Immanuel kant (1724-1804) Esquema de aula



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IMMANUEL KANT (1724-1804)
Esquema de aula


  • Immanuel Kant, filósofo alemão, em geral considerado o pensador mais influente dos tempos modernos. Representante do Iluminismo, indiscutivelmente um dos seus pensadores mais influentes. Kant teve um grande impacto no Romantismo alemão e nas filosofias idealistas do século XIX, tendo esta sua faceta idealista sido um ponto de partida para Hegel.




  • Idealismo - Tendência filosófica que reduz toda a existência ao pensamento. Opõe-se ao realismo, que afirma a existência dos objetos independentemente do pensamento. No idealismo absoluto, o ser é reduzido à consciência.

  • As coisas só existem conforme a mente pode construí-las.

  • Immanuel Kant formula o idealismo transcendental, no qual o objeto é algo que só existe em uma relação de conhecimento.

  • Lutou durante toda a sua vida para dar à metafísica um fundamento científico.

  • Revisão ou criticismo de toda experiência humana do conhecimento.




  • Immanuel Kant formula o idealismo transcendental, no qual o objeto é algo que só existe em uma relação de conhecimento.

  • Lutou durante toda a sua vida para dar à metafísica um fundamento científico.

  • Revisão ou criticismo de toda experiência humana do conhecimento.




  • Dialética transcendental - crítica do intelecto e da razão em relação ao seu uso hiperfísico, a fim de desvelar a aparência falaz de suas infundadas presunções.

  • O advento do sujeito transcendental significaria, portanto, o reconhecimento do fato de que a consciência contém conceitos dos quais não de pode compreender a origem nem a função.


O Problema do conhecimento


  • 1. O pensamento humano, do ponto de vista cognoscitivo, limita-se ao horizonte da experiência;

  • 2. Entretanto, a sua tendência a ir além da experiência, é natural e irrefreável,visto que corresponde a uma precisa necessidade do espírito e a uma exigência que faz parte da própria natureza do homem enquanto homem;

  • 3. Mas tão logo se aventura fora dos horizontes da experiência possível, o espírito humano cai fatalmente em erro;

  • 4. Essas ilusões e esses erros em que cai o espírito humano quando vai além da experiência tem uma lógica precisa;

  • 5. Kant chamou de dialética tanto esses erros e essas ilusões da razão quanto o estudo crítico desses erros.



Criticísmo


  • Contribuição inédita: ter modificado para sempre a maneira de se colocar os problemas – não de ser um descobridor de terras desconhecidas, mas de ter tornado enigmático o solo que se acreditava bem conhecido da filosofia.

  • A crítica ( criticismo ) não nos traz uma outra verdade; ela nos ensina a pensar de outra maneira.

  • “Aqui, a crítica substitui a teoria”


Sujeito x Objeto


  • Fracassaram todas as tentativas de explicar o conhecimento como a adequação da mente ao objeto conhecido.

  • Agora, deve-se colocar como base do conhecimento a própria mente, não o mundo externo.

  • No centro da investigação deve ser colocado o observador e não mais o objeto.

  • Ou é a mente do observador a se adequar ao mundo externo, ou então é o objeto a se adequar aos conceitos do observador.

  • Juízo “a priori” – é um juízo elaboado sem necessidade de recorrer à experiência.

Ex: este corpo tem um peso! Não existe nehum corpo que não tenha peso.

  • Juízo “a posteriori” – são juizos que só podem ser enunciados depois de uma experiência particular e concreta.

  • posteri resultantes da experiência. Empirismo da Locke. 2 bolas + 2 bolas = 4 bolas.

  • a priori ou estritamente racionais. Racionalismo de Descartes. Depois de feita uma vez a experiência da soma das bolas, o conceito ja está configurado na mente.

  • Kant classificou o físico e o abstrato em dois grupos:

  • 1 - As coisas que podemos conhecer são aquelas que as pessoas podem presenciar, tocar, ver e experimentar, como uma mesa ou um cachorro.

  • 2 - Por outro lado, existem coisas que são desconhecidas por si próprias, como Deus e o conceito de liberdade, cujas existências, segundo Kant, se baseiam em pressuposições necessárias.

  • O mundo exterior só produz a matéria da sensação, mas o nosso aparelho mental ordena esta matéria no espaço e no tempo e proporciona os conceitos por meio dos quais compreendemos a experiência.


Imperativo Categórico


  • Age de tal maneira que o princípio de tua ação se torne uma lei geral”.

  • O fundamento para esta lei de Kant é a crença de que uma pessoa deve comportar-se de forma igual a que ela esperaria que outra pessoa se comportasse na mesma situação, tornando assim seu próprio comportamento uma lei universal.

  • Age sempre de maneira a tratares a humanidade em ti e nos outros sempre ao mesmo tempo como um fim e jamais como um simples meio"

  • O homem jamais deve ser tratado como um meio visto que ele é o fim supremo de qualquer ação.

Texto Complementar

KANT E A METAFÍSICA – FRAGMENTOS IMPORTANTES

Prof. Ms. Claudio Cesar de Andrade

KANT E A METAFÍSICA – FRAGMENTOS IMPORTANTES

Contexto da vida de Kant: pietismo; vida acadêmica; prussiano; metódico; Leibniziano (destacar o amor a metafísica pelas hóstias de Leibniz ).

Paixão pela metafísica: “a metafísica, pela qual estou destinado a ser apaixonado” . Lutou durante toda a sua vida para dar à metafísica um fundamento científico e que a própria crítica foi concebida com esse fim,ainda que seus resultados tenham levado a metas diferentes.

Obras: escritos pré-críticos e escritos críticos.

Marco histórico: a física de Newton. Se a física adquiriu maturidade, por que não a metafísica ? Possibilidades da ligação entre a física e a metafísica.

Kant ultrapassa Leibniz, acrescentando o princípio de sucessão e o de co-existência, além de propor uma mônada física ao invés de uma mônada espiritual.

Influência da cátedra. ( Prof. Martinho Knutzen ), Professor de lógica e metafísica, com o qual aprendeu a doutrina de Newton e a metafísica leibniziano-wolffiana.

O terremoto de Lisboa e a sua visão de totalidade: “aquilo que, visto pela ótica do indivíduo, pode parecer injustificável e incompreensível , não o é, se considerado pela ótica do conjunto.

MEDITAÇÃO SOBRE HUME. Dívida a Hume: despertar do sono dogmático. ( início de radicalização: castelos de areia e abismo sem fundo ou um oceano sem praias e sem faróis ).

Tese dos possíveis ( Deus ) : originalidade. Refuta as provas tradicionais de Deus e propõe nova prova.

“O possível não é apenas aquilo que não é contraditório, o que nada mais é do que a condição formal da possibilidade; com efeito, o possível supõe ademais que existam realmente os elementos não contraditórios, que, em certo sentido, são como a matéria da possibilidade. Analogamente, o necessário não é somente aquilo cujo contraditório é formalmente impossível, mas também aquilo cujo contraditório é realmente impossível. Ora , diz Kant, é impossível que nada seja possível”.

Tese popular: Kant enuncia critérios nos quais se inspira o seu ensino de filosofia: não se trata de ensinar de modo dogmático uma filosofia como algo acabado, mas sim de ensinar a filosofar, ou seja, a pensar filosoficamente. Ora, Kant, não era dogmático , nem cético, mas sim crítico e construtivo de proceder.

Comentário sobre as três críticas: pura, razão, juízo.

Conceito de criticismo: Para avaliar a legitimidade da pretensão metafísica, Kant afirma que é necessário chamar a razão ao mais grave dos seus deveres, que é o conhecimento de si mesma; é necessário formar um tribunal que sustente as suas pretensões legítimas e condene as que não tem fundamento; esse tribunal não pode ser outro senão a crítica da razão pura.

Considerações sobre a metafísica em suas obras.

Dialética transcendental. Análise do aspecto negativo. A dialética funciona como crítica a essas ilusões. “Chama-se dialética transcendental não como uma arte de suscitar dogmaticamente tal aparência, mas como crítica do intelecto e da razão em relação ao seu uso hiperfísico, a fim de desvelar a aparência falaz de suas infundadas presunções e reduzir as suas pretensões de descobertas e ampliação de conhecimentos, que ele se ilude de obter graças aos princípios transcendentais, ao simples julgamento do intelecto puro e à sua preservação da ilusões sofísticas”.

Tese de Kant: A dialética transcendental cuidará de descobrir a aparência dos juízos transcendentais e, ao mesmo tempo, prevenir que ela nos faça cair em engano, mas jamais poderá conseguir que essa aparência também se desfaça e deixe de ser uma aparência.

Resumindo: 1. O pensamento humano, do ponto de vista cognoscitivo, limita-se ao horizonte da experiência; 2. Entretanto, a sua tendência a ir além da experiência, é natural e irrefreável,visto que corresponde a uma precisa necessidade do espírito e a uma exigência que faz parte da própria natureza do homem enquanto homem; 3. Mas tão logo se aventura fora dos horizontes da experiência possível, o espírito humano cai fatalmente em erro. 4. Essas ilusões e esses erros em que cai o espírito humano quando vai além da experiência tem uma lógica precisa. 5. Kant chamou de dialética tanto esses erros e essas ilusões da razão quanto o estudo crítico desses erros.

Kant a caminho do idealismo e do romantismo.

Introdução: Crítica do Juízo.

Tarefa principal: elaborar uma problemática de cuja solução depende a manutenção ou a queda da metafísica, por conseguinte, toda a sua existência.

· Diferença de doutrina e problemática.

· Contribuição inédita: ter modificado para sempre a maneira de se colocar os problemas – não de ser um descobridor de terras desconhecidas, mas de ter tornado enigmático o solo que se acreditava bem conhecido da filosofia. “Não existem respostas Kantianas a problemas tradicionais, mas apenas falsos problemas tradicionais”. A crítica ( criticismo ) não nos traz uma outra verdade; ela nos ensina a pensar de outra maneira.

· O método será, portanto, o de uma análise semântica, não o de uma investigação sobre realidades que teriam esperado desde sempre até que enfim se consinta em determinar sua essência. “Aqui, a crítica substitui a teoria” – aqui a investigação basta-se a si mesma. A crítica substitui a teoria porque se trata apenas de sondar e testar aquilo que nós acreditamos estar no início dos dados imediatos – e de forma alguma enunciar a verdade definitiva sobre tal ou tal região do ser.

· Mérito: separar ciência/filosofia. O pensamento verdadeiro não é uma opinião sobre a coisa, mas o conceito da própria coisa. Ao se satisfazer em teorizar sobre coisas que se acredita “bem conhecidas”, a filosofia se reduziria a não ser mais que uma coletânea de opiniões ou de descrições fantasistas. E é a essa filosofia pseudo teórica ou ideológica que a crítica Kantiana, assim como a compreensão especulativa, opõe o programa de uma leitura de significações tal que não se pode jamais criticá-la com pertinência no nível das opiniões novas que se acredita descobrir ali.

· Dificuldade da obra: “Este trabalho é difícil e exige um leitor decidido a entrar, pouco a pouco, pelo pensamento em um sistema que não coloca no fundamento nenhum outro dado senão a própria razão e que busca, portanto, sem apoiar-se em qualquer fato, desenvolver o conhecimento partindo de seus germes originais.

· Kant – o historiador da filosofia. Diferente do historiador das idéias ou o historiador das ciências. E porisso que a história da filosofia não é uma história como as outras: elas não nos convida a prolonga-la, mas a reencontrar o ponto a partir do qual ela se extraviou.

· A leitura da 3ª crítica orienta-nos assim em direção a uma resposta às seguintes questões: por que e em relação a que os textos reduzidos a si mesmos e separados de suas pretensões doutrinais contêm ainda um sentido ? Que interesse mantém as metafísicas, quando se leva em conta a sua ingenuidade pré-crítica ? Que interesse, afinal, tem a física de Aristóteles, quando não nos contentamos em situa-la em relação à mecânica galileana ou em fazer dela a suma do saber do séc. IV ?

· Verdadeira interpretação: O rigor unicamente crítico ao qual nos esforçávamos em restringi-lo não passava do avesso da morte da metafísica que ele anuncia a cada parágrafo, pelo modo como são resolvidas dificuldades clássicas e reinterpretadas palavras das quais não se tinha jamais delimitado o uso. Aqui, de um lado a outro, a filosofia é retorno a um original que a metafísica, para se edificar, precisou ser impedida de entrever.

· A 3ª crítica é o ponto de inflexão onde conceitos metafísicos, tornados insustentáveis, metamorfoseiam-se em figuras do saber do séc. XIX.

· A crítica ( o criticismo ) inauguraria os positivismos, restringindo a reflexão filosófica às condições de possibilidade das ciências e, no mesmo movimento, suprimindo, com a psicologia, a teologia e as cosmologia racionais, “a metafísica”.

· ALTERNATIVA: SUJEITO TRANSCENDENTAL – PERSPECTIVA TRANSCENDENTAL – DIALÉTICA TRANSCEDENTAL.

· O advento do sujeito transcendental significaria, portanto, o reconhecimento do fato de que a consciência contém conceitos dos quais não de pode compreender a origem nem a função se não se percebe que eles são as condições necessárias sob as quais a “natureza” pode receber uma significação.

· Crítica à teoria: resta saber se a limitação da razão teórica é destinada essencialmente a garantir a positividade das ciências exatas, ou a afastar a metafísica de uma tarefa que não é a sua.

· Crítica à dedução: Que a dedução seja obscura, responde Kant, eu não penso em nega-lo; que eu não tenha conseguido provar de maneira satisfatória como só as categorias tornam possível a experiência, isso é discutível.

· Censura cética: Lançando dúvida sobre todo o conhecimento sintético a priori, ela ainda presta à metafísica a homenagem de considera-la como um saber nem mais nem menos criticável do que os outros. Ela a condena, certamente, mas sem coloca-la em questão como ciência – o que ainda é honrá-la excessivamente.

· Um dos conceitos: disciplina universitária existente e ciência racional contestada.

· A única motivação da Crítica é , portanto , examinar os direitos da metafísica ao título da ciência. Sem a existência problemática “desta coisa que se chama metafísica”, sem a irredutível diferença de estatuto entre ela e os outros saberes, para que fazer uma investigação sobre a envergadura da razão humana ? Sem a crise permanente da metafísica, porque precisaríamos tranqüilizar o matemático ou o físico ? O sucesso das ciências “positivas” tem assim importância apenas se é referido ao fracasso das metafísicas.

· Houve um momento que Kant acreditava estar tão perto da fundação da metafísica enquanto ciência – em que ele estava tão longe do projeto crítico. Ver a paixão de Kant pela metafísica.

· Em 1764 – “Investigações sobre a claridade”. Kant reconhece a incerteza das proposições metafísicas , mas a atribui a uma carência de método, a um desconhecimento das dificuldades particulares que devem afrontar o metafísico e o matemático. Com o verdadeiro procedimento da metafísica, Kant acredita , que acaba de descobrir a fonte dos erros que nela são cometidos e o padrão em relação ao qual devem-se medir os juízos. Esta metafísica estará tanto mais a salvo de dúvidas e fundada em regras incontestáveis, quando ela for precedida por uma fenomenologia geral. Como meu entendimento pode se formar inteiramente a priori conceitos de coisas com as quais as devem necessariamente concordar ? COMO O CONHECIMENTO A PRIORI É POSSÍVEL ? Essa questão, acrescenta ele, contém a chave do mistério da metafísica. O conhecimento a priori pode conter um mistério, mas Kant não pensa ainda em medir a sua esfera para decidir a sorte da metafísica. Ele continua a pensar que, se a metafísica jamais existiu, foi por falta de rigor dos estudiosos e não pela falta de reflexão sobre a natureza desta ciência.

· Desabafo em carta: Tenha a bondade, apenas mais uma vez, de lançar um olhar sobre o todo da obra e a observar que não é de metafísica que eu trato na crítica, mas de uma ciência nova e até agora não investigada : a crítica de uma razão julgando a priori.

· A metafísica é uma ciência ? Tudo dependerá da sentença pronunciada pela crítica. Uma nova filosofia ? Uma nova jurisdição.

· Evidentemente a metafísica existe pelo menos de duas maneiras: como disposição inscrita em nossa natureza e como ciência eventual da qual se escruta a possibilidade. Portanto a crítica não é uma supressão da metafísica.

· É enquanto metafísica real que ela foi posta fora do circuito, precisa Kant, e isso nos proíbe de nos contentarmos com a crítica de tal tese ou de tal filosofia.

· A metafísica é a ciência dos conceitos fundamentais e dos princípios da razão e não do conhecimento humano em geral.

· Enquanto nas outras ciências é a prática que fixa o método, o conteúdo que exige a ordenação, na metafísica o método precede a ciência. Se alguma ciência tem necessidade de que seu primeiro começo seja buscado metodicamente , é exatamente a metafísica.

· Fundamental: Aqui, a crítica substitui a teoria. É o signo de que a metafísica cessa de ser considerada como teoria e de que toda a tarefa da razão pura poderia muito bem consistir em voltar-se sobre si e em medir o seu poder – logo, em se criticar. O simples projeto de instaurar metodicamente o fundamento da metafísica já equivale à morte “desta coisa” que sempre se chamou de “metafísica”. A crítica foi escrita porque existe uma ciência tal que o tratado de seu método a faz desaparecer enquanto teoria.

· A metafísica, por sua essência e sua intenção última, é um todo acabado: tudo ou nada. O que é requerido por seu fim último não pode portanto ser tratado fragmentariamente,como na matemática ou na ciências empíricas da natureza, que progridem sempre, sem fim.

· É verdade que a crítica nos proíbe de ultrapassar o plano dos fenômenos, pois “o limite dos fenômenos pertence ao fenômeno, mas a coisa que forma o limite está fora deste. Ora, é a presença dessa coisa que nos obriga a traçar a linha, é porque o oceano estende-se a perder de vista que nós percorremos a orla. Igualmente, a tarefa essencial não é a de determinar exaustivamente aquilo que a razão pode conhecer em relação ao sensível: é porisso que a crítica é a idéia da filosofia transcendental e não a ciência integral.

· Para combater os radicais como Locke que dizia que tudo são palavras estéreis, Kant diz: é preciso terminar com o fascínio que o supra-sensível sempre exerceu , não o denunciando como uma quimera , mas neutralizando-a pela autolimitação da razão. O tom muda com a crítica: os problemas da metafísica são levados a sério ao mesmo tempo em que aparece claramente a fragilidade das soluções que se dava para eles.

· Crítica a Locke. Reduzir a metafísica a uma linguagem é proibir-se de criticá-la radicalmente e de decidir sobre suas pretensões. Igualmente , o tom da dialética transcendental é o da certeza enfim adquirida, não o desencanto .

· Kant condena as metafísicas dogmáticas enquanto usurpam o título de ciências no sentido em que a matemática e a física tem direito a ele. A antiga metafísica nem mesmo suspeitava que o único tema da metafísica é a relação com o supra-sensível. Segundo Kant , os metafísicos nunca souberam delimitar seu verdadeiro domínio.

· O Kantismo é assim um ceticismo de novo estilo.

Resumo de aula



Referências Bibliográficas:
COLEÇÃO OS PENSADORES. Emanuel Kant . São Paulo: Editora Paulinas, 1990.
LEBRUN, Gerard. Kant e a metafísica. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia , vol 2. São Paulo: Paulinas, 1993.
MONDIN, Batista. Curso de Filosofia, vol. 2 . São Paulo: Paulinas, 1995.


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