Instituto filhas de maria auxiliadora fundado por São João Bosco



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INSTITUTO FILHAS DE MARIA AUXILIADORA

Fundado por São João Bosco



Circular n. 810
Queridas Irmãs

continuemos a nossa peregrinação, no tempo que prepara a solenidade de Pentecostes e a festa da Auxiliadora, fixando o olhar em Maria.

Queremos viver com ela este mês de vigília. Ela nos ajudará a entrar mais decididamente na perspectiva do Pai e a responder confiantes o nosso sim a Ele que chama a colaborar na realização do seu desígnio de salvação na história.

As notícias que chegam de diversas partes do mundo, também através do testemunho das nossas Irmãs - especialmente as que se encontram em zonas de guerra - evocam-me insistentemente uma expressão de Santo Agostinho, citada pelo Concílio Vaticano II: «A Igreja prossegue na sua peregrinação, em meio às perseguições do mundo e as consolações de Deus, anunciando a paixão e a morte do Senhor, até que ele venha» (LG 8).

Caminhamos com uma crescente conscientização do nosso ser parte da Igreja que caminha rumo ao terceiro milênio seguindo o itinerário de Maria: ela continua a preceder o Povo de Deus. Sua adesão ao projeto do Pai é um constante ponto de referência, não somente para cada uma de nós e para todas as comunidades das Filhas de Maria Auxiliadora, mas também para os povos e as nações nas quais a Igreja vive e, em certo sentido, para a humanidade inteira.

Portanto, somos convidadas a olhar para Maria como a Mãe de todos nós, cuidadosa com a vida de cada criatura humana e com a unidade da família de Deus.




Maria nos precede no caminho

Depois do Concílio Vaticano II, a figura de Maria que precede o longo cortejo dos seguidores do Filho de Deus, tornou-se familiar à Igreja. A parte central da Redemptoris Mater é uma ampla apresentação dessa imagem. João Paulo II escreveu essa encíclica em 1987, na perspectiva do ano 2000, retomando as expressões evocadoras da Lumen Gentium: «A Virgem Maria progrediu na peregrinação da fé e manteve fielmente a sua união com o Filho, até a cruz» (n. 58).

E é ainda o Concílio que vê na Mãe de Jesus um sinal de esperança e de consolação para o povo de Deus peregrinante (cf n. 68).

Podemos olhar para ela como nossa segura companheira de viagem. Sua presença é para nós garantia de nos adiantarmos em direção à meta da peregrinação, que ela já atingiu. O nosso caminhar ao lado dela não é um andar errante, mas sereno e confiante progredir na história, que se torna história de salvação.

Devemos saber fazer memória dessa presença: um fazer memória convicto, profundo, coerente. Desse modo, o nosso tempo se torna o seu tempo, e nós entramos numa história de salvação, num caminho de paz. Não se trata tanto de tornar Maria presente na nossa vida, quanto de nos tornarmos nós presentes à sua. Ela é fiel, não fugitiva ou distraída, não é subjugada e não tem pressa (cf Ballestrero, Madre che ci accompagni, 19).
No clima da festa da gratidão que celebramos nestes dias, é bonito encontrar-nos unidas espiritualmente ao redor de Maria: ao fazer os gestos simbólicos propostos pelas Inspetorias de Madri e de León, estarei em comunhão com todas vocês, e poderei exprimir, também em nome de vocês, a alegria de sermos monumento vivo de gratidão a Ela.

Pelo nome que nos qualifica, em qualquer parte onde vive uma comunidade de Filhas de Maria Auxiliadora, a nossa presença na Igreja evoca a da Mãe do Senhor, que compartilha a fadiga e as alegrias do nosso caminhar, a busca e as incertezas de tantos nossos irmãos e irmãs, a paixão pela vida, as esperanças e as desilusões das novas gerações. Sabemos que Maria, assunta ao céu, continua a assumir o cuidado dos irmãos e irmãs de seu Filho (cf LG 22), e está ativamente presente ao lado daqueles que, pelas estradas da vida terrena, buscam a face do Pai. De modo especial, «sentimos Maria presente na nossa vida» (Const. 4) e cremos «na palavra de Dom Bosco: «É Maria que nos conduz» (Const. 44).

Fiel ao desígnios de Deus, Maria caminha realmente conosco, e continua a desempenhar aquela tarefa de materna solicitude, que o Filho unigênito do Pai - que se fez seu Filho - confiou-lhe aos pés da cruz (cf Jo 19, 26-27).
Que Maria seja peregrina conosco, sabemos muito bem. Mas existem momentos em que, pela certeza da fé, além de sabê-lo, podemos saboreá-lo com uma intensidade especial, em acontecimentos e sinais que nos recordam o mistério e iluminam para nós sua beleza e fecundidade» (Ballestrero, ivi 21).

Dom Bosco deve ter experimentado isso quando, na sua última visita à comunidade de Nizza Monferrato, disse com palavras cheias de comoção: «Nossa Senhora está realmente aqui, no meio de vocês! Nossa Senhora passeia nesta casa e cobre-a com seu manto» (Cron. V 52).

Já em Mornese, Maria era reconhecida como guia da comunidade. Ir. Maria Domingas e as primeiras Irmãs experimentavam a sua presença eficaz e a sua sapiente ação formativa. Por isso confiavam a ela as chaves da casa e do coração de cada pessoa, e se sentiam realmente acompanhadas por ela no caminho da educação das jovens.

Fazemos votos de que, no mês de maio do Ano do Pai, possamos experimentar com nova certeza que Maria nos ajuda a viver como filhas no Filho e, a seu exemplo, estar disponíveis para o serviço da vida e da unidade da família humana.



Filha predileta do Pai
No caminho de preparação para o Jubileu, neste ano de 1999, a Igreja olha para Maria como a filha predileta do Pai, e a propõe como exemplo perfeito de amor a Deus e ao próximo (cf TMA 54).

É um convite a aprender com ela o modo de viver como filhas de Deus, a reconhecer que uma autêntica relação filial com o Pai nasce, desenvolve-se e se manifesta no amor. Maria recorda-nos o nosso chamado fundamental a acolher o Amor, a deixar-nos transformar em criaturas capazes de amar além das nossas possibilidades humanas, porque habitadas pelo Espírito de Deus que nos torna filhas.

Não me detenho a contemplar com vocês a eleição de Maria, desde toda a eternidade, para uma missão única na história da salvação: ser mãe do Filho de Deus. O Espírito Santo nos ilumina gradativamente na intuição extática da grandeza, da altura e da profundidade do mistério de amor que o Pai nos revelou, de maneira completa, na plenitude dos tempos quando, enviando seu Filho, nascido de mulher, fez de nós seus familiares.
Estamos na dinâmica do eterno Amor que se faz história. Nessa dinâmica está envolvida toda criatura humana, amada pelo Pai, chamada a participar da sua vida, escolhida para ser conforme ao Filho unigênito, num modo e para uma missão que só Ele conhece e realiza, mediante o Espírito.

A Filha escolhida do Pai ajuda-nos a compreender que, no seu Filho, todos nós somos filhos prediletos, e introduz-nos no dinamismo da contínua resposta às anunciações de cada dia, com a perfeita disponibilidade que caracterizou a sua vida terrena.

A história pessoal de Maria, jovem noiva de José, torna manifesta a nós a verdade da vocação - de qualquer vocação - como dom de Deus que exprime, em primeiro lugar, não uma escolha, mas a experiência de ser escolhidas, de responder a um amor que precede e acompanha. A sua disponibilidade assinala o caminho de quem, mantendo viva em si a consciência do dom recebido, faz da própria existência um dom, uma oferta aos outros da vida nova, acolhida e experimentada como horizonte verdadeiro do coração humano.

O tema do 36° Dia Mundial de Oração para as Vocações, que se celebra no dia 25 de abril, orienta-nos para esse horizonte: O Pai chama à vida eterna. Recorda-nos que, invocar Deus como Pai, significa reconhecer no seu amor a fonte da vida; que aceitar ser filhos quer dizer descobrir ter sido escolhidos antes da criação do mundo, para ser santos e imaculados diante dele, na caridade (cf Ef 1, 4).

O Concílio Vaticano II afirma explicitamente que «Cristo … revelando o mistério do Pai e do seu amor, também revela plenamente o homem ao homem, e faz com que ele conheça a sua altíssima vocação» (GS 22).

A fidelidade a Deus é, portanto, garantia de fidelidade ao próprio ser e, por isso, de plena realização da existência.

Na Mensagem citada, o Papa escreve: «O projeto pessoal da existência está inscrito num desígnio providencial do Pai. Para descobri-lo, é preciso abandonar uma interpretação demasiado terrena da vida, e colocar em Deus o fundamento e o sentido da própria existência. … A exemplo de Maria, é preciso aprender a educar o coração à esperança, abrindo-o ao impossível de Deus, que faz exultar de alegria e de gratidão. Assim, para aqueles que respondem generosamente ao convite do Senhor, os acontecimentos alegres e tristes da existência são argumento de colóquio confiante com o Pai, e ocasião de incessante redescoberta da própria identidade de filhos prediletos, chamados a participar - com um papel próprio e específico - da grande obra da salvação do mundo, iniciada por Cristo e confiada à sua Igreja» (n. 4-5).
A meta da nossa ação pastoral se inscreve nessa perspectiva: «educar as jovens a discernir o plano de Deus na própria vida e assumi-lo como uma missão» (Const. 72). A dimensão vocacional é intrínseca à vocação cristã. De fato, toda vocação cristã tem sua raiz no Batismo que nos torna participantes da vida do Filho predileto em quem o Pai coloca toda a sua complacência. Para viver um autêntico relacionamento filial com Deus, é preciso que nos eduquemos e eduquemos para uma contínua redescoberta do Batismo. Convido-as a fazer das expressões da nossa profissão religiosa uma oração de todos os dias: «Deus Pai, tu me consagraste no Batismo e me chamaste, com a força do teu Espírito, a seguir Jesus Cristo mais de perto… Em resposta ao teu amor eu me comprometo…» (Const. 10).

Renovando freqüentemente o pacto da nossa aliança (cf. Const. 173), reforçamos a dinâmica que ele exprime e na qual entramos livremente no dia da nossa primeira profissão. Assim, haurimos da misteriosa presença do Filho de Deus que vive em nós por meio do Espírito, e é fonte inexaurível de confiança e de esperança.


Na Carta de Taizé 1999-2001, leio uma expressão quanto à qual estou pessoalmente convencida, porque há anos venho comprovando-a. Compartilho-a com vocês: «Se fosse possível sondar um coração humano, o que encontraríamos ali? A surpresa seria descobrir que, na profundidade da condição humana, repousa a expectativa de uma presença, o silencioso desejo de uma comunhão».Na sua encarnação, Jesus se uniu a toda pessoa humana, sem exceção, mesmo que muitos o ignorem.
No comentário de Frère Roger à carta acima citada, lê-se:

«Essa intuição poderá aclarar todo o futuro de uma pastoral universal.

Um dia, estava com os meus irmãos em Bangladesh, onde eles compartilham a vida dos mais pobres, e tínhamos sido convidados para um encontro com muçulmanos, numa favela. Um desses, acompanhando-me de volta a casa, ao anoitecer, disse-me: Todas as criaturas humanas têm o mesmo Mestre. É um segredo ainda não revelado, mas que no futuro será descoberto».

Um segredo que nós, discípulos de Jesus, já conhecemos, mas que talvez não alimente, como deveria, a humilde e confiante disponibilidade ao diálogo com as pessoas com as quais nos encontramos.


Com os olhos e o coração de Maria, a criatura mais próxima do Filho unigênito que conhece os segredos do Pai, podemos aprender não apenas a reconhecer a nossa dignidade de filhas de Deus e a igual dignidade de toda criatura humana, mas também a iluminar com a luz do Evangelho as questões emergentes nos diversos contextos culturais deste final de milênio. Como por exemplo, a salvaguarda da criação, o serviço à vida humana em todas as suas manifestações, o caminho rumo à unidade dos povos no respeito da diversidade das culturas, a consecução de uma paz estável, fundada sobre a verdade e a justiça, o diálogo inter-religioso, a defesa da dignidade da mulher e dos direitos das crianças.


A serviço da vida

No final da reflexão capitular, reunida nos Atos XX CG sob o título: Ensina-nos o segredo da vida, lemos:

«Maria, a mulher que se gastou pela causa da vida, é o paradigma da maternidade que gera, acolhe, intercede, acompanha, compartilha, sustenta, alimenta a vida. Nós caminhamos com ela e, a seu exemplo, desejamos anunciar a vida» (pag. 51).
Estamos quase na metade da caminhada pós-capitular. Nos meses de julho e agosto teremos os primeiros encontros da Revisão Trienal. Tenho certeza de que, qualquer que seja o enfoque do tema nos diferentes lugares, iremos nos confrontar sobre escolhas feitas e sobre aquelas que, em rede, poderemos projetar em favor da vida.

Como Filhas de Maria Auxiliadora, sentimo-nos sempre mais fortemente chamadas a dar o nosso específico contributo educativo àquele povo da vida e pela vida de que, com voz profética, João Paulo II falou na encíclica Evangelium vitae: «A todos os membros da Igreja, povo da vida e pela vida, dirijo o meu mais insistente convite para que, juntos, possamos dar a este nosso mundo novos sinais de esperança, agindo a fim de que cresçam justiça e solidariedade, e se afirme uma nova cultura da vida humana, para a edificação de uma autêntica civilização do amor» (n. 6).

Essa voz profética não foi ouvida por todos. Continuamos a assistir ao aparecimento de novas ameaças à vida humana e ao difundir-se daquelas já enumeradas pelo Papa e, antes ainda, pelo Concílio, na Gaudium et Spes (cf em particular GS 27 e EV 11-16). Confirma-o tristemente a situação dos Balcãs. A respeito disso, quero agradecer a prontidão com que, mais uma vez, vocês responderam ao apelo de solidariedade.
Com Maria, por uma cultura da vida é, como sabemos, o lema da Faculdade de Ciências da Educação Auxilium, de Roma. Poderia ser também o modo sintético de expressar a mentalidade que está amadurecendo, de forma sempre mais consciente, em muitas de nossas Inspetorias, onde as Irmãs afirmam explicitamente com palavras e, ainda mais eficazmente, com as obras e com a sua existência, o valor da vida humana e a sua inviolabilidade, tornando-se promotoras humildes, mas eficazes, da nova cultura da vida, augurada pelo Papa.

Muitas vezes não se trata de iniciativas clamorosas, mas de pequenos ou grandes gestos de solicitude e de partilha na vida quotidiana, que dão colorido de heroísmo ao dom de si no amor.

O serviço à vida não admite discriminações, porque a vida humana é sagrada e inviolável em todas as suas fases e situações. Como recorda o Papa, trata-se de «assumir o cuidado de toda vida e da vida de todos». Ou melhor, ainda mais profundamente, trata-se de ir até as raízes mesmas da vida e do amor» (EV n. 87).

Somos interpeladas a ousar uma proposta educativa corajosa que mature nos jovens e nas comunidades educativas uma visão evangélica da vida, um forte senso crítico para não cair numa dissociação entre a fé cristã e as suas exigências éticas a respeito da vida.

Com igual clareza e decisão, através de um sério confronto com todos - também com os não crentes - devemos individuar que passos concretos podemos começar a dar, nos diversos contextos culturais em que estamos inseridas, para servir à vida segundo a plenitude da verdade que nos foi revelada por Jesus (cf EV 95).

Ajude-nos a Mãe da Vida, que é também a Mãe dos viventes (cf Gn 3, 20), a acolher e traduzir nos nossos projetos educativos o apelo que o Papa faz aos educadores:

«É uma ilusão pensar em poder construir uma verdadeira cultura da vida, se os jovens não são ajudados a perceber e viver a sexualidade, o amor e a inteira existência, segundo o seu verdadeiro significado e na sua correlação interna. A sexualidade, riqueza da pessoa toda, manifesta seu íntimo significado em levar a pessoa ao dom de si, no amor.

A banalização da sexualidade é um dos principais fatores que se encontram na origem do desprezo pela vida que desabrocha: só um amor verdadeiro sabe resguardar a vida. Por isso, não podemos nos eximir de oferecer, sobretudo aos adolescentes e aos jovens, a autêntica educação para a sexualidade e para o amor, uma educação que implica na formação para a castidade, como virtude que favorece a maturidade da pessoa e torna-a capaz de respeitar o significado esponsal do corpo» (EV 97).




Rumo à unidade da família humana

As palavras conclusivas da Constituição Lumen Gentium apresentam Maria como Mãe de Deus e Mãe dos homens, e convidam os fiéis a implorar-lhe que «interceda junto ao seu Filho a fim de que todas as famílias dos povos, tanto as que se honram do nome cristão, como aquelas que ainda ignoram o seu Salvador, em paz e concórdia sejam felizmente reunidas num único Povo de Deus, para a glória da santíssima e indivisível Trindade» (n. 69). São expressões solenes que manifestam a fé da Igreja na missão materna de Maria dentro da história da salvação: nos planos do Pai, a maternidade divina implica a maternidade universal de todos os filhos da família de Deus.

Vindo para reunir os filhos de Deus que estavam dispersos, Jesus - mediante a sua morte na cruz - fez de nós um só povo. Por Ele, podemos apresentar-nos ao Pai num só Espírito. Em Maria, Mãe dada por Jesus ao discípulo amado, a Igreja vê prefigurada a realização do projeto do Pai, de reunir seus filhos na unidade.

Devemos reconhecer que o título de Auxiliadora que já Dom Bosco associava ao de Mãe da Igreja (cf Maraviglie della Madre di Dio, 45), na eclesiologia do Vaticano II está indicando a intervenção de Maria, não somente na vida pessoal dos cristãos e na da Igreja, mas também da inteira família humana.

No tempo marcado pela mundialização e pela conseqüente convivência intercultural e inter-religiosa, a nossa vocação de Filhas de Maria Auxiliadora se explicita num novo chamado a colaborar com outros, mediante a educação, para tecer a unidade da família, na diversidade das culturas que a caracterizam. Trata-se de um novo desenvolvimento da riqueza do carisma que nos foi confiado e que, desde as origens da nossa família religiosa, se mostrou fecundo debaixo de todos os céus.
Em Maria, contemplada como ícone de unidade da família de Deus, a nossa reflexão capitular encontra a força de suscitar e exprimir com clareza, nas culturas em que vivemos, comportamentos que revelam a vontade de ser corresponsáveis pelo futuro da vida humana sobre o planeta e da convivência pacífica entre os povos, no respeito das diferenças étnicas e religiosas.

Na escolha de promover a profezia dell'insieme, reconhecemos que «o futuro está entregue nas mãos de todos, e empenha-nos a recriar a consciência ética, a entretecer com amor o diálogo com as culturas, para construir um mundo em que homens e mulheres tracem o perfil de uma nova humanidade» (CG XX 71).


No próximo 24 de maio, na basílica de Valdocco, apresentarei a Maria Auxiliadora a caminhada de cada Irmã, das comunidades educativas, das Inspetorias, do Instituto. Ela continuará a guiar os nossos passos e, se soubermos seguir suas pegadas, prosseguiremos com Ela em direção aos horizontes que o Pai abre à Igreja e à humanidade nesta passagem de milênio.
De modo especial, Maria nos ajudará a ser, dia após dia, suas verdadeiras filhas, auxiliadoras de vida e de unidade.
Roma, 24 de abril de 1999

Af.ma Madre


Ir. Antonia Colombo




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