Instituto das filhas de maria auxiliadora



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Encontro27.07.2016
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INSTITUTO DAS FILHAS DE MARIA AUXILIADORA

fundado por São João Bosco

nº 801
Queridas Irmãs,

à distância de um mês do encontro que tive com as Inspetoras da América, e com tantas Irmãs que estiveram na cidade do México para a Festa da Gratidão, o Magnificat ressoa no meu coração como fundo musical sobre o qual vejo passar os acontecimentos daquele dia: em nossa pobreza o Senhor continua a fazer grandes coisas. Além disso, desde o dia em que pude ver de perto o olhar da Senhora de Guadalupe, acontece-me muitas vezes entrar em diálogo com ela, que me fala da ternura de Deus por todos os seus filhos, da especial solicitude em relação aos pequenos e aos pobres, da escolha de predileção dos humildes para atuar na história a salvação.
A solenidade de Pentecostes, que será celebrada no fim de maio, agora nos convoca ao Cenáculo. Ali todas nós nos encontraremos “com as mulheres e com Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele” (At 1,14). Como Igreja a caminho rumo ao Jubileu, queremos acolher o Espírito-Amor, reconhecendo-o como vínculo de comunhão entre o Pai e o Filho e, «insieme» entre nós e com eles: vínculo de unidade da Igreja.
A contemplação do Espírito como caridade e amor alimenta uma renovada consciência da missão da Igreja no mundo contemporâneo. Paulo VI declarava com entusiasmo: «A Igreja tem necessidade do ... perene Pentecostes; precisa de fogo no coração, de palavra nos lábios, de profecia no olhar... Ela precisa de sentir perpassar em todas as suas faculdades humanas a onda de amor, daquele amor que se chama caridade, e que precisamente é difundido em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado» (Discurso, 29 de novembro de 1972).
Deixemos que o Espírito nos ensine, freqüentemos a sua escola para aprender aquela sabedoria do coração que nos faz participantes da visão de Deus sobre o mundo e sobre a história. Jesus está presente no meio de nós de diversas maneiras. O Espírito nos ajuda a reconhecê-lo, acompanhando cada um segundo os ritmos de crescimento pessoal que só Ele conhece. E é Ele que ilumina e sugere formas de presença que respondem às necessidades de evangelização da cultura de uma época histórica especial ou de determinada localização geográfica. Os santos foram as pessoas mais sensíveis às viradas da história e às novas exigências de humanização. Estamos sempre mais conscientes da importância de participar da missão da Igreja que, seguindo seu Chefe, faz sua a estrada do homem, empenhando-se em reconhecer Jesus em cada homem e mulher do nosso tempo, em educar as novas gerações para respeitarem e promoverem a dignidade de todas as pessoas na era da globalização.

Pobreza evangélica, sinal da gratuidade do amor de Deus
Na circular de março, eu antecipei a intenção de querer entreter-me com vocês sobre o fio vermelho da ‘amorevolezza’, considerando-o como cor da nossa escolha de pobreza evangélica.

Com a profissão de pobreza voluntária, o Pai nos chama a deixar-nos envolver no mistério de pobreza de Jesus. O artigo 18 da Regra de vida é uma síntese que eu as convido a meditar, para colher o vínculo profundo entre o amor que Deus nos revela em seu Filho e o dom de viver em pobreza como expressão da ternura de Deus por todos os seus filhos e, por isso, de ‘amorevolezza’. No texto constitucional se afirma, antes de tudo, que é o Espírito que nos move a abraçar voluntariamente a pobreza evangélica, e ainda é Ele que nos insere «no mistério de aniquilamento do Filho de Deus que, sendo rico, se fez pobre para enriquecer-nos com a sua pobreza (Const. 18).


A nossa vida consagrada e, portanto, também a nossa pobreza, se qualifica pela sua referência a Deus e ao seu amor, pelo seguimento de Jesus, pela conformação a Ele, realizada pelo Espírito que torna o nosso coração semelhante ao seu, na atitude de abandono ao Pai e à sua doce providência. Com isso, torna-nos também próximos do povo, especialmente dos pobres e dos pecadores, solidários com as necessidades e os sofrimentos de todos, capazes de comunicar a vida através da oferta da nossa vida.
A pobreza de Jesus revela a ternura de Deus pela criatura humana, por toda pessoa e pela pessoa toda, redimida com o seu sangue. Eu ousaria falar de ternura materna. No momento supremo do seu despojamento, no Cenáculo, Jesus se cinge com o avental e começa a lavar os pés dos seus; depois pensa em dar-lhes o alimento, não mais como no deserto, multiplicando os pães para saciar a fome material, mas dando-se a si mesmo em alimento, para que, no decorrer dos séculos, tivéssemos a sua vida, em abundância. Talvez devêssemos refletir longamente sobre esses gestos de Jesus, para compreender melhor o que significa a declaração: «dispomo-nos, sem reservas, para um serviço à juventude necessitada, tornando-nos sinal da gratuidade do amor de Deus» (Const. 18).

A predileção pelos pobres, o empenho de estar perto deles e ajudá-los no crescimento humano é uma resposta ao amor de Jesus, é uma exigência de coerência que deriva do encontro eucarístico. Jesus se dá a nós na Eucaristia; nós respondemos oferecendo nossos bens e a nossa posição concreta do lado dos pobres, conscientes do dom de poder reconhecê-lo neles: O que tiverdes feito ao menor destes meus irmãos, foi a mim que o fizestes (Mt 25,40).

Entre Eucaristia e pobres existe um nexo íntimo: em sentido diferente, ambos são o corpo de Cristo. Compreenderam isso as primeiras comunidades cristãs que, desde logo sentiram a exigência da comunhão de bens e o escândalo das celebrações eucarísticas em que os pobres não tinham lugar ou saiam famintos do banquete. São João Crisóstomo escreve: «Queres honrar o corpo de Cristo? Não permitas que ele seja desprezado em seus membros, isto é, nos pobres, que não têm com que se cobrir. Não o honres aqui na igreja, com alfaias de seda, enquanto fora não te importas que ele sofra o frio e a nudez. Que proveito pensas que Jesus Cristo tem se a mesa do sacrifício está cheia de vasos de ouro, enquanto ele morre de fome na pessoa do pobre?» (Hom. in Matth. 50,3).
Porém, não basta oferecer bens materiais: é necessária uma atitude de partilha, que faça sentir como uma honraria a possibilidade de dedicar as próprias atenções às necessidades das irmãs e irmãos em dificuldade. Mais ainda: é preciso ter uma atitude de reciprocidade que reconhece quanto os pobres nos ensinam sobre os valores essenciais da vida.
Como o Papa faz notar, na mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1998, hoje se percebe tanto por parte dos cristãos como dos seguidores de outras religiões, e de tantos homens e mulheres de boa vontade, o apelo a um estilo de vida simples, como condição para que a justa partilha dos bens da criação possa se tornar realidade. Quem vive na miséria não pode esperar depois: precisa agora e, por isso tem o direito de receber . Por outro lado, quem dá se liberta da idolatria das coisas e redescobre a alegria de ser pessoa chamada à comunhão.
Jean Vanier, fundador da comunidade para deficientes, a Arca, respondeu a uma entrevista sobre o futuro da vida religiosa afirmando que, hoje mais do que nunca, é preciso ser sinal de uma proximidade que, às pessoas alquebradas e feridas, oferece calor humano, companhia, partilha.

Também os jovens, antes de buscar a verdade, desejam encontrar alguém a quem fazer a pergunta: Tu me amas? E conclui com estas palavras: «Missão, para mim, é amar tanto as pessoas que elas começam a desejar viver a verdade»

Penso em João Paulo II nos numerosos encontros com os jovens. Sua atual condição física manifesta com maior eloqüência a força do amor, a verdade da Palavra que anuncia. Os jovens se sentem amados e o escutam, mesmo quando, segundo a lógica humana, sua palavra é dura. No encontro do dia 03 de abril, com os jovens romanos, o Papa falou sobre a cruz, convidando-os a acolhê-la na vida quotidiana, para não serem seduzidos pela cultura do efêmero. A cruz - o Papa ousou afirmar - é a primeira letra do alfabeto de Deus. Não como sofrimento imposto, mas como vida doada por amor.
Hoje existe uma grande fome de amor. Os pobres pedem não apenas pão, mas dignidade, valores, Evangelho. «O anúncio de Jesus e o envolvimento também dos destinatários da missão no seguimento dele é a verdadeira riqueza a oferecer, a fortuna, o tesouro escondido pelo qual vale a pena vender tudo. Existe uma profunda relação entre pobreza e pastoral vocacional. A espiritualidade é o dom/riqueza a oferecer aos irmãos para rejuvenescer o mundo».
Com essas afirmações Ir. Marcella Farina, que há vários anos vem aprofundando, do ponto de vista teológico, o tema da pobreza, conclui algumas reflexões recentes (cf Donne consacrate oggi 260). Estimulantes, de modo especial, as pistas de aprofundamento que ela propõe, e que eu lembro aqui, para oferecê-la à reflexão de vocês: pobreza evangélica e serviço aos pobres, via para um novo humanismo, condição para transformar as lógicas de excelência e de superioridade nas de assumir o cuidado, apelo a colocar em crise os primados, com a consciência da comum filiação divina, exigência de delimitar as próprias necessidades, vivendo do indispensável, itinerário rumo a um coração solidário, não voltado narcisisticamente para si mesmo.

Globalizar a solidariedade
Porém, hoje não basta o empenho pessoal ou comunitário. Como Instituto, nós nos propusemos expressar o fio vermelho da ‘amorevolezza’ no cami-nho da partilha solidária, com o espírito empreendedor de Maria e em fidelidade criativa a Mornese (cf XX CG 52-70).

Os desafios da globalização impelem cada crente para um modo de viver a fé que, por um lado evite um espiritualismo que não quer saber de economia e política, e por outra um ativismo que reduz tudo ao fazer, mortificando a eficácia da Palavra de Deus, da liturgia, da contemplação e da fraternidade gratuita.

Alguém afirmou: «O que seria preciso nos dias de hoje é uma nova cruzada, uma mobilização coral de toda a cristandade e de todo o mundo civil, para libertar os sepulcros vivos de Cristo que são os milhões de pessoas que morrem de fome, de doenças e de miséria. Essa, sim, seria uma cruzada digna de tal nome, isto é, da cruz de Cristo. Eliminar ou reduzir o abismo escandaloso e injusto que existe entre ricos e pobres no mundo é a tarefa mais urgente (e mais ingente) que o milênio que está para terminar entrega àquele que logo se abrirá» (CANTALAMESSA, L’avete fatto a me, in O.R. 30/03/1997.
Diante dos problemas levantados pelo fenômeno da globalização, o que somos chamados a viver e a colocar em ação para que se atue - como deseja o Papa, na mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1998 - a globalização na solidariedade, sem marginalização?
Antes de mais nada, somos chamadas a nos colocarmos em estado de discernimento comunitário, na perspectiva do Reino de Deus já agindo na concretude da nossa vida quotidiana e na vastidão dos processos históricos. A Redemptoris missio dá uma descrição autorizada desse Reino: «O Reino diz respeito a todos: as pessoas, a sociedade, o mundo inteiro. Trabalhar pelo Reino quer dizer reconhecer e possibilitar o dinamismo divino, que está presente na história humana e a transforma. Construir o Reino quer dizer trabalhar pela liberação do mal em todas as suas formas. Em síntese, o Reino de Deus é a manifestação e a atuação do seu desígnio de salvação em toda a sua plenitude» ( nº 15).

É sintomático o fato de que uma das palavras mais pronunciadas no recente Sínodo para a América tenha sido globalização, entendida so-bretudo no sentido econômico e cultural. Foram sublinhados os efeitos positivos, enquanto globalização significa comunicação, possibilidade de unir as forças, de ver as problemáticas em nível mundial e não apenas local. Reconheceu-se, porém, que a globalização traz consigo um alto índice de injustiça, porque fundada no neoliberalismo que, econo-micamente, marginaliza os mais fracos. Por isso, como Igreja, nos sentimos chamadas a promover a globalização na solidariedade, através de uma maior união entre norte e sul do planeta, no que se refere a temas como a dívida externa, a opção pelos pobres, a promoção humana. Tudo isso requer uma grande mudança de mentalidade. Ainda antes disso, requer um árduo trabalho de busca e um empenho formativo para que se reconheça e se respeite a dignidade de cada pessoa na sua realidade concreta e integral. Viver esse empenho exigente, traduzi-lo em estruturas que o tornem atual, implica uma total subversão daqueles presumidos valores - o poder, o prazer, o enriquecimento sem escrúpulos - que induzem a procurar o bem apenas para si mesmo ou para um círculo restrito de pessoas, ignorando a exigência fundamental de toda convivência humana sadia: promover o bem comum.


Em segundo lugar, como afirmamos na Programação 1997-2002, queremos reorganizar as nossas presenças «na ótica de Jesus pobre e na partilha solidária com os pobres, reatualizando a audácia e o estilo das origens» (Orient. 4). Somente na perspectiva dos pobres é possível discernir e promover os dinamismos do Reino presentes na mundialização e opor-se às forças contrárias que a atravessam. O testemunho da dignidade humana na única família dos filhos de Deus se fará - não apenas e não tanto - através de declarações universais, quanto mediante a escuta do grito dos pobres e a aproximação da condição deles, para evoluir juntos, mediante estruturas que tornem possível a expressão da dignidade de cada pessoa e de cada povo. Foi o que Jesus começou a fazer, quando mostrou sua preferência pelos excluídos, pelas vítimas da rejeição e do desprezo: demonstrou assim que o seu reino era realmente destinado a todos.
Se a solidariedade não atinge esses níveis, se fica limitada a círculos restritos, assemelha-se muito mais à cumplicidade. A solidariedade deixa de ser cumplicidade quando se torna universal, ou seja quando estabelece regras de igualdade; quando a igualdade se mede por oportunidades iguais de gozar dos recursos do planeta, e quando as diferenças não são consideradas motivo de inferioridade em benefício do mais forte, mas são valorizadas, isto é, quando se tende à unidade na diversidade. Giuliana Martirani comenta: «A solidariedade restrita ao âmbito do próprio sexo, da própria geração, da própria família, do próprio grupo étnico, da própria região ou nação é cumplicidade, ao passo que, alargada, torna-se não apenas ato político, mas também expressão da ternura de Deus, torna-se civilização da ternura» (La civiltà della tenerezza, 142).
Enfim, penso que se deva responder a um questionamento que no último encontro da Conferência Interinspetorial Ásia Oriental (CIAO) - da qual participavam também as Inspetoras da Índia - me foi feito por uma de vocês: Por que no nosso Instituto, que tem por missão educar os cidadãos do futuro segundo os valores evangélicos, não se toma em consideração, de forma sistemática, a doutrina social da Igreja?
O Sínodo para a América reforçou essa exigência, afirmando que se trata de uma prioridade pastoral. Os Padres sinodais fazem votos de que se promova a busca a fim de conhecer melhor e aplicar a doutrina social da Igreja, e fazem apelo a todas as pessoas chamadas a evangelizar, dos Bispos aos animadores de pastoral, para que sejam guiados por ela na leitura da realidade e na busca das vias de ação.
O discurso do Papa em Cuba, no dia 25 de janeiro p.p., é a confirmação mais autorizada da atualidade da doutrina social no presente momento histórico: «Para muitos dos sistemas políticos e econômicos hoje vigentes, o desafio maior continua o de conjugar liberdade e justiça social, liberdade e solidariedade, sem que nenhuma delas fique relegada a um nível inferior. Nesse sentido, a doutrina social da Igreja constitui um esforço de reflexão e uma proposta que procura iluminar e conciliar as relações entre os direitos inalienáveis de todo homem e as exigências sociais, de modo que a pessoa leve a cabo as suas aspirações mais profundas e a própria realização mediante a aplicação dos ensinamentos sociais da Igreja nos diversos ambientes, abertos a todos os homens de boa vontade».
As Inspetoras da América, reunidas em Saltillo, dirigiram uma mensagem às FMA do Continente, na qual declaram, entre outras coisas, querer atuar no contexto da globalização com uma clara visão evangélica que favoreça a unidade na diversidade e promova uma solidariedade sem manipulações.

Viver localmente e pensar globalmente
Pode acontecer que alguma Irmã, chegando a este ponto da leitura, já se pergunte: Concretamente, o que eu, a minha comunidade, a comunidade educativa de que faço parte podemos fazer?

Diante do fortíssimo processo de globalização, pode surgir uma sensação de desânimo, como se o nosso trabalho no pequeno fosse inútil ou superado. Não é verdade. Muitos fósforos acesos em todas as partes do mundo o tornam luminoso.


É preciso penetrar fundo no espaço em que vivemos, com o coração de Dom Bosco e de Maria Mazzarello, fazendo gestos de solidariedade, mas também gestos evangélicos de resistência. A nossa presença deve ser uma presença profética, que ousa denunciar o mal mas, sobretudo, com espírito salesiano que sabe descobrir os germes de novidade presentes no processo de globalização, ajudar outros a reconhecê-los e a se em-penharem para fazê-los crescer.
A nossa família religiosa é internacional. Muitos fios de solidariedade já estão sendo tecidos dentro dos Continentes e de um Continente para o outro, através da comunhão dos bens, dos saberes, das pessoas, não só religiosas, mas também membros das comunidades educativas, ex-alunas e cooperadores. Assim, embora vivendo e agindo localmente, estamos em rede com outras realidades e experimentamos concretamente a riqueza da interdependência onde, em nível humano, recebemos muito mais do que damos. É a experiência da reciprocidade.

Os testemunhos relativos a isso são muito diferentes nas diversas partes do mundo. Provam-no os fortes apelos de espiritualidade e de relações interpessoais harmônicas em vez de conflitantes; as aspirações à paz na convivência das diferenças; os encontros de oração entre crentes de diferentes religiões ou confissões, inclusive para trabalhar em prol dos mais pobres, para a educação da mulher e das meninas de rua; as várias formas estáveis de solidariedade como o comércio justo ou os guichês de bancos éticos; a coordenação dos movimentos em defesa dos direitos humanos que encontram um número sempre maior de aderentes convictos.

Em todos esses casos, a rede de solidariedade se consolida graças a cada um dos nós que a constituem. Com isso se estende uma nova cultura social, onde toma consistência a fisionomia da família humana que se reconhece regenerada na esperança dos filhos de Deus.
Trago no coração os semblantes de tantas Irmãs que, de formas diversas, estão empenhadas em tecer redes de solidariedade, tornando visível o amor de Deus e alimentando a esperança. Agradeço a todas.

Vamos em frente com muita confiança: Maria nos precede com o seu Magnificat! A Ela, na Basílica de Valdocco, confio a caminhada do Instituto.


Roma, 24 de maio de 1998

Af.ma Madre
Ir. Antônia Colombo


COMUNICAÇÕES
Novas Inspetoras
Inspetoria Irlandesa «Nª Sª Rainha da Irlanda»

Ir. Katleen Taylor


Inspetoria Piemontesa «Maria Auxiliadora» - IMA (nasce da fusão de IMO e IPM)

Ir. Carla Castellino


Inspetoria Piemontesa «São João Bosco» - IGB (nasce da fusão de IAL e INO)

Ir. Nanda Filippi



Nova Conferência Interinspetorial CIPAB - (Conferência Interins-petorial Países Bolivarianos, resultante da fusão de CIC e CIANDES).


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