Instituto filhas de maria auxiliadora



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INSTITUTO FILHAS DE MARIA AUXILIADORA

fundado por São João Bosco

e Santa Maria Domingas Mazzarello

O dom da consolação
«Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus.

Falai ao coração de Jerusalém» (Isaías 40,1-2)

Caríssimas Irmãs,


em continuidade com a circular anterior, partilho com vocês o segundo ícone bíblico que a Carta da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Alegra-te nos apresenta e que fala da consolação, como aparece em Isaias. É uma consolação ligada à alegria, àquele Alegra-te que acompanhou toda a existência de Maria, do primeiro sim até Pentecostes.

Nesta minha partilha, eu gostaria de levar cada uma de nós a compreender o valor de ser consolado e de consolar, como expressão de quem faz a experiência do amor de Deus; de quem abriu a porta do coração à voz do Espírito Santo, que é Espírito Consolador.

Lendo, aprofundando e rezando a segunda parte da Carta, notamos que ela não é só um texto para consolar os aflitos, mas é convite a saborear a embriaguez do Espírito que abre horizontes e estradas inéditas a explorar e que o magistério do Papa torna visíveis, com gestos e escolhas evangélicas, acolhidas por gente de fé, ou não: a ternura, a misericórdia, a proximidade.

A consolação não é um mero sentimento, mas a experiência de nos sentirmos profundamente abraçados pela ternura de Deus. É uma realidade que certamente já experimentamos, e que todo dia se renova no nosso coração, no das comunidades, na vida dos jovens. Somos convidadas a descobri-la e a comunicá-la na gratuidade do cotidiano.

Nossos santos Fundadores fizeram essa experiência em sua vida e a consideraram uma missão que Deus lhes havia confiado para transmiti-la aos jovens mais necessitados de amor, de conforto, de esperança. Dom Bosco e Madre Mazzarello são nossos mestres de consolação!

Consoladas por Deus
Deus é amor em si mesmo, e o amor é difusivo e se manifesta como consolação. Consolar é falar ao coração para confortá-lo, anunciar-lhe boas notícias, fazer-lhe saber que Deus é ternura, amor sem limites. Sua palavra e sua presença são fonte de esperança e de alegria. “Deus – lemos no livro do profeta Isaias – carrega os cordeirinhos nos ombros e conduz devagarinho as ovelhas mães” (40,11). Ele mesmo se compara a uma mãe. Como uma mãe não abandona seus filhos, assim também Deus nunca nos deixa sozinhos. Antes, se por acaso uma mãe se esquecesse do próprio menino, Ele jamais se esquecerá de nós. Deus não abandona seu povo, mas o conduz pela mão a pastagens férteis, o consola, livra-o da escravidão, fala ao seu coração, convida-o à alegria. Logo há de acabar a opressão, e Israel poderá voltar a Jerusalém, após o longo exílio na Babilônia. A consolação prometida encerra também um conteúdo messiânico.

Os israelitas esperam, no Messias, o verdadeiro libertador. O evangelista Lucas nos informa que o velho Simeão esperava a consolação de Israel e que, tendo visto Jesus no templo, reconheceu nele o Messias esperado, e se alegrou com isso. Simeão já podia terminar seus dias na paz.

Jesus mesmo expressa a consciência de ser o consolador enviado pelo Pai quando, abrindo o rolo do livro do profeta Isaias, na Sinagoga, afirma: “Hoje se cumpriu esta escritura”. A passagem que Jesus havia lido era: «O Espírito do Senhor repousa sobre mim; para isso me consagrou com a unção e me mandou para anunciar a boa nova aos pobres, para proclamar aos prisioneiros a libertação, dar a vista aos cegos, para devolver a liberdade aos oprimidos, e pregar um ano de graça do Senhor» (cf Lc 4,17-21). Jesus se manifesta como enviado do Pai, como sinal de proximidade ao povo, de libertação de suas tristezas, angústias, doenças, pecados.

Papa Francisco disse em uma homilia: “Quando Jesus se aproxima de nós, nos consola”, “sempre abre as portas” e nos dá esperança para ir em frente. Essa obra de consolação é “tão forte que Ele faz novas todas as coisas”. Quando o Senhor nos visita, ele nos recria. Recria em nós a confiança, o amor, a compaixão, a esperança no futuro. Sua proximidade nos dá a esperança que é uma força, um dinamismo potente na vida cristã, uma graça, um dom.

É preciso aproximar-se e dar esperança - frisa o Papa - aproximar-se com ternura, como Jesus fez com os apóstolos, com as pessoas que encontrava no seu caminho, com os discípulos de Emaús.

A consolação que vem de Jesus tem o rosto da misericórdia. Pensemos na parábola do pai que espera a volta do filho e, ao vê-lo de longe, corre ao seu encontro e o abraça. Quase não o deixa falar, porque está ansioso para dizer-lhe uma coisa importante, a mais decisiva de todas: “Filho, eu te amo”, “senti muito a tua falta”, “vamos fazer festa porque a tua presença é um presente”, “finalmente eu te reencontro”.

Na sua vida Jesus manifestou o amor do Pai como ternura, misericórdia. Após a ressurreição, sabendo que iria voltar ao Pai, prometeu aos discípulos um outro Consolador, o Espírito Santo, para que permanecesse com eles para sempre. É o Espírito de alegria, de amor, de conforto nos momentos difíceis, nas mudanças de época, como também nas decisões pessoais e comunitárias. Ele é fonte de dinamismo e de audácia; impele a sair para ser missionários do amor e manifestar acolhimento e proximidade aos pobres, superando a cultura do descartável.
O vazio existencial, a tristeza, a solidão de alguns cristãos (e talvez também de algumas de nós) não nasceriam do fechamento em si mesmos, que impede de ser sensíveis às necessidades das pessoas com as quais se encontram no caminho da vida? Nós estamos sempre em relação, na vida de comunidade e na missão. Como cresce em nós essa atenção concreta que se faz epifania de recíproca pertença, capacidade de se deixar comover e de se mover para agir? Só há alegria e esperança se, guiadas pelo Espírito Santo, saímos de nós mesmas para ir ao encontro dos outros.

Perguntemo-nos: Em que medida nos abandonamos à ação do Espírito? Sentimos sua presença na nossa vida?

Quando nos sentimos cansadas, feridas e desanimadas, procuremos ouvir ressoar em nós a palavra de Jesus: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e eu vos consolarei” (Mt 11,28). Somente se nos sentirmos consolados, podemos ser consolação para os outros, sabendo que o Espírito agirá em nós e nos encherá de coragem e de alegria. É uma graça que podemos pedir umas para as outras, para todos os jovens e para as pessoas com as quais entramos em contato na vida cotidiana.

Numa comunidade onde se recebe e se dá consolação...
Penso que o sonho de Deus e dos nossos Fundadores seja reconhecer nossas comunidades como casas onde vibra a alegria da consolação.

Convido vocês a transformar em oração o que encontramos na Carta Alegra-te: «Todo cristão, e principalmente nós, somos chamados a levar essa mensagem de esperança que dá serenidade e alegria: a consolação de Deus, a sua ternura para com todos» (n. 3). Só podemos fazer isso se formos as primeiras a experimentar a alegria de ser amadas por ele. Amor que se manifesta na nossa história, na história do Instituto e da Igreja. E é nessa Aliança de amor que a nossa missão encontra fecundidade.

Temos muitos motivos para descobrir hoje a consolação de Deus para seu povo. Cito um evento que me parece particularmente significativo: a canonização de João XXIII e de João Paulo II, que foi para todos a festa da santidade. Eles experimentaram a consolação do evangelho em momentos difíceis para a história da Igreja e da humanidade. Realizaram o desejo de Paulo VI, retomado também na exortação apostólica Evangelii gaudium: «Possa o mundo do nosso tempo, que busca - ora na angústia, ora na esperança – receber a Boa Nova, não de evangelizadores tristes e desanimados, impacientes e ansiosos, mas de ministros do Evangelho cuja vida irradie fervor, que tenham recebido em si a alegria do Cristo» (n. 10).

Não é esse talvez um presente significativo para a Família humana, para a Igreja, para o Instituto presente no mundo todo, para cada comunidade, para cada uma de nós?

A consolação que hoje Deus entende dar-nos fala de misericórdia, de um abraço que dá força e é paciente proximidade para encontrar a estrada da confiança; portanto está bem longe de ser superficial e sentimental (cf n. 7).

Ela tem uma força de humanidade que nos estremece, impulsiona-nos a entrar na intimidade da história pessoal, na história da comunidade. para descobrir, com olhar evangélico, os sinais tangíveis (às vezes desconhecidos por nós, da presença de Deus que envolve de ternura os nossos dias. Acreditamos realmente que somos amadas por Ele? Somos disponíveis a nos deixar amar? Esta é a condição para podermos amar Deus e os outros.

Deus pensa assim as nossas comunidades, e isso todas nós desejamos: ser comunidade onde se recebe e se doa consolação, isto é amor. Quantas Irmãs já encontrei, que me manifestam sinceramente o desejo de ser FMA sinais do amor de Deus experimentado em vários momentos de sua existência, e que desejam repassar esse amor às pessoas mais próximas e também às mais distantes.

A respeito disso, alguma pode se questionar e sentir-se impotente, incapaz, freada às vezes por limitações pessoais ou por realidades comunitárias nem sempre de “porta aberta” para acolher o bem que lhe é oferecido. Não percamos a coragem, porque o desânimo produz esterilidade e provoca falta de confiança naquele para o qual nada é impossível. O bem é sempre mais forte do que a mediocridade, a tibieza, a indiferença. Devemos ser muito realistas e levar em conta esses limites, mas, ao mesmo tempo, saber ver mais profundamente as sementes de bem, muitas vezes pequenos brotos de vida nova. Posso garantir a vocês que, no fundo do coração de toda FMA, há uma sede insaciável de “água genuína”. Que água é essa? Eu evidencio uma: a relação!

Há uma grande necessidade de cuidar da qualidade das nossas relações, de aperfeiçoá-las dia após dia, com o espírito do evangelho em estilo mornesino. Em Mornese, como também em Valdocco, as relações tinham a face da consolação que aquecia o coração, despertava esperança, irradiava o bem. Percebia-se a alegria de difundir o amor de Deus. Nossos Fundadores a viviam como uma missão obrigatória: fazer encontrar o Senhor, ajudar a abrir o coração à ação do Espírito Santo, o Consolador, que nos dá força e coragem nas provações e acende uma esperança que não decepciona.

Nas Cartas de Madre Mazzarello são numerosas as expressões sobre a consolação. «Minhas boas Irmãs, amem-se, sim?... Oh! quanto me consola quando recebo notícias das casas e me dizem que vivem a caridade, que obedecem de boa vontade, que estão apegadas à Santa Regra. Oh! então o meu coração chora de consolação...

Sejam alegres, né?... não se ofendam nunca; aliás, apenas percebam que alguma precisa de algum conforto, façam-no logo e consolem-se mutuamente» (Carta n. 26).

Nas nossas comunidades sempre há alguma Irmã, uma jovem ou um jovem, uma família que precisa de consolo, de sinais de proximidade, de palavras de ternura. Para nós, esse é um chamado que tem sua fecundidade na Eucaristia onde se funda e se renova a comunidade e toda relação verdadeiramente humanizadora (cf C 40).

Consolar é ajudar-nos e ajudar a amar a própria história pessoal, crer que Deus no-la deu para fazermos alguma coisa boa, para sermos sinal de salvação.
Confesso que para mim é motivo de sofrimento, de preocupação e de oração, encontrar em algumas realidades nossas, rostos tristes, estados de alma amargurados, insatisfeitos, que enfraquecem e tornam difícil o relacionamento e, principalmente, são indicadores de infelicidade. Essa situação nós a encontramos entre nós, nos jovens e também nas famílias. Peço ao Senhor que faça brotar nos corações um manancial de luz e de consolação. Ele quer que toda pessoa que se dá a ele, seja feliz.

Queridas Irmãs, é na relação – coração do carisma salesiano – que se realiza a nossa vocação e a missão evangelizadora com a qual todas nos sentimos compromissadas. A fraternidade é a profecia que hoje o mundo compreende de modo mais imediato (cf Instrumento de trabalho do XXIII Capítulo Geral, p. 40).


O Papa Francisco tem falado muitas vezes da via da atração, do contágio, para a evangelização. O carisma salesiano tem em si mesmo essa grande força de atração que permite chegar ao coração dos jovens e de todas as pessoas, mediante relações que manifestam bondade e empenho na educação. É um canal onde Deus se faz presente como Deus-Amor.

Proponho a vocês que verifiquem a força atraente da nossa vida, e procurem identificar aquilo que podemos mudar ou potencializar para torná-la mais genuína e autêntica. Nossos limites não são um impedimento, mas um estímulo para crescer na confiança em Deus e entre nós.

É importante estarmos convencidas de somos capazes de dizer aos jovens, com audácia carismática, aquele “vem e vê” que os leva a se encontrarem com o Senhor da vida.

... e se passa, por contágio, a alegria de pertencer a Jesus
Se formos sinais de consolação, poderemos transmitir alegria por contágio. Mas é preciso fazer um êxodo de nós mesmas, num caminho de serviço. Somente abrindo a porta do nosso coração e das comunidades; com essa atitude é possível encontrar, escutar, curar solidões, acolher as fraquezas como força construtiva.
Como Instituto celebramos neste ano o centenário de morte da grande missionária Ir. Angela Vallese, e os 160 anos de seu nascimento.

Também nós, hoje, somos chamadas a reavivar a vocação missionária, sair para encontrar as pessoas, os jovens; ser comunidades de linha de frente, abertas e audazes para, como Igreja, nos dirigirmos às periferias existenciais: as dos jovens, do sofrimento, das injustiças, aos lugares escondidos da alma, onde cada pessoa experimenta a alegria e o sofrimento de viver.

Ao redor de nós, muitos jovens têm necessidade de presença. Sintamo-nos fortemente interpeladas a procurar vias de prevenção para evitar que descambem em situações devastadoras para sua existência e para seu futuro. A constatação de nossos limites nos estimula a alargar a rede com pessoas de boa vontade, que possam ir aonde nós não podemos chegar. Na Família Salesiana há muitos recursos, nem sempre aproveitados como poderiam ser. Façamos saltar em nós a coragem de convocar jovens e adultos para colaborar nessa missão que parte do da mihi animas cetera tolle e cria sinergia para multiplicar as forças.
Compreendo que nem sempre é fácil ser mulheres consagradas audazes e disponíveis a viver a precariedade de estar na linha de frente. O Papa Francisco nos encoraja dizendo que a nossa fé não é uma fé-laboratório, mas uma fé-caminho, uma fé histórica. Isso nos permite habitar as fronteiras do pensamento e da cultura, favorecer o diálogo, dar as razões da esperança que há em nós (cf n. 11). Estar na linha de frente é encontrar a estrada para se tornar casa para e com os jovens.

Guardo no coração a expectativa de tantos jovens que encontrei nestes anos e que estão à procura de uma casa onde possam ser ajudados na própria procura de sentido, ser escutados, dialogar, encontrar-se.

São frágeis, fragmentados, mas também capazes de escolhas generosas, de abertura ao evangelho, de empenho no voluntariado social e missionário. A condição básica é que sejam motivados por um ideal grande, por um sonho realizável (cf Em preparação ao Capítulo Geral XXIII, p.13).

A fronteira mais perto de nós é a relação educativa que se faz “palavra evangelizadora”, proposta libertadora, paixão pela construção de uma nova humanidade, que dá resposta ao convite de consolar quem precisa. É uma alegria saber que, juntas, queremos ser sinais luminosos de consolação recíproca. Essa é uma maravilhosa estrada de santidade, que torna fecundo o nosso caminho para o XXIII CG e o tempo que nos prepara para celebrar o bicentenário de nascimento do nosso Fundador.


Esta última circular do sexênio quer ser uma carta de consolação, de gratidão por tudo que vivemos e por tudo que nos espera. Um sonho que deve continuar, para manter vivo o carisma, hoje.

Permitam, agora, que eu deixe aqui algumas notas pessoais que saem espontâneas do coração. Agradeço a Deus os numerosos sinais de consolação que, por meio de vocês, Ele me deu nestes anos.

Meu serviço de animação e de governo, compartilhado com as Irmãs do Conselho, foi acolhido, acompanhado e sustentado por gestos que atingiram em profundidade a minha vida, nos momentos de alegria e de sofrimento, de entusiasmo missionário e de cansaço, de doação e de pobreza, e deram suporte à minha doação cotidiana.

Guardo no coração as experiências feitas nas Inspetorias: encontros pessoais com FMA, jovens, SDB, leigas e leigos. Quanta consolação experimentei ao ver com que paixão todas vocês estão levando adiante, com fidelidade e olhar de futuro, a semente do carisma! Quanto amor gratuito, no serviço aos mais pobres, às famílias, aos jovens em dificuldade! Constatei uma sensibilidade eclesial e social em crescimento, que revela em vocês gente de fronteira, na medida dos nossos Fundadores.

Agradeço ao Senhor pelas vocações que Ele continua a mandar ao Instituto e pela determinação das Inspetorias – que espero seja também de todas as comunidades - de cultivar a dimensão vocacional da pastoral juvenil.

Uma grande consolação para mim é saber que numerosas Irmãs idosas e doentes mantêm vivo o da mihi animas cetera tolle com a oração e com a oferta serena para, com profundo senso de solidariedade, dar sustentação a quem está na linha de frente na missão.


Obrigada! Obrigada! de coração por tudo isso e por muito mais que é difícil perceber, e só o Senhor, que vê no segredo, testemunha. Na minha peregrinação entre vocês, pedi ao Espírito Santo que me desse a alegria de acolher a sua consolação e a força de consolar. Espero que isso tenha acontecido.

A Maria entrego a nossa vida, a vida das jovens e dos jovens, as preocupações e as esperanças das famílias, a paz e a justiça no mundo. O dom da consolação torne sempre mais profunda a comunhão no nosso Instituto que é uma família toda de Maria.

Deus as abençoe !
Roma, 24 de maio de 2014
Af.ma Madre

Novas Inspetoras 2014

América
Inspetoria “Nossa Senhora de Guadalupe” MME

Irmã María Guadalupe Torres Montiel
Inspetoria “S. João Bosco” VEN

Irmã Margarita Hernández

Ásia
Inspetoria “Jesus Adolescente” MOR

Irmã Lina Abou Naoum

Visitadoria “Stella Maris” CSM



Irmã Rosetta Lee Mei Yin

(prorrogação por cinco anos)



Europa
Inspetoria “S. Maria D. Mazzarello” (nova Inspetoria) AUG

Irmã Maria Maul
Inspetoria “SS. Sacramento” BEB

Irmã Bénédicte Pitti

(prorrogação por um ano)


Inspetoria “Sacro Cuore” BEG

Irmã Hilda Uyttersprot
Inspetoria “S. Tommaso da Canterbury” GBR

Irmã Constance Cameron
Inspetoria “Sagrada Família” ILO

Irmã Maria Teresa Cocco
Inspetoria “Maria Auxiliadora” IPI

Irmã Elide Degiovanni
Inspetoria “Madonna di Jasna Góra” PLJ

Irmã Lidia Strzelczyk





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