Herculano Pires o mistério do Bem e do Mal



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42.
A vida futura


Com os conhecimentos atuais da ciência, da astronomia, com os vôos espaciais, muitos já acreditam ter ruído por terra os conceitos religiosos que até bem pouco existiam.

A vida presente, turbilhonando nos vórtices do sensacionalismo, não cogita em muitas oportunidades da calma espiritual, repositória das conquistas da alma. A viagem interplanetária e o transplante de cérebros são notícias sensacionais, enquanto as necessidades nossas e do mundo estão cada vez mais acerbas.

E, nesse turbilhão, indagamos das crenças e dos hábitos de nossos avós. Será que todo o arcabouço filosófico-religioso já deixou de existir porque alguns instrumentos de observação singraram o espaço cósmico? Será que o hábito de respeito ao dever e amor ao próximo deixou de existir?

Não Cremos! Sentimos que, quanto mais longe avança o saber humano, mais Deus revela sua magnanimidade; em cada vôo espacial revela uma amplidão maior do cosmo, enquanto em cada operação cirúrgica, no corpo humano, revela a perfeição de Sua obra. Notamos, então, que a vida futura, pelos horizontes que se abrem, deixa de ser mero dogma imposto, para converter-se numa necessidade. O homem que vê no macro, e pesquisa no microcosmo, pela Bondade e Justiça Divinas, não pode perder do nada o cabedal de conhecimentos adquiridos por ingentes esforços. Deus, Justo e Bom, como o definem todas as religiões, e como percebemos demonstrado em Sua obra, não deixaria morrer o esforço do progresso com o fenômeno da morte. Crer que sejamos individualidades eternas é crer na continuidade da existência além do túmulo, porque não podemos limitar o Criador ao nosso conhecimento do instante. O saber divino vai além de nós!

A vida futura é necessária como afirmação da própria Justiça Divina e convergência de nossas atenções, uma vez que se condiciona à vida presente. Os preceitos morais, sem ela, perdem o significado e, com ela, adquirem valor inestimável de virtudes; as lutas de renovação individual e aperfeiçoamento moral adquirem tonalidades de respeito e solidariedade porque as provas e experiências são vistas como bem armazenado para o futuro.

A revelação do Espiritismo quanto à vida futura vem lançar maiores claridades ao que até então se preconizava. A outra vida entra na ordem natural dos fatos, seqüência de progresso a que todos os seres estão submetidos, quer queiram, quer não. Não há privilégios, mas conquistas; não há julgamentos imperiosos, mas verdades justas; somos o que nos aplicamos em ser nesta vida ou na outra.


43.
Religião que se baseia nos
resultados da investigação


Provas científicas da sobrevivência do homem,
como espírito, substituem a crença pela certeza.

“Respeito o Espiritismo como crença, pois respeito todas as crenças, mas não posso entender a razão por que os seus adeptos e o Irmão Saulo, em particular, insistem em considerá-lo como ciência e filosofia. Não vejo motivos para isso, nem conveniência alguma para o próprio Espiritismo, em se travestir daquilo que ele não é, nem pode ser,” Eis a opinião sincera de muitas pessoas, que um leitor se incumbiu de sintetizar nessas linhas. Opinião sincera, mas, nem por isso, verdadeira. Se o Espiritismo fosse apenas “uma crença”, como querem essas boas criaturas, os seus princípios não estariam confirmados pela investigação científica. E, no entanto, o estão, e diariamente novas provas vêm reforçar as verificações já feitas.

Seria extremamente cômodo, para muitas pessoas, que o Espiritismo se conservasse no plano ingênuo da crença. Assim, não teriam mais do que o trabalho de sorrir, com benevolência, diante do problema da imortalidade da alma, que acarreta para o homem enorme responsabilidade, no tocante aos seus atos presentes. Mas o Espiritismo, desde o seu aparecimento, já mostrou as inevitáveis implicações científicas e filosóficas dos seus princípios. Para começar, devemos dizer que o problema da crença pertence à pré-história do Espiritismo, ao tempo em que os homens acreditavam nas almas do outro mundo, sem saberem como explicá-las. Quando o Espiritismo apareceu, como doutrina racionalmente estruturada, a crença desapareceu, para dar lugar à certeza, e o que é mais importante – à certeza científica.

Quando falamos de certeza científica, no Espiritismo, estamos plenamente conscientes do sentido dessas palavras. Mas acontece que o Espiritismo pode oferecer, aos que se interessarem pelo assunto, um vasto acervo de experiências e investigações, honrado pelos mais ilustres nomes das ciências, em todo o mundo. E foram esses nomes, de cientistas não-espíritas, os que realmente contribuíram para a formação desse poderoso acervo. De Alfred Russel Wallace e William Crookes, a Charles Richet e Gustave Geley, chegando em nossos dias a Wathely Carington e Harry Price – para só citarmos dois nomes em cada fase histórica –, há um encadeamento perfeito de pesquisas científicas, altamente categorizadas, comprovando a realidade da fenomenologia espírita e as suas conseqüências. Estas conseqüências, como nos mostram Kardec, Léon Denis, Conan Doyle, Oliver Lodge e tantos outros, são, necessariamente, filosóficas e religiosas.

Falar, pois, do Espiritismo, como simples crença, é ignorar um dos capítulos mais empolgantes da investigação científica mundial. E é ignorar, também, a abertura de perspectivas mais amplas para a filosofia e a nova colocação do problema religioso, que o Espiritismo está realizando no mundo. A religião espírita não decorre da crença, mas das provas objetivas da sobrevivência e das conseqüências filosóficas dessas provas.

44.
Problema do sincretismo religioso afro-brasileiro


Não existe “baixo-espiritismo” – Origem sincrética das
práticas de macumba – O que dizem os estudos sociológicos.

Consultam-nos, alguns leitores, sobre a tragédia de Santo André, em que um cidadão “que praticava o baixo-espiritismo e o hipnotismo”, segundo o noticiário de imprensa, acabou matando a mulher e ameaçando de morte os próprios filhos. Entre os consulentes, alguns nos enviam recortes de um jornal do Interior, em que certo articulista se aproveitou do caso para atacar o Espiritismo e pedir para o movimento espírita a atenção das autoridades.

De acordo com o noticiário, a tragédia se verificou em virtude de o referido cidadão estar influenciado “por uma força estranha”. Suas declarações, na Polícia, aludem a práticas de “baixo-espiritismo”. Diante de tais referências, os adversários da doutrina, em vez de se compadecerem da pobre criatura, rejubilam-se com a descoberta de um fato em que pensam encontrar motivos suficientes para mostrar ao povo “os perigos do Espiritismo”.

Antes de tudo, devemos esclarecer que não existe nenhuma forma de “baixo-espiritismo”. O Espiritismo é uma doutrina única, suficientemente proposta nas obras de Kardec e de seus sucessores, e suas práticas nada têm a ver com as práticas de macumba e semelhantes, que lhe querem atribuir. A macumba e seus derivados são formas de sincretismo religioso, de mistura de cultos e práticas das religiões que influíram nos primeiros tempos da formação de nosso povo. Qualquer estudante de sociologia, mesmo bisonho, sabe disso.

Os negros escravos, catequizados pelos “sinhôs”, sempre à força, e rebelando-se contra isso, misturaram seus deuses e seus cultos africanos com os santos e o culto católico, juntando-se, ainda, a essa mistura as crenças e práticas de nossos indígenas. Basta consultar Édson Carneiro, Artur Ramos, Manoel Querino e Gilberto Freire, para se obter uma informação completa desse processo.

O Espiritismo só apareceu no Brasil nos fins do século passado. Seu nascimento se deu na França, em 1857. Como, pois, se poderia responsabilizar o Espiritismo por um sincretismo religioso que se formou no país muito antes do seu nascimento no exterior? As chamadas “práticas de baixo-espiritismo”, portanto, nada têm a ver com o Espiritismo. São práticas do sincretismo religioso afro-brasileiro, no qual até mesmo o islamismo, trazido da África ao Brasil pelos negros, exerce a sua influência.

Ainda há pouco, a Companhia Editora Nacional publicou, em sua coleção “Brasiliana”, na série da Biblioteca Pedagógica Brasileira, valioso trabalho do prof. Waldemar Valente, com prefácio do professor Amaro Quintas, intitulado “Sincretismo religioso afro-brasileiro”. Não se trata de um livro espírita, mas apenas de um estudo sociológico sobre a formação sincrética dos cultos populares no Brasil. Os leitores encontrarão, nesse pequeno e interessante livro, a confirmação do que dissemos nesta crônica, não obstante os defeitos da falta de conhecimento da história e da doutrina espírita, revelados pelo autor.

Atribuir-se, portanto, ao Espiritismo, a culpa da tragédia de Santo André, ou de qualquer outra semelhante, só pode ser obra de ignorância ou de má fé. Seria ainda mais grave do que atribuirmos ao Catolicismo a responsabilidade pela tragédia de Canudos e de outras eclosões de misticismo religioso nos sertões. Ninguém pode atribuir a uma doutrina religiosa a culpa pelo desequilíbrio mental de uma criatura. Além disso, como demonstra o médico Inácio Ferreira, em seus livros sobre as curas espíritas no Sanatório de Uberaba, as pessoas desequilibradas geralmente são levadas ao Espiritismo, por amigo, parentes, em busca de cura. Só depois é que se atribui à doutrina a responsabilidade pelo desequilíbrio de que eram portadoras.

No caso particular da tragédia de Santo André, o que parece evidente é que a vítima sofria de um desequilíbrio e procurava curá-lo através de práticas afro-brasileiras. Não se pode tratar suficientemente de um caso dessa natureza “por ouvir dizer”, ou através do noticiário da imprensa. O caso tem de ser investigado “in loco”, de maneira criteriosa, com isenção de ânimo e sem as idéias preconcebidas que levam a afirmações temerárias. De qualquer maneira, estes casos servem para mostrar a facilidade com que se atribuem ao Espiritismo, ainda hoje, fatos que lhe são, na realidade, estranhos.

45.
Fenômenos espíritas ou parapsicológicos?


A confusão lançada entre nós, pela falsificação comercialista dos cursos de Parapsicologia, produz os seus efeitos. Os professores desses cursinhos (trazidos da Espanha juntamente com os cursilhos de outra natureza, que respeitamos, por alguns padres espanhóis) fazem com a Parapsicologia o que os toureiros fazem com os touros: transformam-na em objeto de espetáculo, ridicularizam-na e tentam matá-la. Se não o conseguem é porque a ciência não serve para touradas. Mas conseguem confundir o povo, embair multidões e trapacear, até mesmo, com pessoas cultas, mas ingênuas.

É comum ouvirmos a pergunta, que ainda há pouco serviu de título para uma notícia da Gazeta da Povo, de Curitiba, reproduzida na primeira página deste jornal: “Que espécie de fenômeno é esse? Parapsicológico ou espírita”. A maioria das pessoas entende que os fenômenos paranormais se dividem em dois tipos: os chamados fenômenos psi, da Parapsicologia, e os fenômenos espíritas. Ledo engano, espalhado pelos toureiros-professores, pois os fenômenos paranormais são simplesmente os que o Espiritismo estuda há mais de um século, não existindo, nem podendo existir, qualquer outra espécie do gênero.

A confusão originou-se de duas fontes que também se confundem, pois são irmãs gêmeas: a ignorância e a má fé. Às vezes ignorando, e às vezes fingindo que ignoram, os improvisados professores fazem a seguinte distinção: os fenômenos parapsicológicos são anímicos, produzidos pelo próprio inconsciente das pessoas e, não, por espíritos. Um deles vive proclamando, apoiado numa estatística imaginária, que o fenômeno espírita existe, mas, na proporção de um por mil em relação aos parapsicológicos. Não percebeu, ainda, que essa contradição deixa uma brecha na sua pretensão de negar a realidade do Espiritismo.

A verdade científica é apenas esta: o objeto do Espiritismo e da Parapsicologia são um só – os fenômenos mediúnicos, que tanto podem ser de natureza anímica como de natureza espírita. Isso está em O Livro dos Espíritos e em O Livro dos Médiuns, obras básicas da Doutrina Espírita, e nas obras científicas do Espiritismo, como estas duas obras monumentais do sábio russo Alexandre Aksakof e do sábio italiano Ernesto Bozzano: Animismo ou Espiritismo e Animismo e Espiritismo. A diferença dos títulos está apenas nas partículas ou e e que exprimem o seguinte: em Aksakof, a negação da pretensa distinção feita pelos adversários do Espiritismo no século passado (isto ou aquilo) e, em Bozzano, a afirmação da unidade do fenômeno.

As manifestações anímicas, produzidas pelo inconsciente dos sensitivos (ou médiuns), são da mesma natureza que as espíritas, produzidas pela influência de espíritos desencarnados. Porque o espírito encarnado é da mesma natureza que o desencarnado: ambos são espíritos. Daí, a conclusão de Bozzano: “o animismo prova o espiritismo”. Conclusão, por sinal, que referenda o ensino de Kardec a respeito, pois Kardec explica que a comunicação mediúnica só é possível porque o morto e o vivo são ambos espíritos, com a única diferença de que um está preso ao corpo e o outro está liberto, chegando mesmo a fazer esta comparação: “o homem livre pode falar com o prisioneiro através das grades da prisão”.

Alguns desses professores-toureiros ignoram essa verdade fundamental do Espiritismo e de todas as Ciências Psíquicas. Outros não a ignoram, mas usam de má fé. Ambos pecam pela incompetência. Seu pecado original é um só: a falta de capacitação intelectual e moral para ensinar o que desconhecem ou deturpam. Quem ensina errado, por ignorância, é culturalmente incompetente; quem o faz por má fé é moralmente incapaz, pois a primeira condição do mestre é a honestidade e o amor à verdade.

Todo fenômeno espírita é também parapsicológico. E é também ódico, metapsíquico, psico-biofísico, mediúnico e quejandos. Todas as chamadas Ciências Psíquicas tiveram sua origem numa única fonte: as pesquisas espíritas. Allan Kardec é reconhecido universalmente como o Pai das Ciências Psíquicas, designação esta que é genérica e distingue a pesquisa dos fenômenos inabituais da pesquisa, dos fenômenos habituais da Psicologia. A expressão fenômenos inabituais foi criada por Charles Richet, o conhecido Prêmio Nobel de Fisiologia (1913), fundador da Metapsíquica, que no tratado básico dessa ciência, reconhece e louva o pioneirismo de Kardec. Alfred Russel Wallace, êmulo de Darwin, na teoria da evolução das espécies, chegou a escrever em sua obra Os Milagres e o Espiritismo que a Psicologia é um espiritismo rudimentar, pois trata dos fenômenos espíritas do encarnado, do espírito em sua manifestação corporal. E, hoje, o Prof. Rhine, acompanhado por toda uma equipe de parapsicólogos americanos e europeus, sustenta a mesma tese.

Nenhum verdadeiro parapsicólogo jamais negou, nem negará que as Ciências Psíquicas se originaram do Espiritismo. É o que o leitor pode verificar, facilmente, num estudo sério do assunto, tomando por base obras científicas e, não, certos livros escritos por professores-toureiros. Um livro do parapsicólogo argentino, Prof. Ricardo Musso (que não é espírita), tem por título En los Limites de La Psicologia e, por subtítulo, Desde el Espiritismo basta la Parapsicologia. E o próprio Robert Amadeu, católico e ferozmente antiespírita, reconhece o que acima dissemos, em sua famosa obra Parapsicologia, publicada em tradução brasileira, com introdução nossa, pela Editora Mestre Jou, de São Paulo.

A Ciência Psíquica Inglesa, antiga Parapsicologia alemã, a Metapsíquica, a chamada Ciência do Od (od é o corpo espiritual ou perispírito), a Teosofia, as escolas de Esoterismo e outras ramificações, nada mais fazem do que estudar, cada qual à sua maneira, os fenômenos espíritas. Não há nem pode haver um objeto diferente para cada uma dessas ciências, porque o psiquismo é um só e os seus fenômenos são sempre os mesmos. O que as distingue é a maneira pela qual encaram os fenômenos psíquicos, os métodos de investigação que utilizam e a interpretação que dão aos fenômenos. Diferenças conceptuais e metodológicas, mas nunca de objeto, porque este é sempre a mesma fenomenologia.

Amadeu tentou estabelecer uma diferença entre os fenômenos psíquicos investigados por essas ciências e o que ele chama de “fenômenos sobrenaturais”. Simples tentativa de salvar os dogmas católicos da derrubada científica, já, agora, inevitável. Mas a sua posição difere fundamentalmente da atitude assumida pelos professores-toureiros. Primeiro, porque ele coloca o problema em plano cultural, com seriedade, firmando-se na Filosofia Tomista. Depois, porque não faz nenhuma distinção entre fenômenos espíritas e parapsicológicos, reconhecendo honestamente que se trata de um mesmo campo fenomênico. O desenvolvimento da Parapsicologia, que já atingiu o campo dos fenômenos teta (comunicações de espíritos) e até mesmo o campo da paramemória (lembranças de encarnações anteriores) e está levando eminentes investigadores universitários (não-espíritas) a confirmarem progressivamente toda a Doutrina Espírita, acabará tirando a máscara e a capa de toureiro desses confusionistas. A verdade, que “é” por si mesma e não pede licença para ser, espantará da arena todos esses fantasmas de toureiros.



Notas:

1 Oficialmente, o Espiritismo surgiu em 1857, com o lançamento de O Livro dos Espíritos, no dia 18 de abril. Herculano Pires escreveu esta crônica entre janeiro e abril de 1957. (N.E.)

2 Herculano refere-se à sua coluna do jornal Diário de São Paulo.

3 1957.

4 O autor se refere ao episódio da adulteração de O Evangelho segundo o Espiritismo, em São Paulo, em 1974. Esse fato foi totalmente superado, com a retirada de circulação da obra adulterada. Pior fez, porém, o sr. Roque Jacintho, lançando em 1986, por sua própria editora, uma tradução completamente mutilada de O Evangelho segundo o Espiritismo, sob o pretexto de tornar o livro atualizado. Essa vergonhosa tradução continua circulando em nossos dias. (N.E.)

5 Esse congresso foi realizado em 1952 (N.E.)

6 Herculano acreditava que Kardec havia se formado em medicina, partindo de informações do biógrafo Henri Sausse. Hoje, porém, está provado que o Codificador, embora possuidor de boa cultura humanística, não fora formado em Medicina.

7 1959 (N.E.)

8 Ver o livro Visão Espírita da Bíblia, desta mesma Editora. (N.E.)

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