FundaçÃo getulio vargas divisão de tecnologia da informaçÃO



Baixar 482.75 Kb.
Encontro21.07.2016
Tamanho482.75 Kb.

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS

DIVISÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO


REDE BIBLIODATA

MANUAL AUTORIDADES DE NOMES

METODOLOGIA

Rio de Janeiro

1990

INTRODUÇÃO

O conteúdo básico desta publicação é constituído de normas especiais, que complementam as regras usadas pela Rede Biibliodata e estabelecidas no Código Anglo-Americano (AACR2), em sua 2ª edição.


O objetivo maior do trabalho, que deverá ser ampliado paulatinamente na medida das necessidades, é a normalização dos nomes pessoais e entidades coletivas, indispensável à recuperação das informações contidas na Base de Dados.
Cabe assinalar que a publicação desse Manual deve-se ao esforço conjunto dos representantes da Biblioteca Nacional e das Bibliotecas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Fundação Getulio Vargas e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

SUMÁRIO

Introdução

Entradas para nomes pessoais

Entradas para entidades

Entradas para títulos uniformes

Normas para a elaboração das fichas de autoridade


Remissivas

Abreviaturas e símbolos convencionais

Datas

Notas especiais



Pesquisa - Metodologia

Fontes de pesquisa e lista de abreviaturas

Modelos de fichas

Apêndice
Tradução de termos



ENTRADAS PARA NOMES PESSOAIS

Os itens assinalados correspondem:


(1) Extraído do documento da 2ª Reunião sobre Normalização, BN/RJ
(2) Resolução da Comissão Técnica de Catalogação do BIBLIDATA



  1. NOMES PORTUGUESES E BRASILEIROS



1.1 Determinação das formas de entrada
Para determinar a forma de entrada de nomes portugueses e brasileiros, adotar os seguintes critérios nesta ordem de preferência:
a) maior freqüência com que o autor aparece nas obras, levando em consideração a pesquisa no Catálogo Coletivo do BIBLIODATA, após barra (/);
b) a forma de autoria que aparecer na obra mais recente;
c) pesquisa em fontes de referência.

1.2 Formas variantes de nome (livros e periódicos)
Para o nome de um autor que apareça de forma diferente em livros e periódicos, adotar o seguinte critério:
a) dar preferência à forma encontrada no livro;
b) caso a 1ª fonte de informação seja em periódico, adotar a forma nele encontrada.


    1. Grafia (1)

a) adotar a grafia encontrada na fonte principal de informação;


b) no caso de grafias variantes e sendo uma delas resultante da reforma ortográfica aprovada em 1942, dar preferência à forma na fonte principal de informação mais recente.
ex.: antes da reforma - Ruy Barbosa

depois da reforma - Rui Barbosa

forma adotada - Rui Barbosa
c) para autores com obras editadas somente antes da reforma ortográfica aprovada em 1942, seguir a grafia das fontes de referência atuais. Não sendo encontrado em fontes de referência atuais adotar a grafia da fonte principal de informação.

1.4 Nomes de família e/ou parentesco

a) para nome ou sobrenome seguidos da palavra Neto; Netto; Sobrinho ou Irmão, mesmo sendo nome de família, obedecer a mesma regra adotada para graus de parentesco.


ex.: Raul Miranda Neto

(“Neto” sendo nome de família)

usar: Miranda Neto, Raul
José Ferreira Irmão

(“Irmão” sendo nome de família)


usar: Ferreira Irmão, José
Gilberto, Neto

(“Neto” sendo nome de família)


usar: Gilberto Neto

b) para os autores brasileiros e portugueses, que usam a palavra Junior de forma abreviada (Jr.), adotá-lo como parte do sobrenome por extenso.


ex.: Alberto Ribeiro Jr.
usar: Ribeiro Junior, Alberto

1.5 Sobrenomes com prefixo

Para as entradas de nomes de autores brasileiros e portugueses, que tenham sobrenomes com prefixo, adotar o seguinte critério:

a) sobrenomes brasileiros e portugueses “que contêm artigo, preposição ou combinação de ambos”, dar a entrada pela parte do nome que segue o prefixo (ver regras 2.2.3 e 2.2.3.1 - Apêndice à Edição Brasileira do AACR2 - v. 2).
ex.: Ávila, Angelo d’

Almeida, Ana Maria de

Costa, Dilvanir José da

b) nomes brasileiros e portugueses com sobrenomes de origem estrangeira, dar entrada de acordo com a regra correspondente à lingua de origem deste sobrenome (AACR2 22.5D).

ex.: D’Amore, Domingos (origem italiana)

De Benedictis, Osvaldo Francisco (origem italiana)

De Morgan, Francisco (origem inglesa)
1.6 Pseudônimos
Adotar a Regra 1.2.3 - Apêndice à edição brasileira do AACR2, v.2 (Entradas para nomes da língua portuguesa)
1.6.1 Nome predominante
Escolher a forma mais usada pelo autor, pseudônimo(s) ou nome verdadeiro. Fazer remissiva das formas não adotadas.
a) pseudônimo
ex.: Pixinguinha (pseudônimo usado pelo autor)

Alfredo da Rocha Viana Filho (nome verdadeiro do autor)


usar: Pixinguinha

X Viana Filho, Alfredo da Rocha


b) nome verdadeiro
ex.: Alceu Amoroso Lima (nome verdadeiro do autor)

Tristão de Athayde (pseudônimo usado pelo autor



usar: Lima, Alceu Amoroso, 1893-1983

X Athayde, Tristão de, 1893-1983





      1. Nenhum nome predominante

Usar o nome verdadeiro ou o pseudônimo, conforme se apresenta na publicação. Fazer remissiva xx da(s) outra(s) forma(s).


ex.: Malba Tahan (pseudônimo usado pelo autor)

Julio Cesar de Mello e Souza (nome verdadeiro do autor)
usar: Malba Tahan

xx Souza, Julio Cesar de Mello e


Alvarus (como cartunista)

Alvaro Cotrim (nome verdadeiro do autor)




usar: Alvarus

xx Cotrim, Alvaro



2. NOMES ESTRANGEIROS

2.1 Determinação das formas de entrada
Para determinar a forma de entrada de nomes estrangeiros, dar preferência à adotada no Catálogo de Autoridade da Library of Congress.
Caso a Biblioteca não possua o referido catálogo ou não tenha sido encontrada a autoria em outras fontes de pesquisa, adotar os seguintes critérios:
a) maior freqüência com que o autor é mencionado em suas obras;

b) a forma de autoria que aparecer na obra mais recente.



2.2 Títulos honoríficos
Usar os títulos honoríficos britânicos sempre depois dos prenomes, a fim de facilitar a alfabetação por computador.
ex.: More, Sir Thomas (AACR2 - Regra 22.12B)
usar: More, Thomas, Sir
2.3 Nomes russos

Para os nomes russos encontrados com variantes ortográficas usar:

a) como forma de apresentação - Catálogo de Autoridade da LC
b) como grafia - Fontes nacionais: Delta; Koogan; Larousse; Mirador ou a própria obra, se estiver em português.

ex.: Forma de apresentação


Lenin, Vladimir Ilich

LC Name Aut., 1977-1985



Grafia
Lenin, Vladimir Ilitch Vlianov

Koogan


Forma usada pelo BIBLIODATA
Lenin, Vladimir Ilitch



    1. Pseudônimos

Para os nomes estrangeiros, adotar sempre a forma usada no Catálogo de Autoridade da LC, devido à dificuldade de se conhecer a forma predominante usada pelo autor, pseudônimo(s) ou nome verdadeiro (AACR2 - Regra 22.2C). Fazer todas as remissivas X e referência XX usadas pela LC.


2.4.1 Nome predominante
Roger Parkinson (nome verdadeiro do autor)

Mathew Holden (pseudônimo usado pelo autor)


usar: Parkinson, Roger, 1939-1978

x Holden, Mathew, 1939-1978

LC Name Aut., 1977-1984
2.4.2 Nenhum nome predominante
Dean Koontz (nome verdadeiro)

Brian Coffey (pseudônimo)

K.R. Dwyer (pseudônimo)

David Axton (pseudônimo)


usar: Koontz, Dean, 1945 -

x Koontz, Dean R., 1945 -

xx Coffey, Brian

xx Dwyer, K.R.

xx Axton, David

LC Name Aut., 1977/March 1984



2.4.3 Casos especiais

Pseudônimos usados em colaboração entre dois ou mais autores:


- William Breit (nome verdadeiro do autor)

Marshall Jevons (pseudônimo usado pelo autor)


usar: Breit, William, 1933 -

Para obras deste autor, escritas em colaboração com William Breit, ver sob o pseudônimo Jevons, Marshall.

xx Jevons, Marshall.

LCC Name Aut., 1977-1985

- Kenneth G. Elzinga (nome verdadeiro do autor)

- Marshall Jevons (pseudônimo usado pelo autor)


usar: Elzinga, Kenneth G., 1941 -

Para obras deste autor, escritas em colaboração com William Breit, ver sob o pseudônimo Jevons, Marshall.

xx Jevons, Marshall

LC Name Aut., 1977-1985

- Marshall Jevons (pseudônimo usado pelo autor)
usar: Jevons, Marshall

Marshal Jevons é o pseudônimo comum de William Breit e Kenneth G. Elzinga

em obras escritas em colaboração.

xx Breit, William, 1933 -

xx Elzinga, Kenneth G., 1914 -

LC Name Aut., 1977-1984 (dn)


Observação
Não usar datas de nascimento e morte nos pseudônimos, quando se relacionam a dois ou mais autores.

ENTRADAS PARA ENTIDADES

Os itens assinalados correspondem:


(1) Extraído do documento da 2ª Reunião sobre Normalização, BN/RJ

(2) Resolução da Comissão Técnica de Catalogação do BIBLIODATA


1. ENTIDADES BRASILEIRAS
1.1 Entidades governamentais (1)

Entidades subordinadas
A segunda edição do Código de Catalogação Anglo Americano (AACR2) trata dos cabeçalhos para entidades coletivas governamentais nas regras 24.17 a 24.26. Na regra 24.18 referente a entidades que entram subordinadamente, em certos casos cada país deve estabelecer seus próprios critérios. Diante disso, o Grupo de Trabalho recomenda:
Tipo 1

- Considerar para o Brasil como termos que, por definição, indicam que a entidade é parte de outra, os seguintes:

departamento

divisão


seção

setor


Nota: Quando o nome geográfico fizer parte do nome da entidade, omiti-lo do final, antepondo-o ao cabeçalho.

ex.: Brasil. Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.

Brasil. Ministério da Agricultura. Departamento de Pessoal.

Bahia. Departamento de Estradas de Rodagem (nome da entidade

Departamento de Estradas de Rodagem do Estado da Bahia).
Tipo 2
a) Considerar para o Brasil como termos, que normalmente implicam em subordinação administrativa, os seguintes:
Assessoria

Bureau


Câmara

Consultoria

Coordenação

Coordenadoria

Delegação

Delegacia

Diretório

Equipe


Escritório

Gabinete


Inspetoria

Núcleo


Procuradoria

Repartição

Representação

Secretaria

Unidade
Nota: Não considerar para o Brasil como termos, que normalmente implicam em subordinação administrativa os seguintes:
Agência

Centro


Comissão

Comitê


Companhia (2)

Conselho


Grupo Executivo

Programa


Projeto

Serviço


Superintendência
Tipo 3
- Revisão
Fazer entrada direta para entidades cujos nomes não são únicos, nos seguintes casos:
- Entidades cujos nomes contêm os termos: agência, centro, comissão, comitê, conselho, grupo executivo, programa, projeto, serviço, superintendência, desde que:

a) O nome da entidade maior não seja necessário para sua identificação. Neste caso acrescentar o qualificativo geográfico no final do cabeçalho.

ex.: Centro de Recursos Ambientais (BA)
mas
Bahia. Secretaria de Segurança Pública. Centro de Informação

b) Somente o nome do governo seja necessário para a identificação. Neste caso, acrescentar o qualificativo geográfico no final do cabeçalho.

ex.: Conselho Estadual de Educação (SP)

Conselho Estadual de Educação (MG)


Instituições (bibliotecas, escolas, laboratórios, hospitais, arquivos, institutos etc.) desde que:
a) O nome da entidade maior não seja necessário para sua identificação. Neste caso, acrescentar o qualificativo geográfico no final do cabeçalho.
ex.: Biblioteca Central de Educação (BA)
mas
Universidade de Brasília. Biblioteca Central
b) Somente o nome do governo seja necessário para sua identificação. Neste caso, acrescentar o qualificativo geográfico no final do cabeçalho.

ex.: Biblioteca Pública Municipal (Campina Grande, PB)

Biblioteca Pública Municipal (Lages, SC)

Biblioteca Pública do Estado (RS)

Biblioteca Pública do Estado (SC)

Biblioteca Nacional (Brasil)

Instituto Estadual do Livro (RJ)

Instituto Estadual do Livro (RS)

outros exemplos:
Arquivo Público (BA)

Arquivo Nacional (Brasil)

Arquivo Público Estadual (ES)
c) A instituição tenha um nome característico. Neste caso, acrescentar o qualificativo geográfico, no final do cabeçalho.
ex.: Biblioteca Rui Barbosa (Ribeiro do Pinhal, PR)

Biblioteca Rui Barbosa (Prudentópolis, PR)



Tipo 4
- Fazer entrada subordinada para Ministérios ou entidades executivas de caráter semelhante.
ex.: Brasil. Departamento Administrativo do Serviço Público.

Brasil. Secretaria de Planejamento da Presidência da República.


(ambos têm nível ministerial)
Brasil. Ministério da Agricultura
Tipos 5 a 10
- Fazer entrada subordinada para: poder legislativo, poder judiciário, forças armadas, chefes de estado, embaixadas, consulados e delegações internacionais.
ex.: Brasil. Congresso. Câmara dos Deputados

Brasil. Tribunal Superior Eleitoral

Brasil. Exército

Brasil. Presidente

Brasil. Embaixada (França)

Estados Unidos. Consulate (Rio de Janeiro, RJ)


1.1.1 Secretarias de Estado (2)

Não incluir as palavras Estado, negócios, etc. nas entradas destas instituições. Não fazer remissiva do seu nome completo.


ex.: Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura
usar: São Paulo (Estado). Secretaria da Agricultura.
Observação:
Norma baseada em Cabeçalhos uniformes para entidades coletivas - Associação Paulista de Bibliotecários.

1.1.2 Siglas de entidades. Normas gerais (1)
- Usar as siglas sempre em caixa alta.
ex.: EMBRAPA

- Não usar sigla quando a palavra for constituída só de 3 letras.

- Não usar ponto para separar as siglas (2)
ex.: I.N.P.S.
usar: INPS

- Não usar siglas para os seguintes tipos de entidade:


Bancos

Comissões

Congressos

Conselhos

Escolas

Faculdades



Universidades

Exceção: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

usar: CNPq

- Não usar siglas para entidades que têm entrada subordinada.


- Não usar siglas para entidades governamentais a nível estadual ou municipal.
1.1.2.1 Entidades governamentais federais do Poder Executivo que entram por siglas (1)
AÇOMINAS - Aço Minas Gerais S/A
ARSA - Aeroportos do Rio de Janeiro S/A
BINAGRI - Biblioteca Nacional de Agricultura
BIREME - (antiga) Biblioteca Regional de Medicina e Ciências da Saúde

(atual) Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação

em Ciências da Saúde (2)
BRASPETRO - Petrobrás Internacional S/A
CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
CEBRAE - Centro Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa
CENAFOR - Fundação Centro Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal

para a Formação Profissional


CIBRAZEN - Companhia Brasileira de Armazenamento
COBAL - Companhia Brasileira de Alimentos
CODEBAR - Companhia de Desenvolvimento de Barcarena
CODEVASF - Companhia de Desenvolvimento do Vale do São

Francisco


COFAVI - Companhia Ferro e Aço de Vitória S/A
COSIM - Companhia Siderúrgica de Mogi das Cruzes
COSIPA - Companhia Siderúrgica Paulista
DATAPREV - Empresa de Processamento de Dados da Previdência

Social
DOCEGEO - Rio Doce Geologia e Mineração S/A

DOCENAVE - Vale do Rio Doce Navegação S/A
ELETROBRÁS - Centrais Elétricas Brasileiras S/A
ELETRONORTE - Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A
ELETROSUL - Centrais Elétricas do Sul do Brasil S/A
EMBRAER - Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A
EMBRAFILME - Empresa Brasileira de Filmes S/A
EMBRAMEC - Mecânica Brasileira S/A
EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
EMBRATEL - Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A
EMBRATER - Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão

Rural
EMBRATUR - Empresa Brasileira de Turismo


ENASA - Empresa de Navegação da Amazônia S/A

ENGEFER - Empresa de Engenharia Ferroviária S/A


ESCELSA - Espírito Santo Centrais Elétricas S/A
FENAME - Fundação Nacional de Material Escolar
FERTIBRAS - Petrobrás Fertilizantes S/A
FIBASE - Insumos Básicos S/A Financiamentos e Participações
FINAME - Agência Especial de Financiamento Industrial
FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos
FRANAVE - Companhia de Navegação do Bem-Estar do Menor
FUNAI - Fundação Nacional do Índio
FUNARTE - Fundação Nacional de Arte
FUNDACENTRO - Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e

Medicina do Trabalho

FUNRURAL - Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (2)
GEIPOT - Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes
IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais

Renováveis


IBBD - Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação
IBGE - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
INPS - Instituto Nacional de Previdência Social
IAPAS - Instituto de Administração Financeira de Previdência e

Assistência Social


IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
IMBEL - Indústria de Material Bélico do Brasil
INAMPS - Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência

Social


INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade

Industrial

INTERBRÁS - Petrobrás Comércio Internacional S/A
IPASE - Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado

(2)


IPEA - Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro
MOBRAL - Fundação Movimento Brasileiro de Alfabetização
NUCLAN - Nuclebrás Auxiliar de Mineração S/A
NUCLEBRÁS - Empresas Nucleares Brasileiras S/A
NUCLEMON - Nuclebrás de Monazita e Associados Ltda.
NUCLEN - Nuclebrás Engenharia S/A
NUCLEP - Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A
NUCLET - Nuclebrás Enriquecimento Isotópico S/A
PETROBRÁS - Petróleo Brasileiro S/A
PETROQUISA - Petrobrás Química S/A
RADIOBRÁS - Empresa Brasileira de Radiofusão S/A
SENAC - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (2)
SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (2)
SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados
SESC - Serviço Social do Comércio (2)
SESI - Serviço Social da Indústria
SIDERBRÁS - Siderurgia Brasileira SA
SUCESU - Sociedade dos Usuários de Computadores e Equipamentos Subsidiários (2)
SUDAM - Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia
SUDECO - Superintendência do Desenvolvimento da Região Centro-

Oeste
SUDENE - Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste


SUDEPE - Superintendência do Desenvolvimento da Pesca
SUDESUL - Superintendência do Desenvolvimento da Região Sul
SUDHEVEA - Superintendência da Borracha
SUFRAMA - Superintendência da Zona Franca de Manaus
SUNAB - Superintendência Nacional de Abastecimento
SUNAMAM - Superintendência Nacional da Marinha Mercante
SUSEP - Superintendência de Seguros Privados
TASA - Telecomunicações Brasileiras S/A
TELEBRÁS - Telecomunicações Brasileiras S/A
TERMISA - Terminais Salineiros do Rio Grande do Norte S/A
USIBA - Usina Siderúrgica da Bahia S/A
USIMINAS - Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A
VALEFERTIL - Fertilizantes Vale do Rio Grande S/A
VALEP - Mineração Vale do Paraíba S/A

1.2 Autoridades governamentais (2)
1.2.1 Prefeitos
Adotar, para prefeitos, a mesma regra que é usada para presidentes e governadores (AACR2 Regra 24.20B).
Ex. Rio de Janeiro (RJ). Prefeito (1986- : Saturnino Braga)


1.3 Autoridades religiosas (2)
1.3.1 Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB
Entrar direto pela Conferência. Fazer remissiva para a entrada em Igreja Católica.
Ex. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

x Igreja Católica. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

x CNBB
1.4 Nomes convencionais (1)
Se uma entidade é melhor identificada por seu nome convencional, dar preferência a esta forma:
Ex. IBGE

não

Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


não

Fundação IBGE


Projeto Rondon

não

Fundação Projeto Rondon



não

PRORONDON


Legião Brasileira de Assistência

não

Fundação Legião Brasileira de Assistência



não

LBA
1.5 Universidades (2)


a) Faculdades, Centros, Institutos, Departamentos, etc.
Não usar a subdivisão da unidade administrativa intermediária, em escala hierárquica. Fazer remissiva do nome completo.
Ex. Universidade de São Paulo. Departamento de História x Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia. Departamento

de História


b) Cursos de Universidades


Os Cursos de Universidades não entrarão na hierarquia. Dar a entrada até o nível imediatamente superior.
Ex. Universidade Federal do Maranhão. Centro de Ciências da Saúde.

x Universidade Federal do Maranhão. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Odontologia.


c) Programas de Universidades
Os programas de Universidades entrarão subordinados diretamente à Universidade
Ex. Universidade Federal de Sergipe Programa de Documentação e Pesquisa Histórica

x Universidade Federal de Sergipe. Centro de Educação e de Ciências Humanas. Programa de Documentação e Pesquisa Histórica


. Programas de Pós-Graduação, Programas de Mestrado e Cursos de Pós-Graduação
Não entrarão na hierarquia. Dar a entrada até o nível imediatamente superior
Ex. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Arquitetura

x Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Faculdade de Arquitetura. Programa de Pós-Graduação em Planejamento

Urbano e Regional.

d) Sistemas e Redes ligados à Universidade
Para Sistemas e Redes ligados à Universidade dar a entrada subordinada à Universidade
Ex. Universidade de São Paulo. Sistemas de Bibliotecas

x Sistema de Bibliotecas da USP


e) Museus e Arquivos de Universidades
Para Museus e Arquivos de Universidades, dar a entrada e localizar geograficamente pelo estado, mesmo que não tenham um nome próprio
Ex. Arquivo de Historia Contemporânea (SP)

x Universidade Federal de São Carlos. Arquivo de História Contemporânea


f) Fundações Universidades

 As entradas em Fundação Universidade ficarão restritas aos estatutos, boletins etc. da Fundação

Ex. Fundação Universidade de Uberlândia

Estatuto da ....


 Os Centros, Institutos e Departamentos entrarão subordinados à Universidade.

Ex. Universidade Federal de Minas Gerais. Departamento de Bioquímica e Imunologia


 No Catálogo de Autoridade, para cada Fundação Universidade será feita uma ficha da seguinte forma:
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Entidade mantenedora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. As faculdades, centros, departamentos etc. terão entrada subordinada à Universidade.


xx Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Para a Universidade será feita a seguinte ficha:


Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Mantida pela Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul


xx Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul


1.6 Entidades que levam aspas no nome (2)
Para entidades, cujo nome aparece com aspas (“”), adotar sempre a entrada sem o uso de aspas.

Ex. Escola Técnica “Celso Suckow da Fonseca”

Usar:

Escola Técnica Celso Suckow da Fonseca


1.7 Qualificativo geográfico (1)
Não acrescentar qualificativo geográfico aos nomes de entidades, nos seguintes casos:
- Entidades que têm entrada subordinada

  • Entidades que possuem um nome geográfico em seu próprio nome

  • Entidades que possuem nomes de pessoas em seu próprio nome, exceto no caso de nomes idênticos.

- Entidades que tem entrada por sigla

1.7.1 Entidades com a palavra “nacional” no nome (2)
Acrescentar sempre o qualificativo geográfico às entidades que incluem a palavra nacional em seu nome, mesmo que ela não seja governamental.
Ex: Centro Nacional de Desenvolvimento Micrográfico (Brasil)
Observação:
Essa entidade não está ligada a nenhum órgão do governo.
1.8 Grafia
1.8.1 Grafia antiga (1)
a) Se a grafia antiga do nome de uma entidade tiver sido alterada pela reforma ortográfica, adotar a grafia nova.
Ex. Arquivo Nacional (Brasil)

x Arquivo Público do Império (Brasil)


b) Instituto Brasileiro de Filosofia. Seção do Ceará.
Se, posteriormente, forem encontradas publicações com a grafia modernizada, alterar a entrada, mesmo que já exista no Catálogo de Autoridade do BIBLIODATA.

2 ENTIDADES ESTRANGEIRAS *


2.1. Entidades internacionais e interamericanas
a) Traduzir para o português, nos seguintes casos:
 o órgão que pertencer às Nações Unidas.
Ex. Instituto de Pesquisa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social o Mirador
v ONU. Acronyms and abbreviations (Instituto de Investigaciones de las Naciones Unidas para el Desarrollo Social)
 a entidade que for traduzida em obras de referêcia nacionais.
Ex. Organização Mundial de Saúde

v LC Name Aut., 1977-1985 (World Health Organization)

v Mirador, 1975


  1. Dar a entrada, na língua inglesa, aos órgãos ou entidades que não estiverem enquadrados nos itens acima citados. Fazer as remissivas necessárias (ver D1.3)

* Para Congressos e Conferências adotar as mesmas normas deste item.

Ex. International Institute for Environment and Developpement

x Institut International pour l”environnement et le developpement

x Instituto Internacional para el Médio Ambiente y el desarrollo

v LC Name Aut., 1977-1985

v Yrbk. Int. Org., 1983-1984

o Mirador, 1975



Observação
Se o nome da entidade não for encontrado em fontes de referência nacionais e vier traduzido para o português na obra a ser catalogada, levar em consideração esta tradução colocando em nota: “Tradução não autorizada em fonte de referência e sujeita à alteração”.
b) Quando uma entidade internacional ou interamericana, já traduzida, mudar o nome e seu nome atual não for encontrado em nenhuma fonte de referência, traduzi-lo e colocar em nota: “Tradução não autorizada em fonte de referência e sujeita à alteração”.
Observação
As duas entradas serão traduzidas e não ficarão uma em cada língua.
2.1.1 Nações Unidas
a) Língua
Para todas as entradas de órgãos das Nações Unidas usar a língua portuguesa, utilizando, como fontes, as obras de referências nacionais.

Na falta de informações nas fontes de referência nacionais, tomar como base, para tradução, a forma espanhola adotada no “List of acronyms and abbreviations”- Nações Unidas.

Se o órgão das Nações Unidas não constar das obras de referência nacionais e da obra acima citada, traduzi-lo e enviar a informação, através da ficha de autoridade, para a unidade central da Rede BIBLIODATA, que fará as pesquisas, que se fizerem necessárias, para a sua inclusão no Catálogo de Autoridade do BIBLIODATA.

Principais fontes para tradução:


- Encicoplédia Mirador

- ABC das Nações Unidas

- Almanaque Abril

- Nações Unidas. List of acronyms and abbreviations


b) Forma de Entrada


Dar a forma de entrada de acordo com o Catálogo de Autoridade da LC ou NUC, e traduzi-la conforme as fontes de referência acima citadas.
Ex. Nações Unidas. Departamento para Assuntos de Desarmamento.

x United Nations. Department for Disarmament Affairs

v LC Name Aut., 1977- 1985 (United Nations. Departament for Disarmament Affairs)

o Yrbk. int. org., 1983/84

o Mirador, 1975

o Alm. abril, 1988

o ONU. Acronyms and abbreviations, 1981

 Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico

x Organisation for Economic Co-operation and Development

v LC Name Aut., 1977-1985 (Organisation for Economic Co-operation and Development)

v Mirador, 1975

 Instituto de Pesquisa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social

x United Nations Research Institute for Social Development

v LC Name Aut., 1977-1985 (United Nations Research Institute for Social Development)

v ONU. Acronyms and abbreviations, 1981

o Mirador, 1975


Para órgãos subordinados, cuja entrada, adotada pela LC, traz o nome das Nações Unidas no final entre parênteses, dar entrada subordinada.
Ex. Entrada adotada pela LC
Centre for Social Development and Humanitarian Affairs (United Nations)

x United Nations. Centre for Social Development and Humanitariam Affairs



Entrada adotada pelo BIBLIODATA
Nações Unidas. Centro de Desenvolvimento Social e Assuntos Humanitários

v LC Name Aut., 1977-1985

v LC NUC, 1982

v ONU. Acronyms and abbreviations, 1981

o Mirador, 1975

2.2 Entidades Latino-Americanas

Traduzir sempre para o português, de acordo com fontes de referência nacionais.

Ex. Instituto Latino-Americano de Planejamento Econômico e Social

v Mirador, 1975

v LC Name Aut., 1977-1985 (Latin American Institute for Economic and Social Planning)

Caso a tradução oficial para o português não conste em fontes de referência nacionais, traduzir a forma usada em fontes estrangeiras.


Ex. Instituto Latino-Americano de Pesquisas Sociais

o Mirador

v ONU. Acronyms and abbreviations 1981 (Instituto Latinoamericano de Investigaciones Sociales)

v LC Name Aut, 1977-1985 (Instituto Latino-americano de Investigaciones Sociales)

Observação

Para fins de normalização, tomar como base, para tradução, a forma espanhola adotada no List of acronyms and abbreviations - Nações Unidas, caso a entidade conste nessa fonte de referência. Em caso contrário, traduzir a forma encontrada em outras fontes de referência estrangeiras.


Ex. Associação Latino-Americana de Pesquisa Institucional

v Yrbk. Int. Org., 1983/84 (Asociacion Latino americana de Investigacion Institucional)

o ONU. Acronyms and abbreviantions, 1981



2.3 Entidades Iberoamericanas
Dar a entrada das entidades liberoamericanas sempre em espanhol.
Ex. Asociacion Iberoamericana del Menor

2.4 Entidades em alfabetos não latinos

Para estas entidades, adotar a regra opcional 24.3A do AACR2, dando entrada na língua inglesa.


Ex. Academy of Sciences of the USSR

x Akademia nauk SSSR


Observação
No caso da KGB, usar sigla.
Entrada adotada pela LC

Soviet Union. Komitet gosudarstvennoi bezopasnosti


Entrada adotada pelo BIBLIODATA:
KGB

x União Soviética. Komitet gosudarstvennoi

bezopasnosti

x Soviet Union. Komitet gosudarstvennoi

bezopasnosti

v LC Name Aut., 1977-1983 (Soviet Union.

Komitet gosudarstvennoi bezopasnosti)

2.4.1 Embaixadas, Consulados, etc.
Para embaixadas, consulados, etc. (AACR2 Regra 24.25), que tiverem o subcabeçalho usado para o país representado em língua pouco acessível aos usuários, isto é, alfabeto não latino, usar a forma opcional da AACR2 Regra 24.3A. Nesse caso, adotar a língua inglesa fazendo remissiva, quando possível, da forma não usada.
Ex. Embaixada do Irã no Brasil
Usar:

Irã. Embassy (Brasil)

x Irã. Lafarat (Brasil)
2.5 Siglas de entidades. Normas gerais.
 Dar a entrada por sigla, de acordo com o Catalogo de Autoridade da LC, e, mesmo que elas sejam desconhecidas, devem ser conservadas.(2)
 usar as siglas sempre em caixa alta (1)
Ex. OPEP

Exceção: Unesco, AsIib


 Não usar sigla quando a palavra for constituída só de 3 letras.(1)

Exceção: FAO

KGB
 Não usar ponto para separar as siglas. (2)

Ex. U.N.I.C.E.F



Usar: UNICEF
Observacão:

O Catálogo de Autoridade da LC não usa sigla para FAO, OPEP e KGB porém foi decidido, em reunião, que seriam adotadas as siglas por serem muito conhecidas.



2.6 Órgão subordinados, que incluem em seus nomes a sigla do órgão

superior

a) Para orgãos subordinados, cujo nomes se iniciam com a sigla da entidade maior, foram tomadas as seguintes decisões:

 Dar a entrada pelo nome da entidade maior, por extenso, seguida do nome do orgão subordinado.

 Fazer remissiva para o nome do órgão, iniciado por sigla.

Ex. Entrada adotada pela LC

WHO Expert Committee on Vector Biology and Control

x World Health Organization. Expert Committee on Vector Biology and Control

Fonte: LC Name Aut.



Entrada adotada pelo BIBLIODATA

Organização Mundial da Saúde. Comitê de Especialistas em Biologia Vetorial e Controle

x WHO Expert Committee on Vector Biology and Control
Observação:
Foi usada a forma da remissiva da LC, nesse caso traduzida em virtude do órgão pertencer às Nações Unidas.
b) Conferência e Congressos
Para Conferências e Congressos, que iniciam seus nomes por sigla, foram tomadas as seguintes decisões:
 Omitir, na entrada principal, as siglas que antecedem o nome da Conferência, Congresso, etc.
 Fazer remissiva para nome da Conferência ou Congresso na forma com que se apresenta. ou seja, a sigla seguida do nome do evento.
 Fazer secundária para nome da Entidade, isto é, colocando por extenso a sigla que foi omitida.
Ex. Entrada adotada pela LC

IFP TC8 Working Conference on Evolutionary Information Systems (1981 : Budapest, Hungary)


Entrada adotada pelo BIBLIODATA

Working Conference on Evolutionary Information Systems (1981 :

Budapest, Hungary)
I. International Federation for Information Processing. Technical Committee 8.
2.7 Autoridades religiosas
2.7.1 Conselho Episcopal Latino Americano - CELAM
Entrar direto pelo Conselho, de acordo com as Normas de Entidades Coletivas Governamentais Fazer remissiva para a entrada em Igreja Católica.
Ex. Conselho Episcopal Latino Americano

x Igreja Católica. Conselho Episcopal Latino Americano

x CELAM
2.8 Qualificativo geográfico
2.8.1 Entidades em língua espanhola
Acrescentar sempre o qualificativo geográfico às Entidades em língua espanhola, mesmo que não haja outra entidade de nome idêntico, ou de que as fontes autorizadas de pesquisa estejam usando de outra forma.

Ex. Forma usada pela LC:

Centro de Investigaciones Sociologicas

LC Name Aut., 1977-1985


Forma adotada pelo BIBLIODATA

Centro de Investigaciones Sociologicas

(Espanha)
Exceção:

Entidades que já incluam um nome geográfico ou um nome de pessoa.



ENTRADAS PARA TÍTULOS UNIFORMES

Os itens assinalados correspondem:


(1) Extraído do documento da 2ª Reunião sobre Normalização, BN/RJ
(2) Resolução do Grupo de Trabalho do BIBLIODATA

1 LEGISLAÇÃO


1.1 Leis individuais (1)

Se uma lei individual for melhor identificada por um nome específico, usar esse nome como título uniforme.


Ex. Brasil

[ Lei do cheque ]


Brasil

[ Lei de segurança nacional]


Brasil

[Lei de imprensa]


Brasil

[Código de processo civil (1939)]


Brasil

[Código de processo civil (1973)]


Brasil

[Plano Nacional de desenvolvimento,1]


Brasil

[Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil]


Se a lei não tem um nome específico que melhor a identifique, usar a forma como se apresenta oficialmente.


Ex. Brasil

[Lei nº 8222, de 02 de junho de 1982]


Brasil

[Decreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967]


1.2 Coleções de leis
a) Legislação sobre assuntos diversos
Para uma coleção de leis completa ou parcial sobre diversos assuntos usar a seguinte forma:
Ex. Brasil

[Leis, etc]

b) Legislação sobre assuntos especificos
Para uma coleção de leis sobre um assunto específico com um título de citação já consagrado, usar este titulo como título uniforme.
Ex. Brasil

[Consolidação das leis do trabalho]


Para uma coleção, que contenha exclusivamente leis e/ou decretos e decretos-lei sobre um assunto específico sem um título de citação consagrado, usar o nome da jurisdição sem título uniforme.
Ex. Brasil

Manual de legislação financeira


Se a coleção for uma compilação de diversos documentos como leis, decretos, pareceres, portarias, resoluções, sem um título de citação consagrado, usar o mesmo tratamento de coletânea:
 entrada principal pelo título
 entrada secundária para o compilador (autor ou entidade)
O nome do compilador deve ser colocado depois da barra de autoria e, se necessário, colocar entre cochetes uma expicativa de sua função.
Ex. Legislação - ITR, taxa de serviços cadastrais contribuição ao INCRA: leis, decreto e instruções especiais/[Compilada pelo] Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Departamento de Cadastro e Tributação...
c) Regra opcional
Para entidades, que não estejam escritas em língua acessível aos usuários, isto é, alfabeto não latino usar a forma opcional da AACR2 Regra 24.3A. Nesse caso adotar a língua inglesa, fazendo remissiva quando possível da forma não usada.
Ex. Constituição do Japão

Usar:

Japão


[Constituition]

NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DAS

FICHAS DE AUTORIDADE

REMISSIVAS E REFERÊNCIAS


1 REMISSIVAS X E REFERÊNCIAS XX


1.1 Autores Pessoais
Acrescentar as datas de nascimento e morte, usadas na entrada de autoridade, mesmo que a LC não as use.
Fazer remissivas nos seguintes casos:
a) Nomes espanhois
Ex. Sanchez Albavera, Fernando

x Albavera, Fernando Sanchez


b) Sobrenomes ligados por hífen
Ex. Villa-Lobos, Heitor, 1887-1959

x Lobos, Heitor Villa, 1877-1959


c) Pessoas identificadas só por sobrenome
Ex. Assis, Machado de, 1839-1908

x Machado de Assis, 1839-1908

x Assis, Joaquim Maria Machado de, 1839-1908
d) Entrada pelo prenome
Ex. Ricardo, Cassiano

x Cassiano Ricardo

x Leite, Cassiano Ricardo
e) Prenome(s) e (ou) sobrenome(s) com iniciais
Ex. Jorge J. G. de Araújo (José Guilherme de Araújo)

x Jorge, José Guilherme de Araújo


f) Sobrenome com prefixo
Ex. D’Elia, Antonio

x Elia, Antonio d

g) Pseudônimos
Ex. Lima, Alceu Amoroso, 1893-1983

x Athayde, Tristão de, 1893-1983


Malba Tahan

xx Souza, Julio Cesar de Mello e


h) Sobrenomes múltiplos
Ex. Rego, José Lins do, 1901-1957

x Cavalcanti, José Lins do Rego, 1901-1957



1.2 Entidades
Fazer remissiva nos seguintes casos:
a) Entidades subordinadas ou vinculadas a órgãos do governo
Fazer remissivas para as entidades subordinadas ou vinculadas a órgãos do governo.
Ex. Comissão de Financiamento da Produção (Brasil)

x Brasil. Ministério da Fazenda. Comissão de Financiamento da Produção


NOTA

Não fazer remissivas, quando estiver implícito no nome da Entidade que a entrada só pode ser direta, tal como no caso de bancos, fundações, etc. Nesse caso, colocar, no histórico, a que órgão é vinculado.


Ex. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Brasil)
Criado em 1952, com o nome de Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. Vinculado à Secretaria de Planejamento da Presidência da República.

b) Entidades latino-americanas, internacionais ou interamericanas


Fazer remissivas nas línguas mais línguas mais conhecidas, isto é, inglês, francês, espanhol, italiano ou alemão, quando constarem em obras de Referência.

Ex. Instituto Interamericano para Cooperação na agricultura

x Inter-Americana Institute for Cooperation in agriculture

x Institut interaméricain de cooperation pour l’agriculture

x Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura

v Almanaque Abril

v Yrbk. int. org.
c) Siglas de entidades
Fazer remissiva para todas as siglas de entidades.
Ex. Instituto Brasileiro de Economia

x IBRE
NOTA:


Não fazer remissivas para siglas de entidades subordinadas.
Ex. Instituto Brasileiro de Economia. Centro de Estudos Agrícolas
Não fazer:

x CEA
d) Autoridades religiosas


Fazer remissivas (xx) para Autoridades Religiosas (entradas como cabeçalho de entidade e pessoal).
Ex. Igreja Católica, Papa (1958-1963 : João XXIII)

XX João XXIII, Papa, 1881-1963


e) Autoridades governamentais
Fazer remissivas xx para chefes de Estado (entradas como cabeçalho de entidade e pessoal).
Ex. Brasil. Presidente (1912-1922 : Epitácio Pessoa)

xx Pessoa, Epitácio, 1865-1942


f) Mudanças de nomes de entidade
Fazer remissivas xx para todas as alterações de nomes de entidades, colocando no histórico, sempre que forem conhecidas as mudanças de nome da entidade e respectivas datas.

Ex. Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (SP)


Criado pelo Dec. Lei s/nº de 27/02/1970 com o nome de Instituto de Energia Atômica. Pelo Dec. nº 13.427 de 16/03/1979 passou a chamar-se Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares.

xx Instituto de Energia Atômica (SP)

 Instituto de Energia Atômica (SP)
Criado pelo Dec. Lei s/nº de 27/02/1970, vinculado à Secretaria de Estado da Cultura, Ciência e Tecnologia. Pelo Dec. nº 13.427, de 16/03/1979 passou a chamar-se Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares.

xx Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (SP)

 Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí
Vinculada à Secretaria de Planejamento do Estado do Piauí. Anteriormente, chamava-se Fundação Centro Regional de Produtividade do Piauí.

xx Fundação Centro Regional de Produtividade do Piauí

 Fundação Centro Regional de Produtividade do Piauí
Vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado do Piauí. Posteriormente, passou a chamar-se Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí.

xx Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí


g) Centros, Institutos etc. ligados à Universidades
Fazer remissivas para os Centros, Institutos etc., que têm entrada subordinada às Universidades (ver B19 item 1.5) cujos nomes sejam específicos e que possam gerar dúvidas na entrada, se direta ou subordinada.

Acrescentar na remissiva, entre parênteses, o nome da Universidade à qual o órgão está ligado.


Ex. Universidade Federal da Bahia, Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público

x Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público (Universidade Federal da Bahia)



ABREVIATURAS E SÍMBOLOS CONVENCIONAIS

1. ABREVIATURAS E SÍMBOLOS CONVENCIONAIS
Para informação da pesquisa, devem ser adotadas as seguintes abreviaturas e/ou sinais:
Liv. cat. - livro catalogado como fonte de pesquisa

Period. cat. - periódico catalogado como fonte de pesquisa

o - fonte negativa

v - fonte positiva

d - datas (nascimento e morte)

dn - data de nascimento

dm - data de morte
DATAS

1 DATAS


1.1 Fontes consultadas
a) Indicar sempre a data de publicação da fonte consultada.
Ex. Agres, Frank

v Cab. unif. de nomes, 1978


b) Na pesquisa do autor assinalar o símbolo convencionado para as datas de nascimento e/ou morte, após o nome da fonte pesquisada (ver Abreviaturas e simbolo convencionais).
Ex. Autor, Guilherme, 1914-1965

v Delta, 1971 (d)


1.2 Catalogação na publicação
a) Não considerar as datas de nascimento e morte da catalogação na publicação de autores estrangeiros em livros traduzidos.
b) Considerar as datas de nascimento e morte da catalogação na publicação de livros nacionais.


1.3 Epítome, data sheet etc (datas de nascimento e morte)
Considerar a data da epítome, data sheet etc, do Catalogo de Autoridades da Library of Congress.
Ex. Friedson, Anthony M.

Epítome : b 7/03/24

LC Name Aut., 1977-1985
Usar:

Friedson, Anthony M., 1924-


Hayes, Robert H.

CIP data sheet (b. 7.17.36)

LC Name Aut., 1977-1985
Usar:

Hsyes, Robert H. 1936-



1.4. Fl. (Anos de atividade)
Só usar o acréscimo fl. (anos de atividade) para autores anteriores ao Séc. XX, conforme AACR2 regra 22.18, mesmo que as fontes consultadas estejam usando de outra forma.
Ex. Forma usada pela LC:
Holloway, John, fl. 1978

v LC Name Aut., 1977-1985



Forma adotada pelo BIBLIODATA

Holloway, John




NOTAS ESPECIAIS


1 NOTAS ESPECIAIS


1.1 Sobre autoria
a) Homônimos
- na fonte de pesquisa
Ao ser pesquisado o nome do autor e identificado homônimo ou homônimos (autores com o mesmo nome) informar em nota:
Na fonte citada autor(es) homônimo(s)
Ex. Corry, J. a. (James Alexander), 1899-
Na fonte citada autor homônimo

LC Name Aut., 1977-1985 (dn)


- no catálogo de autoridade
No caso de existirem nomes homônimos no Catálogo de Autoridade, colocar em nota:
Autores homônimos
Ex. Prochnov, Herbeert Victor, 1897 -

Autores homônimos


Prochnov. Herbert Victor, 1931 -

Autores homônimos


b) Características do autor
Sendo encontrado, no livro, alguma informação sobre o autor que o personalize, essa informação deve ser registrada em nota.
Ex. Cohen, Theo

Como enfrentar a osteoporose ou enfraquecimento dos ossos, 1988.

Médico ortopedista

v Liv. cat.

o Acc. List, 1975-April 1988

c Cab. unif. de nomes, 1977


c) Primeira obra do autor
Se houver conhecimento que a autoria foi retirada da 1ª obra escrita pelo autor, colocar esse dado em nota para evitar pesquisa desnecessária.
Ex. Cesar, Marco

Vida estranha ..., 1988.


Primeiro livro do autor

v Liv. cat.


1.2. Tese

As teses terão sempre, ao lado da fonte Liv. Cat., a palavra tese escrita entre parênteses.


Ex. Carneiro, Katia Moreira

Concepção do extrato bancario

v Liv. cat. (tese)

o LC Name Aut., 1977-1986



PESQUISA - METODOLOGIA


1 AUTORES PESSOAIS



1.1 Nomes portugueses e brasileiros

Para pesquisa de entrada de nomes portugueses e brasileiros, das preferência a fontes de referência nacionais. No caso de não ter sido, o autor localizado nas fontes nacionais, considerar a pesquisa positiva, caso seja encontrado do Catálogo de Autoridade na LC, NUC ou outras fontes estrangeiras.


Ex. Alvarenga, Otávio J. (Otávio José)

o Delta, 1971

o Koogan, 1982

o Cab. unif. de nomes, 1978

v LC Name Aut, 1977-Mar. 1984 (Alvarenga, Otavio J.)

v Liv. cat.


Observação:
Colocar a forma encontrada nas fontes de Referência, entre parênteses, sempre que ela for diferente da entrada adotada pelas regras.
Ex. Assis Machado de, 1839-1908

v Cad. BIBLIODATA/CALCO, 30/0988 (d)

v Koogan, 1982 (Machado de Assis, Joaquim

Maria, 1839-1908) (d)



1.2 Nomes estrangeiros
Para pesquisa de nomes estrangeiros, dar preferência ao Catálogo de Autoridade da Lbrary of Congress. Caso não tenha sido localizado, considerar a pesquisa em outras fontes estrangeiras, o Catálogo Coletivo do BIBLIODATA ou o livro que esta sendo catalogado.
Ex. Langdon, Grace, 1889-

o LC Name Aut., 1977/Mar. 1984

v LC NUC, v. 13, 1953-1957 (dn)

v Liv. Cat.

v Cad. BIBLIODATA/CALCO, 27/07/89

2 ENTIDADES COLETIVAS


2.1 Entidades nacionais
Para pesquisa de entidades nacionais, dar preferência a fontes de referência nacionais. No caso da entidade ser encontrada somente no Catálogo de Autoridade da LC, NUC ou outras fontes estrangeiras, considerar positiva a pesquisa adotando as regras estabelecidas por entidades nacionais.
Ex. Fundação Salim Farah Maluf

o Mirador, 1975

o BBBN, 1983-1984

o Povoa. Entr. ent. col. (SP), 1983

V LC Name Aut., 1986 (Fundação Salim Farah Maluf (São Paulo, Brasil))

NOTA:
Colocar a forma encontrada nas fontes de referência entre parênteses, sempre que ela for diferente da entrada adotada pelas regras.
a) Entidades governamentais
- Entidades governamentais federais
Para pesquisa de entidades governamentais federais dar preferência às seguintes fontes de referência:
- Legislação
- Cadastro de administração federal - SEPLAN
- Poder Executivo, estrutura e atribuições - SEPLAN
- Órgão editor
- Encicoplédia Mirador
- Indicador da organização administrativa federal DASP (para órgãos até 1957)
Ex. Brasil. Escritório de Pesquisa Econômica e Aplicada

v Col. leis, 1967 v.2, p. 240

o SEPLAN. Poder Executivo, 1983
Centro Nacional de Pesquisa da Mandioca e Fruticultura (Brasil)

v SEPLAN. Poder Executivo, 1983

v Dir. EMBRAPA, 1978

v CENAGRI, Guia bras. inst. pesq. agr., 1982-1984


- Entidades governamentais estaduais


Para pesquisa de entidades governamentais estaduais, dar preferência às fontes estaduais, tais como: perfis estaduais, cabeçalhos uniformes dos estados, etc.
Ex. São Paulo (Estado). Corregedoria Geral da Justiça

v Perfil adm. est. (SP), 1987

o Perfil adm. publ. paulista, 1977-1986

o Cab. unif. ent. col. (APB), 1979


b) Entidades não governamentais
Para pesquisa de entidades não governamentais, dar preferência ao uso das seguintes fontes:
- Encicoplédia Mirador

- Encicoplédia Delta-Larousse

- Cabeçalho Uniforme de nomes - Câmara Brasileira do Livro

- Siglas de entidades brasileiras - IBICT


Ex. Centro Brasileiro de Análise e Planejamento

v Mirador, 1975

v Siglas, IBICT, 1979
2.2 Entidades estrangeiras
Para pesquisa de entidades estrangeiras, dar preferência à LC Name Authorities, NUC ou outras fontes estrangeiras. Caso não conste nas fontes estrangeiras, considerar como fonte, a obra catalogada.
Ex. Institute for Conteporany Studies

v LC Name Aut., 1977-1985


 Entidades Internacionais
Para pesquisa de entidades internacionais, dar preferência às seguintes fontes:
- LC Name Authorities

- Enciclopédia Mirador

- Yearbook of International Organizations

- Almanaque Abril


Ex. International City Management Association

v LC Name Aut., 1977-1985

v Yrbk. int. org. 1983

o Mirador, 1975

o Alm. Abril, 1988

3 Entidades. Órgãos subordinados
Considerar a pesquisa negativa, sempre que um órgão subordinado não for encontrado nas fontes consultadas, mesmo que a entidade maior apareça nessa fontes. Nesse caso, colocar, como fonte, a obra catalogada.
Ex. Instituto de Saúde do Estado da Bahia. Coordenação Hospitalar

o Evol. perfil adm. (BA), 1984

v Liv. cat. (Freitas, Eurico Goulart de. Padronização ... 1985)
Observação:
Somente o Instituto de Saúde do Estado da Bahia (entidade maior) foi encontrado na fonte: Evolução do perfil administrativo - Centro de Estatística e Informações (BA).
2.4 Livro catalogado ou periódico catalogado como fonte de pesquisa
Sempre que for considerado, como fonte, o livro catalogado (Liv. cat.) ou o periódico catalogado (Period. cat.), colocar, em seguida, o nome do autor, o título e a data de publicação.
Ex. Instituto de Sociologia e Política

o Mirador, 1975

o BBBN, 1983-1984

o Siglas IBICT, 1979

o LC Name Aut., 1977-1986

v Liv. cat. (Instituto de Sociologia e Política. Estudo sócio-político da vida

nacional,

1958)
FONTES DE PESQUISA E LISTA DE ABREVIATURAS



1 Fontes Gerais

Acc. List

Accession List
Alm. Abril

Almanaque Abril


Anu Delta

Anuário Delta. Ed. Delta


Barsa

Encicoplédia Barsa


BN Paris

Catalogue Général des livres imprimés de la

Bibliothèque nationale (França)
Brit Museum

The Bristish Museum. General catalog of printed

Books
Corr. da Manhã, dia/mês/ano

Correio da Manhã


Cat. telef (local), data, página

Catálogo telefônico


Delta

Enciclopédia Delta-Larousse


Dic. biogr. univ.

Dicionário Biográfico Universal


Dic. Hist.-Biog. Bras.

Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro

Fundação Getulio Vargas
Enc. Italiana

Enciclopédia Italiana di Scienze, Lettere et

Arti
Enc. Port. Bras.

Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira


Espasa

Enciclopédia Universal Ilustrada Europeo-Americana

Homens e inst. no Rio

Cortes, C. Homens e instituições no Rio


IBICT. Cat. colet.

Catálogo coletivo simplificado (periódicos)

IBICT
J. Brasil, d/m/a

Jornal do Brasil

Jackson

Jackson. Encyclopedia e diccionario internacional


Koogan

Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse


Lar. XX siècle

Larousse du XX siècle

LC. Cat. fonte (autor, título, data)

Catalogação na fonte elaborada pela LC


LC Name Aut.

Library of Congress. Catalog Publication

Division. Name Authorities: Cumulative Microform Edition
LC NUC

Library of Congress. The National Union Catalog


Mirador

Enciclopédia Mirador


Mirador. Livro do ano, data

Livro do ano. Encyclopaedia Britannica do Brasil


Nov. Delta

Novíssima Delta Larousse


SIC

Serviço de Intercâmbio de Catalogação. IBBD


Stateman’s Yrbk.

Stateman’s Yearbook


Ulrich

Ulrich’s international periodicals directory


Veja, d/m/a

Veja. Ed. Abril




2 FONTES PARA NOMES PESSOAIS


2 .1 Nomes portugueses e brasileiros
Achegas dic. pseud.

Paiva, Tancredo de Barros

Achegas a um diccionario de pseudonymos
Affonso, J. Sel. de pros. min.,

Affonso, José. Selecta de prosadores mineiros


Alm. da ADESG

Almanaque. Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra

Alm. do Exer.

Almanaque do Exército

Alm. do Minist. Mar.

Almanaque do Ministério da Marinha


Alm. Of. - PM (MG)

Almanaque do Ministério da Marinha


Alm. Of. - PM (MG)

Almanaque dos oficiais - Policia Militar - MG


An. biogr. braz.

Anno biografico brazileiro


Ant. lit. Paraíba

Antologia literária da Paraíba


Ant. pern. folc.

Antologia pernambucana de folclore


Ant. poetas paranaenses

Antologia de poetas paranaenses


Antouori, L. Quarenta imortais

Antuori, Luiz. Os quarenta imortais


Anu. catol.

Anuário católico do Brasil


Anu. MRE

Anuário. Ministério das Relações Exteriores

Anu. poetas Brasil

Anuário de poetas do Brasil


Anu. padronizadas. Senado Federal.

Autoridades padronizadas. Senado Federal.


Bandeirantes do progr.

Bandeirantes do progresso


BBBN

Bibliografia Brasileira. Biblioteca Nacional


Bibl. Lus.

Biblioteca Lusitana


Bibliogr. anal. lit. infant. e juv.

Bibliografia analítica da literatura infantil e juvenil


Bibliogr. de ilustradores

Bibliografia de ilustradores

Bibliog. lit. infant. língua port.

Bibliografia de literatura infantil em língua portuguesa


Blake

Blake, Sacramento. Dicionário bibliográfico brasileiro


Bol. do Minst. Mar.

Boletim do Ministério da Marinha


Brasil bras. hoje

Brasil e brasileiros de hoje


Brasil catol.

Lehmann. Brasil católico


Breve curr. fotogr.

Breve curriculo dos fotógrafos


Cab. unif. de nomes

Cabeçalho uniforme de nomes. Câmara Brasileira do Livro


Cadast. de trad.

Cadastro de tradutores


Cadast. ilust.

Cadastro de ilustradores


Cadast. Sócios Abrates

Cadastro de sócios da Abrates

Cat. Banco de Teses. ibict

Catálogo do Banco de Teses. ibict


Cat. Biogr. Senadores Brasileiros

Catálogo Biográfico dos Senadores Brasileiros


Cat. Graduados ESAM, nº, data

Segundo Catálogo dos graduados da ESAM


Cat. professores ESAM, 1., 1980.

Primeiro catálogo dos professores da ESAM


CEPLAC Q. Q. na pesq.

Quem é quem na pesquisa da CEPLAC


CONTEMP 10 anos

CONTEMP 10 anos


Contistas port. mod.

Contistas portugueses modernos


Dep. bras., 1826-1976

Deputados brasileiros. Câmara dos Deputados


Dep. bras., nº legislatura, data

Deputados brasileiros: repertório biográfico dos membros

da Câmara dos Deputados
Dep. min., nº legislatura, data

Deputados mineiros


Dic. bio-bibliogr. bras. escr. médicos

Dicionário bio-bibliográfico brasileiro de escritores médicos


Dic. bio-bibliogr. cearense

Dicionário bio-bibliográfico cearense


Dic. bio-bibliogr. escrit. cariocas

Ribeiro Filho, J. S. Dicionário bio-bibliográfico

de escritores cariocas
Dic. bio-bibliogr. oftalm. Brasil

Dicionário bio-bibliográfico dos oftamologistas

do Brasil
Dic. biogr. de mus. popular

Dicionário biográfico de música popular


Dic. bras. art. plast.

Dicionário brasileiro de artistas plásticos


Dic. contemp. Braziliam authors

A dictionary of contemporary Brasilian authors


Dic. escr. petropolitanos

Dicionários de escritores petrololitanos


Dic. lit. port. e bras.

Dicionário literário portugues e brasileiro


Dic. poetas contemp.

Dicionário de poetas contemporâneos


Dic. pseud. jorn. pern.

Dicionário de pseudonimos de jornalistas

pernambucanos
Dir. aut.

Direitos autorais


Escr. bras.

Escritores brasileiros


Escr. bras. hoje

Escritores brasileiros de hoje


Escr. do Brasil

Escritores do Brasil


Fonseca, M. Subsídios dic. pseud. inic. obras

anon.


Fonseca, Martinho Augusto. Subsídios para um

diccionário de pseu donymos, iniciaes e obras

anonymas
Gomes. D. Escr. bras. vivo

Gomes. Danilo. Escritores brasileiros ao vivo


Gov. da Rep.

Governadores da República


Guia pessoal tecn. - cient.

Guia de pessoal técnico - científico

Ed. EMCAPA
Guimarães, A. Dic. bio-bibliogr. bras.

Guimarães, Argeu. Diccionário bio-bibliographico

brasileiro
Inform. aut.

Informações dadas pelo próprio autor


Inocêncio

Silva, Inocêncio Francisco da. Diccionário bi-

bliographico portuguez
Linhares, M. Hist. lit. do Ceará

Linhares, M. História literária do Ceará, 1948


Livro infant. e juv. bras.

O livro infantil e juvenil brasileiro


Martins, A. Escr. do Rio Grande do Sul

Martins, Ari. Escritores do Rio Grande do Sul


Martins, M. A evol. lit. bras.

Martins, Mario Rodrigues. A evolução da

literatura brasileira.
Médicos do DF

Médicos do Distrito Federal


Melo, L. Dic. autores paulistas

Melo, Luis Correia. Dicionário de autores

paulistas, 1954
Mundo of.

Mundo oficial (MG)


Peq. roteiro hist. lit. port

Pequeno roteiro da história da literatura

portuguesa
Perdigão

Perdigão. Dicionário universal de literatura


Pers. do Ceará

Personalidades do Ceará


Pers. no Brasil (data)

Personalidades no Brasil


Poetas bras. hoje

Poetas brasileiros de hoje


Pontual, R. Dic. art. plast. no Brasil

Pontual, Roberto. Dicionário das artes plásticas

no Brasil
Porto Alegre A. Homens ilustres do Rio Grande

do Sul


Porto Alegre, Aguiles. Homens ilustres do Rio

Grande do Sul


Pseud. e rubr. authores bras.

Pseudonimos e rubricas de autores brasileiros


Q. é alguém

Quem é alguém


Q. Q. artes e letras no Brasil

Quem é quem nas artes e nas letras no Brasil.

M.R.E.
Q. Q. bibliot. e doc. Brasil

Quem é quem na biblioteconmia e documentação no

Brasil
Q. Q. cienc. e eng. de materiais

Quem é quem : ciências e engenharia de materiais


Q. Q. melhoramento animal Brasil

Quem é quem em melhoramento animal no Brasil


Q. Q. no Brasil

Quem é quem no Brasil


Q. Q. pesq. agrop bras.

Quem é quem na pesquisa agropecuária brasileira


Regim. int. ESG

Regimento interno Escola Superior de Guerra


São tiago, A. Hist. lit. Catarinense

São iago, Arnaldo História da literatura

Catarinense
Senadores Constituintes, nº legislatura, data
Sesq. poesia paranaense

Sequicentenário da poesia paranaense


Soc. bahiana

Sociedade bahiana


Studart, G. Dic. bio-bibliogr. Ceará

Studart, Guilherme. Dicccionario bio-

-bibliographico do Ceará
Trotta, F. Poetas cariocas 400 anos

Trotta, Frederico. Poetas cariocas em 400 anos


Velho Sobrinho

Velho Sobrinho, J. F. Dicionário bio-bibliográfi-

co brasileiro


W. W. Brazil

Who’s who in Brazil


W. W. L. A. (Brazil)

Who’s who in Latin America (parte IV) - Brasil


Wanderley, R. Panor. poes. norte-rio-grandense

Wanderley, Romulo Chaves. Panorama de poesia

norte-rio-grandense

2.2 Nomes estrangeiros
Benezit

Dictionaire critique et documentaire de

peintres, sculptors, desinateurs graveurs
BIBLIO

Bibliographie de la France


Bibliogr. livr. norte-amer. trad. port.

Bibliografia de livros norte-americanos tradu-

zidos para o portugues
Biogr. pers. celebres

Biografias de personalidades celebres


Brit. Nat. Bibliogr.

British National Bibliography


Brunet

Manual du libraire et de l’amateur de livres


Catholicisme hier ...

Catholicisme hier, aujourd’hui, demain : encyclo-

pedie
Cont. Authors

Contemporary Authors. Gale Research


Contemp. inter. amer.

Contemporâneos interamericanos


Ciclopedia painters and paintings

Cyclopedia of painters and paintings

Dic. Encicl. Hisp. - Americano Lit.

Diccionário enciclopédico hispano-americano

de literatura
Dict. int. biol.

Dictionary of international biography


Ensaistas ingleses

Ensaistas ingleses


Michaud

Biographie universelle ancienne et moderne


Q. Q. letras espanholas

Quien es quien en las letras españolas


Q. Q. na Constituinte

Quem foi quem na Constituinte. DIAP


Scriitori romani : [mic dic]

Scriitori romani : [ mic dictionary]


Thieme-Becker

Allgemeines Lexikon der Beildenden Kunstler


W. W. américa

who’s who in América


W. W. L. A. (Argentina, Uruguai, Paraguai)

Whos who in Latin América (parte V) - Argentina,

Uruguai, Paraguai,
W. W. L. A. (Chile)

Who’s who in Latin America (parte VI) - Chile


W. W. L. A. (Cuba)

Who’s who in Latim America (parte VII) - Cuba


W. W. Spain

Who’s who in Spain


Wer ist wer
World Biog.

Worldo Biography. Institute for Research in

Biography

3 FONTES PARA ENTIDADES



3. 1 Entidades brasileiras

Arq. Central FGV

Arquivo Central. Fundação Getulio Vargas
Bibl. esp. bras.

Bibliotecas especializadas brasileiras


Cab. unif. do DF

Cabeçalhos uniformes do Distrito Federal


Cab. unif. ent. col. (APB)

Cabeçalhos uniformes para entidades coletivas.

Associação Paulista de Bibliotecários
Cab. unif. ent. col. (APBC)

Cabeçalhos uniformes para entidades coletivas.

Associação Profissional dos Bibliotecários Catarinenses
Cad. inst. pesq. pesquis. ativ. (RS) : agron. e

zootec


Cadastro de instituições de pesquisa, pesquisadores

e atividades : agronomia e zootecnica - RS


Cad. inst. pesq. pesquis. ativ. (RS) : med. vet.

Cadastero de instituições de pesquisa, pesquisadores

e atividades : medicina e veterinária - RS
Cat. geral inst. ens. sup.

Catálogo geral das instituições de ensino supe-

rior. MEC-DAU
CENAGRI. Guia bras. inst. pesq. agr.

Guia brasileiro de instituições de pesquisa em

agricultura. CENAGRI
CNPq. Inst. de pesq.

Institutos de pesquisa. CNPq


CNPq. Orig. e persp.

Origens e perspectivas. CNPq


Col. leis, data, v., p.

Coleção das leis. Imprensa Nacional


Col. leis, data, Dec. Gov. Prov., fasc., P.

Coleção de leis, data, Decretos do Governo Provisório


Dir. EMBRAPA

Diretório da EMBRAPA


Ent col. do RJ (APBRJ)

Entidades coletivas do Rio de Janeiro. Associa-

ção Profissional dos Bibliotecários do Rio de

Janeiro
Estrut. FGV

Estrutura da FGV. Arquivo Central
Estrut. org. Poder Executivo (RJ)

Estrutura organizacional do Poder Executivo.

Secretaria de Planejamento - RJ
Evol. perfil admin. (BA)

Evolução do perfil administrativo : cabeçalhos

para publicações oficiais. Centro de Estatística

e Informações - BA


FGV. Vinte anos ativ.

Vinte anos de atividade. Fundação Getulio Vargas


Gloss. siglas. BNH

Glossário de siglas. Banco Nacional da Habitação


Guia bibl. bras.

Guia das Bibliotecas Brasileiras. INL


Guia EMBRAPA

Guia da EMBRAPA e de instituições brasileiras de

pesquisa agropecuária
Guia. soc. assoc. cient. tecnol. Brasil

Guia das Sociedades e Associações Científicas

e Tecnológicas do Brasil. IBICT
IBICT. Fontes inform. energia

Fontes de informação em energia no Brasil.

IBICT
Ind. FGV, data

Indicador FGV


Ind. org. adm. federal

Indicador da organização administrativa federal

DASP
Inf. FGV, data Informativo FGV

Informativo FGV


Inform. ent. (sigla da entidade)

Informações dadas pela própria entidade


Legisl. Est. RJ, data

Legislação do Estado do Rio de Janeiro : Leis,

decretos legislativos, decretos-leis, decretos
Lista telef. (local)

Lista telefônica (RJ)


Oliveira, H. Guia repart. (RS)

Oliveira, Helio Alves de. Guia das repartições

federais, estaduais, municipais, outros órgãos

e municípios rio-grandenses


Órgãos do MEC e univ.

Órgãos do MEC e universidades


Perfil adm. est. (local)

Perfil : administrações estaduais. Visão



Observação:
Os perfis Estaduais levam o qualificativo geográfico do Estado ou da Região que abrange.
Perfil adm. fed.

Perfil : administração federal. Visão


Perfil adm. publ. paulista

Perfil da administração pública paulista.

Fundação do Desenvolvimento Administrativo
Povoa, N. Entr. ent. col. (SP)

Povoa, Neyde Pedroso. Entradas de entidades no

catálogo coletivo de livros do Estado de São Paulo
Ribeiro, A. Cab. entr. órgãos MEC

Ribeiro Antonia Motta de Castro Memória.

Cabeçalhos de entrada dos órgãos do Ministério

da Educação e Cultura


SEPLAN. Cad. adm. fed.

Cadastro da administração federal. SEPLAN


SEPLAN. Cad. adm. fed. tit. e end.

Cadastro da administração federal titulares e

Endereços. SEPLAN
SEPLAN. Cad. Empr. Estatais

Cadastro das empresas estatais. SEPLAN


SEPLAN. Poder Executivo

Brasil. Secretaria de Planejamento da Presidência

da República. Poder Executivo, Estrutura e

Atribuições


SEPLAN. Poder Executivo: estrut. Básicas e org.

Poder Executivo: estruturas básicas e organogramas.

SEPLAN
Siglas. IBICT

Siglas de entidades brasileiras. IBICT


Siglas bras. IBBD

Siglas brasileiras: dicionário de entidades e

Publicações. IBBD



    1. Entidades estrangeiras

ABC das Nações Unidas

ABC das Nações Unidas. Centro de Informações das

Nações Unidas


Enc. Of Assoc.

Encyclopedia of Associations


Europa Yrbk.

The Europa Yearbook. The Europa Publications


ONU. Acronyms and abbreviations

Nações Unidas. Acronyms and abbreviations


World of learning

The world of learning


Yrbk. Int. org.

Yearbook of international organizations



MODELOS DE FICHAS



AUTOR PRINCIPAL

Nome do autor

Título da obra, data.

x remissivas

xx referências
n do CA

(não preencher)


Verso


da

ficha

v Fontes positivas, datas

o Fontes negativas, datas

Bibliotecário responsável/Órgão

EXEMPLO DE: AUTOR PRINCIPAL


Abad de Santillan, Diego, 1897-

Organismo econômico da revolução, 1980.

x Garcia, Sinecio Baudillo, 1897-

x Santillan, Diego Abad de, 1897-

BB00018534-1


Verso


da

ficha

v LC Name Aut., 1977/Jun. 1983


ENTRADA POR TÍTULO


Autor secundário

Secundária de : Título, data.

n do CA


(não preencher)

Verso


da

ficha

v Fontes positivas, datas

o Fontes negativas, datas


Bibliotecário responsável/Órgão



EXEMPLO DE: ENTRADA POR TÍTULO

Abel, Andrew B., 1952-

Secundária de : The Portuguese economy, 1976

GE00000046-5


Verso

da

ficha


v LC Name Aut., 1977/Jun. 1983.




AUTOR SECUNDÁRIO

Autor secundário

Secundária de (ou)

Assunto de: autor principal, título da

Obra, data.
x remissivas

xx referências


n do CA


(não preencher)
Verso

da

ficha


v Fontes positivas, datas

o Fontes negativas, datas

Bibliotecário responsável/Órgão


EXEMPLO DE: AUTOR SECUNDÁRIO


Abonyi, George


Secundária de: Higgins, Benjamim Howard

1912-. New approaches for development,

1979.

x Abanyi, Henri George



BN00015435-0
Verso

da

ficha


v LC Name Aut., 1977/Jun. 1983



EXEMPLO DE : ENTIDADE COLETIVA


Comissão de Financiamento da Produção (Brasil)


Criada em 1943 com o nome de Comissão de Fi-

Nanciamento da Produção. A partir de 26.11.82

Alterou o nome para Companhia de Financiamen-

To da Produção.


x Brasil. Ministério da Agricultura. Comissão de

Financiamento da Produção

xx Companhia de Financiamento da Produção

(Brasil)


BB00153772-2

Verso


da

ficha

v SEPLAN. Poder Executivo, 1983

EXEMPLO DE: CHEFES DE ESTADO


Brasil. Presidente. (1922-1926 : Arthur Bernardes).

Mensagens presidenciais, 1923-1926

xx Bernardes, Arthur, 1875-1955


UC00008392-1

Verso


da

ficha

v Dic. Hist. Biog. Bras., 1984.

ARTIGO DE PERIÓDICO


Nome do autor

Título do artigo. Nome do periódico. Local, notas

Bibliográficas.

x remissivas

xx referências

n do CA

(não preencher)


Verso


da

ficha

v Fontes positivas, datas

o Fontes negativas, datas


Bibliotecário responsável/ Órgão


EXEMPLO DE: ARTIGO DE PERIÓDICO


Alcântara, José C. G.

Os modelos de avaliação de ativos. Revista de

Administração de Empresas. Rio de Janeiro,

20(3) : 31-41, jul./set. 1980.

x Alcântara, José Carlos Gomes


JN00000843-1
Verso

da

ficha



v Period. cat.

APÊNDICE

TRADUÇÃO DE TERMOS



  1. TRADUÇÃO DE TERMOS

Termos estabelecidos para uso na tradução dos nomes de entidades coletivas (entidades latino-americanas e Nações Unidas)

Advisory Consultivo

Branch Divisão

Office Escritório

Oficina Escritório

Taller Grupo de Trabalho

Taller de Consulta Grupo de Trabalho

Team Junta

Workshop Não se traduz






Compartilhe com seus amigos:


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal