Igreja a igreja – sua importância I – o termo Igreja



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Igreja


IGREJA
A IGREJA – SUA IMPORTÂNCIA
I – O termo Igreja.

É uma assembléia religiosa, eleita e convocada do mundo pela doutrina do Evangelho, para adorar o verdadeiro Deus em harmonia com a Sua Palavra.

1. Congregação ou assembléia: "ekklesia".

2. Os nomes que designam a igreja. - Isa. 62:12; II Cor. 6:17, 18; Efés. 3:15; Apoc. 18:4.

3. A posição tão elevada da igreja. - Atos 20:18.

4. Uma instituição ordenada por Deus, composta daqueles que crêem nas verdades dn Evangelho. - Efés. 2:21,22; I Ped. 2:5; I Tim. 3:15; Col, 1:24.


II – A segurança do edifício depende de ter um firme fundamento. - Isa. 28:16.

1. Provada – suporta peso, cargas, cuidados.

2. Preciosa – possui as qualidades necessárias.

3. Bem firme e fundada – provada através dos séculos.

4. Este fundamento pode ser substituído? - I Cor. 3:11; Atos 4:12.
III – Como podemos tornar-nos membros desse Templo?

1. Confissão individual. - Mat. 16:16.

2. Confissão mediante a revelação do Espírito Santo. - Mat. 16:17.

3. Pelo novo nascimento. - Gál. 3:26; Jo. 3:3; II Cor. 5:17; I Ped. 3:23.

4. É necessário unir-se à Igreja? - Col. 1:26; I Cor. 12:12, 13.

a) É melhor estar dentro ou fora da casa confortável?


IV – A Igreja foi organizada para um santo propósito.

1. A depositária da Verdade. - I Tim. 3:15; Efés. 3:10.

2. A luz e o sal da Terra. - Mat. 5:13-16.

3. Refúgio para os pecadores. - Apoc. 14:6, 7.


UMA ERRÔNEA INTERPRETAÇÃO

Mat. 16:13-23
I – Introdução

Narrar detalhadamente os acontecimentos relatados no texto.


II – A confissão de Pedro: "Tu És o Cristo".

1. Cristo, o único fundamento da Igreja. - I Cor. 3:11. Outro não pode ser posto.

a) As Escrituras não se contradizem.

2. Embora rejeitado pelos judeus, Cristo tornou-Se a principal pedra de esquina. - Sal. 118:22.

3. Em nenhum outro há salvação. - Atos 4:12.

4. A pedra eleita por Deus é Cristo. - I Ped. 2:4.

Pedro mesmo o disse.

5. Ele é a rocha, Sua obra é perfeita. - Deut. 32:4.

6. Ninguém vai ao Pai, senão por Cristo. - Jo. 14:6.

Daí ser errônea e falsa a eleição de Pedro como chefe da Igreja.

7. "Bem-aventurados os que nEle confiam". - Sal. 2:12.

Não é ele (Pedro) a pedra fundamental.


III – A fragilidade de Pedro.

1. Momentos depois foi Pedro severamente repreendido por Cristo, por tentá-lo. - Mat. 16:23.

2. Se Pedro fosse a pedra fundamental da Igreja, esta teria desabado quando Pedro vergonhosamente negou a Jesus três vezes. - Mat. 26:69-75.

3. Jesus disse: "Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos.". - Mat. 23:8.

4. "Maldito o homem que confia no homem". - Jer. 17:5.

Cristo é a Rocha eterna, inquebrantável, inabalável; outro fundamento não pode ser posto além do que já por Deus foi assentado.

Aceitemo-Lo porque assim seremos bem-aventurados.
"TU ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA..."

Mat. 16:18
I – Quem, conforme a Bíblia, é a pedra fundamental?

1. Esta pedra é Cristo. - Isa. 28:16; Sal. 118:22.

a) Jesus mesmo reconhece isto. - Mat. 21:42,44; Mar. 12:10,11.

b) Paulo o considera como tal. - Efés. 2:20; Rom. 9:33.

c) Pedro também. - Atos 4:10,11; 1 Ped. 2:4,6,7.
II – Não pode ser Pedro. - Jer. 17:5.

1. Pedro era homem fraco. - Jer. 17:5; Mat. 16:23.

2. Ele foi fortemente repreendido... - Mat. 26:70, 72, 74.

3. Ele negou a Jesus vergonhosamente.

a) Que fundamento!

4. Não foi reconhecido pelos outros apóstolos como cabeça.

a) Mat, 20:20-28. Os discípulos ainda discutem sobre quem seria o maior; se Pedro já houvesse sido designado chefe, a questão estaria decidida.

b) Pedro foi mandado com outros. - Atos 8:14.

5. Pedro não presidiu o 1.° Concílio, mas sim Tiago. Atos 15:13-20.

6. Paulo o repreendeu. - Gál. 2:11-14.

7. Pedro mesmo não se considerava chefe. Atos 15:7; 12:7; I Ped. 1:1.

A IGREJA VERDADEIRA

Mat. 16:18
I – A Igreja verdadeira.

1. É a que tem a Palavra de Deus por base. - Sal. 119:105.

2. É a que segue à risca a vontade de Deus. - Mat. 12:50.

a) A vontade expressa de Deus. - Isa. 48:18.

3. É a que aceita a Cristo como sua cabeça e Salvador. - Atos 4:12.
II – Os instrumentos do Inferno contra a Igreja.

1. Superstição.

2. Perseguição.

3. Riquezas.

4. Filosofias.

5. Formalismo.

6. Heresias.

7. Infidelidade.


III – Promessas gloriosas à Igreja.

1. Preservação. - Mat. 28:18-20.

2. Predomínio. - Mat. 16:18.

3. Vitória final. - Apoc. 22:14; 7:9-17.


CONSELHOS À IGREIA DE LAODICÉIA – Isa. 9:6; Jer. 29:11
I – O Conselheiro.

1. Denominado a "fiel testemunha". - Apoc. 3:14.

2. Ele fala do que viu e ouviu. - Apoc. 3:14.

3. Ele tem uma experiência eterna com o Pai. - Jo. 1:1-3; 17:5.


II – O onisciente declara o Estado de Laodicéia.

1. A satisfação própria. - Apoc. 3:15,16.

2. A prosperidade material e literal. - V. 17.
III – Repreensão de um pai cheio de amor. V. 17 e 19; Prov. 3:12.

1. Desgraçado e miserável – penúria.

2. Pobre, cego e nu – sem visão espiritual, despido da justiça e paupérrimo na fé.
IV – Conselhos de um pai riquíssimo. Efés. 2:4; 1:3.

1. Ele vende de graça Água Viva. - Isa. 55:1.

2. Ele vende de graça ouro puro: símbolo de uma fé provada.

- Apoc. 3:18; I Ped. 1:17; Tia. 2:5.

3. Ele vende vestidos brancos. - V. 18; Isa. 61; Apoc. 19:8.

4. Ele vende colírio. Espírito Santo. - I Cor. 2:9, 10.


V – Peroração.

l. Jesus, o fiel amigo, bate à porta de nosso coração. - V. 20.

2. Jesus quer cear conosco. - V. 20.

3. O perigo da demora. - Cant. 5:2-6.


CONSELHOS À LAODICÉIA

Apoc. 3:18
I – Ouro provado no fogo.

1. A que se refere este texto? - Apoc. 14:12; Jo. 13:34; I Jo. 3:16; Mat. 22:36-40.

2. Que se diz daquele que não possui tal ouro? - I Jo. 3:14; 4:20.

3. Como conseguir o ouro que enriquece? - Rom. 13:10.

4. Qual o resultado de possuirmos esse sublime metal espiritual?

- Dan. 3:27; Jo. 14:3; I Tess. 4:17; Mat. 17:2,3.


II – Vestidos brancos.

1. A que se comparam os vestidos brancos? - Apoc. 19:8.

2. Qual é a condição geral de nossos vestidos espirituais? Zac. 3:3; Isa. 64:6.

3. O que significa vestidos sujos? - Zac. 3:4.

4. O que devemos fazer em tais vestidos? - Apoc. 7:13-14; 22:14.

5. Qual será o resultado dessa lavagem? - Apoc. 7:13-17; 22:14; Dan. 12:3.


III – O colírio santo.

l. Que significa esse colírio? - Atos 17:11,12.

2. Se ungirmos nossos olhos com ele, o que se tornará para nós? - Sal. 119:105.

3. Até onde sua luz penetra? - Heb. 4:12.

4. O que descobre ele no coração humano? - Mat. 15:19; Gên. 8:21; Prov. 6:14; Lev.17:14.

5. Uma vez que ele mostre nossos pecados, que devemos fazer para obter o perdão? - Atos 13:19; 1:8.


IV – "Sê zeloso e arrepende-te".

1. Que significa arrependimento? - Ez. 18:31; (Mat. 15:19).

2. Por que é necessário um novo coração? - Apoc. 3:20; Mat. 5:8.

3. Que fez o pecador arrependido? - Luc. 15:18.

4. Que há no Céu, quando um pecador se arrepende? - Luc. 15:7.
PORQUE IR À IGREIA?

Sal. 84
I – Para ajudar-nos a nós mesmos. - Sal. 84:1-12.

1. Cada crente verdadeiro deve ter um desejo ardente pela Igreja do Senhor. – V. 1-3.

a) O crente deseja a casa do Senhor porque deseja o Senhor da casa.

2. Com esse ardente desejo, seu coração se enche de alegria ao ir à casa do Senhor. - Sal, 122:1.

3. O crente deve e pode louvar a Deus quando está só, porém, há grande inspiração na associação dos espíritos aparentados.

4. O crente deve ir à igreja para fortalecer a sua alma. V. 5, 2.

a) Cada hino, cada oração, cada sermão deve fortificar sua fé.

5. O crente deve ir à igreja porque isso o satisfaz e ensina-lhe a ser útil. - V. 8-12.


II – Para ajudar a outros. - Luc. 4:14-23.

1. Antes da conversão, o pensamento central é: "Como posso eu ajudar-me a mim mesmo?" Porém depois da conversão o pensamento central deve ser: "Como posso ajudar a outros?" A Igreja oferece essa oportunidade. Podemos ajudar a outros:

a) Convidando-os a virem à igreja.

b) Dando-lhes nosso banco, se for necessário.

c) Oferecendo-lhes nosso cantor.

d) Falando-lhes acerca das coisas espirituais.

e) Distribuindo folhetos e orando pelas almas.

2. A união faz a força – Por meio da igreja podemos unir nossos esforços para evangelizar o mundo.

3. Pelo conjunto de lenha o fogo se avigora, e pelo isolamento dela, o fogo enfraquece seu calor. Assim é com a igreja e seus membros.
O QUE A IGREIA NOS DÁ
1. Um lugar de oração e de exercício na fé.

2. Um lugar de revelações da vontade de Deus.

3. Um lugar de fraterna comunhão.

4. Um lugar cheio de oportunidades.

5. Um lugar de bênçãos peculiares.

6. Um lugar de crescimento espiritual.

7. Um lugar de louvor a Deus.
A IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
I – A natureza da Igreja.

1. Uma fraternidade espiritual.

Resultado da fé em Cristo.

Criada pela operação do Espírito Santo.

2. A Igreja é primeiro um organismo e depois uma organização.
II – As funções da Igreja – determinadas pela sua natureza:

1. Adoração a Deus.

2. Edificação dos crentes.

3, Evangelização do mundo,


III – O governo da Igreja.

1. A natureza exige que ela seja uma democracia.

2. Princípios neotestamentários que estabelecem a democracia das igrejas:

(1) O senhorio absoluto de Cristo.

(2) A salvação pela graça.

(3) O igual acesso de todos a Deus por Jesus Cristo.

(4) O valor do indivíduo.

(5). A voluntariedade em toda a matéria de religião.

(6) Espírito Santo dado igualmente a todos os crentes.

(7) O exemplo das igrejas do Novo Testamento. - Mat. 18:18; Atos 1:15,23,26; 6:1-7; Atos 13:2; 14:27; 15:2,22; II Cor. 2:6,7; 8:19.


IV – A independência e interdependência das Igrejas.

1. A Igreja é a última corte de apelação. - Mat, 18:5-18.

2. A Igreja de Antioquia era tão autônoma como a de Jerusalém.

3. A palavra "Eclésia" no N.T. :

13 vezes de todos os redimidos.

2 vezes da congregação de Israel.

3 vezes da Assembléia de Éfeso.

96 vezes da Igreja como uma congregação local.

4. A autonomia da Igreja é intransferível.

5. Contudo há interdependência também.

(1) A fraternidade espiritual de todos os crentes do mundo.

(2) Cooperação essencial para a evangelização do mundo.


ISRAEL E A IGREIA

Contrastes:
I – Israel.

l. Sua vocação: terrestre. - Êx, 19:5-6.

2. Na Terra: uma grande nação. - Gên. 12:2; 18:18.

3. Promessa: bênção na Terra. - Deut. 28:1-14.

4. Seu culto: sacrifícios, holocaustos, cerimônias rituais (Lev.; Heb. 10:11); ou classe sacerdotal, com vestes especiais (Êx. 28); um lugar divinamente escolhido (Deut. 12:5,11); o Templo, um santuário terrestre (Heb. 9:1-9).

5. Seu futuro: restaurado na Terra. - At. 1:6; 3:1; feito cabeça das nações com Cristo como seu Rei. - Deut. 28:13; Is. 2:3-4; 60:1-3.

6. Cristo, seu Rei. - Sal. 149:2; Is. 33:22; 43:15; Zac. 9:9; 14:16; Mat. 21:15; Luc, 1:32.
II – A Igreja.

1. Sua vocação - Celeste. - Heb. 3:1.

2. Na Terra – um pequeno rebanho. - Luc. 12 :32.

3. Promessa – "No mundo tereis aflição". - Jo. 16:33.

4. Seu culto - adoração em espírito e em verdade ao Pai, em todo lugar onde estiverem dois ou três reunidos no nome do Senhor (Jo. 4:23,24; Mat. 18:20); um povo de sacerdotes (I Ped. 2:5; Apoc, 1:6), com liberdade de acesso pela fé ao santuário celeste (Heb. 10:19-22) .

5. Seu futuro – arrebatada da Terra. - I Tes. 4:15-17. Com Cristo na glória celeste. - Jo. 17:24. Reinando com Cristo sobre a Terra. - Apoc. 5:10; II Tim. 2:12.

6. Cristo, seu Esposo. - Ef. 5:25,31-32.
REVERÊNCIA E CULTO

Heb. 12:28.
I – O Caráter Santo de Deus.

1. Declaração do caráter de Deus. - Êxo. 20:3-6.

2. O atributo supremo de Deus. - I Ped, 1:15 e 16; Lev. 19 :2; 20:7.

3. Deus é revelado ao homem. - Mat. 11:27; Jo. 14-9.

4. Convite a adorar a Deus. - Sal. 148:11-13.
II – É Ordenada a Reverência.

1. O nome de Deus é santo. - Sal. 11:9; Êxo. 20:7.

2. O sábado é sagrado. - Êxo. 20:8-11; Eze. 20:19 e 20.

3. O santuário deve ser reverenciado. Êxo. 25:8; Isa. 56:7; Lev. 19:30.


III – A Presença de Deus Santifica o Tempo e os Lugares.

1. Jacó em Betel. - Gên. 28:16-19.

2. Paulo nas colinas de Marte. - Atos 17 :24-27.

3. Paulo e Silas na prisão. - Atos 16:25 e 26.

4. Daniel em Babilônia. - Dan. 6:10.
IV – O Culto Aprovado pelos Céus.

1. Base da sabedoria. - Prov. 9:10.

2. Conduta no Santuário. - Heb. 2:20; Ecl. 5:1; Sal. 95:6.

3. O culto aceitável. - Sal. 100:4; Col. 3:16; I Crôn. 16:29.



4. Reúnem-se juntamente. - Heb. 10:25; 12:28.


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