Inoculação com Azospirillum e adubação nitrogenada de cobertura como estratégia para aumentar o rendimento de grãos do milho em dois níveis de manejo



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Inoculação com Azospirillum e adubação nitrogenada de cobertura como estratégia para aumentar o rendimento de grãos do milho em dois níveis de manejo
Luis Sangoi 1, Willian Giordani², Diego Eduardo Schenatto3 Daniel Fernando Kolling4, Amauri Schmitt4, Fernando Panison4, Murilo Renan Mota4, Cristian Majolo Boniatti3, Leonardo Dall’Igna3, Eduardo José Zanella3, Alexandre Manfroi Viapiana4

Palavras-chave: Zea mays, bactérias diazotróficas , nitrogênio.


Além da necessidade de reduzir custos com adubação nitrogenada, também é crescente a preocupação com a poluição dos recursos hídricos e da atmosfera pelo uso inadequado de fertilizantes nitrogenados. Por isto, é necessário identificar estratégias que atendam a demanda nitrogenada do milho, com baixo custo e limitado impacto ambiental. Entre elas destaca-se o uso de bactérias do gênero Azospirillum que se associam endofíticamente a várias espécies de gramíneas, fornecendo nitrogênio. Este estudo objetivou avaliar o efeito da inoculação das sementes com Azospirillum sobre o rendimento de grãos do milho submetido a doses crescentes de nitrogênio em cobertura, em dois níveis de manejo. O experimento foi conduzido durante o ano agrícola 2012/2013, em Lages, SC. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos casualizados, dispostos em parcelas sub-subdivididas. Na parcela principal foram testados dois níveis de manejo: médio (expectativa de produtividade de 8.000 kg ha-1) e alto (expectativa de produtividade de 18.000 kg ha-1). Nas sub-parcelas avaliaram-se quatro doses de nitrogênio, equivalentes a 0; 0,5; 1,0 e 1,5 vezes a dose recomendada para cada nível de manejo. Nas sub-subparcelas avaliou-se a presença ou ausência de inoculação com Azospirillum brasiliense. O rendimento de grãos foi maior no nível alto do que no nível médio de manejo, independente da dose de N ou da inoculação. Não houve diferenças significativas no rendimento de grãos das parcelas inoculadas e não inoculadas nos dois níveis de manejo e quatro doses de N avaliadas no ensaio. Portanto, a inoculação das sementes com Azospirillum não melhorou a produtividade do milho.


1 Orientador, Professor do Departamento de Agronomia CAV-UDESC – a2ls@cav.udesc.br

2 Acadêmico do Curso de Agronomia CAV-UDESC, bolsista de iniciação científica PIBIC/CNPq

3 Acadêmicos do Curso de Agronomia CAV-UDESC

4 Acadêmicos do Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal CAV-UDESC



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