Grupo de Trabalho de Apoio Materno (gt am ) Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno



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Grupo de Trabalho de Apoio Materno (GT AM )
Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno
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Volume 4 Número 3 -boletim trimestral  Publicado em Inglês, Espanhol, Francês e Português
 Julho/ Agosto/ Setembro de 2006
http://www.waba.org.my/gims/index.html
Para assinaturas, mande um email para: MSTFNewsletter-request@braesgate.com
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Coordenador WABA MS TF: Rebecca Magalhães(EUA)
Coodenadores adjuntos: Nair Carrasco Sanez-IBCLC(Peru), Dr.Prashant Gangal (India)
Editores: Pushpa Panadam, Maria(Pili) Peña, Asunção, Paraguai
Tradutores: Espanhol-Maria (Pili) Peña, Pushpa Panadam y Monica Casis;
Francês-Juanita Jauer Steichen,Herrade Hemmerdinger, França
Português: Analy Uriarte, Pajuçara Marroquim, Brasil

Aleitamento Materno: A primeira conexão à Saúde, ao Bem-estar e à  Comunidade


NESTE NÚMERO

GRUPO DE TRABALHO DE APOIO MATERNO COMENTÁRIOS E INFORMAÇÕES


1. Fazendo Conexões: Rebecca Magalhães, Coordenadora
2. Atualização do GT AM: Apoio materno em Toronto: Rebecca Magalhães

APOIO MATERNO DE DIVERSAS FONTES 
3. Olá de Harrisburg, Pennsylvania: Salem Hamilton, Costa Rica
4. Centro de Alimentação de Bebês e Crianças Pequenas: Dra. Miriam Labbok, USA
5. Amamentando além do primeiro ano: A Experiência de Mães e Crianças: Dra. Karleen Gribble, Austrália
6. Apoiando à Amamentação através de Vídeos  Mãe de 7 - Série de Vídeos sobre Parto e Amamentação

APOIO MATERNO  MÃES QUE AMAMENTAM CONTAM SUAS EXPERIÊNCIAS
7. Nascimento de Kohai: Paula Meyer, Tahiti
8. Desafios da Amamentação: Sandra Ramos, Paraguai

APOIO PATERNO
9. O Pai é a chave para Impedir o Desmame precoce: Professor Joel Lamounier, Brasil.
10. Apoiando a Mãe que Amamenta: Kelly Fosness, EUA
11. Carta de Uma Esposa Peruana: Mónica Mellado Acurio, Peru

NOTÍCIAS DO MUNDO DA AMAMENTAÇÃO 
12. Conhecendo Sarah Amin e Susan Siew  Duas mulheres fantásticas que apóiam a amamentação de diversas maneiras: Lakshmi Menon, Índia
13. Proposta de revisão de uma Lei de Maternidade da Argentina e a Mulher que Iniciou o processo: Maria Luz Aguilo, Argentina.
14. Solicitação para endossar a Declaração de Innocenti 2005

INFORMAÇÕES SOBRE O BOLETIM
15. Aleitamento Materno: As Histórias por trás das Estatísticas: Barbara Behrmann, EUA
16. Centro de Excelência  Nova iniciativa da Fundação de Aleitamento Materno de Bangladesh
17. Diário Internacional de Aleitamento Materno
18. Onde não existe médico: Disponível em rede  Fundação Hesperian
19. Nutrição: A Nova Revista Internacional
20. Boletim da Comunidade LatchOn.org

CRIANÇAS E AMAMENTAÇÃO
Histórias, comentários, recordações enviadas pelos nossos leitores

INFORMAÇÕES SOBRE O BOLETIM
21. Visite estes Websites
22. Anúncios
23. Nossos leitores comentam
24. Informações sobre apresentação de artigos e sobre o próximo boletim
25. Como fazer/cancelar sua assinatura

GRUPO DE TRABALHO DE APOIO MATERNO COMENTÁRIOS E INFORMAÇÕES

1. Fazendo Conexões: Rebecca Magalhães, Coordenadora



Como podem imaginar, Pushpa, Pili e eu passamos horas enviando e respondendo e-mails até que cada parte do boletim esteja terminada. Um dia destes, uma de nós comentou o fato de cada uma estar num país diferente (EUA, Malásia, onde Pushpa está trabalhando com a WABA e visitando a família, e Paraguai) mas “conectadas” através da internet. Daí comecei a pensar em como a internet torna simples para  ficarmos conectados - falar; compartilhar experiências e informações; rir das piadas… não importando onde estejamos. Mas, conexão é mais do que enviar e-mails de diferentes pontos do mundo. Conexão também acontece quando fazemos parte de uma família. Dividimos o mesmo idioma, gostamos das mesmas comidas, e acreditamos na mesma causa! Todas nós acreditamos em amamentação e esta crença nos conecta, embora não falemos a mesma língua ou comemos a mesma comida. É claro que meus pensamentos me levaram à percepção que a PRIMEIRA e mais importante conexão é quando o bebê se conecta à sua mãe através da amamentação. A importância desta primeira conexão nos ajuda a perseverar na promoção, proteção e apoio à amamentação. Tenho esperança também que você, como leitor(a), possa se sentir conectado(a) às editoras, autores dos artigos e outros assinantes ao saborear cada boletim. Talvez algum dia possamos estar todos juntos, cara-a-cara, mas por enquanto, este boletim pode ser nossa “conexão”. Feliz Semana Mundial da Amamentação!
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Rebecca Magalhães
Coordenadora
WABA Grupo de Trabalho de Apoio Materno
E-mail: RMagalhaes@llli.org

2. Atualização do GT AM: Apoio Materno em Toronto: Rebecca Magalhães, Coordenadora

Como membros da LLLI, da WABA Core Partner e de uma organização de apoio materno, Rebecca Magalhães (EUA), Yanet Olivares (República Dominicana) e Irma de Maza (Guatemala) compareceram e  fizeram apresentações na Conferência “Gênero, Sobrevivência Infantil e HIV/AIDS: Da Evidência à Política”, organizada pela WABA e Universidade de York, Toronto, Canadá, Maio 7-9. Rebecca co-representou com Liew Mun Tip, a WABA no Simpósio de Amamentação e HIV/AIDS que aconteceu antes da Conferência Internacional da La Leche League de 2005. Yanet apresentou os resultados de um estudo fundado pela UNICEF que a Liga de La Leche/ República Dominicana realizou com mulheres HIV positivas que recebem instruções nesse país de não amamentar. A apresentação de Irma (Mimi) era sobre “As implicações do HIV em políticas de alimentação infantil: O Caso da Guatemala” e destacou os desafios que a Guatemala enfrentou. A conferência foi interessante, pois retratou mulheres e mães em relação a gênero e alimentação infantil. Embora os ministérios da saúde ou comitês ou conselhos de HIV e AIDS de cada país possam  formular políticas e práticas para suas populações, as necessidades de uma mulher/mãe devem ser consideradas, além de como as políticas e práticas afetam-na à medida que ela assume seu papel como mulher e mãe. Para mais informações sobre esta Conferência e a Declaração, veja o endereço de web http://www.waba.org.my/hiv/conference2006.htm
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Se você está interesado em representar o GT AM em seu país, favor mande um e-mail para Rebecca RMagalhaes@llli.org , Prashant psgangal@hotmail.com ou Nair cepren@amauta.rcp.net.pe

APOIO MATERNO DE DIVERSAS FONTES

3. Olá de Harrisburg, Pennsylvania: Salem Hamilton, Costa Rica



Meu nome é Salem e represento os defensores do parto natural em minha comunidade.
Sou uma das quatro pessoas presas em Agosto de 2005. Fomos presas por desafiar as práticas em relação ao recém-nascido do Hospital de Harrisburg.

A primera prática que desafiamos foi a separação rotineira de mãe e bebê logo após o nascimento. Embora as novas mães tenham direito a manter seus bebês perto delas no Hospital de Harrisburg, as pacientes não são informadas desse direito. Portanto, poucas conheciam sua existência e os bebês eram rotineiramente separados passando várias horas no berçário neo-natal. Algums mães sabendo de seus direitos e que optaram pela ¨não separação¨, receberam um papel que dizia, entre outras coisas, que a não ser que elas tivessem outro adulto acompanhante durante todo o tempo, elas não poderiam entrar no chuveiro. O conteúdo do “panfleto” muitas vezes era tido como intimidador para as mães e as levavam a optar por não manterem seus bebês em alojamento conjunto.

Além dessa prática de separar mães e bebês, os defensores da amamentação que conhecem o Código da OMS sentiram que era hora de reclamar contra a distribuição anti-ética de brindes das companhias fabricantes de subsitutos do leite materno para as mães no momento da alta.
Decidimos convocar uma demonstração pública numa área para piquenique próxima à entrada do hospital. No mesmo dia entregamos uma carta ao Diretor Executivo (CEO) da Pinnacle Health que explicava estas práticas anti-éticas. Também redigimos e apresentamos uma reclamação formal à JAYCO (a organização que credita todos os hospitais nos EUA) e ao Departmento Nacional de Saúde,  acrescentada dos seguintes documentos (ou seções pertinentes desses documentos):

 Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno

 Iniciativa Hospital Amigo da Criança
 Versão revisada de 2005 das recomendações de Amamentação da AAP (Academia Americana de Pediatria)
 Declaração e recomendações da CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças)
 Folheto com quatro páginas da Lamaze International intitulado: "Não separar a mãe e o bebê depois do nascimento"

Entramos em contato com equipes de telejornalismo, assim como a imprensa local. Depois de conversar pessoalmente com os responsáveis por estes veículos, enviamos e-mails com nosso release. Nele colocamos nossos objetivos e também mencionamos estarmos dispostos a nos engajar em “desobediência civil” caso fosse necessário. Sabíamos que não seríamos bem-vindos no hospital, mas sentimos que esta ação era necessária para que a administração do hospital ouvisse o que tínhamos a dizer.


No dia da manifestação, entregamos a carta e o pacote de informações em mãos. Distribuímos panfletos ao público, kits de imprensa à imprensa (com cópias de tudo que entregamos à administração), e fizemos uma grande faixa que dizia ¨A POLÍTICA DA PINNACLES FERE AOS BEBÊS¨, assim como vários outros cartazes menores.

Logo depois que chegamos, fomos informados pela segurança do hospital que deveríamos deixar a propriedade imediatamente. Dissemos que não tínhamos nenhuma intenção de sair. A polícia de Harrisburg foi chamada e em minutos, o estacionamento do hospital estava cheio de carros de polícia.  Alguns de nós foram algemados e presos, enquanto outros, que estavam cuidando de crianças voltaram a seus carros ou atravessaram a rua para fora dos limites do hospital. Uma hora depois de sermos presos, recebemos uma intimação e fomos soltos. Telejornais mostraram cenas de nós sendo presos, e rádio e jornais deram cobertura ao incidente. Uma estação de televisão fez uma pequisa independente pela internet com a pergunta "você já teve problemas em relação às normas com os recém-nascidos do Hospital de Harrisburg?" A pesquisa mostrou que quase 80% responderam sim!

Na semana seguinte, começamos a planejar nosso próximo evento que iria acontecer no parque beira-rio, defronte ao hospital, com uma licença da prefeitura local. Logo depois de anunciarmos o evento, entramos em contato com o presidente de controle de qualidade do hospital e pedimos uma reunião com a administração. Em 24 horas, recebemos a resposta que eles estavam interessados nessa reunião.
Poucos dias depois, nos encontramos com a alta diretoria além dos responsáveis pela enfermagem da maternidade. As práticas deste hospital, argumentamos, não estão de acordo com as recomendações das agências especializadas e renomadas.  As práticas não são as mais saudáveis para mães e bebês e estão claramente prejudicando a amamentação. Também incentivamos o hospital a assumir o papel de hospital modelo, liderando outras entidades da saúde nas práticas relativas ao recém-nascido. Esta era sua chance de  mostrar à comunidade que prover o melhor para pacientes e bebês era sua prioridade. 
Pedimos que trabalhassem conosco num grupo de trabalho permanente em relação a estas questões. Eles concordaram. Em nosso próximo evento, as câmeras de tevê filmaram faixas dizendo: “Bebês choraram e a Pinnacle ouviu¨. O grupo de trabalho começou a ter reuniões mensais com a administração do hospital. 

A partir de Janeiro de 2006, todas as pacientes da maternidade na hora da admissão optam se querem permanecer em alojamento conjunto com seu bebê. O hospital incluiu um documento revisado que é entregue a todas as pacientes antes de serem admitidas. A equipe de enfermagem, obstetras e pediatras da maternidade receberam cartas explicando as mudanças junto com uma cópia da revisão. O sucesso da colaboração deste grupo de trabalho continua agora com a discussão das medidas para transformar o hospital num Hopsital Amigo da Criança. A administração do hospital  está ouvindo e não tem como argumentar contra as evidências apresentadas. Nós até almoçamos juntos durante as reuniões!

Compartilho esta história com você como encorajamento  não é necessário muita criatividade ou coragem para implementar mudanças. Nascimentos pacíficos não devem ser um luxo para mulheres e bebês  devem ser o padrão. ***************************************************************************
Salem Hamilton, Diretora de BIRTH WITHOUT BOUNDARIES (NASCIMENTO SEM FRONTEIRAS), Limon, Costa Rica. Ela também é doula, ativista do parto e fundadora de BIRTH WITHOUT BOUNDARIES (NASCIMENTO SEM FRONTEIRAS), uma organização que trabalha para assistir na estruturação global do nascimento assegurando partos pacíficos em nosso mundo. Salem é mãe de 6 e avó de 1.
Email: siafu2012@yahoo.com

4. Centro de Alimentação de Bebês e Crianças Pequenas: Dra. Miriam Labbok, EUA

O Centro de Alimentação de Bebês e Crianças Pequenas, dirigido por Miriam Labbok, MD, MPH, FACPM, IBCLC, FABM, foi fundado em 1 de janeiro de 2006 na universidade pública mais antiga dos Estados Unidos, a Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, no departamento de Saúde Materna e Infantil sob a liderança do Dr. Bert Peterson. Graças a um generoso doador da Carolina do Norte, o primeiro centro interdisciplinar deste tipo numa Escola de Saúde Pública existe promovendo ação ampla no apoio da dupla mãe/filho como alvo de sua atenção.

Além de estudar os riscos de não amamentar e as melhores práticas de apoio à amamentação, o Centro também irá enfocar a alimentação complementar. A qualidade e quantidade dos alimentos complementares  comidas adicionais oferecidas à criança que mama dos 7-24 meses ou mais, enquanto a amamentação durar  também contribuem para a saúde, crescimento e desenvolvimento futuros.



A saúde e o bem-estar materno são essenciais para o sucesso da amamentação, incluindo o espaçamento adequado dos nascimentos para melhores resultados em termos de mães e bebês. Alimentação infantil ótima também depende do apoio ativo do pai, família e sociedade. O apoio social, do ambiente de trabalho e do sistema de saúde são todos necessários e as políticas e programas necessários para assegurar esse apoio em todas estas áreas são o foco do trabalho do Centro.

Qual a Missão do Centro? Construir um ambiente que cria possibilidades; nos níveis comunitário, estadual, nacional e global, toda mãe deve receber apoio em sua procura por alimentação e cuidados ótimos para bebês e crianças, e toda criança deve atingir seu potencial máximo ao receber o melhor começo na vida.
O que fazemos? Através de pesquisa, avaliação de serviços, políticas de desenvolvimento e treinamento, apoiamos a dupla mãe/filho em sua busca por uma alimentação infantil ótima.
Por que fazemos? Porque nos importamos com o futuro, e as crinaças são nosso futuro. E a amamentação é uma única intervenção que resulta num maior desenvolvimento neurológico, fisiológico e imunológico, reduzindo os riscos de doenças e mortalidade para cada criança. 
Quais são nossas políticas? O Centro e seus Associados respeitam e apóiam o Código Internacional de Substitutos do Leite Materno e as resoluções da Assembléia Mundial de Saúde, The Golden Bow Initiative (A Iniciativa do Laço Dourado), The Physician’s Pledge (A Promessa do Médico), A Iniciativa Hospital Amigo da Criança, outros aspectos da Declaração de Innocenti de 1990 e 1995, O Departamento de Saúde e Recursos Humanos dos EUA e da Carolina do Norte, assim como a UE, Blueprints for Action on Breastfeeding (Diretrizes para Ação na Amamentação), e as Estretégias Globais da OMS /UNICEF para Alimentação de Bebês e Crianças Pequenas.
Quem somos? Por favor visite nosso website para conhecer os membros da equipe multidisciplinar que emprestaram seus nomes e energia para as atividades do Centro:
http://www.sph.unc.edu/mhch/ciycfc/
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Miriam H Labbok, MD, MPH FACPM, IBCLC, FABM, Professora de Saúde Pública
Diretora, Centro de Alimentação de Bebês e Crianças Pequenas, Departamento de Saúde Materna e da Criança, Escola de Saúde Pública, Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Chapel Hill, NC 27599-7445, EUA
Email: labbok@unc.edu
Website: www.sph.unc.edu/mhch/ciycfc
(Blog associado - http://enabling-breastfeeding.blogspot.com )

5. Amamentando além do primeiro ano: a Experiência de Mães/Crianças: Dra. Karleen Gribble, Austrália

Apesar das recomendações e pesquisa que consideram normal e benéfico amamentar uma crinaça em seu segundo ano de vida, menos de 1% das crianças Australianas ainda mama ao completar seu segundo aniversário. Dra. Karleen D. Gribble em seu trabalho “Amamentando além do primeiro ano: a experiência de mães e crianças” apresenta os resultados do primeiro estudo Australiano sobre amamentação além do primeiro ano. Cento e sete (107) mulheres amamentando 114 crianças dos dois aos 6,5 anos participaram do estudo de por que, quando e como as crianças mamam; de quem foi a escolha de continuar amamentando e por quê; o conhecimento do ponto de vista da criança através de conversas e brincadeiras sobre amamentação.

Embora a amamentação prolongada seja pouco comum entre a população Australiana, esse tipo de amamentação é comum em vários contextos históricos, geográficos ou culturais. Portanto uma variedade de caminhos antropológicos de pesquisa apóiam a normalidade da amamentação prolongada; estudos químicos de ossos de populações antigas revelaram que eles mamavam durante anos (2-6), pesquisa etnográfica de culturas tradicionais registram uma idade média de desmame entre dois e cinco anos e um exame do padrão primata sugere que a idade natural de desmame seja algo entre 2,5 e 7 anos. Vale notar que nas áreas remotas da Austrália a maioria das crianças aborígenas ainda mama aos dois anos de idade e que mesmo entre sociedades industrializadas modernas, existem micro-culturas que praticam a amamentação prolongada. Este estudo fornece um insight nas experiências de mulheres e crianças de modo geral da população Australiana que amamentaram por mais de dois anos. Pode-se aprender muito com estas mulheres sobre como e por que estas mulheres e suas crianças persistiram com a amamentação. Este estudo pode ajudar a promover a extensão da amamentação como uma prática valorizada e pode resultar em mais mulheres amamentando além do primeiro ano de vida.


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Para mais infromações ou para o trabalho completo apresentado na Conferência Internacional de 2005 da Associação Australiana de Amamentação (ABA), por favor entre em contato com Dra. Karleen Gribble, Escola de Enfermagem, Universidade de Western Sydney, NSW, Austrália
E-mail: karleeng@uws.edu.au

6. Apoiando a Amamentação através de Vídeos  Mãe de 7 - Série de Vídeos sobre Nascimento e Amamentação

Stephanie Scholz Neurohr, com sete filhos e seu marido Hunt, cirurgião plástico de Dallas, Texas, EUA, produziram “Mãe de 7 - Série de Vídeos sobre Nascimento e Amamentação.”  A Sra. Neurohr, que tem formação em cinema pela Southern Methodist University, Texas, EUA, usou seus 14 anos amamentando seus próprios filhos para fazer um dos vídeos desta série. Os trabalhos neste vídeo começaram quando ela estava grávida de sua sétima filha que nasceu com um raro problema que a impedia de mamar  ou mesmo engolir, logo de início. A Sra. Neurohr continuou trabalhando no vídeo, enquanto  cuidava de sua filha durante as cirurgias e dificuldades. A pequena menina (Autumn) recebeu leite materno através de tubos de alimentação durante quatro meses até que ficasse forte o bastante para mamar. A Sra. Neurohr acredita que a amamentação ajudou sua filha a superar seus graves problemas .
Este vídeo, chamado Autumn's Story (A História de Autumn), é um dos quatro vídeos da série que enfatiza os benefícios da amamentação para mães e crianças.
Num artigo de jornal, a Sra. Neurohr declarou "O leite materno fez toda diferença para a sobrevivência de Autumn e para a minha própria sobrevivência." Os vídeos incluem mães que amamentam de todo o mundo (África, América Central, Europa, etc.) assim como a própria Sra. Neurohr amamentando Autumn. 
Ela também declara no artigo "A amamentação é uma maneira linda de criar vínculo com seu filho além de alimentá-lo e nutrí-lo. Virtualmente qualquer mulher, até aquelas com circunstâncias especiais, podem fazê-lo, mas é necessário formação, prática e paciência para dominar esta arte."
Para dar continuidade a seus vídeos de amamentação, a Sra. Neurohr está trabalhando atualmente numa série de vídeos sobre parto, com ênfase em métodos naturais.
A Mãe de 7 - Série de Vídeos sobre Nascimento e Amamentação inclui também Breastfeeding Basics (Amamentação Básica - 20 minutos), Breastfeeding Intensive (Amamentação Intensiva - 45 minutos) and Breastfeeding Comprehensive (Tudo sobre amamentação - 130 minutos). Lançado este ano, podem ser adquiridos no Web site, www.motherof7.com .
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Compilado e escrito pela equipe do Boletim GT AM
 
APOIO MATERNO  MÃES QUE AMAMENTAM CONTAM SUAS HISTÓRIAS

7. O Nascimento de Kohai : Paula Meyer, Tahiti



Enfim chegara o dia em que meu bebê nasceria, 10 dias depois da minha data provável. Era meio-dia e eu começara a sentir contrações leves, mas não tinha certeza de estar em trabalho de parto. Naquela manhã, a parteira havia me acompanhado por um passeio nas montanhas de duas horas e a trilha era bem íngreme!

Por volta das duas da tarde, minhas contrações aumentavam lentamente de intensidade e eu continuava sentada de pernas cruzadas na minha cama. Eu conseguia relaxar durante cada contração, como havia planejado mentalmente antes, graças ao tai chi. A luz entrava lentamente pelas venezianas fechadas. A sensação era boa. Não estava quente demais e as contrações gradativamente ficavam mais intensas. Eu levantei da cama e comecei a andar pelo quarto. Meu filho veio então me ver, e conversamos entre duas contrações. Depois de um tempo, pedi que ele fosse embora, pois senti que precisava ficar sozinha. Continuei andando e me agachando a cada contração. Acabei por apoiar meus cotovelos na janela, pois sentia-me melhor nessa posição. Também senti-me bem alongando meu corpo.

A luz estava menos intensa  deviam ser por volta das 4 da tarde. Lindas sombras de cor alaranjada dançavam na parede diante da janela. A parteira me avisou que estaria no terraço com meu marido, preparando a piscina inflável e seus materiais. Eu ainda estava de pé na janela quando ela voltou para me levar para a piscina. Entrei, mas a água não estava quente o bastante para mim, assim mantive a mangueira de água quente perto de mim. Estava ajoelhada, inclinada levemente para frente e gemia a cada contração. Meu marido disse que os vizinhos deviam pensar que estávamos fazendo amor bem alto. Isso me fez rir, mas a intensidade das contrações me perseguia. Elas estavam ainda mais fortes e mais próximas. Minha parteira sugeriu que respirasse mais suavemente e expirasse regularmente e por mais tempo. Isso não me pareceu fácil de fazer. De todo modo, eu pensava que mal conseguia me segurar, que não conseguia controlar nada, que meu corpo assumira o controle. Quando eu me movia, respirava ou gritava, não era eu quem decidia. Acho que a parteira falava comigo, mas não conseguia ouvi-la. Eu estava em meu próprio mundo, minha “bolha”, as contrações vinham depressa, uma atrás da outra. Eu lutava com cada uma, uma de cada vez e aproveitava o descanso entre elas. Troquei de posição. Descansei a perna direita enquanto ainda me apoiava sobre o joelho esquerdo e inclinava-me sobre a lateral da piscina.  Nessas alturas as contrações estavam quase insuportáveis.

Estourei a bolha na qual me encontrava e perguntei à parteira quanto tempo mais. Ela sorriu e disse "Não muito mais, você quase chegou ". Daí ela perguntou: "Você quer que as crianças estejam aqui?" Eu respondi "Não, agora não ". Depois de algumas contrações, senti vontade de fazer força e uma poderosa onda varreu meu corpo todo. Estava me arrastando com muita força e eu me agarrei à beirada da piscina, a cabeça de meu bebê coroou e logo depois seu pequeno corpo saiu. A parteira o agarrou e o colocou em meus braços. A sensação era… indescritível... eu estava tão feliz; estava no sétimo céu, num sonho. Meu bebê começou a mamar, seus olhos estavam bem abertos, ele me olhava, depois ele olhou em volta. Ele não chorou, apenas respirou regularmente. Eu o segurava perto de mim e murmurei "Bem-vindo, meu amor". Nesse meio-tempo, meu marido e as crianças surgiram no terraço. Minha filha perguntou feliz “Então, é menino ou menina?". Demorei bem uns dez minutos para olhar! Finalmente afastei o bebê de leve e anunciei "É um menino". Minha filha parecia desapontada… ela queria uma irmã… ela foi para o quarto, mas não demorou muito para voltar. Ela disse: "Bem, não faz mal!” Kohai era agora parte da família e sua irmã mais velha lhe dava um beijo. Como o cordão umbilical havia parado de pulsar, a parteira o cortou. Meu marido pegou o bebê e eu saí da piscina para expulsar a placenta...

Estava escuro, eram 7 da noite e nossa família havia aumentado…
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Paula Meyer, casada com Jean-Yves, é mãe de 3 crianças (2 meninos e uma menina).  Ela também é doula. Ela montou uma organização não-governamental sobre parto na Polinésia Francesa: “Bebe fenua" (Bebê da terra/do país). Paula espera promover planos de parto pois acha que são úteis para pais e profissionais.
Email: paulameyer@mail.pf 
Website: www.bebefenua.est-la.info (ainda em construção)
Traduzido para o Inglês do Francês por Herrade Hemmerdinger
Email: herrade@wanadoo.fr

8. A história de Fabri: Desafios da Amamentação: Sandra Ramos, Paraguai

Esta é história de Fabri, hoje com um ano de idade, que nasceu com tanta vontade de viver que não precisei fazer força mais do que duas vezes. Ele saiu voando como uma bola de futebol americano.

Ele nasceu num instituto particular não muito amigo da amamentação. Embora eu tivesse pedido que ele me fosse trazido imediatamente para mamar, eu só o vi duas horas depois de nascido e após muita insistência minha. Eles haviam lhe dado glicose. Eu havia insistido que queria amamentá-lo exclusivamente mas quando o levaram para o banho eles lhe deram glicose ou complemento, alegando que seu nível de açúcar estava baixo ou porque era outra enfermeira que estava de plantão e que havia errado ou porque não havia sido anotado em sua ficha.

Somente quando fomos para casa pude iniciar meu sonho de amamentá-lo exclusivamente. A pega do Fabri era boa mas ele não tinha paciência porque meu mamilo era invertido. Minha família não suportava seu choro e me pressionava para oferecer-lhe o outro peito ou uma mamadeira, mas eu sabia que podia amamentar com os dois peitos e no teceiro dia conseguimos.

A volta ao trabalho foi um desafio. Eu tinha colegas que ordenhavam seu leite mas amamentaram até os 8 ou 9 meses aproximadamente e eu queria amamentar meu filho por um ano. Comecei a tirar leite antes de voltar a trabalhar para formar uma reserva grande. LLL ajudou muito, emprestando uma bomba de leite e assim eu conseguia esvaziar meu peito em poucos minutos interrompendo meu trabalho por pouco tempo. Meu peito enchia novamente durante a hora que eu ficava com Fabri.

Continuei insistindo com a amamentação embora em duas ocasiões, por motivo de trabalho, tive que ir a Buenos Aires e Córdoba na Argentina por vários dias. Para continuar amamentando, Fabri foi comigo. Seu pai ficou triste com a separação, mas respeitou meu desejo de seguir amamentando.

Meu desejo era amamentar durante um ano, mas através da LLL, fiquei sabendo que a recomendação da OMS é para amamentar por dois anos. Isso significa que estava apenas na metade da minha jornada.

A amamentação para mim é prazer, um momento único de carícias, brincadeiras e atenção com meu bebê. Agora que ele está maior, este tempo é ainda mais precioso. Antes ele dormia, mas hoje nós nos olhamos, trocamos sorrisos, conversamos: “acabou” ele avisa quando é hora de mudar de peito.

Tenho a impressão que Fabri realmente gosta de mamar, que esse prazer é todo dele, porque ele me procura, levanta minha blusa e nos finais de semana ficamos horas na cama, brincando e mamando.

Fabri é uma criança saudável, feliz, sorridente e vigorozo que ainda não ficou doente este ano; não teve que tomar antibióticos ou ir ao hospital. Ele somente foi ao pediatra para tomar vacinas e para controle periódico. Estou convencida que isso é porque ele foi amamentado exclusivamente.

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Sandra Ramos de Gornati, Formada em Computação, trabalha para uma companhia de comunicações no Paraguai, Mora em Luque, Paraguai
E-mail: spramosgornati@hotmail.com

APOIO PATERNO

A Iniciativa Global do Apoio Paterno (IGAP) foi lançado no II Forum Global, Arusha Tanzânia, 2002. pais de crianças amamentadas precisam de apoio também como nossas histórias revelam. Para mais informações sobre a IGAP (Iniciativa Global do Apoio Paterno) e o workshop de AP, ou para saber como você pode participar, por favor entre em contato com Ray Maseko rmaseko@realnet.co.sz ; Arun Kumar Thakur arun_thakur@rediffmail.com ou vá ao site http://www.waba.org.my/fathers/index.html

11. Carta de Uma Esposa Peruana: Mónica Mellado Acurio, Peru

Quando Mónica Mellado Acurio recebeu um convite na lista da Lactared para uma reunião da La Leche do Peru, ela respondeu:
Querida Fanny:
Muito obrigada por enviar o convite para a reunião, e tão belo artigo sobre o papel do papai na amamentação dos bebês. Quero fazer um reconhecimento ao meu esposo, Pedro Martín, por seu valioso apoio neste tema.Ele tem compartilhado comigo todos os momentos fáceis e complicados da criação de nossos dois filhos, Piero de 3 anos e Martín de 2 anos, passeando com eles para dormir, fazendo-os arrotar a toda hora da madrugada, trocando-lhes a fralda, dando-lhes de comer, não os deixando chorar, etc. Como ele mesmo diz: "para mim só me falta lhes dar de mamar". Agora que estamos esperando um terceiro bebê, com uma gravidez de alto risco, seu apoio será muito maior com nossos 2 filhos.
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Mónica Mellado de Cifuentes, economista, casada com Pedro Martin Cifuentes, Administrador de Empresas. Pais de Piero Alessandro, 3 anos e 6 meses, Martín Alonso, 2 anos e 2 meses, esperando o terceiro filho para setembro. Mónica pensa ser necessário destacar, neste mundo tão globalizado e moderno, que a figura do papai já não é apenas oferecer o aporte econômico, mas também o de "doador" de atenções, amor e cuidado para seus filhos.
E-mail: mellado.mt@pucp.edu.pe

Nota das editoras: Se você é um pai apoiando a amamentação, ou sabe de alguém que trabalha apoiando os pais, por favor, envie-nos sua história.

NOTÍCIAS DO MUNDO DA AMAMENTAÇÃO
INFORMAÇÃO DO BOLETIM

12. Conhecendo Sarah Amin e Susan Siew -


Duas mulheres fantásticas que apóiam a amamentação de diversas maneiras: Lakshmi Menon, Índia

Muitas pessoas ao redor do mundo estão trabalhando fielmente e com dedicação para apoiar as mães em suas experiências de amamentação. Neste número, as editoras e o GTAM querem ressaltar duas destas pessoas: Sarah Amin y Susan Siew.

Alguns de vocês têm trabalhado com Sarah e com Susan, alguns têm estado em reuniões e conferências com uma ou ambas, alguns de vocês deverão ter lido sobre elas. Para todos vocês, aqui lhes apresentamos uma foto instantânea de Sarah e de Susan, para que saibam um pouco mais sobre elas e saibam porque tanta gente no mundo todo as respeitam e as admiram.

Sarah Amin

Profundamente comprometida com a promoção da amamentação, Sarah Amin tem trabalhado com a WABA (Aliança Mundial pró-aleitamento materno) desde 1992 e é atualmente co-diretora do Secretariado da WABA em Penang, Malásia. Ao longo desses 15 anos ela tem estado envolvida nas campanhas das Semanas Mundiais da Amamentação. Ela coordena a rede do Governo da WABA e está trabalhando de perto com o projeto “Mulher e Trabalho”. Ela é autora do documento: “Nutrindo o futuro: Nossos primeiros cinco anos, (WABA,1996). 

Sarah é apaixonada ativista da amamentação e consciente dos desafios que as mulheres encontram ao combinar o trabalho com a amamentação. Sensível aos problemas e necessidades específicas das mulheres, especialmente das mulheres que vivem nos países em desenvolvimento, Sarah fez um trabalho essencial para o estabelecimento do projeto sobre Gênero da WABA e iniciou capacitações sobre Gênero para ativista do Aleitamento Materno. Estando consciente da necessidade de envolver homens em temas de alimentação infantil, facilitou a formação da Iniciativa Global de Apoio ao Pai (IGAP) e estimula aos homens a participar nas capacitações sobre Gênero. Ela também está ativamente envolvida na Campanha de Proteção Materna.
Sarah recebeu sua capacitação e educação em Desenvolvimento Econômico no Canadá. Seu compromisso com a amamentação e temas de gênero também é evidente em seu trabalho de tese de Mestrado: “Estratégias mobilizadoras do Movimento Global de Aleitamento Materno”. Sarah é muito detalhista em seu trabalho e presta atenção aos mínimos aspectos.
Com a visão voltada a altos ideais, não obstante o trabalho de Sarah se implanta na realidade da vida das pessoas. Sua natureza compassiva e sua profunda preocupação pela humanidade fazem com que seja algo natural nela a participação no ativismo do aleitamento materno e na promoção da igualdade de gênero. Em nível pessoal, devido a sua natureza desinteressada e cuidadosa, Sarah se torna uma boa ouvinte e uma verdadeira amiga.

Comentário Pessoal: “Sarah me impressionou pela primeira vez por ser uma pessoa que podia manter-se calma enquanto coordenava uma grande reunião global e fazendo com que cada participante se sentisse bem-vindo. Trabalhando com ela em tantos projetos ao longo dos anos, tenho ganhado desde a atenção que presta a cada detalhe, sua habilidade com base na realidade de atribuir recursos escassos, e sua virtude de ser uma ponte desde sua própria cultura asiática até todos os ativistas de aleitamento materno ao redor do mundo. Também temos compartilhado muitos almoços memoráveis!”

Chris Mulford, Enfermeira registrada, Consultora de aleitamento materno, Conselheira Reserva da La Leche League, trabalhando atualmente para o programa WIC em Jersey do Sul (Estados Unidos)

Susan Siew

Susan Siew é co-diretora do Secretariado da WABA e coordena o programa de comunicação e imprensa da WABA. Também está no cargo das atividades de mobilização social e de ativismo. Ela reuniu o material do livro: “Imagens do Aleitamento Materno ao redor do mundo: um livro de recursos visuais para a ação comunitária”. Seu estilo criativo brilhante e alegre se reflete na produção dos folhetos da SMLM, nas bandeiras, e em outros recursos de comunicação, que nunca deixou de ser atrativo para adultos e crianças.O ativismo em Aleitamento Materno é seu ponto forte como pode ser visto em sua participação ativa em reuniões internacionais e conferências, onde ela é a força na qual se pode contar, com a incorporação bem sucedida de referências de amamentação nas Declarações e Manifestos das Conferências. Com grandes habilidades de planejamento e organização de reuniões, ela coordenou os dois bem sucedidos fóruns globais da WABA, do ano de 1996 realizado na Tailândia, e do ano 2002, realizado na Tanzânia. 
Ela está extremamente comprometida com os temas sociais e está envolvida com numerosas redes de trabalho internacionais. Seu trabalho é de alta qualidade e ela acredita na manutenção de um alto patamar especialmente no trabalho em nível internacional. Ela foi diretora de uma Organização Internacional de Sindicatos de Consumidores, do escritório Regional para a Ásia do Pacífico. Capacitada em desenho e comunicações, ela trabalha como desenhista gráfica no Canadá e nos Estados Unidos. Atualmente vive em Penang, Malásia, e está envolvida com o desenvolvimento de iniciativas sociais em nível local, que inclui a Iniciativa de Penang Sustentável e a Malásia Infaith, que promovem ambientes harmoniosos e sem restrições.

Comentário Pessoal: “Susan tem sido uma querida amiga por mais de 25 anos e me tem introduzido em temas relacionados com o desenvolvimento social. Ela também me tem estimulado e dado a confiança e os recursos necessários que me têm ajudado a ampliar meu interesse ao contexto extenso do aleitamento materno. Seu sentido de justiça e sua amplitude mental faz dela uma grande pessoa com quem se pode trabalhar.”


Pushpa Panadam
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Lakshmi Menon tem participado ativamente no movimento de mulheres, de consumidores e de saúde durante 25 anos. Capacitada como bibliotecária, ela tem concebido um sistema de classificação numa perspectiva feminista. Com o compromisso da disseminação de informação, ela tem reunido, editado e documentado várias publicações sobre temas de desenvolvimento, especialmente de mulheres e saúde. Lakshmi é consultora da WABA e atualmente é coordenadora adjunta do Programa de Gênero. Vive em Mumbai, Índia.
E-mail: menonlak@yahoo.co.uk

Nota das editoras: Se você conhece uma ativista em Aleitamento Materno, que trabalha com o apoio às mães, que  gostaria de ver ressaltada neste boletim, por favor envie um artigo descrevendo  esta pessoa e seu trabalho.



13. Proposta de revisão da Lei de Maternidade da Argentina e a Mulher que iniciou o processo: Maria Luz Aguilo, Argentina

Pequena como um pássaro, lançada ao desafio. Inquieta. Buscando sempre o que à mamãe e ao bebê beneficia... Estou falando da Lic. Mônica Tesone. Ela trabalhou, pensou, buscou, e contatou com um Deputado, que após escutar seus claros fundamentos, elaborou um projeto de lei que permitiria às mães amamentando, ter licença com direito a salário por 7 meses.

Pensei naquele caminho que se havia traçado para ela.  Corria o ano de 1988 quando sua maternidade a pôs frente ao porto da LLL. Em seu cais se embarca até a busca de outros portos. Beberá neles a sabedoria necessária que, com a mágica alquimia de sua alma, tombarão generosa todas as mamães e Líderes com quem tem contato.

Assim chegou o dia da apresentação. As 11:00 horas começou a sessão e apresentaram aos especialistas na matéria: Lic. Mônica Tesone,  Dra. Ageitos e  ao Dr. Cueto Rua. Mônica  luzia sorridente e muito emocionada. Senti muito orgulho por ela representar a LLL e a essas mil mães que em seus lares se sentem violentadas por suas próprias necessidades, de seus bebês e as exigências de seus trabalhos.

O Deputado Dr. Alfonsin (h), promotor do projeto, deu boas-vindas e abriu a jornada de aleitamento materno. O objetivo da Jornada era modificar o artigo 43 da lei de licença maternidade e avançar nos parâmetros da OMS que propõe aleitamento materno exclusivo até os seis meses após o parto.


Depois convidaram Mônica a fazer sua apresentação. Ela apresentou quais poderiam ser as motivações de uma empresa para ser amiga da amamentação. Em um estudo encontrou-se que as mães que tinham mais permissões para amamentar eram mais leais ao trabalho. Rendiam mais!
Era produzido um aumento na lealdade ao trabalho e uma redução de ausência em 28%.

As solicitações de seguro de saúde também se reduziam em uma importante porcentagem; os resultados revelaram que os gastos de hospitalizações e medicamentos foram menores. Com chave de ouro concluiu dizendo:

“Os futuros cidadãos não se constroem no mundo político, se constroem no mundo infantil.”
O artigo anterior, originalmente de 8 páginas, foi escrito por: Maria Luz Aguilo, Conselheira da Liga do Leite da Argentina, Mãe de Dolores, 32 anos, Inés 30, casada com León Marcelo com um filho de 1 ano e 9 meses, Fernando 27, Francisco 24, Milagros 21 e Ángeles 18.
E-mail:  marialuzaguilo@speedy.com.ar
Resumido por Maria del Mar da La Leche League Internacional.
Nota das editoras: “O Senado está em processo de discussão desta lei e estarão registrando seus votos proximamente”.
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Para mais informação sobre esta lei, favor contatar:
Monica Tesone, LLLArgentina,
E-mail: monicate@ciudad.com.ar

14. Solicitação para endossar a Declaração de Innocenti de 2005

Por favor, endosse a Declaração de Innocenti de 2005, disponível no site da WABA: www.innocenti15.net

RECURSOS QUE APÓIAM A AMAMENTAÇÃO:

15. Aleitamento Materno: As histórias por trás das Estatísticas: Barbara Behrmann, Estados Unidos.



O que pode ser mais natural que uma mãe amamentando seu bebê? Natural, sim.  Intuitivo, não. Em Café de Leite Materno: Mães compartilham os prazeres, desafios e segredos da amamentação, a socióloga e autora Barbara L. Behrmann explora porque tantos esforços de mulheres a respeito da amamentação são diminuídos ou até sabotados.

Em parte fazendo uma crítica à cultura, em parte ao apoio do grupo, Behrmann entrelaça histórias com informação, buscas internas e fatos. Explorando o que significa amamentar em uma cultura de ritmo rápido e consumista, Behrman considera o impacto das práticas de rotinas hospitalares, as práticas inapropriadas de mercado de sucedâneos, as barreiras nos locais de trabalho, atitudes culturais, estereótipos da imprensa, obstáculos econômicos e uma grande variedade de controvérsias culturais.

O livro The Breastfeeding Café explora porque existe tanta luta no que deveria ser uma parte natural da maternidade. Com tristeza, arrependimento e falta de apoio e ajuda, muitas desistem de amamentar. Porém, como explica Behrmann, esta situação não tem necessariamente que ocorrer.

As histórias são representadas por um grupo diverso de mulheres que vive próximo aos Estados Unidos. Desde uma adolescente sem lar até uma cientista com um itinerário de viagens muito exigente, desde uma bombeira em uma organização essencialmente masculina, até uma mulher que doou seu leite após sua própria filha ter falecido ao nascer, desde mulheres que lutam com as dificuldades dos primeiros dias, até aquelas que descobrem uma nova força, seus relatos são honestos, intimidantes e reveladores.

Um excelente recurso para mulheres grávidas ou para aquelas que trabalham com elas, The Breastfeeding Café educa, surpreende e inspira. “Amamentar não é só importante para os bebês, diz a autora, também é importante para as famílias e para que tipo de relações entre pais e filhos as mães querem criar”.
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Barbara Behrmann, Ph.D., Autora de Café de leite materno: Mães compartilham os prazeres, desafios e segredos da amamentação.
E-mail: barb@breastfeedingcafe.com
Site: www.breastfeedingcafe.com

16. Centro de Excelência: Nova iniciativa da Fundação de Aleitamento Materno de Bangladesh

A Fundação de Aleitamento Materno de Bangladesh (BBF) tem estabelecido um Centro de Recursos para todos seus benfeitores, simpatizantes, seguidores e para toda pessoa ou grupo interessado. O centro dará apoio para assegurar a disponibilidade de atualizações de pesquisas e de informações sobre aleitamento materno, alimentação complementar e nutrição das mães.

A BBF tem uma coleção de livros, vídeos, estudos de pesquisa e quer seguir ampliando sua coleção.


Por favor, ajude-nos enviando relação de livros, diários, áudios-visuais, catálogos e outros recursos informativos.
Seu apoio e ajuda contribuirão com a construção do Centro de Excelência.
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Shaheen Sultana, Coordenadora.
Fundação de Aleitamento Materno de Bangladesh
E-mail: bbf@gononet.com

17. Diário Internacional de Aleitamento Materno

O Diário Internacional de Aleitamento Materno foi lançado e está disponível em rede gratuita. O diário é um acesso aberto, revisado por companheiros que observam todos os aspectos da amamentação. Alguns dos artigos que possam lhe parecer interessante já foram publicados.

Por favor, envie seu manuscrito utilizando o sistema de remissão pela rede.


Para mais informações sobre este diário, favor contatar: ibj-editor@unimelb.edu.au ou ver as instruções para os autores.
*******************************************************************************Lisa H Amir, Editora chefe:
Diário Internacional de Aleitamento Materno, 2006, Austrália.
Website: http://www.internationalbreastfeedingjournal.com/

18.  Onde não existe médico: Disponível em rede. Fundação Hesperian

Este clássico manual, Onde não existe médico, está disponível em rede no endereço: www.hesperian.org
O manual dá informação prática e de fácil compreensão, sobre como diagnosticar, tratar e prevenir muitas doenças comuns. Existem mais de 90 traduções e adaptações deste livro disponíveis no mundo inteiro e milhões de cópias impressas; o livro é um recurso essencial para indivíduos e comunidades de todo o mundo.

Para mais informações sobre a tradução de nossos livros, visite o site:


http://www.hesperian.org/publications_translation.php Lisa Gonzalves, Editora de livros e promoções, Fundação Hesperian da Califórnia, Estados Unidos.
E-mail: lisa@hesperian.org
Site: www.hesperian.org

19. Nutrição: A Nova Revista Internacional

Aleitamento Materno é o tema central para a revista Número 2 de Nutrition, a nova revista internacional para nutricionistas dos paises em desenvolvimento. Neste número, que está disponível para visitar-se ou para inscrições futuras no endereço:
http://www.nutritioninternational.org.uk , há artigos sobre o fortalecimento do apoio do pai na amamentação, sobre a pressão do trabalho em períodos de amamentação e outros tópicos interessantes.
Tem uma seção sobre Pesquisa e outra sobre recursos. Nutrition, com sede no Reino Unido, edita e publica esta revista. O número 2 desta publicação está disponível em Inglês e em vietnamês.

20. Boletim da Comunidade LatchOn.org

LatchOn .org lançou o primeiro número de seu boletim bimestral a todos os novos membros da comunidade LatchOn.org. Se você é um administrador de um projeto, um doador ou apenas um visitante curioso, esperamos melhorar nossa experiência no LatchOn.org trazendo-lhes novidades sobre novos projetos e características especiais. 

O que é LatchOn.org? É um espaço que convoca projetistas e doadores. Se você tem um projeto que necessita financiamento, LatchOn.org é um bom lugar onde começar. Se você tem um projeto que promove o aleitamento materno e o apoio à mãe, LatchOn  tem uma variedade de projetos à vista. Apenas visite o site:


www.latchon.org
*******************************************************************************Shelley Stanley, LatchOn Administradora de voluntárias

CRIANÇAS E ALEITAMENTO MATERNO

Relatos, Comentários e Recordações enviados por nossos leitores:

Ruth Hersey, Conselheira da La Leche League, Haiti

Hoje meus alunos do sétimo grau estavam brincando de Adivinhação, no tempo livre da última semana de escola. A palavra da brincadeira era “Abraço” e o menino descreveu a palavra dizendo:
 “Algo que vem da mamãe”

"A primeira resposta gritada pela equipe foi: Leite!”


A segunda resposta foi: Dinheiro!
E a terceira foi a resposta correta: “Um abraço”

Karleen Gribble da Austrália escreve:
Soube que o boletim estava a procura de histórias sobre crianças fazendo projetos e pensei que lhes interessaria o desenho abstrato de meu filho realizado há 2 anos, quando tinha 10 anos, de uma mãe amamentando.
Nota das Editoras:
O desenho do filho de Karleen estará disponível em breve no site da WABA/GIMS.

Joni Seidenstein, Virginia, Estados Unidos, compartilha:
Na noite passada estava em uma festa conversando com uma menina de 5 anos, que foi amamentada por 3 anos. Estava amamentando meu bebê de um ano e ela me perguntou se minha filha Nova tinha uma mamadeira. Disse-lhe que Nova não usava mamadeiras. Perguntou se usava chupeta. Depois me olhou e me disse: “Ela é exatamente como eu”.

INFORMAÇÃO DO BOLETIM

21. Visite estes websites:



Conheça o artigo de Moscou Times, sobre o grupo de apoio à amamentação de Moscou. Em inglês.
http://www.moscowtimes.ru/stories/2006/03/15/015.html

http://www.cafepress.com/     Ingresse Breastfeeding/ amamentação na procura, encontrará vários produtos com lemas de amamentação. Site em inglês.

http://www.motherof7.com/ Vídeos da série “Mãe de 7 e vídeos de Amamentação, site em inglês.

http://www.worldvolunteerweb.org/events/19th-iave-world-volunteer-1137081912/lang/en.html
Site da Rede mundial do Voluntariado. Site em inglês.

http://www.elnacional.com.do/app/article.aspx?id=53910 
Artigo de periódico das Filipinas sobre recorde (Guinnes) de quantidade de mães amamentando simultaneamente. Site em Espanhol. Visite também o site da WABA.

www.cachorros.com.ec
Site de organização de apoio à amamentação do Equador. Em espanhol

http://www.drjacknewman.com/index.php?optionfiltered=com_content&task=view&id=18&Itemid=42
Recursos em rede disponíveis para apoiar o aleitamento materno. Site em inglês

http://www.podcastalley.com/podcast_details.php?pod_id=27299
Produtos inovadores de ajuda para a amamentação. Site em inglês

www.nutritioninternational.org.uk
Revista internacional de Nutrição para países em desenvolvimento. Disponível em inglês e em vietnamês.

http://worldbreastfeedingweek.org/monitoringsnapshot.htm
Formulários e informação sobre o monitoramento do Código de comercialização de sucedâneos do leite materno e informação sobre a SMLM. Site em inglês.

http://worldbreastfeedingweek.org Informação sobre a SMLM. Informação disponível em inglês, espanhol e português.

22. Anúncios

Eventos durante Agosto, Setembro e Outubro, 2006.
Para obter Informação sobre conferências, oficinas, seminários nos Estados Unidos, favor acessar o site:
ibreastfeeding.com

19 - 20 de Agosto: 2ª Conferência Nacional sobre Aleitamento Materno e Alimentação Complementar. Tema: Aleitamento Materno e Alimentação Complementar: Princípios fundamentais para o desenvolvimento nacional e a maneira de alcançar os ODM. Organizado pela Fundação de Aleitamento Materno de Bangladesh, Programa Nacional de Nutrição e o Ministério da Saúde e Bem-estar Familiar de Dhaka, Bangladesh. Data limite para inscrições: 25 de julho. Favor escrever para: bbf@gononet.com

3 - 6 Setembro: IX Conferência do ENAM  Encontro Nacional de Aleitamento Materno. “Aleitamento materno: Conquistando Saúde, protegendo a vida” Porto Alegre, Brasil. Para mais informação, favor escrever para: enam2006@gmail

19 - 21 Setembro: Fórum sobre “Qual é nosso projeto?” Uppsala, Suécia, Fundação Dag Hammarskjold. Este evento promete ser um inspirador, inquietante e estimulante diálogo sobre trocas globais. Este fórum pretende explorar e debater algumas das perguntas mais quentes de nosso tempo, e das décadas vindouras, num contexto estimulante e provocativo. Ativistas, estudantes, docentes, cidadãos internacionais e nacionais, gente da imprensa e outros indivíduos preocupados estão convidados. Para maisr informação, visite o site: www.dhf.uu.se/whatnext/forum

 Outubro, 21: 4ª Conferência anual sobre Saúde da criança e o ambiente, organizado pelo Centro do Atlântico médio para a Saúde da Criança e do Ambiente, afiliado ao Centro Médico da Universidade George Washington e ao Centro Médico Infantil Nacional. A conferência analisará importantes aspectos clínicos na saúde da criança que são afetadas pelo ambiente.
Para atualizações da conferência, favor visitar o site: www.health-e-kids.org  

23. Leitores compartilham:

Oi Rebecca, obrigada pela importante informação do último boletim eletrônico.
Rosemary Gauld, conselheira da La Leche League da África do Sul

Obrigada Pushpa! Muito bom o boletim, o compartilho com minhas colegas de saúde e nutrição da UNICEF, na região.
Meus cumprimentos! Osvaldo
Dr. Osvaldo Legón, Conselheiro Regional de Saúde e Nutrição  UNICEF TACRO  Oficina Regional das Américas e do Caribe. P. O. Box 0843-03045, Cidade do Panamá, República do Panamá

Felicitações Pushpa e Rebecca.
O boletim cada vez mais vem com dados mais interessantes que nos fazem ver que a proposta de amamentação cresce pelo mundo inteiro para o bem dos bebês e suas famílias. Felicitações por este árduo trabalho.
Envio a ambas um cordial cumprimento
María Cristina Sáenz, editora de Nuevo Comienzo, LLLColômbia

…Felicitações pelo Boletim! Este é um dos mais amplos que tenho lido... o conteúdo é completo! Beijos Analy.
Analy Uriarte Kivas e Alexandre A. Moreira, Brasil

“Tenho estado lendo os boletins do GT AM. Excelente trabalho!
Rosha Forman, Coordenadora adjunta interina do grupo de trabalho de Práticas de saúde da WABA, Estados Unidos

“Obrigada por enviar-me a lista de inscritos do boletim. Tenho visto artigos interessantes no boletim.”
Dra. Christine McCourt, Diretora do Departamento de Graduados, Universidade Thames Valley, Londres, Reino Unido.

24. Informação sobre apresentação de artigos e sobre o próximo número

Gostaríamos de receber artigos de interesse para este boletim. Os temas de interesse devem estar referidos para qualquer ação tomada, trabalho específico realizado, pesquisas e projetos executados, de diferentes perspectivas e de diferentes partes do mundo, que tenham provido apoio às mulheres em sua relação de mães lactantes. Em especial, favor envie artigos que apóiem a IGAM com relação à amamentação e também artigos referentes ao apoio do pai.
 
Os critérios para os artigos dos contribuintes são os seguintes:
 
•         Até, mas não ultrapassando, 250 palavras
•         Nome, Título, Endereço, Telefax, e- mail do autor
•         Organização que representa
•         Breve biografía (5 a l0 linhas)
•         Site (se estão disponíveis)
•         Em caso de ser relevante para compreensão dos temas, favor incluir nomes detalhados dos lugares ou pessoas que sejam mencionados e as datas  exatas.
•         Serem remetidos até a data especificada em cada número.
 
Em caso de existir uma ampla informação sobre o tema do artigo, favor: Escreva um resumo de 250 palavras ou menos, inclua o site para acessar o artigo completo, ou envie o artigo completo e o GTAM enviará a WABA para que esteja disponível no site da WABA.
A data final para recebimento de artigos para ser considerados para o Boletim de Julho/Agosto/Setembro é 10 de Setembro de 2006.
 
Se você enviou um artigo e não foi publicado neste Número, significa que está sendo reservado para o futuro. Devido ao fato das pessoas que trabalham neste boletim estarem ocupados com a Conferência da  LLLI, o próximo número, Volume 4, Número 4 será enviado no próximo 10 de Outubro de 2006.   
 
25. Informação sobre como Inscrever-se/ Cancelar a Inscrição
 
Se está interessado em receber este boletim:
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Na sessão que diz: Sujeito, favor escreva a palavra “subscreve”. Depois envie o e-mail.
 
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 ou Pili vapena@pla.net.py   e lhe ajudaremos.
 
Obrigada por compartilhar este boletim com seus amigos e seus colegas. Para mais informação sobre este Boletim, escreva para: Pushpa Panadam, ppanadam@telesurf.com.py Pili Peña, vapena@pla.net.py
 
As opiniões e informações expressas nos artigos deste número não necesariamente refletem os pontos de vista e os direcionamentos das ações da WABA, do Grupo de Trabalho de apoio à mãe e das editoras deste boletim. Para mais informação ou discussão sobre um tópico, favor escreva diretamente aos autores dos artigos.
 
A Aliança Mundial Pró Aleitamento Materno (WABA) é uma rede global de indivíduos e de organizações que estão relacionadas com a proteção, promoção e apoio do Aleitamento Materno baseados na Declaração de Innocenti, os Dez enlaces para Nutrir o Futuro, e a Estratégia Mundial para a alimentação do lactente e da criança pequena da OMS/UNICEF. Seus principais associados são: Rede de Grupos Pró Alimentação Infantil (IBFAN), La Leche League Internacional (LLLI), Associação de Consultores de Aleitamento Materno (ILCA), Wellstart Internacional, Academia de Medicina de Aleitamento Materno (ABM), e LINKAGES.
WABA tem categoria de consultor com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), e como ONG, tem categoria de consultor especial ante o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).
 
WABA, PO Box 1200, 10850 Penang, Malásia
Tel: 604-658 4816 
Fax: 604-657 2655 
E-mail: waba@streamyx.com    Site: www.waba.org.my 
 
O GT AM é um dos oito grupos de ação que apóia o trabalho da Aliança Mundial pró Aleitamento Materno. As frases que estão sendo utilizadas nestes boletins foram criadas pelos participantes das Oficinas do IGAM, no II Fórum Global, de Arusha, Tanzânia, 2002.

Aleitamento Materno: A primeira conexão à Saúde, ao Bem-estar e à  Comunidade

 


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