Geologia causas de extinção dos dinossauros



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Biologia e Geologia

Apontamentos da disciplina



GEOLOGIA


Causas de extinção dos dinossauros



Causas comológicas




Causas geológicas



Passagem do sistema por zonas perentas


Transgressões e regressões marinhas



Vulcanismo

Impacto meteorítico



Alterações climáticas



Movimento de placas tectónicas

Efeito de estufa




Explosão de supernovas

Aumento da temperatura






Alterações dos ciclos





EXTINÇÕES EM MASSA



Rochas sedimentares
Ciclo da água:

  • Exerce uma ação direta nas rochas

  • Desgaste e desagregação

  • Transforma as partículas em partículas cada vez mais pequenas

Rochas Sedimentares



Meteorização

Diagénese

Outras rochas







Erosão

Transporte

Deposição



Sedimentogenese





Meteorização:

  • FÍSICA – origina partículas cada vez mais pequenas

  • QUIMICA – Transforma-as partículas noutros produtos


Erosão:

  • Remove os sedimentos (as partículas que foram alteradas pela meteorização)

  • Podem ser de origem metamórfica, sedimentar e magmática


Trasnporte:

  • Os sedimentos são transportados para outros locais


Deposição:

  • Os sedimentos depositam-se, e, juntamente com eles, podem igualmente depositar-se restos de organismos (ou de suas atividades) que existiram aí ou que tinham sido igualmente transportados


Diagénese:

  • Os sedimentos sofrem um complexo conjunto de processos que as transformam em rochas sedimentares


Estratos:

  • Quando os sedimentos vão-se acumulando, dando origem a camadas (mais ou menos espessas) numa posição próxima da horizontal

  • É limitado por um teto (limite superior) e um muro (limite inferior)


Características dos estratos:

  • Composição

  • Formas

  • Dimensões dos sedimentos

  • Se possui ou não fosseis


Estratos inclinados: As forças tectónicas exercem pressões sobre os estratos, o que os obriga a inclinar
ROCHAS SEDIMENTARES*HISTÓRIA DA TERRA:

Fornecem informações sobre o passado da Terra:



  • O tipo de ambiente existente no momento da sua formação

  • O tipo de flora e fauna presente numa determinada região ou momento

  • Ex: existencia de seres vivos, as suas dimensões e anatomia…



Rochas Magmáticas e Metamorficas
Magma: material rochoso (total ou parcialmente) fundido em locais profundos da Terra
Rochas Magmáticas:

  • EXTRUSIVAS (OU VULCANICAS) – o magma chega à superfície terrestre

  • INTRUSIVAS (OU PLUTONICAS) – o magma consolida no interior da crusta


ROCHAS MAGMÁTICAS*HISTÓRIA DA TERRA:

Contam-nos a história geológica desse local:



  • Indicam-nos o local da sua formação

  • Dão-nos informações da composição do interior da crusta


Rocha metamórfica: é o resultado, geralmente da temperatura e da pressão (ou de outros fatores metamórficos) sobre rochas pré-existentes
ROCHAS METAMÓRFICAS*HISTÓRIA DA TERRA:

  • Permitem-nos saber as rochas que lhe deram origem

  • Colisão entre placas tectónicas


Fósseis de Idade:

  • Seres vivos que vieram durante um período de tempo relativamente curto da história da Terra e tiveram uma grande distribuição geográfica

  • Pequena distribuição estratográfica

  • Grande distribuição geográfica


Fósseis: são restos de organismos ou vestígios das suas atividades, que vieram num determinado momento da história da Terra e que se encontram preservados nos estratos das rochas sedimentares
Escala do Tempo Geológico:

  • IDADE RELATIVA – principio da sobreposição de estratos

  • IDADE ABSOLUTA – datação radiométrica



Ciclo das Rochas

Magma Lava





solidificação Lava

solidificação Lava


Rochas magmáticas

Intrusivas Extrusivas

fusão Lava


metamorfismo Lava

Sedimetogénese

+

diagénese



Rochas metamórficas Lava




metamorfismo Lava


metamorfismo Lava

Rochas sedimentares Lava




Desvantagem do ciclo das rochas: a trasnforamção da rochas, em resulatdo da dinâmica terrestre, “apaga” parte da história da Terra o que, por vezes, dificulta o seu estudo e interpretação
Datação Relativa e Radiométrica
Príncipio da horizontalidade ( Nicolau Steno, séc. XVII):

  • A deposição dos sedimentos ocorre numa posição horizontal

  • Qualquer fenómeno que altere a horizontalidade das camadas é sempre posterior à sedimentação


Idade Relativa: é a idade de uns estrato e outros fenómenos geológicos em relação a outros
Príncipio da sobreposição: numa sequência de estratos não deformada de rochas sedimentares o estrato mais antigo é o que se situa inferiormente

Príncipio da interseção: estruturas geológicas ( como intrusões magmáticas) que intersetam outras, são mais recentes do que estas
Príncipio da identidade paleontologica: estratos com o mesmo conteúdo fossilífero apresentam a mesma idade
Príncipio da inclusão: um fragmento incorporado num outro é mais antigo que este
Datação radiométrica: permite estimar a idade das rochas em milhões de anos





Semivida (semitrasnforamção ou meia vida): é quando metade do isótopo-pai se transforma em isótopo-filho
Escala do tempo geológico:

  • Baseia-se na seriação em termos cronológicos dos acontecimentos que marcam a história da Terra, desde a sua formação até os tempos atuais

  • Está graduada em divisões:


EONS:

  • O Pré-câmbrico (sem fósseis)

  • O Faneozóico ( com fosseis)


ERAS:

  • Pré-câmbrico (4600 M. a – 570 M. a)

  • O Paleozoico (570 M. a – 250 M. a)

  • Mesozoico (250 M. a – 65 M. a)

  • Cenozóico (250 M. a – atualidade)


Príncipios básicos do racícinio geológico
Catastrofismo de Covier:

  • As grandes modificações ocorridas seriam devidas a grandes catástrofes, sendo a criação da Terra devido à vontade e intenção divina

  • Admitia a existência de pontes continentais

  • Os fósseis eram vestígios de animais existentes na arca de Noé


Uniformitarismo de James Hutton:

  • As rochas formam-se por processos naturais , físicos e químicos semelhantes aos da atualidade, e não devido a qualquer intervenção sobrenatural

  • Ideias fundamentais:

  • As leis naturais são constantes no tempo e espaço

  • PRÍNCIPIO DO ATUALISMO - o passado pode ser explicado com base no que se observa hoje, uma vez que as causas de determinados fenómenos do passado são idênticas às que provocam o mesmo tipo de fenómenos no presente

  • PRÍNCIPIO DO GRADUALISMO – os processos geológicos são lentos e graduais

  • DIFICULDADES - os relatos bíblicos defendiam outra idade da Terra, o que tornava dificil a aceitação que as transformações ocorridas na Terra pudessem ter acontecido de uma forma lenta, gradual e uniforme


Neocatastrofismo:

  • Aceita os pressupostos do uniformitarismo atribui um papel importante aos fenómenos catastróficos, como chuvas de asteroides entre outros, como agentes da evolução da Terra


O Mobilismo Geológico
Teoria da deriva dos continentes (Alfred Wegener):

  • Deslocação de uns continentes em relação a outros

  • FIXISMO – a posição atual dos continentes é a mesma que elas terão ocupado desde o inicio da formação da Terra

  • MOBILISMO – a posição atual dos continentes é diferente da posição que ocupavam no passado e diferente daquela que ocuparão no futuro

  • Provas a favor:

  • Rochas com a mesma idade em continentes diferentes

  • Fósseis com os mesmos organismos em continentes distantes

  • Cadeias montanhosas com características iguais em continentes diferentes

  • Rochas com idades semelhantes com marcas de glaciação em diferentes continentes

  • Existência de dinossauros nos diferentes períodos com grande distribuição geográfica


Teoria da tectónica de placas:

  • Defende que a litosfera se encontra fragmentada em diferentes porções

  • LITOSFERA – parte superior da Terra que engloba a crusta e parte do manto superior

  • FOSSA – zonas onde se cria nova litosfera


Limites convergentes:

  • As placas aproximam-se uma da outra

  • Zonas onde a destruição de crusta (limites destrutivos)

  • Geralmente são zonas de fossa oceânica

  • Zonas de subducção, uma placa mergulha sobre outra


Limites divergentes:

  • As placas afastam-se uma da outra

  • Situam-se nas dorsais oceânicas

  • Cria-se crosta oceânica (limite construtivo)

  • Associada a fenómenos de vulcanismo


Limites conservativos:

  • As placas deslizam lateralmente, uma em relação a outra

  • Não há nem formação, nem destruição de placa

Sistema Solar
Existencia de Biodiversidade na Terra:

Massa(influencia):

  • A energia interna do planeta e, por conseguinte, a sua atividade geológica

  • A força da gravidade, que permite conservar uma atmosfera na sua parte externa

Distancia ao Sol (influencia):

  • O estabelecimento de uma temperatura equilibrada

  • Formação e a manutenção de água no estado líquido


Teoria de Buffon:

  • Impacto de uma estrela com o sol e deste choque resultaria a emissão de filamento de matéria solar que deu origem aos restantes planetas

  • Teoria catastrófica

  • O sol é mais antigo que os outros planetas do sistema solar ( não tem a mesma idade)


Teoria de Chamberlin:

  • Uma estrela passou perto do sol, arrancando parte dele, o material ter-se-ia condensado em blocos que formaram os planetas

  • Teoria catastrófica

  • O sol é mais antigo que os outros planetas do sistema solar ( não tem a mesma idade)


Teoria Nebular:

  • Contração de uma nebulosa gasosa em rotação

  • Adquiriu a forma de um disco com uma saliência na parte central que aumentou e rodou mais velozmente, formando um protossol

  • Soltaram-se anéis de matéria que deram origem aos planetas


Teoria Nebular Reformulada:

  • No disco proto-planetário verificaram-se colisões entre partículas

  • Agregaram-se e deram origem a corpos rochosos cada vez maiores designadas planetesimais

  • O aumento da massa de alguns planetesimais permitiu a retenção de uma atmosfera


Factos que apoiam a teoria Nebular Reformulada:

  • Idade idêntica para todos os corpos do sistema solar

  • Regularidade das orbitas planetárias, orbitas elipsoides, quase circulares

  • Órbitas quase complanares, formam um disco

  • Movimento de translação são todos no mesmo sentido

  • Movimento de rotação são no mesmo sentido, exceto Vénus e Úrano

  • Densidade dos mais próximos do Sol é superior à dos mais afastados, o que concorda com a posição de origem na nébula

  • SENTIDO DIRETO – sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, sentido da Maioria dos planetas

  • SENTIDO TRETRÓGRADO – sentido dos ponteiros do relógio, sentido de Úranos e Vénus



Constituição do sistema solar



Planetas Clássicos ou Principais

Sol

Planetas Anões

Ex: Plutão



Corpos Menores



Planetas Telúricos



Planetas Gigantes ou Gasosos

Asteroides

Meteoritos

Cometas



Planetas principais:


4



Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

Planetas Telúricos: apresentam semelhanças com aTerra

8



4

Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno

Planetas Gigantes ou Gasosos:

Têm dimensões superiores às dos planetas telúricos


Porque são constituídos por gases



Planetas Telúricos:

  • Pequenas dimensões, com diâmetro igual ou inferior ao da Terra

  • Densidade elevada, provavelmente tem um núcleo metálico

  • Constituídos por materiais rochosos

  • As atmosferas quando existentes são pouco extensas, relativamente às dimensões do planeta

  • Movimento de rotação lentos

  • Possuem poucos ou nenhuns satélites

  • Os materiais que constituem o seu interior estão estruturados em camadas mais ou menos concêntricas


Planetas Gasosos ou Gigantes:

  • Possuem diâmetros bastantes superiores aos telúricos

  • Tem baixa densidade, constituídos essencialmente por materiais gasosos

  • Movimentos de rotação rápidos

  • Têm geralmente inúmeros satélites

Planetas Anões:

  • Quaoar, Sedna, Eris, Plutão

  • Gravitam para além de Neptuno, na cintura de Kiúper

  • Orbitam em torno ao sol

  • Tem uma gravidade suficiente para ter forma esférica, mas não atraem corpos celestes à sua vizinhança


Corpos pequenos do sistema solar:

  • Asteroides, Cometas e Meteoritos

  • São corpos de pequenas dimensões


Planetas Rochosos:

  • Formaram-se nas zonas mais densas do disco proto-planetário, mais perto do sol

  • Constituídos por materiais mais densos

  • O menos densos escaparam devido a radiação emitida pelo sol

  • São pequenos e rochosos, com atmosferas pouco densas

  • Maior núcleo em ferro, assim são mais densos


Planetas Gasosos:

  • Formados a partir dos gases menos densos que o sol afastou da sua vizinhança e que solidificaram

  • Composição semelhante ao sol, compostos por elementos voláteis (H e He)

  • A radiação não conseguiu repelir esses elementos já que era demasiada fraca

  • Pequeno núcleo em ferro


Atmosfera de Mercúrio:

Não tem:


  • Não tem massa suficiente para atrair e manter uma atmosfera

  • Demasiado perto do sol, a radiação afasta os gases voláteis


Cintura de Kiuper: fronteira gelada que se estendeu a 1 U. A. Para além de Neptuno, incluindo Plutão e Eris
Asteroides:

  • A maior parte descreve a sua orbita entre Marte e Júpiter, cintura de asteroides

  • Chamam-se também “planetas menores”, sendo corpos de diferentes dimensões

  • Admite-se que se trate de matéria pétrea de um planeta que não se constitui aquando a formação do sistema solar

  • Alguns asteroides com orbitas muito excêntricas podem intercetar a orbita de outros planetas, podendo mesmo colidir com estes

  • Os asteroides de grandes dimensões encontram-se diferenciados em camadas, e os de menores dimensões não se encontram diferenciados

  • São constituídos desde materiais rochosos até ligas de Ferro e Níquel


Grupos de Asteroides:

  • Cintura de asteroides (entre Marte e Júpiter)

  • Asteroides próximos da Terra (cruzam o nosso planeta)

  • Asteroides Troianos (encontram-se na orbita de Júpiter)

  • Asteroides Centauros (para lá de Neptuno)


Cometas
Grupo de cometas passa a estar sujeito a uma orbita muito elíptica que atravessa Plutão
Sofrem influencia da gravidade dos planetas (Júpiter e Saturno)
Penetram no Sistema Solar
Ao passarem entre a orbita de Júpiter e Marte
Aquecem e volatilizam

Cabeleira Cauda

(partículas sólidas e gases) (gases e poeiras)
Cometas:


  • ORIGEM – cintura de Kiuper e nuvem cometária de Oort

  • CONSTITUIÇÃO – água e gases congelados, rochas

  • Quando cruzam a orbita de Jupiter apresentam núcleo ou coma

  • CABELEIRA – resultam do aquecimento e dilatação dos gases e da água (gelada) o que leva à libertação dos gases retidos nas cavidades do material rochoso; esses gases exercem pressão provocando a fragmentação do material, levando o desprendimento de partículas sólidas e gases originando, assim, a cabeleira;

  • CAUDA – resulta da evaporação provocada pelo calor do sol; orienta-se sempre em direção oposto ao sol e deve-se à repulsão dos gases pela radiação solar

  • IMPORTANCIA – o núcleo rochoso dos cometas conterá materiais originários da nebulosa primitiva, os quais não sofreram alteração acentuada.


Meteoroides: partículas rochosas de variadas dimensões, resultantes da colisão entre asteroides ou desagregação de cometas
Meteoro ( Estrela Cadente): meteoroide que entrou numa atmosfera, sofre aquecimento, tornando-se incandescente e deixando um rasto luminoso
Meteoritos: resistem ao atrito da atmosfera, vaporizam parcialmente e colidem com a superfície da Terra


Meteoritos





Sideritos

Ou ferrios ou metalicos

Siderólitos

Ou petro-ferrios



Aerólitos

Ou pétreos





Condritos

Possuem côndrulos



Acondritos

Não possuem côndrulos




Côndrulos: pequenos glóbulos de olivina e outros minerais
Diferenciação: Traduzido pela migração de materiais quer para o centro do planeta (para onde se deslocaram os mais densos, como Fe e Ní) quer para a superfície (menos densos)
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