Goya – Los Caprichos Fashion is that by which the fantastic becomes for a moment universal



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  • Quaresma, Domingos; “A Natureza e a Função da Poesia em Shelley e Keats” in AA. VV.; Miscelânea de Estudo dedicados a Fernando de Mello Moser; Comissão científica do Departamento de estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Lisboa; 1985

  • Queiroz, Eça de; Jaime Batalha Reis (pref.); Prosas Bárbaras; Liv. Chardron de Lello & Irmão; Porto; 1917 (3ª ed.)
  • R


  • Rougemont, Dennis de; Ana Hatherly (trad. e pref.); O Amor e o Ocidente; Vega; Lisboa; s.d.
  • S


  • Sampaio, Albino Forjaz de; Grilhetas; Empresa Literária Fluminense de Santos & Vieira; Lisboa; 1923 (9ª ed.)

  • Sarraute, Nathalie; Alfredo Margarido (pref. e trad.); A Era da Suspeita; Guimarães edts.; Lisboa; 1963

  • Sena, Jorge de; Sobre o Romance; Edições 70; Lisboa; 1986

  • Sequeira, Eugénia Maria; “Uma Poética de Ruptura: Algumas Soluções Românticas” in AA. VV.; Miscelânea de Estudo dedicados a Fernando de Mello Moser; Comissão científica do Departamento de estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Lisboa; 1985

  • Seixo, Maria Alzira (coord.); O Fantástico na Arte Contemporânea - Actas; F. Calouste-Gulbenkian - Acarte; Lisboa; 1992

  • Sousa, Alcinda Pinheiro de; “As respostas dos Shelleys ao Titanismo moderno no Frankenstein de Mary e no Prometheus Unbound de Percy” in Cadernos de Estudos Anglo-Americanos; nº 3; Lisboa; 1993

  • Souza, Maria Leonor Machado de; A Literatura “Negra” ou de Terror em Portugal; Novaera; Lisboa;1978
  • T


  • Thorne, Tony; Countess Dracula – the life and Times of Elizabeth Bathory, The blood coutess; Bloomsbury; London; 1998

  • Todorov, Tzvetan; Introdução à Literatura Fantástica; Perspectiva; São Paulo; 1992 (2ª ed.)
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  • Wimsatt, J. R. e Cleanth Brooks; Breve História da Crítica Literária; F. Calouste-Gulbenkian; Lisboa; 19
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  • Xavier, Alberto; O Romance – Alguns Aspectos da sua Evolução na Literatura Europeia; Liv. Ferin editora; Lisboa; 1934
  • Z


  • Zambrano, Maria; O Homem e o Divino; Relógio d’Água; Lisboa; 1995

  • AA. VV.

  • Dictionary of Beliefs and Religions; Wordsworth editions; Hertfordshire; 1995

  • História da Idade Média; (3 vols.); Estampa; Lisboa; 1978

  • Literatura Artes e Identidade Nacional (Actas dos 3os. Cursos Internacionais de Cascais); Câmara Municipal de Cascais; Cascais; 1997

  • Londres (1851-1901): A Era Victoriana ou Triunfo das Desigualdades; Terramar; Lisboa; s.d.

  • Merriam Webster’s Encyclopedia of Literature; Merriam-Wbster, The Encyclopaedia Britannica; Springfield (Mass.); 1995


    “Webografia”

    url’s consultados

    Sites sobre o gótico




    • Gothic Journal - Keeping you in Romantic suspense!

    Http://gothicjournal.com/romance/gothic.html




    • Gothic literature

    Http://members.aol.com/iamudolpho/basic.html




    • Sadleir-Black Collection of Gothic Fiction

    Http://www.lib.virginia.edu/speccol/colls/sadleir_black.html




    • The Gothic Literature page

    Http://members.aol.com/iamudolpho/basic.html

    Franz Potter

    • The Gothic: Materials for Study.

    Http://www.engl.virginia.edu/~enec981/Group/title.html

    University of Virginia.

    • The International Gothic Association

    Http://users.ox.ac.uk/~scat0385/iga.html




    • The Literary Gothic Page.

    Http://www.siue.edu/~jvoller/gothic.html

    Jack Voller Southern Illinois University

    • The Sickly Taper

    Http://www.toolcity.net/~ffrank

    Frederick Frank

    Sites secundários ou especificamente dedicados a determinados autores






    Http://dept.english.upenn.edu/%7Emgamer/Romantic/coleridge.reviews

    reviews by Samuel Taylor Coleridge on The Mysteries of Udolpho, The Monk and others.



    Http://www.english.upenn.edu/~mgamer/Romantic/hume.superstition

    David Hume writes about superstition and enthusiasm



    Http://coombs.anu.edu.au/%7Eandrea/andrea/HinkLitGuide.html






    Http://www.boutell.com/frankenstein






    Http://dept.english.upenn.edu/%7Emgamer/Romantic/shelley.mont






    Http://www.literature.org/Works/Bram-Stoker/




    • Anne Rice Links

    Http://users.aol.com/barnabas01/annerice.htm




    • Bronte Sisters

    Http://lang.nagoya-u.ac.jp/~matsuoka/Bronte#Emily




    • Dickens Overview

    Http://www.stg.brown.edu/projects/hypertext/landow/victorian/dickens/dickensov.html




    • Dictionary of Sensibility

    http://www.engl.virginia.edu/~enec981/dictionary/




    • Dr. Jekyll and Mr. Hyde

    Http://www.bibliomania.com/Fiction/stevensn/drjekyll/index.html




    • Dracula

    Http://www.pathwaytodarkness.com/vamp-who/Dracula/




    • ENEC 981: The Novel of Sensibility

    Http://jefferson.village.virginia.edu/courses/enec981/enec981.html

    Christine Ruotolo, Ami Berger, Liz DeGaynor, Zach Munzenrider, and Amanda French Zach Munzenrider, and Amanda French

    • Frankenstein-The Immortal

    Http://www.scottiedog.co.uk/welcome.html




    • General Vampire Sites

    Http://www.pathwaytodarkness.com/vamp-who/General_Vampire_Sites/




    • Gothic literature

    Http://members.aol.com/iamudolpho/basic.html




    • H. P. Lovecraft Archive

    Http://www.hplovecraft.com




    • Jane Austen

    Http://lang.nagoya-u.ac.jp/~matsuoka/Austen




    • Jane Austen info page, Pride and Prejudice hypertext, and H. Church

    Http://uts.cc.utexas.edu/~churchh/




    • Jane Austen: Pride and Prejudice – Notes on Education, Marriage...

    Http://uts.cc.utexas.edu/~churchh/pptopic2.html




    • Nathaniel Hawthorne

    Http://www.tiac.net/users/eldred/nh/hawthorne.html




    • Qrisse's Edgar Allan Poe Pages

    Http://www.cs.umu.se/~dpcnn/eapoe/ea_poe.html




    • Romantic Links, Home Pages, and Electronic Texts

    Http://dept.english.upenn.edu/%7Emgamer/Romantic/




    • Romantic literature 1995: Recent and Forthcoming scholarly texts

    Http://humanitas.ucsb.edu/liu/rombib95.html




    • RoN Issue

    Http://users.ox.ac.uk/~scat0385/

    devoted to Lewis's The Monk, guest edited by Fred Frank

    • Shelley's Frankenstein

    Http://www.georgetown.edu/irvinemj/english016/franken/franken.html




    • The Victorian Era Overview

    http://www.stg.brown.edu/projects/hypertext/landow/victorian/victov.html




    • The Victorian Overview

    Http://www.stg.brown.edu/projects/hypertext/landow/victorian/victov.html




    • The Voice of the Shuttle: Romantics

    Http://humanitas.ucsb.edu/shuttle/eng-rom.html




    • The Voice of the Shuttle: Victorians

    Http://humanitas.ucsb.edu/shuttle/eng-vict.html




    • Theatre des Vampires

    Http://users.aol.com/mishian/index.html




    • Vampire Link Pages

    Http://www.pathwaytodarkness.com/vamp-who/Vampire_Link_Pages/




    Http://www.pathwaytodarkness.com/vamp-who/Vampire_Research/




    • Women Romantic - Era Writers.

    Http://orion.it.luc.edu/~acraciu/wrew.htm

    Adriana Craciun of Loyola U




    1 História da Ideia de Natureza; Edições 70; Lisboa; 1990

    2 Cf. Walter de la Mare; Behold! This dreamer; Faber & Faber; London; 1984

    3 Não convirá esquecer que é o mesmo Soares de Passos quem traduz para português com Castilho boa parte da poesia fantástica de origem Inglesa como os poemas do Ossian

    4 The Literature of Terror; (2 vols.); Longman; London, New York; 1980 (2nd ed.)

    5 Romano Torres; Lisboa; 1961

    6 Punter, op. cit., Pág. 8.

    7 O que é aliás correcto se quisermos detectar em Walpole uma tentativa clara de Sublime – naquilo que este tem de exagero e de caótico.

    8 Bem como todas as senhoras elegantes da sociedade inglesa com quem o autor, de um momento para o outro, passa a corresponder-se.

    9 É curioso verificar como neste aspecto há uma certa diferenciação do sentimentalismo na medida em que se nele o elemento feminino era algumas vezes central, no romance de Mrs. Radcliffe assume-se mais que nunca como motor de toda a narrativa.

    10 Repare-se, seguindo as categorias da teoria dos géneros clássica, que se a mulher é claramente a representação do Belo, é posta em confronto com ambientes e personagens “agrestes” que se enquadram no quadro da categoria que se opõe ao Belo: o Súblime.

    11 Correia, Maria Antonieta; Irene Adler casou-se: Retrato de mulher como referente cultural; (Trabalho final do 1º semestre do Mestrado em Cultura Inglesa Seminário de Género e Cidadania sob a orientação da Profª. Doutora Teresa Malafaia); edição policopiada; Lisboa; 1999

    12 O texto pertence ao último período da vida literária de Verne quando escrevia romances bem mais curtos do que anteriormente, esta obra principia da seguinte forma: “Esta história não é fantástica apenas romanesca Deverá concluir-se que não seja verdadeira, dada a sua inverosimilhança? Seria errado. Pertencemos a um tempo em que tudo acontece, quase temos o direito de dizer em que tudo aconteceu. Se a nossa narrativa não é hoje nada verosímil, pode vir a sê-lo amanha, gra­ças às possibilidades científicas que são pertença do futuro e ninguém teria coragem para a colocar ao nível das lendas.

    De resto, já não se criam lendas no declínio deste prático e posi­tivo Século XIX nem na Bretanha, o país dos terríveis Korrigans(*1), nem na Escócia, terra dos Brownies, nem na Noruega, pátria dos Ases(*2), dos Elfos dos Silfos e das Valquírias, nem mesmo na Transil­vânia, onde a paisagem dos Cárpatos se presta tão naturalmente a todas as evocações psicagógicas. E contudo conveniente lembrar que a região da Transilvânia está ainda muito agarrada as supers­tições das primeiras eras.

    Estas províncias dos confins da Europa foram descritas pelo Sr. De Gérando e visitadas por Elisée Reclus. Nenhum deles disse nada sobre a curiosa história em que se baseia este romance.

    Teriam tido conhecimento dela? Talvez, mas não quiseram dar-lhes crédito. É lamentável, porque tê-la-iam contado, um com a precisão de um analista, e o outro com essa poesia instinti­va de que estão impregnados os seus relatos de viagens.

    Dado que nem um nem outro o fizeram, vou tentar fazê-lo por eles.

    *1) Anões e fadas malfazejas. (N. do T.)

    *2) «Ases»: deuses da mitologia escandinava que representam as forças da natureza. (N. do T.)



    Será curioso caso consideremos que Coppola, ao realizar o seu Bram Stoker’s Dracula, tenha tido acesso a esta obra em que Verne inventa poucos anos ates da sua real invenção uma espécie de cinematografo que funciona como um holograma com som, i.e., filme com dimensão...


    13 Vathek, an Arabian tale, (1786).

    14 Pseudónimo do filho de Edward George Bulwer, Lord Lytton, cujo poema “The Vampire” é um dos melhores exemplos.

    15 Designação mais vezes usada a nível Europeu-continental, para aglutinar todas as divisões do Gótico.

    16 Lembramos que é a um dos romances de Sue que Isidore Ducasse vai buscar o seu pseudónimo literário de Lautréamont, o romance é Lautréaumont que Ducasee altera ligeiramente para simbolicamente evocar o deus egípcio Amon, uma tradução do pseudónimo seria algo parecido com “o outro Amon”.



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