Grafar com luz



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FOTOGRAFIA – HISTÓRIA E PRINCÍPIOS FÍSICOS


  • TERMO ORIGINÁRIO DO GREGO = “GRAFAR COM LUZ”.

  • TÉCNICA POSSÍVEL A PARTIR DA COMBINAÇÃO DE DOIS PROCESSOS CIENTÍFICOS: A CÂMERA ESCURA E O PROCESSO QUÍMICO DE RETENÇÃO DAS IMAGENS.

CAMARA OBSCURA (1519) – DESENHO DE LEONARDO DA VINCI. CONHECIDO DESDE A ANTIGÜIDADE, O INVENTO É UTILIZADO NA RENASCENÇA PARA DESENHO DE PERSPECTIVA.


A CÂMERA DE ORIFÍCIO (PINHOLE)

  • A IMAGEM É FORMADA ATRAVÉS DE UM ORIFÍCIO, INVERTIDA;

  • O ORIFÍCIO NÃO “FOCALIZA” A LUZ; A IMAGEM NUNCA É REALMENTE NÍTIDA;

  • PROFUNDIDADE DE CAMPO VIRTUALMENTE ILIMITADA.

VANTAGENS DA OBJETIVA SOBRE O ORIFÍCIO:



  • COM UMA ÁREA MUITO MAIOR, A IMAGEM FICA MUITAS VEZES MAIS LUMINOSA (REDUÇÃO DOS TEMPOS DE EXPOSIÇÃO);

  • IMAGEM MUITO MAIS NÍTIDA, PORQUE FOCALIZA A LUZ INCIDENTE SOBRE O OBJETO.

A OBJETIVA, DEVIDO A ESSAS CARACTERÍSTICAS, REQUER:



  • CONTROLE DO TEMPO DE EXPOSIÇÃO COM PRECISÃO;

  • CONTROLE DA INTENSIDADE DE LUZ QUE ATINGE O FILME.

PROCESSO QUÍMICO DE RETENÇÃO DE IMAGENS

  • SÉC. XVII, R. BOYLE E A. SALA: SAIS DE PRATA ESCURECEM AO SEREM EXPOSTOS AO AR LIVRE / À LUZ DO SOL;

  • ENTRE OS SÉCS XVII E XIX, SURGEM DIVERSOS PESQUISADORES DO FENÔMENO;

  • 1827, J. N. NIÉPCE (FRANÇA): A PRIMEIRA FOTOGRAFIA BEM-SUCEDIDA, “VISTA DA JANELA DE LE GRAS” (8h DE EXPOSIÇÃO);

  • 1829: NIÉPCE E DAGUERRE DESCOBREM A SENSIBILIDADE À LUZ DO IODETO DE PRATA. O TEMPO DE EXPOSIÇÃO É REDUZIDO DE 8hs P/ 1/2h E DESENVOLVE-SE O PROCESSO DE FIXAÇÃO DA IMAGEM;

  • 1933: HERCULE FLORENCE, IMIGRANTE FRANCÊS, DESENVOLVE ISOLADAMENTE NO BRASIL UM PROCESSO QUE BATIZA DE “PHOTOGRAPHIE” (CINCO ANOS ANTES DE HERSCHEL TÊ-LO INTRODUZIDO PARA DESIGNAR GENERICAMENTE TODOS OS DIVERSOS PROCESSOS DE CAPTURA DE IMAGEM POR AÇÃO DA LUZ). SEU MÉTODO É SEMELHANTE AO DE TALBOT (UMA CHAPA DE VIDRO COMO NEGATIVO, CUJA IMAGEM É PASSADA POR CONTATO PARA UM PAPEL SENSIBILIZADO) E DESCOBRE A AMÔNIA COMO FIXADOR. SEUS INVENTOS, PORÉM, NÃO CHEGAM AO CONHECIMENTO DE SEUS CONTEMPORÂNEOS EUROPEUS;

  • 1839: É DESENVOLVIDO O DAGUERREÓTIPO: CHAPA DE COBRE C/ SAIS DE PRATA (UMA CHAPA PARA CADA FOTOGRAFIA). O GOVERNO FRANCÊS COMPRA OS DIREITOS E DISPONIBILIZA AOS FRANCESES;

  • 1840: TALBOT (INGLATERRA) INVENTA O CALÓTIPO: ANCESTRAL DO NEGATIVO A PARTIR DO QUAL PRODUZ-SE DIVERSAS CÓPIAS EM PAPEL E REDUZ O TEMPO DE EXPOSIÇÃO DE 1H PARA 1 SEGUNDO;

  • 1849: 1.000.000 DE RETRATOS EM DAGUERREOTIPIA SÃO PRODUZIDOS EM PARIS;

  • 1847, NIÉPCE: PROPÕE UMA CHAPA DE VIDRO RECOBERTA DE ALBÚMEN E ALETOS DE PRATA COMO NEGATIVO;

  • 1851, F. S. ARCHER: PROCESSO COLOIDAL (CHAPA ÚMIDA): PREÇO MUITO MAIS ACESSÍVEL;

  • 1871, R. MADDOX: SUBSTITUI O VIDRO POR GELATINA NA CHAPA FOTOGRÁFICA;

  • 1884, G. EASTMAN: FILME FLEXÍVEL (CELULÓIDE), COMO O NEGATIVO QUE CONHECEMOS HOJE.

  • APESAR DE FLORENCE TER DESCOBERTO UM MÉTODO MAIS EFICIENTE ANTERIORMENTE AO DE DAGUERRE, COUBE A ESTE ÚLTIMO AS GLÓRIAS DE SER O “PAI DA FOTOGRAFIA”, MAIS POR RAZÕES POLÍTICAS DO QUE POR MÉRITO. O DAGUERREÓTIPO CAIU EM DESUSO EM POUCO TEMPO, POR SER UM PROCESSO QUE GERAVA UMA ÚNICA IMAGEM POSITIVA, CONTRARIAMENTE AOS OUTROS PROCESSOS QUE O SUCEDERAM, QUE PERMITIAM PRODUZIR VÁRIAS CÓPIAS POSITIVAS A PARTIR DE UM MESMO NEGATIVO.

  • AS PESQUISAS DE FLORENCE PERMANECERAM NA OBSCURIDADE POR 140 ANOS. EM 1988, O SIMPÓSIO “LES MULTIPLES INVENTIONS DE LA PHOTOGRAPHIE”, ORGANIZADO PELO MINISTÉRIO DA CULTURA E DA COMUNICAÇÃO FRANCÊS ATRIBUIU A INVENÇÃO DA FOTOGRAFIA A CINCO INDIVÍDUOS: NIÈPCE, DAGUERRE, FLORENCE, TALBOT E BAYARD.

MECANISMOS BÁSICOS DA CÂMERA
VISOR / MONITOR

INDICA A ÁREA QUE APARECE NA FOTO (ENQUADRAMENTO).

- DIRETO: A IMAGEM VISTA NÃO É A CAPTADA PELA OBJETIVA. ISTO CAUSA ERRO DE PARALAXE.

- INDIRETO: PRESENTE NAS CÂMERAS REFLEX. UM SISTEMA DE ESPELHO + PRISMA PENTAGONAL LEVA A IMAGEM CAPTADA PELA OBJETIVA ATÉ O VISOR.

- ELETRÔNICO / MONITOR: A IMAGEM VISUALIZADA É UMA TRANSMISSÃO ELETRÔNICA; SÓ FUNCIONAM COM A CÂMERA LIGADA.

- HÁ MONITORES QUE SÓ MOSTRAM A IMAGEM FOTOGRAFADA E NÃO FUNCIONAM COMO VISOR.


DIAFRAGMA

- REGULA A ENTRADA DA QUANTIDADE DE LUZ.

- O ÍNDICE-f É CALCULADO DIVIDINDO-SE A DISTÂNCIA FOCAL DA LENTE (DISTÂNCIA A SER PERCORRIDA PELA LUZ DA OBJETIVA ATÉ O FILME) PELO DIÂMETRO DA ABERTURA DO DIAFRAGMA (QUANTIDADE DE LUZ TRANSMITIDA PELA LENTE).

- EX.: UMA LENTE DE 50mm, COM UMA ABERTURA DO DIAFRAGMA AJUSTADA PARA UM DIÂMETRO DE 12,5mm, É REGULADA A f/4. (50/12,5).

- IMPORTANTE: QUANDO O ÍNDICE-f É O MESMO, A TRANSMISSÃO DE LUZ É SEMPRE IGUAL, EM QUALQUER OBJETIVA.

- À MEDIDA EM QUE SE AUMENTA O ÍNDICE-f, A QUANTIDADE DE LUZ TRANSMITIDA É REDUZIDA PELA METADE, ISTO É, CAI UM PONTO.

- CADA ABERTURA TRANSMITE O DOBRO OU A METADE DA QUANTIDADE DE LUZ DO VALOR ADJACENTE.

- SEQÜÊNCIA PADRONIZADA DE ABERTURAS:

f/1 1,4 2 2,8 4 5,6 8 11 16 22 32 45…

OBTURADOR

- CONTROLA O TEMPO DE EXPOSIÇÃO DO FILME / SENSOR À LUZ.

- CENTRAL OU DE PALHETAS: DENTRO DA OBJETIVA, PRÓXIMO AO DIAFRAGMA. É UTILIZADO EM CÂMERAS DIGITAIS COMPACTAS, FILMADORAS, CÂMERAS DE GRANDE FORMATO E ALGUNS MODELOS DE MÉDIO FORMATO.

- DE CORTINA: PRÓXIMO AO PLANO DO FILME / SENSOR. SISTEMA MAIS RÁPIDO; É O UTILIZADO EM CÂMERAS 35mm.

- VELOCIDADES MAIS COMUNS:

1” 1/2 1/4 1/8 1/15 1/30 1/60 1/125 1/250 1/500 1/1000…
relação entre diafragma e obturador
obturador


  • qto. maior o tempo de exposição, mais luz impregna o filme OU SENSOR;

  • qto. maior o tempo de exposição, mais é captado o movimento da cena.

diagfragma



  • qto. mais aberto, mais luz impregna o filme/ sensor;

  • qto. mais aberto, menor a profundidade de campo.

- Estas duas regulagens são inversamente proporcionais;

- à medida que se aumenta a velocidade do obturador, a quantidade de luz transmitida diminui pela metade, ou seja, cai 1 ponto .

- à medida que se abre o diafragma, a quantidade de luz transmitida dobra, ou seja, aumenta 1 ponto.

- desta forma, podemos formar pares equivalentes de igual exposição:

1/1000 – f/2 =

1/500 – f/2.8 =

1/250 – f/4 =

1/125 – f/5.6 =

1/60 – f/8 =

1/30 – f/11 =

1/15 – f/16 ...


Portanto:

  • se a prioridade é captar o movimento ou congelar a cena, deve-se priorizar o ajuste de velocidade do obturador;

  • se a prioridade for a profundidade de campo (ter todos os objetos da cena nítidos ou desfocar o fundo), deve-se priorizar o ajuste de abertura do diafragma.

além do tempo de exposição, 3 outros fatores influem no movimento da imagem:




  • direção de movimento do objeto (o movimento é mais perceptível na direção paralela à câmera do que na ortogonal);




  • proximidade do objeto (o objeto é captado em movimento quanto mais próximo estiver da câmera;




  • distância focal da lente (o objeto é captado em movimento quanto mais longa for a objetiva).



Focalização e profundidade de campo
MECANISMO DE FOCO

- MOVIMENTA A OBJETIVA EM RELAÇÃO AO PLANO DO FILME / SENSOR PARA OBTER FOCO EM OBJETOS A DIFERENTES DISTÂNCIAS.


foco fixo

semi-fixo

manual

automático simples



contínuo trava de foco

profundidade de campo: distância total entre o ponto mais próximo e o mais distante da cena que apareçam reproduzidos nitidamente na cópia final.
O foco é preciso em apenas um plano em frente à câmera – onde tudo se vê nítido na imagem. Além disso, há uma área em frente e uma atrás desse plano, razoavelmente nítida, de acordo com o padrão de nitidez exigido, considerando-se o grau de ampliação final da imagem e a distância que se vê a cópia final.
3 fatores afetam a profundidade de campo:

- abertura do diafragma (qto. + fechado, maior a profundidade)

- distância do objeto (qto. + distante, maior a profundidade)

- distância focal da objetiva (qto. + curta, maior a profundidade)

- se dobrarmos o índice f, a profundidade dobra;

- se dobrarmos a distância do objeto, a profundidade aumenta 4 vezes;

- se reduzirmos a distância focal pela metade, a profundidade aumenta 4 vezes.
O limite próximo da profundidade de campo é sempre menor na frente do plano de foco do que no campo atrás dele.
Regras práticas:
Ao focalizar, dar preferência ao 1º plano (objetos próximos fora de foco incomodam muito mais que os mais distantes).
Focalize o principal: retratos – os olhos

paisagem – o plano de maior interesse, geralmente na metade da profundidade de campo.


Assuntos em MOVIMENTO: pré-focalizar em um local por onde o objeto passará e esperar que ele fique em foco nesse ponto.
TIPOS DE Câmeras
câmeras de pequeno formato

  • compactas de visor direto e lente fixa e foco fixo

  • compactas de visor direto e foco ajustável

  • reflex de objetiva única

  • utilizam filme 35mm (quadro 2,5x3,7cm) ou sensor

  • regulagens manuais, semi-automáticas e Automáticas

câmeras de médio formato



  • reflex de duas objetivas

  • reflex de objetiva única

  • utilizam filme 120 e/ou comportam back digital

  • QUADRos mais comuns: 6x6cm, 6x7cm, 6X4,5cm E 6X9cm

câmeras de grande formato



  • exigem sempre o uso de tripé;

  • a imagem formada no visor (vidro despolido) é A diretamente a ser captada (sempre invertida);

  • utilizam chapas de filme individuais (a mais comum é de 4x5”), filme 120 ou back digital;

  • possuem controle total da posição dos planos das objetivas e do filme (ou back digital), unidos por um fole;

  • permite correção de paralelas;

  • permite aumentar a profundidade de campo sem o uso de aberturas muito pqnas. (Lei de Scheimpflug).

CÂMERA ANALÓGICA X DIGITAL

  • Ver a foto na hora x fator surpresa

  • Digital:

    • Possibilidade de correção imediata;

    • aprendizagem mais rápida;

    • permite alteração de ISO a cada foto;

    • permite correção de balanço de branco sem a necessidade de acoplar filtros de correção;

    • no caso de trabalhos profissionais, possibilidade de acompanhamento à distância por parte do cliente (internet);

    • necessidade de uma prova impressa para ter-se referência exata das cores, que mudam de acordo com a calibragem do monitor que as exibe.

  • Custo com equipamento x custo com material (filmes e revelações)

  • Analógico:

    • equipamentos melhores com preços mais acessíveis;

    • a qualidade de PB para fine-art ainda não foi atingida pela tecnologia digital;

    • o equipamento não sofre depreciação tão rapidamente; uma câmera analógica, se bem conservada, tem vida útil bastante longa quando comparada às digitais;

  • Digital:

    • o investimento inicial é compensado com a economia de material (avaliar a relação custo x benefício a cada caso);

    • no caso de cromos, elimina-se o custo de escaneamento;

    • o equipamento deprecia muito mais rapidamente, o que requer atualização mais freqüente (como os computadores);

    • atualmente, o mercado de compra e venda de equipamento digital usado é mais restrito e difícil;

  • Manutenção:

  • Analógico: conservação e reparos mais fáceis;

  • Digital:

    • Equipamento muito mais sensível a quedas e variações de temperatura;

    • preocupação extra com baterias e cartões de memória;

    • custo de manutenção muito mais alto, em caso de conserto.

FOTOMETRIA
EXPOSIÇÃO = intensidade luminosa x tempo

Para um filme de determinada sensibilidade (ISO), a exposição “correta” é sempre a mesma quantidade de energia luminosa absorvida por ele.


FOTÔMETRO: instrumento que mede a intensidade luminosa e indica a correta escolha de um par (velocidade / abertura) para uma determinada cena.
O fotômetro pode medir a luz refletida e a luz incidente, sendo que o embutido mede somente a refletida.
luz refletida: aponta-se o fotômetro na direção da cena a ser fotografada e este faz a leitura da luz refletida pelos objetos presentes na cena.
A quantidade de luz refletida por um objeto (luminância) depende de sua cor e textura; objetos de cores diferentes iluminados de mesma forma produzem diferentes resultados de leitura no fotômetro.
compensação de leitura:

Se o assunto a ser fotografado for predominantemente muito claro, a exposição deve ser corrigida em 1 ou 2 pontos a mais que a leitura indicada pelo fotômetro.

Exemplos:

Cenas na praia ou na neve;

Cenas à contra-luz (efeito silhueta / clareamento de áreas muito escuras);

Cenas que incluam fonte luminosa, como pôr-do-sol, luminárias, lustres e abajures;

Objetos naturalmente muito claros, como um gato branco sobre um travesseiro.
Se o assunto for predominantemente muito escuro, a exposição deve ser corrigida diminuindo-se 1 ou 2 pontos.

Exemplos:

Cenas em que o fundo é muito mais escuro que o objeto, como um retrato contra uma parede escura;

Objetos naturalmente muito escuros.


COMO PROCEDER EM SITUAÇÕES DE GRANDE CONTRASTE:

  • fazer a medição numa pequena área do objeto a ser fotografado, preenchendo todo o quadro com parte do objeto que se deseja na exposição correta;

  • medir a intensidade luminosa em diversos pontos da composição e considerar a média;

  • fotometrar com auxílio de um cartão cinza-médio.

OBJETOS À CONTRA-LUZ:

  • deixá-lo em silhueta OU, para que fique na exposição correta:

  • aumentar a exposição em relação à leitura do fotômetro;

  • fotometrar normalmente e disparar o flash (luz de enchimento).

CUIDADOS COM A CÂMERA FOTOGRÁFICA




  • Proteja-a de água, poeira e areia. Na praia, mantenha-a dentro de uma sacola plástica, evitando deixá-la ao sol. Se a câmera cair no mar, lave-a com água doce e leve-a assim que possível à assistência técnica, pois o sal oxida e corrói as partes metálicas.

  • Limpe-a o mínimo possível. Quando o fizer, utilize um pincel bem macio (separado para esta finalidade) e um assoprador, tomando cuidado para assoprar a poeira para fora, e não para os mecanismos internos.

  • Evite abrir a câmera desnecessariamente; não toque os componentes internos, como espelho, prisma, sensor digital, obturador etc.

  • O sensor digital (particularmente o de câmeras com lentes intercambiáveis) necessita de limpeza periódica (quando aparecerem muitos pontos de sujeira na imagem captada), mas este serviço deverá ser feito pela assistência técnica.

  • Evite também limpar as objetivas. Pequenos grãos de poeira não afetarão a qualidade da imagem. Para limpá-las, utilize lenços e fluido para limpeza específicos para equipamento fotográfico, com muita delicadeza, e não reutilize os lenços. Nunca verta o líquido diretamente sobre a lente; umedeça o lenço antes de aplicá-lo. Esfregar a lente a seco poderá riscá-la.

  • Guarde o equipamento em local seco e arejado, fora do estojo e sem as baterias, se for por tempo prolongado. O estojo (geralmente de couro) deve ser usado somente para transporte, porque tende a reter umidade e favorece o aparecimento de fungos.

  • Sempre proteja as objetivas com o protetor quando não estiverem em uso.

  • Nunca exponha a objetiva acoplada à câmera diretamente contra o sol por períodos prolongados.

  • Proteja o equipamento de temperaturas extremas; não o deixe dentro do carro. Vale também para filmes, cartões de memória e mídias.

  • Ao sair de um ambiente com temperatura muito baixa e entrar em outro de temperatura consideravelmente mais alta, evite a formação de condensação de água: envolva o equipamento e filmes com uma bolsa e espere algumas horas até que tenham atingido, lentamente, a temperatura ambiente.

  • Nunca force os mecanismos que parecerem emperrados. O melhor a fazer nestes casos é levar a câmera à assistência técnica.

  • Mantenha câmeras digitais e cartões de memória longe de campos magnéticos.

  • Antes de sair para fotografar, verifique o nível da bateria. Sempre leve baterias / pilhas extras ou o carregador de baterias. A carga da bateria tende a diminuir em dias frios; leve-a sempre cheia em dias assim.

  • Sempre remova ou recoloque cartões de memória com a câmera desligada.

  • Mantenha os filmes abrigados de calor e luz intensa e revele-os tão logo tenham sido expostos (“batidos”).

  • Não troque o filme, cartões de memória ou objetivas em presença de vento forte, poeira, areia ou luz intensa. Faça-o dentro de uma bolsa, se não houver abrigo.



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