Instituto filhas de maria auxiliadora



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INSTITUTO FILHAS DE MARIA AUXILIADORA

Via dell'Ateneo Salesiano, 81 - 00139

Circular n. 814

Queridas Irmãs,


chegamos à última etapa do ano litúrgico dedicado à peregrinação de volta ao Pai, na qual Jesus é o caminho, e o Espírito Santo o animador, o consolador.

A festa de Cristo Rei nos sugere uma parada de revisão da caminhada que fizemos. Os três anos de preparação próxima para o 2000 ofereceram muitos dons de luz e fortes incentivos à conversão. Percebemos com maior clareza a ação do Espírito que está plasmando em nós a criatura nova, à imagem de Jesus; sentimos a exigência de ter os seus mesmos sentimentos, e reconhecemos com mais facilidade as tendências à auto-suficiência, à afirmação individualista, ao domínio sobre os outros; elas continuam presentes em nós, tornando algumas vezes conflitantes os relacionamentos. Aprendemos o quanto é necessário e fecundo dispor-nos a pedir e a conceder o perdão.
Na circular do mês passado, eu lhes dizia: Conversão e solidariedade são dois aspectos do mesmo movimento, considerado na perspectiva da resposta a uma Presença que atrai e transforma, ou na de uma realização social coerente com a vontade do Pai.

Desejo deter-me ainda sobre o segundo aspecto desse movimento vital: a solidariedade. Repetidas vezes o Papa fez votos de que a graça do Jubileu mature uma nova cultura da solidariedade (cf Incarnationis Mysterium 12). Não se trata de um dever que diz respeito a pessoas especializadas ou algumas Irmãs na linha de frente em busca de propostas inovadoras. Interessa a todas. A conversão à mentalidade solidária e a ação conseqüente são uma dimensão evangélica prioritária, num tempo cada vez mais marcado pela globalização econômica e por seus resultados de marginalização e de exclusão.



Na via da partilha solidária
Na abertura do segundo capítulo dos Atos do XX CG, nós declaramos: «Solidariedade, justiça, paz são os desafios que nos faz um mundo que sofre de empobrecimento, de crescente injustiça, de intolerância» (p. 52).

Três anos depois do encerramento do Capítulo, podemos constatar que está crescendo a consciência da necessidade e, ao mesmo tempo, da dificuldade de percorrer essa via para sermos contemporâneas do nosso tempo e fiéis à missão educativa.

Várias Inspetorias escolheram concentrar esforços na reorganização das presenças na ótica de Jesus pobre e na partilha solidária com os pobres (cf Programação do Sexênio, Or. 6). Seguindo o esquema proposto para a Revisão Comunitária, em todas as comunidades nos interrogamos de que forma a solidariedade se torna critério de vida para nós.
Nos encontros mensais, pelo menos umas vinte vezes, mais ou menos amplamente, eu abordei o tema da solidariedade, de modo especial por ocasião da mensagem do Dia Mundial da Paz 1998 (Circ. 801), e neste ano dedicado à busca da vontade do Pai. A Estréia 1999 do Reitor Mor também orientou a «voltar-se ao Pai com amor de filhos, para ser, com os jovens, construtores de fraterna solidariedade».
As Revisões trienais realizadas até agora, confirmam que a via da solidariedade é de fato percorrida pelas nossas comunidades; mas evidenciam também a necessidade de um aprofundamento, porque - como já havia sido afirmado no Capítulo - reconhece-se que não basta assistir impotentes aos processos mundiais que produzem formas crescentes de exclusão e marginalização, mas que é preciso inverter a tendência a entender o desenvolvimento apenas do ponto de vista econômico, educando para a visão solidária da vida (cf Atos XX CG 54).
Tomando como base as constatações compartilhadas até agora, caberia interrogar-nos se é o caso de falar ainda de solidariedade, uma vez que estamos bem adiantadas nesse caminho. Mas talvez alguém já esteja respondendo com outros questionamentos: Concretamente, o que é que o Papa quer dizer quando faz votos de que o ano jubilar promova uma nova cultura solidária? Ou ainda: O que significa a afirmação de que a solidariedade é o novo nome da caridade?

Que solidariedade?
Com a palavra solidariedade, entendem-se realidades muito diferentes e até mesmo contraditórias. Alguns movimentos criam obstáculos à integração dos imigrantes, para salvaguardar a solidariedade entre os cidadãos de uma nação; em nome da solidariedade entre vizinhos, os habitantes de um bairro promovem um ato público contra a presença de um centro para jovens em situação de risco; grupos armados chegam a matar numa defesa solidária dos habitantes do lugar contra presenças indesejáveis como a dos meninos de rua, dos drogados, das prostitutas.

Nesses casos, o termo solidariedade é usado para significar um tipo de coesão de grupo em defesa de interesses particulares. Tal solidariedade em dimensão reduzida e excludente seria definida melhor como cumplicidade (cf Circ. 801).

Na encíclica Sollicitudo rei socialis, João Paulo II diz que a solidariedade «não é um sentimento de vaga compaixão e de comoção superficial diante dos sofrimentos de tantas pessoas, próximas ou distantes. Ao contrário, é a determinação firme e perseverante de empenhar-se pelo bem comum, ou seja, pelo bem de todos e de cada um, porque todos somos verdadeiramente responsáveis por todos» (n. 38).
Tentemos aprofundar essa sintética descrição e compreenderemos que a solidariedade supõe uma conversão à visão evangélica da vida, empenha na leitura da situação mundial segundo os recentes desenvolvimentos da Doutrina Social da Igreja, coincide com o modo concreto de ser cristãos no século XXI.

Não é este o lugar para propor a vocês um tratado sistemático. Partimos de uma breve consideração sobre alguns acontecimentos do ano em curso. Participamos, com espanto e tristeza, dos fatos de Timor Leste; trepidamos diante da lentidão com que as forças multinacionais decidiam dar apoio à inequívoca expressão democrática do povo, depois de 24 anos de anexação unilateral, ou melhor, de invasão por parte da Indonésia. Ao invés, poucos meses antes vimos uma intervenção militar tempestiva e maciça de algumas nações no Kosovo, contra a limpeza étnica que estava sendo feita pela Iugoslávia.


Se refletirmos e discutirmos esses acontecimentos, ajudando-nos a reunir informações seguras, aprenderemos a identificar a natureza dos interesses que regulam as relações internacionais, e descobriremos que também nós somos co-responsáveis. Podemos até mesmo nos sentir hipócritas quando nos ocupamos com as conseqüências das injustiças e não questionamos suas causas. Embora sem sermos de todo conscientes, nós também apoiamos a lógica do consumismo, da eficiência, da competitividade, do lucro.
Além disso, sabemos que, há vários anos, diversos países da África - nos quais se encontram Irmãs nossas que nos informam diretamente - vivem situações análogas de genocídio, discriminação, violação dos direitos humanos, exploração sistemática. Muitas vezes essas situações são ignoradas, avaliadas com indiferença ou, no máximo, com resignada compaixão. Se voltamos o olhar para a América, saltam aos olhos outros tipos de dominação que oprimem o povo e impedem o desenvolvimento das nações. Entre essas emerge a situação da Colômbia.

Já conhecemos bastante os resultados da globalização fundada unicamente sobre as leis do mercado: os 20% mais ricos se beneficiam de 86% da riqueza do planeta, e os 20% mais pobres de apenas 1,4%. Dois bilhões de pessoas vivem com uma renda diária inferior a 02 dólares. Bastam estes poucos dados, que poderemos completar facilmente buscando fontes especializadas, para fazer-nos compreender que, num mundo globalizado na linha do neoliberalismo, os pobres não apenas aumentam de numero, mas mudam de categoria, passando a ser empobrecidos, marginalizados, excluídos, indesejáveis. Tal situação questiona acerca do direito - para milhões de pessoas - de viver uma vida humana digna desse nome.


Nesse panorama se impõe a nova cultura da solidariedade que tem em mira a mudança das estruturas sociais injustas. Se não nos conscientizarmos da interdependência dos fenômenos mundiais, devemos admitir que erramos de século.

Na Revisão feita em São José de Costa Rica, o conferencista convidado abordou o tema: A solidariedade à luz do Sínodo da América. Lembro-me da força com que sublinhou a diferença entre o indivíduo de que fala o neoliberalismo e o ser humano real, com exigências que não se reduzem às econômicas. Cada pessoa é um outro, diferente do ponto de vista cultural e social, com o qual eu devo conviver, ciente de que juntos formamos o gênero humano. E os outros diferentes entram na esfera das minhas relações, não como indivíduos isolados, mas como povos e comunidades, partes de um todo que, em conjunto, procuram maneiras de compartilhar os esforços para se opor aos aspectos negativos da globalização e potenciar as novas possibilidades em favor da vida para todos sobre o planeta.


A solidariedade não pode ser entendida apenas como posicionamento e comportamento individual ou de grupo que age na esfera do microcosmo do viver quotidiano, mas como capacidade de reconhecer os novos sujeitos sociais na sociedade multiétnica e multirreligiosa. Requer que cada um saiba colocar-se no macrocosmo, ser solidário com o desconhecido e o distante, para estar em condição de reconhecer os conflitos entre o mercado como regulador da vida mundial e o humano que exige um novo tipo de regulamentação. A solidariedade rejeita a irracionalidade das leis de mercado, torna-se instância crítica que coloca a pessoa humana no centro do próprio horizonte moral, e considera a bondade para com todos como lugar necessário para restabelecer o predomínio do humano sobre as leis de mercado. Portanto, não basta contentar-nos com qualquer tipo de solidariedade.
Durante a Revisão em Costa Rica, foram lembrados quatro tipos:
- solidariedade compassiva: desagrada-nos saber que existem situações de desvantagem social, e intervimos oferecendo alguma coisa para aliviá-las;

- solidariedade assistencial: ajudamos grupos de excluídos, criando instituições caritativas, ou colaborando com as existentes;

- solidariedade promocional: ajudamos algumas pessoas ou grupos, necessariamente pouco numerosos, a superarem a situação de marginalização e integrar-se na sociedade;

- solidariedade estrutural: colaboramos para questionar a exclusão, para identificar suas causas e para construir estruturas sociais que não produzam desigualdades e segregações.


Normalmente podemos nos situar num dos três primeiros tipos de solidariedade, mas é preciso fazê-lo com o olhar da solidariedade estrutural, que requer capacidade e vontade de estar «insieme», de refletir e de agir. Parece-me oportuno também esclarecer que não é o lugar onde atuamos (educação formal ou não formal) que nos garante que colaboramos para a edificação de uma nova cultura solidaria, mas a concepção da vida que nos anima na ação. Pode ser que pela primeira vez - nesta nossa época da informação e do desenvolvimento científico e tecnológico - nos sintamos responsáveis pela vida de todos sobre o nosso planeta. Se não nos coordenarmos, não podemos desculpar-nos dizendo que não sabíamos ou que não podíamos. Teremos de reconhecer que não quisemos.
No cenário mundial em que se abre o novo milênio, é necessário formar-nos e formar pessoas críticas, que saibam ser interlocutoras permanentes do processo de globalização, enquadrando-o dentro de um horizonte ético; que vivam como cidadãs do mundo sabendo fazer propostas em nível local, em linha com a opção eclesial em favor dos mais pobres. Neste sentido, a solidariedade é a manifestação social da caridade, o nome novo da caridade. Jesus pregado na cruz, manifestação do amor do Pai aos homens e mulheres de todas as nações, é a pessoa solidária por excelência. Seguindo Jesus, descobrimos a meta para a qual tende a verdadeira solidariedade. Muitos nossos contemporâneos dos diversos Continentes a atingiram e o seu testemunho estimula a entrar no cenário da aldeia global com humilde determinação e coração misericordioso.

Um imperativo para a nossa missão
Na nossa história de educadoras, jamais fomos titubeantes ou tímidas em questões relativas à dignidade de toda pessoa humana e à defesa dos direitos fundamentais de cada povo e de cada etnia.

Acontece agora que, quando tentamos explicitar as nossas convicções mais profundas, temos a impressão de balbuciar uma linguagem inadequada à situação.

No entanto, estamos convencidas de que é urgente descobrir o modo de expressar e testemunhar a visão cristã da vida e da sociedade, na cultura em que o Pai nos chama a viver e a educar. Mais ainda, percebemos que diante de nós se abrem novas possibilidades, autênticas condições de desenvolvimento do carisma. Sentimos a verdade destas palavras do Papa: «A globalização da economia terá efeitos muito positivos, se puder ser sustentada por um forte senso da absoluta dignidade de todas as pessoas humanas e do princípio de que os bens da terra são destinados a todos» (OR 12/09/99), Discurso na Fundação Centesimus Annus).
Estamos convencidas da importância de discernir «insieme» e de colocar-nos em rede com quantos fazem a si mesmos as mesmas perguntas nossas, para buscar soluções evangélicas. O Espírito está suscitando muitos irmãos e irmãs que, individualmente ou em formas organizadas, desejam coligar-se para imprimir uma nova orientação à convivência humana.

No momento mais incerto sobre a situação das nossas Irmãs em Timor, experimentamos a presença solidária de muitas pessoas e instituições, e respondemos oferecendo notícias e suporte de encorajamento. A respeito disso, uma jovem me dizia com muita veemência: «Por que não podemos fazer desta situação um apelo que desperte muita gente do torpor e acorde a coragem de manifestar as convicções profundas que temos no coração? Somos muitos, insatisfeitos com o modo como vivemos, mas não ousamos dizê-lo ou não encontramos um espaço onde possamos nos exprimir de forma mais autêntica».


O questionamento ricocheteia como um imperativo. Deixo à partilha de vocês, ampliada aos membros da comunidade educativa e da Família Salesiana, a busca de respostas realistas e do modo de concretizá-las.

Entre as respostas deve se destacar a que vem do mercado justo e solidário, presente em cada País. Está ao alcance de todas as comunidades. Valorizemos o poder que temos - como compradores e consumidores - de adquirir produtos sem publicidade, mas genuínos e provenientes dos países pobres. Dessa forma podemos colaborar para o desenvolvimento de nações penalizadas pela globalização econômica, tecnológica e cultural. São milhões de seres humanos que não podem competir no mercado global, que são intencionalmente impedidos de ter acesso aos novos saberes e às tecnologias e, por isso, condenados a ser cada vez mais marginalizados. Além disso, se todas nós nos empenhássemos em boicotar alguns produtos, poderíamos talvez enfraquecer as multinacionais que exploram o trabalho infantil ou não respeitam os direitos dos trabalhadores. Tornar-se consumidoras críticas não é difícil.

Participamos também de subscrições e de manifestações em favor da anulação ou pelo menos de uma redução da dívida externa. Talvez devêssemos perguntar quem são os verdadeiros devedores, e se se trata mesmo de perdão ou de «restituição». Em vez de falar de dívida das nações, seria mais exato dizer «crédito dos povos».

Quero indicar algumas fontes já existentes, com as quais entrar em contato e dar contribuição, sensibilizando e envolvendo todos com os quais nos encontramos na nossa missão educativa.


Algumas de vocês estão em contato com a Comissão Justiça, Paz e Integridade do Criado (JPIC), promovida pelas Uniões dos Superiores e Superioras Maiores (USG e UISG). Recentemente essa Comissão elaborou um instrumento formativo para as comunidades, originariamente como fichas de reflexão em inglês, depois traduzidas em francês e espanhol. Agora as fichas estão disponíveis como volume em italiano, intitulado Cieli e terra nuova, lançado pela Editora Missionária Italiana (EMI). Não é um livro para ser lido individualmente e colocado na biblioteca, mas para ser discutido «insieme» a fim de estar informadas a respeito da situação mundial. Pode também servir como assunto de diálogo com pessoas que não compartilham a nossa fé. Encontramos ali os fundamentos bíblicos da Doutrina Social da Igreja. Nas duas últimas partes, as comunidades são convidadas a reler a si mesmas no contexto da mundialização.

A Comissão JPIC programou para o próximo ano sessões de estudo sobre as crianças-soldado, sobre a reconversão da industria bélica e sobre a espiritualidade da não-violência. Concentrará a atenção sobre o tema dos conflitos, para refletir sobre o que fazer para evitá-los, como comportar-se no momento em que explodem, e que passos dar quando terminam. Poderá ser útil informar-se e, se possível, participar das atividades dessa Comissão, sensibilizando outras pessoas às temáticas em estudo.


Indico-lhes também a agência MI.S.N.A (Missionary Service News Agency) como fonte segura de notícias, aprofundamento e reportagens sobre o Sul do mundo, e que pode ser facilmente contatada em Internet. Talvez vocês tenham notado que, às vezes, nossos comunicados sobre Timor eram enviados a essa agência e que ela transmitia comunicados provenientes das nossas Irmãs. É um exemplo de eficácia do trabalho em rede.

As notícias tempestivas de News Special acerca do Timor tiveram também ressonância mais ampla do que a informação interna do Instituto, embora sempre esperada e apreciada. Tivemos confirmação disso nas palavras de Ir. Lina Chiandotto: «Realmente vocês deram um contributo de informação que influiu sobre muitas pessoas, inclusive em nível de poder e de decisão».


As Irmãs da América Latina conhecem a RIIAL (Red Informatica de la Iglesia en America Latina): é uma cooperativa de comunicação ligada ao Pontifício Conselho da Comunicação. Tem em mira encontrar caminhos que favoreçam as zonas e as pessoas mais pobres e sem recursos no campo informático. Estamos estudando formas de estabelecer contatos de colaboração também com essa rede.
Por fim, proponho à atenção de vocês um pequeno documento elaborado pelo Conselho Geral e endereçado às Inspetoras no dia 22 de janeiro de 1999. Trata-se das Linhas de orientação para as organizações não governamentais de desenvolvimento promovidas pelo Instituto das FMA (ONGs-FMA). A intenção que guiou a redação dele foi a de encorajar o desenvolvimento de organizações que promovam, segundo o espírito de Dom Bosco e de Madre Mazzarello, a cooperação internacional para a solidariedade, com atenção especial para as iniciativas em favor da mulher.
É destes últimos dias o anúncio, feito pelo Presidente do Pontifício Conselho Justitia et Pax à assembléia do Sínodo da Europa, de um Catecismo da Doutrina Social da Igreja, que será publicado em maio de 2000.

Nós o acolhemos, desde agora, como válido instrumento para qualificar a nossa ação educativa.


Maria continue a alimentar em nós a paixão pela vida de cada criatura humana e nos induza a ser inventivas em criar condições para globalizar a solidariedade e educar para uma nova cidadania. Podemos apostar na sensibilidade dos jovens, que ficou evidente também no último Confronto Europeu MJS sobre o tema Cidadãos da Europa, cidadãos do mundo.

Permaneçamos em comunhão, caminhando com decisão renovada na via da partilha solidária.

Roma, 24 de outubro de 1999.

Af.ma Madre


Ir. Antonia Colombo

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