Fundamentos da educaçÃO



Baixar 136.38 Kb.
Encontro02.08.2016
Tamanho136.38 Kb.


FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO

01 - No contexto do final dos anos 50 e início dos anos 60, tomou impulso no Brasil, entre outros, o movimento educacional por uma educação popular, dedicado principalmente à educação informal e à educação de jovens e adultos. No início de 1964, destacou-se nesse movimento a Campanha Nacional de Educação de Adultos, dirigida por:


  1. Paulo Freire;

  2. Anísio Teixeira;

  3. Lourenço Filho;

  4. Florestan Fernandes;

  5. Fernando de Azevedo.



02 - “Achei que as eleições foram uma boa oportunidade para mostrar a importância do voto. Levei-os a ver a situação deles, valas, falta d’água ...”

Essas palavras de uma professora, transcritas por Moysés (2001), demonstram a possibilidade de construção de um currículo identificado com a realidade dos alunos, estabelecendo a relação da sala de aula com a sociedade mais ampla.



Esse é um procedimento coerente com a Pedagogia:


  1. liberal;

  2. tecnicista;

  3. humanista;

  4. libertadora;

  5. progressivista.



03 - De acordo com a abordagem comportamentalista, o papel do professor no processo de ensino-aprendizagem é:


  1. facilitar a aprendizagem do aluno, considerado o centro do processo educativo;

  2. propor problemas para os alunos sem ensinar-lhes as soluções, estimulando o esforço, a pesquisa e a autonomia;

  3. planejar e arranjar as condições externas de aprendizagem, para assegurar a aquisição de comportamentos esperados;

  4. transmitir os conhecimentos e valores sociais acumulados, na forma de verdade a ser absorvida pelos alunos;

  5. buscar o desenvolvimento da consciência crítica e da liberdade, como meio de superar as contradições do ensino tradicional.


04 - A concepção de que "o meio social é decisivo para que a criança consiga internalizar os processos de desenvolvimento adquiridos e passe a assumir como seus os dados da realidade apreendidos pela aprendizagem" (Moreira, 1996) pertence à teoria:


  1. do behaviorismo;

  2. das operações mentais;

  3. do sociointeracionismo;

  4. do construtivismo psicogenético;

  5. da psicologia do desenvolvimento.



05 - Para orientar o processo de planejamento, Gondim (2000) apresenta um modelo de planejamento estruturado em três partes: marco referencial, diagnóstico e programação. O diagnóstico:


  1. profere um juízo sobre a prática da instituição;

  2. coleta dados e descreve a realidade da instituição;

  3. traça as linhas gerais de organização da instituição;

  4. descreve o modelo ideal de ser, de se organizar e de agir da instituição;

  5. estabelece objetivos, políticas e estratégias de ação para a instituição.



06 - De acordo com a Pedagogia crítico-social dos conteúdos, o professor deve selecionar os conteúdos de ensino, considerando o seguinte critério:


  1. selecionar conteúdos que se relacionem diretamente com a prática da vida cotidiana dos alunos;

  2. preservar as classes populares do contato com a cultura dominante, evitando que interiorizem suas atitudes e seus valores;

  3. selecionar os saberes científicos e técnicos, os mais neutros possíveis, para garantir a qualidade do ensino;

  4. selecionar conteúdos para os quais seja possível estabelecer objetivos e estratégias de ensino adequados ao processo de ensino-aprendizagem;

  5. assegurar a representatividade dos conhecimentos sistematizados, como condição para a efetiva participação dos alunos na vida social.


07 - “ O ensino interdisciplinar nasce da proposição de novos objetivos, de novos métodos, de uma nova pedagogia, cuja tônica primeira é a supressão do monólogo e a instauração de uma prática dialógica." (Fazenda, 1993).

Nesse sentido, segundo a autora, a interdisciplinaridade pretende:




  1. eliminar as barreiras entre as disciplinas;

  2. tornar os currículos escolares mais homogêneos;

  3. anular a contribuição de cada disciplina em particular;

  4. classificar hierárquica e qualitativamente as disciplinas;

  5. propor a superação de um ensino organizado por disciplinas.



08 - Um dos princípios norteadores do projeto político-pedagógico é a gestão democrática da escola. Para que essa gestão se torne viável, faz-se necessário:


  1. incluir no currículo temas relativos ao respeito às diferenças culturais, raciais, sexuais e econômicas;

  2. definir, no coletivo, normas que assegurem o comprometimento de todos com a instituição;

  3. reestruturar o organograma da escola para garantir formas democráticas em sua organização;

  4. resgatar a escola como espaço público, lugar de debate, do diálogo, fundado na discussão coletiva;

  5. delegar as funções dos especialistas ( administrador, supervisor, orientador, inspetor) a todos os professores.



09 - Em uma reunião de avaliação na escola, ao apresentar os resultados da avaliação de seus alunos, um professor do ensino médio justificou o baixo rendimento da turma dizendo que seus alunos não estudavam o suficiente e que ele procurava manter um bom nível de ensino porque, atualmente, o mercado de trabalho é muito competitivo.

O exemplo acima refere-se a uma postura de avaliação denominada:




  1. formativa;

  2. mediadora;

  3. qualitativa;

  4. diagnóstica;

  5. classificatória.


10 - A Lei no 9394/96, que regulamenta as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, prevê a inclusão de pelo menos uma língua estrangeira moderna nos currículos do ensino fundamental e médio, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar e dentro das possibilidades da instituição.

Ainda de acordo com o texto dessa lei, essas línguas serão incluídas:




  1. na base comum nacional do currículo , obrigatoriamente a partir da 5a série;

  2. na parte diversificada do currículo, obrigatoriamente a partir da 5a série;

  3. na parte diversificada do currículo, optativamente a partir da 5a série;

  4. na base comum nacional do currículo, obrigatoriamente no ensino médio;

  5. na parte diversificada do currículo, obrigatoriamente no ensino médio e optativamente a partir da 5a série.


LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO – PRISÃO DE VENTRE NA ALMA (fragmento)

Leandro Konder


Todos estamos nos tornando, hoje, mais desconfiados do que no passado. Com exceção das pessoas que se dispõem a pagar um preço altíssimo por uma unidade monolítica, somos todos bastante divididos interiormente.

Para o bem ou para o mal, vão rareando as convicções inabaláveis. Uma parte de nós quer acreditar, outra é descrente. Gostaríamos de ter segurança para acreditar em coisas que ninguém pode assegurar que são inteiramente dignas de nossa confiança.

As verdades do crente dependem da fé, enquanto a fé existe. Mas a fé também pode deixar de existir; ela não depende da razão, nem da ciência; depende de Deus, que a deu e pode tirá-la. O filósofo Pascal já no século XVII afirmava que a nossa razão serve, no máximo, para nos ajudar a fazer apostas mais convenientes.

As verdades científicas, por sua vez, dependem da história, são periodicamente revistas, reformuladas. As novas descobertas e as novas invenções não se limitam a complementar os conhecimentos já adquiridos: exigem que eles sejam rediscutidos e às vezes drasticamente modificados.

E as verdades filosóficas? Quanto maiores forem os pensadores que as enunciam, mais acirrada será a controvérsia entre eles. As verdades filosóficas se contradizem, umas questionam as outras.

Somos envolvidos, então, por uma onda de ceticismo. É possível que essa onda já tenha tido alguns efeitos favoráveis à liberdade espiritual dos indivíduos, ao fortalecimento neles do espírito crítico. É possível que ela tenha de algum modo “limpado o terreno” para um diálogo mais desenvolto entre as criaturas, para valores mais comprometidos com o pluralismo, contribuindo para a superação de algumas formas rígidas e dogmáticas de pensar.

Dentro de limites razoáveis, o ceticismo atenua certezas, suaviza conclusões peremptórias e abre brechas no fanatismo. Na medida em que se espraia indefinidamente, contudo, ele traz riscos graves. A própria dinâmica de um ceticismo ilimitado apresenta uma contradição insuperável.

O poeta Brecht expressou esse impasse num poeminha que tem apenas três versos e que não pode deixar de ser reproduzido aqui:

“Só acredite no que seus olhos vêem e no que seus ouvidos escutam.

Não acredite nem no que seus olhos vêem e seus ouvidos escutam.

E saiba que, afinal, não acreditar ainda é acreditar.”

Realmente, quem não acredita, para estar convencido de que não está acreditando, precisa acreditar em seu poder de não acreditar. Aquele que não crê, curiosamente, está crendo na sua descrença.


11 - “Todos estamos nos tornando, hoje, mais desconfiados do que no passado.”; o comentário correto a respeito deste segmento inicial do texto é:


  1. a concordância de todos estamos é um exemplo de concordância ideológica;

  2. o pronome nos é complemento de estamos;

  3. hoje aparece entre vírgulas por ser um advérbio de tempo;

  4. mais desconfiados é um exemplo de superlativo relativo;

  5. passado/hoje se opõem semanticamente quanto ao espaço.



12 - “...as pessoas que se dispõem a pagar um preço altíssimo por uma unidade monolítica...”; com esse segmento o autor do texto quer referir-se:


  1. àquelas pessoas que, tendo possibilidades, procuram aumentar sua cultura a ponto de superarem as dúvidas;

  2. aos indivíduos que se sacrificam interiormente em troca de uma consistência psicológica que os defenda de divisões internas;

  3. às pessoas que se dispõem a viver sozinhas, separadas de todos os demais, a fim de evitar sofrimento inútil;

  4. àqueles que imaginam viver em comunhão com Deus de modo a, pela fé, superar os obstáculos;

  5. àqueles céticos que defendem seu ateísmo de forma a mostrarem uma unidade de pensamento que, na verdade, não possuem.



13 - Fragmento do texto onde NÃO ocorrem dois vocábulos ou expressões de conteúdo semântico oposto é:


  1. “Todos estamos nos tornando, hoje, mais desconfiados que no passado.”;

  2. “...a pagar um preço altíssimo por uma unidade monolítica, somos todos bastante divididos interiormente.”;

  3. “Para o bem ou para o mal vão rareando as convicções inabaláveis.”;

  4. “...ela não depende da razão, nem da ciência; depende de Deus...”;

  5. “E saiba que, afinal, não acreditar ainda é acreditar.”.


14 - “Uma parte de nós quer acreditar, outra é descrente.” O par de vocábulos abaixo que não poderia substituir, respectivamente, de forma adequada, os elementos sublinhados é:


  1. quer ter fé / pecadora;

  2. quer crer / incrédula;

  3. quer confiar / desconfiada;

  4. quer dar crédito / cética;

  5. quer ter certeza / insegura.



15 - A divisão interna do ser humano, segundo o texto:


  1. está mais ligada à perda da fé, que nos é dada ou tirada por Deus, do que à perda da credibilidade na ciência ou na filosofia;

  2. se prende unicamente à contradição das verdades filosóficas, que se apóiam na maior ou menor credibilidade de seus enunciadores;

  3. se origina da perda de nossas convicções, sejam na religião, na ciência ou na filosofia;

  4. é própria da natureza humana, que não consegue criar, nem na religião, nem na ciência ou na filosofia, algo confiável;

  5. é altamente positiva, já que nos livra do fanatismo e dos radicalismos de qualquer espécie.



16 - Segundo o texto, as novas descobertas e as novas invenções:


  1. servem para mostrar a força criativa do homem, opondo-se a “verdades definitivas”;

  2. mostram o progresso dos conhecimentos científicos, criado a partir da correção dos erros anteriores;

  3. discutem e modificam, além de desmascararem, todas as teorias científicas do passado;

  4. demonstram a incapacidade da ciência de atingir a verdade, pois estão sempre corrigindo o caminho percorrido;

  5. comprovam que a ciência também tem suas verdades permanentemente renovadas, pela complementação ou correção do já descoberto.



17 - O ceticismo, segundo o texto, apresenta como aspecto positivo:


  1. o aparecimento de um forte radicalismo crítico;

  2. a queda do pluralismo, que sempre desuniu os homens;

  3. o reconhecimento da possibilidade de várias verdades;

  4. o surgimento de formas mais rígidas e dogmáticas de pensar;

  5. a possibilidade de ampliar as brechas do fanatismo.



18 - “As verdades filosóficas se contradizem...”; o item abaixo em que o SE apresenta valor idêntico àquele que possui neste segmento destacado do texto é:


  1. Procura-se um meio de fazer o homem menos cético;

  2. Os homens modernos esconderam-se da verdade;

  3. Pascal se declarou irracionalista;

  4. A ciência e a fé se digladiam;

  5. As doutrinas filosóficas queixam-se do ceticismo moderno.



19 - O poeta Brecht é citado no texto para:


  1. trazer sensibilidade ao tratamento do tema;

  2. opor-se a uma teoria dominante;

  3. comprovar a falência dos sentidos humanos;

  4. ilustrar a contradição interna do ceticismo;

  5. valorizar a força da fé.



20 - Drasticamente, indefinidamente são advérbios que mostram a formação dos advérbios em –mente, anexando este sufixo à forma feminina do adjetivo. Tal processo de formação se explica:


  1. porque historicamente o atual sufixo mente era um vocábulo feminino;

  2. por razões fonológicas, já que se formariam sons desagradáveis;

  3. em virtude de ser esse o processo de formação em latim;

  4. em função de os sufixos serem femininos;

  5. por serem todos os advérbios em mente classificados como advérbios de modo.


21 - O item em que a preposição sublinhada apresenta mais valor semântico (nocional) que gramatical (relacional) é:


  1. “Gostaríamos de ter segurança...”;

  2. “ ...para acreditar em coisas...”;

  3. “...dignas da nossa confiança.”;

  4. “As verdades do crente...”;

  5. “...dependem da história.”.



22 - A palavra sublinhada tem sua classe gramatical corretamente indicada em:


  1. “...mais desconfiados do que no passado.”- pronome adjetivo indefinido;

  2. “...somos todos bastante divididos interiormente.” pronome adjetivo indefinido;

  3. “...ninguém pode assegurar que são inteiramente dignas...”- pronome relativo;

  4. “...mais acirrada será a controvérsia entre eles.”- pronome pessoal reto;

  5. “Só acredite no que seus olhos vêem...”- pronome demonstrativo.



23 - “Uma parte de nós quer acreditar...”; a forma do verbo querer que, ao contrário das demais, apresenta radical e desinência de verbo regular é:


  1. quisesse;

  2. queiram;

  3. quisera;

  4. quererei;

  5. quis.



24 - “...efeitos favoráveis à liberdade espiritual dos indivíduos...”; o acento grave indicativo da crase está presente porque:


  1. todos os adjuntos adverbiais são introduzidos por preposição;

  2. à liberdade está servindo de objeto indireto;

  3. marca a contração do demonstrativo a com a preposição a ;

  4. marca a união da preposição a que rege o adjetivo anterior com o artigo a ;

  5. se trata de um adjunto cujo núcleo é feminino e determinado pelo artigo.


25 - O adjetivo desconfiados equivale semanticamente a sem confiança; a correspondência correta entre o sentido do adjetivo e a expressão dada está em:


  1. “... unidade monolítica...” = de um só tipo;

  2. “... diálogo mais desenvolto...” = de desenvolvimento;

  3. “... formas rígidas e dogmáticas de pensar.” = de credibilidade;

  4. “... conclusões peremptórias...” = de rapidez;

  5. “... valores mais comprometidos...” = de compromisso.



26 - O item em que o valor semântico expresso pelo verbo é indicado equivocadamente é:


  1. “....pessoas que se dispõem a pagar um preço...” = volição;

  2. “Todos estamos nos tornando, hoje, mais desconfiados...”= mudança de estado;

  3. “...para estar convencido...”= estado transitório;

  4. “As verdades filosóficas se contradizem...” = conhecimento;

  5. “O poeta Brecht expressou esse impasse...” = ação.



27 - “Todos estamos nos tornando, hoje, mais desconfiados...”; o item em que o vocábulo mais expressa idéia diferente da de “aumento” ou “intensidade” é:


  1. Hoje estamos mais céticos que antes;

  2. Não queremos mais saber de negativismos;

  3. Treinou e ganhou mais esperança de jogar;

  4. Eu me sinto mais ou menos;

  5. A controvérsia entre filósofos é mais acirrada.



28 - “...no que seus olhos vêem e no que seus ouvidos escutam...”; o item em que o valor da conjunção E está indicado incorretamente é:


  1. Os filósofos pensam e pensam e pensam... = realce ou insistência;

  2. Procurou ler o livro e as páginas estavam rasgadas... = adversidade;

  3. As águas rolavam com força e a criança foi arrastada... = conseqüência;

  4. Os filósofos discutem e se contradizem... = acréscimo;

  5. O ceticismo traz vantagens e desvantagens... = seqüência narrativa.


29 - “Para o bem ou para o mal...”; o item em que OU apresenta valor semântico distinto dos demais é:


  1. Jamais conseguirei entender filósofos ou cientistas;

  2. É melhor crer mais ou nunca seremos felizes;

  3. João ou Pedro será o campeão;

  4. Domingo iremos trabalhar ou descansar;

  5. Os livros chegaram de avião ou de barco.



30 - O item em que a concordância é aceitável na norma culta é:


  1. O filósofo considerou estranho a pesquisa dos universitários;

  2. Está difícil a quitação do empréstimo bancário feita no ano passado;

  3. Uma pequena parte do texto é compreendido;

  4. Os livros traziam 30 páginas de textos rasgados;

  5. Os filósofos parece condenarem o ceticismo.



31 - O item em que o uso ou ausência da preposição é aceitável na norma culta é:


  1. Trata-se de um texto que colaborei;

  2. O texto fala de uma provável agressão ao ser humano;

  3. Os céticos dedicarão cinco meses em atividades sociais;

  4. A relação candidato/vaga favorece os mais dedicados;

  5. O jornalista não lembrou do nome do poeta.



32 - Considerando flexão como o processo de variação na estrutura interna do vocábulo, a palavra abaixo que admite flexão de gênero é:


  1. pedinte;

  2. homem;

  3. aluno;

  4. caracol;

  5. artista.


33 - O item abaixo que apresenta uma característica dos adjetivos e não dos substantivos é:


  1. designação dos seres;

  2. papel sintático de atributo;

  3. função de núcleo de sujeito;

  4. invariabilidade mórfica;

  5. variabilidade em gênero e número.

34 - Todos sabemos que a língua não é monolítica e apresenta variações; o que NÃO se pode afirmar quanto à variação lingüística é que:


  1. há variações mais dignas que outras;

  2. ocorrem variações de caráter regional;

  3. existem variações de cunho social;

  4. há variações entre países de mesma língua;

  5. ocorrem variações derivadas do nível cultural dos falantes.



35 - Vocábulo em que a vogal O deve ser pronunciada com timbre fechado é:


  1. socorros;

  2. trocos;

  3. estojos;

  4. poços;

  5. fogos.



36 - Vocábulo cuja pronúncia dominante no Brasil procura acabar com o hiato é:


  1. família;

  2. saúde;

  3. viúva;

  4. egoísmo;

  5. economia.



37 - O texto de Leandro Konder deve ser considerado como:


  1. didático;

  2. informativo;

  3. argumentativo;

  4. expressivo;

  5. narrativo.



38 - Característica abaixo que marca predominantemente os textos descritivos é:


  1. a atenção às ações ou acontecimentos;

  2. a sucessão temporal;

  3. uso do pretérito perfeito do indicativo;

  4. a presença marcante de substantivos e adjetivos;

  5. pretende discutir, informar ou expor.



39 - O item abaixo que apresenta uma correta correspondência entre tipo de texto e um modelo representativo é:


  1. normativo – leis e portarias;

  2. informativo – livros escolares;

  3. persuasivo – diários;

  4. didático – bulas de remédios;

  5. previsivo – avisos, comunicados.



40 - O item abaixo cujo texto NÃO mostra omissão de termos é:


  1. Nossas ações atuam sobre nós como nós, sobre elas;

  2. Um amigo é a pessoa que detesta as mesmas pessoas que você;

  3. O amor tem fácil a entrada e difícil a saída;

  4. Mais vale um pássaro na mão que dois voando;

  5. A alma pode ser grande: ela tem a medida de seu amor.



41 - O item abaixo que apresenta uma anáfora, mas não uma catáfora é:


  1. Pior do que tudo é o frio;

  2. Tudo custa muito caro: as frutas e os legumes;

  3. Isso é o que mais incomoda os homens honestos: o ciúme;

  4. Feijão, arroz e farinha, tudo da melhor qualidade;

  5. Ele é um grande sujeito, esse tal de Betinho!


42 - Observe a seguinte frase de caminhão: “Marido de mulher feia detesta feriado.”; o item a seguir que mostra uma inferência inadequada desse lema do caminhoneiro é:


  1. feriado é dia em que não se trabalha;

  2. marido de mulher feia tem amante;

  3. viver com mulher feia não é agradável;

  4. algumas mulheres feias se casam;

  5. o marido de mulher feia gosta de ficar fora de casa.

43 - O item abaixo que NÃO apresenta relação com o tema “Os melhores jogadores brasileiros são vendidos ao estrangeiro” é:


  1. O Real Madrid tem um atacante brasileiro;

  2. Pelé foi indicado para Ministro dos Esportes;

  3. O Vasco da Gama vendeu seus melhores jogadores para a Espanha;

  4. O futebol fora do Brasil tem melhor estrutura econômica;

  5. Os jogadores brasileiros têm talento futebolístico inato.



44 - A relação semântica equivocada entre verbo e objeto é:


  1. ranger – porta;

  2. farfalhar – folha;

  3. tilintar – moeda;

  4. bramir – lenha no fogo;

  5. estalar – juntas do corpo.



45 - O item cujo vocábulo está relacionado ao sentido do paladar é:


  1. consistência;

  2. estrépito;

  3. travor;

  4. temperatura;

  5. peso.



46 - Todos os substantivos indicados nas frases a seguir encontram-se adjetivados; o item cujo tipo de adjetivação está indicado de forma correta é:


  1. Casa de ferreiro, espeto de pau; - locução adjetiva;

  2. Relógio que atrasa não adianta; - termo comparativo;

  3. Para bom entendedor, meia palavra basta; - oração adjetiva;

  4. Em tempos de crise, urubu vira frango; - adjetivo qualificativo;

  5. Em casa sem dinheiro, a felicidade desaparece; - sufixação.



47 - A relação semântica entre tempo/cronômetro se repete de forma correta em:


  1. raios – voltímetro;

  2. chuva – hidrômetro;

  3. peso – barômetro;

  4. pressão – parquímetro;

  5. vento – anemômetro.



48 - O item cujos termos mostram, respectivamente, uma relação de termo específico / termo geral é:


  1. cômodo / banheiro;

  2. comício / manifestação;

  3. Tiradentes / autoridade;

  4. incisivo / canino;

  5. caixa / envelope.



49 - Frase sem ambigüidade entre as que estão abaixo é:


  1. Pedro e Maria vão desquitar-se;

  2. Encha seu filho de bolachas;

  3. Conheci o prefeito e a menina de que gosto;

  4. O homem trouxe o seu automóvel para a mulher;

  5. Comprou o carro rápido.



50 - O item abaixo que realiza de forma correta a substituição verbo + advérbio por um só verbo de sentido equivalente é:


  1. Pagar totalmente uma dívida = extirpar;

  2. Destruir completamente o prédio = depenar;

  3. Entregar-se totalmente ao trabalho = devotar-se;

  4. Purificar integralmente o vinho = conspurcar;

  5. Saber integralmente um assunto = arrasar.


DISCURSIVA



FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS E POLÍTICO-FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO

“O Ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

...
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a

cultura, o pensamento, a arte e o saber;

III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;

IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;

...
VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta

Lei e da legislação dos sistemas de ensino;

IX - garantia de padrão de qualidade;

X - valorização da experiência extra-escolar;

XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as

práticas sociais.”



(Artigo 3 da Lei 9394/96)
Responda, no máximo, em 20 linhas.
Por que os princípios acima indicados são hoje considerados essenciais para o sucesso do processo educacional escolar?

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

TEXTO


O FUTURO DA COMUNICAÇÃO

R. A. Amaral Vieira


A nossa civilização é marcada pela linguagem gráfica. A escrita domina nossa vida; é uma instituição social tão forte quanto a nação e o Estado. Nossa cultura é basicamente uma cultura de livros. Pela escrita acumulamos conhecimentos, transmitimos idéias, fixamos nossa cultura. Nossas religiões derivam de livros: o islamismo vem do Corão, escrito por Maomé; os Dez Mandamentos de Moisés foi um livro escrito em pedra. Nossa cristianismo está contido em um livro, a Bíblia. É a cartilha, é o livro escolar, é a literatura expressa graficamente, é o jornal. Mesmo a televisão _ e mais do que ela o cinema _ lança mão dos recursos da linguagem escrita (legenda) para facilitar a comunicação. Na engrenagem da sociedade moderna, a comunicação escrita senta-se em trono. São as certidões, os atestados, são os relatórios, são os diplomas. O documento é basicamente um documento gráfico, e a simples expressão gráfica vale mais que todas as evidências. Numa quase caricatura podemos dizer que o atestado de óbito é mais importante que o cadáver, o diploma mais que a habilitação. Sem a linguagem escrita é praticamente impossível a existência no seio da civilização.
Reescreva o texto em dez linhas, com suas palavras, dividindo-o em parágrafos que marquem claramente a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Mantenha as idéias apresentadas no texto.

GABARITO




QUESTÃO

OPÇÃO


01

A


02

D

03

C

04

C

05

A

06

E

07

A

08

D

09

E

10

B

11

A

12

B

13

D

14

A

15

C

16

E

17

C

18

D

19

D

20

A

21

D

22

E

23

D

24

D

25

E







QUESTÃO

OPÇÃO



D




B



E



A



E



B



C



B



A



C



A



C



D



A



E



D



B



B



D



C



A



E



B



D



C





- -





©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal