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Cordão de prata

Também chamado de cordão astral, cordão fluídico, fio de prata, teia de prata, cordão luminoso, cordão vital, cordão energético, cabo astral, laço aeriforme, etc., o cordão de prata é uma extensão do duplo etérico, formando um conduto energético que liga o conjunto composto de corpo físico e duplo etérico ao psicossoma, quando este está projetado, e espelha o grau de desenvolvimento do espírito,

Há muitas versões sobre onde o cordão de prata estaria ligado ao corpo físico e ao perispírito. No entanto, como diz Ricardo Di Bernardi, “na realidade, a ligação é com todo o organismo, de todas as células físicas com todas as células do corpo astral (perispírito). Estes mini-cordões se unem em cordões maiores, regionais, que se unem em um cordão ainda maior. Visto de longe, parece sair do peito ou de outra região, mas é ilusão, pois se você unir trilhões de cordões, que formam outros maiores, até formar um único quando o corpo astral estiver desdobrado (projetado), terá a impressão de que sai de um ponto só. “

Sua cor pode variar do prateado brilhante para o cinza chumbo, passando por graus intermediários. Assim como a densidade que varia proporcionalmente ao desenvolvimento do espírito, ou seja, de acordo com o seu grau de amor, sabedoria e elevação.

Sendo de natureza energética, não pode ser cortado, embaraçado, torcido, enroscado, confundido, trocado, amarrado, arrebentado, etc., como temem alguns, e só será rompido quando o corpo físico, deixando de funcionar, ou seja, deixando de ter vitalidade, ejetar o psicossoma definitivamente, no processo que chamamos, inadequadamente, de morte. Ou seja, não é o rompimento do cordão astral que causa a morte física, mas a morte física que causa o rompimento do cordão astral.



  1. Duplo etérico e mediunidade

Nos médiuns, o duplo etérico apresenta ainda uma condição especial: soltura ou predisposição à descoincidência espontânea e a relativa liberdade em relação aos outros corpos. É como se o duplo dos médiuns não estivesse bem aderido ou preso ao seu corpo físico, soltando-se facilmente e, com isso, provocando uma série de sensações, que podem ser agradáveis ou não.

Essa soltura, em geral, é natural e planejada antes do reencarne do médium, para facilitar o seu trabalho de comunicação com o plano espiritual. Ou seja, o duplo dos médiuns é propositadamente deixado meio solto, para facilitar o transe mediúnico, que ocorre justamente quando há uma “folga” entre o duplo etérico e o corpo físico do médium. É nesta “folga”, nesta “brecha”, que o espírito comunicante intervém, dando a sua comunicação, no fenômeno popular e erroneamente chamado de incorporação, já que, na verdade, o espírito comunicante não entra nem se apossa do corpo do médium.

Entre as sensações mais comuns, provocadas pela soltura espontânea do duplo etérico, vamos encontrar:


  • tontura

  • enjôo

  • arrepios e/ou choques ao longo do corpo

  • sensação de estufamento (ballonement)

  • sensação de caminhar no ar

  • alterações visuais (que não têm causa física conhecida)




  1. CHACRAS ou CENTROS de FORÇA



  1. Histórico, definição e características

A palavra chakra vem do sânscrito e significa roda.

Chacras são centros de força, em forma de vórtices ou redemoinhos, situados no duplo etérico. Foram estudados e descritos inicialmente pelos hindus há muitos séculos e, desde então, vêm sendo adotados e adaptados pelas mais diversas correntes filosófico-religiosas.

Edgard Armond, no livro Passes e Radiações, diz que “no perispírito, o sistema nervoso liga-se através dos plexos e gânglios, a uma série de centros de força, denominados chacras na literatura oriental...

“Os plexos, ..., estão situados no corpo físico; são conjuntos e aglomerados de nervos e gânglios do sistema vago-simpático que regula a vida vegetativa do corpo humano.

“Os centros de força, ao contrário, são estações de força espiritual ou fluídica no perispírito (no corpo etéreo); formam um campo eletro-magnético utilizado pelo espírito e funcionam em plena ligação com os plexos do corpo material.

Segundo Hiroshi Motoyama, em seu livro Teoria dos Chakras, “nos estágios preliminares do despertar, os chakras são habitualmente percebidos como círculos de luz, ou auras localizadas, de várias cores.”

E Barbara Ann Brennan, no livro já citado, diz que “quando os chakras funcionam normalmente, cada qual está “aberto” e gira na direção dos ponteiros do relógio, a fim de metabolizar as energias necessárias do campo universal. Um giro no sentido dos ponteiros do relógio tira energia do Campo de Energia Universal (CEU), para o chakra, de maneira muito semelhante à da regra da mão direita no eletromagnetismo... Assim, classificamos o chakra de “aberto” às energias que entram. ... Quando um chakra gira num movimento contrário ao dos ponteiros do relógio, a corrente flui para fora do corpo e, desse modo, interfere no metabolismo. ... Nessas condições, classificamos o chakra de “fechado”.”

  1. Funções físicas e psicofísicas

A principal função dos chacras é absorver energias do ambiente para o corpo físico e o campo energético do ser encarnado. Eles servem também como ligação entre o psicossoma (perispírito) e o corpo físico.

Edgard Armond, no livro citado acima, diz que os chacras “são acumuladores e distribuidores de força espiritual, situados no corpo etéreo, pelos quais transitam os fluidos energéticos de uns para outros dos envoltórios exteriores do espírito encarnado”.

E Motoyama, no livro já citado, diz que “além de centro de controle em cada dimensão, o chakra funciona como centro de intercâmbio entre as dimensões física e astral, e entre as dimensões astral e causal. Através dos chakras, o prana sutil no corpo astral pode ser transformado, por exemplo, em energia para a dimensão física, fornecendo, assim, ao corpo físico, essencial energia de vida.

“Acredita-se ainda que a energia física pode ser transformada em energia astral por meio da atividade dos chakras, e que a energia física pode ser convertida em energia psicológica (ojas), dentro da dimensão física.

“Portanto, o chakra é considerado como um intermediário de transferência e conversão de energia entre duas dimensões vizinhas do ser, tanto como um centro proporciona a conversão de energia entre um corpo e sua mente correspondente.

“Quando os chakras são despertos e ativados, o homem não apenas se torna ciente das esferas superiores da existência, mas também adquire o poder de entrar nessas esferas, e então, em contrapartida, fortalece e dá vida às dimensões inferiores.”



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