George Nay, Conde Húngaro



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Encontro29.07.2016
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George Nay, Conde Húngaro

Esta história começa na Hungria em Budapeste, a capital. Nos primórdios de 1900, a Ciência Cristã já havia lançado raízes neste país. Uma senhora da nobreza, criava seu sobrinho George Nay, estudante na universidade, que morava com ela. 

A tia ficou doente e pediu ao George que fosse na Sala de Leitura para pedir que uma praticista viesse visitá-la.  Mas  não havia mais, ela tinha se mudado.  A atendente da SL sugeriu que ele comprasse o Livrete Trimestral, os marcadores e o giz, e lhe ensinaram como marcar os livros a Biblia e Ciência e Saúde que sua tia já possuía. Ele foi para casa, marcou os livros e cada dia lia para a tia a Lição Bíblica daquela semana. Com uma grande  gratidão pela bondosa tia, na casa de quem ele vivia. Ele fazia a leitura regularmente com esperança de que essa leitura ajudasse sua tia. E assim aconteceu. A leitura da LB, feita com gratidão, dedicação, esperança, trouxe a cura necessária.

Quando a tia se curou, George parou de ler a LB, pois a tia já conseguia ler, ela mesma.

George passou a dedicar toda a sua atenção aos estudos. Ele, um jovem de boa saúde, freqüentando a universidade, pensava que Deus não existia.  Era descrente. Como estudante de engenharia ele só acreditava no que fosse visível, que ele pudesse tocar, pesar, medir, ou seja, o que fosse matéria.  Em Deus, como Espírito divino, ele não acreditava.  Era um bom aluno na universidade e praticava o remo como esporte remando com seus companheiros no Rio Danúbio. George fumava cigarros.

Passados algumas semanas da cura de sua tia, o professor técnico de remo informou aos alunos remadores: "Quem estiver fumando, tem que decidir ou fica com o cigarro, e para de remar, ou deixa o cigarro e segue no remo.  Os dois não são amigos e o cigarro enfraquece o remador. Quando chega a parte da arrancada final e cada remador precisa resistência e força extra, o que fuma, não consegue acompanhar e isso prejudica toda a equipe. Agora cada um de vocês tem de decidir, e espero que decidam ficar no time de remo."

 George, pensou: Fumar não é bom, não é bom para a saúde, enquanto o remo é um esporte que vai ajudar a desenvolver a minha estrutura física ( ele tinha estatura média, mas tinha um corpo fino), por isso, vou largar o cigarro.

Lembrou-se de como sua tia fora curada pela leitura da LB, eu vou começar a ler a Bíblia e o livro Ciência e Saúde e espero que me curem do vicio de fumar cigarros tal como a tia recuperou a saúde.  E assim aconteceu.  

George pensou que ler a LB todos os dias fazia sentido, era uma coisa inteligente para ser feita, ajudava a ter ideias novas, enfrentar e superar as dificuldades.  Então resolveu continuar a leitura da LB todos os dias, mesmo depois de ser curado do hábito de fumar.

[Não conheço os detalhes de sua vida, mas ele deve ter emigrado para os Estados Unidos no fim da década de 1930. Viveu em Nova Iorque, casou com uma praticista, que se tornou professora de Ciência Cristã, Mrs. Nay. Muito conhecida e viveu uma longa vida dedicada à prática pública e ao ensino da Ciência Cristã na cidade de Nova Iorque.

George Nay, CS e Orlando Trentini

George Nay, quando o encontrei pela primeira vez ele trabalhava na Sociedade Publicadora da Ciência Cristã em Boston. Era o Redator dos Arautos, inclusive o Arauto português, isso foi em 1961. Conversei com ele em minhas visitas seguintes em 1964 e em 1966, pois eu morava na ocasião em Porto alegre, RS, Brasil. Em 1967 mudei com a família para a área de Boston para trabalhar no Departamento de Traduções da Ciência Cristã. Em 1972, George Nay se aposentou e Alfred Schneider, foi nomeado para substitui-lo. Coube a mim a tarefa de substituir a Alfred Schneider como gerente do Departamento de Traduções, cargo que ocupei até 1978, quando encaminhei minha licença para deixar o cargo. Em 7 de setembro daquele ano eu iniciei a minha viagem e fui para a frente para o Brasil.  Levar a minha experiência internacional e conhecimento de Ciência Cristã para ajudar aos Cientistas Cristãos e futuros adeptos e o meu pais em sua marcha de progresso.


Encontro entre GEORGE NAY E DR.ALBERT EINSTEIN

Conforme Nay relatou a Orlando Trentini em janeiro de 1972, em seu gabinete de trabalho na Sociedade Editora da Ciência Cristã, no 6º. andar. Nay era o Editor dos Arautos da Ciência Cristã. O meu gabinete de trabalho como gerente do Departamento de Traduções, ficava no 5º.andar, do mesmo prédio.

Nay, em uma de nossas visitas, me contou que enquanto vivia em Nova Iorque ele se havia tornado um praticista da CC e às 4as. Feiras costumava freqüentar os serviços da Reunião de Testemunhos, realizado entre 12 e 13 h, d 5ª. Igreja. E numa 4ª feira observou a fisionomia de Albert Einstein entre os presentes. Mas não conseguiu chegar a ele, pois logo se retirara. Ansiosamente continuava todas as 4as feiras a ir a este serviço religioso esperando encontrar ao Dr. Albert Einstein. Assim, numa outra reunião de testemunhos ele viu Einstein sentar-se no mesmo lugar da vez anterior. Agora Nay passou a sentar próximo aquela cadeira esperando o dia de conversar com Einstein.

Nay se apresentou e disse notar que sua fisionomia lhe parecia familiar e gostaria de saber se ele era .... Einstein, não deixou ele falar seu nome, para que outros não ouvissem, e disse : Sim, sou eu mesmo.

Nay: Eu me admiro de ver um físico de sua envergadura e conhecimentos estar assistindo aos serviços religiosos da Ciência Cristã? Ele explicou que gostava muito dos conceitos profundos que ali estavam sendo lidos sobre um Deus cujas leis regem o universo. E, ainda comentou com Nay: “Eu me pergunto quantas pessoas, das que aqui estão, realmente entendem a profundidade dos ensinamentos que estes livros contém.”

O Dr. Albert Einstein, era catedrático na Universidade de Princeton, NJ e havia e ainda há trens para o centro de Nova Iorque, várias vezes por dia. Sempre que vinha a essa cidade e fosse 4ª feira ele vinha assistir a este serviço de testemunhos. Mas há registros de que visitara também a 9ª. Igreja e a Sala de Leitura da 5ª e 8ª Igreja, de Nova Iorque.

O livro A FÍSICA, A METAFÍSICA E DEUS

Uma perspectiva da física cedendo à metafísica

1ª. Parte: A Física - O Universo Quântico

2ª. Parte: A Metafísca – O Universo do Espírito

Escrito por Jack W. Geiss, Publicado em 2006, por www.authorhouse.com

Bloomington, In – EUA - 3ª. Edição.

Neste livro o autor dedica as páginas 219 – 222 a

ALBERT EINSTEIN E A CIÊNCIA CRISTÃ

É sabido por um bom número de pessoas que Albert Einstein, judeu por nascimento, tinha um interesse mais do que superficial na Ciência Cristã. Há muitos relatos de membros da Igreja de terem visto Einstein (com certa freqüência) assistindo na Igreja a Reuniões de Testemunhos nas 4as. Feiras, serviços de domingo, e visitando Salas de Leitura em duas igrejas em Nova Iorque (8ª e 5ª Igreja). Alguns membros lembravam a poltrona na 5ª Igreja, perto da Grand Central Station onde Einstein costumava sentar, nas 4as feiras durante o período de 1952 – 1953. Em Princeton, NJ, onde ele residia e lecionava na Universidade foi visto muitas vezes na Igreja e na Sala de Leitura. Também há o registro de várias visitas a Igreja em Pasadena,CA, provavelmente durante 1930-33.
De acordo com algumas fontes da Ciência Cristã, Einstein é citado como tendo feito comentários a respeito dos ensinamentos da CC, particularmente sobre seu conceito não convencional sobre a matéria. De acordo com Carole Wilson,  Einstein freqüentou regularmente a 9ª Igreja de Cristo, Cientista em Nova Iorque.

Mary Baker Eddy e Albert Einstein são ambos conhecidos  por adiantados conceitos do universo físico que são bem diferentes daqueles geralmente aceitos pelos cientistas de suas épocas.

 Poucas pessoas  hoje sabem o quanto Einstein estudou Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, apoiou suas conclusões, e admirou sua autora, Mary Baker Eddy. Muitas notícias sobre a conexão de Einstein com a Ciência Cristã foram preservadas, através dos anos, por pessoas  que tiveram conhecimento ou contato com ele.

“ Num depoimento, Mary Spaulding, mulher do famoso violinista Albert Spaulding, foi preservada uma conversa que ela teve com Einstein na Sala de Leitura da Madison Ave., perto da Rua 43, em Nova Iorque. Onde ele disse, após fazer vários comentários favoráveis sobre Ciência e Saúde: “E pensar que uma mulher já sabia isso há 80 anos!” [o livro Ciência e Saúde foi publicado em inglês, por primeira vez em 1875.] Também no período de 1954, o Dr. Albert Einstein foi visito quando visitava a Sala de Leitura Sul do Central Park, em Nova Iorque.

W.S.Cooper, Professor Emérito da SIMS University na Califórnia, Berkeley,CA 04720. Este professor completou, em época mais recente (2008), um estudo mais preciso, completo e muito mais extenso com o título de:

“On Einstein´s Interest in the Metaphysics of Mary Baker Eddy” ( O Interesse de Einstein na Metafísica de Mary Baker Eddy). (School of Information, University of Califórnia, Berkeley, CA).

Na introdução de seu livro escreve este autor; “Há evidência veraz, inclusive testemunho de pessoas ainda vivas,em 2001, de que Albert Einstein tinha um interesse especial no sistema metafísico de Mary Baker Eddy, a fundadora do movimento da Ciência Cristã. Os relatos confirmam de que ele freqüentou as igrejas da Ciência Cristã, estudava nas Salas de Leituras desta denominação, elogiou os escritos de Eddy, e a fendia contra críticas, em particular. As objeções que Einstein tinha contra as doutrinas de religiões tradicionais, não se aplicam, de modo geral, à metafísica de Eddy.” [Do livro Física, Metafísica e Deus, p. 220.]

[Einstein] era um dos mais freqüentes visitantes na Sala de Leitura de Princeton, muitas vezes permanecendo mais de uma hora lendo Ciência e Saúde. Seus elogios generosos ao livro Ciência e Saúde está o seguinte: “Um dia quando estava saindo da Sala de Leitura, parou na mesa do bibliotecária e disse: “Se todo o mundo soubesse o que aquele livro contém (se referia ao Ciência e Saúde) não haveria lugar suficiente em parte alguma, para acomodar as pessoas pressionando para terem acesso a ele.” (Reminiscências de Elizabeth Earl Jones como consta no livro The Healer: The Healing Work of Mary Baker Eddy, p. 189).

Robert Peel (A Cura Espiritual numa Época Científica, publicado em 1987 por Harper and Row, o autor relata que ouviu diretamente de George Nay (um Editor que falava alemão, e Conferencista da Ciência Cristã) o relato da conversa entre Nay e Einstein, quando o Dr. Einstein, disse: “Vocês estão cientes da coisa maravilhosa que vocês têm?” Segundo W.S. Cooper essa conversação foi testemunhada por George Millar, Londres, Inglaterra, 28 de abril de 1954.

O Dr. William Frederick Underwood e sua filha, Nancy Kiefer, eram cientistas cristãos que lutaram pela demonstração da Exposição Científica do Ser e deram provas convincentes dela ao Dr. Albert Einstein. “Quinze engenheiros, químicos e físicos da equipe do Dr. Underwood no Manhattan Project (Projeto Manhattan) foram acidentalmente expostos à radiação nuclear e morreram no espaço de um a três anos depois dessa exposição. Apesar de Underwood também ter sido exposto ao envenenamento radioativo, muito mais do que os outros, ele foi curado por meio da oração, mesmo depois de seus órgãos terem começado a se deteriorar e de uma doença neurodegenerativa ter se iniciado. Quaisquer cicatrizes dessa experiência também desapareceram...

Nancy Kiefer, também foi curada (por meio da oração) da exposição à radiação nuclear...Einstein havia testemunhado, e reconhecido, diversas curas apenas por meio da oração, incluindo um braço e uma perna quebrados da filha de Underwood, Nancy. Duas horas e meia após o acidente, ela veio andando para a mesa de jantar...e então comeu com a mão “quebrada”!

Einstein reconheceu ...que o Dr. Underwood teve uma fratura do quadril que foi curado apenas pela oração, em três dias.



Não é de admirar que Einstein tenha estudado a Ciência Cristã e comentado que a Exposição Científica do Ser era “a declaração mais profunda já feita pela humanidade”. Do livro Physics, Metaphysics and God (Física, Metafísica e Deus) de Jack W. Geiss, 2006, 2ª. Edição, p. 220)]


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