Gestão pedagógica estratégica: motivaçÃo para a aprendizagem



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GESTÃO PEDAGÓGICA ESTRATÉGICA: MOTIVAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM

1 Ivanilde Morais dos Santos

2 Ronilda Silva Lima

Resumo

O tema tem por objetivo estudar as causas da (des) motivação para se compreender a problemática e a partir daí fornecer subsídios teóricos para uma discussão e encaminhamento de propostas de soluções viáveis. Acredita-se que a motivação para a aprendizagem se dá por vários motivos que diferem de individuo para individuo. Um deles, por exemplo, a falta de temas cativantes a serem debatidos em sala de aula e isso esta intimamente ligada ao fazer pedagógico de cada educador, são as competências construídas, tanto de sua formação, quanto da sua prática que se tornam bases para um trabalho pedagógico dinâmico voltado para uma aprendizagem de qualidade e, principalmente, ver o ato de educar como meio de motivação para a aprendizagem. Outro fator determinante e o excesso de energia que o estudante concentra, e por isso o aluno quer ação. Os alunos que estão na escola, atualmente sofrem toda ordem de influência na sua maneira de ser, tornando-se produto de diversas culturas de uma sociedade excludentes, injusta e ao mesmo tempo da sociedade da informação, o que exige dos educadores novos olhares, novas posturas, novas formas de compreender o comportamento dos alunos, pois, até o momento todas as abordagens utilizadas não foram suficientes para explicar convincentemente e nem contribuir de forma efetiva para amenizar a indisciplina especificamente a de sala de aula.

Palavrasi - Chaves: Motivação, Aprendizagem, Incentivo, Professor, Família e Aluno.

A gestão escolar é o conjunto de medidas tomadas para que a escola cumpra sua função. A gestão deve ser participativa, incluindo os pais e responsáveis, pois os pais são os principais interessados na formação de seus filhos. Todos sabem, porém que o Brasil tem leis que são muitas vezes ignoradas e deturpadas.

Segundo a pesquisa Nacional de Qualidade da Educação realizada no ano passado pelo Instituto Nacional de Estudos e pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP. 1990.p.19) do Ministério da Educação mostrou que os pais acreditam que os diretores e professores exercem papel importante em relação à qualidade da educação.

Segundo PARO, a gestão Democrática da escola só vai mudar, tornando-se democrática de fato se a comunidade escolar estiver consciente da força, da sua união, e exigindo a partir daí seus direitos como trabalhadores.

Na medida em que se conseguir a participação de todos os setores da escola, educadores, alunos, funcionários e pais nas decisões sobre seus objetivos e funcionamento, haverá melhores condições para pressionar os escalões superiores a dotar a escola de autonomia e de recursos. A esse respeito vejo no Conselho de escola uma potencialidade a ser explorada. (PARO, 2001, p.12)

Assim, diretor, professores, conselhos, e a participação da comunidade contribuirão para o fortalecimento da escola como um todo, para juntos buscarem influenciar o próprio Estado na sua forma de ver a escola como um ambiente não somente de inserção de conteúdos, mas também como um local de preparo para a vida, na construção de saber e da cidadania.

Se quisermos uma escola transformada, precisamos transformar a escola que temos. E que a transformação dessa escola passa necessariamente por sua apropriação por parte das camadas trabalhadoras. É nesse sentido que precisam ser transformados o sistema de autoridade e a distribuição do próprio trabalho no interior da escola. (PARO, 2001, p.10)

A escola por sua vez precisa ser transformada para melhor e cada participante da mesma é peça fundamental desse processo. Ainda sabe-se que a cada dia o aluno está aprendendo seja em casa, seja na escola, na comunidade pois a vida é um inteiro aprendizado. Para se realizar qualquer coisa na vida, é necessária, primeiro, a vontade de realizá-la, se não nada acontecerá. Isso também ocorre na educação. Educação requer ação e como resultado dessa ação, há o aprendizado. Mas para que se realize a ação e esta resulte no aprendizado é necessário, inicialmente, que haja vontade, a vontade de aprender. O professor deve descobrir estratégias, recursos para fazer com que o aluno queira aprender, em outras palavras, deve fornecer estímulos para que o aluno se sinta motivado a aprender. Se pensarmos dessa forma certamente teremos uma escola transformada como bem diz o autor citado anteriormente.

O aluno por sua vez precisa ser motivado para um melhor desenvolvimento em sala, entende-se que o aluno motivado pela família tem mais probabilidade de aprendizagem em sala de aula. Cabe aqui fazer um paralelo entre motivação e interesse, o interesse é algo que parte da própria pessoa em suas atividades diárias, já a motivação parte de um contexto mais amplo, onde entra a família, professor e escola.

O professor ao pensar em motivar seus alunos deve em primeiro lugar dar tratamento igual a todos, aproveitar as vivências que o aluno já tem e traz para a escola, mostra-se disponível para o aluno, ou seja, mostrar que ele pode contar sempre com o professor. A escola deve procurar elevar a auto-estima do aluno, ela por si só não tem condições de suprir todas as carências existentes na formação educacional e cultural dos seus alunos. É claro que deve exigir professores preparados e qualificados para realidade atual. Todavia, deve-se compreender que o papel da família é imprescindível no processo ensino aprendizagem. O que á princípio parece ser responsabilidade do professor deve também ser dividida com a família e com a escola. A escola pode representar na vida de uma pessoa um meio para se ter um futuro melhor em relação a emprego, família e uma melhor visão de mundo. É nessa concepção que ampliamos nossos sentimentos sejam eles positivos ou negativos, é com essas conquistas que construímos passo-a-passo nossa auto-imagem para assim ter uma posição melhor sobre motivação.

É de fundamental importância que o professor conheça os fundamentos da aprendizagem e as principais teorias sobre motivação, pois só sabe motivar para aprendizagem quem conhece como os alunos aprendem. A visão social do professor e a sua formação são determinantes, aliado às suas atitudes em sala de aula e à organização do ensino. A ausência, ou na melhor das hipóteses, insuficiente utilização de recursos tecnológicos, são um exemplo do quanto ainda precisamos caminhar para estarmos em condições de atrair o nosso aluno, e despertar nele o desejo pela aprendizagem. A desvinculação dos conteúdos com o cotidiano do aluno, como algo externo e aparentemente sem serventia, junto à má formação do professor tem resultado num descaso ainda maior com a aprendizagem.

Muitos professores se queixam do desinteresse por parte dos alunos em aprender, mas essa queixa precisa ser exterminada, o professor deve realizar ações a fim de conseguir dos alunos um comprometimento pessoal com sua própria aprendizagem, essa motivação depende de vários fatores, sejam pessoais ou contextuais. Em relação aos pessoais, as metas são fundamentais, já nos contextuais, o começo da aula, a organização das atividades, a interação do professor com seus alunos e a avaliação da aprendizagem são preponderantes.

O professor não tem sido preparado adequadamente na graduação para atuar em sala de aula, mesmo por uma questão histórica, o conteudismo prevalece, ensinou-se, e, diga-se de passagem, muito mal, o que ensinar, mas não como fazê-lo. Não menosprezando o aspecto individual da questão, onde o profissional deve gostar do que faz uma graduação bem feita, com um ensino adequado às exigências do mercado, torna-se preponderante até mesmo para que o indivíduo decida se está na profissão certa.

Outro fator a ser considerado é de que o professor não gerencia conhecimento, ele repassa informações, que cada aluno aproveitará segundo sua capacidade de aprender, de interpretar dados, informações e transformá-los em conhecimentos. O papel do professor estaria, então, segundo POLETTI (2002), em manter o aluno curioso. É fundamental, motivar o aluno, mantê-lo interessado, pois ninguém transfere conhecimento, transferem-se dados e informações. A questão do conhecimento é individual, é própria. O ser humano aprende, à medida que vivencia experiências e desenvolve o pensamento. O pensamento é a maneira da inteligência se expressar, portanto, é no pensamento, que mora a aprendizagem. A cada mudança do pensamento, o aprendente produz o seu próprio conhecimento. PIAGET chama o pensamento de estruturas mentais, então cientificamente, “o conhecimento se dá através do desenvolvimento de estruturas mentais” que são organizadas internamente.

Essas estruturas mentais são as regras que cada indivíduo usa para processar as informações que recebe, não apenas por repetição ou imitação, mas, através das experiências da vida; por isso que não adianta apenas observar ou receber, passivamente uma informação para aprendê-la, é preciso experimentá-la.

Cabe ressaltar que além da questão do ensino insuficiente, do ambiente escolar, o processo ensino-aprendizagem deve ser analisado se está de acordo com as necessidades de cada aprendente; bem como, avaliar se a metodologia comumente aplicada ao ensino está compatível ao que se espera de um ensinante. Em determinadas situações, o ponto central da análise não deve ser a aprendizagem do aluno, mas sim o tipo de ensino que a escola ou o professor proporcionam.

A estrutura pessoal da criança, a dinâmica familiar, seu ambiente afetivo, a condição sócio-econômica e cultural são fatores importantes nesse processo relacionado à motivação. Quando falamos em estrutura pessoal da criança estamos nos referindo a equilíbrio, segurança no que faz e autoconfiança em se mesma. Toda criança só tem esses sentimentos quando bem amparada e compreendida pela família e sociedade. Se os pais estão sempre opinando a partir de uma perspectiva negativa para os filhos, se estão sempre os taxando de inúteis e incapazes, ou usando de zombarias e ironias, a criança tende a se sentir incapaz em tudo que faz resultando em uma pessoa com baixa estima. Quando a criança tem êxito no que faz começa a confiar em suas capacidades, ela tem mais alegria e vontade de viver e certamente de aprender.

Acredita-se que a opinião que a criança tem de si mesma está intimamente relacionada com sua capacidade para a aprendizagem e com seu rendimento. O auto-conceito se desenvolve desde muito cedo na relação da criança com as outras pessoas. Portanto devemos estabelecer metas adequadas à idade de sei filho. Dando-lhe oportunidade de desenvolver-se sem super protegê-lo ou sem pressioná-lo, assim ele formará um conceito positivo de si mesmo. E para desenvolver esse sentimento, estimule-o quando ele sentir que não tem condições de realizar algo. Só assim teremos cidadãos críticos e responsáveis prontos para enfrentar a vida de forma mais responsável.

A educação necessita de uma nova forma de abordagem para eliminar o problema da aprendizagem do aluno, ser planejada e desenvolvida para atender às necessidades formativas dos alunos com o objetivo de torná-los capazes e preparadas para enfrentar as mudanças e desafios que o progresso e a evolução social naturalmente irão trazer. Para isso, é preciso considerar que o conhecimento é uma construção individual e coletiva, e a escola cabe o papel de fornecer condições adequadas a essa construção.

O Projeto foi desenvolvido na Escola Municipal Prefeito João de Sousa Lima com os professores do 4º e 5º ano do ensino fundamental. A referida escola está situada na Rua Zacarias barros s/n Setor Itapuan em Araguaina Estado do Tocantins, a escola é composta por um gestor, dois coordenadores pedagógico, doze professores, três merendeiras, quatro auxiliar de serviços de serviços gerais, uma secretária, um auxiliar de secretaria, dividido em três turnos; matutino, vespertino e noturno com duzentos e cinqüenta alunos matriculados. A falta de motivação está ligada com a própria família, com a escola ou mesmo com o professor. Como forma de motivar nossos alunos, professores, demais funcionários, e pais de alunos, recorremos a variadas metodologias, como a utilização de áudios-visuais, trabalho em grupo para melhorar as relações interpessoais da equipe. É importante que os alunos de uma mesma sala se relacionem bem, pois ao longo de todos os anos terão que executar trabalhos em grupos. Observa-se que a metodologia utilizada pelo professor interfere no processo de aprendizagem, além da relação metodológica no caráter motivacional para a aprendizagem entre o professor e o aluno, a relação afetiva contribui neste aspecto. Na execução do Projeto assistimos a um filme com o titulo “Vencendo Gigantes” o qual retrata a história de um jovem que não acreditava no seu potencial como jogador precisou de ajuda ou algo que o motivasse para vencer nos jogos que praticava, e a partir de então se tornou um vencedor. O filme é um incentivo para todos que precisam vencer na vida.

A educação é composta de metas desafiadoras que precisam ser vencidas dia após dia. No decorrer do desenvolvimento do projeto foi realizada uma palestra sobre motivação para o trabalho e relacionamento interpessoal, professor-aluno e aluno-aluno. A boa relação estabelecida entre professores e alunos auxilia o próprio a lidar melhor com as pressões sofridas no decorrer do ano letivo e porque não dizer durante toda a sua vida. Ao estabelecer um canal de comunicação aberto, o professor estará contribuindo para que o aluno se desenvolva podendo se expressar de forma livre dentro e fora da sala de aula. Isso motiva o estudante a superar suas próprias inibições e torna o momento da aula um momento mais confortável e menos assustador.

Os recursos áudios-visuais são de grande importância para atrair a atenção dos alunos em sala de aula, o uso de data show, filmes, transparências (Retroprojetor) desperta a curiosidade do aluno e motiva o professor a desenvolver atividades diferentes com o uso da tecnologia. A instituição tem que se preocupar com esses fatores institucionais, para disponibilizar aos professores meios educacionais que venham contribuir para o desenvolvimento de seu trabalho, a escola pensando em sua melhoria juntamente com o bem estar do aluno, só tende a crescer e melhorar o ensino aprendizagem da escola. Na execução do Projeto foi feito uma palestra com pais da escola sobre: O que fazer para que meu filho se sinta motivado a estudar? A palestra foi ministrada pela gestora da escola Ivanilde dos Santos Morais com duração de 30 minutos. Como a escola só tem acesse direto ao educando durante poucas horas que este está na escola, ela precisa voltar sua atenção para os períodos em que estão fora dela, como a convivência com sua família, são importantes a adesão da família para a motivação do aluno e professor. Grande parte do trabalho do professor é facilitada quando o estudante já vem para a escola predisposto para o estudo e quando alguém em casa o estimule a esforçar-se ao máximo para aprender. Um elemento fundamental diz respeito às carências trazidas pelos alunos para a escola. Muitos trazem de casa o reflexo do mau relacionamento dos pais, falta de condições dignas da vida, reflexos da crise econômica e obviamente a falta de amor. Muitas dessas carências são notadas na fala carregada de rancor, como nas atitudes de agressividade e amor. Aos professores resta que se desdobrem tentando ser professores, educadores, pais, mães e amigos.

Com os avanços dos estudos sobre o processo ensino-aprendizagem, comprovou-se que as inter-relações em sala de aula, em torno dos objetivos comuns, são as que mais favorecem a aprendizagem de conteúdos e de comportamentos sócio-afetivos e morais. A interação grupal fortalece a auto-estima do aluno, a convivência solidária e a visão de mundo que ele constrói. Nestes termos, as relações professor/aluno, família/aluno, professor/aluno/família e demais participantes do processo educativo devem ser próximas as trocas efetivas favoráveis ao melhor termo do processo ensino-aprendizagem. Progredimos quando estamos atentos ao crescimento, às inovações. Precisamos ser autoconfiantes. Não podemos manipular, moldar o indivíduo a fim de produzir o resultado desejado. A filosofia das relações interpessoais é considerada essencial e se aplica a qualquer situação.

Toda a instituição escolar deve participar ativamente do processo educacional, cada componente deve refletir sobre seu papel, conhecer cientificamente como as crianças e os jovens aprendem para planejar e agir em conformidade. Para atrair a atenção do aluno para o assunto estudado, convém estimular todos os sentidos, lembrar filmes sobre o assunto, aguçar a curiosidade do aluno, pois quanto mais jovem o aluno, maior a necessidade de se utilizar recursos variados.

Levar o educando a querer aprender é o primeiro desafio da didática, da qual dependem todas as demais iniciativas. O professor que toma como objeto de preocupação o quer aprender, precisa ter presente à continuidade entre a educação familiar e a escolar, buscando formas de conseguir a adesão da família para sua tarefa de desenvolver nos educandos atitudes positivas e douradoras com relação ao aprender e ao educar.

Considerações Finais

Partindo de várias observações o Projeto desenvolvido nos deu ampla condição de ver além, os questionários realizados nos mostraram que na maioria das vezes os alunos se sentem motivados quando o professor está motivado transmitindo segurança e sendo acolhedor com toda a turma. Observamos que um dos fatores que mais tem causado desmotivação nos alunos é a falta de apoio familiar e as más condições sócias econômicas e culturais. Percebemos ainda que a desmotivação do professor é algo que influência diretamente na aprendizagem do aluno e está muitas vezes relacionado à sua dupla jornada de trabalho, acarretando-lhes, responsabilidades superiores ao seu potencial para ter-se uma vida saudável. Considerando o que já foi relatado, entende-se que para ministrar uma boa aula é necessário que o professor qualifique-se, seja inovador, dinâmico, comunicativo, crítico e eficaz. Ele deve ensinar, mas também educar e transmitir conhecimentos, fazer uso de metodologias diversificadas, buscando subsídios que sejam atrativos para chamar a atenção dos alunos, que desperte nos mesmos a curiosidade, pois ela é um elemento fundamental do processo de ensino-aprendizagem, ao ser despertada ela contribui para a motivação na busca dos conhecimentos. Em tempos de grandes avanços tecnológicos é preciso lançar mão do uso de novas tecnologias, e isso requer tempo e dedicação, pois a crescente competitividade dos mercados e em tempos de globalização deixa claro que o uso das tecnologias de informação disponíveis, exige dos educadores uma busca constante na gestão das informações. O contexto de ensino-aprendizagem é influenciado por muitos fatores, onde destacam vários fatores afetivos vigentes na relação professor-aluno, tais como: a disponibilidade do professor para o aluno, o respeito e afeto presentes na relação, bem como, a capacidade do docente de ser acolhedor e positivo.

Diante disso, podemos concluir que as ações do professor só estarão voltadas para a satisfação da necessidade dos alunos se ele apresentar disposição para a mudança e demonstrar interesse em atender às expectativas dos alunos. Acredita-se que não existe recompensa maior ao professor que identificar o aprendizado de um aluno junto a seu sorriso de descoberta e satisfação. Mas para que estes sorrisos se multipliquem e possamos realizar mudanças sociais, mesmo que pequenas, precisamos de cooperação entre pais e professores. Para isso, o professor precisará conhecer as mais diversas abordagens teóricas sobre a motivação e inseri-las na sua ação prática, realizando continuamente reflexões sobre a sua ação pedagógica, buscando compreender e interpretar as diferentes situações do contexto escolar e do aluno nele inserido. Essa ação reflexiva contribuirá de forma efetiva para a motivação e conseqüente aprendizagem dos alunos. Dessa forma estaremos assim, formando cidadãos conscientes e ativos em sua história de vida e na comunidade em geral. Pensar em motivação, alunos, professores, educadores é pensar em um sistema que terá responsabilidade pessoal, com a sociedade, consigo mesmo, com o futuro das relações e principalmente com a educação.



Referências Bibliográficas:

PARO Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3ª Ed, São Paulo: Ática, 2001.

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: Teoria e Prática. Goiânia: Alternativa, 2001.

POLETTI, André. O professor e a gestão do conhecimento. Profissão mestre, São Paulo, p. 22-23, set. 2002.



PIAGET, Jean. A equilibração das estruturas cognitivas: Problema central do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.



i1Avenida C, 1287 Setor Couto Magalhães Curso Normal Superior, Pós Graduada em Educação Especial pelo Instituto Tocantinense de Pós Graduação ITOP-ivanilde_moura@hotmail.com

2Rua Cristalândia 113, Setor Planalto, Licenciatura em Geografia, Pós graduada em Medotodologia do Ensino de História e Geografia pela Educação Continuada EDUCON - ronildalima@hotmail.com


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