ippb instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas



Baixar 0.91 Mb.
Página18/25
Encontro18.07.2016
Tamanho0.91 Mb.
1   ...   14   15   16   17   18   19   20   21   ...   25
Acoplamento áurico

Chamamos de acoplamento áurico ou envolvimento (denominação criada por Edgard Armond) à completa interação entre médium e comunicante, por meio de suas auras.

A entidade se aproxima do médium e o “abraça” com a sua aura. Estabelecida a sintonia, a aura do médium se mescla à da entidade, formando um único campo energético, por onde são transmitidas as ondas mentais e as energias entre ambos.

Quanto maior a sintonia, mais homogêneo e estável será este campo e, portanto, mais eficiente o acoplamento, permitindo maior fluidez na comunicação e no trabalho a ser desenvolvido.

  1. Circuito mediúnico

Chamamos de circuito mediúnico a corrente energética formada entre os médiuns durante um trabalho mediúnico.

Segundo Carlos Torres Pastorino, em seu livro Técnica da Mediunidade, “a mediunidade pode ser medida e considerada com todos esses termos (vibração, período, freqüência, onda e corrente). A diferença reside nisto: a corrente elétrica é produzida por um gerador, e a corrente mental é produzida pela nossa mente e transmitida por nosso cérebro. No cérebro temos uma válvula que transmite e que recebe, tal como um aparelho de rádio.”



Vejamos, então, alguns termos de eletricidade aplicados à mediunidade, na explicação do autor:

  • Vibração, onda e corrente – “As vibrações, as ondas, as correntes utilizadas na mediunidade são as ondas e correntes de “pensamento”. Quanto mais fortes e elevado os pensamentos, maior a freqüência vibratória e menor o comprimento de onda. E vice-versa.”

  • Freqüência – “...cada cérebro pode emitir em vibrações ou freqüência alta ou baixa, de acordo com o teor dos pensamentos mais constantes. O amor vibra em alta freqüência; o ódio, em baixa freqüência. São pólos opostos. Quanto mais elevados os pensamentos, em amor, mais alta a freqüência e mais elevada a ciclagem.” ... “O que eleva a freqüência vibratória do pensamento (vimo-lo,) é o amor desinteressado; abaixa as vibrações tudo o que seja contrario ao amor: raiva, ressentimento, mágoa, tristeza, indiferença, egoísmo, vaidade, enfim qualquer coisa que exprima separação e isolamento.”

  • Ondas amortecidas – “...atingem rapidamente um valor máximo de amplitude, mas também rapidamente decrescem, não se firmando em determinado setor vibratório.” ... “Na mediunidade, ondas amortecidas são as produzidas por cérebros não acostumados à elevação, mas que, em momentos de aflição, proferem preces fervorosas. A onda se eleva rapidamente, mas também decresce logo a seguir, pois não têm condição para manter-se constantemente em nível elevado, por não estarem a ele habituados. São pessoas que, geralmente, se queixam de que “suas preces não são atendidas”. De fato, produzem “ruídos”, mas não conseguem sustentar-se em alto nível, não atingindo, pois, o objetivo buscado.”

  • Indutância - a inércia da eletricidade, na mudança de uma direção para outra, na vibração.”... “Na mediunidade observamos também o fenômeno da indutância, que provoca muitas vezes “momentos” de silêncio. O médium “treinado” permanece calado, nesses momentos. O não desenvolvido intromete aí pensamentos seus, “colaborando” na manifestação externa. Se a indutância é muito grande, a comunicação torna-se imperfeita e falha. Isso pode ser causado por defeito do aparelho receptor (médium) ou do aparelho transmissor (espírito). Qualquer dos dois, sendo “humanos”, pode ser fraco e apresentar indutâncias muito fortes, hiatos longos.”

  • Corrente contínua ou alternada – (Nossos pensamentos) “Podem permanecer em “corrente direta”, quando concentrados em dado objetivo permanentemente: emitimos, apenas. Mas podem passar a “corrente alternada”, quando emitimos e recebemos alternadamente; isto é, lançamos o pensamento e obtemos a resposta. Também a mediunidade pode consistir numa corrente direta, quando caminha numa só direção (do espírito para o médium), numa passividade absoluta. Ou pode ser executada em corrente alternada, quando o médium age, com seu pensamento, sobre o espírito.”

  • Campo elétrico – “Uma reunião mediúnica forma, inegavelmente, um “campo elétrico” ou magnético. Quanto mais estiver o ambiente carregado de eletricidade ou magnetismo positivo, mais eficiente será a reunião. Quanto mais esse ambiente estiver permeado de forças negativas, mais perturbada a reunião.” ... “Quem pretende fazer reuniões espíritas (eletromagnéticas), sem preparar antes o “campo elétrico-magnético”, sujeita-se a decepções de toda ordem, a interferências, a fracassos.” ... “Note-se, porém, que o campo elétrico pode também ser perturbado por entidades desencarnadas” que “têm a mesma capacidade que as encarnadas de emitir ondas eletromagnéticas de pensamento.”

  • Condensadores – “No ambiente mediúnico, os assistentes e médiuns são verdadeiros condensadores, que formam o “campo eletromagnético”. Entre cada criatura existe o material isolante (o ar atmosférico). E por isso o campo se tornará mais forte quando houver mais de uma pessoa. Aqueles que não são médiuns, funcionam como os condensadores fixos, que recebem e emitem energias num só comprimento de onda, não sendo capazes de distinguir as diversas “estações” transmissoras (os diversos espíritos), não podem, por isso receber e transmitir as mensagens deles. As idéias ficam confusas e indistintas. Já os médiuns são verdadeiros condensadores variáveis, com capacidade para selecionar os espíritos que chegam. Então recebem e transmitem cada comprimento de onda por sua vez, dando as comunicações de cada um de per si. Quanto maior a capacidade do médium de aumentar e diminuir a superfície do campo estabelecido pelas “placas”, tanto maior a capacidade de receber espíritos de sintonia diversa: elevados e sofredores. Há médiuns, porém, que parecem fixos em determinada onda: só recebem e transmitem determinada espécie de espíritos, provando com isso a falta de maleabilidade de sua sintonia. Para modificar a sintonia, o condensador variável movimenta as placas, aumentando ou diminuindo a superfície do campo. Os médiuns podem obter esse resultado por meio da PRECE, modificando com ela o campo elétrico, e conseguindo assim captar e retransmitir as estações mais elevadas, os espíritos superiores.”

  • Acumulador e bateria – “Cada criatura constitui um acumulador, capaz de armazenar a energia espiritual (eletromagnética). Entretanto, essa energia pode esgotar-se. E se esgotará com facilidade, se houver “perdas” ou “saídas” dessa energia com explosões de raiva, ou com ressentimentos e mágoas prolongadas, embora não violentas.” ... “Os acumuladores nem sempre possuem carga suficiente de energia para determinado fim. São, então, reunidos “em série”, formando uma bateria. Na mediunidade, quando um médium não é capaz de fornecer energia suficiente a sós, reúne-se com outros, formando uma “reunião”. ... “Também a bateria pode esgotar-se. Mas a vibração das ondas de pensamento e a PRECE podem carregar novamente a bateria. Esse processo é, com freqüência, utilizado nas reuniões, durante ou após a manifestação de espíritos muito rebeldes, que descarregam a energia: uma prece repõe as coisas em seu lugar, infunde novas energias à “bateria” e permite a continuação dos trabalhos.”

  • As pontas – “A eletricidade positiva ou negativa se agrega mais nas pontas ou extremidades pontuadas. Daí terem nascido os pára-raios. Essa a razão pela qual as mãos, os pés e, sobretudo, os dedos, são as partes mais carregadas em nosso corpo. Por esse motivo os passes são dados com as mãos abertas (o que em o Novo Testamento se diz “impor as mãos”), para que os elétrons fluam através dos dedos.”

  • Abastecimento – “Todas as criaturas humanas têm uma capacidade elétrica, como vimos, porque o próprio corpo é um eletrólito. Essa eletricidade estática pode ser transforma-da em “corrente”, seja ela direta ou alternada, se o indivíduo se ligar a um abastecedor de força. Temos assim que a corrente elétrica poderá ter curso se a pessoa se ligar a um acumulador (unir-se a outra pessoa com vibração suficientemente forte), a uma bateria (reunir-se a uma corrente de pessoas), ou a um gerador (à Força Cósmica, por meio da prece).”

  • Resistência e impedância – “No fato mediúnico observamos com freqüência tanto a “resistência” quanto a “impedância” dos aparelhos (médiuns). A resistência é oposta às comunicações telepáticas que lhes chegam. Sentado a uma mesa de “trabalhos”, com a “bateria” boa, o médium sente os sinais elétricos que lhe chegam à mente, e “resiste”, nada manifestando, por causa do temor de que esses sinais não venham de fora, mas de dentro dele mesmo. Isto é, que não seja a comunicação de um “espírito” desencarnado, mas apenas de “seu espírito” encarnado. Em outras palavras: teme, que não seja uma “comunicação”, mas simplesmente um caso de “animismo”. Numa sessão bem orientada, o que se quer é “coisa boa”, não importando a “fonte” de onde provenha. Se a comunicação é boa, sensata, lógica, construtiva, que importa se vem de um “espírito” encarnado ou desencarnado? Se nada vale a comunicação, deve ser rejeitada, venha ela de uma ou de outra fonte. A “razão” é que deve ter a última palavra. Mas além dessa resistência à corrente direta, e que geralmente é “consciente”, existe também a “impedância”, ou seja, a resistência quase sempre “inconsciente” à passagem da corrente. O médium não faz de propósito: ao contrário, conscientemente se coloca “à disposição”. Mas, sem querer e sem saber, não deixa que seus órgãos especializados vibrem suficientemente para permitir a eletrificação do fio. E a comunicação não se dá. Pode ser que essa resistência (ou melhor, impedância), seja resultado de fatores estranhos: a questão do “material” que lhe constitui o corpo físico e que torna difícil a “eletrificação”.” ... “Em vista disso é que se aconselha aos médiuns não se alimentarem excessivamente, nem ingerirem álcool, nem carne em demasia, para que oponham menor resistência às comunicações.”

  • Corrente de Foucault ou parasita – “O conhecimento desse efeito é de grande utilidade para constituição da mesa mediúnica; e explica por que, desde os primórdios, os bons dirigentes de sessões fazem sentar os médiuns intercalando-os com não médiuns. A razão dada é que os não-médiuns servem para “sustentar a corrente”. Perfeitamente lógico e verdadeiro. Mas agora, pela comparação com a “corrente de Foucault”, podemos perceber o motivo científico: se os médiuns se sentam todos de seguida na mesa, forma-se a “corrente parasita”, que pode provocar interferências no campo magnético da mesa, fazendo que a vibração recebida por um médium repercuta nos que lhe estão ao lado, perturbando-os.”

  • Transformadores – “...em certas reuniões mediúnicas, há elementos humanos que funcionam como verdadeiros transformadores que aumentam a corrente. Quase sempre são pessoas que não são médiuns, e até que muitas vezes se julgam inúteis na reunião. Ficam ali parados, concentrados, firmes, mas nada sentem. No entanto, estão servindo incalculavelmente para o bom êxito das comunicações; são os chamados “estacas de sustentação” de uma reunião. Sem a presença deles, a reunião se tornaria tão fraca que quase nada produziria. ... Como há esses transformadores que aumentam a corrente, existem os que agem de modo inverso: diminuem a corrente. São aqueles que se “isolam” do conjunto, ou porque permaneçam preocupados com seus pensamentos próprios, ou porque cedam ao cansaço e durmam: a interrupção de corrente trabalha como um transformador que diminui a corrente, embora não a corte.”

  • Retificador – “Também na reunião mediúnica há pessoas que atuam como válvulas retificadoras, quase agentes catalíticos, que permitem, ao aparelho sensitivo (médium), a recepção de mensagens. No entanto, essa tarefa é quase sempre afeta a seres desencarnados, que facilitam a recepção das correntes provenientes do mundo astral mais elevado ou mesmo do mundo mental. É a chamada “telemediunidade”, em que um “espírito” retifica as correntes mais elevadas, tornando-as acessíveis aos aparelhos encarnados. Em muitas ocasiões, esses intermediários acrescentam, a essa tarefa, a de transformadores, para diminuir a intensidade da corrente, a fim de poder ser recebida pelo aparelho mediúnico.”






  1. Compartilhe com seus amigos:
1   ...   14   15   16   17   18   19   20   21   ...   25


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal