Imprensa Sindical no Grande abc



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Imprensa Sindical no Grande ABC



Valdenizio Petrolli - petrolli@terra.com.br

UMESP

A história da imprensa sindical no Grande ABC iniciou em setembro de 1963 com o lançamento do jornal O Metalúrgico, pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Santo André, Mauá e Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Um dos motivos que retardaram o surgimento da imprensa sindical na região foi à falta de recursos financeiros e aliados aos longos períodos de intervenções governamentais nos sindicatos ou diretorias pelegas que não queriam se indispor com a classe patronal. Depois das greves de 1978, os sindicatos se reorganizaram e acordaram para a necessidade de criarem os seus próprios veículos de comunicação para não ficarem a mercê da imprensa tradicional. Contudo, a região tem um rico antecedente histórico de lutas trabalhistas que vem desde o início do século XX influenciada pelo anarco-sindicalismo. Um exemplo dessa influência foi à greve dos canteiros de Ribeirão Pires, em 1913, ocorrida por causa do atraso do pagamento de salários, sendo reprimida com muita violência.1

Antes de surgir o primeiro jornal sindical, a comunicação entre os sindicatos com suas respectivas bases era informal de boca-a-boca ou formal pela distribuição de panfletagem nas portarias das fábricas. Para burlar a segurança das empresas e os dedos-duros, os militantes faziam o contrabando dos panfletos para os interiores das fábricas distribuindo discretamente aos companheiros de mão-em-mão nos restaurantes, vestiários e banheiros. O operário que fosse flagrado pela chefia portando algum panfleto poderia perder o seu emprego. Participar do sindicato era um risco. Essa situação, de um modo geral era igual em todo o país e parece não ter mudado nos dias de hoje, porque a liberdade sindical é uma luta constante.

A idéia de lançar o jornal O Metalúrgico surgiu no momento em que o sindicato comemorava 30 anos de existência. Essa data era o momento propício para lançar um órgão oficial, mesmo porque, a diretoria eleita em 1958 pelo voto direto, tinha apoio da categoria e o seu presidente, Marcos Andreotti, era um dos fundadores do sindicado e respeitado líder operário. Ele e os demais diretores eram todos membros ou simpatizantes do Partido Comunista, que ofereceu a gráfica do jornal O Tempo para imprimir o jornal do sindicato.

Para agilizar o lançamento do jornal, o sindicato criou uma equipe composta pelo Primeiro Tesoureiro, Juvenal Fontanella, que era também o Diretor Responsável; o Primeiro Secretário, Onofre José Ferreira e colaborador, o Secretário Geral, Philadelpho Brás. O redator contratado era Jayme Blanco, indicado pelo Partidão. O tablóide foi impresso com quatro páginas com tiragem de dois mil exemplares, um número insuficiente, para atingir toda a categoria, e por isso mesmo, recomendava-se que o mesmo fosse passado de mão-em-mão, a exemplo que faziam com os panfletos.

No segundo semestre de 1963 a tônica dos noticiários nas páginas do O Metalúrgico tinha como meta a eterna reivindicação do aumento do salário mínimo, a luta contra o aumento do custo de vida, segurança do trabalho e perseguições patronais. Na edição de novembro o sindicato reivindicava 100% de aumento e convocava os metalúrgicos para uma assembléia geral:

Os companheiros devem, em cada fábrica, organizar-se para exigir dos empregados uma antecipação de salário que corresponda ao aumento do custo de vida. (...) Desde já sabemos que certos patrões irão alegar que a antecipação pleiteada acarretará excessivo acréscimo em suas despesas com mão de obras. E que, em conseqüência, as empresas sofrerão prejuízos. Porém, também sabemos que, se eles cortarem uma porcentagem insignificante dos seus lucros, tudo ficará resolvido”.

O jornal ao mesmo tempo que não poupava críticas aos patrões, o Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra apoiava abertamente o presidente João Goulart, que em 1961, visitou a região e foi recebido pelos sindicalistas de todas as categorias:

O presidente João Goulart apesar de não estar tomando todas as medias que deveria, em defesa dos interesses do País e do povo, mesmo assim ele precisa ser por nós defendido dos ataques e calunias lançados contra ele pelos gorilas e sua imprensa. Nunca porém devemos deixar de criticá-lo por suas conciliações com os imperialistas e os latifundiários. Na proporção que nossas pressões aumentarem (tanto contra os gorilas como contra Jango), avançaremos no caminho da conquista de um governo nacionalista e democrático, quando então, e só então, desaparecerão as causas da galopante carestia e der tudo aquilo que torna a vida de quem trabalha um martírio. (...) Apesar de tudo isso, Jango representa, no momento, o mau menor. E se as forças populares, com a classe operária à frente, pressionarem devidamente o sr. João Goulart, ele compreenderá que deve ceder aos interesses do povo, como tem feito com relação a certos problemas, e que se não o fizer, as forças democráticas e nacionalistas avançarão mesmo sem ele”.

Nessa primeira fase, O Metalúrgico teve apenas seis edições, porque a sua circulação foi suspensa em abril de 1964, pelo Golpe Militar, que interviu no sindicato e caçou toda a diretoria. O presidente Marcos Andreotti e o secretario geral, Philadelpho Brás foram presos pelo Exercito. Terminada a intervenção federal, o jornal foi relançado 13 anos depois, em 1977, na gestão de Benedito Marcílio um dos líderes das greves de 1978 e 1979. Nos anos que seguiram o Sindicato dos Metalúrgicos sofreriam novas intervenções e a circulação do jornal seria novamente suspensa.

O jornal dos metalúrgicos abriu caminhos para outras publicações. Em junho de 1969, em pleno período ditatorial, começa a circular discretamente, o Sindiquim, órgão oficial do Sindicato dos Químicos do ABC, com sede em André com objetivo de ser o mensageiro dos trabalhadores químicos, levando suas mensagens para os companheiros nas fábricas e nos lares humildes conforto de que não estão sozinhos. No início era um simples tablóide impresso pelo antigo sistema tipográfico com uma linha editorial que poupava críticas aos patrões e governo. Os diretores do sindicato nem tinham motivos para isso. Pois, no segundo número do jornal correspondente aos meses de julho-agosto, diretoria comunicava a categoria dos químicos que um Decreto-lei Presidencial tinha prorrogado o mandato dos dirigentes sindicais para três anos. Na mesma edição, o editorial era de uma ingenuidade premeditada e tratava da conquista da Lua pelo homem:

Repetindo feitos antigos navegadores, o homem conquista o nosso romântico satélite. Vencendo barreira que a 30 anos se consideravam intransponíveis, com a ajuda de modernas técnicas, produtos do acúmulo dos conhecimentos científicos, já estamos no limiar da conquista de nosso sistema”.2

Com a ampliação do conflito trabalhista no ABC, nos anos 80, o Sindiquim transformou-se num órgão mais combativo e reivindicatório. Nessa fase conta com a assessoria da Oboré, sendo impresso pelo sistema de offset, com suas páginas recheadas de fotos e charges. A sua tiragem ultrapassam 20 mil exemplares por edição. Além dos diretores dos sindicatos, o jornal conta com vários colaboradores como o jornalista Lourenço Diaféria, Sérgio Gomes, Póla Galé, Rachel Regis, Regina Arakaki e os ilustradores Angeli, Laerte, Júlio César e Jota.

O Sindicato dos Químicos do ABC participa da fundação Central Única dos Trabalhadores – CUT, que aconteceu no dia 28 de agosto de 1983, e muda radicalmente a sua forma de atuação junto a sua categoria e a linguagem do seu jornal passa a ser mais contundente e objetiva:

O Dia de Luta faz parte da campanha emergencial unificada lançada pelos Sindicatos Químicos do ABC e São Paulo há três semanas, diante das dificuldades em que o trabalhador e encontra e também ao crescente desemprego que está assolando o País – só agora em fevereiro atingiu o índice recorde do Plano Real, de 5,7%. As pautas com as reivindicações já foram enviadas às empresas. A redução da jornada de trabalho é uma das propostas que o Sindicato apresenta para enfrentar o aumento do desemprego. Se houvesse uma redução de jornada para 30h semanais – hoje a categoria tem jornadas de 33h36min, 40h ou 44h – haveria um crescimento de 25% ao nível de emprego na região do ABC nesse setor. No País, seriam 125 mil novos postos de trabalho na base química, petroquímica e plástica. É isso aí companheiros: vamos lutar por aumento real, participação nos lucros ou resultados, delegados sindical e também pela criação de novos postos de trabalho, pois são muitos os companheiros que hoje estão desempregados”.3

Com abertura política no final dos anos 70, os sindicatos começaram a se reorganizar de forma diferenciada do que acontecia no pré-64 e novas lideranças sindicalistas foram reveladas na região, mas principalmente pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema como: Luiz Inácio Lula da Silva, Gilson Menezes, Rubens Teodoro de Arruda, Djalma Bom, Jair Meneghelli, Vicente Paulo da Silva (Vicentinho) e Luiz Marinho. Nas eleições municipais de 1976, pelo Movimento Democrático Brasileiro – MDB elegeram-se os prefeitos nos três maiores municípios: Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, além de Benedito Marcílio para deputado federal, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André. A Diocese de Santo André, que abrange toda a região, tinha um novo bispo, Dom Cláudio Hummes, que aproximou a Igreja com o grupo de sindicalistas liderado por Lula. Ele que substitui Dom Jorge Marcos de Oliveira, conhecido como o Bispo dos Operários pelo seu apoio a classe trabalhadora.4

A Tribuna Metalúrgica do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema começou a circular a partir de julho de 1971, ainda na diretoria presidida por Paulo Vidal. O tablóide circulou por ocasião da inauguração do atual sede do sindicato, na rua João Basso, curiosamente, o primeiro industrial da cidade. Era distribuído nas portas das fábricas, principalmente das industrias automobilísticas. Desde os primeiros números, mostrou por que viera e não poupou criticas a classe patronal e ao governo.E, quando em 1975, o então ministro da Fazenda, Delfim Netto subtrai índices de inflação e provoca uma perda de 34,1% nos salários dos trabalhadores, o presidente Paulo Vidal, elabora a Carta de São Bernardo, propondo liberdade sindical e fim do arrocho salarial. A recuperação dessa defasagem salarial foi o principal tema dos seus noticiários. Paulo Vidal foi eleito vereador pelo MDB para a Câmara de São Bernardo do Campo e passou a presidência do sindicato para Luiz Inácio Lula da Silva, que já fazia parte da diretoria anterior e continuo com o mesmo esquema de trabalho.

O de 1.º de Maio de 1978 marcou pelos protestos e reivindicações dos trabalhadores em quase todo o país. Os jornais sindicais do ABC – O Metalúrgico, o Sindiquim, Tribuna Metalúrgica, A Voz Metalúrgica e O Borracheiro lembraram a data fazendo várias reivindicações para a categoria, principalmente no que se referia a defasagem salarial. Naquele ano, não houve nenhuma comemoração festiva no ABC, apenas uma reunião na sede dos Sindicatos dos Metalúrgico de Santo André com participação operários, intelectuais e estudantes para lembrar o dia de luta. Em São Paulo, o presidente Ernesto Geisel recebeu, aproximadamente, 500 líderes sindicalistas, no Palácio dos Bandeirantes para uma solenidade do beijão-mão, sem falar em aumento ou pagamento da defasagem salarial. O único senão foi a irritação do governador Paulo Egídio Martins quando soube a ausências dos presidentes do Sindicato de Santo André, Benedito Marcílio e de São Bernardo, Luiz Inácio da Silva. Porém, o desconforto do governador foi amenizado pela declaração do secretário do Trabalho, Jorge Maluli Neto, afirmando que o não comparecimento dos representantes desses dois importantes sindicatos foi insignificante.5 O que ele não poderia imaginar que alguns dias depois começaria no ABC um movimento grevista que mudaria a os rumos da história do Brasil.

No dia 12 de maio, três mil e duzentos operários da Saab-Scania paralisam suas atividades, reivindicado aumento de 20 a 25% além do índice de 39% decretado para o mês de abril de 1978 e o movimento se alastra para as outras montadoras e demais indústrias do ABC. A Tribuna Metalúrgica, de forma velada, já vinha registrando pelas suas páginas algumas as insatisfações dos trabalhadores. No dia 30 de março de 1978, quatro setores da fábrica da Mercedes-Benz tinham paralisados o trabalho reagido a uma lista de aumento de salários por merecimento. Em 10 de maio, cem operários do setor de estamparia da Ford por algumas horas para pedir reajuste de 20% e a crise é contornada internamente com a criação de uma comissão para estudar o problema. Curiosamente, um dia antes de estourar a greve na Scania, o ferramenteiro e principal líder da greve de 1978, Gilson de Menezes, diretor do Sindicato de São Bernardo conversa com Lula e garante que a montadora iria parar, mas ele apoiou mas não acreditou. Em 1982, Gilson de Menezes deixa o sindicato tornando-se o primeiro prefeito petista do Brasil e Lula perde eleição para governador de São Paulo. Gilson de Menezes foi prefeito duas vezes de Diadema e anos depois, rompeu com o PT e com o Lula, de quem era muito amigo e se tratavam como irmãos.

No ano seguinte, as greves acontecem novamente, mas dessa vez, envolvendo outras categorias profissionais em todo o Grande ABC, o que obriga, os sindicatos a dobrarem tiragem dos seus jornais e transformando-os de mensários ou semanários em diários. Em 1979, novamente os três sindicatos dos metalúrgicos do Grande ABC sofrem intervenção e os jornais têm suas circulações suspensas. Para mobilizar a categoria, os sindicatos contaram com a colaboração ABCD Jornal, dirigido por Dermerval Júlio de Grammont, que dedicou suas páginas as lutas operárias e porta-voz dos líderes afastados. Adotou até mesmo o personagem João Ferrador (desenho de um simpático trabalhador) do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema que ilustrava os editoriais da Tribuna Metalúrgica.

Nos períodos de greves e intervenção o ABCD Jornal chegou a circular diariamente, com duas páginas, no formato standard, com tiragem de 50 mil exemplares, rico em fotografias e ilustrações. A sua distribuição era feita nas portas das fábricas e no Estádio Municipal de Vila Euclides, onde eram realizadas as assembléias dos metalúrgicos. Nos anos que se seguiram, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema criou uma Assessoria de Imprensa e uma gráfica própria onde passou a ser impresso a Tribuna Metalúrgica e outros jornais sindicais de diversas categorias.

A partir dos anos 90 os jornais sindicais incluíram em seus noticiários mais temas como: alto índice de desemprego, alterações na CLT e a Alca. O jornal Morcegão, do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro de São Bernardo e região, cuja categoria conta com mais de 30 mil empregados formais sai na frente: “Com a instituição da Alca teríamos a mesma exportação e muito mais importação no que resultaria: menos indústrias, maior taxa de desemprego, muito mais gente passando fome”.6 O Morcegão lembra com ressentimentos a “era FHC” que deixou se levar-se “pelos bancos, pelo FMI, pelos empresários, einfim, pelos feitores imperialismo que fazem de tudo pela revogação da Lei Áurea, lutam de unhas e dentes pela volta da escravidão”.

Se os trabalhadores de todas as categorias profissionais estavam descontentes com o governo de Fernando Henrique, pelo lado patronal a coisa também não era diferente. A revista Registro, órgão do Sindicato das Indústrias Gráficas do Grande ABC e Baixada Santista dizia no seu editorial: “Se, por um lado, atos inconseqüentes do Governo, fazem com que todos os segmentos empresariais do país passem por problemas quanto ao uso de energia elétrica, por outro lado, uma conquista do Singrafs serve de alento ao micro e pequeno empresário gráfico – convênio efetuado com a Caixa Econômica Federal, que propicia a esses profissionais, maiores facilidades na aquisição de equipamentos”.7

Em 2002, a imprensa sindical ligada a CUT colocou os seus informativos a favor da candidatura de Lula a presidência da República. O Notícias Bancária, editado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro do ABC, foi um bom exemplo disso, e sai na frente com a seguinte manchete tão logo o TSE anúncio o resultado das eleições de 2002 para presidente da República:

Está escrito nas urnas: o povo quer mudança. O Partido dos Trabalhadores (PT) foi o grande vitorioso nas eleições. O PT e outros partidos de oposição tiveram um crescimento de aproximadamente 35% em suas bancadas no Congresso Nacional. Isso mostra o descontentamento com os políticos tradicionais e com o modelo de desenvolvimento que ao invés de alavancar o país, trouxe desemprego e miséria ao povo. (...) Isso mostra que o partido é bom de governo e que está ao lado dos trabalhadores, pois vencer as tradicionais oligarquias políticas no Brasil não é tarefa fácil, sobretudo em regiões mais pobres, onde um voto vale menos que um prato de comida”.8

Nesses últimos 40 anos, o número de sindicatos de empregados e patronais, representando várias categorias profissionais, multiplicaram-se na região e conseqüentemente cresceu o número de títulos de jornais e revistas. A imprensa sindical se tornou uma importante fonte de pesquisa de histórica para aqueles que desejam compreender as transformações e conquistas da classe trabalhadora no Brasil.

Bibliografia

ABRAMOWICZ, Betty Schifnagel. O que todo cidadão precisa saber sobre greves. São Paulo, Global, 1985.
ANTUNES, Ricardo. A rebeldia do trabalho: o confronto operário no ABC Paulista: as greves de 1978/80. Campinas, Editora da Unicamp, 1992.
BEIGUELMAN, Paula. Os companheiros de São Paulo. São Paulo, Global, 1981.
FERREIRA, Maria Nazaré. A imprensa operária no Brasil 1880-1920. Petrópolis, Vozes, 1978.
FRENCH, John D. Afogados em leis: A CLT e a cultura política dos trabalhadores brasileiros. São Paulo, Editora Fundação Perseu Abramo, 2001.
MEDICI, Ademir. 1.º de Maio e os principais momentos da luta sindical em São Bernardo: 1902-1990. São Bernardo do Campo, Secretaria de Educação e Cultura e Esportes, 1990.
MEDICI, Ademir. 9 de Novembro de 1947: a vitória dos candidatos de Prestes. Santo André, Fundo de Cultura do Município de Santo André, 1999.
PETROLLI, Valdenizio.História da Imprensa no ABC Paulista.Dissertação de Mestrado, IMS, São Bernardo do Campo, 1983.
PETROLLI, Valdenizio. Diário do Grande ABC: a construção de um jornal regional. Tese de Doutorado, Umesp, São Bernardo do Campo, 2000.
SAMPAIO, Antônio Possidônio. A capital do automóvel: na voz dos operários. São Paulo, Edições Populares, 1979.
SAMPAIO, Antônio Possidônio. Lula e a greve dos peões. São Paulo, Escrita, 1982.

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VALDENIZIO PETROLLI

Jornalista e Advogado. Mestre e Doutor e Comunicação Social.



1 Diário do Grande ABC, Caderno B, 22/02/1981. p 01.

2 Sindiquim, edição de julho-agosto de 1969, número 01, p. 3;

3 Sindiquim, de ¼ a 07/04 de 1996, Edição 962, p.4

4 MARTINS, Heloisa Helena Teixeira de Souza. Igreja e movimento operário no ABC: 1954-1975. São Paulo: Hucitec; São Caetano do Sul: Prefeitura de São Caetano do Sul, 1994.

5 Diário do Grande ABC, 2 de maio de 1978. primeira página.

6 Morcegão, outubro de 2002, p 8.

7 Registro, junho-julho-agosto 2001, p 4.

8 Notícias Bancárias, outubro de 2002, primeira página.





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