História, Educação e Memória da Educação do Campo na Amazônia Paraense



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Ano: 2007

Localização: SEMED DE MEDICILÃNDIA/TRANSAMAZÕNICA.

3. Professora: Alba

Assunto: Educação do campo

Lembranças da Memória: Trabalho na coordenação da zona rural de 1ª a 4ª série, onde a gente tá trabalhando, com aproximadamente, 70 escolas na zona rural. Basicamente, dessas 70 escolas, 30% é multisseriada, e infelizmente, com alguns pontos positivos, mas muitos negativos, onde a gente tenta trabalhar com o professor, pra tá descobrindo esses problemas e tentar somar.

Em relação à infra-estrutura que temos na zoa rural, nas nossas escolas é precária, até por que, nosso município tem poucos anos de emancipado. Na medida do possível a secretaria e o governo municipal têm procurado melhorar essa estrutura. Temos um quadro de professores basicamente de formação de magistério, outros terminando a formação superior.

Em relação à educação que acontece lá na zona urbana, não é muito diferente do que acontece na zona rural. Ainda a questão da instrução da zona urbana e na zona rural, na medida do possível, a gente tem tentado mudar isso. Nós temos um histórico, a partir de 2005 para cá, que a gente tem procurado mudar essa relação, educação no campo/educação urbana.

Agora, o trabalho que o supervisor exerce na zona rural, a gente, além da parte pedagógica que a gente leva, de ir lá conversando, observando, ver qual a dificuldade, tentando levar uma solução para aquelas dificuldades, a gente também parte com apoio a comunidade, até porque a comunidade tem ligação com o governo e também com a gente. Temos feito um trabalho social entre as famílias e a comunidade.

Tem muitos problemas nas famílias, às vezes, a criança tem problema na leitura, na escrita. O pai não entende que é uma maneira de ignorância tirar o aluno da escola, então tem todo esse trabalho, que, a gente vai à casa dos pais, conversa com os pais. Então, além do trabalho pedagógico tem um trabalho social.

A educação do campo por muito tempo tem ficado esquecida, pouco se mudou, mas pouco tem sido visto como vitória. Mas, nós temos muita força de vontade pra continuar essa mudança. Aqui, infelizmente, tem muitos desafios, e um dos desafios, é o acesso até a escola. O meio de transporte que nós utilizamos é basicamente a moto.

Nós temos escolas na zona rural, muito distantes. Temos escola, que, aqui da sede, até ela são distantes. Temos escolas que, nós andamos aproximadamente, 120 km., na moto ou de carro. De lá, nós pegamos um barco, e ficamos, de 01 à 02 horas de barco, como é o caso de Portal.

Portal é uma comunidade que tem, aproximadamente, quatro ou cinco anos, que a escola foi aberta lá. É uma comunidade que tem uma cultura própria dele, que é nova pra gente. A gente tem trabalhado a questão social lá que é muito séria, eles não são descendentes de índios, são ribeirinhos. O Portal é rio, beira rio. Fica na divisa de Medicilândia e Porto de Moz.

Sou apaixonada sobre educação no campo, estou escrevendo sobre educação no campo, um projeto também, e, quando a gente sente essa paixão, a educação é como se fosse um vírus, ela contagia.

Tenho dez anos de educação, e basicamente, esses dez anos, foram trabalhando com professores de multisseriados. Trabalhei na zona rural e hoje atuo na coordenação. Isso me apaixona, porque você quer ver a educação no campo acontecer de maneira diferente, de maneira que ela venha atender realmente as necessidades das pessoas que lá moram.

Não aquela educação que tem tido até hoje, que a gente tem trabalhado, mas por muito tempo, tem sido esta extensão educação urbana para educação rural. Então isso aí, acaba comovendo a gente, fazendo a gente ter mais força, apesar do desafio, em busca dessa mudança tão sonhada por aqueles que estão lá.




Ano: 2007

Localização: SEMED DE MEDICILÃNDIA

4. Professora: ATMA

Assunto: Educação do campo

Lembranças da Memória: Trabalho na coordenação pedagógica desde 2005, e, de lá pra cá, a gente tem tido muitos desafios. Uma das maiores dificuldades a se enfrentar hoje, ta sendo a falta de transporte, porque a gente tem motos na SEMEC, mas elas são muito antigas. Então pra gente ta se deslocando indo pra um travessão aonde a gente vai é muito difícil porque elas já estão quebradas e quebra no caminho, agente fica sempre no meio da viagem.

Mas o nosso trabalho juntamente com os professore está sendo muito bom, a gente tem feito várias formações sobre alfabetização, ética, valores. A gente vem trabalhando de acordo com a necessidade de inclusão social, e aí, é um tanto complicado falar do trabalho desse ano todinho. A gente tá trabalhando diretamente com os professore, fazendo visitas nas escolas.

Meu pólo compreende 22 escolas na zona rural; todas são multisseriadas e, a maioria delas, não tem internet, água encanada, algumas já têm energia, bebedouro. Uma já tem energia elétrica mesmo, assim, do linhão. Duas tem energia com placa solar, mas essas são minoria. Estou, mais ou menos, com oito escolas sem energia, já o restante tem.

As estradas são, na maioria, de restrito acesso. As turmas e os números de alunos são variados. Tem turmas com doze alunos, turmas com vinte, com trinta, num mesmo horário, porque até trinta e cinco é contando com cem horas, e o professor tem que trabalhar com trinta e cinco alunos com cem horas e se tiver trinta e seis já aumenta para duzentas.

Às vezes, o atendimento deixa a desejar por falta de transporte, porque nós temos força de vontade muito grande, de estar fazendo reunião com a comunidade, estar acompanhando o desenvolvimento, principalmente, na 1ª série, que acaba sendo muito prejudicada com as turmas multisseriadas.

É um desafio nosso ainda, de nuclear a escola, fazer uma escola grande numa vicinal, pra que os alunos, professores se desloquem até ela. Ainda está fugindo de nossa realidade, não tem nada concreto, é um sonho que a gente tá tentando realizar no próprio travessão9.

Sobre o material didático, nós em 2006 e 2007 distribuímos para os alunos uma pasta escolar, com doze itens dentro. Para os professores que não tem; que é o PDDE na escola, aqui é a secretaria de educação que fornece o material didático, desde o giz, até o material de consumo.

Geralmente, na época do pagamento eles aproveitam pra receber e levar o que tá precisando, às vezes tem muita coisa que não tem e ele fica um mês de espera.

Em relação ao papel do supervisor, nosso papel que era o de acompanhar, nós fazemos nosso papel, um papel mágico: somos coordenadores, conselheiros da comunidade. Nós que formamos o conselho escolar na comunidade, a gente faz reunião, porque, algumas vezes, tem atrito entre professor e pai, professor e aluno. A gente ta lá pra tentar ajudar a chegar um bom senso de melhoria e nós acompanhamos o nosso professor.

Em geral, o nosso papel que, é o de acompanhar pedagogicamente os professores, a gente faz da melhor forma, que a gente pode. À medida que eles procuram, a gente tá sempre ajudando.

A gente faz um levantamento das necessidades que está passando, aí, em cima das necessidades, a gente faz a formação continuada. Uma ou três vezes no ano, até três vezes no ano, a gente tá fazendo a formação continuada, com temas da atualidade, ou, com temas que eles sugerem, de acordo com a necessidade de cada um, lá. No momento, a nossa grande dificuldade é a falta de transporte.

Marcas muito da experiência na supervisão
O que me marca muito é a gente conhecer a realidade deles e não poder fazer muito, porque, as necessidades são muito grandes e as dificuldades também. Eles têm um plano de melhoria e isto me deixa angustiada por não poder fazer muita coisa. A gente tem até vontade, mas não depende só da gente. A gente sabe que é um conjunto pra realizar, então, isto me deixa muito angustiada de não poder tá contribuindo mais. Eu poderia ta contribuindo mais e não pode, porque não depende só do conhecimento da gente, depende também do de vocês.




Ano: 2007

Localização: SEMED DE MEDICILÃNDIA.

5. Professora: Arisnete

Assunto: Educação do campo

Lembranças da Memória: Estou há quinze anos trabalhando na educação do campo. Passei treze anos em turmas multisseriadas de 1ª a 4ª série, e já estou há dois anos na supervisão. Antes o meu trabalho era só como professora, e justamente na escola que eu estou fazendo a pesquisa, que é a escola Água Viva, que foi um projeto de assentamento.

A gente foi para a escola na época do assentamento, fui a primeira professora. A gente abriu a escola e foi uma experiência e parte disso que eu estou tentando contar através do meu trabalho. A experiência que eu tive lá, e o trabalho do campo, é um trabalho bem complicado.

É difícil, as dificuldades são muitas; essas vão, desde a falta de alunos na escola, que, por motivos diversos eles faltam, a falta de ajuda dos pais, falta de material escolar, falta de alimentação, muitas vezes. E ele falta escola. Assim, são muitos os problemas que fazem com que o aluno não vá para escola.

E as dificuldades que a gente encontra com os professores são tremendas, desde a falta de apoio pedagógico, que a gente tinha pela vida, e é claro, que a gente sabe que continua acontecendo, porque, a gente como supervisão, como equipe de coordenação não tá conseguindo fazer o que a gente esperava fazer com eles, que seria: dar mais apoio, estar lá mais presente apoiando as dificuldades deles. A gente tenta fazer mais, no entanto, ainda não estamos conseguindo realmente, então a grande decepção minha, enquanto supervisão, é não conseguir fazer o que gostaria que aquela pessoas no passado fizessem por mim, enquanto professora.

Então, a nossa maior dificuldade de chegar à escola, é o transporte. Temos uma moto, para as três supervisões. Então, para aproximadamente sessenta e poucas escolas na zona rural. E com uma moto fazer a supervisão fica humanamente impossível.

Eu faço a supervisão de vinte e quatro escolas, e a distância também é um grande obstáculo. Eu tenho duas escolas que são 135 km daqui, então, quando a gente vai para a escola, a gente vai num dia, dorme, e vem no outro. Ou então, passa de dois a três dias pra poder chegar e vir embora, então são complicadores.

Lá você tem que pegar barco pra chegar, são muitas dificuldade que a gente enfrenta. Mas é gratificante você poder tá dando apoio, ajudando as pessoas, levar um pouquinho do que você sabe. Digo um pouquinho, porque a gente poderia tá contribuindo mais, com aquelas pessoas tão carentes e necessitadas que vivem na zona rural.

Então, a gente pode dá mais apoio a esses professores; tá lá, junto com eles, vendo suas dificuldades e dos alunos e trabalhar em cima dessas dificuldades. A maior dificuldade que a gente vê nos alunos, é a questão da língua portuguesa a matemática. eles não estão conseguindo. A gente tenta através de oficinas e tenta explicar como fazer. Há outros métodos que devem ser usados no dia-dia deles lá. Ainda tá carente, muitos aplicam, mas, outros não se importam tanto e deixam a desejar tanto para o aluno, como para a comunidade.

A gente percebe também através do estudo que estamos fazendo, eu consegui diferenciar também, para o estudo da zona rural, é diferente da zona urbana. A gente vê, que, não sabe o que tá acontecendo, por quê?

A gente vê que os professores que vão pra lá, tem a formação urbana, ele vai lá e aplica. Com a mesma formação que teve aqui, ele tá aplicando lá. Aí, ele não valoriza o que o aluno tem, o que ele sabe do dia-a-dia, o que ele tem pra ensinar. Isso não tá sendo valorizado, e está deixando a desejar nesse sentido, mas a gente tem perspectiva de melhoria.

Agora o município, ofereceu concurso público, e a gente, pensa que vai melhorar com mais professores fixos na comunidade. Uma das maiores dificuldades, também é, que o professor ia, ficava 03 ou 04 meses, um ano, e saia. Então, ficava aquela troca de professores. E, agora devido ao concurso, a gente espera que consiga melhorar a questão de serventes também. Que melhore um pouquinho, não tanto, porque as escolas pequenas, com menos de 50 alunos não tem servente; o professor, lá nessa escola, é tudo, ele é servente, vigia, é tudo mesmo.

O que te marca enquanto supervisão, professora, é você não poder levar o conhecimento que gostaria, não está ali, todos os dias, para amparar, dá o apoio necessário, isso é que fica, aquela marca grande, é insatisfação nossa. Eu acho que é a maior marca. Também o que marca é você ter amizade de todas as comunidades, você ter aquele carinho das pessoas que dão atenção e ficam super felizes quando a gente chega. Ocorreu tudo bem? Que bom que você chegou pra me apoiar! A coisa gratificante que a gente tem, no nosso trabalho, é você poder fazer alguma coisa por eles.





PROFESSORES DAS ESCOLAS DO CAMPO DE MEDICILÂNDIA


Ano: 2007

Localização: SEMED DE MEDICILÂNDIA

1. Professora Almira

Assunto: Educação do Campo/ Alternância Educativa.

Lembranças da Memória: Estou aqui na CFR desde outubro de 2006, é uma experiência diferente pra mim como pedagoga, como educadora. Eu já trabalhava na zona rural, mas aqui é diferente, porque lá a gente trabalhava como uma escola regular da cidade, sem diferença nenhuma, sem uma matéria específica pra zona rural.

Eu acho que tudo na vida da gente é enriquecedor, e aumenta o conhecimento da gente, saber trabalhar e tentar diversificar.

Com a turma de pedagogia da alternância na casa familiar. Eu não conhecia a pedagogia da alternância, vim conhecer aqui no Pará. Sou de Minas, do triangulo mineiro e lá eu não tinha conhecimento de que tinha a CFR. A pedagogia da alternância, achei muito interessante porque ela é uma pedagogia diferente. E, ao mesmo tempo, eu acho que ela é meio complexa. Dentro de pouco tempo você trabalhar muita coisa, e fazer com que o aluno assimile. Essa é uma das grandes dificuldades que a gente encontra. A gente percebe que os alunos têm essa dificuldade pelo acumulo de matéria. Mesmo que você procure explicar bem, re-explicar.

Os alunos têm essa dificuldade de assimilar grande número de conteúdos, mas, porque é necessário pra vida deles também. Porque, assim, nós temos alunos que, querem fazer o Curso de Agrotécnica em Castanhal, e ele necessita de conhecimentos básicos para ir a essa escola, se ele não tiver, ele não consegue. Ele vai fazer uma prova regular com gabarito, ele tem que ter essas noções de conhecimento: História Geral, História do Brasil, de Matemática, de Geometria, Química, Física, todas as áreas de conhecimento.

A última turma em alternância terminou no mês de dezembro. Quando eu comecei a trabalhar, a gente também trabalhava com sete dias de alternância, de 07 na escola e, 15 no lote. A gente mudou este ano, porque senão, não ia atingir o objetivo do Projeto Saberes da Terra.

A alternância do projeto pedagógico da alternância da CFRM não abriu turmas este ano, porque a CFR não tinha funcionários. Demanda tem, mas não tem funcionários. Igual, que a gente conversou com o pessoal lá da fundação10, uma das menores demandas que tem na região da transamazônica é em Medicilândia. Uma pequena demanda ainda, mas tem; porque tá acontecendo o êxodo rural. Jovens só saindo do campo e indo pra cidade.

A cidade de Medicilândia é uma comunidade que não fornece emprego pra população que chega lá; já é difícil pra quem ta lá, e pra quem não ta, é pior... Quase todo dia você escuta dizendo que quer ir embora pra Goiás. Aqui tem gente de todos os lugares, tanto é que em Medicilândia tem gente que fala que tem gente pras cinco regiões, tem o Brasil inteiro aqui. Então você gente que quer ir embora pra Goiás, quer ir embora pro nordeste e acaba indo.

Já houve convênio do Estado com as Casas Familiares, e já foi depositado até essa verba para a fundação. Tá acontecendo o processo de seleção dos profissionais para atuarem, e segundo eles, é pra começar já em setembro com novas turmas nas CFRs.

Para Medicilândia tem vaga para um pedagogo, um engenheiro agrônomo ou em ciências agrárias e um técnico agrícola. Essas áreas específicas não têm vaga, o que é uma pena, porque os profissionais têm que cobrir todas as outras áreas, e é onde tem as falhas.

O que me marcou mais na pedagogia da alternância foi essa diferença: você trabalhar em pouco tempo com grande quantidade de conteúdos. Isso que me preocupa, e que me marcou. Ás vezes eu fico preocupada: Será que os alunos estão assimilando isso? Será que não esta passando por passar? Esta é a minha preocupação!

Eles estão assimilando o que a gente tem passado pra eles? A hora que a gente cai nas avaliações somativas, quantitativas, a gente percebe que nem sempre, o resultado é bom.

O projeto Saberes da Terra é pra terminar em dezembro de 2007, e eu acho muito corrido. É a primeira turma em quatro meses, era previsto dentro do projeto para ser oito meses. Não saiu o novo edital para novas turmas dos Saberes ainda, porque o projeto do Saberes da Terra é um projeto do governo federal, e até a última notícia, ainda não tinha saído o edital para novas turmas.

A gente tem trinta alunos de 5ª a 8ª série. Do começo, de quando foram atrás da turma até hoje, teve mudança de muitos alunos, teve uns que deram o nome, mas nunca apareceu, teve aluno que apareceu só uma vez.

Quando eu vim pra cá, eu era contratada e estava trabalhando como supervisora, coordenadora pedagógica lá na cidade. Surgiu essa oportunidade, e eu vim ser professora. Era uma experiência nova pra mim.

A presidente da Casa Familiar, é a dona Rosalina Wronski, a esposa do seu Darcírio, ela está no seu segundo mandato, foi reeleita esse ano.

Às vezes, a gente tem atropelos por causa do que a gente ouve: que é a Casa – CFRM – da Transamazônica, é que tem menos abertura, da e com a presidência. O cargo, eles comandam como se fosse particular; tem este problema, né!

Então, hoje a gente escuta história de quem já passou, de outros monitores, e a gente tem até uma, certa abertura. O João Carlos é outro monitor, ele já conhece, ela, de longas datas; ele já conhece e sabe como mexer. Então, hoje a gente tem uma, certa abertura com ela, mas, a gente vê que, ela não é aberta assim pra todos; é a identidade dela.


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