História Os gregos no século V a. C. Condições Geográficas



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História

Os gregos no século V a. C.



Condições Geográficas

A Grécia fica situada na península balcânica e é banhada pelo mar Egeu a oriente, pelo mar Jónico a ocidente e pelo mar Mediterrâneo a sul.

A Grécia era constituída por um território continental e por inúmeras ilhas.

A Grécia tinha um território com um relevo muito acidentado constituído por várias montanhas, provocando um isolamento das populações. Por isso a Grécia era constituída por cidades-estado independentes umas das outras.



Cidade-estado: Era uma comunidade de homens livres, com leis e governo próprio. O seu território abrangia três partes bem distintas a acrópole, a zona urbana e a zona rural.

Economia

Os gregos desenvolveram uma economia mercantil e marítima.



Sociedade

A sociedade ateniense era constituída por três grupos bem diferentes:



  • Cidadãos – homens livres com mais de 18 anos, filhos de pai e mãe atenienses;

  • Metecos – estrangeiros que viviam na cidade-estado de Atenas. Eram homens livres, mas sem direitos políticos;

  • Escravos – homens não livres, ocupados em tarefas variadas.

Política

Democracia, principais legisladores: Péricles, Clístenes e Sólon. É uma democracia direta.












Helieu

Areópago

600 juízes

com mais de

30 anos tirados

à sorte.


Antigos

arcontes.



Julgavam todos

os crimes

exceto os

de morte.



Julgavam os

crimes


de morte

e religiosos.



10 estrategos

10 arcontes

Eleitos por 1

ano.


Tirados à

sorte por 1 ano.



Comandam o

exército e

aplicam as

leis.


leis

Funções

religiosas e

judiciais.




500 cidadãos tirados

à sorte.



Preparavam as leis

a aprovar pela Eclésia.







Cultura

Os gregos descobriram a importância da razão e da liberdade. Nas letras, esta reflexão levou ao desenvolvimento do teatro, da história e da filosofia, mas também a matemática e a medicina se desenvolveram.

Na filosofia destacaram-se Sócrates, Platão e Aristóteles, no teatro destacaram-se Eurípides, Ésquilo, Aristófanes e Sófocles, na história destacou-se Túcidides, na medicina destacou-se Hipocrates e na Matemática destacou-se Pitágoras.

Religião

Os gregos eram politeístas (adoravam vários deuses). Os deuses gregos eram representados sobre a forma humana (antropomorfismo). Os deuses tal como os humanos tinham virtudes, vícios, paixões, ódios, gostos e preferências. Contudo distinguiam-se dos humanos pelo os seus poderes sobrenaturais e pela sua imortalidade.

Os gregos acreditavam que haviam 12 deuses e que eles moravam no monte Olimpo.

Artes

A arte grega era uma arte com harmonia, simetria, simplicidade, realismo e naturalismo.



  • Arquitetura – A arquitetura grega deu particular atenção aos edifícios religiosos. A arquitetura tinha três ordens: dórico, jónico e coríntia.

Dórico Jónico Coríntia



  • Escultura – O tema por excelência da escultura grega é a figura humana. A escultura é baseada no realismo e no idealismo.

  • Pintura – A pintura grega é nos dada a conhecer pela cerâmica. Nos vasos, os artistas pintavam cenas do dia a dia e da vida dos seus deuses e heróis usando técnicas e cores características.

O mundo Romano no apogeu do império



A formação do Império

A cidade de Roma situa-se na península Itálica, junto ao rio Tibre. Segundo a tradição, foi fundada em 753 a.C. por Rómulo e Remo.

Ao princípio, Roma era um pobre povoado de pastores e de camponeses e dominava um pequeno território. Depois, com a expansão, tornou-se a capital de um grande Império.

A formação desse Império conheceu as seguintes etapas:



  • Ocupação da Península Itálica – Entre os séculos VI e III a.C.

  • Domínio do Mediterrâneo ocidental – Entre os séculos III e II a.C.

  • Conquista do mediterrâneo oriental – Entre os séculos II e II a.C.

  • Conquistas na Europa e no Próximo Oriente – Entre os séculos I a.C. e II d.C.

O Império Romano tinha por centro o mar Mediterrâneo.

Império Romano



Os motivos da expansão Romana

Os Romanos expandiram-se por variados motivos. Entre eles podemos destacar os seguintes:



  • Questões de segurança;

  • Motivações económicas e sociais;

  • Busca de honra e glória.

Os instrumentos de integração

Os romanos procuraram transmitir a sua civilização a todos os povos. Para o efeito, utilizaram vários meios como:



  • A divulgação do Latim;

  • A construção de uma basta rede de estradas;

  • O estabelecimento da administração pública nos territórios ocupados;

  • Construção de obras públicas.

Através destes meios, as populações forma romanizadas, isto é passaram a viver à maneira dos Romanos.

Economia

A economia Romana era uma economia comercial, monetária e urbana. A isto ajudava muito o domínio do mar Mediterrâneo.



Sociedade

Estratos superiores:



  • Ordem senatorial;

  • Ordem equestre;

  • Ordem dos decuriões.

Estratos inferiores:

  • Plebe rural;

  • Plebe urbana;

  • Libertos;

  • Escravos.

Politicas

Houve vários regimes políticos:



  • Monarquia – Entre 753 e 509 a.C.

  • República – Entre 509 e 27 a.C.

  • Império – Entre 27 a.C. e 476 d.C.

Os poderes do imperador eram:

  • Poder político;

  • Poder judicial;

  • Poder militar;

  • Poder financeiro;

  • Poder religioso.

Religião

Os deuses gregos foram adotados pelos romanos (com nomes diferentes).

Na religião romana havia dois tipos de culto o público e o familiar, mas também havia um culto ao imperador.

Arte Romana

Havia uma influência da arte grega, com aspeto mais utilitário, robusto e prático.



  • Arquitetura – Construíram edifícios úteis à vida da comunidade (aquedutos, pontes, basílicas), ao lazer (termas, circos, anfiteatros) ou monumentos que glorificavam os feitos de Roma (arcos de triunfo e colunas comemorativas).


Aqueduto Anfiteatro

  • Escultura – Caracteriza-se pelo seu realismo.

  • Pintura – Os romanos cultivaram a pintura (paisagens, cenas de vida quotidiana, motivos históricos ou mitológicos) e o mosaico.

Origem e difusão do Cristianismo

Origem e princípios do Cristianismo

O Cristianismo surgiu no século I na Palestina, então província romana. Jesus Cristo fundador da religião nasceu Belém e, com cerca de 30 anos de idade começou a pregar a sua doutrina, uma mensagem de paz e de tolerância entre os Homens, que defendia os seguintes princípios:



  • Crença num Deus único;

  • Prática de virtudes;

  • A salvação pela fé na vida eterna e na ressurreição;

  • Os sete sacramentos entre os quais o batismo;

  • A igualdade de todos os Homens perante Deus.

A expansão do Cristianismo

A mensagem do Cristianismo foi levada a tudo o mundo romano através de Apóstolos, os discípulos de Jesus. Entre outros distinguiram-se S. Pedro e S. Paulo.

A doutrina de Cristo despertou muita gente principalmente pessoas de grupos sócias mais baixos, mas também despertou a ira dos Judeus que foram os primeiros a aderir à religião.

As perseguições

Os romanos eram tolerantes com todas as religiões. Ao princípio, aceitaram o Cristianismo como mais uma religião, entre as inúmeras que existiam no Império. Mas, depois aperceberam-se de que o Cristianismo punha em causa os fundamentos do próprio estado. Por isso os Romanos mudaram de atitude e começaram a perseguir os cristãos. Muitos foram presos, lançados às feras ou crucificados.



O reconhecimento do Cristianismo

No ano de 313, o imperador Constantino, através do Édito de Milão, concedeu a liberdade de culto aos cristãos.

A influência do Cristianismo não deixou de crescer. Por isso, no ano de 381, o imperador Teodósio reconheceu o Cristianismo como religião oficial do estado.

O expansionismo europeu



A Europa antes dos descobrimentos

Durante o século XIV a Europa passou por uma grave crise demográfica, económica, social e política.

O comércio antes dos descobrimentos era feito por comerciantes muçulmanos, que traziam a vários pontos do mar Mediterrâneo na Europa principalmente a Itália.

Com isto existem vários intermediários o que faz que o preço dos produtos aumente.



O conhecimento do Mundo

No início do século XV, os europeus consideravam-se o centro do Mundo, sendo o conhecimento dos continentes asiático e africano bastante limitado. Do continente americano e da Austrália nada se conhecia.



Interesses dos grupos sociais

Até ao século XV os povos viviam isolados sem imaginar os habitantes das outras regiões. Esta situação alterou-se quando os Italianos e, depois, os Portugueses tomaram a iniciativa de entrar pelo Mar desconhecida, quebrando barreiras geográficas.

Várias motivações levaram os Portugueses à descoberta das novas terras:


  • Rei – Procurava soluções para os problemas económicos que afetavam Portugal e também procurava aumentar a riqueza do país;

  • Nobres – Tinham de novo oportunidade de se dedicarem à guerra, podendo adquirir novas terras, cargos e títulos;

  • Burgueses – Desejavam novos produtos para fazerem comércio;

  • Povo – Desejava conseguir melhores condições de vida;

  • Clero – Movidos pela defesa da fé cristã desejavam ir combater seus inimigos de longa data, os Muçulmanos.

Condições da prioridade portuguesa

Os portugueses tinham também as melhores condições para partirem à procura de novas terras:



  • Clima de paz:

  • Posição geográfica;

  • Tradição marítima;

  • Conhecimento de instrumentos náuticos (astrolábio, quadrante, bússola, balestilha, vela triangular, caravela, navegação astronómica, portulanos);

  • Estabilidade económica.

Conquista de Ceuta

Aconteceu em 1415 e foi um acontecimento fundamental para a expansão portuguesa. Várias razões levaram à conquista desta cidade:



  • Existência de ouro e especiarias em Ceuta;

  • Localização estratégica (junto ao estreito de Gibraltar, o que permitia que a quem a conquistasse controlasse o comércio do mar Mediterrâneo);

  • Evitar as expedições dos piratas marroquinos para atacar a costa algarvia.

Depois da conquista Ceuta pelos portugueses os muçulmanos desviaram as rotas do comércio para outras cidades e começaram a ataca-la constantemente.

Ocupação e descobrimento do arquipélago da Madeira e dos Açores

Em 1419 ocupou definitivamente a Madeira. Mais tarde, o Infante D. Henrique, senhor das ilhas por doação do rei, mandou dividi-las em capitanias.

Em 1927 Diogo de Silves atinge os Açores. Nos Açores utilizou-se o mesmo sistema de divisão de capitanias.
A passagem do Cabo Bojador e os avanços para sul

Em 1434, Gil Eanes, passou o Cabo Bojador e aumentou o conhecimento dos portugueses sobre o continente africano.

Em 1960 Diogo Gomes chegou à Serra Leoa e posteriormente ao arquipélago de Cabo Verde.

Contrato de arrendamento a Fernão Gomes

Em 1469, D. Afonso V arrendou a Fernão gomes, rico burguês de Lisboa, o monopólio do comércio com a costa africana (com algumas exceções), por um período de cinco anos, mediante o pagamento anual de 200 000 reais e a obrigação de descobrir cada ano léguas de costa.



A política expansionista de D. João II

O objetivo de D. João II era chegar à Índia, em 1488 Bartolomeu Dias conseguiu dobrar o Cabo das Tormentas a que mais tarde D. João II viria a chamar Cabo da Boa Esperança

Os Portugueses tinham, finalmente, entrado no Oceano Índico.

A rivalidade luso-castelhana

A rivalidade entre Portugal e Castela, provocada pelas disputas sobre as terras descobertas, vinha já do século XIV, quando os dois estados reivindicaram a posse das ilhas Canários.

Com objetivo de pôr fim a este conflito em 1479, assinou-se o Tratado de Alcáçovas, que atribui a Portugal as terras a sul das Canárias, ficando estas ilhas como pertença de Castela. No entanto, com a descoberta da América, por Cristóvão Colombo, em 1492, o conflito reacendeu-se.

Em 1492, Cristóvão Colombo com o apoio dos reis de Castela chegou às Antilhas (América), pensando atingir a Ásia. Como as Antilhas se localizavam a sul do paralelo do tratado de Alcáçovas, Portugal reivindicou as terras, o que provocou um novo conflito com Castela.

Em 1494, com a intervenção papal, foi assina do outro acordo o Tratado de Tordesilhas.

Tratado de Tordesilhas: Neste tratado estabeleceu-se a divisão do mundo em duas partes, separadas por um meridiano que passava a 370 léguas a ocidente das ilhas de Cabo Verde. As terras descobertas, ou a descobrir, a ocidente dessa ilha pertenceriam a Castela e as descobertas ou a descobrir, a oriente pertenceriam a Portugal.

A chegada à Índia e ao Brasil

Em 1497, Vasco de Gama a mando de D. Manuel I (sucessor de D. João II) partiu de Lisboa para a Índia.

Em 1498, Portugal tinha oficialmente chegado à Índia.

D. Manuel mandou outra aramada para a Índia, comandada por Pedro Álvares Cabral, para tentar impor a presença portuguesa no oriente. Mas no percurso as embarcações desviaram-se para sudoeste o que fez que em 1500, Pedro Álvares Cabral chegou à Terra de Vera Cruz (Brasil).



Os portugueses na África Negra

O principal objetivo dos Portugueses em África era fazer comércio. De África os portugueses trouxeram várias especiarias e também ouro.

De África também partiram inúmeros escravos.

Os portugueses no oriente

O principal objetivo dos portugueses era apoderarem-se do comércio lucrativo das especiarias, sedas, porcelanas e pedras preciosas.

D. Manuel I nomeou governadores para oriente, alguns com o título de vice-rei, com objetivo de administrarem e defenderem os territórios conquistados. Os primeiros foram D. Francisco de Almeida e Afonso de Albuquerque.

Os portugueses na América (Brasil)

Havia pouca população no Brasil. A população estava organizada em tribos e foram chamados de Índios brasileiros.

Ao princípio o Brasil não tinha grande interesse para os portugueses, a única coisa que traziam de lá era pau-brasil.

Mais tarde D. João III decidiu fomentar a colonização do Brasil através do sistema de capitanias, o que fez que a partir de 1530 surgissem as primeiras povoações. Desenvolveu-se o cultivo da cana-de-açúcar, o que contribui para o aumento do comércio português.



O Império Espanhol

Os espanhóis criaram um enorme império colonial, principalmente na América.



O Império espanhol na América



Novas rotas do comércio intercontinental

Os descobrimentos dos portugueses e espanhóis permitiram a abertura de novas rotas comerciais que passaram a ligar todos os continentes:



  • A rota do cabo (Lisboa, Cabo da boa esperança e Índia);

  • A rota do extremo oriente (Índia, Macau, China, Japão e Timor);

  • As rotas atlânticas (Europa, África, América);

  • A rota de Manila (Sevilha, América, Manila)

A dinamização dos centros económicos europeus

O domínio das novas rotas comerciais tornou Lisboa e Sevilha “senhoras rainhas do oceano”.

O comércio em Portugal foi organizado através da casa da Mina primeiro e depois pela casa da Índia. A esta instituição, controlada por um feitor que dependia diretamente do rei, competia:


  • Servir de armazém de mercadorias e de alfândega;

  • Vender as mercadorias vindas do império;

  • Adquirir os produtos que as armadas deviam levar do reino para servir de mercadorias de troca;

  • Organizar as viagens da rota do Cabo.


Renascimento e Reforma

O renascer da Europa

Paralelamente aos descobrimentos, em algumas regiões da Europa, o Homem ia-se descobrindo a si mesmo.

De facto, nos séculos XV e XVI, foi-se, afirmando, em Itália, um movimento cultural chamado Renascimento, inspirado na cultura greco-romano que pretendia valorizar o Homem, orgulhoso de si próprio, confiava nas suas possibilidades para melhorar o seu destino da Terra – Antropocentrismo (anthropos – Homem + centro)

Focos de difusão do Renascimento

Algumas das cidades-estado italianas foram o berço do Renascimento, o que se ficou a diversos fatores:



  • A Península Itálica ter sido o berço da civilização romana;

  • A existência de escolas e universidades de grande prestígio;

  • Florença, Veneza, Génova, grandes centros de comércio, e Roma capital da Cristandade foram os centros do Renascimento.

Também os Países Baixos foram um grande centro renascentista, onde se destacava as cidades de Roterdão, Lovaina e Antuérpia.

O Humanismo

São chamados Humanistas todos os que, nos séculos XV e XVI, estudaram as línguas, os textos e os autores clássicos, criticaram a sociedade do seu tempo e demonstraram um especial interesse pela valorização do Homem.

Os Humanistas criticavam os abusos e excessos do clero e o luxo e ociosidade da nobreza.

Na literatura, distinguiram-se humanistas como Erasmo de Roterdão, Nicolau Maquiavel, Thomas More, Luís de Camões, Miguel de Cervantes e William Shakespeare.



Alargamento da compreensão da natureza

O Homem do Renascimento, curioso, crítico e também racionalista revelou grande interesse pela natureza. Analisou plantas e animais, especialmente os vindos dos novos mundos descobertos pelos Portugueses e Espanhóis, observou astros e estudou a anatomia humana.

O Homem do Renascimento promoveu o desenvolvimento de vários domínios do saber:


  • Astronomia;

  • Medicina;

  • Matemática;

  • Geografia;

  • Botânica.

A arte renascentista

A arte renascentista inspirou-se nas obras greco-romanas.



  • Arquitetura – Utilizava formas simples e lineares da arquitetura romana. Na arquitetura destacaram-se Brunelleschi, Alberti, Bramante, Miguel Ângelo e Andrea Palladio;

  • Pintura – Os pintores renascentistas inspiravam-se na Natureza. Entre temas predominantes destacam-se o corpo humano, cenas do Cristianismo e a mitologia antiga. São utilizadas novas técnicas a pintura a óleo, a técnica da perspetiva e a técnica do sfumato. Na pintura destacaram-se Fra Angélico, Massaccio, Botticelli, Rafael, Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Van Eyck e Albert Durer.

  • Escultura – Representação do nu, de tradição grega e romana, atingindo-se grande perfeição anatómica, devido ao estudo do corpo humano. Na escultura destacaram-se Donatello, Verrocchio, Ghiberti e Miguel Ângelo.

Crise na igreja cristã: contestação e rutura

Os finais da idade média foram tempos difíceis para a igreja pois vivia um período conturbado, devido aos abusos dos principais membros do clero, à acumulação de cargos, comportamento imoral, venda das indulgências, ostentação e riqueza.

Alguns papas do Renascimento encomendaram obras aos melhores artistas da época.

Em 1514, o papa Leão X, para poder pagar essas obras, mandou pregar, pela Europa, a concessão das indulgências, ou seja, o perdão dos pecados mediante o pagamento de determinada quantia.

Em 1517, na Alemanha o monge Martinho Lutero, proclama as “95 teses contra as indulgências”, dizendo que só Deus poderia perdoar os pecados do Homem. Em 1521 o papa excomunga Martinho Lutero, mas ele fica com o apoio dos príncipes alemães e acabar por criar uma religião de cariz protestante.

Luteranismo

O Luteranismo é uma religião protestante que foi criada por Martinho Lutero, na Alemanha defendia a teoria que só a Deus se deveria prestar culto e só ele poderia perdoar os pecados do Homem



Calvinismo

O Calvinismo é uma religião protestante que foi criada por João Calvino, na Suíça e defendia a teoria da predestinação segundo a qual o destino de cada pessoa e marcado por Deus e nada se pode fazer para o modificar.



Anglicanismo

O Anglicanismo é uma religião protestante que foi criada por Henrique VIII, na Inglaterra. Henrique VIII criou a religião movido por razões mais pessoais de que religiosas. O rei de Inglaterra tornara-se o chefe da igreja anglicana.



Contra-Reforma

A igreja católica reagiu à reforma (criação das religiões protestantes) através da contrarreforma, no Concílio de Trento, institui novas regras internas, com o objetivo de limpar a sua imagem. A igreja católica combateu o protestantismo através do Index, da Inquisição e da Companhia de Jesus.


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