Geraldo magella leonel caetano emerson soares



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ENGENHARIA ELÉTRICA

MATERIAIS E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS.

Relés e chave fim de curso”.



ALUNOS:

GERALDO MAGELLA

LEONEL CAETANO

EMERSON SOARES

ULISSES IRINEU

RODRIGO VOGADO

THIAGO FRANCISCO


Uberaba, Março de 2007.

COMO FUNCIONAM OS RELÉS:


Os relés são dispositivos comutadores eletromecânicos. A estrutura simplificada de um relé é mostrada na figura 1 e a partir dela explicaremos o seu princípio de funcionamento.

Nas proximidades de um eletroimã é instalada uma armadura móvel que tem por finalidade abrir ou fechar um jogo de contatos. Quando a bobina é percorrida por uma corrente elétrica é criado um campo magnético que atua sobre a armadura, atraindo-a. Nesta atração ocorre um movimento que ativa os contatos, os quais podem ser abertos, fechados ou comutados, dependendo de sua posição, conforme mostra a figura 2.



Isso significa que, através de uma corrente de controle aplicada à bobina de um relé, podemos abrir, fechar ou comutar os contatos de uma determinada forma, controlando assim as correntes que circulam por circuitos externos. Quando a corrente deixa de circular pela bobina do relé o campo magnético criado desaparece, e com isso a armadura volta a sua posição inicial pela ação da mola.


Os relés se dizem energizados quando estão sendo percorridos por uma corrente em sua bobina capaz de ativar seus contatos, e se dizem desenergizados quando não há corrente circulando por sua bobina.
A aplicação mais imediata de um relé com contato simples é no controle de um circuito externo ligando ou desligando-o, conforme mostra a figura 3. Observe o símbolo usado para representar este componente.

Quando a chave S1 for ligada, a corrente do gerador E1 pode circular pela bobina do relé, energizando-o. Com isso, os contatos do relé fecham, permitindo que a corrente do gerador E2 circule pela carga, ou seja, o circuito controlado que pode ser uma lâmpada.

Para desligar a carga basta interromper a corrente que circula pela bobina do relé, abrindo para isso S1.
Características dos relés:

Uma das características do relé é que ele pode ser energizado com correntes muito pequenas em relação à corrente que o circuito controlado exige para funcionar. Isso significa a possibilidade de controlarmos circuitos de altas correntes como motores, lâmpadas e máquinas industriais, diretamente a partir de dispositivos eletrônicos fracos como transistores, circuitos integrados, fotoresistores etc.


A corrente fornecida diretamente por um transistor de pequena potência da ordem de 0,1A não conseguiria controlar uma máquina industrial, um motor ou uma lâmpada, mas pode ativar um relé e através dele controlar a carga de alta potência. (figura 4)

Outra característica importante dos relés é a segurança dada pelo isolamento do circuito de controle em relação ao circuito que está sendo controlado. Não existe contato elétrico entre o circuito da bobina e os circuitos dos contatos do relé, o que significa que não há passagem de qualquer corrente do circuito que ativa o relé para o circuito que ele controla.
Se o circuito controlado for de alta tensão, por exemplo, este isolamento pode ser importante em termos de segurança.

Do mesmo modo, podemos controlar circuitos de características completamente diferentes usando relés: um relé, cuja bobina seja energizada com apenas 6 ou 12V, pode perfeitamente controlar circuitos de tensões mais altas como 110V ou 220V.


O relé que tomamos como exemplo para analisar o funcionamento possui uma bobina e um único contato que abre ou fecha.
Na prática, entretanto, os relés podem ter diversos tipos de construção, muitos contatos e apresentar características próprias sendo indicados para aplicações bem determinadas.

OS RELÉS NA PRÁTICA:


O que determina a utilização de um relé numa aplicação prática são suas características. O entendimento dessas características é fundamental para a escolha do tipo ideal.
A bobina de um relé é enrolada com um fio esmaltado cuja espessura e número de voltas são determinados pelas condições em que se deseja fazer sua energização.
A intensidade do campo magnético produzido e, portanto, a força com que a armadura é atraída depende tanto da intensidade da corrente que circula pela bobina como do número de voltas que ela contém.
Por outro lado, a espessura do fio e a quantidade de voltas determinam o comprimento do enrolamento, o qual é função tanto da corrente como da tensão que deve ser aplicada ao relé para sua energização, o que no fundo é a resistência do componente. Todos
estes fatores entrelaçados determinam o modo como a bobina de cada tipo de relé é enrolada.
De um modo geral podemos dizer que nos tipos sensíveis, que operam com baixas correntes, são enroladas milhares ou mesmo dezenas de milhares de voltas de fios
esmaltados extremamente finos, alguns até mesmo mais finos que um fio de cabelo! (figura 5).

As armaduras dos relés devem ser construídas com materiais que possam ser atraídos pelos campos magnéticos gerados, ou seja, devem ser de materiais ferromagnéticos e montadas sobre um sistema de articulação que permita sua movimentação fácil, e retorno à posição inicial quando o campo desaparece.
Peças flexíveis de metal, molas ou articulações são alguns dos recursos que são usados na montagem das armaduras.

A corrente máxima que os relés podem controlar depende da maneira como são construídos os contatos. Além disso existe o problema do faiscamento que ocorre


durante a abertura e fechamento dos contatos de relé, principalmente no controle de determinado tipo de carga (indutivas).

O material usado deve então ser resistente, apresentar boa capacidade de condução de corrente e, além disso, ter um formato próprio, dependendo da aplicação a que se destina o relé.


Dentre os materiais usados para a fabricação dos contatos podemos citar o cobre, a prata e o tungstênio. A prata evita a ação de queima provocada pelas faíscas, enquanto os contatos de tungstênio evitam a oxidação.
O número de contatos e sua disposição vai depender das aplicações a que se destinam os relés.

REED RELÉS:

Reed-switches são interruptores hermeticamente encerrados em ampolas de vidro, conforme mostra a figura 13.

Duas lâminas no interior de uma ampola podem ser movidas pela ação de um campo magnético. Uma das maneiras de fazer um reed-switch fechar os contatos, encostando uma lâmina na outra, é através do campo magnético de um imã.

A outra maneira é colocar este elemento no interior de uma bobina, dando origem assim ao componente denominado reed-relé. (figura 14)

A flexibilidade da lâmina usada permite que campos magnéticos muito fracos consigam atuar sobre elas fechando os contatos, o que dá origem a relés extremamente sensíveis e compactos. No entanto, estas mesmas lâminas não suportam correntes elevadas, o que significa que, se obtemos um relé muito sensível, ele não pode operar com correntes elevadas nem tensões muito altas.

Existem aplicações em que a miniaturização do reed-relé e a sua sensibilidade tornam este componente ideal. Existem uma linha de relés os tipos relés reed da série RD, que podem ser montados diretamente em placa de circuito impresso.

CHAVES FIM DE CURSO:

ACIONAMENTO MECÂNICO:

DESCRIÇÃO:

SEU ACIONAMENTO É DADO PELA AÇÃO DE UM DISPOSITIVO DESLIZANTE OU OUTRO OBJETO QUE SE MOVA, ACIONADO O EIXO OU ALAVANCA, FORÇANDO A COMUTAÇÃO DE SEUS CONTATOS INTERNOS N.A (NORMAL ABERTO) OU N.F.(NORMAL FECHADO).

APLICAÇÃO:

MÁQUINAS, LANÇAS DE GUINDANTES, ELEVADORES, ETC



Sensores Indutivos:

SENSORES INDUTIVOS SÃO EMISSORES DE SINAL QUE DETECTAM, SEM CONTATO FÍSICO, TODOS OS OBEJTOS ELETRICAMENTE CONDUTORES QUE ENTRAM NO SEU CAMPO MAGNÉTICO DE ALTA FREQUÊNCIA.

São componentes eletrônicos capazes de detectar a aproximação de um objeto sem a necessidade de contato físico entre sensor e o acionador, aumentando a vida útil do sensor por não possuir peças móveis sujeitas a desgastes mecânicos.

APLICAÇÃO:

MÁQUINAS, ROBÔS, SISTMAS DE TRANSPORTES E DE PRODUÇÃO.





Principal aplicação é a detecção de objetos metálicos, pois o campo emitido é eletromagnético.



O sensor consiste de uma bobina sobre um núcleo de ferrite, um oscilador, um circuito de disparo de sinais de comando e um circuito de saída.


Sensores Capacitivos:
São sensores capazes de detectar a aproximação de objetos sem a necessidade de contato físico, tal qual os sensores indutivos, porém com principio de funcionamento baseado na variação da capacitância.

SENSORES CAPACITIVOS SÃO EMISSORES DE SINAL QUE DETECTAM, SEM CONTATO FÍSICO, TODOS OS OBEJTOS ELETRICAMENTE CONDUTORES OU NÃO CONDUTORES QUE ENTRAM NO SEU CAMPO CAPACITIVO.


Geram um campo eletrostático e detectam mudanças causadas neste campo quando um alvo se aproxima da face ativa.

As partes internas do sensor consistem em uma ponta capacitiva, um oscilador, um retificador de sinal, um circuito de filtragem e um circuito de saída.

Na ausência de um alvo, o oscilador está inativo.

A capacitância do circuito com a ponta de compensação é determinada pelo tamanho do alvo, sua constante dielétrica e distância até a ponta.

Quanto maior o tamanho e a constante dielétrica de um alvo, mais este aumenta a capacitância. Quanto menor a distância entre a ponta e o alvo, maior a capacitância.

Os sensores blindados de proximidade capacitivos blindados são mais indicados para a detecção de materiais de constantes dielétricas baixas, devido a seu campo eletrostático altamente concentrado.Para os alvos em material apropriado, os sensores em versão não-blindada apresentam alcance maior que

aqueles em versão blindada.


APLICAÇÃO:

MÁQUINAS, LANÇAS DE GUINDANTES, ELEVADORES, TANQUES, ETC



Sensores Fotoelétricos
São sensores remotos que podem ter alcance de vários metros, são aplicados em ambientes que necessitam um resposta rápida de detecção.

Detectam a mudança da quantidade de luz que é refletida ou bloqueada pelo objeto a ser detectado;

SENSORES FOTOELÉTRICOS SÃO EMISSORES DE SINAL QUE DETECTAM, SEM CONTATO FÍSICO, TODOS OS OBEJTOS QUE ENTRAM, EM SEU CAMPO DE LUZ.

APLICAÇÃO:

MÁQUINAS, LANÇAS DE GUINDANTES, ELEVADORES,FABRICAS DE ELETRODOMESTICOS, ETC.
A composição básica do sensor fotoelétrico:

Fonte de luz.

Sensor de luz.

Lentes.


Saída.


DESCRIÇÃO:

SÃO RELÉS UTILIZADOS EM ELETRÔNICA PARA MONTAGEM EM PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO.


APLICAÇÃO:

EQUIPAMENTOS ELETRO ELETRÔNICOS EM GERAL.


RELÉS BIMETÁLICOS DE SOBREGARCA

DESCRIÇÃO:

SÃO RELÉS UTILIZADOS EM CIRCUITOS ELÉTRICOS DE ACIONAMENTO DE MOTORES ELÉTRICOS PARA PROTEÇÃO DE SOBRECARGA NOS MOTORES.

Os relés térmicos 3RU11 substituem as antigas linhas de relés 3UA. Os relés SIRIUS distinguem-se pela grande confiabilidade e elevado tempo de vida. Combinam perfeitamente com os contatores SIRIUS 3RT (elétrica e mecanicamente) e com outros componentes da família SIRIUS, como o soft-starter 3RW3.

Através de um suporte para montagem individual é possível montá-los separadamente dos contatores, com fixação sobre trilhos DIN ou por parafusos. Os relés térmicos 3RU11 não são próprios para montagem acoplados aos antigos contatores 3TF.

APLICAÇÃO:

PROTEÇÃO DE MOTORES.



RELÉS DIFERENCIAL

DESCRIÇÃO:

SÃO RELÉS UTILIZADOS EM SUBSTAÇÕES DE ENERGIA ELÉTRICA, PARA PROTEÇÃO DE CURTO CIRCUITO, FALTA A terra.
APLICAÇÃO:

SUBSTAÇÕES DE ENERGIA ELÉTRICAS



A proteção diferencial consiste na medição da corrente de fuga à terra, de uma instalação elétrica (ou de parte de uma instalação) e em provocar o corte da alimentação, sempre que essa corrente se torne perigosa para as pessoas ou para os bens.



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