Iconicidade e leitura



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ICONICIDADE E LEITURA

Maria Noêmi Freire da Costa Freitas (UERJ)

INTRODUÇÃO

O que nos motiva para o tema é a relação com a nossa dissertação de mestrado (que encontra-se na fase da escritura), cuja proposta é investigar A Iconicidade do Substantivo, na linha de pesquisa: Ensino de Língua Portuguesa: História, Políticas, Sentido Social, Metodologia e Pesquisa - tendo como moldura teórica a Semiótica de Peirce e como orientadora a Profa. Dra. Darcilia Marindir Pinto Simões, também autora dos textos de partida deste estudo.

O presente trabalho consta de uma síntese dos conteúdos e conceitos contemplados por Simões, em Seleção Lexical e Iconicidade Diagramática (Simões, 2006), em diálogo com outros textos da mesma autora, com a semiótica de Peirce (na versão de Lucia Santaella, 2002 e 2004), e com outros autores, devidamente indicados no corpo do trabalho e/ou na Bibliografia. Em seguida, tendo por base esse conteúdo, analisamos três textos, com vistas a avaliar a produtividade do tema em aulas de Português.



A iconicidade na leitura dos textos

Mas alguém aí poderia dizer o que é conteúdo?

Antigamente, era algo que se continha nalguma coisa; ou dentro de um recipiente. Qualquer coisa. Depois virou antônimo de “forma”. Ou assumiu valor positivo atribuído a pessoas e coisas: o cara “tem conteúdo”, o livro “tem conteúdo”. Hoje, conteúdo é qualquer informação, ou expressão, vendida ou difundida em qualquer meio, de qualquer jeito. Virou commoditie.

Tudo é conteúdo. Todo mundo investe em conteúdo. E todo mundo tem conteúdo, seja o que for, posto que se consuma. Conteúdo pode ser até a falta dele. Assim, “inserida” na contemporaneidade, a palavra regride à acepção original: qualquer coisa num recipiente. (Bloch e Sukman, 2007: 15.)

A comunicação verbal é um processo de negociação de sentidos. Envolve as imagens mentais, construídas por um enunciador, que são traduzidas em signos (verbais e não-verbais, no caso do texto escrito), e que são reconstruídas pelo leitor ou intérprete (co-enunciador). A plasticidade textual é, assim, “referência de iconicidade”, e o código lingüístico, neste caso, é “uma das forças exteriores que constrói a plasticidade textual” (Simões, 2007). O texto, como imagem (elemento objetivo), estimula a imaginação (subjetividade) e o controle dessa subjetividade depende da eficácia da trama textual. Esta deve estar direcionada à univocidade de sentido, para proteger o leitor “das ambigüidades, dos equívocos, das plurissignificações” (Simões, 2007), a menos que a falta de clareza seja, justamente, o propósito do autor. As escolhas léxico-semântico-sintáticas podem revelar ou confundir o leitor, em relação à intenção e ao sentido do texto, e podem refletir “certa forma de ver o mundo”. (Cf. Simões, 2007.)

Em Peirce, as relações de iconicidade do signo com o mundo não-lingüístico contrapõem-se à arbitrariedade do signo, em Saussure. Simões lembra Nöth (1999), para quem “é icônica a representação do mundo pela língua em nossa mente” (cf. Simões, 2006).

Peirce dividiu os signos icônicos em três níveis: a imagem, cuja relação de semelhança com o objeto dá-se no nível da aparência, o diagrama, que mantém similaridade com seu objeto no nível das relações internas - o signo visa representar as relações internas do objeto - e a metáfora, cuja relação com o objeto dá-se por identidade. Aplicando o conceito de diagrama ao texto escrito, podemos inferir, com Simões (2007), que a iconicidade diagramática está inscrita no texto através dos aspectos morfológicos, sintáticos e vocabulares, ou seja, através das qualidades dos seus constituintes e da estrutura textual, que são responsáveis pelas redes semióticas. Essa materialidade é motivada pelo projeto do texto e está ancorada no domínio e no repertório lingüísticos do enunciador. Todos esses níveis de representação estão relacionados com as qualidades que os signos exibem, que é o que vai gerar as cadeias associativas de semelhança - condição fundamental de iconicidade. (Cf. tb. Santaella, 2002: 18.)

Sendo assim, há que considerar a importância das escolhas lexicais na produção de sentido e na eficácia comunicativa.

Segundo Simões (2007), o elemento deflagrador da seleção lexical está, normalmente, associado à natureza do estímulo à produção textual ou do enunciado: um comando formal (uma tarefa escolar, questão de prova, etc.) ou um estímulo informal (intenção de falar algo, tema provocador, etc.). Os itens lexicais são pistas de leitura: funcionam como “âncoras textuais” ou “bússolas”, na descoberta dos sentidos, mas esta está sujeita às condições de produção e interpretação. A iconicidade dos itens lexicais será tão mais eficiente quanto mais adequada for a seleção. Quando esses signos possuem identidade formal, associados, constituem uma isotopia semântica, ou seja, um recorte epistemológico ou perspectiva de leitura, que conduz o raciocínio lógico-conceitual do texto numa determinada direção:

No que respeita ao redator, disciplinando-lhe as propostas textuais – tanto no eixo da seleção quanto no da combinação – para que não perca de vista o necessário conhecimento partilhado entre emissor e receptor, quanto ao leitor, instruindo-lhe a leitura das marcas textuais (os vários mecanismos de coesão) presentes na superfície do texto-objeto sobre o qual se encontra operando. As duas atitudes – do redator e do leitor – dirigem-se à textualidade, que é qualidade de uma proposição com eficiência comunicativa. (Simões, 2004: 1)

A experiência de Simões nos aponta, no domínio verbal hodierno, o emprego abusivo de hiperônimos (coisa, negócio, treco, parada, etc.), o desconhecimento geral de nexos gramaticais, com emprego restrito a: aí, depois, então, etc., e de estruturas que introduzem ilustrações, ressalvas e inserções, e ainda o emprego de expressões-bordões, tais como: com certeza, fala sério, tipo assim, demorou, etc., de fraco valor semântico. A conseqüência desse frágil domínio e repertório lingüísticos é a produção de textos de baixa iconicidade.

Na análise crítica da autora que, do ponto de vista do processamento dos sentidos, também traduz iconicidade como “potencialidade imagética dos textos a partir da qual os intérpretes produzem formas mentais que deflagram a cognição numa dada direção” e iconicidade diagramática como fenômeno de secundidade, fundamentalmente indicial, e que atua como indutor de raciocínio (cf. Simões, 2006), os textos de baixa iconicidade não são capazes de induzir a uma leitura consoante o projeto inicial do texto, o que torna a interpretação problemática, gerando falhas na comunicação. Como ações mitigadoras dessa produção deficiente, Simões sugere que a escola oportunize leituras e discussões de textos, explore com os alunos as relações possíveis entre a organização textual, as prescrições gramaticais e o potencial icônico dos textos e prestigie o estudo do vocabulário. Quanto aos processos cognitivos e interativos, o ensino deve levar em conta, na produção textual, o duplo papel do enunciador: escritor ativo e leitor interno (ver Sautchuck, 2003) e, na leitura, a co-participação do leitor (ver Bakhtin, 1979).



A seleção e a combinação dos constituintes textuais:
um exercício de habilidades leitoras e desenvolvimento da capacidade de depreensão
do potencial icônico dos textos


Iconicidade lexical – a iconicidade do substantivo: função discursiva

O texto a seguir aproveita a iconicidade do nome, trabalhando com um substantivo originariamente próprio, que perde este status para se tornar nome comum, graças ao seu percurso histórico em determinado contexto.



MORTE E VIDA SEVERINA

João Cabral de Melo Neto

O meu nome é Severino,
não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,

que é santo de romaria,


deram então de me chamar
Severino de Maria
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.

Mas isso ainda diz pouco:


há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.

Como então dizer quem falo


ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
da Maria do Zacarias,
da Serra da Costela,
limites da Paraíba.

Mas isso ainda diz pouco:


se ao menos mais cinco havia
com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra
magra e ossuda em que eu vivia.

Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.

E se somos Severinos


iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
de fraqueza e de doença
(é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).

Somos muitos Severinos


iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,

a de querer arrancar


alguns roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,

passo a ser o Severino


que em vossa presença emigra.
(...)

O retirante, de nome Severino, explica ao interlocutor quem é e a que vai. Tenta apresentar-se, buscando para si alguma marca que o identifique dos tantos outros Severinos que, como ele, são filhos de tantas Marias, mulheres de outros tantos já finados Zacarias, lá da Serra da Costela, nos limites da Paraíba, vivendo na mesma serra magra e ossuda em que ele vivia. O substantivo próprio fica entendido como nome comum porque, neste caso, não é capaz de “individualizar”. Ao contrário, carrega consigo as marcas de uma história, de um tempo, pré-determina características e, segundo o autor, até o destino dos sujeitos. Algumas vezes esse nome, por ora substantivo, apresenta-se no texto como adjetivo – é quando as duas categorias se confundem, posto que ambas servem à caracterização e à identificação. O texto é uma reflexão explícita do comportamento do nome/substantivo no discurso, com suas marcas ideológicas e discursivas, das quais decorrem semas atributivos. A cada atualização semântica do nome, especialmente no âmbito social e político, novos aspectos icônicos são assimilados pelo substantivo, o que contribue para o alargamento do seu potencial discursivo.

Iconicidade lexical e iconicidade diagramática na função estilística

ELEGIA HOLANDESA

José Paulo Paes

águamolepedradura


águaáolepedradura
águaáglepedradura
águaáguepedradura
águaáguapedradura
águaáguaáedradura
águaáguaágdradura
águaáguaáguradura
águaáguaáguaadura
águaáguaáguaádura
águaáguaáguaágura
águaáguaáguaágura
águaáguaáguaáguaá
águaáguaáguaáguaá

O paralelismo estrutural e a repetição das palavras, tanto no plano horizontal como no plano vertical, são responsáveis pela assonância (repetição vocálica em sílabas tônicas) do a e pela aliteração, produzida pela repetição das consoantes sonoras, que também contribui para o travalínguas. O conjunto sugere o tom lamentoso da elegia, que vai crescendo gradativamente, à medida que a vogal vai prolongando a insistência. O ditongo crescente repetido produz um efeito acústico semelhante ao som da água. A repetição da palavra água, associada ao respectivo efeito sonoro, produz uma imagem tal, que o próprio substantivo vai passando a ser suficiente para representar o efeito “água mole”, capaz de “desmanchar” a pedra dura, que desaparece gráfica e imageticamente. Com esses efeitos, o substantivo água, nos versos finais, dá conta de todo o sentido. Este remete à frase popular: “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.



A intertextualidade e a estrutura sintática como fatores de iconicidade

(A formatação do texto seguinte foi adaptada, pois continha imagens, setas e cores que, junto ao texto verbal, compunham um diagrama complexo, não compatível com este canal de apresentação.)

SAMBA DO CARIOCA DOIDO” (O Globo, 4/10/2006, capa.)

Alckmin...

...para ficar com Garotinho, que está com Sérgio Cabral...

...imitou o César...

...que apóia a Denise...

...que quer o apoio do Gabeira...

...que diz que vai votar no Alckmin...

...que queria o Cabral...

...mas sem o Picciani e o Eduardo Cunha...

...que vão subir no palanque com o Vladimir Palmeira e o Crivella

Em 2002, Garotinho estava com Lula e Gabeira; Cesar estava com Serra. Vladimir, amigo de José Dirceu, estava fora da política.

Este texto parodia “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade.

Veja:

QUADRILHA

Carlos Drummond de Andrade

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.

As marcas lingüísticas que relacionam os dois textos são, principalmente, a estrutura sintática e a seleção vocabular.

As principais marcas semânticas dessa relação são os conflitos entre os “pares” e o elemento novo (Vladimir Palmeira, “que estava fora da política”), o qual remete a “J. Pinto Fernandes” (“que não tinha entrado na história”). Encontros e desencontros são fatos freqüentes na política: um dia após a publicação deste “esquema”, o quadro de pares já se havia modificado.

A organização diagramática do texto também remete à imagem da formação da dança e sugere o movimento do quadro político.

O título é provocativo: também parodia a expressão “samba do crioulo doido”, originada numa composição de Stanislau Ponte Preta (Sérgio Porto). O termo crioulo é substituído por carioca, por referir-se às trocas dos “pares” políticos envolvendo os candidatos a governador do Estado do Rio e à Presidência da República e os conflitos e incompatibilidades em suas relações de apoio.

Apesar da mudança de título, a relação deste texto com o original (de Drummond) sugere – e “sugerir” é também uma característica ou capacidade dos signos icônicos – a participação das personagens numa espécie de “quadrilha” política, que faz lembrar o valor polissêmico de “quadrilha” (“dança” ou “grupo de ladrões”): pressupõe uma referência à “roubalheira nacional”, à corrupção, que são preocupações típicas do período eleitoral. Aliás, a mudança pode ser um recurso eufemístico de fazer essa referência.

Na primeira parte, o encadeamento sintático é feito através do pronome relativo “que”, o qual funciona como “marcador” (este termo também designa o “puxador” da quadrilha junina) do ritmo e da estrutura sintática. O pronome relativo, no texto, tem funções cumulativas: é o principal índice da relação entre os textos (função intertextual), serve para indicar a ligações políticas (função semântica) e ainda liga e retoma elementos textuais (função sintática). Desse modo, também tem valor icônico-diagramático, porque as relações internas do signo em questão (as relações sintáticas) têm similaridade com as relações internas dos objetos que estão sendo representados – os objetos reais (semânticos: as relações políticas) e os intertextuais (as relações de similaridade semântica e estrutural entre os dois textos).

As orações e frases da segunda parte (períodos conclusivos) estão coordenadas assindeticamente e têm efeito descritivo. A preposição com, em duas ocorrências e também aproveitada do outro texto, indica a incoerência ideológica dos políticos.

O ritmo e a troca de pares remetem ao fundamento da quadrilha (comum nas festas juninas), que é uma “contradança de salão, de origem francesa, caracterizada pela troca de pares”. A troca de pares orienta o sentido do texto para um desfecho onde o desencontro e a inconstância dessas relações são a tônica.

As setas, cores, imagens e outras características do texto original (apresentado na sessão de comunicação) também podem ser examinadas iconicamente.

CONCLUSÃO

Estas análises contribuíram para corroborar a nossa crença no que tange à aplicabilidade da semiótica no desenvolvimento da leitura e produção de textos. Explorar a iconicidade dos textos e dos seus signos deve ser prioridade no ensino de língua materna. Se o leitor não domina esse componente semântico, os textos tornam-se opacos, sem sentido.

O professor – e isto não precisa se limitar apenas ao de Português - deve ter sempre em vista o exercício da habilidade de percepção dos sentidos inscritos nos textos, em suas diversidades e ocorrências singulares, para que se atinja o objetivo maior do ensino que é desenvolver, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, “O domínio da linguagem, como atividade discursiva e cognitiva, e o domínio da língua, como sistema simbólico utilizado por uma comunidade lingüística (...) para garantir a todos os alunos o acesso aos saberes lingüísticos necessários para o exercício da cidadania.” (PCNs L. P., p. 19)

As interpretações aqui desenvolvidas não são as únicas possíveis para os textos. Os signos devem ser percebidos como objetos dinâmicos, cujo sentido final é tributário do conteúdo textual, mas deste fazem parte toda a situação de produção, recepção e distribuição em que ocorre o evento comunicativo, ou seja, de toda uma situação singular de enunciação e de interação, para as quais concorrem os conhecimentos e as visões de mundo dos sujeitos envolvidos, incluídos os seus saberes lingüísticos e os seus papéis sociais.



Com esse tipo de exercício, amplia-se o repertório lingüístico dos educandos e desenvolve-se a sua capacidade de escolha e de adequação vocabular, que são habilidades produtivas na constituição das estruturas lingüísticas, responsáveis pela plasticidade textual. Assim habilitados, os alunos tornam-se capazes de realizar com eficiência os seus projetos comunicativos, ou seja, de produzir textos de alta iconicidade. ncluecimentos e jeitos envolvidosivos, ou seja, a toda uma situaçundamental: l

BIBLIOGRAFIA



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BLOCH, Arnaldo e SUKMAN, Hugo. Pra boi dormir. O Globo: Logo, a página móvel. 5 de agosto de 2007, p. 15.

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    ECO, Umberto. Interpretação e superinterpretação. 2ª ed. trad. e rev. São Paulo: Martins Fontes, 2004. (Tópicos).

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