História, Educação e Memória da Educação do Campo na Amazônia Paraense



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Sou graduado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Pará na turma de 2002. Sou professor da UEPA de Metodologia, Filosofia da Educação e História da Educação. Estou atuando no município há dois anos, desde quando fui classificado no concurso público, com a convocação em 2007. Então, estou aqui desde 08 de janeiro de 2007, atuando na coordenação pedagógica, é um trabalho que proporciona um aprendizado muito grande, até porque eu comecei minha carreira na educação superior.

Na época eu fiz um processo seletivo que a UEPA propiciou e concomitantemente eu estava me especializando em metodologia do ensino superior, estava fazendo algumas disciplinas no mestrado como aluno especial no centro de Ciências Sociais na Universidade Federal do Pará, mas devido às muitas atividades, eu não pude prestar ao processo seletivo. Tenho as minhas disciplinas, e isso me proporcionou uma grande oportunidade para atuar na educação superior e quando eu vim para a educação fundamental, educação elementar ou educação obrigatória, – sei lá como pode vir a ser denominado –, eu pude aprender muito até porque quando eu cheguei aqui me lotaram nessa escola agrícola. Essa escola, que atende, especificamente, comunidade quilombola.

E isso aqui, é um verdadeiro laboratório. Basicamente, em relação a minha atuação, eu trabalho inteiramente na coordenação pedagógica. Aqui eu procuro, articular os projetos referentes à realidade local e social, valorizando a cultura quilombola e essa parte diversificada, que, envolve a questão da agricultura e zootecnia, que é fundamental para a preparação elementar dos jovens, que, cujas famílias estão diretamente ligadas a agricultura familiar.

O que me tornou educador não foi uma escolha premeditada, porque minha formação em nível médio é proveniente da Escola Técnica Federal do Pará. Na época eu fiz o curso de mineração e atuei na área, como técnico na Alunorte como operador de refinaria e como supervisor de pontuaria na CADAM, que fica em Monte Dourado. Percebi que, aquilo não era minha praia, então, resolvi fazer um cursinho, fazer vestibular, então, pensei alguma coisa na área de educação, e, na UEPA, o que me interessava era o curso de Pedagogia e na Federal, eu optei pela licenciatura em Geografia. Só que, como o processo seletivo da UEPA, ocorreu primeiro, fiz a prova, passei, e abandonei o processo seletivo da Federal.

Ao entrar no curso, eu me deparei com várias situações, porque, na época, em que fui classificado na universidade, a LDB tinha sido homologada em 1996, então houve uma reviravolta na formação do pedagogo. Então a formação do pedagogo na época ela estava num processo de mudança, já se discutia superficialmente sobre o pedagogo na área empresarial, na área de saúde. Mas, ainda descaracterizava o pedagogo que atua na área da educação, isso era um grande problema até porque a gestão de FHC, ela deu abertura a muita instituição de ensino superior, em caráter particular, e isso foi uma febre, porque eles ofereceram cursos que não necessitava de grandes recursos.

Nesse caso, a opção era pedagogia, a gente se refere aqui em Belém, a UVA, Esmac, de todas as instituições surgidas, na época, apenas duas não oferecia o curso de pedagogia. Então, eu tive uma crise profissional por que eu fiquei pensando que o mercado vai ter um inchaço, e eu considerava que, aquilo era uma forma de prostituir o curso de pedagogia. Então pra mim foi muito complicado, só que eu não desisti. Não, eu acredito que eu poderia ser um bom profissional, e, até de forma coerente que eu não estou aqui somente pela formação acadêmica, eu quero proporcionar algo significativo para a sociedade.

Lógico que eu não vou fazer um discurso demagógico, colocar aquela visão romântica até porque tem gente que confunde o papel do profissional, seja lá de qualquer área, com a questão da filantropia. O profissional tem direito de ganhar sim dinheiro, mas, eu não estava pensando só na questão do mercado, mas de proporcionar algo para a sociedade. Lógico que o mercado de trabalho era importante até porque você tem um ônus, custo durante a sua formação.

Aí, depois que terminei o curso, foi preocupante na época porque foi uma febre das instituições de ensino superior em Belém que trouxe o curso de Pedagogia, portanto na concepção dos medíocres, vamos dizer assim, a educação não necessita de recursos. O que é um equívoco, porque a educação, o resultado dela, é ao longo prazo. Porque livrar um indivíduo da condição de ignorante.

Eu considero isso uma nobreza sem preço, porque você tirar o indivíduo dessa condição, você tá tirando ele dessa condição de excluído, porque eu vejo o seguinte: porque livrar o indivíduo da condição de ignorante, não é qualquer um, então precisa do profissional competente, qualificado. Não to falando do profissional no sentido de ter um leque de certificador, mas de pessoas que procuram, realmente, se qualificar no dia-a-dia, lendo buscando informações.

Lógico que precisa também desse leque de certificados até para mostrar essa qualificação, mas é pensar usar a cabeça ser um profissional pesquisador, seja observacional, de campo, participante, e até experimental. Pode ser! Piaget fez isso, com muita propriedade, apesar de que, muitos, acreditam que a pesquisa experimental está muito ligada as ciências naturais, o que é um equívoco. E eu não desisti, to buscando a cada dia, porque essa experiência para mim está sendo muito valiosa. O que eu to aprendendo aqui vou levar para o resto da minha vida e usar em outras realidades.

Nas políticas voltadas para educação do campo, eu não vejo mudança significativa, a gente tem a lei do PDE, que determina diretrizes em períodos. Por exemplo, o Ensino Fundamental, até 2010, as escolas tem que ter isso, ter aquilo. Eu não vejo isso, o que eu vejo, é uma regressão. Como: essa escola aqui, tinha um trator não estou falando dessa gestão, essa gestão que está aí, tem sido muito coerente, mas essa escola tinha trator, maquinário equipamento, tinha galpões, eu sei que a parte da avicultura existia aqui, então, devido a alguma atuação de membros do poder público, foi se degradando.

Eu não vejo melhoria significativa. Por exemplo, quando eu estava falando do PDE, tem toda uma regulamentação, inclusive, para educação no campo, mas até agora eu não vi. Nós sabemos que o PDE é decenal, estamos chegando em 2010, eu não vejo melhoria e sim uma degradação, cada vez mais.

O que acontece aqui nessa escola, em termos de agricultura e zootecnia e entes culturais é por muita boa vontade da equipe gestora e do próprio quadro docente, porque, realmente, os professores não cruzam os braços diante da realidade, ao contrário, eles abraçam qualquer proposta e fazem acontecer mesmo. Eu tenho um arquivo de fotografias desde quando eu cheguei aqui, que mostram todas as atividades que agente vem realizando tanto nessa parte agrícola, como na parte cultural e educacional, cientifica inclusive.

No dia 27/11/2008 nós estamos fazendo a primeira feira científica, cultural dessa escola, e com isso, a gente pretende mostrar que, apesar das dificuldades, a gente não pode cobrar algo sistêmico, acadêmico; até porque eles estão na educação fundamental. Mas eu vejo que, as políticas de educação do campo em Santa Izabel, eu não vejo investimento, por que tudo a gente tem que está solicitando, pedindo. Agora mesmo, por exemplo, a secretária mandou os tubos de Pvc para a água, porque nos precisávamos molhar as plantas e hortaliças, porque tínhamos que fazer esse trabalho através de um vasilhame que os alunos levavam para campo.

Então a prefeitura mandou as tubulações para evitar esse esforço desnecessário, que sem essa técnica pode até levar nossa produção à ruína. De vez em quando, a gente tem que está solicitando o trator para limpar a área, porque é uma área perigosa, porque aqui existem cobras – de vários tipos, lagartos, aranhas, e se atingir um aluno, pode gerar certos problemas; eu não vejo os investimentos chegarem aqui.

Por exemplo, nós não dispomos de recursos de informática aqui; tudo que é feito de documentação, a gente tem que mandar para secretária, ou é feito na minha casa, ou na casa da professora diretora. Eu acredito que não é má vontade da secretária, por que essa gestão tem sido muito coerente, mas não podem fazer muita coisa.

Esse ano foi aprovado o plano de cargos e salários, 80 % da folha foi destinado ao pagamento de pessoal, mas devagar, a gente vem conseguindo as coisas. O dinheiro do PDDE – Programas de Dinheiro Direto da Escola – ainda não é suficiente, até porque no próprio orçamento do PDDE tem uma parte que é destinada ao material permanente e material de consumo, e o recurso reservado ao material permanente é muito reduzido, nem dá para comprar um computador, e também a escola não tem segurança.

Os materiais utilizados na escola pelos professores são os livros didáticos, mas o que temos no momento é uma biblioteca improvisada. Eu tenho a idéia de construir um grande tapiri, que é para construir uma sala de leitura aberta, mas isso requer investimento. Eu to fazendo um projeto, aí, para vê se eu faço uma parceria; a gente faz o projeto manda para as empresas, só que elas não querem investir. Tem a Schincariol, já mandei vários projetos, mas nós não somos atendidos, porque eles não têm interesse em investir em educação.

Os professores usam os materiais didáticos, que estão disponíveis. Em relação aos recursos pedagógicos, nos temos o mínimo garantido pela LDB, que é o quadro negro com o giz. Os professores otimizam as aulas com aquilo que tem, e é muito bem trabalhado.

Sobre a formação continuada, eu parabenizo a Secretária de Educação porque vem sendo feitas ao longo do ano. Tem professores fazendo o Pró- letramento. A secretaria vem fazendo formação continuada, os professores procuram participar, mas o grande problema ainda, na zona rural, é que os professores colocam dificuldade para participar, pois eles querem até o dinheiro da passagem, aí é complicado, por que se eu sou educador e quero melhoras para mim, eu tenho que buscar. Por exemplo, eu moro em Belém, e estou aqui todos os dias, e gasto, em torno de R$ 10.00, eu não reclamo, então, tem que buscar independente da prefeitura. É lamentável se muitos não estão aproveitando, pois perdem a oportunidade de se qualificar. Atualmente, depois da aprovação do plano de cargos e salários, o município está com uma faculdade, e está promovendo o curso de pedagogia a distancia.

Nas experiências na educação do campo, muitos fatos marcam a nossa vida e experiência, mas o que marcou minha profissão foi: no ano passado, quando a gente fez uma gincana, porque, pela primeira vez, eu pude entrar em contato com uma cultura religiosa diferenciada.

Porque aqui, conheci coisas que são próprias do município de Santa Isabel, por ser um município que, envolve a cultura local, a cultura quilombola. Sobre isso, o que me preocupa, é a perda dessa cultura do tambor de mina. Nós temos aqui perto uma comunidade de Boa Vista do Itá, que é muito interessante, pois a cultura deles, é o tambor de mina e a gente sabe que o tambor de mina, é uma fusão de três culturas, a turca, a indígena e a afro.

Já, em Macapazinho, a gente já vê uma igreja católica, as meninas falam de crisma e primeira comunhão, e aí eu fico preocupado, porque esse povo está perdendo as raízes, e o que me preocupa é a desvalorização. Os próprios quilombolas, eles são dogmatizados com essas idéias.

A escola vem se preocupando com a questão racial, a partir da conscientização, a própria diretora foi autora de um projeto que se chama “Cultivando a paz”, que vem resgatar essa questão da solidariedade humana, e, entre outras coisas, que são elementares para a convivência social. E, isso envolve a questão sobre racismo. Os meninos de Macapazinho têm um grupo chamado “Afro terra de negro”, que vai dançar inclusive no Fórum Social Mundial, que tem uma apresentação magnífica, e sempre está apresentando aqui, quando a escola solicita, tem uma cultura enraizada que precisa ser valorizada, mas não é!

A educação do campo é o que está definido na LDB 9.394/96, que possui um desenho curricular diferenciado, principalmente, na base diversificada, o curso tem uma carga horária diferenciada e a dinâmica do trabalho também é diferenciada. Então posso dizer que a educação do campo, ela consegue com muita propriedade, desenvolver uma práxis social, porque o indivíduo, tudo que eles adquirem, através do conhecimento epistemológico, ele consegue aplicar na prática.

Então a educação do campo proporciona um contexto sociocultural, e fazer com que o individuo, ele seja autônomo mesmo, porque ela dá liberdade, e, a educação do campo, construída com o educando, ela é parecida com as idéias de Paulo Freire. Essa escola hoje, ela tá vinculada aos ideais de solidariedade humana, porque quando eles trabalham com essa proposta curricular, eles estão trabalhando para autonomia e fazer com que se torne uma pessoa critica.

Nós temos alunos que, são extremamente céticos, porque eles não acreditam em qualquer coisa. Inclusive, esse final de semana, nossos alunos foram convidados para fazer um trabalho juntos aos alunos de matemática da UFPA, na ilha de Outeiro, para mostrar a relação da matemática convencional com a matemática empírica.

Porque esse trabalho foi apresentado o ano passado no colégio Antonio Lemos, e a coordenadora do curso da Federal ficou tão impressionada com a habilidade desenvolvida pelos alunos daqui, que foram qualificados por essa educação no campo por esse desenho curricular.


Ano: 2008

Localização: Escola Agrícola Maurício Machado. Município de Santa Izabel do Pará.

12. Professora: Heliana

Assunto: Educação Básica, ensino agrícola, práticas agrícolas e docentes

Lembranças da Memória:


Cursei Técnico em Agropecuária, na Escola Albertina Leitão – Caique. Fiz meus estágios na penitenciária de Americano, e visitei a escola, aqui, Mauricio Machado. Iniciei esse ano aqui na escola, estou trabalhando de 5ª a 8ª Série.

A parte teórica e prática, aqui é uma realidade que já existe dentro e fora da escola; todos aqui são filhos de agricultores e eles vêm desenvolvendo uma prática, tanto fora, como dentro da escola.

Na parte da agricultura, eu ensino pra eles, como plantar, fazer o semeio, adubação e etc. Nós temos pontos críticos aqui na escola, devido a parceria que não está tendo. Alias, já teve, mas hoje está difícil, por parte da secretaria de agricultura.

Aqui os alunos, na prática de campo, eles vêm pela parte da manhã, e a tarde aula normal, ou seja, quem estuda de manhã, vem à tarde, e quem estuda de tarde, vem de manhã. Aqui eu ensino pra eles o espaçamento, plantio, período da colheita e adubação, que são os tratos que eles já estão sabendo, já sabem como é. Aí, eu só faço dá uma reforçada pra eles.

Isso aqui é a plantação, mamão, pimentinha, eles já colhem, e é vendido; o dinheiro é repassado à direção, e compramos semente para replantar de novo e aqui a escola, é abençoada, porque ganhamos mudas de alguns parceiros.

Antes aquela casinha – na área de campo – era sala de aula, hoje é um galpão, antes, eles passavam o dia todinho aqui, mas hoje, é só uma vez por semana.

Nós temos também plantação de açaí, mas o mato tomou conta porque cresce muito rápido, eu não posso explorar muito, eles – os alunos. Então eles vem, fazem a monda, a monda é a capina com a mão. Eu trabalho um pouco da área científica com eles. Aqui é o coentro, ali é a plantação de macaxeira e mandioca, banana que eles fazem. Aí, eu vou ensinando espaçamento, tratamento culturais, adubação, capina, coroamento, em volta, quem faz a irrigação algumas vezes, são os alunos, e eles vem e aprendem a fazer os tratos culturais, devido à atividade que estão fazendo em casa, aqui eles aprendem mais um pouco.

Sobre o interesse, alguns alunos, já vem com isso, um aprendizado; têm alunos com 10 anos plantando uma tarefa, duas tarefas de mandioca, e por isso, mais tarde, no futuro, aquela criança, já não vai querer ser um técnico, agrônomo, ele já vai querer ser outra coisa. Porque ele já está sendo explorado pela própria família, aí, chega numa escola dessa o aluno, não tem interesse, mas tem aqueles que ficam trabalhando com os pais na agricultura.

Na aula prática, hoje, vamos fazer adubação, irrigação, a monda, ou então semeiam. E isso com 45 dias eles começam a colher a cebolinha, o cheiro verde, nesse momento eles estão sendo avaliados. Uma vez por semana, os alunos ficam direto; chegando 7 horas até 9: 30 horas aula de campo; devido ao sol, aí eles merendam, 11 horas eles almoçam e já ficam para tarde, com aula normal.

Nas aulas teóricas, eu ensino o coentro, nome científico, espaçamento, adubação e a colheita. Os produtos utilizados são mais orgânicos, nós não trabalhamos com produtos químicos.

As hortaliças produzidas na escola vêm para alimentação deles, e quando não tem merenda escolar, a gente dá frutas para eles, colhidas daqui.

O aluno – Eric, da 5º Série, relata: aprendi a molhar a lera, a plantar, capinar, a fazer canteiro, como pegar as verduras, eu aprendo com meu pai.
Um pontuar sobre o instrumental didático usado pela professora Heliana
LIVROS TRABALHADOS PELA PROFESSORA DE AGRICULTURA


Produtor de hortaliças. Instituto Centro de Ensino Tecnológico. 2º ed.rev. Fortaleza: edições: Demócrito Rocha, vol. 02, Ministério da Ciência e Tecnologia, 2004.

Proposta de sumário

Cap – 1 Importância das hortaliças

Cap – 2 tipos de hortas

Cap -3 instruções para instalação de uma horta

Cap -4 adubação

Cap- 5 trato culturais

Cap- 6 colheita

Cap-7 cultivo das principais hortaliças

Produtor de hortaliças. Instituto Centro de Ensino Tecnológico. 2º ed.rev. Fortaleza: edições: Demócrito Rocha, vol. 03, Ministério da Ciência e Tecnologia, 2004.



Proposta de sumário
Cap- 1 plantio de ervas medicinais

Cap- 2 preparo da horta de plantas medicinais

Cap-3 adubação

Cap-4 preparação das mudas

Cap-5 transplante de mudas

Cap-6 tratos culturais

Cap-7 principais métodos de preparar plantas medicinais

Cap- 8 dicas de saúde

Cap- 9 secagem de plantas medicinais




Localização: Escola Maurício Machado

  1. Diretor: Ana Lúcia

  2. Profissão: Licenciatura em Pedagogia

Assunto: Educação Básica, organização curricular, formação agrícola

Lembranças da memória:


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