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Aura e mediunidade

Sendo a aura o campo energético que o médium produz e irradia, e que o envolve, é natural que seja ela o primeiro elemento de contato entre o médium e as entidades nas comunicações mediúnicas.

É, portanto, no campo áurico do médium que as entidades comunicantes, elevadas ou não, buscam informações para estabelecer a sintonia com ele, pela ressonância vibratória com a sua própria aura, para depois passar à comunicação propriamente dita.



  1. Transformações da aura

A aura humana apresenta, principalmente, dois padrões de cor e luminosidade.

Um é bem instável e dinâmico e reflete as emoções e o estado físico da pessoa, podendo mudar até de hora em hora, conforme as suas condições de momento.

O outro, que chamamos de “cor de fundo”, é mais duradouro e mais estável, embora não seja estático, e reflete as características psíquicas e espirituais da pessoa, bem como a sua personalidade.

É neste segundo nível que os clarividentes se baseiam para determinar em que tipo de trabalho espiritual a pessoa melhor se adaptará. Assim, por exemplo, pessoas de aura verde são encaminhadas para trabalhos de cura ou desobsessão, pessoas de aura amarela são encaminhadas para o ensino ou palestras, e pessoas de aura rosa são encaminhadas para trabalhos com crianças e idosos ou para a assistência social.

No entanto, mesmo esta “cor de fundo” de uma aura pode mudar com o passar dos anos, refletindo não só o próprio amadurecimento psicológico da pessoa ao longo da vida, bem como as adaptações energéticas por que passou ou está passando para melhor desempenhar suas funções sociais, profissionais e também espirituais.

Assim, alguém que tem a aura amarela na adolescência, por ser ótimo aluno, por exemplo, pode vir a ter a aura verde algum tempo depois de entrar para a faculdade de Medicina ou Enfermagem. Isso não significa que o amarelo desapareceu ou que a pessoa deixou de ser bom aluno, mas que a sua aura sofreu uma mudança para se adaptar às novas exigências energéticas de suas atividades profissionais. Nesse caso específico, pode acontecer de termos verde e amarelo em sua “aura de fundo”, refletindo tanto a sua atividade na área da saúde como seu gosto pelo estudo.



  1. Aura e efeito Kirlian

Segundo o psicólogo Márcio Pontes, no seu site http://www.fluidos.hpg.ig.com.br/, a descoberta do “efeito Kirlian” se deu por acaso, no ano de 1939.

Certa noite, o casal Semyon (Semyon Davidovitch Kirlian) e Valentina Kirlian, na cidade de Krasnodar (Rússia), trabalhavam em sua casa no manuseio de chapas fotográficas, próximos a uma aparelhagem de rádio que estava aberta em reparos, quando, por descuido, uma chapa fotográfica caiu entre dois eletrodos do rádio. Ao retirar tal chapa, Kirlian, no escuro, fechou curto-circuito, com seus dedos, entre a chapa e os eletrodos. Notou ele, nesta ocasião, que algo de diferente tinha ocorrido. Banhou as chapas e, com espanto, notou que seus dedos apareciam e não apenas isto, mas uma estranha luz que, normalmente, eles não apresentavam. Repetiu a operação, agora sem a ajuda do “acaso”, e o fenômeno voltou a acontecer. Repetiu a operação com Valentina e, mais tarde, com diversos conhecidos, e o mesmo fato se verificou.

Destas observações, ou melhor, destas experiências, notou que as luminescências emitidas pelos dedos das pessoas não eram iguais, variando de pessoa para pessoa. E não apenas isto, mas que pessoas em estado de saúde precário apresentavam uma emissão de luz em menor potencial que as pessoas saudáveis, havendo também casos de pessoas saudáveis apresentando fraca emissão de luz, que, poucos dias depois, ficaram doentes.

Estes fatos ocorreram na Rússia, no final dos anos 30, mas somente na década de 60 este processo tornou-se mundialmente conhecido, tendo, também no Brasil, os seus pesquisadores, como Hernani Guimarães Andrade, cientista de renome internacional na área de estudos psicobiofísicos, que foi o primeiro pesquisador, fora da Rússia, a possuir uma máquina Kirlian, tendo ele mesmo elaborado todo o processo. Temos também o grande pesquisador Henrique Rodrigues que, juntamente com Hernani, realizou e realiza estudos internacionalmente reconhecidos.

Já para Walter Lange Jr., em seu livro Paranormalidade e Energia Mediúnica – Uma pesquisa kirliangráfica, o russo Kirlian “trabalhava nos hospitais com equipamentos eletromagnéticos e teve a oportunidade de observar o fenômeno quando aplicava – em paciente em tratamento – os eletrodos de um aparelho de diatermia: viu pequenas centelhas fulgurantes e coloridas na pele do doente. Em seu apartamento, montou um aparelho semelhante e reproduziu o observado, conseguindo registrar, em uma chapa fotográfica, com a ajuda de sua esposa Valentina, que trabalhava como fotógrafa num jornal.”

Seja como for, muitos nomes foram dados a esta estranha “luz” emitida pelos corpos. Os russos chamaram-na “corpo bioplásmico”, diversos místicos já a qualificaram como “aura”, alguns espíritas mais afoitos, na época, chegaram a falar em “foto do perispírito”, e os mais céticos afirmavam que tudo não passava de um “efeito corona”. O fato é que, ainda hoje, o assunto é motivo de muitos estudos e discussões, sem que se tenha chegado a qualquer conclusão científica.

Em meio à polêmica e às dúvidas causadas pela descoberta, a foto Kirlian acabou se tornando popularmente conhecida como “foto da aura”, o que, na verdade, não é bem exato, já que o complexo total da aura é muito mais amplo, colorido, dinâmico e brilhante do que o halo que aparece nessas fotos.

O que a foto Kirlian capta, na verdade, e ficou conhecido como “efeito Kirlian”, é apenas a primeira “camada” da aura, a parte mais densa e mais próxima do corpo físico, que nada mais é que o duplo etérico, onde também se refletem as movimentações mentais e emocionais do espírito encarnado.

Para esclarecer melhor, vejamos o que diz Edgard Armond em seu livro Psiquismo e Cromoterapia:

“O duplo etéreo, também conhecido como corpo energético, não é parte do perispírito, mas um veículo intermediário entre o corpo físico e o perispírito, que possui chacras ou centros de força etéreos. O duplo se projeta para além do corpo físico e forma uma aura a aura etérica, uma emanação leitosa e de aspecto ovalado. Alguns autores, por considerarem o duplo mais ligado ao corpo físico, designam a aura etérica como a “aura da saúde”: um vidente, através de um exame acurado, pode avaliar o estado físico do indivíduo e localizar enfermidades.

“A aura perispiritual ou astral, ou simplesmente aura, é a projeção do perispírito para além do limites físicos e se revela como uma espécie de emanação bem mais brilhante e diáfana que a aura etérica. Através dela, um médium estabelece o retrato psíquico-espiritual do indivíduo, uma vez que os pensamentos e emoções se refletem na aura, antes de alcançar o corpo físico.”

Há ainda alguns pesquisadores no Brasil, Alemanha e Rússia, que afirmam que o efeito Kirlian não é nem mesmo a foto do duplo. Para eles, seria apenas a foto do efeito luminoso causado pela ionização dos gases expelidos pelo corpo humano.

Seja como for, a foto Kirlian tem sido de grande valia em estudos feitos em trabalhos mediúnicos e de passe, como instrumento de medição dos efeitos da aplicação energética e do transe no físico do médium, da absorção do passe nos assistidos, bem como para identificar o indivíduo que tem capacidades paranormais e/ou mediúnicas.

Além dessa aplicação, a foto Kirlian hoje já vem sendo usada também em Medicina e Psicologia, como um recurso a mais para detectar e diagnosticar doenças e distúrbios, avaliar o efeito de medicamentos e terapias em pacientes, bem como para acompanhar o progresso deles frente aos tratamentos aplicados.




  1. ECTOPLASMA






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