Hospital Universitário Antonio Pedro



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Hospital Universitário Antonio Pedro



01 Menina negra, de 2 anos, vem apresentando febre alta (39 oC) há 3 dias e chega ao Serviço de Pronto Atendimento Pediátrico. Está ictérica, febril (38,9 oC), hidratada, eupnêica e taquicárdica. O exame físico não revela sinais de localização infecciosa. O microhematócrito é de 20% e na lâmina de sangue periférico foram visualizadas várias hemácias “em alvo”. A radiografia do tórax é normal.

Nesse caso, a conduta adequada é:




  1. solicitação de teste de afoiçamento e eletroforese de hemoglobina, antitérmicos e ácido fólico;

  2. solicitação de teste de afoiçamento e eletroforese de hemoglobina, antitérmicos, ácido fólico e hidratação;

  3. solicitação de teste de afoiçamento e eletroforese de hemoglobina , rastreamento de infecção, hidratação, antitérmicos e hospitalização para administração endovenosa de antibióticos;

  4. rastreamento de infecção e alta com antitérmicos, hidratação oral e ácido fólico;

  5. solicitação de teste de afoiçamento e eletroforese de hemoglobina, rastreamento de infecção, hidratação, antitérmicos e prescrição ambulatorial de antibióticos por via oral, com retorno em 5 dias.




02 Um recém-nascido (RN) do sexo masculino, nascido prematuramente, com 36 semanas de gestação, pesando 2.600g, apresentou Índice de Apgar = 8 no primeiro e quinto minutos após o nascimento. Aos 30 minutos de vida, o RN encontra-se assintomático, sem dificuldade respiratória, com boa perfusão e ativo. A mãe, quando estava com 35 semanas de gestação, apresentou cultura vaginal positiva para estreptococo do grupo B, tendo recebido, durante o trabalho de parto, duas doses profiláticas de ampicilina EV.

Escolha a conduta recomendada para o RN:




  1. rastreamento completo para sepsis e observação no hospital até resultados completos das culturas de líquor, urina e hemocultura;

  2. hemograma, hemocultura e antibióticos EV até resultado da hemocultura;

  3. ceftriaxone IM dose única e observação no hospital por 72 horas;

  4. rastreamento completo para sepsis e iniciar o uso empírico de antibióticos;

  5. nenhuma investigação laboratorial, não usar antibióticos e observação no hospital por 48 horas.




03 Qual o tratamento mais apropriado para um paciente pediátrico sem patologias prévias que apresenta pneumonia com febre baixa e tosse não produtiva?


  1. cefalexina;

  2. eritromicina;

  3. amoxacilina clavulanato;

  4. amoxacilina;

  5. trimetropin-sulfametoxasol.




04 Paciente com um ano de idade apresenta hemorragia significativa após revisão cirúrgica de hérnia inguinal. Não há história familiar de sangramentos espontâneos e anormais. A contagem de plaquetas, dos tempos de sangramento, de protrombina e do tempo parcial de tromboplastina são normais.

Qual o diagnóstico mais provável?




  1. deficiência de pré-calicreína;

  2. deficiência de fator XIII;

  3. deficiência de fator XII;

  4. tromboastenia;

  5. deficiência de proteína S.

05 Qual é a vacina contra-indicada em um lactente cujo irmão é portador de leucose linfóide aguda em tratamento?


  1. anti-sarampo;

  2. anti-hemófilo B;

  3. DPT;

  4. BCG;

  5. antimeningocócica.



06 Uma criança de 4 anos, sem marca de vacinação BCG, com PPD reator forte(14mm), assintomática, com radiografia do tórax normal, cuja mãe tem tuberculose pulmonar, é bacilífera e iniciou esquema RIP (Rifanpicina, Isoniazida, Pirazonamida) há 7 dias.

Informe a conduta correta a ser adotada com a criança:




  1. tratamento com esquema RIP por 6 meses;

  2. quimioprofilaxia primária com INH por 3 meses;

  3. quimioprofilaxia secundária com INH por 6 meses;

  4. repetir PPD e radiografia do tórax dentro de 3 meses;

(E) afastar totalmente a criança da mãe até que a mesma se encontre abacilífera.




07 Aponte o padrão hidroeletrolítico mais freqüentemente encontrado na desidratação que ocorre em pacientes desnutridos:


  1. acidose metabólica, hiper-osmolaridade, hiponatremia, hiperpotassemia;

  2. acidose metabólica, hipo-osmolaridade, normonatremia e normocalemia;

  3. alcalose metabólica , hipo-osmolaridade, hipernatremia, hipopotassemia;

  4. acidose metabólica, hiper-osmolaridade, hipernatremia e hipercalemia;

  5. acidose metabólica , hipo-osmolaridade, hiponatremia, hipopotassemia.



08 Identifique a opção que se refere, incorretamente, ao crescimento e desenvolvimento de uma criança normal:


  1. o recém-nascido a termo e saudável perde, aproximadamente, 10% do peso corporal nos primeiros dias de vida;

  2. ao nascer, a fontanela posterior usualmente se encontra fechada e a anterior se fecha por volta dos 10 meses;

  3. dos 2 aos 8 anos de idade, o ganho corporal médio é de, aproximadamente, 2 kg a 2,5 kg por ano;

  4. os reflexos primitivos dependem da mielinização;

  5. no primeiro ano de vida, a criança saudável cresce em média 25 cm.


09 Identifique a opção que se refere, incorretamente, à terapia de reidratação oral:


  1. a reidratação oral com o SRO (soro de reidratação oral) é o tratamento de escolha para pacientes com desidratação devida a diarréia e vômitos;

  2. os lactentes amamentados ao seio deverão continuar recebendo o leite materno junto com o SRO;

  3. caso o paciente apresente vômitos, a terapia da reidratação oral deverá ter o volume reduzido e a freqüência da administração aumentada;

  4. na terapia de reidratação oral, utiliza-se o soro da OMS composto de 2,5g de NaCl, 1,5g de KCl e 10g de glicose por envelope e cujo conteúdo deve ser diluído em 1 litro de água filtrada;

(E) a hidratação venosa deverá ser utilizada quando a criança não ganha peso, ou o perde, após as duas primeiras horas de hidratação através de sonda nasogástrica.


10 A obesidade tornou-se, nas duas últimas décadas, um problema de saúde pública comum em camadas populacionais com bom poder aquisitivo, quer em países desenvolvidos, quer em países em desenvolvimento.

Sobre a obesidade em pacientes pediátricos, pode-se afirmar que:




  1. a elevação do índice de massa corporal está correlacionada, de modo importante, ao aumento dos níveis de tensão arterial, de lipídios séricos e de lipoproteínas;

  2. o índice de massa corporal (BMI) não deve ser usado para o screening de obesidade;

  3. a obesidade é prevalente em áreas rurais;

  4. a incidência de obesidade é preponderante em famílias com prole numerosa, possivelmente, devido à pouca atenção que cada criança recebe;

  5. o geno valgo nunca ocorre na criança obesa.




11 Lactente de 6 meses, alimentando-se ao seio materno, exclusivamente, comparece à unidade de saúde pública com história de diarréia há dois dias. As evacuações são líquidas, sem sangue e várias vezes ao dia. No exame físico, observa-se que está com olhos “fundos”, mucosas muito secas, turgor e elasticidade da pele diminuídos, diurese mantida e, segundo a mãe, bastante irritado, febril e com muita sede.

A conduta terapêutica imediata, para esse quadro, é:




  1. calcular o estado de desidratação e iniciar hidratação venosa;

  2. calcular o estado de desidratação e iniciar terapia de reidratação oral (TRO) no domicílio;

  3. calcular o estado de desidratação e iniciar antieméticos, antidiarréicos e antibióticos;

  4. calcular o estado de desidratação e iniciar terapia de reidratação oral (TRO) na unidade de Saúde Pública;

(E) aguardar o conhecimento do estudo hidroeletrolítico e da função renal, para iniciar a reposição de líquidos.
12 A associação, em uma paciente, de dor abdominal recorrente, perda ponderal e anemia sugere:


  1. púrpura de Henoch-Schöenlein;

  2. doença pélvica inflamatória;

  3. gravidez;

  4. doença inflamatória intestinal;

  5. síndrome do intestino irritável.




13 Em relação à vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DPT), sabe-se que:


  1. a vacina DPT pode ser administrada simultaneamente às vacinas Sabin e MMR, contudo, a administração da vacina DPT não deve ser feita simultaneamente às vacinas anti-hepatite B e anti-pólio de vírus mortos;

  2. testes para avaliar a eficácia da vacina DPT não foram conclusivos em populações de países industrializados;

  3. a vacina DPT é administrada à criança de até 8 anos de idade;

  4. a vacina DPT contem toxóide anti-pertussis, atenuado pelo timerosal;

  5. a vacina DPT contém toxóide tetânico preparado através da inativação da toxina pelo formaldeído.



14 Um recém-nascido (RN) a termo, com 1 dia de vida, apresenta cianose desde o nascimento (PaO2 de 25mmHg em ar ambiente), taquipnéia e taquicardia. No exame físico, não são ouvidos sopros. A radiografia do tórax mostra coração pequeno, com certa congestão pulmonar. Não houve resposta à administração de postaglandina E1 (PGE1).

Esse RN, mais provavelmente, apresenta:




  1. atresia pulmonar;

  2. tetralogia de Fallot;

  3. retorno venoso pulmonar totalmente anômalo;

  4. transposição dos grandes vasos;

(E) truncus arteriosus.



15 Os exames clínico e laboratorial de um recém-nascido (RN) a termo, do sexo masculino, demonstraram-no com discreta hepatoesplenomegalia, com anemia e trombocitopenia. Sua mãe fez o pré-natal e trouxe, no dia do parto, duas sorologias realizadas entre o primeiro e o oitavo mês de gestação, ambas positivas para lues. O exame do líquor, a princípio, revelou-se inconclusivo.

Qual a conduta mais acertada a ser adotada?




  1. o RN deverá ser conveniente e imediatamente tratado com penicilina benzatina;

  2. o RN deverá ser tratado como se tivesse neurossífilis confirmada;

  3. a associação de uma penicilina e um aminoglicosídeo, por 7 dias, será o tratamento mais adequado, pois o RN apresenta-se trombocitopênico;

  4. o tratamento deverá ser iniciado somente após resultados de VDRL e FTA-abs;

  5. o RN poderá ser convenientemente tratado com duas doses de penicilina benzatina, em intervalo de 7 dias.



16 Um recém-nascido (RN), do sexo masculino, apresenta fezes acólicas e bilirrubina (Bb) total de 9,8mg/dL e Bb direta de 6mg/dL.

Identifique a opção que sugere, mais fortemente, que este RN tenha atresia das vias biliares:




  1. colestase associada a alterações dietéticas;

  2. desnutrição;

  3. síndrome de poliesplenia;

  4. sexo masculino;

  5. ocorrência familiar.




17 Uma criança de 14 meses apresenta diarréia há cinco dias. Nos últimos três dias, tem evacuado de 10 a 12 vezes por dia, apresenta febre, em média de 39 ºC, que só cede com antitérmicos. Registra-se diurese zero há mais de 18 horas. Uma semana atrás, em consulta no ambulatório de puericultura, pesava 11.200g. No exame físico, apresenta-se apática, com mucosas secas, pele com turgor e elasticidade diminuídos, pulso fino e enchimento capilar muito lento.

Em tal situação, deve-se, imediatamente:




  1. realizar punção intravenosa, solicitar dosagem sérica de eletrólitos e uréia, e prescrever a administração EV, em etapa rápida, de Ringer lactato (20 mL/kg);

  2. solicitar EAS, urinocultura e dosagem sérica de eletrólitos;

  3. solicitar hemograma completo, hemocultura e coprocultura;

  4. solicitar coprocultura, EAF e iniciar terapia de reidratação oral (TRO);

  5. iniciar terapia de reidratação oral (TRO) por sonda nasogástrica.



18 A utilização da VZIG (varicela zoster imunoglobulina) não está indicada ao contactante suscetível de varicela:


  1. recém-nascido a termo, cuja mãe tenha tido varicela no primeiro trimestre da gravidez, caso o RN não apresente sinais de infecção intra-uterina pelo vírus varicela zoster;

  2. gestante que não tenha tido varicela e não vacinada;

  3. recém-nascido, cuja mãe tenha tido varicela 5 dias antes do parto ou até 48 horas após;

  4. portador de síndrome nefrótica esteróide-dependente, sem história de varicela;

  5. prematuro, cuja mãe não tenha tido varicela.



19 No tratamento de uma criança com cetoacidose diabética é imprescindível a reposição de:


  1. fosfato, para aumento da oxigenação tecidual;

  2. bicarbonato;

  3. potássio;

  4. cálcio, com uso de fosfato;

  5. magnésio.




20 Acerca do leite materno é incorreto afirmar que:


  1. comparado ao leite maduro, o colostro apresenta maior concentração de proteínas, minerais e imunoglobulinas;

  2. o conteúdo de gordura é maior no final da mamada do que no início e diminui à medida que avança o dia;

  3. no leite de transição, ocorre um aumento de lipídios e lactose em relação ao colostro;

  4. o maior componente protéico do leite maduro é a  lactalbumina;

(E) a mastite não contra-indica a amamentação.



21 Ao atender um paciente com exposição tipo “lambedura em mucosa”, feita por um gato que desapareceu imediatamente, além da notificação, deve-se:


  1. lavar a região com água e sabão;

  2. esperar resposta da vigilância sanitária sobre o paradeiro do animal;

  3. iniciar o tratamento, o mais precocemente possível, com uma dose da vacina, nos dias 0, 2 e 4, e aplicar o soro;

  4. aplicar unicamente o soro;

  5. iniciar o tratamento com soro e uma dose diária de vacina, até que se completem dez; usar mais três doses de reforço, sendo a primeira no décimo dia, a segunda no vigésimo dia e a terceira no trigésimo dia após a última dose da série.



22 Reconhece-se como passível de contato a um caso de coqueluche:


  1. qualquer pessoa exposta a um caso de coqueluche antes do período catarral;

  2. qualquer pessoa exposta a um caso de coqueluche, vacinada apenas com uma dose;

  3. todo indivíduo exposto a um caso de coqueluche e não vacinado;

  4. qualquer pessoa exposta a um caso de coqueluche, entre o início do período catarral e até três semanas após o início do período de tosse típico da doença;

  5. todo indivíduo que apresenta tosse seca com duração de 14 dias ou mais.



23 A Vigilância Epidemiológica com relação à Doença de Chagas determina que:


  1. somente os casos por transmissão transfusional devem ser notificados;

  2. os casos crônicos sejam notificados compulsoriamente;

  3. todos os casos (agudos e crônicos) sejam obrigatoriamente notificados;

  4. somente os casos autóctones crônicos devem ser notificados;

  5. todos os casos agudos (principalmente por transmissão vetorial ou transfusional) devem ser notificados.




24 O perfil epidemiológico do diabetes no Brasil revela que a principal parcela dos casos pertence ao tipo:


  1. insulino-dependente (Tipo 1);

  2. tipo secundário (ou associado a outras síndromes);

  3. não insulino-dependente (Tipo 2);

  4. tipo secundário e Tipo 1;

  5. insulino-dependente (Tipo 2).




25 A vacinação de bloqueio, logo após a descoberta de um caso suspeito de difteria, deverá ser feita:


  1. em todos os contatos não-vacinados, inadequadamente vacinados ou com estado vacinal desconhecido;

  2. somente nos contatos que ainda não tiveram a doença;

  3. somente nos contatos com estado vacinal desconhecido;

  4. somente nos contatos não-vacinados;

  5. somente nos contatos estabelecidos nas últimas 24 horas e com a comprovação de duas doses de DPT na carteira de vacinação.

26 Pode-se afirmar, com relação a dengue, que:


  1. os casos só serão notificados após isolamento do vírus;

  2. a imunidade cruzada (homóloga) é permanente;

  3. nos casos graves de febre hemorrágica de dengue, o choque ocorre com maior freqüência entre o décimo-quinto e o trigésimo dia da doença;

  4. a imunidade cruzada (heteróloga) existe temporariamente;

  5. o tratamento focal para eliminação das larvas não resultou em redução nos índices de infestação predial.




27 As atividades desenvolvidas na indústria extrativa (mineração subterrânea e de superfície – no beneficiamento de minerais, como no coorte, britagem, moagem e lapidação) e na indústria de transformação (com atividades em cerâmicas e fundições), são atividades de risco, que expõem o trabalhador, principalmente:


  1. ao mercúrio;

  2. à sílica cristalina ou ao quartzo;

  3. ao enxofre;

  4. ao zinco;

(E) ao chumbo.
28 São considerados alimentos de alto risco para a sobrevivência e para a proliferação da salmonella typhi:


  1. alimentos cozidos e consumidos imediatamente;

  2. alimentos secos;

  3. leite e seus derivados, ostras, moluscos, mexilhões;

  4. massas;

  5. carnes cozidas ou assadas.




29 Com relação à vacinação como medida de controle da febre tifóide, pode-se afirmar que:


  1. possui alto poder imunogênico, com imunidade de longa duração;

  2. é a principal arma no controle da doença, sobretudo quando ocorrem surtos;

  3. é indicada durante as enchentes, pois o risco da doença aumenta devido à diluição das salmonelas no meio hídrico;

  4. quando indicada, a via preferencial para a administração é a intramuscular;

  5. é indicada para pessoas sujeitas a exposições excepcionais, como os trabalhadores que entram em contato com os esgotos.




30 A doença meningocócica, quanto à suscetibilidade e à imunidade, apresenta como característica:


  1. o número de casos é maior do que o número de portadores;

  2. o grau e a duração da imunidade conferida pela doença não são conhecidos com precisão;

  3. existência da imunidade cruzada;

  4. a suscetibilidade está restrita aos pré-escolares;

  5. a identificação sorológica não tem importância para o estudo da imunidade.



31 Os Conselhos de Saúde têm a seguinte característica:


  1. caráter provisório, até que a Câmara de Vereadores organize uma comissão na área da saúde;

  2. caráter permanente e somente consultivo;

  3. composto exclusivamente por representantes do setor público, do setor filantrópico e das instituições de ensino;

  4. caráter permanente e deliberativo;

  5. suas decisões não precisam de homologação pelo chefe do poder legalmente constituído, em cada esfera de Governo.



32 A habilitação dos municípios à condição de gestores plenos da atenção básica à saúde é decidida:


  1. na plenária da Conferência Municipal de Saúde;

  2. na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) dos Estados habilitados às condições de gestão avançada e plena do sistema estadual;

  3. na Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores;

  4. exclusivamente na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), após aprovação no Conselho Municipal de Saúde;

  5. pelo Prefeito e encaminhada, como informe, ao Ministério da Saúde para efetivação dos repasses financeiros.

33 Durante os primeiros 8 anos de um estudo sobre a doença coronariana, em cada 100 pessoas que entraram no estudo, sem a doença, 45 vieram a apresentá-la.

Essa informação corresponde ao parâmetro:




  1. risco relativo;

  2. taxa de incidência;

  3. taxa de prevalência;

  4. razão dos cruzados;

(E) risco atribuído ao fator.




34 Dentre o total de indivíduos que têm resultado positivo de determinado teste para uma doença, a proporção dos que estão verdadeiramente doentes indica:


  1. valor preditivo positivo;

  2. acurácia;

  3. especificidade;

  4. sensibilidade;

  5. valor preditivo negativo.




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