História eclesiástica I contribuiçÃo da política romana



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INTRODUÇÃO
De forma simples e sucinta compartilharemos nesta matéria de História Eclesiástica I a contribuição política dos impérios romanos e gregos quanto à expansão do cristianismo. Bem como a origem da igreja, os feitos dos apóstolos, o período patrístico, a perseguição feita à igreja, a origem da igreja católica romana e a sua hegemonia na idade média até a reforma protestante.

HISTÓRIA ECLESIÁSTICA I
1.0. CONTRIBUIÇÃO DA POLÍTICA ROMANA

Começa com Augusto – PAX ROMANA 100 A.C.

– Fundação de Roma 700 A.C.

Três períodos: Monarquia, república, império.

O império romano se estabelece na Europa, Ásia, África.

O mar mediterrâneo – chamado de MAR MOSTRUM passa a ser de Roma.

- Rede de estrada – legiões – soldado. Facilitou a jornada dos missionários.

As estradas romanas eram pedagiadas, tinham guardas.


1.1. ROMA DERRADEIRO IMPÉRIO

*Coliseu – foi construído na época do imperador Adriano no ano 78 ou 79 d.C. Na inauguração foram cem dias consecutivos.

Na época de Nero tinha um ciclo menor.

* Petra: NABATEUS

Cortes na Jordânia.

* Bretanha – muralha de Adriano.

* Pompéia e Herculano destruído pelas larvas.
2.0. CONTRIBUIÇÃO DA POLITICA DOS GREGOS

KOINÊ – língua comercial e simplificada.

Alexandre o grande construiu diversas Alexandria e ensino dos valores gregos,

- Foi à língua do N.T. tinha alguns valores.

- Filosofia – ESTOICISMO – pregava o ascetismo, abandono das paixões carnais, ética elevada.

- NEOPLATONISMO – Deus é inefável, para se chegar era preciso intermediário.


3.0. CONTRIBUIÇÃO DOS JUDEUS

- Monoteísmo ético – Saduceus templo

- Fariseus baseavam-se na lei

- Zelotes e Sicários – trouxe a revolução

- Essênios – base espiritual.

- A vinda do Messias.


4.0. IGREJA DE JERUSALÉM

A – Início

B – Características

B1 – Liderança

B2 – Diversidade e Unidade

B3 – Comunismo primitivo / Erro escatológico.


4.1. O CASO DA IGREJA

A igreja teve origem na eternidade e no coração de Deus (Ef.1:4). Mas no tempo e no espaço ela nasce no Pentecostes. Vale ressaltar que o sinal de ruído como de um vento na descida do Espírito Santo tem algumas interpretações:

Línguas de fogo (fachos luminosos).

Línguas estranhas – são fenômenos da fala e da audição (STOH), fenômeno da fala (Loyd Jones).

É provável que tenha sido um milagre duplo.

O termo para igreja no hebraico é QAHAL – congregação, assembléia – a unidade dos judeus já era um protótipo da igreja. Mas não era totalmente a igreja porque não havia o caráter multietnico e multicultural. No grego o termo para igreja é EKLLESIA que significa assembléia ou reunião de pessoas.




5.0. Colégio Apostólico

Mt.16; Mt.18

* 12 apóstolos (se destacava Pedro, Tiago e João).

* Tiago irmão de Jesus participa do concílio de Jerusalém (At.15). As colunas da igreja: Pedro, Tiago (irmão de Jesus), João, Tiago, Barnabé e Paulo são chamados de apóstolos.


5.1. APÓSTOLOS FEITOS E LENDAS

A – Listas de Apóstolos.

B – Tradição Histórica.

C – Literatura Apócrifa.



Listas de Apóstolos Mt.10 – apresenta lista em dupla.

Duplas: Simão, André

Tiago, João

Filipe, Bartolomeu

Mateus, Tomé.

(filho de Alfeu) Tiago, Judas Tadeu.

(Zelote) Simão, Judas Iscariotes.

Mc.3:13 – O critério utilizado por Mc não é o mesmo de Mt. Pedro, Tiago e João que é a ênfase ao trio.

Lc.6:13 – muda a dupla no final da lista Tiago, Simão / Judas, Judas.

Só Lucas mostra Tadeu sendo Judas Tadeu.

Em At. a ordem é de liderança – Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago e Simão e Judas, Matias.

A igreja católica tem uma tradição para todos os apóstolos.

Tinha um brasão André – cruz de X

Tomé – Tomé construtor.



Tiago: Decapitado por Herodes (At.12).

Pedro: (Jo 21:18,19), 64 D.C. quando Nero acusa os cristãos de colocarem fogo em Roma, Pedro foi crucificado.

Paulo: decapitado (IITm.4) porque era cidadão romano.

João: a alta crítica diz ser dois João:

Presbítero de Éfeso escreve as epístolas.

Apóstolo lançado na ilha de Patmos, morte natural em Éfeso.

Judas (At.1:8; Mt.27:5), um suicida entre os judeus: não tem ritual, nem é enterrado junto dos outros.

Tomé: Foi pra Índia e se tornou escravo, serviu ao rei Gondofares. Na Índia o patrono é Tomé, então é possível que ele tenha ido lá mesmo.

70 d.C. martírio de Simeão de Judas.



6.0. UNIDADE E DIVERSIDADE

*Comunhão, partir do pão, doutrina dos apóstolos, oração.

* Bens em comum.

Judeus da Palestina

Judeus Prosélitos (convertidos ao judaísmo).

Judeus Helenistas (dispersão).



Conflito: distribuição para as viúvas helenistas.

A expressão no grego em At.6 no conflito são os judeus helenizados.

No nome dos diáconos havia seis com nomes gregos e um aramaico (Nicanor).

Em At.15 é os gentios.

O concílio de Jerusalém ocorreu em 49 d.C.
6.1. COMUNISMO PRIMITIVO

* Erro escatológico.

- Expectativa da volta eminente.



* Comunidade de bens.

- Depois coleta para Jerusalém, Pedro fala da volta eminente.
7.0. HERESIAS CRISTÃS NA IGREJA PRIMITIVA

* Ebionismo judaizantes (Hebraico: Ebonim – pobres)

Seita judaica cristã comprometida com o ascetismo

- Legalismo – pregava a salvação mediante a lei.

(aceitam Jesus apenas com reformador de lei judaica ele não veio substituir a lei não veio como Messias).

- Rejeitam a apostolocidade de Paulo, eles consideram Tiago e Pedro.

- Jesus é o novo Moisés.

- Eles são adocionista, Jesus foi adotado por Deus, no batismo se torna Filho de Deus se unindo ao Cristo Eternal.

Com o crescimento da igreja gentílica o ebionismo acabou.

* Gnosticismo cristão (porque há o pagão e o judaico)

Cerinto, basilides e valentinos:

- Salvação – se dá através da gnose – conhecimento.

- Dualismo religioso – espírito é bom e a carne é ruim.

- Elitismo – Pneumáticos – espirituais.

Psíquicas – mentais.

Somáticos - carnais

* Libertino – Doutrina de Balaão confundiam os assuntos espirituais e morais com interesses espirituais

* Ascetismo.



* Marcionistas – Deus do A.T. # do N.T. IAVE # OÉOS.

IAVÉ – mal, ruim, falso deus (Pr. Olavo Ig. IEFA – Atual Cristã da família).

Os marcionitas são responsáveis pelo primeiro CANON ANTSEMITA.

As promessas do A.T. são do reino terreno.

As promessas do N.T. são do reino celestial.

Não era para IAVÉ criar este mundo.


* Maniqueísmo – surgiu na Pérsia e o seu líder foi Mani.

Mani foi crucificado pelos romanos na Pérsia no ano de 277 d.C.

Ele recebeu a revelação final: Moisés, Platão, Buda, Jesus, Mani.

Santo Agostinho antes de se converter era maniqueísta.

Há duas forças no universo (dualismo): TREVAS X LUZ. Salvação vem pelo conhecimento.

Porque Agostinho não ficou no maniqueísmo? Porque não se satisfez pela explicação do bem e do mal, trevas e luz.


8.0. DEFESA DA FÉ

- Credo Apostólico

Formação do Cânon

Sucessão Apostólica.
8.1. O Credo Apostólico

O credo apostólico tem tríplice divisão.



Deus Pai – o Deus todo poderoso (PANTO CRATOR – idéia: Criador dos céus e da terra) é para acentuar contra o gnosticismo.

Deus Cristo – Era para combater o gnosticismo – docetismo / ebionismo.

Deus Espírito Santo – Nos sete primeiros concílios não se debateu muito sobre o Espírito Santo, por isso não se fala muito Nele, apenas diz eu creio no Espírito Santo.

* Montanismo – 155 – 200 (Montano) século II ao VI. Enfatizaram a obra do Espírito Santo diziam que estamos na idade do paracleto. Mas infelizmente dizia que Montano era o principal profeta. Eles diziam que os profetas vieram para preparar o caminho para a segunda vinda de Cristo (escatologia).

Estabeleceram data para a vinda de Jesus e até o lugar que era – na Frigia (pepusa).

Os tradicionais se opuseram e fizeram paralelo dos montanistas e dos pentecostais.

1 – Ênfase ao Espírito Santo, dons,

2 – Escatologia.

3 – Usos e Costumes.

A razão de não haver manifestação do Espírito Santo foi porque a igreja se fechou por causa do montanismo. Só a partir do século 19 e 20 surge o despertamento para o pentecostalismo na rua Azuza.

O credo apostólico termina com a ressurreição da carne que também é uma refutação do gnosticismo.



8.2. Formação do Cânon
* Canon – marcionita

Antisemita

O primeiro cânon foi o muratoriano (200 d.C.)

Não tinha hebreus, Pedro, João, Tiago.

Cânon fechado ou terminado (400 d.C.).

Onésimo foi o responsável por agrupar as cartas de Paulo. Outra tese mais coerente é que a igreja cristã fez uma seleção natural e espontânea dos livros mais importantes.


8.2.1. CRITÉRIOS PARA A FORMAÇÃO DO CÂNON

A autoria

Conteúdo inspirativo

Cristocêntríco

Testemunho interno (Ex: Pedro cita Paulo)

Testemunho externo (os pais da igreja e os concílios)

Ortodoxia. Os gnósticos usavam apenas alguns livros e o cânon mostrou que devia usar todos.
8.3. SUCESSÃO APOSTÓLICA

* Heresias apostólica.

Egito se apoiava em Tomé.

* Pela sua formação.

O Bispo era responsável pela ortodoxia da igreja, antes da Bíblia, porque só veio depois da reforma.

Surgiu a idéia de Santo padroeiro, porque diziam que a igreja era ortodoxa, porque diziam: recebemos ensino de Tomé ou Pedro e etc.


8.4. OS PAIS DA IGREJA

A – Definição de Patrística

B – Pais Apostólico

C – Pais Apologistas Gregos

D – Pais Polemista

E – Pais Alexandrinos

F – Pais da era de ouro – se dividem em Nicenos e pós Nicenos.

Patrísticas é o estudo dos principais líderes e teólogos da igreja até o século Vd.C.

Pais Apostólicos são os primeiros líderes e teólogos posteriores aos apóstolos. Inclusive alguns deles tiveram contato com os apóstolos. Ex.: Policarpo com João.

São eles:

Clemente de Roma - escreve I e II Co., cartas que falam da rebeldia da igreja de Corinto ou que aconteceu com ela.

Inácio de Antioquia - escreveu sete cartas, elas foram escritas no trajeto do martírio.

Hermas – livros: O Pastor, Linguagem do Apocalipse.

Barnabé de Alexandria – livro de linguagem figurada parecido com Hebreus chamado de Epístola de Barnabé.

Papias Bispo de Hierapólis – conhecido do apóstolo João.

Policarpo de Esmirna – conhecia João. Epístola aos Filipenses, conta o que aconteceu com elas.

Didaché – escrito pelos pais apostólicos, não se sabe realmente quem foi.
8.4.1. Os apologistas

Os pais e teólogos do século II e III que defenderam a fé cristã do ataque dos romanos e judeus (ataques externos).



Quadrato – Bispo de Atenas escreveu sua apologia ao imperador Adriano contra o judaísmo e paganismo.

Aristides – escreveu uma apologia ao imperador Adriano.

Justino o mártir – escreveu I e II apologia, e escreveu um diálogo ou apologia com Trifo, e também a Marcion e Heresias gnósticas.

Atuou na Palestina, Efeso e Roma.



Atenágoras – fez uma apologia da ressurreição.

Todos os pais da igreja defendem os pós-tribulacionismo.

O pré-tribulacionismo surgiu em 1840 com Darey.

Taciano, Teófilo e também tiveram outros.
8.4.2. Os polemistas ou heresiologos

São aqueles que combateram o gnosticismo.



Tertuliano de Cartago - escreveu prescrição aos hereges, diferente de Justino o mártir porque é contra a filosofia grega, e contra Marcion.

Irineu – Foi o maior expoente, era de Lion Ocidental, contra heresia e o tratado sobre o bem e o mal.

Pais Alexandrinos – são os que mais viajam nas idéias.

Eles utilizam uma hermenêutica alegórica.



Clemente de Alexandria – escreveu: O Pedago, Stromata, miscelâmias.

Orígenes – escreveu “O Princípio”.



Atanásio Alexandria (296 a 373).

Pai Niceno – 325d.C.

Era contra o arianismo – pregado por Ário, houve um tempo em que Jesus não era. Pensava como filo de Alexandria se utilizando de Provérbios, a sabedoria foi criada, foi considerado herege.

O credo ATANASIANO – Jesus e Deus. A concepção pelo Espírito Santo. No Concílio de Niceia.

Jerônimo (345 a 420).

Tradutor da Vulgata Latina.

Defensor do monasticismo – ensinava que para servir a obra de Deus era melhor solteiro (morreu dando aula de grego no mosteiro).

Ambrósio – político da cidade de Milão (prefeito) (340 a 397d.C.). Foi aclamado Bispo em Milão mesmo antes do batismo.

Excelente pregador. Obras: da fé, do Espírito Santo e do Sacramento.

Opôs-se ao arianismo, não deu ceia para o imperador Teodocio porque matou Tessalonicense.

Crisóstomo (boca de ouro) que era um apelido. O nome mesmo era João. Bispo de Antioquia pregava duas horas. Foi convidado para ser Bispo de Constantinopla, e aqui se deu mal porque pregava contra as riquezas da Rainha Teodocia, pois era simples.

Agostinho de Hipona (354 – 430)

Foi filósofo, maniqueísta, neoplatonista – nesta época não teve resposta para o mal, e encontrou resposta no Apóstolo Paulo.



Obras: Cidade de Deus, confissões.

Hipona – cidade sem cultura, sem atrativo, pregou lá várias vezes e um Bispo velho lhe convidou para ser Bispo e aqui escreveu muitos livros. Foi um dos últimos pais da igreja e pegou um período de paz.
8.5. Os apócrifos

O termo apócrifo quer dizer ocultos, escondidos.

* Apócrifos do A.T.

Livro de Enoque, martírio de Isaias, assunção de Moisés, testamento dos 12 patriarcas, I e II Macabeus, acréscimos a Ester, Baruque, acréscimo a Daniel, Judite, Tobias, Eclesiástico e Sabedoria e etc.

* Apócrifos do N.T.

Evangelhos: Tomé, Bartolomeu, Filipe, Tiago, Maria Madalena.

Atos: de Paulo, Pedro, Matias, André.

Apocalipse: de Pedro.


8.5.1. Classificação dos apócrifos

- Deuterocanônicos – DEUTE – posterior, CANÔNICOS – segredos.

I e II Macabeus, acréscimos a Ester, Baruque, acréscimo a Daniel, Judite, Tobias, Eclesiástico e Sabedoria.



- Pseudoepígrafes – PSEUDO – falso.

Evangelhos: de Tomé, Bartolomeu, Filipe, Tiago, Maria Madalena, Judas.

Atos: de Paulo, Pedro, Matias, André.

Apocalipse: de Pedro.


8.5.2. RAZÃO DESSA PRODUÇÃO DE APÓCRIFOS

1 – Tentativas de preencher lacunas.

2 – Uma espécie de homenagem aos personagens bíblicos.

3 – Produto do misticismo da época ou de grupos heréticos.




9.0. A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO

A – Razões da queda do Império.

B – Delimitação das fronteiras.

C – Invasão Bárbara.

D- Nova configuração da Europa.



9.1. RAZÕES DA QUEDA

- O abandono da religião romana, pelos cristãos.

- Cristãos diziam e que foi a imoralidade e a corrupção dos pagãos.

- Alguns dizem que foi a corrupção de vários anos no governo de Roma e a incompetência administrativa de alguns imperadores levaram o império à ruína.

- A conversão de romanos para o cristianismo fragilizou as legiões por causa de uma visão cristã pacifista.

O império de Roma se divide em: Rei, República e império e dura 400 anos.



9.2. DELIMITAÇÃO DE FRONTEIRAS
Como funcionava Roma? Dependia das legiões que faziam escravos, na agricultura impostos que pagavam as legiões.

Na sequência as legiões começaram a não ser paga adequadamente então houve abandono de fronteiras, então houve invasão frequentes nas fronteiras até o império ser vencido.



Bárbaro quer dizer: inculto, bruto, ignorante, não civilizado, não participa da poli. Eram na sua maioria povos germânicos, viviam em tribos.

Germânicos são: anglos, saxões, alamanas, visigodos, ostrogodos, lombardos, burgúndios, suevos, vândalos.

E também um povo de origem asiática os Hunos, Francos.



1411 – os hunos tentam invadir a China e não consegue então pressiona os ostrogodos e depois os visigodos.

Então os visigodos entram no império romano. E o domínio da capital total se deu em 476 (Roma cai).

Portanto entre os hunos, vândalos, Hérulos.

Europa: os povos Bárbaros deram origem à região da Europa.

* Sincretismo religioso acentuado.

* Influencia do paganismo bárbaro no cristianismo.

* Novo desenho político Europeu.

* Novo modo de produção feudalismo.

* Classes sociais distintas (nobres servos).

* Acomodação do século V ao VIII – aqui é a era das trevas.

* E também há um avanço missionário da igreja.


10.0. LISTA DE IMPERADORES
1° - Nero (54 a 68d.C.). Ele governa. E o incêndio de Roma? Dizem que foi Nero.

Quem escreveu sobre os imperadores foi quem não gostava deles.

Os cristãos começaram a gritar que eram o juízo de Deus e o apocalipse, os dias do Senhor.

54 - início do governo.

64 a 68 – início da perseguição e fogo em Roma, morte de Pedro e Paulo.

Suetonio foi quem disse que Nero tocou fogo em Roma. Alguém disse que viu a guarda pretoriana colocar fogo em Roma (mais não foi verdade).

Na verdade foi uma tragédia natural.

Não foram todos que perseguiram os cristãos, mas foram apenas 10 (Ap. 2:10).

Nero, Vespasiano, Dominicano, Trajano, Adriano, Antonio, Marcos Aurélio, Septimio Severo, Décio Diocleciano.

Galério perseguiu, mas ele governou junto com Diocleciano. Houve uma co-regência.

Há várias listas.

Há os que tiram Vespasiano e Antonio e põe Valeriano e Maximiro.

A perseguição não se deu de forma interrupta e nem em todo império romano.

11.0. MÁRTIRES DA PERSEGUIÇÃO ROMANA

Com Nero - Pedro, Paulo.



Domiciano – Clemente de Roma, João.

Trajano – Inácio de Antioquia escreveu 7 cartas: seis a igreja e a primeira carta pessoal ao Bispo Policarpo.

Simeão da linhagem de Jesus, Zózimo, Rufo.



Adriano – Telésforo.

Marco Aurélio – Justino Mártir (um dos principais pais da igreja) ele foi martirizado com seis dos seus alunos; Fotino, Blandina.

Septímio – Leônidas (pai de Orígenes um dos pais da igreja).

Irineu, Perpétua, a viúva felicidade e os seus 7 filhos em Cartago.



Maximino – Úrsula, Hipólito.

Décio – Fabiano – foi Bispo de Roma, e Alexandre – Orígenes.

Valeriano – Cipriano (ele disse: fora da igreja não há salvação, que a igreja católica utilizou dizendo que fora da igreja católica Romana não há salvação); Sixto II.

Diocleciano – Albano, Maurício.

Com Nero a perseguição começa com o incêndio em Roma, Até Trajano a perseguição não era tão severa.

Com Trajano começou a política da DELAÇÃO (só perseguia os delatados, os que eram entregues e presos).

Com Décio primeira perseguição Universal.

Sacrifício – quem sacrificava recebia o “LIBELLI” um certificado.

Às vezes os bispos por amor a igreja sacrificavam alguns cristãos, subornavam os guardas para adquirirem o certificado.

Diocleciano e Galério ordenaram a destruição de todos os prédios da igreja e Escrituras.

Galério estabeleceu em 311 o edito de tolerância aos cristãos para sacrificar ao seu Deus.

Constantino em 313 – o edito de Milão.
11.1. PERSEGUIÇÕES EXTERNAS ROMANAS

Até o ano 100 era nas mediações de Roma.

100 a 250 – a perseguição é local em diferentes regiões

Ex.: Gália, Egito – Lion e Egito Alexandria.

250 a 311 – perseguições em todo império.
11.1.1. CAUSAS

Sociais – havia preconceito com os cristãos porque não participavam da festa, dos jogos e dos exércitos.

Toda festa e jogos eram dedicados a deuses, havia um patrono do exército que era o deus Mitra.

Havia um boato que dizia que os cristãos faziam orgias, canibalismo. Os romanos entendiam a festa Ágape como festas orgíacas e diziam que eles comiam crianças.

Políticas – os cristãos diziam que Jesus era Senhor – KYRIOS – Senhor Soberano que tinha súditos, escravos e os cristãos não admitiam que Cesar fosse o Senhor. Ser cristãos era ser anticivil.

Religiosa – o paganismo era uma religião sacrifical, mecânica e externa porque se repetiam, não há transformação de vida, não há compromisso com a divindade.

A essência do paganismo é a divindade, servir os homens. Deus vale quando Ele pode fazer alguma coisa.

O cristianismo não exige aparato externo, roupas, raspar a cabeça, a mudança é interna.


12.0. ISLAMISMO

A – Definições

B – Vida de Maomé

C – Expansão Islâmica

D – Contribuição Árabe
ARÁBIA – Pré-Islâmica (D Jins).

Deserto – politeísmo, animismo, fetichismo. Os habitantes do deserto eram chamados de beduinos, clãs, oásis.



RAZZIAS – disputas.

BOTIM – DESPOJO – agriculturas, parca, tâmaras, gado, cabras, ovelhas, comércio através de caravanas Árabes de Litoral chamados de YÊMEN (árabe feliz).

Meca; aspecto religioso cidade politeísta ATREB (depois Medina).

CAABA – uma tenda, um prédio com 360 imagens.

Ela tinha uma pedra negra que representava os pecados, que era venerada, pegava água do poço ZEMZEM.

- Monte ARAFATI (IBLIS).

A tribo que coordenava ou governantes políticos e religiosos eram AXEMITAS.


11.1.VIDA DE MAOMÉ

Ele era da família coraixita, ficou órfão de pai e mãe e foi criado com o tio.

Ele com 15 anos foi chefe de caravana, comerciante. Neste comércio teve contato com judeus, cristãos e zoroastristas (é o iniciador de uma doutrina dualista) eles apresentavam um deus mal e um deus bom.

Maomé começa ter visões no monte, o anjo Gabriel disse a ele: há um só deus que é Allá, e Maomé o seu profeta.

EL – Deus para Judeus e ALLÁ para os Árabes.

Maomé casa com uma mulher de 40 anos, rica, por nome Kadidja. Começou pregar para seus familiares e depois para os árabes no deserto (familiares, Beduinos).

Ele começa a ir as cidades litorâneas a primeira é Meca em 622 D.C. depois é expulso e ele vai para Hígira (fuga) e a partir desta data que conta o seu calendário.

Ele conquista a cidade de YATREB e ele destrói os ídolos da CAABA em Meca, morre em 640.

Os Califas são os sucessores de Maomé.

Expansão – Oriente médio, norte da África, depois Europa – Península Ibérica – Sul.

Na França foram detidos.

Eles se dividem tem os Xiitas que adotam só o alcorão. E tem os Sunitas que adotam o alcorão e o suna.

11.2. CONTRIBUIÇÃO DOS ISLAMICOS

- Literatura – Mil e uma noites

- Filosofia – Averroes

- Medicina – médicos Avicena

- Química – A invenção do álcool, ácido sulfúrico

- Arquitetura – azulejos, técnicas dos aralosco (palavras desenhadas, desenhos geométricos, são escritas geométricas).

- Matemática – os algarismos arábicos, a geometria, logaritmos e a álgebra.

- Agricultura – algodão, alface.


12.0. A IGREJA CATÓLICA E A TELEOLOGIA
Santo Agostinho: Petrus – Pedro – pedra, Jesus faz um jogo de palavras PETRA – Rocha Jesus.

Alguns protestantes entendem como sendo a afirmação de Pedro (tu és o filho de Deus) e não o Pedro.



Católicos: Pedro é o fundamento da igreja e o sucessor de Cristo.

Refutação

1 – Este texto não fala de sucessores.

2 – Pedro não é celibatário.

A igreja católica ensina que a tradição e a Bíblia é a regra de fé e não só a Bíblia.



Teleológico: Este é o argumento da igreja católica.

TELEO – aquilo que eu quero.

LÓGICO – argumento.

É quando se procura uma justificativa no passado para o presente.


12.1. RIVALIDADE

Significa que rivalizam as lideranças: Roma, Jerusalém, Efeso, Antioquia, Constantinopla, Alexandria.

Rivalizavam a dianteira do cristianismo, ou seja, a sede do cristianismo.

Monasticismo Comunal – Pacômio no oriente havia divisão de trabalho, tempo de meditação e oração.

Na idade média e Beneditina – ele era (São Bento) da região de Núrsia século VI.

Regra Beneditina – é uma regra prática e clara. Estabelece-se um número de orações no dia (7 vezes) e a noite (meia-noite).

Também estabelecia a alimentação um quarto de vinho (um litro) tinha direito a duas túnicas, um cobertor...

Divisão de trabalho (horta, domésticos, corte de cabelo, cópia das escrituras).

CLUNY E CISTER – é uma cidade da França.

Ordem dos clernianenses – monges intelectuais foram responsáveis pela... Eram especialistas nas cópias reforma na igreja tinham hábitos negros.

- CISTERCIENSES – camponeses agricultores tinham hábitos brancos.
13.0. OS SETE SACRAMENTOS

Batismo – cobrir pecado original para salvação.

Eucaristia – cobrir pecado venial (pecados méis leves).

Casamento – pecado sexual sempre considerou o sexo um pecado.

Crisma – confirmação.

Ordenação – para sacerdote.

Penitencia – pecado mortal.

Extrema unção – para aqueles pecados que sobraram, para cobrir o resto do pecado. Ela da quando a pessoa está morrendo ou depois de morto.

Se cumprir os sete sacramentos fica pouco tempo no purgatório ou talvez nem vá, agora se obedecer apenas um vai passar muito tempo no purgatório.
14.0. DIVISÃO DO CRISTIANISMO
Ordens seculares (padres, bispos, papa).

Ordens regulares (monges, abades, este tem o voto de pobreza) Ex: dominicanos, franciscanos.


14.1. MONASTICISMO

A – Beneditinos

B – Clunianenses

C – Cistercienses

D – Agostinianos

E – Hospitalares, templários, cavaleiros teutônicos.

F – Franciscanos

G – Dominicanos
14.2. CASSIFICAÇÃO DAS ORDENS

Ordens Militares – Objetivos eram proteção, cuidado dos peregrinos para a terra santa.

Estilo de vida: Comunal e militar (hospitalares, templários, cavaleiros teutônicos).

Comunal: Viviam em comunidade, e pegavam em armas para se proteger.


14.3. ORDENS DOS MENDICANTES

Objetivos: contemplação, oração, louvor, estudo.

Estilo: Vida do mosteiro, reclusão.
14.4. BENEDITINOS E AGOSTINIANO

Regra de São Bento: Clara e moderada.

Clero Regular – ordens – tríplice voto (trapista).

Árabe, monges,

Clero secular – bispos, padres, párocos.

14.5. DIVISÃO DO MONASTEIRO

Abades, decanos (mais velho) e os noviços (mais novos).


15.0. PAPADO

- Origem do termo

- Justificativa teológica

- Rivalidade das principais igrejas

- Igreja de Roma e hermenêutica.
15.1. ORIGEM DO TERMO

Os bispos eram chamados de pai, no oriente chamado de patriarca.

Papa – papai.

O primeiro papa Leão I, no ano 451 d.C. Ele negociou com os vândalos, os hunos, os bárbaros. O papa líder da cristandade surge por uma questão política, Roma capital do império, há uma união do poder político com o religioso.

O bispo de Roma se torna o papa.
16.0. ASPECTOS NEGATIVOS DA REFORMA

Existe uma dubiedade em relação ao poder da igreja e do reino.

A igreja passou a arrecadar para o estado.

Também a prática da simonia que quer dizer a compra de cargos eclesiásticos (vem de Simão o Mago).

Submissão dos clérigos aos senhores feudais.
17.0. IMPÉRIO CAROLÍNGIO

A – Merovíngios e mordomos do palácio.

B – Carlos Magno.

C – Feudalismo.

D – Reforma da igreja.
O reino dos francos foi dirigido por Clóvis – Hérulos. Conversão dos francos se dá com a vitória de Clóvis.

Então os francos se tornam aliados do bispo de Roma e os principais apoiadores do papa e da igreja católica.

Esta descendência de Clóvis é chamada de merovíngios CHILDERICO – conhecido como o estúpido.

Carlos Martel – vem os carolíngios, dinastia dos mordomos do papado, impedem a entrada dos islâmicos na França em 732 – batalha de POITIERS.

Depois de Carlos Martel, vem Pepino que dura pouco. Então vem Carlos Magno (o grande).



Carlos Magno – começa o novo império romano. Ele ganha a guerra dos saxões e promove o batismo a força.

Os anglo-saxões são os ingleses e alemães.

- 800 d.C. coroado imperador Carlos Romano.

E este império torna-se sacro império romano germânico.



Feudalismo – o império de Carlos Magno reorganiza a Europa e da origem ao feudalismo, através de uma política feuda. Ele estabelece:

Marcas – ficavam nas mãos de marqueses são tributários tinham responsabilidade de defender o império.

Condados – ficavam nas mãos de condes – dentro do império.

Ducados – ficavam nas mãos de duques – aliados.

E para administrar estabeleceu os “MISS, DOMINICI” não são tributários, mas tem aliança com o império.

Cinco fiscais enviados do imperador, que recolhem os impostos.

Reforma da igreja – feita por Carlos Magno (era analfabeto), nos escritos – junto com o monge Alcino de York.

Também foi feito uma escola palaciana.

Também surgem os mosteiros e igrejas reformadas.

18.0. CRUZADAS (1099-1291)

Definição – são expedições político religiosas com o objetivo de extirpar a heresia.

A heresia (cruzadas no ocidente/oriente).

A cruzada ocorreu em 1096 - Urbano II.

- Concílio de Clermont – teve início na França, depois Inglaterra.

- Nobres: Raimundo,

Tancredo,

Godofredo.

- Miseráveis: Pedro (cheio de visões), Eremita.

E Jerusalém ficou mais ou menos 60 anos nas mãos dos cristãos depois perdeu.

Segunda cruzada em 1147 - 50 anos depois da primeira.

- Bernardo de Claravau – era da França – era monge com o mesmo objetivo de tomar Jerusalém.

Principais nobres: Conrado III, Luiz VII – não deu certo.

Terceira cruzada (1189) – Quem convocou foi o papa Alexandre III.

Principais nobres: Ricardo – coração de leão - Inglaterra,

Frederico – Alemanha

Felipe – França.

Nesta época surgem as lendas: Robby Hod, Drácula.
18.1. Causas das cruzadas

- A invasão dos turcos selêucidas em Jerusalém.

- Aumento demográfico – consequências: fome, peste e guerra. Tudo isso acontecendo por volta do ano 1.000 d.C.

- A virada do milênio produziu uma série de profetas escatológicos.


18.2. CRUZADAS OCIDENTAIS

Tem objetivo de destruir as heresias cátaras (albigenses) e os valdenses.

Os cátaros acreditam que Cristo e satanás eram filhos deles.

Corpo ruim e espírito bom.


18.3. SEITAS ORIENTAIS (CRUZADAS)

Objetivos: livrar a terra santa dos mulçumanos.

Números: 7 a 8 – 7 oficiais

8 incluem a das crianças.


19.0. ESCOLÁSTICA (Sec.XII – XV)

B – Tendências

B1. Realismo – se baseia no NEOPLATONISMO UNIVERSALIA ANTE RE.

Idéias são anteriores as coisas.

Anselmo (1033 – 1109).

Obras: Deus se fez homem.

Argumentos: - Cosmológico

- Ontológico.

Anselmo disse: Creio a fim de que possa entender. Um dos principais teólogos que relaciona fé com razão, monge, arcebispo criou a idéia da satisfação do sacrifício de Cristo.

Realismo Moderado – se baseia em Aristóteles.

“UNIVERSALIA IN RE”.

Idéias coincidem com as coisas. Os principais desta idéia foram: Pedro Lombardo (1095 – 1159) escreveu o livro.

Quatro livros de sentenças.

Quem começa sistematizar as doutrinas da teologia foi a escolástica.

Pedro Lombardo estabelece os 7 sacramentos.

Bispo de Paris, professor da Universidade de Paris.

SCHOLE – lugar onde se aprende

Tentativa de racionalização da fé cristã.

Método: Dialética de Aristóteles.

Método Silogismo – premissa maior

Idéia - premissa menor – João é Bípede – conclusão: João é homem.

Maria mãe de Deus – silogismo.

A ciência não entende a realidade absoluta.

A ciência não entende que a validade é relativa.
19.1. PEDRO ABELARDO (1079 A 1142)

O profeta mais brilhante da Universidade de Paris.

O mestre também não podia casar, mas ele casou com Eloisa as escondidas. Mas o tio dela mandou lhe castrar. A moça se trancou no convento.

Ele escreveu algumas obras: Sim e Não: As contradições dos pais da igreja.

Teologia cristã; Eu entendo a fim de que possa crer (um filme em nome de Deus).

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CONCLUSÃO



Como vimos à igreja teve a sua origem em Cristo porque mediante todas as perseguições vividas não foi vencida nem extinta. Também vimos que o diabo pode se camuflar em homens e sistemas para diluir a igreja.

BIBLIOGRAFIA


1- WILLIAMS, Terri – Cronologia da história eclesiástica em gráficos e mapas, 1° edição – 1993, Ed.Vida nova –SP.

2- CÉSAR, Elben M. Lenz – História da evangelização do Brasil dos Jesuítas aos neopentecostais, 2° edição – 2000, Ed. Ultimato – MG.

3- SCOTT, Benjamin – As catacumbas de Roma, 4°edição – 1982, Ed. CPAD – RJ.

4- GONZALEZ, Justo L. – A era dos mártires vol. I – 1° edição – 1980, Ed. Vida nova – SP.

5- GONZALEZ, Justo L. – A era dos reformadores vol. VI – 1° edição – 1983, Ed. vida nova – SP.

6- GONZALEZ, Justo L. – A era das trevas vol. III – 1° edição – 1983, Ed. vida nova – SP.

7- CESARÉIA, Eusébio – História eclesiástica – Ed. novo século – 2002 – SP.

8- CAIRNS, Earle E. – O cristianismo através dos séculos uma história da igreja cristã – 2°edição – 1988, Ed. vida nova – SP.

9- OLSON, Roger – História das controvérsias na teologia cristã: 2000 anos de unidade e diversidade – 1°edição – 2004, Ed. vida – SP.

10- AZZI, Riolando – Ascenção ou decadência da igreja? – 1°edição – 1962, Editora das Américas S.A. – Edameris – SP.


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