Hijkl kant, Immanuel (1724-1804)


Kjellen, Rudolf (1864-1922)



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Kjellen, Rudolf (1864-1922) Professor sueco, na Universidade de Upsala. Deputado. Um dos grandes teóricos da geopolítica. Influenciado por Ratzel. O seu livro de 1916 teve grande êxito na Alemanha, com traduções de 1916 e 1924.

Staten Som Lifsform

(O Estado como Forma de Vida), de 1916

Koestler, Arthur 1905-1983 Húngaro de origens judaicas. Depois de uma breve fase comunista, torna-se sionista, entre 1922 e 1929. Jornalista na Alemanha desde 1931, regressa à miltância comunista. Vai para a URSS em 1932, desiludindo-se do ideal. Instala-se em França a partir de 1834 e é repórter na guerra civil espanhola, chegando a estar preso. Regressa a França e trata de assumir o anticomunismo. Passa para Inglaterra em 1940. Volta à Palestina de 1942 a 1948.

Contra o reducionismo

Critica a chamada ideologia reducionista da modernidade, segundo a qual pela análise podem atingir-se os elementos simples, considerados como uma parte da complexidade. Defende a síntese que considere o conjunto como algo mais que a soma das parcelas. Neste sentido critica o marxismo, o freudianismo e o estruturalismo. Liga-se, no final dos anos sessenta, a Piaget, Hayek e Bertalanffy, promovendo a publicação conjunta Beyond Reductionism, Londres, Hutchinson, 1971.

O Zero e o Infinito

1940 ed. ingl., 1941; ed. fr., 1946.

Darkness at Noon

1948.

Les Racines du Hasard



Paris, Calmann-Lévy, 1972.

The Art of Creation

Nova York, Macmillan, 1964.

Kohl, Helmut
Kohn, Hans (n. 1891) Nasce em Praga, com origens judaicas. Professor de História no City College de Nova York. Destaca-se como teórico daquilo que designou como a idade do nacionalismo, qualificando-o como um fenómeno colectivo de povos inteiros, que também se assumem como fortes e excepcionais.

A History of Nationalism in the East

1929.

The Idea of Nationalism



Nova York, Macmillan, 1944.

Prophets and People. Studies in Nineteenth-Century Nationalism

Nova Iorque, MacMillan, 1946

Pan-Eslavism. History and Ideology

Baton Rouge, Notre Dame University Press, 1952.

Nationalism. Its Meaning and History

Nova Iorque, Van Nostrand, 1955.

The Age of Nationalism. The First Era of Global History

Nova York, Harper & Row, 1962.

Living in a World Revolution. My Encounters with History

Nova York, Trident Press, 1964 cfr. trad. port. de Luciano Mira, Os meus Encontros com a História, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1965.

Koinonia Termo grego imediatamente associado à ideia de comunidade. Contudo, o termo se exprime essa proximidade, impõe um modelo de comunhão, dado que apela para uma forma de vida em comum, para a consciência de um destino comum e da existência de uma fé partilhada pelos membros desse grupo. em Aristóteles, 1, 5



koinonia politike

Koinon. Gr. O espaço comum, o espaço político, onde todos se assemelham

Koinonia. Gr. Comunidade no sentido de comunhão, de encontro das coisas comuns.
Kojève, Alexandre (1902  1968). Aleksandr Kojevnikov. Filósofo de origem russa. Discípulo de Karl Jaspers. Divulga o hegelianismo em França nos anos trinta, dando um curso sobre A Filosofia Religiosa de Hegel na École Pratique des Hautes Études, entre 1933 e 1939, influenciando Sartre, Merleau-Ponty, Lacan e Aron. Assume-se como fenomenologista.

Introduction à la Lecture de Hegel

Paris, Éditions Gallimard, 1947. Edição do aluno Raymond Queneau.

·Esquisse d’une Phénoménologie du Droit

Paris, Gallimard, 1981

Komintern (III Internacional) Nome pela qual é conhecida a III Internacional, ou Internacional Comunista, fundada em Moscovo em 4 de Março de 1919.

Centralismo democrático

No II Congresso, ocorrido em Julho de 1920, estabelece-se o modelo a que devem obedecer os partidos integrantes, ao mesmo tempo que se delineiam os esquemas da luta pela libertação nacional dos povos colonizados.


Segundo a 12ª condição de aderência, os partidos pertencentes à Internacional Comunista devem basear-se no princípio de centralismo democrático, isto é, a sua organização deve ser tão centralizada quanto possível e predominar uma disciplina de ferro.

Depurações

Do mesmo modo, nos termos da condição 13ª, os partidos comunistas nos países em que desenvolvem a sua actividade legalmente devem, de vez em quando, proceder a depurações dos seus membros, para se livrarem de quaisquer elementos pequeno-burgueses que hajam aderido. Tal centralismo democrático era também universal: o partido que desejar participar no Komintern deverá afastar os reformistas e centristas (2ª); tem de criar por toda a parte uma organização ilegal paralela, que, no momento decisivo, ajudará o partido a cumprir o seu dever para com a revolução (3ª); é obrigado a apoiar incondicionalmente qualquer república soviética na sua luta com forças contra-revolucionárias(14ª); além disso, os partidos que ainda conservarem os antigos programas sociais-democratas devem revê-los os mais depressa possível e elaborar [... ] um novo programa comunista em conformidade com as decisões da Internacional Comunista(15ª); todos os decretos dos congressos da Internacional Comunista, assim como os do seu Comité Executivo, abrangem todos os partidos pertencentes à Internacional Comunista(16ª); todos os partidos que desejarem ingressar na Internacional Comunista devem mudar de nome, desde que a fórmula partido comunista não esteja já incluída na designação(17ª).
Foi a partir deste II Congresso do Komintern que se deu uma vaga de fundações de partidos comunistas, destacando-se o nascimento da SFIC, Secção Francesa da Internacional Comunista, no Congresso de Tours da SFIO (25 a 29 de Dezembro de 1920), a fundação do Partido Comunista Italiano (5 de Janeiro de 1921) e do próprio Partido Comunista Português em 6 de Março de 1921.
Konservative (1876) Na Alemanha, a expressão Konservative tem mais a ver com o conceito francês de tradicionalista do que com o conservative britânico. Em 1876 é fundado o Deutschekonservative Partei, assente sobretudo nos grandes proprietários prussianos, opostos à instituição do sufrágio universal por Bismarck. Maioritários na Camara dos Representantes da Prússia desde 1879, são o principal apoio de Bismarck, quando este entrou em ruptura com os nacionais liberais. Defendem o proteccionismo. Fazem parte do governo alemão até à Grande Guerra (coligação com o Zentrum, oposição dos sociais-democratas).
Desaparecem em 1918 e dispersam-se durante a Repúblkica de Weimar pelo Partido Nacional Alemão e pelo Partido Democrático Alemão.
rmin Mohler Die konservative Revolution in Deutschland 1918-32, de 1950, refere a rnovação do pensamento conservador alemão antes da ascensão de Hitler ao poder, como Moeller van den Bruck, Carl Schmitt e Ernst Junger

Kosovo Unidade integrante da Sérvia, onde dominam os albaneses


kosmos

Kosmos em Hayek, 46, 294


Kossuth, Lajos (1802-1894) Político húngaro. Começa como jornalista político, sendo preso de 1837 a 1840. Ministro das finanças depois da Revolução de Março de 1848, procura uma ruptura com Viena, favorecendo a criação de um exército nacional. Presidente do comité de defesa depois de Setembro desse ano. Derrotado depois da intervenção russa ao lado dos austríacos.
Kossyguine, Alexei (1904-1980) Primeiro ministro soviético desde Outubro de 1964, faz parte da troika que substitui Kruchtchev e leva ao poder Brejnev.
Koyré, Alexander (1892-1964) Autor russo, aluno de Husserl e de Bergson. Professor em Paris.
Kuo-Min-Tang (1900) (Partido Nacional do Povo). Partido chinês criado em 1900 por Sun Iat Sem. Já sob a chefia de Chang kai Chek, foi reorganizado pelos soviéticos em 1923-1924. Mantém-se na Formosa a partir de 1949.
Krader, Lawrence

Antropólogo político norte-americano, especialista nas origens do Estado.

The Formation of the State

Englewood Cliffs, Prentice-Hall, 1968 [trad. port. A Formação do Estado, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1970].


Krausismo Ideologia baseada nas teses de Krause, difundida na Europa pelas obras de Heinrich Ahrens (1808-1874) e Tiberghien (1819-1901). Teve particular destaque na Península Ibérica, onde coincidiu com uma forma moderada de liberalismo. Em Portugal, salienta-se Vicente Ferrer de Neto Paiva. Em Espanha, Julián Sanz del Rio. Influencia também o Brasil, principalmente a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Aqui, os principais cultores são Galvão Bueno (1834-1883) e João Theodoro Xavier (1820-1878), autor de uma Teoria transcendental do direito (1876), sendo um dos precursores do chamado "direito social", ou "direito trabalhista" no Brasil.
Krause, Karl Christian Friedrich (1781-1832) Se com Hegel o idealismo alemão atinge as culminâncias abstractas do conceito de Estado, cabe a Krause, proceder ao respectivo enquadramento numa estrutura eclética, mais susceptível de vulgarização, sobretudo entre os que não podiam aceitar a disciplina da pura dialéctic.

Grundlage der Naturrechts, oder Philosophischer Grundriss des Ideals des Rechts

1803

Entwurf eines europãischen Saatenbundes als Basis des allgemeinen Friedens



Projecto de confederação europeia com base numa paz geral de 1814 O autor considera nesta obra que a confederação jurídica mundial constitui o fim último da história do direito.

Abriss des Systemes der Rechtsphilosophie, oder Naturrechts

1825

Kriegel, Blandine Barret. Professora francesa, formada em filosofia e investigadora do CNRS. Colaboradora do Institut d'Études Politiques de Paris. Professora na Universidade de Paris X- Nanterre. De origens judaicas, assume a tradição do estatismo republicano francês, assumindo a defesa do Estado de Direito, na linha kantiana. Procura demonstrar, contra o pensamento germânico, o carácter inovador do direito político moderno. Considera que o Estado de Direito nasceu em ruptura com o Império e o regime senhorial, como organização de um espaço público unificado onde o poder público foi sujeito à lei e limitado pelos direitos individuais.



·L'État et les Esclaves. Réfléxions pour l'histoire des États,

Paris, Calmann-Lévy, 1979. Reed., Paris, Payot, 1989

·Les Chemins de l'État

Paris, Calmann Lévy, 1986

·L'État et la Démocratie. Rapport à François Mitterrand, Président de la République Française

Paris, La Documentation Française, 1986.

·Les Droits de l’Homme et le Droit Naturel

Paris, PUF, 1986. Reed. de 1988.

Les Historiens et la Monarchie

Paris, PUF, 1988 (I, Jean Mabillon; II La Défaite de l'Érudition; III Les Académies de l'Histoire; IV La République Incertaine).

·La Politique de la Raison, Les Chemins de l’État 2

Paris, Payot, 1994

Propos sur la Démocratie. Essais sur un Idéal Politique,

(Les Chemins de l’État 3), Paris, Payot, 1994.

Cours de Philosophie Politique

Paris, Librairie Générale Française, 1996.



Krisis (Die) der europäischen Wissenschaften” 1935 1936 Edmund Husserl critica o modelo positivista dominante, baseado na regra da evidência, considerada um preconceito e um engodo. A ciência positivista considera que apenas é possível uma ciência dos factos puros e simples, baseando-se na matematização da natureza, oriunda de Galileu, onde a natureza é idealizada sob a inspiração da nova matemática. Surge também uma naturalização do espírito, mas não é pelo facto de reflectir-se que se define a relação entre o objecto e o pensamento, mas pelo sentido do objecto e da sua existência. O positivismo gera dois erros complementares e simetricamente inversos: o objectivismo fisicista, ou materialismo mecanicista, e o subjectivismo transcendental, de Kant.


Kristol, Irving (n. 1914)

Two Cheers for Capitalism



Nova York, 1978.
Krizhanitch, Yuri (n. 1617) Iniciador do movimento eslavófilo. Sacerdote católico croata, que vem para a Rússia em 1647, autor de umas Considerações Políticas, escritas por volta de 1650, talvez o primeiro manual do pan-eslavismo, onde se referem os eslavos como o jovem povo do futuro, dado serem marcados pela espiritualidade. Já então defendia a união de todo o povo eslavo sem Estado (sérvios, croatas, búlgaros, checos e polacos), insurgindo-se contra a moda da xenomania, então dominante na Rússia, onde as famílias ilustres tentavam, através de uma genealogia inventada, encontrar um qualquer antepassado prussiano ou inglês. Ao mesmo tempo, criticava as teses da Terceira Roma adoptadas por Ivan IV: não se contentando com o poder que adquiriu, o czar Ivan procurou as vaidades da glória e os aduladores gregos fabricaram-lhe contos ridículos segundo os quais Moscovo era a Terceira Roma e ele mesmo um herdeiro do imperador Augusto. Um dia Deus castigará a Rússia por essas pretensõe.




Kulturkampf (1871-1879) O mesmo que luta pela civilização. Designação do período de 1871-1879 na Alemanha, quando Bismarck, apoiado pelos liberais, empreendeu uma série de reformas laicistas. Os católicos reagiram, especialmente depois das chamadas Leis de Maio de 1873, com o apoio do papa Pio IX. As tensões só foram esbatidas depois da eleição do papa Leão XIII
Kulturnation, 71, 478
Kun, Bela (1886-1937) Revolucionário profissional comunista húngaro. Treinado em Moscovo. Lidera a revolta comunista húngara de 1918. Derrotado por Horthy em Março de 1929. Passa para o exílio na URSS onde terá sido assassinado por ordem de Estaline.





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