ippb instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas



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Projeção e espiritualidade

Quando bem estudada e praticada de forma séria, a projeção da consciência é um dos fenômenos que melhor atesta a existência de vida após a morte, espíritos, etc. Permitindo que a consciência encarnada “passeie” pelo mundo espiritual, ou mundo dos desencarnados, a projeção propicia meios para que se estude e observe a vida espiritual in loco, além de permitir o intercâmbio entre as duas dimensões, sem a necessidade de um médium propriamente dito.

  1. Projeção e desdobramento

Uma das grandes discussões em relação à projeção astral é o uso do termo desdobramento para designar o mesmo fenômeno.

Alguns consideram o termo inadequado, já que não há desdobramento da consciência, ou seja, a consciência não se divide, mas permanece íntegra no psicossoma, ficando o corpo físico apenas vegetando, adormecido.

Outros, no entanto, referem-se a um desdobramento de corpos, uma vez que o corpo físico se separa do corpo espiritual durante o fenômeno.

Outros ainda admitem o desdobramento da consciência, em condições muito especiais, de modo que o corpo físico permanece realizando tarefas normais, enquanto o espírito se afasta com o psicossoma, para outras atividades. Neste caso, o corpo físico não adormece de fato, mas funciona como um robô, comandado à distância por uma pequena parte da consciência, sediada no psicossoma.

Usado para designar o desprendimento do espírito do médium de seu corpo físico, o termo desdobramento é muito comum entre os espíritas, muito embora seja usado para designar fenômeno ligeiramente diferente.

Para os espíritas, o desdobramento é o fenômeno que ocorre durante o trabalho ou reunião mediúnica, em que o espírito do médium, de fora de seu corpo físico, pode ver e interagir com o mundo espiritual e até mesmo se ausentar do local onde este está, em busca de informações importantes para o trabalho que realiza.

Também aqui há alguma divergência, já que este fenômeno pode não ser necessariamente um desdobramento ou projeção astral propriamente ditos, mas uma clarividência especial, a distância, que permite ao médium enxergar coisas diretamente com o perispírito, sem usar o corpo físico ou qualquer de suas capacidades psíquicas, ou usando recursos energéticos fornecidos pelos amparadores e espíritos que auxiliam no trabalho.

Para arrematar, vejamos o que diz Ricardo Di Bernardi sobre o assunto:

“Para os mais puristas, não é meu caso, dir-se-ia: desprendimento ou desdobramento. Há quem considere desdobramento como menos intenso ou menos expressivo do que desprendimento. André Luiz veio nos trazer, com outros autores espirituais, a informação de outros corpos: corpo etérico, astral e mental. Como este conhecimento ainda não era da época de Kardec, não havia a denominação astral. Como espírita convicto, militante, estudioso, presidente da Associação Médica Espírita de SC, não tenho preconceitos e uso, com naturalidade, todos os termos mencionados, pois são corretos e válidos.”

  1. Projeção e mediunidade

Sendo um fenômeno que permite ao ser encarnado conhecer, observar e estudar o mundo espiritual pessoalmente, a projeção astral representa um excelente recurso para que os médiuns busquem informações, façam cursos, encontrem instrutores desencarnados, sejam treinados, aprendam técnicas, estudem fenômenos e conheçam métodos e processos de trabalho, etc., no mundo espiritual, recebendo instruções e informações que lhes permitam aperfeiçoar sua mediunidade aqui no plano físico.

Além disso, quando projetados, nossa visão se amplia e nossa sensibilidade aumenta, de modo que podemos entender melhor fatos e situações que, no mundo material, fogem à nossa compreensão. De posse desse conhecimento, encontramos soluções e alternativas para problemas que, na vigília, nos parecem insolúveis ou incompreensíveis.

A projeção consciente, ou desdobramento, praticado por espíritas, é também um recurso a mais para os trabalhos de desobsessão, cura e assistência, pois permite que os médiuns tragam informações do plano espiritual para o plano físico, facilitando a atuação do grupo na orientação da entidade e do assistido.


  1. AURA, PENSENE ou PSICOSFERA



  1. Definição

A palavra aura vem do latim e significa sopro de ar. Aura é o halo luminoso, multicolorido, que envolve e interpenetra o corpo físico, refletindo, energeticamente, o mundo íntimo da consciência encarnada, seus pensamentos, sentimentos e experiências.

O termo pensene foi criado para a Conscienciologia por Waldo Vieira, pela junção das sílabas iniciais das palavras pensamento, sentimento e energia (pen + sen + e = pensene), e é usado para designar o campo energético, formado, ao redor da consciência encarnada, pelos seus pensamentos, sentimentos e energias características.

O termo psicosfera foi criado por André Luiz para designar o halo energético de que se revestem todos os seres vivos, onde se refletem os seus pensamentos e desejos.

Como vemos, portanto, aura, pensene e psicosfera são sinônimos e podem ser definidos como o campo resultante de emanações de natureza eletromagnética, que envolve todo ser humano, encarnado ou desencarnado, refletindo, não só a sua realidade evolutiva e seu padrão psíquico, como também sua situação física e emocional do momento, espelhando seus pensamentos, sentimentos, desejos, idéias, opiniões, etc.



  1. Características

Vejamos o que diz o próprio André Luiz, em seu livro Evolução em Dois Mundos, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier:

“AURA HUMANA – Considerando-se toda célula em ação por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem, através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por “tecidos de força”, em torno dos corpos que as exteriorizam.

“Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos, se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.

“No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura.

“Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se entraja, circula o pensamento, colorindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa, antes de irradiá-los no rumo dos objetos e das metas que demanda.

“Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aura humana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovóide, não obstante a feição irregular em que se configura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as idéias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança, como no cinematógrafo comum.

“Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas, enobrecedoras ou deprimentes.”

Já Barbara Ann Brennan, em seu livro Mãos de Luz, diz:

“O Campo da Energia Humana é a manifestação da energia universal intimamente envolvida na vida humana. Pode ser descrito como um corpo luminoso que cerca o corpo físico e o penetra, emite sua radiação característica própria e é habitualmente denominado “aura”. A aura é a parte do CEU (Campo de Energia Universal) associada a objetos. A aura humana, ou Campo da Energia Humana (CEH) é a parte do CEU associada ao corpo humano. Estribados em suas observações, os pesquisadores criaram modelos teóricos que dividem a aura em diversas camadas. Essas camadas, às vezes chamadas corpos, se interpenetram e cercam umas às outras em camadas sucessivas. Cada corpo se compõe de substâncias mais finas e de “vibrações” mais altas à medida que se afasta do corpo físico.”

Vejamos também o que diz Wagner Borges no portal do IPPB (www.ippb.org.br):

“Aura (do latim: aura, sopro de ar): É o campo energético que apresenta-se em torno do corpo denso. Aparece à percepção parapsíquica do clarividente como um campo luminoso mesclado por várias cores. Essas cores refletem a qualidade dos pensamentos e sentimentos manifestados pela consciência. Apresenta várias camadas vibratórias correspondentes aos diversos corpos (veículos de manifestação da consciência) por onde a consciência manifesta-se nos vários planos.

“Para facilitar, vamos dividi-la em três freqüências básicas:



  • a aura do corpo físico, também denominada duplo etérico. Essa aura reflete apenas as condições do corpo físico no momento e suas predisposições energéticas. Contudo, é bom lembrar que o soma (do grego soma, que significa corpo), é afetado diretamente pelo clima psíquico dos corpos sutis.

  • a aura do corpo extrafísico, também chamada de alma. É a aura do corpo espiritual e reflete as condições psíquicas e parapsíquicas da consciência. Reflete diretamente as emoções do ser humano.

  • a aura do corpo mental, também chamada de aura mental ou aura dos pensamentos. É a aura que reflete diretamente o clima interno de nossos pensamentos e idéias. O corpo mental (Teosofia) também é denominado mentalssoma. Nessa aura é possível perceber as formas-pensamento e suas cores.”



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