Humberto Mariotti Dialéctica y Metapsíquica (1929)


VII Caracteres da filosofia espírita



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VII

Caracteres da filosofia espírita


Tarefa bastante delicada é estudar a filosofia espírita, por isso que sua doutrina da personalidade humana e sua interpretação do universo diferem, em grau supremo, de todos os sistemas clássicos conhecidos. Indagar no campo científico que nos oferece o Espiritismo significa, antes de tudo, colocar-se em posição imparcial perante o que teria sido aceito como uma conclusão exata e definitiva, isto é, que os dogmas da ciência positivista deverão ser momentaneamente abandonados, para mais tarde, uma vez estudadas as doutrinas espiritistas que emergem do fenômeno metapsíquico, compará-las com o positivismo e valorizá-las entre si, sem espírito pré-concebido.

Com ampla razão o eminente filósofo moderno e homem de ciência, Dr. Gustave Geley, disse, ao referir-se ao estudo do Espiritismo: Para apreciar esta doutrina em todo o seu valor, é necessário momentaneamente abandonar toda outra idéia filosófica ou religiosa que se tenha. Com efeito, o Espiritismo apresenta uma série de contrastes internos com os outros sistemas metafísicos ou religiosos. O Espiritismo difere das religiões pela ausência total do misticismo, não invocando revelações nem o sobrenatural. O Espiritismo só admite fatos experimentais, com as deduções que dos mesmos decorrem.14

E assim é, na verdade.

Todo homem que se proponha a realizar um estudo sobre o Espiritismo, não poderá fazê-lo se trouxer em seu espírito uma forte dose de positivismo. Quando o pensamento está imbuído de idéias dogmáticas, jamais será possível assimilar aquilo que o progresso pudesse oferecer à humanidade. Por isso pensamos que a doutrina espiritista é uma ideologia não apta para os espíritos conservadores, nem para aqueles que temem o advento de uma verdade nova.

Muitos dos nossos contraditores costumam negar ao Espiritismo seu caráter eminentemente revolucionário. Primeiro, por temor de uma subjugação, por parte dos representantes da sociedade contemporânea; segundo, porque esse qualificativo destrói muitos e antigos conceitos que se têm acerca da doutrina. Dizer, por exemplo, que o Espiritismo é revolucionário, é realmente perturbar a face antiprogressista de muitos espíritos que vivem suportando todas as iniqüidades humanas, devido a uma atitude conformista ou resignada. Ao contrário, esse qualificativo exige do homem uma nova interpretação da vida social e do sentimento metafísico que toda criatura guarda consigo, elevando-o ao estágio analítico da ciência, da filosofia e da religião.

Não esqueçam os nossos contendores materialistas que o ideal espiritista não adormece o espírito humano com promessas celestiais de uma vida futura, nem vem reforçar a existência anacrônica dos dogmas religiosos ou a vida parasitária das castas sacerdotais, que vivem encerradas dentro das luxuosas paredes das catedrais. Os espíritas estão muito de acordo com esse sentir contemporâneo, no que respeita ao liberalismo, que caracteriza os ideais avançados. Mas reclamam destes um critério mais equânime e profundo, quando julgam o Espiritismo e o colocam, como faz o Dr. Troise, entre as seitas religiosas, como se fosse uma seita moderna, que viesse coarctar a libertação espiritual dos povos. Essa maneira de julgar uma doutrina essencialmente científica, pelo fato de não admitir a sobrevivência e a indestrutibilidade do espírito, se nos afigura anódina e caprichosa.

Se é verdade que existe uma boa parte dos espiritistas que interpretam o Espiritismo como uma nova religião, sem projeções idealistas nem científicas, não é menos que o prejulgam através do erro daqueles que acomodaram a doutrina ao seu paladar. A história apresenta numerosos exemplos sobre a falsa interpretação das idéias; e, sem ir muito longe, sabemos que há no Brasil um partido socialista, que ostenta nas suas sedes os retratos de Karl Marx ao lado dos da Virgem Maria e de São José. Como se vê, o Espiritismo, como outras idéias, não pôde escapar de semelhante fenômeno, que a história constata em todas as idades.

Nosso teatro nacional exibiu uma obra do Dr. Vicente Martinez Cuitiño, intitulada Horizontes!... Verificamos no final da peça, na troca da idéias entre o autor e o público, que o vocábulo “Espiritismo” repugnava ao auditório e que o escritor teve um especial cuidado de não apresentar a tese espírita na trama da obra, baseando-se tão somente nas hipóteses metapsíquicas.

Posto de manifesto este cáustico, ainda que bastante suavizado para o Espiritismo, por intelectuais e homens de ciência de todos os países, somos levados a cada momento a fazer uma pergunta: É acaso macabra, antinatural ou trivial a idéia da sobrevivência humana, a ponto de custar tanto ao homem admiti-la como uma idéia filosófica, moral e justa?

Esta repulsa pela imortalidade, segundo uns, não se deve a que os tempos não sejam chegados para os que assim sentem, nem a outras explicações de caráter religioso: a causa se prende, antes, à má exposição que as religiões fizeram sobre a alma e conforme nele as teorias materialistas triunfaram sobre os dogmas bíblicos. Em sua aparição, o Espiritismo não levou em conta o desprestígio que no futuro adquiriria a idéia da imortalidade da alma, pelo erro das religiões; e, esquecendo esse dado tão importante, ofereceu-se à humanidade, não com o objetivo exclusivo de demonstrar os erros da escola materialista, mas com o de amedrontar a todas as religiões com a grandeza de seus postulados, essencialmente superiores a quantos sistemas religiosos hão sido conhecidos.



* * *

A filosofia espírita, como conhecimento do mundo, não vem encadear as potências libertadoras do homem. Quiçá seja ela a única idéia que dará ao indivíduo a segurança absoluta da eternidade de seu ser. Isto, porém, não quer dizer que venha proclamar que os bens terrenos, quando não alcançados em nosso trânsito pela Terra, serão alcançados em mundos ultraterrenos.

A idéia do mundo, que nos dá o Espiritismo, é uma idéia de combate e de evolução. Se a evolução, que nos vem do velho mundo normal, é uma evolução que se conforma com os obstáculos oferecidos pelo presente, em compensação a idéia de evolução oferecida pelo Espiritismo é revolucionária e inadaptável ao que a sociedade manda guardar e respeitar.

Além disso, a moral da filosofia espírita não é um princípio que deverá amoldar-se a todos os espíritos. Em sentido geral aconselha o bem e a fraternidade, mas em particular não impõe nenhum cânon moral, porque sabe que o homem é uma potência essencial que, à medida que vai realizando seu processo evolutivo, desenvolve novas formas de moral, que diferem das anteriores.15

Cada ser é um mundo moral que se vem realizando individualmente, apesar das relações entabuladas com a sociedade. Sabe o Espiritismo que o fator sociedade não inibe o espírito de realizar suas vivências pessoais. A sociedade marchará para novas formas de vida, sempre que o ser as manifeste essencialmente, pois toda forma social imposta pela força nem será natural, nem durável. Num momento dado, quando a essência espiritual das massas exteriorizar novos sentidos de vida, essa forma, que não simbolizava a essência moral de todos, cairá, dilacerando muitos sentimentos e estados espirituais.

Em compensação, as formas espirituais firmar-se-ão, quando as manifestações coletivas forem de uma mesma espiritualidade. Assim, haverá harmonia na estrutura e no ser moral da sociedade, o qual não dará lugar a lutas, a fim de manter certas classes sociais e certos privilégios.

A filosofia espírita concebe uma forma ideal de sociedade. É claro, porém, que para atingi-la não se propõe a gestar o amotinamento nem a rebelião daqueles que tiverem pré-formada na mente aquela idealidade social.

A rebelião e a revolução representam para a filosofia espírita elementos que, uma vez passados ou realizados, não deixam no espírito nenhum valor permanente.

A verdadeira revolução não será, pois, nunca de caráter coletivo. Terá, antes, um caráter individual. É no individual que se arraiga a experiência e onde a manifestação essencial logrará um novo estado ou outra maneira de ser do eterno existir.

Por isso a moral que nos oferece o conhecer espírita não é única, mas variável e de múltiplas facetas. Cada ser traz consigo seu próprio mundo moral. A moral de Judas e a moral de Jesus são aspectos manifestantes da essência espiritual que, analisados sob critério espírita, nem um é condenável, nem o outro venerável. Desde que Judas possui essencialmente aquilo que o Cristo já manifestou, o resultado é que um ser é menos desenvolvido e deverá alcançar aquilo que já está desenvolvido em Jesus, mas que em seu ser existe de toda a eternidade.

Para o Espiritismo a moral não é uma invenção nem um conjunto de preceitos que, uma vez confeccionados, a todos servirão por igual.

Mais que um animal de costumes, o Ser é uma força psíquica que, para manifestar-se em toda a sua plenitude, necessitará de liberdade moral. Sua verdadeira natureza é de processos evolutivos, cambiante, numa palavra, dialética.

O amor e a liberdade serão o único governo do Espírito. Um amor amplo, cósmico, que abarque não só a natureza do nosso planeta, mas a vida de todos os sistemas planetários, de todos os mundos habitados e habitáveis, que giram no espaço universal.

Com esta visão plena do existir, a filosofia espírita criará no Ser um novo tipo de pessoa que nem será o rotineiro habitante de um país ou de uma pátria, mas sê-lo-á do Todo, já que por sua essência individual participará da essência do cosmos e de tudo quanto tem realidade cósmica e essencial.

A idéia de comunidade é em seu espírito um reflexo de sua própria unidade substancial. À medida que esta noção de unidade adquire consciência no homem, as divisões fictícias de sociedade irão desaparecendo. Por isso, aqueles que já conceberam a idéia de comunidade em seu Ser, é porque perceberam a própria realidade substancial.

Os grandes legisladores sociais que alcançaram a noção essencial do homem são um exemplo da revolução que implicam as grandes visões do universo. A revolução que nem seja profética, nem esteja ligada à essência eterna do ser, por mais transcendental que a consideremos, será um sucesso social que com o tempo será absorvido pela rotina. Os fatores transformadores da sociedade, quando chegar a hora, mover-se-ão pelo impulso dos grupos interessados e não pelo espírito de revolução que será, antes de tudo, um mandato imperioso de essência do homem.

A sociologia do mundo é para o Espiritismo mais do que de caráter coletivo – será de caráter individual.

Se tivesse sido apenas de caráter coletivo, como se chegou a pensar, a humanidade já deveria ter esgotado o problema, que todavia ainda subsiste, da sociologia do mundo. Não obstante, a história continua a mover-se aos impulsos da inconsciência coletiva, inconsciência que não significa mais do que o desconhecimento da natureza essencial do homem, e que sociólogos e filósofos atribuem à incapacidade das massas, sem que, todavia, se dêem conta de que as grandes transformações do mundo serão reais e realizáveis quando, por intermédio do indivíduo, se haja despertado no coletivo o sentido cósmico e eterno do Ser.

Só assim existirá o ser revolucionário, não de um mundo econômico apenas, mas na compreensão geral do mundo e do universo.

Sabe o Espiritismo que o que se aspira na terra, como bem-estar coletivo e individual, já é realidade em outros mundos habitados, porque a essência que move os seus habitantes alcançou o sentido do essencial, no que concerne à estrutura e às formas de sua realidade material.

Eis por que, se o filósofo espírita levanta o olhar para os espaços, não o faz apenas para implorar a proteção de entidades celestes, mas para perscrutar a realidade essencial dos mundos, que em breve serão outras tantas fontes de conhecimento, posto ainda não seja uma realidade a comunicação interplanetária.

O sentido espírita da vida dá ao Ser uma compreensão eterna do ato humano realizado. O homem não será, pois, o esfumante fantasma que se move entre dois pontos enigmáticos: o berço e o túmulo. Para a filosofia espírita o Ser é uma mecânica que atua tanto antes do nascimento, quanto após a morte.

Com o Espiritismo muda fundamentalmente a cultura de existência. Se hoje o homem e a sociedade se movem cegamente, é por falta de uma cultura dos fenômenos do mundo. No dia em que a espécie possuir uma cultura do nascimento e da morte e, por compreensão filosófica, uma cultura da dor e uma cultura do prazer, será porque o indivíduo e a sociedade mover-se-ão iluminados, em estado de plenitude, isto é, conscientes da essência eterna que os anima.

Possuir a cultura da existência é aproximar-se da sabedoria. Enquanto o homem não possuir a cultura da existência, será um ser vacilante, que se moverá angustiosamente, entre a luz e a sombra. Saber que pisar o planeta nem implica a morte nem o nada é criar no indivíduo um sentido psicológico novo de estar no mundo.

Quando as formas fisiológicas do homem, com seu mecanismo maravilhoso, descerem aos túmulos, vencidas pelo tempo e pelas enfermidades, nesse ato não se extinguirá toda a essência do Ser. A filosofia espírita, ao contrário, sabe que esse gesto, que parece o último realizado pelo homem, nada mais é do que a entrega à terra de umas tantas peças, mas não a extinção do pensamento ou do Ser, que, enquanto se movia e se achava sobre o planeta, era como um deus desafiando o desconhecido.

Esse ato de agonia e de morte do Ser, segundo o pensar espírita, não aniquila o anjo terreno: ao contrário, dar-lhe-á oportunidade para chegar a ser esse deus, que se oculta no mistério de sua essência.

A morte ou o morrer são fatos que não podem aniquilar aquilo que não teve princípio nem terá fim. Pois tudo quanto existe e está no universo são apenas fenômenos de transformação e processos: nada foi criado; a Criação não existe. Por isso a morte não é um fenômeno inteligente, isto é, real e certo. A morte é uma transformação do Ser ou, melhor dito, uma revolução do existir, que coloca a Essência individualizada numa nova forma dentro da unidade do mundo.

O Espiritismo nos diz que a Essência é a única realidade do cosmos e que, enquanto a razão descobre em si mesma e em seu redor os efeitos do movimento, a vida é e será eternamente.



O movimento é uma expressão de eternidade. A essência é o ato puro infinito que, através do tempo e das formas fenomenológicas, adquirirá sensação e consciência de si mesma. Se parece que a essência morre com o falecimento do homem, é porque leva consigo muitas formas expressivas de seu Ser; e uma delas é a de transformar-se num fato de morte. Mas daí ao aniquilamento absoluto, idéia sobre a qual foi estruturada toda a civilização do mundo, medeia um verdadeiro abismo.

A civilização e a cultura que nos oferece a filosofia espírita são sempre dialéticas, no fundo e na forma. O sentido de materialização e de desmaterialização não está generalizado, nem mesmo entre os pensadores e filósofos, que são a humanidade avançada. É por isso que o fato de morrer não é concebido como uma desmaterialização de essência.

Nascer – negação da negação (morte) – é pela mesma realidade da essência. Se há um nascimento é porque se materializa a essência. A materialização que se desenvolve aos nossos olhos, depois do nascimento, realiza seu processo de crescimento porque possui, em forma essencial, todo o necessário para desenvolver-se. Um nascimento, isto é, uma materialização, contém em si as mesmas propriedades que contém o grão de trigo, o talo, as folhas, as espigas, a farinha, o pão e até o trabalho daquele que amassará a farinha, para transformá-la em pão e também a criatura que com ele será alimentada.

Tudo quanto ocorre nos fenômenos do mundo é, em última análise, uma manifestação da Essência. Com esta visão filosófica, o processo histórico torna-se aos nossos olhos o desenvolvimento da essência coletiva, poderíamos dizer, já que a única realidade histórica está no individual, isto é, nas manifestações da Essência.


Resumo


Se forem falsas ou incertas as noções da filosofia espírita, o gênio e o destino do homem serão pó, morte, nada. Seria bom exclamar: De que vale ser homem, se este é apenas uma sombra....

Como, porém, dia após dia, a ciência vem comprovando que a filosofia espírita é verdadeira, a essência do Ser continuará, sob essa luz, desenvolvendo suas potencialidades. Posta a esperança em seu divino amanhã, entre auroras e ocasos, entre amores e desenganos, continuará seu processo ascendente.

Entre dúvidas e crenças seguirá o conhecimento, buscando a explicação do mundo, até o dia em que o ser essencial do homem, dando-se conta de que, sendo parte no todo, é também unidade, unir o seu pensamento ao pensamento do cosmos e, com mais inteligência, com mais vontade e com mais sentimento, tornar a sua tarefa de exploração mais leve e menos dificultosa.

Continuem, entretanto, a filosofia e a religião a sua busca. Como uma estrela de amor, a ciência espírita continuará iluminando o caminho de todos os peregrinos que vão em busca da verdade, porque, marchando com o progresso das ciências, nunca se transviará; se novas descobertas demonstrarem que está em erro sobre um ponto, sobre este modificar-se-á; e se uma nova verdade for revelada, aceitá-la-á (Allan Kardec).

A filosofia espírita, sempre pronta a renovar-se, espera, pois, para o fazer, uma prova científica de seu opositor: o materialismo. Enquanto isto, continuará forjando o aço desse novo mundo espiritual, que vem assomando por entre os fatos da psicologia supranormal, até que a prova mencionada seja produzida.
0 –


Notas:


1Usamos o original da terceira edição francesa, de 1868, revista por Kardec. Na tradução brasileira da FEB, a palavra “domination” foi traduzida por “demolição”.

2Proposição relativa ao Porvenir de la Filosofia, pág. 116.

3Pseudo-espiritistas.

4Mais conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec.

5El Espiritismo es la Filosofia, págs. 7 e 8.

6Essai de revitie générale et d'interprétation synthétique de espiritisme, pág. 23. E nós acrescentamos que é, também, um ramo espiritual da História Divina do homem.

7Relativamente “àquilo que a mediunidade manifesta”, pode repetir-se o que diz o Dr. Geley, respondendo às objeções ao seu livro Do Inconsciente ao Consciente, onde expõe a sua concepção espírita do Universo, motivada por uma provável insuficiência dos fatos metapsíquicos para justificá-la.

“Estes fatos, diria ele, confirmam a minha filosofia: a meu ver, dão-lhe decisivo apoio. Mas de modo algum o condicionam. Se fossem falsos ou inexistentes, minha filosofia poderia subsistir completamente, quanto à metapsíquica e, mesmo, quanto a um sistema científico.



“Com efeito, ela compreende o conjunto das ciências da vida e está baseada, antes de tudo, em nossos conhecimentos relativos à evolução.”

8F. Roberto Caimi.

9Trechos do discurso pronunciado pelo Prof. Hans Driesch no Congresso Metapsíquico Internacional de Paris, em setembro de 1927.

10William Crookes: Novas experiências sobre a Força Psíquica, págs. 204/5.

11Opus cit., pág. 207.

12Eugène Osty – La Connaissance Supranormale.

13Quintin López Gómez – Doctrina Espírita – Filosofia, pág. 49.

14Isto quanto ao Espiritismo experimental. Quanto ao seu aspecto filosófico, o Espiritismo torna-se uma ciência social e religiosa dos espíritos e da sociedade, que revoluciona radicalmente todo o conteúdo espiritual da humanidade.

15Hoje, porém, podemos dizer que a única moral que salvará o mundo é a do Cristianismo eterno, que emerge, fecunda e renovada, da doutrina espírita.

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