACERT Associação Cultural e Recreativa de Tondela


Rua Dr. Ricardo Mota, s/n
3460-613 Tondela


t. 232 814 400


f. 232 814 409




email: reservas@acert.pt

web: www.acert.pt/finta



Página
FINTA | 17º festival internacional de teatro ACERT | 30 Nov a 17 Dez 2011 | Tondela


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