Fotografia no plural



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FOTOGRAFIA NO PLURAL”

O evento ocorrerá de 15 a 19 de agosto de 2011, no ILA FURG, inserindo-se na programação do 2º Festival Fotográfico de Inverno promovido pelo Ponto de Cultura ArtEstação e incluindo diversas atividades:


Dia 15/08 (2ª feira), das 17h às 19h.



Conversa com o artista Claudio Maciel sobre processos de criação e poética em fotografia.

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Dia 16/08 (3ª feira), das 17h às 19h.
Mostra de Fotografia dos alunos do curso Artes Visuais ILA FURG

Palestra: Um tributo a Thomas Farkas – da fotografia ao documentário - com Marcelo Gobatto.

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Dia 17/08 (4ª feira), das 14h30 às 20h30
Fotografia pelo Cinema – 3x1: Mostra dos filmes – Cortina de Fumaça, A prova e A pele.

14h30m - Cortina de Fumaça (Smoke). Dir. Wayne Wang. EUA, 1995, 112 min., cor.
16h30m - A Prova (Proof). Dir. e roteiro: Jocelyn Moorhouse. Austrália, 1991,86 min., cor.
18h30m - A Pele (Fur: An Imaginary Portrait of Diane). Dir. Steven Shainberg. EUA, 2006, 120 min., cor.
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Dia 18/08 (5ª feira),

Das 14h às 15h.
A fotografia com câmara obscura - relato de pesquisa de Juliana Angeli/artista visual e professora da UFPEL.

Das 15h às 16h.


Grupo Olhos de Lata: Graziele Gomes, Juliana Charnaud e Luísa Planella/ acadêmicas do curso de Artes Visuais UFPEL.

Das 16h às 17h.


A técnica da fotografia com câmara obscura

Juliana Angeli, Graziele Gomes, Juliana Charnaud e Luísa Planella


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Sobre Thomaz Farkas

Fotógrafo, produtor e documentarista. Thomaz nasceu em Budapeste em 1924 e veio para o Brasil com 6 anos. É fotógrafo premiado e registrou imagens preciosas com sua Leica. Produziu os o longa Brasil Verdade e os filmes da Caravana Farkas.

“Farkas é muito discreto em relação à sua obra, e isso pode ser um dos fatores que o levou a ‘esquecer’ esse conjunto de fotografias produzido em 1975, quando teve oportunidade, a convite de Geraldo Sarno e de Paulo Vanzolini, de participar de uma expedição científica ao rio Negro, na região Norte do Brasil.


Rubens Fernandes Junior em Notas de viagem, de Thomaz Farkas

“(...) Ele produz uma fotografia direta que provoca uma nova maneira de ver, capaz de desorientar os sentidos e nos conduzir a estranhos silêncios. A renovação é a tônica do seu trabalho porque, além de situar a fotografia no terreno da expressão artística, interroga-a permanentemente.

Um diferenciado conjunto visual, carregado de emoção, que se transformou numa das experiências mais criativas da fotografia brasileira.

Perdemos Thomaz Farkas, um amigo carinhoso que vivia sob o signo intenso da paixão, mas suas lições e suas fotografias estarão presentes para todo o sempre em nossas memórias. Viva! Viva a fotografia!


Viva Farkas! Rubens Fernandes Junior é pesquisador e crítico de fotografia



SINOPSES
Cortina de Fumaça.
Dono de uma tabacaria há 13 anos, homem todas as manhãs tira uma fotografia de seu estabalecimento. Aparentemente iguais, as imagens têm sutis diferenças percebidas apenas pelo homem. Seu estranho hobby um dia é descoberto por escritor amargurdado pela morte da esposa.

A Prova. Uma mistura de drama e humor negro na história de Martin (Hugo Weaving), um homem cego que acha que estão sempre lhe enganando. Na infância, ele pensava que sua mãe mentia quando descrevia as coisas e paisagens. Adulto, apesar de cego, ele virou um fotógrafo, mas continua achando que o enganam. Ele tem um relacionamento de amor e ódio com Celia (Genevieve Picot), a mulher que cuida de sua casa. Quando ele conhece e se torna amigo de Andy (Russel Crowe), surge um complicado triângulo amoroso: Andy se apaixona por Celia, mas ela tem ciúmes da amizade dos dois e trama um plano para que Martin fique decepcionado com o novo amigo. Premiado pelo Australian Film Institute e na Mostra Internacional de São Paulo.
Ver: Crítica Ronaldo Entler - Ensaio sobre a incompletude

A Pele
. Casada com um homem mais velho, Diane Arbus passou muito tempo procurando o seu próprio destino. Ela sente que falta algo em sua vida – que encontra em seu vizinho, o misterioso e inacessível Lionel. Inicialmente, a fotógrafa fica assustada...e, ao mesmo tempo, atraída por ele. Começa então uma estranha e intensa paixão, uma viagem ao fundo das emoções e da alma desta bela mulher, em um jogo de sedução que promete transformá-la para sempre. Baseado em uma história real.

Atividades: A fotografia com câmara obscura

Objetivos

Geral

Trabalhar a linguagem da fotografia como expressão, a partir da apresentação de pesquisas relacionadas com a técnica e da realização de oficina na busca de resultados poéticos alternativos de acordo com os interesse dos participantes.


Específicos

- Apresentar a técnica da fotografia com câmara obscura e seu processo na obtenção de imagens;

- Apresentar a produção artística contemporânea relacionada à técnica;

- Analisar as características do processo;

- Discutir sobre linguagem fotográfica.
Justificativa

A fotografia em câmara obscura é um método de obtenção de imagens através de meios simples que dispensam a máquina fotográfica. Através de um minúsculo orifício feito na superfície da câmara os raios luminosos da cena exterior à ela, serão fixados em um suporte sensível em seu interior.

Este processo fotográfico remete às origens da fotografia tal como a conhecemos hoje, sendo de fundamental importância para compreensão dos fenômenos óticos responsáveis pela formação da imagem no interior da máquina fotográfica.
Metodologia

2 dias de atividade
Durante o curso será realizado um dia de palestras contendo embasamento histórico e teórico da câmara obscura e a apresentação das pesquisas realizadas pela profa. Juliana Angeli (UFPEL) e das acadêmicas do curso de Artes Visuais da Ufpel, Graziele Gomes, Juliana Charnaud e Luísa planella do Grupo Olhos de Lata.
No segundo dia de atividades será realizada uma oficina de fotografia com câmara obscura voltada para obtenção de imagens e revelação dos negativos produzidos pelos alunos.

Súmula

Apresentação da pesquisa da prof. Juliana Angeli

Apresentação da pesquisa do Grupo Olhos de Lata

Aula teórica sobre os princípios de formação da imagem

Apresentação em powerpoint com imagens de artistas contemporâneos que utilizam a técnica.

Explicação sobre a abertura da câmara obscura (f-stop) e medição de luz (fotometragem).

Obtenção e revelação de imagens negativas.

Discussão sobre os resultados obtidos.



Currículos resumidos
J

uliana Corrêa Hermes Angeli

Porto Alegre, 1977

contato: julianaangeli@gmail.com


Bacharel em Artes Plásticas com ênfase em Fotografia (1999) no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestre em História, Teoria e Crítica de Arte (2007) pelo Programa de Pós Graduação em Artes Visuais, na mesma instituição.
Atuou como professora na Universidade da Região da Campanha – Urcamp - Campus São Gabriel no curso de Licenciatura em Artes Visuais (2005-2007) e na Universidade do Vale do Rio do Sinos – Unisinos - nos cursos de Gestão Cultural e Produtores e Músicos de Rock (2009-2011).
Como pesquisadora e produtora cultural realizou trabalhos para instituições como Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Santander Cultural, Itaú Cultural, Bienal de Design de Curitiba, Instituto Venturi para Estudos Ambientais e Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul.
Em seu trabalho visual pesquisa a fotografia com câmara obscura, tendo ministrados diversos cursos sobre a técnica. Integrou o grupo Clube da Lata (1999-2003) cujo o projeto O Lado de Dentro do Outdoor, exibido no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, foi selecionado para a exposição Panorama da Arte Brasileira 2001, nos Museus de Arte Moderna de São Paulo, do Rio de Janeiro e da Bahia.
Atualmente é professora de Fotografia do Curso de Artes Visuais na Universidade Federal de Pelotas.

Grupo Olhos de Lata (http://www.wix.com/olhosdelata/oficinaolhosdelata)

Formado em 2010 pelas acadêmicas do Curso de Artes Visuais da UFPEL, Graziele Gomes, Juliana Charnaud e Luísa Planella, o Grupo Olhos de Lata surgiu do interesse em desenvolver a pesquisa em fotografia. Desde então, o grupo vem promovendo palestras, cursos, oficinas e debates, com o objetivo de expandir o conhecimento acerca da fotografia e suas possibilidades.


Além de desenvolver trabalho poético, o grupo vem direcionando ações educativas em universidades, escolas, eventos e programações culturais. São desenvolvidos trabalhos com a fotografia com câmara obscura e fotografia digital (Light Painting).
O Grupo Olhos de Lata atualmente passou a ser integrante do Cineclub, projeto realizado pela Radiocom. O objetivo do projeto viabiliza analisar e discutir questões referentes a diversas temáticas selecionadas pelos integrantes do Cineclub, do qual, o grupo abarca a fotografia de forma geral, ressaltando sua importância e valorização por meio de filmes e documentários.


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