Instituto de transportes e comunicaçÕes exame de português I ano: 1º 2ªÉpoca Curso: Todos. P. Regular Data: Ano Lectivo: 2009 Duração: 120min



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INSTITUTO DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
EXAME DE PORTUGUÊS I
Ano: 1º 2ªÉpoca

Curso: Todos. - P. Regular Data:

Ano Lectivo: 2009 Duração: 120min.
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TEXTO
Outros Rumos


Cá vamos nós

Canoeiros das madrugadas

E cancioneiros das tardes

De aguaceiros.

Remando pelos mares

E pelos rios afora,

Demandamos o destino

Que se demora nos bastidores

Da urgência de ser.
Cá vamos nós

Rumando sempre em frente

E pelas correntessempre

Ondulantes.


Cá vamos nós

Em direcção a onde

Nascem horizontes, em busca de novos rumos

Delongandos lá do outro lado

De nós mesmos
Cá vamos nós

Idos de quaisquer tempos

E lugares,

Onde reinventamos outras utopias

Que nos levam a chegadas

E partidas,

E à condição de ser

E estar aqui


Armando Artur

Glossário:

Demandar – ir em busca de; dirigir-se para

Bastidor – cada um dos quadros móveis que forma a decoração do palco

Utopia – projecção de um futuro ideal

LIDO O TEXTO COM ATENÇÃO, RESPONDA COM CLAREZA ÀS QUESTÕES ABAIXO.



  1. O sujeito poético está em acção.

  1. Demonstre-o com duas passagens textuais. (10)

  2. Em que pessoa gramatical se expressa o sujeito poético? Porquê? (10)

  3. Transcreva os vocábulos que identificam o sujeito poético no texto. (09)




  1. Refira o ponto de partida e o respectivo destino. (10)

  1. No seu entender, o sujeito poético consegue alcançar o destino? Justifique

com base numa passagem textual.

(15)



  1. Atente na 3ª estrofe.

  1. Explique o esquema rimático que nela se observa. (10)

  2. Classifique-a quanto ao número de versos. (06)

  3. Explique o conteúdo desta estância. (15)




  1. Releia a 4ª estância.

  1. Explique o sentido dos dois primeiros versos. (15)

  2. Nomeie a figura de estilo que consta nos dois versos iniciais. (05)

  3. Classifique:

    • as orações contidas nos versos sublinhados. (15)

    • quanto à formação “reiventamos; utopias” (10)




  1. Atente no 1º verso de cada estrofe.

a) Por que razão é repetido ao longo do texto? (10)

b) Nomeie a figura de estilo constituída pelo mesmo. (05)

c) Analise-o sintactimente. (15)


  1. Tendo em conta os aspectos comuns que os vocábulos abaixo apresentam,

classifique-os quanto ao sentido.

Nós / noz; Pelos / pêlos; Nos / nus (15)


  1. A partir da ficha técnica que lhe apresentamos em seguida, organize as

referências bibliográficas. (25)
Título: Saber Física 9

Editor: Logman Moçambique

Impressão e acabamentos: Clyson Printers, Maitland, Cape Town

Autores: Ortígio Nhanombe e Estêvão Manuel João

1ª edição

Avenida 24 de Julho, nº 776

Maputo, Moçambique

Registado no INLD sob o nº 5987/RLIND/2009




Fim

INSTITUTO DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
GUIA DE CORRECÇÃO DO

EXAME DE PORTUGUÊS I
Ano: 1º 2ªÉpoca

Curso: Todos. - P. Regular Data:

Ano Lectivo: 2009 Duração: 120min.
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1. O sujeito poético está em acção.

  1. As passagens que o demostram são: “cá vamos nós; demandamos o destino;

remando pelos mares...” (10)

  1. Expressa-se na 1ª pessoa gramatical pois tem a colaboração do sujeito do

enunciado nessa missão que, irá beneficiar a ambos ou a maioria. (10)

  1. As palavras que o identificam são: “ cancioneiros, canoeiros, nós” (09)

2. Ele parte das margens do mar e do rio em busca dos horizontes, de novos rumos. (10)



  1. Pelo conteúdo do texto não é fácil concluir se alcança ou não o destino, pois

refere que os seus antepassados é que iniciaram esta marcha. (15)
3. Atente na 3ª estrofe.

  1. O esquema rimático é abcdec, em que abde – são soltos e c constitui rima interpolada. (10)

  2. Esta estrofe é uma sextilha. (06)

  3. Significa que com esta viagem o sujeito poético pretende alcançar o horizonte, o

destino que ainda é desconhecido. (15)
4. Releia a 4ª estância.

  1. Esta viagem foi iniciada há muitos anos atrás e continuaremos a sonhar com o fim

feliz até se alcançar a meta. (15)

  1. A figura de estilo é a hipérbole. (05)

  2. Classifique:

  • No 1º verso sublinhado temos oração subordinada adverbial relativa e no

2º verso a sub. adjectiva relativa. (15)

  • Quanto à formação, reiventamos é derivada por sufixação; utopias é palavra

primitiva; à é composta por aglutinação. (10)

5. Atente no 1ª verso de cada estrofe.



  1. O 1º verso é repetido para mostrar a força do sujeito poético, a sua decisãoem

tornar seu desejo realidade. (10)

  1. A figura de estilo denomina-se anáfora. (05)

  2. Análise sintáctica: (15)

C.C.Lugar – Cá; Pred. – vamos; Sujeito- nós
6. Quanto ao sentido, classificam-se em: (15)

Nós / noz – homofónas;

Nos /nus – parónimas;

Da / dá – homofonas


  1. Referências bibliográficas: (25)

NHANOMBE, Ortígio; JOÃO, Estêvão Manuel (2009) – Saber Física 9,

1ª EDIÇÃO, Logman Moçambique, maputo, Moçambique.



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EXAME DE PORTUGUÊS II
Ano: 2º 1ªÉpoca

Curso: Todos. - P. Regular Data:

Ano Lectivo: 2009 Duração: 120min.
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TEXTO
Inventar palavras


Quando escrevo, olho a frase como se ela estivesse de balalaica, respeitosa. É uma escrita disciplinada: levanta-se para tomar a palavra, no início das orações. Maiúsculiza-se deferente. E, quando a norma ordena, ajoelha-se nas vírgulas. Nunca ponho três pontos que é para não pecar por insinuência.

Escrita assim, penteada e engomada nem sequer sexo tem. Não é escrita é um escrito. Agora, acusar-me de inventeiro, isso é que não. Porque sei muito bem o perigo da imaginática. As vezes basta uma simples letra para alterar tudo. Um pequeno e modesto “D” transforma o Desperto em Esperto. Um simples “F” faz virar o Útil num Fútil. E outros tantíssimos, infindáveis exemplos.

Afinal das contas, quem imagina é porque não se conforma com o real estado da realidade. E nós devemos estar para a realidade como o tijolo está para a parede: a linha certa, a aresta medida. Entijole-se o homem com tendência a imaginescências.

E, voltando à língua fria: não será que o português não está já feito, completo, “made in” e tudo? Calculitou-se já o perigo das mudanças? E o que é isto: odoricamo-nos telenovelamente?

E porquê? Por causa dessas contribuições dispérsicas que chegam à língua sem atestado, nem guia de marcha. Devia exigir-se, à entrada da língua, uma espécie de boletim de inspecção. E montavam-se postos de controlo, vigilanciosos.

Se forem criados tais postos de controlância, eu mesmo me oferecerei, voluntário. Uma espécie de milícia da língua, com braçadeira, a mandar parar os falantes e escreventes. A revistar-lhes o vocabulário, a inspeccionar-lhes o saco da gramática. Assim mesmo: milicialmente nas muitas estradas da comunicação.

- Vem de onde essa palavra?

E antes mesmo da resposta, eu arrogancioso:

- Não pode passar. Deixa ficar tudo aqui, no posto.

E, os queixosos, reclamando. E eu, não abusando dos abusos, rindo-me deles. Mas não me divertindo de alma inteira, não. Porque a vida é uma grande fábrica de imagineiros e há muita estrada para poucos postos vigilentos. Mas, escrevendo de “deter gente” lembro-me da solução do “detergente”. Sim, escrevo sério. Um produto que lavasse a língua das sujidades e impurezas. Pegava-se no idioma, lavava-se bem, desinfectava-se. E, depois, para não apodrecer guardava-se no gelo, frigorificado.

Porque isto de falar ou escrever tem que ser dentro das margens. Como um rio manso e leve, tão levitoso qua não acorde poeiras do fundo. Um rio que passe com essa eterna transparência que, verdade autografada, só a morte possui. Seja então a pureza pela morte trazida e por ela conservada.

Mia Couto,



In Cronicando

LIDO O TEXTO DA PROVA, RESPONDA COM CLAREZA ÀS QUESTÕES QUE SE SEGUEM.



  1. O texto da sua prova é uma crónica.

  1. Justifique a afirmação. (10)

  2. Identifique o assunto que serviu de pretexto para a sua elaboração. (10)




  1. Inventar palavras” é o título do texto.

  1. Considera-o adequado ao conteúdo deste texto? Justifique a sua resposta. (10)

  2. Escreva um substantivo e um verbo a partir de “perigo” (10)




  1. Quando escrevo, olho a frase como se ela estivesse de balalaica respeitosa

  1. Explique o conteúdo desta transcrição. (10)

  2. Divida e classifique as orações contidas em 3. (20)

  3. Analise sintacticamente a parte sublinhada da transcrição. (15)




  1. Se forem criados tais postos de controlância, eu mesmo me oferecerei voluntário

  1. Argumente a ocorrência da conjunção “se” no início desta transcrição. (10)

  2. O que entende por “postos de controlância” neste contexto? (10)




  1. Atente nas frases:

F1. “Escrita assim, penteada e engomada nem sequer sexo tem.”

F2. “Entijole-se o homem com tendência a imaginescência.”

F3. “Vem de onde essa palavra?


  1. Explique e nomeie a figura de estilo que ocorre em cada uma das frases. (22.5)

  2. Classifique os respectivos verbos quanto à transitividade. (15)

  3. Explique o processo de formação de palavras que ocorreu em “imaginescência”. (07.5)




  1. Nesta mensagem, o articulista expressa-se na 1ª pessoa gramatical.

Justifique a sua ocorrencia. (10)


  1. Tendo em conta o título deste texto e os conhecimentos que adquiriu durante a análise

do Romance “Terra Sonâmbula”, escreva um texto de opinião sobre a vida e obra deste escritor. (40)
Fim

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GUIA DE CORRECÇÃO DO

EXAME DE PORTUGUÊS I
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  1. O texto da sua prova é uma crónica.

  1. É crónica porque o emissor inicia o texto apresentando uma situação a partir da

qual desenvolve uma crítica. (10)

  1. O assunto é o facto de muitos muitos utentes da língua se acharem no direito de inventar mais palavras sem nenhuma necessidade. (10)




  1. Inventar palavras” é o título do texto.

  1. O título é adequado pois é o pano de fundo deste texto; sintetiza o conteúdo deste texto. (10)

  2. Verbo: perigar Adjectivo: perigoso (10)




  1. “Quando escrevo, /olho a frase/ como se ela estivesse de balalaica, respeitosa.”

  1. Significa que ao escrever presta presta toda a atenção para emitir mensagens com sentido e correcção. (10)

  2. 1ª oração: Sub. Temporal; 2ª oração: Subordinante;

3ª oração: Sub. Comparativa. (20)

  1. Suj. – eu (subentendido); Predi. – Olho a frase; C.Directo – a frase (15)




  1. Se forem criados tais postos de controlância, eu mesmo me oferecerei voluntário

  1. A conjunção “se” ocorre para mostrar que se trata de uma possibilidade, aquilo que pode acontecer se tal hipótese se efectivar. (10)

  2. Os postos aqui referidos são escolas, onde o Emissor, como docente, ensinaria e obrigaria os utentes da língua a escreverem com perfeição segundo as normas. (10)




  1. Atente nas frases:

F1. “Escrita assim, penteada e engomada nem sequer sexo tem.”

F2. “Entijole-se o homem com tendência a imaginescência.”

F3. “Vem de onde essa palavra?


  1. Em A1 encontramos a personificação pois características humanas são atribuídas a palavras;

Em F2 temos metáfora porque temos uma comparação sem o emprego da partícula comparativa;

Em F3 ocorre a inversão/ interrogação retórica (uma delas desde que explique) (22.5)



  1. F1 e F2 têm verbo transitivo directo, enquanto F3 apresenta verbo intransitivo. (15)

  2. Imaginescência é uma palavra derivada por sufixação, porque apresenta a palvra primitiva imagina e o sufixo cência. (07.5)




  1. Porque é um texto de opinião e através dele o Emissor pretende fazer-nos mudar de opinião. (10)

  2. Composição

O aluno deve mostrar conhecimantos sobre o escritor cujas obras foram analisadas em aula, apresentar os dados com concisão. (40)

Fim

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Ano: 2º 2ªÉpoca

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TEXTO
A Despedida de Ngungunhana
Virou-se repentinamente para a multidão que o vaiava, a uns metros do paquete que o levaria ao exílio, e gritou como nunca, silenciando as aves e o vento galermo, petrificando os homens e as mulheres com palavras que saíam em catadupa e percorreram, em outras bocas, gerações e gerações em noites de vigília e insónia, dada a força premonitiva que carregavam nessa manhã sem outro registo que o mar sem ondas. O paquete atracado, o sol com a mesma cor, as nuvens de todos os tempos, a multidão concentrada, Ngungunhana falando, e o corpo bojudo oscilando para direita e para a esquerda, enquanto os olhos reluziam e as mãos tremiam ao ritmo das palavras que cresciam, de minuto a minuto. Ngungunhana dizia a todos:

 Podeis rir, homens, podeis aviltar-me, mas ficai sabendo que a noite voltará a cair nesta terra amaldiçoada que só teve momentos felizes com a chegada dos nguni que vos tiraram dos abismos infindáveis da cegueira e da devassidão. Fomos nós, homens, que vos tiramos da noite que vos tolhia a entrada ao mundo da luz e da felicidade. As nossas lanças tiraram as cataratas fossilizadas que ostentavam e os nossos escudos esconjuraram os males de séculos que carregavam no corpo putrefacto. E hoje, corja de assassinos e cobardes, ousais achincalhar-me com toda a força dos pulmões rotos que tendes. É a paga, eu sei, do bem que os nguni fizeram. Mas ficai sabendo, seus cães, que o vento trará das profundezas dos séculos o odor dos vossos crimes e viverão a vossa curta vida tentando afastar as imagens infaustas dos males dos vossos pais, avôs, pais dos vossos avôs e outra gente da vossa estirpe. Começareis a odiar os vossos vizinhos, increpando-os dos males de que padecerão nas palhotas sem idade. O ódio alastrar-se-á de família em família, atingindo os animais da vossa estima que passarão a lutar pelos pastos, se de gado bovino ou caprino se tratar. Os galos não se meterão com as galinhas da vizinha e os ratos dividir-se-ão pelas casas e roerão os bens de uma só família ao longo de gerações e gerações. E aí, seus cães, não terão coragem de erguer a cabeça. A corcova será de tal ordem que tereis filhos e netos com uma bossa interminável e hereditária!


Adaptado In «Ualalapi», de Ungulani Ba ka Khosa


Glossário

Catadupa – catarata; queda de grande porção de água corrente

Devassidão – corrupção

Tolhia – estorvava; embaraçava

Infaustas – infelizes; sem luxo

Estirpe – parte da planta que desenvolve debaixo da terra

LIDO O TEXTO COM ATENÇÃO, RESPONDA COM CLAREZA ÀS QUESTÕES QUE LHE SÃO COLOCADAS.


I


  1. No texto, o narrador relata um episódio ocorrido algures, em Moçambique.

    1. De que episódio se trata? (1.0)

    2. Localize-o (o episódio) no tempo e no espaço. (1.0)




  1. «Ngungunhana dizia a todos:» Parág. 1

    1. Quem era Ngungunhana? (0.5)

    2. Trace o seu perfil físico e psicológico. (1.5)




  1. Certas passagens do texto constituem profecias (premonições) feitas por Ngungunhane.

    1. Transcreva duas (2). (1.0)

    2. Explique o sentido de uma (1) delas. (1.0)




  1. O texto da sua prova é uma narrativa.

    1. Argumente a afirmação. (1.25)

    2. Classifique o narrador do texto quanto à presença. Justifique a sua resposta. (1.0)

    3. Nomeie as personagens intervenientes e classifique-as quanto ao relevo. (1.5)




  1. «Virou-se repentinamente para a multidão que o vaiava, a uns metros do paquete que o levaria ao exílio, e gritou como nunca... ». Parág. 1

5.1. Indique as classes gramaticais a que pertencem as palavras sublinhadas, na frase. (2.0)

    1. Divida e classifique as orações da frase. (2.5)

    2. Analise sintacticamente a primeira oração. (1.25)

II


  1. Recorde-se do que aprendeu sobre textos dramáticos.

Suponha que os factos narrados no texto sejam verídicos (verdadeiros) e que você os presenciou.

Baseie-se no assunto tratado no texto e escreva um pequeno texto dramático em que

intervenham como actores Ngungunhana, o colono e a multidão. (4.0)
FIM

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GUIA DE CORRECÇÃO

Ano: 2º 2ª Época

Curso: Todos. P. – Regular Data:

Ano lectivo: 2009 Duração: 120min.
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N.º


Respostas


cotação

I. 1.1

Da despedida de Ngungunhana ao seu povo, a quando a sua partida para o exílio.

1.0

1.2

Tempo: numa manhã; Espaço: a uns metros do paquete

1.0

2.1

O imperador de Gaza

1.0


2.2


Fisicamente: forte, corpo bojudo, olhos reluzentes

Psicologicamente: valente, corajoso, inteligente




1.5


3.1

Duas das seguintes:

▪ "... a noite voltará a cair nesta terra amaldiçoada."

▪ "...o vento trará das profundezas dos séculos o odor dos vossos crimes e viverão a vossa curta vida tentando afastar as imagens infaustas dos males dos vossos pais, avôs, pais dos vossos avôs e outra gente da vossa estirpe. "

▪ "Começareis a odiar os vossos vizinhos, increpando-os dos males de que padecerão nas palhotas sem idade. "

▪ "O ódio alastrar-se-á de família em família, atingindo os animais da vossa estima que passarão a lutar pelos pastos, se de gado bovino ou caprino se tratar."

▪ "Os galos não se meterão com as galinhas da vizinha e os ratos dividir-se-ão pelas casas e roerão os bens de uma só família ao longo de gerações e gerações."



1.0

3.2

Resposta livre

1.0

4.1

Texto narrativo porque narra um acontecimento no qual intervêm personagens que praticam acção acção, num determinado tempo e espaço.

1.25

4.2

Não participante ou heterodiegético, porque narra uma história na qual não intervém.

1.5

4.3


Ngungunhana: principal

multidão: secundária

Nguni: figurantes

1.5


5.1


repentinamente – Advérbio de modo

multidão – substantivo comum, colectivo

uns – artigo indefinido

levaria - verbo



2.0

5.2

1ª oração: Virou-se repentinamente para a multidão - subordinante

2ª oração: que o vaiava, a uns metros do paquete – subordinada relativa explicativa


2.0


5.3

Virou-se repentinamente para a multidão

suj. – ele, subentendido

pred. – virou-se

c. indirecto - se

c.c.de modo – repentinamente

c.c.de lugar - para a multidão



1.25

II.
1

Aspectos a considerar:

  • o assunto abordado no texto;

  • características do texto dramático;

  • estrutura do texto dramático;

  • correcção linguística.

4.0







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