Gisela M. Pires Castanho abuso sexual intrafamiliar e transmissão psíquica resumo



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Gisela M. Pires Castanho

ABUSO SEXUAL INTRAFAMILIAR E TRANSMISSÃO PSÍQUICA

RESUMO

A autora busca compreender como se dá a transmissão psíquica da complacência ao abuso sexual intrafamiliar a partir do exemplo de uma família estudada onde tal abuso se observa em quatro gerações. O artigo aborda a construção de segredos e lealdades familiares e propõe compreender o vitimizador a partir de sua identificação com o agressor.


ABSTRACT

The author seeks to understand the psychic transmission of complacence to intra-familiar sexual abuse based on an example of a researched family where such abuse is observed over 4 generations. The article discusses the creation of family secrets and loyalties, and proposes to understand the victims maker based on his/her identification with the aggressor.



PALAVRAS-CHAVE

Terapia familiar, violência doméstica, abuso sexual, transmissão psíquica, segredos familiares


KEY-WORDS

Family therapy, domestic violence, sexual abuse, psychic transmission, family secrets.



INTRODUÇÃO

Vou relatar o caso de uma família em que o abuso sexual intrafamiliar aparece em quatro gerações, ilustrando um padrão inconsciente de complacência que se transmite de pais para filhos. Procuro fazer uma reflexão sobre o papel do terapeuta, sobre a transmissão transgeracional do abuso sexual e sobre os perigos da desqualificação da vítima no momento da tentativa de revelação.



Figura 1


Cláudia (todos os nomes são fictícios) me procurou para pedir ajuda. Contou que seu filho se casou com uma moça que já era mãe, e que a filha da nora, Susan, de 10 anos, tem dores de estômago e faz xixi na cama. (figura 1) Cláudia me perguntou o que fazer, porque isso poderia ser um problema psicológico. Perguntei como era a menina. Disse que intelectualmente era muito madura porque lia muito e se expressava bem, mas quando eu quis saber sobre o lado emocional a avó “postiça” contou sobre uma trajetória de vida conturbada.

Susan foi criada pela avó materna porque a mãe, Vera, engravidou muito cedo. Há cinco anos Pedro, filho de Cláudia, conheceu Vera, começaram a namorar e depois foram morar juntos. Claudia disse que “a menina deve ter problemas psicológicos sim, porque não gosta de ir à casa do pai e quando vai não quer tomar banho lá. O pai reclama que ela é suja. O pai mora com o avô e alguma coisa deve acontecer ali...” (figura 2)



Figura 2


Comentei que isso é muito mais comum do que imaginamos. A partir daí Cláudia foi se sentindo mais a vontade comigo e contou que ela também quando criança foi abusada por um tio que expunha os genitais e tentava passar a mão nela. Tinha também um primo que tentava agarrá-la toda vez que a via. Uma vez ele e uns amigos a trancaram num quarto, mas ela berrou tanto que uma vizinha veio salvá-la. Cláudia achava que se contasse aos adultos, ninguém acreditaria nela, por isso se calava. Falar disso traz ansiedade e Cláudia não sabe explicar o que acontecia que ela não conseguia pedir ajuda, mas sabe que tinha medo e vergonha. Com certeza o clima emocional sobre esse assunto, na época, era tenso e enevoado em segredos. (figura 3)

Figura 3


Nessa sessão de 50 minutos, Cláudia contou também que o ex-marido de Roberta, sua filha mais velha, assediou Ana, sua filha mais nova, dos 13 aos 15 anos. Roberta não percebia nada, mas quando Ana, a mais nova, estava sozinha em casa, o cunhado a procurava para conversar. Desta forma foi se insinuando, passou a mostrar fotos sensuais, depois trouxe fotos eróticas, passou a beijá-la e chegou até a mostrar os genitais. Tudo foi acontecendo aos poucos, num clima de intimidade e conluio, onde Ana foi se envolvendo e não conseguia mais se afastar, enredada em culpas e segredos. (figura 4)

Ana sofreu de dores de cabeça e insônia por dois anos, até que após uma consulta, quando o médico sugeriu que ela pudesse estar com algum problema emocional, teve uma crise de choro, mas não contou nada. Depois de um mês, Ana criou coragem para se abrir e desabafou com a mãe. Nesse dia Cláudia contou para a filha que o mesmo havia acontecido com ela na infância e que também havia sofrido com o medo da incompreensão das pessoas.



Figura 4


Relatou o fato para Antonio, marido de Cláudia, que ficou revoltado, mas não quis contar o problema para Roberta, para não incomodar a filha muito nervosa e também para não ser essa a causa da separação do casal. Por que esse pai escolheu essa atitude e continuou a receber o genro em casa? Cláudia não sabe, mas acatou a decisão. Teria ele duvidado de Ana? Aqui encontramos mais um padrão muito comum: a mulher abusada acata o homem e aceita o mando dele. Seria esse o mito familiar que mantém a perpetuação do abuso: “as mulheres obedecem os homens”? Ana foi protegida do cunhado abusador, mas até hoje, anos mais tarde, tem ressentimento com os pais, é distante e arredia. A mãe acredita que é porque ela não se sentiu suficientemente protegida na época.

Outra coisa surpreendente apareceu nesse relato. Cláudia, que faz alguns trabalhos como costureira, até hoje foge do primo quando vai entregar costuras na casa dele. “Quando ele me vê ainda tenta me agarrar e diz: `Você continua gostosa!´” Mas por que Cláudia aceita os trabalhos que o primo lhe dá? Por que Claudia vai até a casa dele entregar as costuras e depois fugir?



Figura 5


Tudo isso nos traz o seguinte panorama, que envolve o relato de abuso sexual em quatro gerações (Figura 5):

- Cláudia, 56 anos, mãe de três filhos, abusada na infância pelo tio e pelo primo.

- Antonio, 63 anos, marido de Cláudia e pai complacente na situação de abuso da filha.

- Roberta, 33 anos, casou com um abusador e nada percebeu por sete anos.

- Ana, 23 anos, sofreu abuso do cunhado por dois anos.

- Pedro, 31 anos, filho de Cláudia, casado com Vera.

- Vera, 28 anos, casou-se pela primeira vez muito cedo, não criou a filha, e seu ex-marido ou o ex-sogro tentam abusar da sua filha Susan.

- Susan, 10 anos, faz xixi na cama e não quer mais ir à visita semanal na casa do pai.

- Zeca, 34 anos, ex-marido de Roberta, abusava da cunhada e assediava as amigas de Roberta.
O que é isso? Coincidência? De oito pessoas no relato dessa família seis se envolveram com abuso: casando com o agressor, como vítimas ou sendo o agressor.

Em sessões seguintes Cláudia conta que as tias maternas certa vez falaram “que viviam fugindo do irmão, que era tarado”. Cláudia também apanhava de um irmão mais velho com frequência, mostrando que a aceitação do abuso é um norma de comportamento que fez parte de sua família de origem. Diferentes pesquisas (WHO, FURNIS) apontam que parece existir um padrão na aceitação da violência na matriz de identidade, que mostra que mulheres que possuem um histórico de violência estão mais propensas a entrar ou permanecer em relacionamentos violentos.

Essa família ilustra uma situação muito mais comum do que gostaríamos de encontrar, devido à perda da espontaneidade e ao silêncio que cerca as vítimas de abuso sexual. É evidente um padrão inconsciente de complacência que se estabelece em torno do abuso. O que não é falado é atuado. O que não é simbolizado procura manifestar-se por caminhos subterrâneos como uma água suja que se infiltra sob o terreno e transforma a estrutura construída em um grande pântano. Ana, quando adolescente, transformou o não falado em dor de cabeça e insônia, outros transformam o não dito em repetição do abuso. Cláudia trancou o não falado em forma de silêncio e aceitação e depois em repetição (no comportamento de procurar o primo).

Alguns assuntos não ficam quietos no porão de nossas almas. Eles rugem e vociferam, nos impelindo a “voltar ao local do crime”, para reeditá-los e repeti-los, para que talvez consigamos dar outro final à cena não resolvida, engasgada, não digerida. Por isso Cláudia volta a entregar costuras na casa do primo.

Pedro Almodóvar (cineasta espanhol) mostra claramente essa situação no filme “Volver”, onde a protagonista, abusada pelo pai na infância, se casa com um homem que vem a abusar de sua filha.

TENTANDO COMPREENDER O VITIMIZADOR

Atualmente não chamamos mais o agressor sexual de abusador, mas de vitimizador, porque sabemos que 95% das pessoas que praticam abuso sexual foram severamente abusados na infância ou adolescência por pessoas importantes de seu átomo familiar. Isso justifica a mudança na terminologia. Esse abuso pode ter sido sexual, ou físico, como surras e castigos violentos. O corpo dessas pessoas foi violado na sua dignidade, isso bloqueia a espontaneidade e deixa marcas terríveis, que, como numa panela de pressão, são impelidas a se transformar em comportamentos de identificação com o agressor forte e poderoso. A pessoa sente raiva e rejeição por sua vivência de vítima indefesa. Há uma repulsa por essas memórias emocionais e isso se transforma em atuação do lado violento, o oposto do lado que sofreu. Para tentar superar o sofrimento que a pessoa reprimiu e com o qual, portanto, não consegue nem entrar em contato, ela se transforma no agente forte e poderoso que inflige a dor. “Se agora sou agressor, nunca mais serei vítima”. Esse processo não é consciente, nem acontece com todas as crianças que sofreram abuso, mas com frequência as famílias transmitem e reproduzem esse padrão: as mulheres como vítimas e os homens como vitimizadores.

É como se o agressor falasse: “Eu odeio a criança humilhada que eu fui, odeio tanto que eu a expulso de dentro de mim e a puno por ter se permitido ser humilhada. Eu a puno através de outra criança frágil e humilhável”. “Se agora sou agressor, nunca mais serei vítima”. Desta forma, atuando como a pessoa que controla a situação de dor, o vitimizador tenta expulsar seus fantasmas, sua dor de ter sido subjugado: “Agora eu sou o forte. Faço o que quero para fugir da situação na qual faziam comigo o que queriam. O lugar no qual eu posso estar agora mais distante daquele ser que eu fui é o lugar de vitimizador.” Dessa forma, reeditando a violência, ele busca fugir da vivência de dor, mas na verdade está sempre perto daquela vítima que foi.

REVITIMIZAÇÃO OU ABUSO SECUNDÁRIO

Nossa cultura pune a vítima quando não acredita nela, acusando-a de mentirosa e, portanto, revitimizando-a. A família da vítima produz novo abuso moral quando desqualifica sua revelação e o abismo do desamparo aumenta sua dor. A quem a vítima pode recorrer? “Acho que não sou nada, não valho nada, porque não acreditam em mim e me entregam aos leões”. Com a repetição do abuso, o único refúgio é o silêncio, o bloqueio da criatividade e da espontaneidade, a repressão e a negação das emoções, e depois disso vem a confusão e o caos emocional.

O sociodrama familiar tem o poder de desvelar as tramas ocultas e reparar as feridas quando não houve a proteção necessária, ou quando houve a negligência ou a negação do abuso. Assim a transmissão da violência pode ser interrompida e a espontaneidade retornar às relações.

A TRANSMISSÃO PSÍQUICA E SEGREDOS FAMILIARES

O interessante é que as pessoas não acreditam que seja possível que numa mesma família aconteça abuso em quatro gerações, e é justamente essa “transmissão” que precisa ser desvelada para não haver repetição. É como se a mãe transmitisse aos filhos a mensagem: “Do assédio, nós mulheres, não podemos escapar. Temos que aguentar em segredo e não temos o direito de nos defender, porque não vão acreditar. Vão acabar nos acusando de provocar. Deixe quieto.” E essa complacência, aprendida com as figuras importantes da sua matriz de identidade, se incorpora ao seu papel de filha/mulher/esposa/mãe como um modelo relacional a ser transmitido pela cultura familiar. A transmissão inconsciente da complacência com o abuso não é só transmitida pela mãe, mas da mesma forma, por toda a família.

E como isso se dá?

A transmissão acontece inconscientemente nas comunicações, de gota em gota, sutilmente (“nada pode ser feito”, “não posso fazer nada por você”), nos olhares, na não reação diante de um estímulo, no silêncio diante de uma cena de abuso em novela de TV, num suspiro, em frases do tipo: “homens são assim...”, na passividade diante de pequenas violências do marido, de filhos ou de colegas de escola ou simplesmente no silêncio da mãe ao não falar de sexo com a filha. Outra forma cultural de se transmitir isso é pensar que a vergonha pelo fato abusivo é problema da vítima, enquanto deveria ser problema do abusador: foi ele quem fez algo errado, e não a vítima. O problema vem quando a vítima não se defendeu da primeira vez e se envolveu na repetição do fato. Ela está enredada no abuso, mas não é responsável por ele. O responsável é o abusador, que é mais velho, sabe muito bem o que está fazendo, mas põe a culpa na vítima, ameaçando-a e manipulando a situação, para ela não a revelar.

Um dos aspectos mais importantes da dialética relacional faz referência ao conceito de fronteira intragrupal entre Nós e Eles. Ontologicamente “Eles” viam a “Nós” como entidade dotada de sentido e propósito. Devido à sua alteridade, eles, o exogrupo se converte em um bom alvo em quem projetar convenientemente a causa de qualquer prejuízo. Podemos nos sentir ressentidos por sua presença, embora necessitemos deles, talvez desejássemos que desaparecessem de nossas vistas, tirando- os do seu meio, mas sem eles nossa vida carece de propósito e sentido. Quase todos os grandes acontecimentos da história da humanidade se identificam baseando-se em uma pronunciada divisão entre o endogrupo e os de fora: sem oportunidade de confrontar-se ou inclusive de lutar contra eles, o endogrupo perde o vigor que os leva a funcionar. (BOSZORMENYI-NAGY, 1994)

A identidade interna do endogrupo (a família) está conectada de maneira indissolúvel com a fronteira de alteridade a respeito do exogrupo. Nos hebreus antigos, eram o povo eleito por Deus; os gregos antigos acreditavam ser eles quem difundiam a luz de uma cultura superior entre os bárbaros; e os romanos consideravam que sua missão era conquistar o mundo e fazer com que a paz e a justiça reinassem nele. Inclusive os movimentos que perseguem metas humanísticas universais só podem florescer na medida em que se concebem em oposição ao outro grupo de estranhos, ignorantes, e antagônicos. Isso significa que é mais fácil expulsar um cunhado ou um genro da família, que faz algo ruim como abusar de uma criança, do que o pai ou avó porque este faz parte do “Nós”, do endogrupo, ele não pode ser expulso do grupo jamais, embora possa ser expulso da convivência do núcleo doméstico. Por isso o grupo familiar cria segredos e regras de lealdade inconscientes e faz mais esforço para acomodar esse membro abusador ou inadequado do que um ser estranho e agregado. O tio abusador foi mais facilmente aceito pela família de origem de Cláudia do que o genro que abusava de sua filha.



ÚLTIMAS PALAVRAS

Esse caso se tornou uma terapia de família com Claudia, José e Ana. Roberta não quis participar porque não queria falar do assunto e Pedro dizia que não tinha tempo. Apesar dessas ausências, toda a família desenvolveu um padrão de comunicação mais claro, limpo e transparente. Usamos a metáfora do lago de água transparente ou suja para falar da expressão clara de emoções. Expressar-se francamente e confiar nos membros do núcleo familiar foi nosso objetivo com essa família de poucas palavras. Para isso fizemos muitos duplos múltiplos, onde todos tomavam o papel de uma determinada pessoa da família, que estava presente na sessão, e falavam o que sentiam a partir daquele papel. Assim conseguimos maior aceitação pela distância de Ana, que vagarosamente foi se abrindo mais, Cláudia se sentiu mais acolhida e compreendida pelo marido calado e Antonio compartilhou suas angustias como pai e provedor.

Cada cultura tem seus dizeres e canções sobre a importância do lar, do conforto e segurança encontrados em casa. Mas para um terço das mulheres do planeta, a casa não é lugar de aconchego, mas de dor e humilhação. Um estudo da Organização Mundial da Saúde (WHO, 2005) realizado em 10 países, com 24.000 mulheres desafia a percepção que o lar é um refúgio seguro para as mulheres mostrando que elas estão em maior risco de experimentar violência nas relações íntimas do que em qualquer outro lugar. De acordo com a pesquisa é particularmente difícil de responder efetivamente a essa violência porque muitas mulheres a ela submetidas a consideram “normal”. No entanto leis internacionais de direitos humanos são claras: o estado deve ser obrigado a prevenir, processar e punir a violência contra a mulher.

Como conclusão, nós, terapeutas, precisamos estar atentos às tímidas tentativas de revelação que aparecem. No início são apenas sinais que precisam encontrar aceitação e respeito. É comum o terapeuta iniciante se chocar e colocar “panos quentes” na situação: “deve ter sido um sonho” ou “certamente ele não teve a intenção”, “ é comum crianças fantasiarem isso”, porque é difícil aos ingênuos lidarem com tamanha inversão de valores que conduz ao ponto de crianças serem abusadas.

Espera-se do terapeuta que seja capaz de ser continente para esses fatos repulsivos e que possa permitir que as cenas não aceitas pela própria vítima saiam do porão escuro em que se encontram trancadas e frequentem a salão principal da vida psíquica: iluminado e preparado para o acolhimento dos personagens internos mais importantes, e não só dos personagens mais desejados. E que essa sala seja palco da reparação libertadora que a psicoterapia psicodramática é capaz de realizar.

Gisela Pires Castanho- psicóloga (USP), psicodramatista (SOPSP), psicoterapeuta de adolescentes, adultos, casais e famílias. Professora-Supervisora pela FEBRAP e membro fundador do GEV pró PAZ - Grupo de Estudos de Violência Doméstica e Promoção da Paz, da Associação Paulista de Terapia Familiar (APTF).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BOSZORMENYI-NAGY, I. ; SPARK, G. M. Lealdades Invisíveis, Buenos Aires: Amorrurtu, 1994

CUKIER, R. Sobrevivência Emocional, São Paulo, Ágora, 1998

WHO; Multi-country Study on Women’s Health and Domestic Violence against Women; 2005 in http://www.who.int/gender/violence/who_multicountry_study/summary_report/summaryreportSpanishlow.pdf acessado em: 14/09/2010

FURNIS, T. Abuso Sexual da Criança. Porto alegre: Artes Médicas, 1993

GABARDINO, J.; ECKENRODE, J. Understanding Abusive Families. San Francisco: Jossey-Bass, 1997

L’ABATE, L. Family Psychopathology – The Relational Roots of Dysfunctional

Behavior. Guilford, 1998

MORENO, J. L. Psicodrama, 2.ed, São Paulo, Cultrix, 1978

MORENO, J. L. Quem Sobreviverá? São Paulo, Daimon, 2008

RAPIZO, R. Palestra durante o X Encontro de Formadores da Associação Brasileira de Terapeutas Familiares. Itapecerica da Serra, 2009





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