I – competências especificas



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I – COMPETÊNCIAS ESPECIFICAS


Cooperar com os companheiros para o alcance do objectivo dos Jogos Desportivos Colectivos, desempenhando com oportunidade e correcção as acções solicitadas pelas situações de jogo, aplicando a ética do jogo e as suas regras.




Praticar actividades lúdicas tradicionais populares de acordo com os padrões culturais característicos da região e cooperar com os companheiros para o alcance do objectivo dos jogos elementares, utilizando com oportunidade as acções técnico-tácticas características.




Conhecer e aplicar cuidados higiénicos, bem como as regras de segurança pessoal e dos companheiros, e de preservação dos recursos materiais.




Analisar e interpretar a realização das actividades físicas seleccionadas, utilizando os conhecimentos sobre técnica, organização e participação, ética desportiva, etc.


II – OBJECTIVOS
Domínio Cognitivo:

 Conhece os objectivos de cada jogo abordado, a função e o modo de execução das principais acções técnico-tácticas;

 Conhece as regras e normas fundamentais;

 Caracteriza os elementos técnico-tácticos programados;

 Conhece os efeitos dos cuidados higiénicos;

 Responde a uma ficha de verificação de conhecimentos, demonstrando conhecer os conteúdos questionados;

 Responde correctamente a questões sobre os conteúdos abordados sempre que solicitados

Domínio Sócio-afectivo:

 Melhora o comportamento afectivo e social;

 Manifesta espírito de equipa;

 Demonstra espírito desportivo;

 Age tendo em conta a sua segurança e a dos outros;

 Aceita as sugestões e observações do professor e dos colegas;

 Demonstra boa disposição no decorrer das aulas;

 Desenvolve acções favoráveis ao êxito pessoal e do grupo, aceitando as indicações transmitidas;

 Aceita as decisões do árbitro;

 Demonstra sentido de responsabilidade;

 Manifesta interesse pelos jogos;

 Consciencializa-se da importância dos respectivos cuidados higiénicos, (tomando banho no final da actividade).


Domínio Psicomotor:

 Realiza os gestos técnicos referentes à modalidade;

 Desenvolve as acções tácticas referentes à modalidade;

 Efectua acções técnico tácticas favoráveis ao êxito pessoal e do grupo.


III – CONTEÚDOS

Domínio Motor

Posição base;

Recepção/enquadramento;

Passe (peito/picado);

Paragem a um e dois tempos, com rotação sobre um apoio (pé eixo);

Lançamento (parado/passada);

Drible (progressão/protecção);

Desmarcação;

Defesa HxH;

Ressalto;

Mudanças de direcção directa;

Jogo de 3x3 em meio campo


Domínio Sócio-Afectivo

Pontualidade

Cooperação

Disciplina

Respeito
Domínio Cognitivo

História sumária do jogo;

Objectivo do jogo;

Regras do jogo:

Formas de jogar a bola

Inicio e recomeço do jogo

Bola fora

Passos


Dribles

Bola presa

Faltas pessoais
IV – CONTEÚDOS A LECCIONAR

Posição Base

Uma posição é função de uma situação. Assim, o jogador deve tomar uma posição corporal básica de forma a poder responder de imediato a qualquer tipo de acções desencadeadas durante o jogo.



A posição base caracteriza-se não só por uma correcta colocação dos segmentos do corpo, mas principalmente por uma atitude dinâmica, pronta a intervir.
Posição base defensiva (jogador de branco)/Posição base ofensiva (jogador amarelo):





  • Posição base ofensiva:

É recomendado que os jogadores com posse de bola assumam a seguinte posição básica ofensiva:

  • Colocar os pés afastados e à largura dos ombros;

  • Distribuir o peso do corpo de igual forma pelos dois apoios;

  • Flectir ligeiramente as pernas;

  • Manter a cabeça levantada para se poder observar os colegas e os adversários;

  • Fazer a pega da bola com ambas as mãos;

  • Colocar a bola junto ao abdómen e protegê-la colocando um braço por cima dela e outro em baixo.


  • Erros mais frequentes:




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

  • Ao sinal, adoptar a posição básica;

  • A saltar e ao sinal parar em posição básica;

▪ Ao 1º sinal ficar em posição básica, ao 2º sinal arrancar em corrida e ao 3º sinal parar a um/dois tempos, adoptando novamente a posição básica;

  • Igual ao anterior, só que após a paragem executar uma rotação com um novo arranque até à posição inicial.




  • Posição básica defensiva:

  • Pés afastados à largura dos ombros;

  • Peso do corpo distribuído igualmente pelos dois pés;

  • Pés orientados naturalmente para o seu adversário;

  • Pernas semi-flectidas;

  • Tronco em posição vertical, natural, sem ser rígida;

  • Cabeça em posição natural, levantada, na continuação do corpo;

  • Cotovelo junto ao tronco;

  • Braços flectidos pelos cotovelos e orientados para a frente;

  • Palmas das mãos orientadas para a frente.

  • Pés afastados à largura dos ombros;




  • Erros mais frequentes:

  • Pés demasiado afastados;

  • Apoiar o peso do corpo sobre os calcanhares, dificultando a reacção;

  • Não flectir as pernas e entrar em desequilíbrio;

  • Inclinação do tronco à frente;

  • Baixar a cabeça olhando para os pés do atacante;

  • Não abrir os braços na tentativa de condicionar o drible e/ou passe.



  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

  • Passar repetidas vezes da posição de pé para a posição básica defensiva;

  • Uma vez assumida a posição básica defensiva, efectuar deslizamentos em diferentes sentidos(para trás, para os lados, e até para a frente);

  • Em deslizamentos defensivos, percorrer um trajecto definido;

  • Igual ao anterior, só que acompanhando um colega em drible;

  • Com um companheiro que se coloca à frente, procurar seguir todos os movimentos em deslizamentos defensivos, sem perder a posição relativamente a ele.



Passe

O passe é uma das três técnicas básicas do jogo e que como tal merece um estudo atento e cuidadoso.

O passe é um acto essencial da colaboração entre os jogadores da mesma equipa para alcançar os seus objectivos. O passe dá sentido ao jogo de equipa e é um dos mais importantes fundamentos ofensivos do basquetebol. Também é a maneira mais rápida de movimentar a bola no jogo.

Esta é a técnica ofensiva que se executa maior número de vezes durante o jogo, permitindo dar o ritmo adequado às acções ofensivas do ataque posicional, podendo também criar ruptura na defesa adversária e chegar ao jogador mais próximo do cesto para lançar.




  • Passe de peito:



Fase preparatória:

    • bola segura pelas mãos à altura do peito;

    • pega lateral;

    • dedos bem afastados de modo a que a palma da mão não toque

na bola;

    • braços e pernas semi-flectidas;

    • cotovelo junto ao tronco;

    • fixação dos ombros.

Para a execução:

    • expulsão da bola através de uma “chicotada” de pulsos e dedos.




  • Erros mais frequentes:

  • Não definir a posição básica ofensiva;

  • Cotovelos para fora afastados do corpo;

  • Não realizar a rotação dos pulsos para fora;

  • Orientar a trajectória da bola muito para cima ou muito para baixo em relação ao peito do colega;

  • Imprimir uma trajectória em arco;




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

      • Grupos de três com uma bola, executar repetitivamente o passe de peito sem oposição;

      • Passe e deslocamento para a fila da frente;

      • Grupos de quatro formando um quadrado, vão executar passe de peito, trocar de sentido ao sinal(havendo a possibilidade de introduzir mais bolas);

      • Execução de passes após drible;

      • Grupos de dois, em deslocamentos executam passe de peito.




  • Passe picado:

É um passe que se realiza geralmente quando há um opositor entre o possuidor da bola e o colega da equipa. Realiza-se para distâncias muito curtas, sendo difícil ao opositor interceptá-lo.

Fase preparatória:

  • É idêntica à do passe de peito a duas mãos até ao momento de largar a bola.


Execução:

  • Extensão dos braços para a frente e para baixo de modo a fazer incidir a bola no solo de modo a que o colega receba a bola entre os joelhos e a cintura.




  • Erros mais frequentes:

      • Não definir a posição básica ofensiva;

      • Cotovelos para fora afastados do corpo;

      • Fazer ressaltar a bola muito longe do jogador que vai receber;

      • A bola não toma uma trajectória tensa;

      • Ausência de rotação dos pulsos e da acção final dos dedos sobre a bola.




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

      • Grupos de três com uma bola, executar repetitivamente o passe picado sem oposição;

      • Passe e deslocamento para a fila da frente;

      • Grupos de quatro formando um quadrado, vão executar passe de peito, trocar de sentido ao sinal(havendo a possibilidade de introduzir mais bolas);

      • Execução de passes após drible;

      • Grupos de dois, em deslocamentos executam passe de peito.



Recepção

A recepção está intimamente associada ao passe. A efectividade de um passe não estará concretizada se não houver uma recepção correcta e eficaz. É fundamental o jogador receber a bola em boas condições para poder desenvolver as suas acções com sucesso. Todos os jogadores devem estar permanentemente preparados para receber um passe.






Para o êxito da recepção o jogador deve:

      • Ver a bola em todo o momento;

      • Ir sempre ao encontro da bola;

      • Apreciar correctamente a trajectória e velocidade da bola;

      • Controlar a bola com os dedos;

      • Movimentar-se quando da presença de um opositor directo;




  • Erros mais frequentes:

      • Não ir ao encontro da bola;

      • Agarrar com as palmas das mãos;

      • Não estar numa posição base ofensiva.




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

      • Grupos de três com uma bola, executar repetitivamente o passe de peito/ picado sem oposição e respectiva recepção;

      • Passe e respectiva recepção, e deslocamento para a fila da frente;

      • Grupos de quatro formando um quadrado, vão executar passe de peito e respectiva recepção, trocar de sentido ao sinal(havendo a possibilidade de introduzir mais bolas);

      • Execução de passes após drible e consequente recepção;

      • Grupos de dois, em deslocamentos executam passe de peito e sua respectiva recepção.


Drible
O drible é o acto de lançar a bola contra o chão com uma mão (parado em corrida ou a passo).

Regularmente, um drible tem lugar quando “um jogador, de posse da bola, a impulsiona, lançando-a, batendo-a, ou fazendo-a rolar e tocando-a novamente antes que ela toque em qualquer outro jogador”.


Momentos que justificam a utilização do drible:


  • Para a progressão rápida no campo, sem impedimentos de adversários;

  • Para ganhar uma posição de lançamento;

  • Em saídas de contra-ataque;

  • Para abrir linhas de passe;

  • Para penetrar para o cesto.


Execução técnica do drible:


  • Acção do braço, pulso e dedos.

  • Fixação do ombro e relaxamento dos dedos que acompanham suavemente a bola.

  • O braço acompanha o movimento da bola coordenadamente para cima e para baixo, mantendo o contacto o mais demoradamente possível.

  • Cabeça levantada para controlar as movimentações dos colegas e adversários; manter a visão do campo de jogo.

  • Pernas flectidas (centro de gravidade mais baixo; maior equilíbrio).

  • A bola deve ser empurrada para o solo e não batida.

  • A bola deve ser contactada com os dedos e a não com a palma da mão.

  • No drible o pulso tem uma acção preponderante para o trabalho de impulsão da bola



    • Drible de progressão


  • O batimento da bola é mais alto (entre a cintura e o peito) e a bola é impulsionada obliquamente para a frente (e lado) dos pés. É um gesto que é utilizado quando o jogador com bola quer avançar no terreno de jogo, sendo por isso a posição do corpo elevada, facilitando o deslocamento e economizando esforço.




  • Erros mais frequentes:

  • Baixar o drible;

  • Driblar apenas com a extensão e flexão do pulso e não de todo o membro superior;

  • Cotovelo para fora;

  • Bater a bola em vez de empurrar;

  • Bater a bola com a palma da mão e não com os dedos;

  • Trajectória da bola desenquadrada da trajectória da corrida(do corpo);

  • Muitos batimentos durante a progressão;

  • Poucos apoios em relação aos batimentos de bola durante a progressão;

  • Olhar para abola.




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

  • Parados, drible com muita força (mão direita, mão esquerda), controlando a altura do drible até à cintura;

  • Drible em deslocamentos progressivos até meio campo (ir mão direita, vir mão esquerda);

  • Igual ao anterior, só que a velocidade aumenta;

  • Estafetas (até meio campo), ir com mão direita, tocar na linha de meio campo e vir com mão esquerda.




    • Drible de protecção



  • No drible de protecção, deve-se aumentar a flexão dos membros inferiores, bater a bola mais baixo e colocar o corpo entre esta e o adversário. Deve manter a cabeça levantada.




  • Erros mais frequentes:

  • Manter a cabeça baixa, olhando para a bola

  • Driblar com a mão mais próxima do adversário

  • Virar as costas ao objectivo

  • Não proteger a bola




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:




  • Jogo do “tira a bola”: dentro da linha de 3 pontos, cada aluno com uma bola em drible de protecção, tenta tirar a bola para fora da linha de 3 pontos dos colegas;

  • Drible de progressão até ao cone, chega ao cone e faz 3 batimentos fazendo drible de protecção, volta arrancar em drible de progressão até ao próximo cone e assim sucessivamente.



Lançamentos

Constituem o objectivo do jogo e resultam de uma decisão individual do jogador, em função das circunstâncias. Trata-se de jogadas de precisão, cujo fim consiste em fazer entrar a bola no cesto.



  • Lançamento na passada:

Tem esta designação porque o jogador está em movimento na direcção da tabela. Na execução deste lançamento devemos considerar os seguintes aspectos:


  • Uso dos apoios: primeiro em extensão, segundo em altura (fases de suspensão);

  • Ângulo de aproximação (ideal) ao cesto 45º;

  • A recepção da bola com as duas mãos perto do corpo e do lado exterior (protecção);

  • Impulsão com perna contrária à mão lançadora;

  • Elevação do joelho da mão lançadora;

  • Aproximação da mão ao aro ou à tabela;



  • Erros mais frequentes:

  • Oscilar a bola durante os apoios;

  • A não coordenação da estrutura rítmica dos apoios;

  • Não proteger bola, segurando-a à frente em vez de ao lado do corpo;

  • Não enquadrar o corpo com o cesto;

  • Efectuar ao 1º apoio curto;

  • Não procurar elevação máxima com o 2º apoio;

  • Deixar de fixar o alvo;

  • Fazer recepção ao solo em desequilíbrio e muito à frente do sítio onde fez o último apoio.



  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

  • Parado, sem bola, executar os dois apoios típicos do lançamento na passada sobre o pé direito e o pé esquerdo, saltando sobre este e simular o lançamento;

  • Em corrida, sem bola, executar dois apoios (direito, esquerdo), e saltar, tentando tocar num objecto imaginário, só com mão direita;

  • Com bola, realizar o movimento final do braço “atirando” a bola à parede;

  • Igual ao anterior, só que realizando apenas o último apoio (lado direito, apoio esquerdo).



    • Lançamento em apoio:

É um lançamento que se realiza com os apoios do jogador no solo. Aspectos que devemos considerar:





Posição corporal:

  • Pés paralelos (distância à largura dos ombros):

  • O pé correspondente à mão lançadora deverá estar ligeiramente adiantado e “apontando” ao aro do cesto;

  • Ligeira flexão das pernas;

  • Tronco direito;

  • Concentração total do aro do cesto;

Formar alavanca:

  • Colocar a bola sobre o ombro;

  • Não abandonar a “pega” básica da bola;

  • A bola descansa sobre a mão lançadora;

  • Braço flectido em ângulo agudo;

  • Cotovelo por debaixo da bola e apontando ao aro;

  • O pé a frente, joelho, ombro, cotovelo e bola situados no mesmo plano.


Expulsão:

  • Extensão da perna da frente, coordenada com a do braço lançador;

  • A mão de ajuda abandona a bola no momento em que esta se situa na posição incomoda (forçada);

  • Extensão do braço lançador e acção do pulso e dedos imprimindo à bola um efeito para “trás”,

  • A bola desliza pelos dedos centrais (indicador, médio e anelar) sendo o dedo médio o último a contactar com a bola, o braço fica estendido;

  • Os olhos permanecem fixos no aro do cesto.




  • Erros mais frequentes:

  • Não flexão das pernas;

  • Não há enquadramento com o cesto;

  • Afastar demasiado os cotovelos;

  • Pés muito juntos;

  • A não extensão total do corpo;

  • Não olhar para o cesto.




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

  • Realizar séries de “1 mais 1”, ou seja, marca o primeiro tem direito ao segundo, e assim sucessivamente;

  • Grupos de dois: quem consegue atingir os cinco pontos(cada cesto um ponto);

  • Lançar até falhar- assinalar a melhor série(grupos de três);


Ressalto

Estas lutas são duelos denominados vulgarmente de um para um. Trata-se de desafios em que o atacante e o defensor se enfrentam técnica e fisicamente, mas também mentalmente. São também em especial intensos nas seguintes situações: luta pela posse de bola; luta para impedir o acesso ao cesto ou a um lugar chave.







    • Ressalto ofensivo:

Após um lançamento ao cesto o/s jogador/es dessa equipa devem:


  • Actuar o mais rapidamente possível, tentando reter com prontidão o jogador que defende, por forma a avaliar da melhor maneira a trajectória e o seu eventual ponto de queda;

  • Tentar resistir procurando contornar os adversários no seu caminho;

  • Manter os olhos na bola antevendo o ponto de queda;

  • Tentar conservar a bola o mais alto possível com as duas mãos;

  • Protecção na tentativa de um segundo lançamento antes de voltar a pousar no chão ou depois de retomar o contacto com este último.




  • Ressalto defensivo:

O defensor deve antever quando o adversário vai lançar ao cesto e a bola efectua a sua trajectória descrevendo uma curva muito elevada. O ressaltador deve:


  • Saber quem lançou;

  • Saber de onde o fez;

  • Avaliar o ponto de queda da bola e fixar esse espaço;

  • Impedir o adversário de se colocar na sua frente e opondo-se reduzindo a distância (bloqueio);

  • Segurar a bola vigorosamente.




  • Erros mais frequentes (ressalto ofensivo e defensivo):

  • Não flexão das pernas;

  • A não extensão total do corpo;

  • Não saltar;

  • Não olhar para bola;

  • Não seguimento da trajectória da bola;

  • Deixar passar o adversário para a sua frente.




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas (ressalto ofensivo e defensivo):

  • Atirar a bola à tabela e ressaltar;

  • Grupos de três: dois a lançarem (um de cada vez), e o terceiro elemento no ressalto;

  • Grupos de três: um a lançar e dois a ressaltarem, quem ganhar primeiro cinco ressaltos troca com o que está a lançar;

  • Grupos de três: um lançar, um a ressaltar e um abrir linha de passe para sair em drible.



Rotação do pé eixo
Em jogo serve para o jogador movimentar-se quando pára o drible(tentar arranjar linhas de passe), ou quando ainda não fez o drible serve para arranjar uma melhor situação para passar o para arrancar em drible.

Rotação do pé eixo para a frente(1º sequência) e para trás(2ª sequência):





  • Rotação do pé eixo deve ser feita da seguinte forma:

  • Pega da bola com as duas mãos;

  • Bola à altura do abdómen, cotovelos naturalmente ao lado do tronco;

  • Ligeira flexão das pernas e afastamento dos pés(ligeiramente mias afastados que a largura dos ombros);

  • O aluno não deve levantar o pé enquanto faz o rotação, mas sim rodar sobre a parte anterior da planta do pé;

  • O pé móvel não se deve elevar muito acima do solo, retomando rapidamente o contacto com o solo;

  • Realizar rotações de pequena amplitude;

  • Manter sempre o equilíbrio;

  • Existem dois tipos de rotação, para a frente e para trás;




  • Erros mais frequentes:

  • Levantamento do pé a quando da rotação;

  • Não flexão de pernas;

  • Movimentação do pé que faz a rotação;

  • Realizar grandes amplitudes;

  • Perda de equilíbrio;




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas:

  • Com bola nas mãos, um pé fixo e o outro desloca-se para trás e para a frente;

  • Igual ao anterior, mas quando avança o pé inicia o drible;

  • Receber a bola de um colega; um pé fixo e outro pé desloca-se para a frente e para trás;

  • Igual ao anterior, só que quando recebe a bola e avança o pé arranca em drible;


Paragens/Interrupção da corrida (a um tempo e a dois)
Apesar de, como elemento técnico do basquetebol, estes 2 tipos de paragem estarem ligados ao trabalho do jogador com bola(após recepção ou drible), existem várias situações em que o jogador sem bola recorre também a elas, ficando porém, neste caso, liberto de respeitar as imposições trazidas pelo regulamento de jogo para outros casos. Independentemente da opção(a um tempo ou a dois) é preciso salientar que atitude corporal final do jogador, tem de corresponder aquela que se definiu anteriormente como posição básica ofensiva. As características são as seguintes:


  • Paragem a um tempo:



  • Estando relacionada com a corrida que antecede, onde existe uma alternância natural dos apoios nos dois pés, esta forma de paragem pressupõe a existência de um salto, que deverá no entanto ser pouco perceptível ou bastante atenuado;

  • O trabalho muscular destinado a travar o movimento do corpo, é feito ao mesmo tempo pelas duas pernas, ficando os pés quase sempre paralelos;

Sequência de movimentos finais:

  • 1º- Flexão das pernas ao entrar em contacto com o solo, ficando o corpo ligeiramente atrasado a fim de contrariar melhor a velocidade de deslocamento existente;

  • 2º- Ganhar a posição básica ofensiva, avançando a bacia e o tronco para cima dos pés, de forma controlada(esta solução pressupõe um maior risco de desequilíbrio do jogador, sobretudo quando a velocidade do deslocamento anterior é elevada.




  • Paragem a dois tempo:



  • De acordo com as características mecânicas da corrida, esta solução aparece de forma mais natural, podendo ser considerada como uma simples interrupção da sequência dos movimentos da corrida, uma vez que corresponde a dois passos sucessivos para travar o deslocamento, em que, como tal, o trabalho muscular é feito alternadamente pelas duas pernas;

  • Existe uma maior tendência para que um dos pés fique mais avançado do que o outro, para assim dividir também o trabalho muscular realizado para interromper o movimento, estando a distância entre os pés de algum modo dependente da velocidade do deslocamento, embora se deva insistir para que esse afastamento não seja pronunciado;




  • Erros mais frequentes em ambos os casos:

  • Salto antes da paragem;

  • Movimento pouco rasante, logo sequência anormal da corrida;




  • Exercícios/Progressões Pedagógicas para ambos os casos:

  • Corrida e paragem a um tempo;

  • Corrida e paragem a dois tempos;

  • Corrida, paragem a um ou dois tempos, seguido de rotação para a frente sobre um dos pés

  • Corrida, paragem a um ou dois tempos, e rotação para trás sobre um dos pés;


V – AVALIAÇÃO
FÓRMULA PARA AVALIAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DE CADA PERÍODO

60 x Dom.Motor + 30 x Dom. Sócio-Afectivo 10 x Dom.Cognitivo

100
CLASSIFICAÇÃO FINAL DE CADA PERÍODO

1º Período = Class. de cada período

2º Período = (Class. do 1º período + Class. do 2º Período)

2
3º Período = (Class. do 1º período + Class. do 2º Período + Class. do 3º Período)

3

ASSIDUIDADE:

Para efeitos de avaliação da assiduidade, serão consideradas como ausência às

aulas:


Faltas de presença

Faltas de material

Faltas disciplinares

Dispensas sem documento médico

Cada três aulas que o aluno chegue atrasado

Cada aula que o aluno não tome banho

Nível 1 – mais de 75% de faltas

Nível 2 – de 74% a 16% de faltas

Nível 3 – de 15% a 6 % de faltas

Nível 4 – de 5% a 1% de faltas

Nível 5 – 0% de faltas
COMPORTAMENTO

A nível de comportamento a avaliação será efectuada com base nos seguintes

parâmetros:

Respeito pelo professor, colegas e normas da disciplina;

Cumprimento das tarefas propostas:

Com atenção

Não prejudicando o funcionamento das actividades

Higiene pessoal

Preservação do material e das instalações

PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO

A avaliação de Basquetebol irá realizar-se em duas fases. Uma diz respeito à avaliação dos alunos em situação de jogo, e a outra a uma avaliação individual dos gestos técnicos.

Na avaliação do jogo (3x3), cada grupo de três alunos é observado durante 6 minutos. Em situação de ataque, com bola, o aluno deve deslocar-se para o cesto, sem bola, deve deslocar-se para um espaço vazio. Em situação de defesa, deve efectuar defesa homem a homem, colocando-se entre a bola e a tabela. No decorrer do jogo, deve adequar o gesto técnico à situação.

A avaliação individual irá realizar-se numa aula de 90 minutos e será constituída por um percurso técnico, no qual, o aluno que está a realizar a avaliação efectua passe de peito/picado, recepção, paragem a um tempo, lançamento parado, drible de protecção,drible de progressão e lançamento na passada. Este percurso consiste em o aluno realizar 5 passes de cada tipo (peito e picado) e recepção. Posteriormente, este mesmo aluno avança no sentido da tabela, é-lhe passada uma bola e este executa paragem a um tempo e lançamento parado. Depois, pega numa bola e realiza drible até um pino, protegendo-a de um colega que realiza defesa passiva. Aí, realiza drible de progressão, contorna outro pino, continua em drible e ao aproximar-se de um Meco realiza lançamento na passada.

Nota: Caso seja necessário, o aluno realiza novamente drible de progressão

desde o último pino e realiza o lançamento na passada.




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