Hunters 6 rafe y "The Bitter Suite" sheila



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Encontro02.08.2016
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* * * *
O gosto quente e rico do sangue fluía sob sua garganta como o vinho mais fino. Sheila sentiu que seus mamilos ficavam ainda mais duros enquanto absorvia a força do orgasmo de Dom. Seus quadris se arquearam enquanto ele introduzia seu pênis profundamente dentro dela e se sustentava, seus dedos cavavam na carne de seu traseiro. O clímax explorou sobre ela quando arrancou as presas de seu pescoço, deixando duas pequenas espetadas em sua carne dourada.

Até Dom, tinham passado meses desde que havia sentido os braços de um homem a seu redor, sentir o calor de sua fome enquanto o transava e se alimentava.

Dominic tinha sido o primeiro homem, desde o Rafe, cujo toque não a tinha deixado fria. Tinha considerado alguns outros, mas seus toques nem sequer tinham sensibilizado sua pele.

Até Dom.


Seu parecido com o Rafe era inequívoco. Fisicamente, ao menos.

Mas além… Dominic era um romântico. Dominic a tratava como a uma pessoa, não só um brinquedo para transar.

Ele era apreciado pelas damas, não lhe interessava sozinho uma rápida transa sempre que se sentisse quente. Ah, ela sabia que ele também queria sexo. Demônios, depois de tudo era um homem. Mas se incomodava em passar tempo com ela e… realmente a desejava.

Rafe não podia haver-se preocupado menos uma vez que sua membro se deslizava fora dela.

Com um ato tremendo de vontade, ela empurrou a cara do Rafe de sua mente enquanto sofria um colapso contra o amplo peito de Dom, os dedos de uma mão distraídamente tironeaban do aro de ouro que lhe transpassava um mamilo. Ele o tinha trocado ao ouro. Havia sentido um medo instintivo quando ela o tinha visto, e lhe mentiu lhe dizendo que era alérgica à prata. Bem, não era realmente uma mentira, definitivamente a prata não era boa para sua saúde.

Tirou-se a argola essa noite, e a noite seguinte havia ali uma de ouro. Ela tinha desfrutado enormemente atirando daquele pedaço diminuto de metal com seus dentes.

—Maldição, foi assombroso, — murmurou Dom, com sua voz grosa, rouca. Ela colocou como em um movimento ocasional sua mão para que descansasse sobre seu coração. Sabia que não tinha tomado muito, mas a paranóia sempre…estava ali.

Era um tipo maravilhoso. Não merecia a vida de um vampiro.

Ela acariciou com sua mão seu peito uma vez que se tranqüilizou sabendo que estava bem Só algo confuso.

—Mmmm…me diga isso . Vá dormir, bebê. Tem um comprido dia, — sussurrou ela, abraçando-o para si o mais perto que podia.

— Estará aqui quando desperte, doçura?

Ela duvidou um segundo. —Não sei, Dom. Depende de até quando dormir, —disse-lhe, já sabendo que se iria em umas horas. Não podia tomar em conta outra possibilidade.

Mas ele já estava dormido, com suspiros profundos, estáveis enquanto se dava volta e trocava de posição sobre o travesseiro.

Quando se sentou, ela o sentiu.

A raiva no ar.

Cólera, demônios.

Era uma palavra muito morna para o que ela sentia. Uma ira profunda, ardente golpeou sua mente enquanto como uma rede artificial se filtrava do longínquo arrebatamento de raiva.

Seu ventre se moveu e sentiu as presas deslizar-se de suas vagens, a uma velocidade que a assustou... Perigo

Elevando-se da cama, sacudiu seus pesados cachos de ouro detrás de seu ombro. Condenação. Alguém de seu mundo a tinha encontrado com seu amante, e isso o poria em perigo.

Sobre meu cadáver, pensou furiosamente, seus olhos voaram ao redor da habitação, procurando o intruso que ela sentia mas não podia ver.

—Realmente, Belle, preferiria que fora o seu, — sussurrou uma voz baixa, furiosa.

Ela se deu volta e viu o Rafe parado no bordo da cama, apartando a vista de Dom com uma raiva tão grande que seus olhos ondulavam de vermelho. Agarrou sua espada em uma mão, e com a outra acariciou ociosamente de cima abaixo o bordo enquanto contemplava ao Dominic.

Sheila sentiu que o medo que a tinha alagado se dissipava enquanto estudava ao Rafe. —Ah, é só você, — disse, em um tom aborrecido. Olhando a folha, sorriu com um pouco de satisfação. —Vejo que ainda se preocupa sua segurança. — Girou-se e caminhou por volta de onde estava a roupa que ela e Dom tinham descartado em um montão desordenado. A camisa de Dom era o mais próximo, então a agarrou e colocou seus braços nas mangas, girando-se para ver o Rafe levantar seu olhar da cama para contemplá-la.

Um tremor açoitou seu espinho com aquele olhar, mas manteve sua cara em branco. Já lhe tinha dado bastante emoção. Condenaria-se se lhe desse mais.

—Tira essa camisa longe, — gritou ele, enquanto suas presas aumentavam apertando contra o lábio superior.

Santo Deus!, Estava zangado. Lhe olhou com cenho.

— O que te passa? Bóxer muito apertados?— Ela arrastou as palavras, jogando-se para o suave canapé que os hotéis oferecem e movendo sua cabeça enquanto o estudava.

—Provas sua sorte, Sheila. Tira essa maldita camisa de mierda. AGORA!

A raiva que o cobria vinha com uma compulsão que quase a obriga a obedecer. Mas seu próprio orgulho, sua própria cólera, ainda tão viva depois dos meses passados, deu-lhe a força para não fazer caso de sua demanda.

—Não, — respondeu ela, arqueando uma sobrancelha de ouro e sonriéndole. —Não me sentarei aqui nua diante de ti, bebê.

— Por que não? Vi cada pequena parte do doce corpo que acaba de compartilhar com ele, — ronronou Rafe. Sustentou a espada curta e acariciou o contorno de sua coxa, logo tocou com a ponta um dos botões. —Atira-a longe.

Lhe ensinando os dentes, ela grunhiu, afastando a espada longe dela.

— Baixaria a voz? Ele esta bastante cansado, mas se segue gritando, isso vai despertar o. Não queria ter que lhe explicar por que o primo do Conde Drácula está sobre ele, —disse-lhe ela, levantando do canapé e aproximando-se da cama para olhar a Dom. Abrindo sua mente, tocou-o. Não podia fazê-lo com muitos, só a aqueles dos que se alimentava. Não era uma poderosa vampira, e suspeitava que nunca o seria.

Mas as arrumava com o que tinha.

Ainda estava profundamente dormido. Com uma ordem silenciosa, assegurou-se que seguisse assim até muito depois do alvorada, quando ela teria que fugir. Levantando seus olhos, contemplou ao Rafe com um olhar evidentemente aborrecido em seus olhos.

— Não te parte?— Ela arrastou as palavras, sacudindo seu cabelo sobre seus ombros antes de plantar suas mãos em seus quadris.

—Hmmm, bem, farei-o. Quando fizer o que devi fazer. — Respondeu ele. Seus olhos brilhavam e se ela não estava confundida, seu coração se levantava, palpitando com maior rapidez, com pulsados mais fortes.

Não tão rápido como o de uma mortal, mas muito mais rápido do que o coração de uma vampiro deveria fazê-lo. Ele de verdade estava maquinando sobre algo. Não o tinha visto nunca assim. Demônios, raramente lhe tinha visto alguma emoção…exceto nessa última noite… tinha mostrado emoções então, quente, exigente, persistente… com um tremor leve, ela empurrou aquelas lembranças inoportunas de sua mente enquanto arrastava as palavras, — E o que é, me diga?

—Você.


Rafe viu a ardente fúria morrer em seus olhos, para ser substituída por uma pálida incredulidade. Era quase o bastante cômico para refrescar a raiva em suas tripas.

Quase. Porque o doce aroma de sua pele que o tinha levado malditamente perto de voltá-lo louco durante meses, tinha trocado, mesclou-se com o aroma do suor de outro homem e seu sêmen. Isso o tinha tão malditamente furioso, que apenas lhe permitia respirar. Não, não era que ele realmente tivesse que respirar, era só o hábito. Mas maldição, como mierda pôde afastar-se, e começar a transar a quanto homem visse?

—Se estiver aqui por mim… significa que há algum problema em casa do que eu deveria ser consciente, se esse fosse o caso, Eli poderia me alcançar muito facilmente. Estende a mão e touca a alguém, não sabe?

Rafe deu uma última olhada ao humano que dormia inconsciente sobre a cama, as duas diminutas espetadas em seu pescoço já começavam a desaparecer, graças aos produtos químicos bastante abundantes na saliva de um vampiro. A raiva comia suas vísceras, e tinha visões de tomar sua espada e inundá-la no corpo do homem, olhando enquanto morria. Havia trasado com Sheila. O muito bastardo.

Apertando sua mandíbula, deslizou sua espada atrás na vagem que pendurava de suas costas, trocando-a automaticamente de lugar. Se ele seguia sustentando-a, sabia que não confiava o suficiente em se mesmo como para não lhe fazer danifico ao bastardo, ao menos um pouco.

Ele se moveu ao redor da cama, seus olhos em sua cara, olhando como seus pestañan se moviam. Como pulsava o pulso em seu pescoço e farejou o aroma de seu sangue, quente e amadurecida, cheia da energia que a alimentação e o sexo lhe tinham dado. Isso o chateava parecia burlar-se dele, com esse aroma quente, doce. E baixo isso, o aroma plano, metálico de sangue humano masculino.

—Como sempre, gatita, cheira delicioso. Mas não sinto carinho por seu gosto em alimentação.

Sheila deu um bufo pouco feminino, fazendo rodar seus expressivos olhos azuis enquanto se dava a volta e se afastava.

—Bem, tratei de fazer uma dieta vegetariana, mas não foi compatível com meu metabolismo, — disse ela alegremente enquanto se sentava sobre o canapé.

Os olhos do Rafe vacilaram ante a larga curva de suas pernas quando ela as cruzou no joelho, a camisa que levava mostrava suas coxas lisas, gordos arredondados. Maldição, mas ele amava seu corpo, o corpo de uma mulher, não um pau anoréxico. Um traseiro que realmente pudesse agarrar, um ventre suave e uns quadris curvosas eram um contraste perfeito para a dureza magra de seu próprio corpo. Nada sobre ela era duro, nem seu cabelo, nem sua pele, nem seu exuberante corpo…

Levantando seus olhos, encontrou uma geada olhar azul enquanto ela sentia seu toque e ele reavaliava. Algo estava mau. Aquele cintilo em seus olhos não tinha estado ali antes. Seus olhos eram frescos, fortes e se entrecerraban enquanto ela alisava a camisa, cobrindo como podia a maior parte de sua carne de seus olhos.

— Te escondendo de mim, Belle sulina?— Perguntou-lhe ele brandamente, arqueando uma sobrancelha.

Ela devagar sacudiu sua cabeça enquanto lhe respondia tranqüilamente, —O me ocultar implicaria que tratava de me encontrar, que há algo em mim que você gosta de olhar. Eu não fui suficiente para que me queria faz meses. E tudo o que quer é sexo e isso pode consegui-lo em qualquer parte. Disse-me isso uma vez. Nada trocou.

Não era o bastante? Rafe não podia acreditar que ela houvesse dito isso. Ela o tinha levado pelo traseiro, maldito seja. Já não queria seguir tomando mais de seu mierda, por isso se foi longe dele.

Ele, bom…possivelmente tinha feito algo mais para que o descartasse e lhe dizer que não o queria ao redor. Como o fato de não ficar com ela quando dormiam. Ou como o que nunca se permitisse olhá-la a menos que a deixasse nua. Ou como quando nunca a tocava se estava em público… Ela se colocou em seu sangue. E não deixaria que passasse outra vez, ele não sentiria carinho por ninguém. Não queria um enrugado embrulho em seu coração se alguma outra vez voltasse amar. - Mas ainda poderia sentir carinho por alguém, e sem amá-la.

Não passaria. Não a ele, não outra vez.

—Só porque não estou interessado em escolher lençóis ou amostras de pintura não significa que não este interessado, boneca, — disse Rafe finalmente. Condenação. Por que tinha que ser mais? Sempre mais por que…não era suficiente bastante sexo?

Sheila brandamente disse,

—nunca te pedi isso. Mas poderia ter sido agradável querer estar comigo mesmo que nossa roupa estivesse posta.

Ela girou sua cabeça, mas não o bastante rápido. Pôde ver a dor em seus olhos e se sentiu um perfeito imbecil com esse disparo direto a suas vísceras. Tragou, pensando cuidadosamente suas palavras quando lhe disse,

—não era exatamente assim.

As sobrancelhas de ouro se elevaram sobre os olhos azuis. Sheila moveu sua cabeça, o casulo de rosa de sua boca, apertou-se enquanto o estudava.

— Não era assim? Apenas me olhaste duas vezes se não estava nua. Lamentável, Rafe. Mas quero mais que isso. Necessito mais que isso.

— E pensa que esse parvo lhe dará isso?— Ele grunhiu, sacudindo um polegar na direção do humano.

Uma sonrisita saiu dela e a fez entrecerrar seus olhos enquanto passava uma mão por entre a queda de cachos de ouro. —Demonstrou-me mais romance em um mês que você em seis.

—Tenho duzentos sangrentos anos, Sheila, —grunhiu ele, girando em seus talões e se afastou com passo majestoso. —Estou mais à frente do ponto no que faço jueguitos para pôr a uma mulher horizontal.

—Hmmm. Talvez alguém deveria lhe dizer ao Sarel que todas as coisas doces que Eli faz por ela são só desculpa para entrar em suas calças, — Sheila disse comicamente.

Os olhos do Rafe a cortaram e ficou de pé. —Não sou Elijah Crawford e não estou procurando me casar, gatita. É um pouco diferente quando o homem e a mulher estão casados.

— Tão somente porque eles estão casados, e nós não o estamos e alguma vez o estaremos, é sua desculpa para me tratar como uma espécie de leprosa? Me beije o traseiro, Rafe. — Os olhos da Sheila estavam furiosos, redemoinhos de escuro e elétrico azul os atravessavam enquanto o fulminava com o olhar. Ele podia ouvir seu coração…. Cheirar seu sexo…. Seu sangue…

— Amaria fazê-lo, — ronronou ele, aproximando-se o com passo majestoso, sonriendo abertamente quando ela se moveu para a direita, tratando de evadi-lo. Agarrou-a pela cintura, fazendo-a girar e fixando-a contra a parede, sepultando sua cara em seu cabelo. Quando seu pênis se abraçou contra a pequena e suave curva de sua barriga, Rafe sentiu quão facilmente se ia o doloroso vazio de seu coração, só um pouco. Sexo. Só… sexo. E ela era graciosa, doce. Por que não devia jogar a de menos?

Suas mãos se cunharam entre eles e ela o empurrou, inclinando-se longe dele, seus olhos brilhavam furiosos.

—Maldito, filho de puta, me deixe, — gritou ela. —Não me faça isto outra vez.

Rafe sentiu florescer a culpa dentro dele e lhe murmurou,

— Sinto muito, gatita. Sabe que o sinto. — Baixando sua cabeça, acariciou com o nariz a nuvem de seda de seus cachos, sustentando-a apertada contra ele durante só uns momentos.

—Bem, sente-o, — disse ela dura. — Isso é tudo?

—Não, —sussurrou, quando aquela necessidade insana de fazia meses se elevou dentro dele uma vez mais. Quando girou sua cabeça para capturar sua boca, ela se sacudiu longe, apertando sua boca enche em uma linha apertada. —Vamos, Belle, me dê um gosto, — cantarolou ele. —Isto foi… muito comprido.

Quase sete meses. Sete meses desde que ela o tinha empurrado longe e lhe havia dito que tinham terminado. Sete meses, desde que provou o vinho de seu sangue, desde que sepultou sua membro em seu coño… e pareciam sete sétraseiros. E de repente teve sua imagem passando o resto de sua vida sem ela, compridos e vazios anos estirando-se ante ele como uma terra erma e vazia.

Sozinho, sem ela. Vazio, sem ela.

Seu estômago lhe abandonou e teve vontades de encadeá-la a seu lado, para sempre, então nunca poderia deixá-lo outra vez, então não teria que ficar vazio.

Enhebrando suas mãos por seu cabelo, arqueou seu pescoço até roçar sua boca contra a sua.

Ela ficou quieta em seus braços. Ah, tremia, tremia como uma folha em seus braços e ele podia cheirar a nata quente que alagava seu sexo.

Mas ela não o rodeou com seus compridos e pálidos braços nem abriu sua boca sob a sua. Seu corpo permaneceu quieto enquanto ele se removia contra ela.

Levantando sua cabeça, ele apartou sua vista dela, sentindo como suas presas quase palpitavam em suas vagens.

— Há realmente terminado, Belle?

Baixando suas pestanas, ela empurrou seus ombros com insistência, até que ele teve que deixá-la ir, ou arriscar-se há lhe fazer danifico.

—Isto não é o que quero, Rafe.

Suas fossas nasais se dilataram com seu aroma que alagava sua cabeça.

— Quiéres que eu cria que não me deseja?— Exigiu, com voz baixa e zangada.

—Isto não tem nada que ver com se meu corpo quer ter sexo contigo. — Sussurrou-lhe ela. —Isto tem que ver com o que eu quero. E não quero ser tratada como um brinquedo mais, algo que pode tirar e jogar quando estiver de humor ou te satisfaça. Ou alguém ao que faça caso só quando te parecer.

Ela se afastou, baixando-se da cama e Rafe poderia ter uivado com a fúria que rasgava nele, vendo-a tão perto do humano. Havia-o follado, Rafe… tinha cuidadoso com partes iguais de fúria e desejo quando ela se separou de seu pescoço, enquanto o orgasmo a alagava gritando. Tinha necessitado cada grama de vontade que tinha em seu corpo para não arrancá-la do mortal, seu controle se disparou.

E de todos os modos, ela estava ali sentada, seu corpo coberto por uma camisa que seu amante humano tinha levado posta, seus olhos frescos e em branco enquanto o contemplava, rechaçando ceder ante a chamada de seu corpo.

Ele rondou ao redor da habitação, suas mãos se fechavam em punhos apertados .Demônios. Demônios.

Demônios. Havia raiva dentro dele, agitação, uma fome que o voltava quase louco e o único ser na Terra que poderia acalmá-lo não queria que a tocasse.

Deteve seus passos, e se deu volta olhando-a.

Não. Ela o desejava.

Só que não o queria.

Ela viu algo em seu rosto só um segundo antes de que ele se movesse, mas não reagiu o bastante rápido. Quando a atirou da cama, sacudindo-a contra ele, Rafe sentiu a imperceptível resposta de seu corpo e soube que ela odiaria ver quão facilmente podia lê-la.

Agarrando sua cabeça entre suas mãos, ele olhou seus olhos fixamente.

—Tornei-me louco quando me deixou. Necessito-te, inteira — gritou ele, então inclinou sua boca através da sua, rodeando-a com seus braços e levantando-a, levando-se a da cama, para o balcão onde lhe deu uma patada à porta abrindo-a.

Longe do aroma de sexo e o sangue do Dominic. Longe do homem ao que ela tinha permitido estar dentro de seu corpo. Maldição, podia cheirar ao humano. Isso o voltou louco, tirou o animal cheio de fúria e cólera dentro dele - e debaixo de todo isso estava seu aroma. Aquele aroma que não tinha sido capaz de tirar de sua cabeça.

Quando moveu sua boca para baixo por seu pescoço, ele ouviu seu grito afogado. Suas unhas arranharam seus ombros e grunhiu sob sua garganta quando seus quadris se moveram inconscientemente contra as suas.

Ele não podia acreditar que tinha vivido sem isto, nem sequer um só dia. Não o faria outra vez.

Sheila sentiu a decisão, mais que vê-la. Viu seus olhos ir da fúria à determinação, mas não pôde afastar-se dele o bastante rápido. Suas mãos, com força e obstinação, sujeitaram-na contra ele, fora da cama, para seus braços. Aquelas duras longitudes aceradas se abrigaram ao redor seu quando a levantou, cobrindo sua boca, tragando suas demandas furiosas de que a deixasse ir.

Ela empurrou com força contra em seus ombros quando ele se moveu para a marca de sua boca sob seu pescoço, queimando-a com seu toque. — Maldição, Rafe, não me escuta?— Gritou ela.

E logo ele afundou seus dentes em seu pescoço enquanto a fixava contra a parede de tijolo do balcão. Um gemido a deixou quando ele começou a bombear seu pênis contra seu ventre, uma mão grande tomou seu quadril e a sujeitou com força enquanto seus dentes perfuraram sua carne.

—Rafe …— ela gemeu .Rafe

Pela primeira vez em meses, algo dentro dela se sentiu inteiro. Mas seu coração se rompia assim como seu corpo se rendia ao dele. Ele nunca trocaria, mas uma rápida transa de vez em quando não era suficiente.

Bem, conhecendo o Rafe, seria mais de uma transa, e só o primeiro seria… rápido. Uma vez que ele aliviasse aquela fome que o dominava, gostaria de tomar-se seu tempo…

Um som baixo, estrangulado chegou a seus ouvidos. Sheila se endureceu quando escutou como Rafe alcançava o pescoço de sua camisa.

Sua mão se fechou em um punho apertado enquanto ele jurava furiosamente em italiano, movendo sua cabeça e escutando.

O calor de seu olhar fixo deixou um atalho de fogo que chispou ao longo de sua pele quando levantou seus olhos de seu pescoço, ao longo de sua mandíbula até seus olhos. —Volta dentro, Belle. Terminaremos isto mais tarde.

Ela soprou quando ele se girou e saltou fora do balcão, a larga cauda de seu casaco se agitou a seu redor enquanto se lançava para o chão, quatro pisos para baixo. Como se… - ela murmurou, enquanto entrava furtivamente ao quarto do hotel e ficava sua calça vaqueira. Ela não era um Amo, mas era uma Jaqueta.

E aquele soluço tinha divulgado tão incrivelmente torturado, enquanto era afogado por uma áspera risada masculina.

Ela teve que baixar alguns pisos antes de saltar. Seus ossos eram densos mas Sheila tinha sido só um Vampiro durante os últimos vinte anos. Ela não era tão dura como os mais velhos, nunca poderia sê-lo.

Mas ainda era uma maldita Jaqueta e ele podia esperar que ela se escondesse todo o longe que quisesse. Mas isso não significava que o faria. Seguindo os sons quase inaudíveis de resistência, sua própria fúria começou a subir.

Ela era uma Jaqueta. E das boas.

Não andou muito antes de ver como Rafe tinha agarrado a um homem e o tinha jogado contra a parede, antes que esse comprido abrigo negro que voava ao redor dele como uma capa, deixasse de mover-se, enquanto um segundo homem tentava deduzir onde tinha ido seu companheiro.

Um segundo antes, eles tinham estado rasgando a roupa da moça que mantinham entre seus braços, enquanto a gente pinçava em sua braguilha,

O primeiro estava provavelmente morto, Sheila sabia. Sua cabeça tinha pego contra a parede de tijolo com um ruído surdo. Cheirou o sangue, mas havia muito pouca sobre a terra, solo o simples som de um batimento do coração de coração. A maioria dos médicos ao examiná-lo considerariam ter achado uma hemorragia cerebral, supôs ela.

Rafe tinha ao segundo imobilizado contra a parede, enquanto retirava sua cabeça para trás para golpeá-lo. Quando um terceiro desconhecido, voltou-se e encarou em linha reta para a Sheila.

— Onde vai, doçura? — Perguntou ela brandamente quando ele tentou golpeá-la para jogá-la a um lado.

- Sal de meu caminho, cadela! – Chiou ele.

Sheila riu e estendeu a mão, enquanto agarrava o pescoço da jaqueta de duro couro e o tironeaba. Lhe mostrando um sorriso cheia de dentes, sussurrou-lhe, — Dava boa noite, doçura.

Bem, o sangue do Dominic tinha cheio sua barriga de um mel caloroso.

Mas esta…esta era uma droga, embriagadora, rica, alucinante. Queria matar. Mau. Quando ele lutou, ela envolveu um braço a seu redor, esmagando-o contra ela, inconsciente da mudança no ar a seu redor enquanto se alimentava. Inconsciente de tudo, isto era doce, possivelmente o mais doce que tinha tido em sua vida.

Exceto a vítima, estava-se pondo duro diante dela. Sentia-o contra sua barriga enquanto suas resistências cessavam e começava a vir-se fazia ela. Um gemido ávido saiu de enquanto lhe agarrava os quadris.

A percepção de seu pênis contra sua barriga a forçou a transpassar a barreira de névoa do hambre-induzida que tinha alagado seu cérebro. — Eeeeiiii! - Ela o empurrou longe e o viu enquanto saía voando a vários metros de distância, seus olhos quentes e pesados a olhavam.

— Quer transar? – lhe exigiu, enquanto se esfregava o dorso de sua mão por sua boca, esse sabor doce de seu sangue repentinamente a enojava em sua língua. - Não quero a nenhum suposto violador me manuseando.

Uma risita suave chegou como um eco a seus ouvidos e se deu a volta, enquanto olhava ao Rafe. — O que é tão malditamente cômico, listillo? - Ela exigiu.

— Bom…você, parece que é capaz de pôr duro até a um homem morto, gatita. Por outro lado… — Suas mãos se içaram, enquanto tomava sua cara entre elas, seus olhos se fecharam e se inclinaram com uma fome crua, gravada em seu rosto, — está-te voltando cada vez mais poderosa… solo olhe o enorme salto que deu de ali.

— E com isso que? —Então negou com sua cabeça, e mais ruidosamente, com uma voz mais enfática, disse-lhe, — Não. Eu não quero mais poder. Eu gosto de como estou, obrigado.

—Então precisa deixar a Caça. Quanto mais cace, mais capitalista te fará. — Rafe pronunciou com lentidão. Então seus olhos percorreram sua cara, enquanto brilhavam com fúria. — Não te disse que ficasse?

— Realmente, não. Disse que terminaríamos depois. Considerando que não sou bem-vinda, você limpa. - Ela foi ao lado da mulher, encontrando-a dormida.

Rafe, provavelmente. Percebia a magia do vampiro no ar, algo que ela não possuía nem realmente queria possuir. Mais poder era mais responsabilidade. Tomando à mulher em seus braços, voltou-se e afastou silenciosamente.



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