Havia, numa cidade, da Ásia Menor, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira



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Encontro01.08.2016
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As Três Árvores

Havia, numa cidade, da Ásia Menor, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse:

- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada.
A segunda olhou para o riacho e suspirou:

- Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas.

A terceira árvore olhou o vale e disse:

- Quero ficar no alto da montanha e crescer tanto, tanto, que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em DEUS.

Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam.

Mas os lenhadores não costumavam ouvir e nem entender sonhos... Mas que pena...!


A primeira árvore acabou sendo transformada num coxo de animais, coberto de feno.
A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.

E todas as três se perguntavam:

- Porque nos aconteceu isto?

Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, com mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele coxo de animais.

E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que adormeceu no barco. Mas quando a tempestade quase o afundou, o homem levantou-se e disse ao mar revolto: "SOSSEGA..."
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando as suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela, pois fora condenado à morte mesmo sendo inocente.
Logo, logo, sentiu-se horrível e cruel, mas no Domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas se lembrariam de DEUS e de seu filho JESUS CRISTO ao olharem para ela.
As árvores tinham sonhos, mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado.

Portanto, por mais que não entendam o porquê das coisas, ou pareça estar tudo errado, lembrem-se que ALGUÉM sabe o que faz.

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Havia no topo de uma montanha, três árvores sonhadoras. Uma delas queria ser um grande navio para carregar reis e rainhas; a outra queria ser transformada em um cofre para carregar a maior riquesa do mundo; a terceira queria ser tão alta que quando os outros olhacem para ela, lembrassem de Deus. A primeira foi cortada e transformada em uma canoa; a segunda foi transformada em um coxo para colocar rações para animais; a terceira, foi cortada e abandonada em um depósito. Tristes por não serem transformadas no que queriam, ela estavam desapontadas, até que um dia... uma mulher deu a luz a um menino e ele foi colocado no coxo; anos depois, durante uma tempestade, um homem conseguiu se salvar no mar por causa de uma canoa; tempos depois, as toras da terceira árvore foi juntado e um homem foi pregado a ela. Todas não sabiam, mas, elas fizeram parte da mais linda história do mundo, a história de nosso senhor Jesus. Por isso, nunca pense que seus sonhos foram por água-a-baixo, vc pode ter eles realisados e nem saber disso.

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Era uma vez, no topo de uma montanha, três arvorezinhas que estavam juntas e sonhavam sobre o que chegariam a ser quando crescessem. A primeira arvorezinha olhou para as estrelas e disse: "Eu quero guardar tesouros, quero estar repleta de ouro e pedras preciosas. Serei o baú de tesouros mais bonito do mundo". A segunda arvorezinha olhou para um pequeno barco que seguia o seu caminho rumo ao mar e disse: "Eu quero viajar por águas temíveis e levar reis poderosos sobre mim. Serei o barco mais importante do mundo". A terceira arvorezinha olhou para o vale que estava abaixo da montanha e viu homens e mulheres a trabalhar num povoado: "Eu não quero sair nunca de cima da montanha. Quero crescer tão alto que, quando os habitantes do povoado pararem para me contemplar, eles levantarão o olhar para o céu e pensarão em Deus. Serei a árvore mais alta do mundo".


Os anos passaram. Choveu, brilhou o sol, e as três arvorezinhas ficaram grandes. Um dia, três lenhadores subiram ao topo da montanha. O primeiro lenhador olhou para a primeira árvore e disse: "Que árvore bonita!". E com uma machadada, a primeira árvore caiu.
"Agora me vão transformar num baú bonito, que deverá conter tesouros maravilhosos", pensou a primeira árvore. O segundo lenhador olhou para a segunda árvore e disse: "Esta árvore é bem forte, é perfeita para mim." E com uma machadada, a segunda árvore caiu.
"Agora deverei navegar por águas temíveis", pensou a segunda árvore. "Serei um barco importante, para reis temidos e poderosos". A terceira árvore sentiu seu coração sofrer quando o último lenhador olhou para ela. A árvore se manteve-se firme e alta, e apontando decidida para o céu. Mas o lenhador nem sequer olhou para cima, e disse: "Qualquer árvore é boa para mim". E com uma machadada, a terceira árvore caiu.
A primeira árvore emocionou-se quando o lenhador a levou para uma carpintaria, mas o carpinteiro transformou-a numa manjedoura para animais. Aquela árvore bonita não foi recoberta com ouro, nem foi ocupada por tesouros, mas foi coberta com comida para animais. A segunda árvore sorriu quando o lenhador a levou para perto de um porto, mas nenhum barco imponente foi construído nesse dia. Em vez disso, aquela árvore forte foi cortada e transformada num simples barco de pesca. Como era muito pequeno e fraco para navegar no oceano, e até mesmo num rio, foi levado para um lago. A terceira árvore ficou atônita quando o lenhador a cortou para fazer vigas fortes e a abandonou num armazém de madeira. "Que será que está a acontecer?", questionou-se a árvore. "Tudo o que eu queria era ficar no topo da montanha, a apontar para Deus..."
Muitos dias e noites se passaram. As três árvores quase não se lembravam mais dos seus sonhos. Mas uma noite, uma luz de estrela dourada iluminou a primeira árvore quando uma jovem mulher colocou o seu filho recém-nascido naquele lugar onde colocavam comida para os animais. "Eu deveria ter feito um berço para o bebê", disse o esposo à sua mulher. A mãe apertou a mão do seu esposo e sorriu, enquanto a luz da estrela resplandecia sobre a madeira suave, mas robusta do berço improvisado. E a mulher disse: "Esta manjedoura é bonita." E, de repente, a primeira árvore soube que continha o maior tesouro do mundo.
Uma tarde, um viajante cansado e os seus amigos subiram para o velho barco de pesca. O viajante dormia enquanto a segunda árvore viajava tranquilamente pelo lago. De repente, uma aterradora tormenta atingiu o lago. A árvore encheu-se de medo. Ela sabia que não teria forças para levar todos aqueles passageiros até à margem a salvo, com todo aquele vento e chuva. O homem cansado levanta-se e, com um gesto, diz: "Acalme-se a tempestade!" A tormenta parou tão rápido quanto começara. Nesse instante, a segunda árvore soube que o viajante cansado era o Rei do Céu e da Terra.
Numa quinta-feira de manhã, a terceira árvore acha estranho quando suas vigas foram retiradas daquele armazém de madeira esquecido. Assustou-se ao ser levada por entre uma grande multidão de pessoas revoltadas. Encheu-se de temor quando uns soldados cravaram as mãos de um homem no seu tronco. Sentiu-se feia, rude e cruel. Mas, no domingo de manhã, quando o Sol brilhou e a terra tremeu com júbilo sob o seu tronco, a terceira árvore soube que o amor de Deus havia mudado tudo. Isso fez com que ela se sentisse forte, pois cada vez que as pessoas pensassem na terceira árvore, pensariam em Deus. Isso era muito melhor do que ser a árvore mais alta do mundo.

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TEATRO

NARRADORA: Era uma vez, no pico de uma montanha, três pequenas árvores que viviam juntas e sonhavam o que queriam ser quando crescessem. A primeira arvorezinha olhou para as estrelas e disse:

ÁRVORE 1: Eu quero jóias, quero estar repleta de ouro e pedras preciosas. Com minha madeira se fará o cofre mais bonito do mundo!

NARRADORA: A segunda arvorezinha olhou para o rio e disse:

ÁRVORE 2: Pois eu quero viajar a través dos mares e levar reis poderosos sobre mim. Com minha madeira farão o barco mais admirável do mundo!
NARRADORA: A terceira arvorezinha olhou para baixo, para o vale, onde homens e mulheres trabalhavam num humilde povoado.

ÁRVORE 3: Eu não quero sair desta montanha. Quero crescer tanto que quando as pessoas do povoado me vejam, levantem o olhar para o Céu e pensem em Deus. Eu serei a árvore mais alta do mundo!


NARRADORA: Os anos passaram. As pequenas árvores cresceram. Um dia, três lenhadores subiram à montanha. Um lenhador olhou à primeira árvore e disse:
LENHADOR 1: Que árvore tão bonita é esta!

NARRADORA: A primeira árvore caiu. E já no chão, disse:

ÁRVORE 1: Agora me converteram num cofre belíssimo cheio de tesouros esplêndidos.
NARRADORA: Outro lenhador olhou à segunda árvore e disse:

LENHADOR 2: Esta árvore é muito forte, é perfeita para o que quero.

NARRADORA A segunda árvore também caiu. E no chão, pensava:

ÁRVORE 2: Agora irei a navegar pelos oceanos, levando reis poderosos sobre mim.


NARRADORA A terceira árvore sentiu angustiada seu coração quando o último lenhador se fixou nela:

LENHADOR 3: Qualquer árvore é boa para mim.

NARRADORA: E machadada atrás de machadada, a terceira árvore caiu abatida.
ÁRVORE 3: Que triste meu destino... Eu queria ficar não alto da montanha e sinalar para Deus.

NARRADORA: A primeira árvore se emocionou quando o lenhador a levou a uma carpintaria. Mas o carpinteiro não a cobriu de ouro nem a l encheu de tesouros, se não que a converteu em uma vulgar caixa de alimento para animais de granja.

NARRADORA: A segunda árvore sorriu quando o lenhador a levou a um embarcadeiro. Mas nenhum barco majestoso foi construído esse dia. Com sua madeira, fizeram um simples bote de pesca. E como era muito pequeno para navegar no oceano, o trasladaram a um pequeno lago.

NARRADORA: A terceira árvore estava confundida quando o lenhador a cortou para fazer tábuas fortes e a abandonou num velho armazém.

NARRADORA: Passaram muitíssimos dias e muitíssimas noites. As três árvores já quase haviam esquecido de seus sonhos...

NARRADORA Mas uma noite, uma luz de estrela dourada iluminou à primeira árvore quando uma jovem mulher pôs a seu filho recém nascido na caixa de alimentos...


MARIA: Eu queria fazer-lhe um berço para o bebê...

NARRADORA: Assim disse aquela mulher a seu esposo, e sorriu enquanto a luz da estrela iluminava a suave madeira do casebre.

NARRADORA: E de repente, a primeira árvore soube que continha o tesouro maior do mundo.

NARRADORA: Uma noite, um viajante de cor morena e seus amigos subiram ao pequeno bote de pesca. O viajante ficou dormindo enquanto a segunda árvore navegava tranquilamente lago adentro. Em pouco tempo, uma tormenta cobriu as águas. A pequena árvore se encheu de temor e até pensou que se afundariam todos com ela. Então, o homem, de cor morena e sorriso largo, se levantou e disse:

JESUS: Não tenham medo. A tormenta não nos vencerá se soubermos remar juntos.
NARRADORA: E remando juntos, saíram à margem. E de repente, a segunda árvore soube que levava consigo navegando o rei do Céu e da Terra.
NARRADORA: Numa sexta feira de manhã, a terceira árvore se estranhou quando suas tábuas foram tomadas daquele velho armazém e levadas em meio de uma multidão.Encheu-se de temor quando uns soldados cravaram as mãos de um homem em sua madeira. Sentiu-se áspera e cruel.
JESUS: Pai nosso, por que nos abandonou?

NARRADORA: Mas no domingo seguinte, pela manhãzinha, quando o sol brilhou e a terra tremeu com júbilo debaixo de sua madeira, a terceira árvore compreendeu que o amor de Deus a havia mudado toda.

NARRADORA: E a terceira árvore se sentiu forte, sentiu-se vencedora, e soube que cada vez que os homens e as mulheres olhassem para ela, pensariam em Deus. Era a árvore mais alta do mundo.

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As Três Árvores – Conto
Havia no alto de uma montanha três árvores!
Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes.

A
primeira, olhando as estrelas disse:
Eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver
cheia de tesouros.?

A
segunda, olhando um riacho suspirou:
Eu quero ser um navio bem grande para transportar
reis e rainhas.?

A
terceira olhou para o vale e disse:
Quero crescer e ficar aqui no alto da montanha e
crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim,
levantem os olhos e pensem em Deus.

Muitos anos se passaram, as árvores cresceram.


Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das
árvores, cortaram as três.
A primeira árvore acabou se transformando num cocho de
animais, coberto de feno.

A
segunda virou um barco de pesca transportando
pessoas e peixes todos os dias.

A
terceira foi cortada em vigas e deixada num
depósito.

Desiludidas, as três árvores lamentaram os seus
destinos.


Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas,
uma jovem mulher colocou o seu bebe recém-nascido
naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que
continha o maior tesouro do mundo.


A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou
por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase
afundou o barco, o homem levantou-se e disse Paz! 


E imediatamente as águas se acalmaram. E a árvore
transformada em canoa entendeu que transportava o rei
dos céus e da terra.


Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore
espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de
cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se
horrível. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a
humanidade e as pessoas logo se lembrariam de DEUS ao
olharem para a cruz.


E o exemplo das árvores e um sinal de que e preciso
sonhar e ter fé; não importando o tamanho dos
sonhos...




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