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particular

"ponha de parte... e vá juntando" Se você tem sentido dificuldade em monitorar o dinheiro que decidiu dar, pense em abrir uma conta separada. Bev e eu chamamos a nossa de "conta do Senhor."Você pode também fazer algo simples como separar uma "lata de bolacha" especial, na qual colocava o dinheiro que pretende dar.

O aspecto mais gratificante de separar dinheiro tem sido a emoção de orar para que Deus nos torne conscientes das necessidades e, então, capacitar-nos a respondermos a elas.
A contribuição deve ser premeditada.

Depois que me tornei um cristão, quase todo domingo Bev me perguntava, "Querido, quanto você gostaria de dar na igreja esta semana?" Minha resposta era sempre, "Não me importo. Você pode decidir."Devido a minha atitude de cavalheiro, eu não me colocava numa posição de experimentar a benção de contribuir, reservada para o doador. Para se conhecer a alegria total e colher a benção da dádiva, ela não pode ser feita descuidadamente. "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem da com alegria" (2 Coríntios 9:7). Nossa contribuição deve envolver o pensamento, planejamento e oração. No entanto, muitos cristãos fazem como eu costumava fazer - nunca pensam sobre a contribuição ate o momento da coleta.

O exemplo supremo da dádiva premeditada foi estabelecido por nosso Salvador, "o qual em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz" (Hebreus 12:2).

PARA QUEM DEVEMOS CONTRIBUIR?
Somos ordenados a compartilhar com três categorias de pessoas.
O receptor e a proporção da contribuição variam de acordo comas necessidades colocadas por Deus no coração de cada cristão.
Para a família

Em nossa cultura, temos experimentado uma separação trágica nesta área de compartilhar. Os maridos não tem provido suas mulheres, os pais tem negligenciado seus filhos e filhos adultos tem se esquecido de seus pais idosos. Tal negligencia e fortemente condenada. "Ora, se alguém não tem cuidado do seus, e especialmente dos de sua própria casa, tem negado a fé, e e pior do que o descrente" (1 Timóteo 5:8). Satisfazer as necessidades de sua família e parentes é a primeira prioridade da contribuição, o que não se deve negligenciar.


Para a igreja local, para os trabalhadores e ministros cristãos

Através de suas paginas, a Bíblia focaliza o apoio ao ministério do Senhor. O sacerdote do Velho Testamento tinha que receber um apoio especifico (Números 18:21) e o ensino sobre apoio ao ministério é forte também no Novo Testamento. "Os pastores que fazem bem o seu trabalho, devem ser bem pagos e altamente estimados, de maneira especial aqueles que trabalham arduamente, tanto pregando como ensinando" (1 Timóteo 5:17, BV). Quantos trabalhadores cristãos tem sido distraídos de seu ministério devido a um salário minguado? Muitos!

As pessoas perguntam a mim e a Bev se contribuímos apenas através da igreja local. Em nosso caso, a resposta e não. No entanto, damos um mínimo de dez por cento de nosso salário regular a nossa igreja, porque cremos que essa e uma expressão concreta de nosso compromisso com ela. Mas também ofertamos aqueles que tem exercido influencia direta sobre nós. "Mas aquele que esta sendo instruído na palavra faca participante de todas as cousas boas aquele que o instrui"(Gálatas 6:6).
Para o pobre

Eu mesmo não fui para a cama com fome na noite passada, mas estatísticas dizem que um bilhão de pessoas no mundo estão famintas a cada noite. Isso e chocante! O número e tão grande que podemos nos sentir impotentes quanto ao que fazer. Mas as Escrituras enfatizam com consistência nossa responsabilidade de dar ao pobre e ao desprovido.

Em Mateus 25:34-45, somos confrontados com uma das verdades mais empolgantes e, ao mesmo tempo, mais serias da Bíblia. Leia-a com cuidado:
Então dirá o Rei... Porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber... Então perguntarão os justos: Senhor, quando foi que to vimos com fome e to demos de comer? Ou com sede e te demos de beber?... O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Então o Rei dirá também aos que estiverem a sua esquerda: apartai-vos de mim,malditos, para o fogo eterno...Porque tive fome e não me destes de comer.Tive sede e não me destes de beber... sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.
De alguma forma misteriosa que não podemos compreender totalmente, Jesus identifica-se, pessoalmente, com o pobre. Você quer ministrar a Cristo? Você o faz quando da ao pobre. Se essa verdade é chocante, então a recíproca e terrível. Quando não damos aos pobres deixamos o próprio Cristo faminto e sedento.
Três áreas de nossa vida crista são afetadas por nossa contribuição ao pobre ou pela falta dela:
1. A oração

A omissão em repartir com o pobre pode ser a causa de oração não respondida. "Porventura não e este o jejum que escolhi... que reparta o teu pão com o faminto e recolhas em casa os pobres desabrigados.. “então clamaras e o SENHOR to ouvira" (Isaías 58:6-9). E, "O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamara e não será ouvido"(Provérbios 21:13).


2. A provisão

Nossa provisão e condicionada a nossa contribuição para como necessitado. "O que da ao pobre não terá falta, mas o que dele esconde os seus olhos será cumulado de maldições" (Provérbios 28:27).


3. O conhecimento mais intimo de Jesus Cristo

Aquele que não da ao pobre não conhece o Senhor de forma intima. "Julgou a causa do aflito e do necessitado; por isso tudo lhe sucedeu bem. Porventura não é isso conhecer-me? Diz o SENHOR" (Jeremias 22:16).


A contribuição para com o pobre tem sido desencorajada, em parte, devida a falha do governo com relação aos programas sociais governamentais. No entanto, quero desafiá-lo a pensar em pedir que o Senhor coloque uma pessoa pobre em sua vida. Este passo será significativo para sua maturidade no relacionamento com Cristo. Oro para que você e eu sejamos capazes de fazer a afirmação de Jó: "porque eu aliviava os pobres que clamavam, e também o órfão que não tinha quem o socorresse... e eu fazia rejubilar-se o coração da viúva... Eu me fazia de olhos para o cego, e de pe para o coxo. Dos necessitados era pai e até a causa dos desconhecidos eu examinava" (Jó 29:12-16).

Embora essa área possa ser frustrante algumas vezes, os benefícios potenciais para o doador fazem com que ela seja uma das áreas mais empolgantes e realizadoras de toda nossa vida crista.




CONTRASTE
A sociedade diz: Mais bem-aventurado e receber do que dar.
As Escrituras dizem: "Mais bem-aventurado e dar que receber" (Atos 20:35).


COMPROMISSO
Estabeleça um tempo, a cada semana, para discutir e orar sobre a contribuição. Use-o para rever esse capítulo.
DEZ
TRABALHO

QUEM É SEU VERDADEIRO PATRÃO?





Aos 29 ANOS ALLEN HITCHCOCK SENTIA-SE PRESO numa armadilha. Por seis anos havia trabalhado como vendedor numa grande loja de departamento.

E
O consumo da preguiça, como o da ferrugem, e mais rápido que o desgaste do trabalho.
BENJAMIN FRANKLIN

ra competente e ganhava razoavelmente bem. No entanto, ansiava por um cargo de gerente no futuro mas, ao olhar ao redor, via que todos os que eram promovidos a cargos gerenciais tinham cursado a universidade. Assim, fez cursos noturnos e recebeu seu certificado em Administração de Empresas. Logo em seguida, a companhia promoveu-o a um cargo com um salário muito mais alto.
Os primeiros anos foram exatamente como havia imaginado -horário de serviço razoável, bom salário e benefícios extras atraentes.Então, o inesperado aconteceu. A companhia expandiu-se para a Florida e os Hitchcocks foram transferidos. A expansão trouxe exigências mais pesadas e Allen assumiu responsabilidades maiores como assistente de gerente.
No inicio, o desafio empolgante agradou-o; no entanto, rapidamente seus cinco dias de trabalho foram convertidos em seis e suas oito horas diárias, em quatorze. Alem disso, seu novo chefe era tão exigente que Allen começou a experimentar muita tensão no trabalho.

Agora tinha mais trabalho, mais responsabilidades, mas como era assistente do gerente, não podia receber pelas horas extras. Como resultado, ganhava o mesmo valor anterior ao da promoção; e o ressentimento para com o empregador foi crescendo. Allen começou apoderar se a gerencia compensava o estresse.

As frustrações de Allen não são incomuns. Poucas pessoas estão completamente satisfeitas com seus empregos. Tédio, falta de realização, medo de perder o emprego, salários inadequados, trabalho em excesso e outras incontáveis pressões contribuem para um nível razoável de descontentamento. Médicos, donas de casa, secretarias, assistentes de venda, executivos e gerentes - independente da profissão, as frustrações são semelhantes.

Durante 50 anos de carreira, uma pessoa gasta cerca de 100.000 horas trabalhando. A maior parte da vida do adulto e envolvida com o trabalho. Infelizmente, muitas pessoas apenas suportam o seu trabalho, ignorando o fato de que 25 por cento de sua vida são devotados a um serviço desagradável. Por outro lado, algumas pessoas gostam de mais do serviço e negligenciam as outras prioridades da vida.

As pessoas, em geral, ficam em um dos extremos: ou trabalham o mínimo possível porque o serviço e tedioso ou tendem a trabalhar o tempo todo porque ele começa a ser extremamente importante. As Escrituras afirmam o valor do trabalho, mas ensinam que devemos ter equilíbrio.O trabalho e planejado para desenvolver nosso caráter. Enquanto capacita-nos a prover nosso bem-estar, o trabalho e o caminho para a experiência de um relacionamento mais intimo com o Senhor e com outras pessoas. Para se encontrar satisfação e equilíbrio no trabalho, é preciso entender o que as Escrituras ensinam sobre ele.

A PERSPECTIVA BÍBLICA DO TRABALHO
M

Diligencia é ama e do bom êxito.
CERVANTES

esmo antes da Queda, quando o pecado entrou na raça humana, Deus instituiu o trabalho. "Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar" (Gênesis 2:15). A primeira coisa que o Senhor fez com Adão foi atribuir-lhe um serviço. Ao contrário do que muitas pessoas possam pensar, o trabalho foi iniciado para o nosso beneficio, no ambiente sem pecado do Jardim do Éden. Depois da Queda, o trabalho tornou-se mais difícil. "Maldita é a terra por sua causa: em fadiga obterás dela o teu sustento durante os dias de tua vida”.


Ela produzirá também cardos e abrolhos, e to comerdes a erva do campo. Do suor do rosto comerdes o teu pão". (Gênesis 3:17-19).

O trabalho é tão importante que em Êxodos 34:21 Deus dá o seguinte mandamento: "Seis dias trabalhareis, mas ao sétimo dia descansareis." O crente do Velho Testamento devia trabalhar seis dias. No Novo Testamento Paulo é bem direto quando diz, "Se alguém não quer trabalhar, também não coma" (2 Tessalonicenses 3:10). Examine com cuidado o versículo que diz, "Se alguém não quer trabalhar..." Ele não diz, "Se alguém não pode trabalhar..." Este principio não se aplica àqueles que são mentalmente ou fisicamente incapacitados de trabalhar para aqueles que são capazes, mas decidem não trabalhar.

O propósito básico do trabalho e desenvolver o caráter. Enquanto o carpinteiro constrói uma casa, ele também e construído por ela. A habilidade, a diligencia, a destreza manual e o julgamento são refinados. O trabalho não e somente uma tarefa designada para se ganhar dinheiro; de uma outra perspectiva, e também designado a produzir o caráter santo na vida do trabalhador.

Um amigo íntimo tem uma irmã que tem sido sustentada por seus pais por mais de 30 anos. Jamais precisou enfrentar a responsabilidade e durezas que envolvem o trabalho. Como conseqüência, seu caráter não foi bem desenvolvido e ela e imatura em muitas Áreas de sua vida.


Profissões de honra

As Escrituras não colocam nenhuma profissão honesta acima de outra. Ha dignidade em todo tipo de trabalho e a Bíblia apresenta uma ampla variedade de vocações.

Davi foi pastor de ovelhas e rei. Lucas foi medico. Lídia, uma vendedora que comercializava tecidos. Daniel trabalhou para o governo.Paulo fazia tendas. Amós colhia figos. Se Deus pode usar um homem que colhia figos, e certo que pode usar-nos em nosso trabalho. Na verdade, o Salvador do mundo foi carpinteiro. Na economia de Deus, a dignidade de um mecânico de automóveis e a mesma que a do presidente da General Motors, a de um pastor sênior, a mesma que a da secretariada igreja.

A PARTE DE DEUS NO TRABALHO
As Escrituras revelam três responsabilidades especificas do Senhor em relação ao trabalho.
1. Deus dá habilidades para o serviço.

Êxodo 36:1-2 ilustra esta verdade: "E todo homem hábil a quem o SENHOR dera habilidade e inteligência para saberem fazer toda obra." Deus deu habilidades únicas a cada um de nos. As pessoas tem habilidades muito variadas, habilidades manuais e capacidades intelectuais. Não e o caso de uma pessoa ser melhor do que a outra, mas o simples fato de terem recebido capacidades diferentes.


2. Deus da sucesso.

A vida de José e um exemplo perfeito: "O SENHOR era com José que veio a ser homem prospero" (Gênesis 39:2-3). Como vimos, você e eu temos certas responsabilidades, mas precisamos reconhecer que e Deus quem da o sucesso.


3. Deus controla a promoção.

Lemos no Salmo 77:6-7 "A forca e a ajuda de que o homem precisa não vem desta terra, seja de onde for. Deus e quem julga os homens, dando força e poder a uns, e destruindo outros" (BV). Mesmo que seja uma surpresa para você, não e seu chefe que decide se você será promovido ou não. Ao entender isso, você trabalhara com uma atitude diferente. Isso deveria ter um impacto tremendo em seu desempenho como empregado.




Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como Para o Senhor, e não para os homens. COLOSSENSES 3:23
Essa perspectiva do papel de Deus no trabalho e um contraste marcante com o que muitos pensam. A maioria das pessoas deixa Deus fora do trabalho e crê que somente elas controlam seu sucesso e promoções. No entanto, aquelas que tem um entendimento bíblico irão relacionar-se com seu trabalho com base num padrão inteiramente diferente. Elas podem evitar uma das principais razões pelas quais as pessoas experimentam o estresse e a frustração em seu trabalho, pois já entendem a participação de Deus nele.
Pare de ler por alguns minutos e pense sobre isso. Deus da a você habilidades e controla seu sucesso e promoção. Pense em como essa mudança de perspectiva ira influenciar você e seu trabalho.

NOSSA PARTE NO TRABALHO
Todos nos temos certas responsabilidades relacionadas com nosso trabalho. As Escrituras revelam que, de fato, estamos servindo ao Senhor e não a pessoas em nosso trabalho. "Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor, a não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor,e que estais servindo" (Colossenses 3:23-24).

Essa perspectiva tem implicações profundas. Considere sua atitude em relação a seu trabalho. Se pudesse ver a pessoa de Jesus Cristo como seu patrão, tentaria ser mais fiel no serviço? A pergunta mais importante que você precisa responder todos os dias, ao começar a trabalhar e: Para quem trabalho?Você trabalha para Cristo.


Trabalho árduo

"Tudo quanto to vier a mão para fazer, faze-o conforme as tuas forcas" (Eclesiastes 9:1O). "O preguiçoso não assara a sua caca, mas o bem precioso do homem e ser ele diligente" (Provérbios 12:27). Nas Escrituras, o trabalho árduo e a diligência são encorajados enquanto que a preguiça e, por repetidas vezes, condenada: "Quem e negligente na sua obra ja e irmão do desperdiçador" (Provérbios 18:9).

A vida de Paulo foi um exemplo de trabalho árduo. "Em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós... mas por termos em vista oferecer-vos exemplo em nós mesmos, para nos imitardes" (2 Tessalonicenses 3:8-9). Seu trabalho deve ser de nível tão elevado que faça com que as pessoas jamais identifiquem preguiça e mediocridade com Deus.

Mas não trabalhe em excesso! O trabalho demasiado atingiu proporções epidérmicas. Um compromisso exagerado, ofegante, frenético invade nossa cultura. O trabalho árduo deve ser equilibrado com outrasprioridades da vida. Certamente que nossa prioridade maior e o relacionamento com o Senhor. "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça" (Mateus 6:33). A segunda prioridade e a família.

Se seu trabalho demanda tanto de seu tempo e energia que você negligencia seu relacionamento com Cristo ou com a família, então você está trabalhando demais. Talvez seu trabalho exija demais, ou seus hábitos de trabalho precisem ser mudados. Se você tende a ser um"viciado no trabalho", tome precauções extras para se proteger contra a negligencia das outras prioridades.

Êxodo 34:21 diz: "Seis dias trabalharás, mas ao sétimo dia descansarás, quer na aradura quer na sega."

Creio que esse principio do Antigo Testamento de descansar um dia dentre os sete aplica-se a nós hoje. Isso tem sido difícil para mim, principalmente quando estou trabalhando sob a pressão de um prazo limite ou pressão financeira.

O descanso pode tornar-se uma questão de fé. Será que o Senhor é capaz de tornar nossos seis dias de trabalho mais produtivos que os sete? E sim! O Senhor instituiu esse descanso semanal para nossa saúde física, mental e espiritual. O diagrama abaixo ilustra o equilibrio que Deus deseja para nossas vidas.





RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR
O empregador piedoso deve agir de forma equilibrada. Ele deve amar, servir e encorajar o empregado, mas também prover liderança e manter os empregados conscientes de suas tarefas. Examinemos vários princípios que devem governar a conduta de um empregador.
Sirva seus empregados.

A base para a liderança bíblica e o servir. "Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva" (Mateus 20:26). É bem freqüente os empregadores concentrarem-se na produção do lucro, a custa dos empregados. No entanto, a Bíblia leva o empregador a equilibrar os esforços para obtenção de lucro com uma preocupação altruísta pelos empregados. Estes devem ser tratados com justiça e com genuína dignidade. "Senhores [empregadores], tratai aos servos com justiça e com equidade, certos de que também vos tender; Senhor no céu" (Colossenses 4:1).


Os empregadores devem buscar caminhos criativos de servir seus subordinados. Por exemplo, devem considerar o investimento de tempo e dinheiro para educar e trazer progresso as habilidades de trabalho de seus empregados. A medida que os empregados tornam-se mais capazes, tanto eles quanto a empresa poderão ganhar mais.
Seja um bom comunicador.

A estória bíblica da construção da Torre de Babel ensina a importância da boa comunicação.

Naquele tempo todos falavam a mesma língua e tinham o objetivo comum de construírem a torre. O Senhor fez a seguinte observação marcante, "Eles são um só povo e falam uma só língua, e começaram a construir isso. Em breve nada poderá impedir o que planejam fazer" (Gênesis 11:6, NVI).

Como a construção da torre não era o que o Senhor desejava, Ele interrompeu-a. E como fez isso? Destruindo a habilidade de comunicação. "Venham, desçamos e confundamos a língua que falam, para que não entendam mais uns aos outros" (Gênesis 11:7, NVI).

É muito importante escutar a reclamação dos empregados. "Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles contendiam comigo, então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo ele a causa, que lhe responderia eu?" (Jó 31:13-14). Um ouvido sensível e pronto a escutar e a expressão concreta de seu cuidado pela outra pessoa. Diante de uma reclamação legitima, o empregador deve tomar os passos necessários para solucionar o problema.
Mantenha os empregados responsáveis.

A responsabilidade de manter os empregados informados sobre o que se espera deles e do empregador. O empregador deve avaliar, deforma regular, o desempenho deles e lhes comunicar o resultado dessa avaliação. Se o desempenho de um empregado não e satisfatório e se ele não for capaz ou não desejar mudar, talvez haja a necessidade de uma mudança de funcionário.


Pague em dia um salário justo a seus empregados.

Ordena-se que os empregadores paguem um salário justo."Chegar-me-ei a vos outros para juízo; serei testemunha veloz contra os... que defraudam o salário do jornaleiro" (Malaquias 3:5). Devem também pagar os salários em dia. "Não oprimiras o jornaleiro pobre e necessitado... No seu dia lhe darás o seu salário, antes do por do sol... para que não clame contra ti ao SENHOR, e haja em ti pecado" (Deuteronômio 24:14-15).


RESPONSABILIDADES DOS EMPREGADOS
Podemos identificar as seis maiores responsabilidades do empregado cristão ao examinarmos a tão conhecida estória de Daniel na cova dos leões. O sexto capítulo de Daniel conta-nos que Dario, rei da Babilônia, apontou 120 homens para administrarem o governo e três homens, um dos quais Daniel, para supervisionarem os administradores.Quando o Rei Dario decidiu promover Daniel ao trabalho de governar o reino inteiro, os empregados de Daniel resolveram eliminá-lo. Primeiro, procuraram uma oportunidade de tirarem seu crédito no serviço. Como não encontraram, persuadiram o Rei Dario a fazer um decreto insensato. Por um período de 30 dias, todos no reino deveriam adorar somente ao rei ou sofreriam punição, que seria a morte na cova dos leões. Daniel foi lançado na cova porque continuou a adorar ao Deus vivo. O Senhor salvou esse empregado piedoso enviando Seu anjo para fechar as bocas dos leões.

Examinemos os atributos de um empregado piedoso, conforme estabelecido por Daniel.


Honestidade

Daniel 6:4 conta-nos que os empregadores de Daniel não encontravam terreno para o acusarem em seu trabalho."Culpa alguma" podia ser encontrada no serviço de Daniel. Ele era absolutamente honesto. Já estudamos a importância da honestidade neste livro.


Fidelidade

Em Daniel 6:4, Daniel e descrito como "fiel." "Daniel, pois, quando soube que a escritura [ordenando que somente o rei deveria ser adorado] estava assinada, entrou em sua casa...três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer" (Daniel 6:10).

Daniel governou a nação mais poderosa de seis dias. Poucos de nós teremos de encarar a magnitude das responsabilidades de Daniel e a demanda do tempo exigido dele. Mas esse homem conhecia a importância e a prioridade da oração. Se você não tem orado com consistência, seu trabalho esta sendo prejudicado.
Honra ao empregador

"Então Daniel falou ao rei: O rei, vive para sempre!" (Daniel 6:21).Que resposta marcante! O rei, seu empregador, tinha sido enganado e foi forcado a enviar Daniel para a cova dos leões. Mas a reação de Daniel foi de honra por seu patrão. Pense em como seria natural ele dizer algo como, "Seu horroroso!

O Deus que enviou Seu anjo para fechar a boca dos leões vai puni-lo!" Ao contrario, ele honrou seu empregador.

O empregado piedoso sempre honra seu superior. Em 1 Pedro 2:18 lemos: "Servos [empregados], sede submissos, com todo o temor aos vossos senhores, não somente aos bons e cordatos, mas também aos perversos." Uma forma de honrar seu empregador e jamais participardes fofoca por de trás dele - mesmo que ele não seja a pessoa ideal.

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