Jogos Desportivos Colectivos



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Jogos Desportivos Colectivos
Os Jogos Desportivos Colectivos (JDC), designação que engloba, entre outros, o andebol, o basquetebol, o futsal e o voleibol, ocupam um lugar importante na cultura desportiva contemporânea, sendo comum a todos eles a utilização de bola.

Devido à riqueza de situações que proporcionam, os JDC constituem um meio formativo por excelência, na medida em que a sua prática induz o desenvolvimento de competências em vários planos, de entre os quais se destacam o táctico-cognitivo, o técnico e o sócio afectivo.

Não obstante a riqueza apresentada a sua identidade e importância ressaltam dois traços fundamentais:

1 – O apelo à cooperação entre os elementos de uma mesma equipa para vencer a oposição dos elementos da equipa adversária;

2 – O apelo à inteligência, entendida como a capacidade de adaptação a novas situações.

O problema dos JDC pode ser enunciado da seguinte forma: numa situação de oposição os jogadores devem coordenar as acções com a finalidade de recuperar, conservar e fazer progredir a bola, tendo por objectivo criar situações de finalização e marcar golo ou ponto. A partir deste entendimento existem três grandes categorias de sub-problemas:

1 – No plano espacial e temporal


  • No ataque – problemas de utilização da bola, individual e colectivamente;

  • Na defesa – problemas na produção de obstáculos com a finalidade de dificultar ou parar o movimento da bola e dos adversários, com o intuito de recuperar a posse da bola.

2 – No plano da informação

Problemas ligados à produção de incerteza nos adversários e de certezas para os colegas de equipa.

3 – No plano da organização

Problemas na transição de um projecto individual para um projecto colectivo, dando o melhor de si para a equipa.


Os JDC podem ser classificados em função de diferentes categorias de referência:

Categoria Considerada

Classificação

Exemplo

Ocupação do Espaço

Invasão

Futebol, Andebol

Não invasão

Voleibol

Disputa da Bola

Luta directa

Polo aquático

Luta indirecta

Voleibol

Deslocamento

Manual

Futsal

Com acessórios

Hóquei em patins

Manejo de Bola (predominante)

Mão

Andebol



Futebol

Misto

Rugby

Toque na Bola

Directo

Basquetebol

Indirecto

Hóquei em campo


Aspectos comuns aos JDC:

  • Bola – pela qual lutam as equipas;

  • Espaço de jogo – onde se desenvolve o “confronto”;

  • Alvo – a atacar e defender;

  • Regras – a respeitar;

  • Colegas – com quem cooperar;

  • Adversários – oposição a vencer.

Nos JDC existe uma inter-relação permanente entre ataque e defesa, decorrendo estes numa sucessão de situações que se designam por fazes dos jogo.


Ataque

Defesa

Situação do jogo em que uma equipa tem a posse da bola e pode criar acções ofensivas no sentido de alcançar o objectivo do jogo (marcar pontos, golos ou cestos).

Situação do jogo em que uma equipa não tem posse da bola e procura recuperar a sua posse, sem permitir que os adversários concretizem as suas acções ofensivas, não cometendo infracções sancionáveis pelo regulamento.

Fases do Ataque

Fases da Defesa

  • Entrada em posse de bola;

  • Contra-ataque;

  • Organização do ataque;

  • Concretização ou perda de posse de bola.

  • Perda da posse de bola;

  • Recuperação defensiva;

  • Organização da defesa;

  • Conquista da posse de bola.


Características dos JDC

Espaço/Tempo

Ataque

» Tentativa de ultrapassar os adversários;

- Abrir linhas de passe;

- Passe e corte;

- Manutenção da posse da bola.


Defesa

» Tentativa de dificultar o movimento da bola e dos adversários;

- Recuperar a posse da bola;

- Boa orientação;

- Noção da distância


Informação

Deves transmitir segurança aos colegas da tua equipa e incerteza aos adversários.





Equipa

Somatório das capacidades individuais (valores) ≠ Equipa (como um todo)

A equipa pode ser superior ou inferior à soma dos valores individuais.




Indicadores do Jogo

Fraco Nível

Bom Nível

  • Aglomeração em torno da bola;

  • Individualismo;

  • Não procurar espaços para facilitar o passe – desmarcação;

  • Não defender;

  • Falar frequentemente e criticar os colegas;

  • Não respeitar as decisões do árbitro.

  • Fazer circular a bola;

  • Aclaramento: afastar-se do colega que tem a bola e ocupar o espaço;

  • Dirigir-se para ao espaço vazio – criar linhas de passe;

  • Acção após passe – movimentação para criar nova linha de passe;

  • Respeitar as decisões do árbitro.


Simbologia Adoptada

Trajectória da Bola – Passe

Trajectória do jogador sem bola

Traj. do jogador com bola – Drible

Remate /

Lançamento



Finta

















Futsal
CONTEXTO HISTÓRICO DO FUTSAL

(Adaptado do trabalho de: Adriana, Bruna, Carolina e Joana Mendes – 9ºB)


Brasileiro ou uruguaio? É com esta dúvida que se começa a explicar o nascimento do futsal, que surgiu com o nome de futebol de salão e em 1989, quando passou para a tutela da Fifa, ganhou o nome de futsal. Alguns contam que o futsal apareceu na década de 30 na ACM (Associação Cristã de Mocidade) de Montevideu e que seu criador teria sido o professor Juan Carlos Ceriani Gravier, falecido no ano de 1996. Outra corrente afirma que a modalidade surgiu foi na ACM de São Paulo, praticada por alguns jovens em campos de basquetebol. O certo é que o futsal foi regulamentado e começou a ser praticado realmente no Brasil.

Em São Paulo surgiu a primeira entidade da modalidade da qual se tem notícia até hoje, a Liga de Futebol de Salão da ACM, criada pelo paulista Habid Maphuz, em 1952. Dois anos depois foi fundada a primeira federação deste desporto no mundo, a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, actualmente com o nome de Federação de Futebol de Salão do Estado do Rio de Janeiro (FFSRJ). Já a Federação Uruguaia só surgiu em 1965.

A criação e regulamentação das regras é outra prova que faz diminuir as dúvidas quanto a nacionalidade brasileira do futsal. O primeiro livro de regras foi lançado em 1956 pelo paulista Luiz Gonzaga de Oliveira Fernandes, posteriormente adoptado pela entidade que comandava o futsal mundial na época, a Fifusa (Federação Internacional de Futebol de Salão), com algumas modificações.

Depois desta primeira fase de estruturação, surgiu a Fifusa que dominou o futsal mundial até 1989, época em que a Fifa começou a regulamentar o futsal. Conseguindo ter aprovada a maioria das suas regras na nova regulamentação da entidade máxima do futebol, o Brasil desligou-se da Fifusa e desde 1989 está filiado à Fifa.

 

CONTEXTO HISTÓRICO DO FUTSAL

A exemplo de vários outros desportos, - basquetebol, andebol – tentar entender a origem do futebol de salão, é um caminho muito difícil, devido aos escassos documentos que nos possam esclarecer a origem do futebol de salão. Tudo isso faz com que haja uma grande polémica entre os estudiosos e autores sobre a origem do futebol de salão.

Autores como Teixeira (1996) e Figueiredo (1996), entre outros, atribuem ao Brasil o nascimento do futebol de salão. Já Zilles (l987), Lucena (1994) e Apolo (1995), afirmam ser o Uruguai o criador desse desporto. A dúvida reside no facto de que não se sabe se foram os brasileiros que, ao visitarem a ACM de Montevideu, levaram do Brasil o hábito de jogar futebol em campos de basquetebol; ou se foram os brasileiros que conheceram a novidade ao ali chegarem e, ao regressarem, difundiram a prática em território nacional.

Podemos relatar alguns factos que marcaram a história e o desenvolvimento do futebol de salão.

O Futebol de Salão nasceu nos anos 30 e foi criado na Associação Cristã de Jovens de Montevideu, Uruguai, que durante o Inverno evidenciou-se ainda mais a necessidade de alguma actividade física para ser praticada em recinto fechado e com luz artificial, uma vez que os rigores do Inverno não permitiam a prática de actividades recreativas ao ar livre.

Somado a isso, as inúmeras conquistas que o Uruguai obteve na época, - Campeão do Mundo - fizeram do futebol o desporto mais praticado naquele país; tanto por crianças como por adultos. Consequentemente faltavam espaços e campos para a prática do futebol. A solução encontrada foi a de improvisar locais menores como campos de basquetebol e salões de bailes. Contudo, já que tal espaço era muito menor do que um campo de futebol foram necessárias algumas modificações no seu modo de jogar.

Dessa maneira, a contribuição de vários desportos, como o futebol, o basquetebol, o andebol, o hóquei e o pólo aquático serviram de fundamentos para serem elaboradas as primeiras regras desse novo desporto no ano de 1933.

Neste período, por ocasião de um curso no Uruguai, patrocinado pelo Instituto Técnico da Federação Sul Americana das ACM’s, cópias destas regras foram distribuídas a todos os representantes da América do Sul.

Já por volta de 1942, o Futebol de Salão havia conquistado a simpatia de todos. O que era, inicialmente, exclusividade das crianças passou a ser preferido dos adultos.

Por outro lado, a dimensão internacional do FUTSAL, iniciou-se desde a criação, no Brasil, da Federação Internacional de Futebol de Salão – FIFUSA – em 1971, com sede em São Paulo, com o objectivo de desenvolver e dirigir, com exclusividade o Futebol de Salão Mundial.

A partir da década de 80, começaram os primeiros campeonatos Pan-americanos e mundiais.

A década de 90 representa a grande mudança no Futebol de Salão. A FIFA homologou a supervisão do Futsal mediante a extinção da FIFUSA e criação de sua comissão de FUTSAL. Da fusão do Futebol de Cinco (praticado pela FIFA) com o Futebol de Salão (praticado pela FIFUSA) surgiu o FUTSAL. O Futsal, procurando modernizar-se, alterou as regras nos últimos anos.

No mundo, são mais de 100 países que o praticam em cinco continentes. Temos de levar em consideração que o rigoroso Inverno nos continentes europeus, asiático e oceânico, contribuem para que o Futsal constitua uma grande opção desportiva dos ginásios e campos cobertos.
Dentro destes países podemos destacar a Espanha, Rússia, Bélgica, Ucrânia, Portugal, Itália, Grécia, Eslovénia, Holanda, Japão e Austrália entre outros.

Além dos factos mencionados acima, temos que reconhecer o trabalho sério e competente que estes países estão a desenvolver em prol do futsal na Europa.

Observamos que o Futsal tem sofrido inúmeras alterações na sua forma de jogo, impostas pelas alterações das regras, pela evolução da preparação física (melhoria da capacidade de marcação das equipas e maior movimentação dos jogadores) e também pela profissionalização dos atletas e dos treinadores.

Abordagem aos Objectivos e Regras do Jogo
O futsal é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é introduzir a bola na baliza da equipa adversária e, ao mesmo tempo, evitar sofrer golo, respeitando as regras do jogo.

O campo de futsal é rectangular, sendo delimitado por duas linha laterais e duas linhas de baliza.

Ganha o jogo a equipa que, no final, tenha obtido o maior número de golos. No futsal são permitidos empates, excepto em algumas provas cujo regulamento prevê a realização de um prolongamento e, caso seja necessário, o desempate por pontapés da marca de grande penalidade.
Regulamento
Campo



O campo

Tem de 25 a 42 metros de comprimento (linha lateral) por 15 a 25 de largura (linha de baliza). As marcações que o delimitam têm 5 cm de espessura.



Bola

É esférica, a sua superfície deve ser de couro, borracha ou material sintético.

Circunferência – 62 cm a 64 cm; Peso – 400 gr a 440 gr.

Baliza

A baliza é rectangular com 3 metros de largura e 2 metros de altura.



Duração do Jogo

O jogo tem a duração de 40 minutos, divididos em duas partes de 20 minutos, com um intervalo máximo de 15 minutos



Os jogadores

Cada equipa é constituída por 12 jogadores, 5 efectivos e 7 suplentes.



Juízes

O jogo é dirigido por 1 árbitro principal, 1 árbitro secundário e 1 cronometrista.



Jogar a Bola

Os jogadores de campo podem jogar a bola com qualquer parte do corpo excepto com os membros superiores. Não há limite de toques na bola nem de espaço a percorrer com ela.



Começo do Jogo

O jogo inicia-se com um pontapé de saída efectuado por dois jogadores no centro do campo. Os jogadores devem estar nos respectivos meios-campos e fora do círculo central. A bola tem que ser tocada para a frente, por forma a entrar no meio-campo adversário. De um pontapé de saída pode resultar golo.



Golo

É considerado golo quando a bola ultrapassa completamente a linha de baliza entre os postes e debaixo da barra da baliza. A equipa que sofreu golo recomeça o jogo com um pontapé de saída.



Guarda-Redes

Tem como principal tarefa defender a baliza, sendo o único elemento que pode jogar a bola com as mãos, desde que esteja no interior da sua área de baliza.

Ao guarda-redes é permitido: enviar a bola directamente para o meio campo adversário, sem que esta tenha tocado antes em qualquer jogador ou no solo do seu próprio meio-campo;

Ao guarda-redes não é permitido: tocar ou controlar a bola com as mão no caso de esta lhe ser passada com os pés por um companheiro; tocar ou controlar a bola por mais de 4 segundos, com as mão ou com os pés, no seu meio campo; receber a bola de um companheiro se que ela tenha tocado um adversário ou ultrapassado o meio-campo, após ter reposto a bola em jogo.



Bola Fora

A bola está considerada fora quando transpões completamente as linhas laterais ou as linhas de baliza, quer junto ao solo quer por alto.



Faltas

É falta se um jogador jogar a bola com a mão ou braço, rasteirar, empurrar, puxar, fazer obstrução à progressão do adversário ou jogar a bola de forma que o árbitro considere perigosa.



Reposição da bola em Jogo

Em qualquer situação de reposição de bola em jogo o executante dispõe de 4 segundos para efectuar a reposição, tendo os adversários que estar colocados a um mínimo de 5 metros de distância.

Dependendo do tipo de infracção cometida existem diferentes formas de repor a bola em jogo:

Pontapé de linha lateral – se a bola saiu pela linha lateral – marcado no locar onde a bola saiu, com esta imóvel sobre a linha. Deste não resultar golo. Um pontapé mal executado, o excesso de tempo ou a colocação da bola em local incorrecto faz com que a bola passe para a outra equipa.

Pontapé de canto – se a bola saiu pela linha de baliza tocada em ultimo lugar por um defensor – a bola é colocada no interior do quarto de círculo. Deste pontapé pode resultar golo. Se o executante não efectuar o pontapé no tempo disponível, a equipa adversária beneficia de um pontapé livre indirecto com a bola colocada no mesmo local.

Lançamento de baliza – se a bola saiu pela linha de baliza tocada em ultimo lugar por um atacante – a bola é reposta em jogo, pelo guarda-redes à mão, estando este colocado dentro da área de grande penalidade. Do lançamento de baliza não pode resultar golo directo. A bola é considerada em jogo logo que saia da área de grande penalidade. O lançamento é repetido se a bola, no interior da área, tocar num companheiro, num adversário ou se não ultrapassar a linha delimitadora da área de grande penalidade.

Pontapé Livre Directo com Barreira – se um jogador jogar a bola com a mão ou braço, rasteirar, empurrar, puxar ou carregar um adversário pelas costas – a bola é colocada no local onde a falta foi cometida e pode ser rematada directamente à baliza, podendo daí resultar golo.

Pontapé Livre Indirecto – se um jogador fez obstrução à progressão de um adversário, carregou o guarda-redes no interior da área ou jogou a bola de forma que o árbitro considerou perigosa – a falta é marcada no locar onde foi cometida excepto se esta foi cometida no interior da área de baliza. Neste caso o pontapé livre indirecto deverá ser marcado com a bola colocada sobre a linha de área no ponto mais próximo onde a falta foi cometida. O árbitro indica que é livre indirecto ao levantar um braço no momento da marcação da falta. A bola não pode ser rematada directamente à baliza. Se a bola entrar, o golo só poderá ser validado se esta tiver sido tocada por um qualquer jogador.

Pontapé de Grande Penalidade – se a falta for cometida por um defensor dentro da área de grande penalidade – a bola é colocada sobre a marca de grande penalidade, isto é, sobre a linha de área, em frente e ao centro da baliza. O guarda-redes deve estar entre os postes, sobre a linha de baliza, sem mover os pés até que a bola seja pontapeada. O pontapé deve ser efectuado directamente à baliza.

Faltas Acumuladas

As faltas que dão lugar à marcação de pontapés livres directos são acumuláveis em cada meio tempo de jogo.

Depois de uma equipa ter acumulado cinco faltas, as infracções passíveis de livre directo são sempre penalizadas com pontapé livre directo sem barreira. Consoante os casos, o pontapé livre directo é marcado no local onde ocorreu a falta ou na segunda marca de grande penalidade, situada a 10 metros da baliza.

Se a falta foi cometida pela equipa A na zona 1, o executante da equipa adversária pode optar pela marcação do pontapé livre directo no local onde a falta foi cometida ou na segunda marca de grande penalidade (P).

Se a falta foi cometida pela equipa A na zona 2, o pontapé livre directo será marcado com a bola colocada na segunda marca de grande penalidade.

Em ambos os casos, não há barreira e o marcador do pontapé livre directo é obrigado a rematar directamente à baliza, estando os restantes jogadores atrás da linha da bola e a, pelo menos, 5 metros de distância.

O guarda-redes deve permanecer no interior da sua área de grande penalidade, a uma distância mínima de 5 metros da bola.
Substituições

Todos os jogadores podem ser substituídos. Para efectuar uma substituição o jogo não tem que estar parado. É a chamada substituição volante. Todas as substituições devem ocorrer dentro da zona para tal destinada. O jogador suplente só pode entrar em campo quando o seu colega sair. A entrada ou saída de jogadores fora da zona de substituições ou a entrada do jogador antes da saída do seu colega é penalizada com pontapé livre indirecto, e o jogador faltoso é advertido.



Sanções Disciplinares

As sanções disciplinares no futsal são: advertência e expulsão.

No caso de substituição incorrectamente realizada, de faltas sucessivas cometidas por um mesmo jogador, ou por uma atitude de desacordo com os árbitros o jogador é advertido. É exibido ao jogador infractor o cartão amarelo.

Um jogador será expulso, através da exibição do cartão vermelho, se evidenciar conduta violenta, comportamento injurioso, voltar a cometer uma falta para a qual já tinha sido advertido ou efectuar uma falta sobre um adversário que se aproxima isolado da sua baliza, evitando assim uma situação clara de golo. O jogador expulso não participa mais no jogo, podendo ser substituído passados 2 minutos, ou antes, se entretanto, a sua equipa sofre um golo.



Descontos de Tempo

Cada equipa tem direito a solicitar um desconto de tempo de 1 minuto, em cada parte do jogo. A solicitação de tempo morto só poderá ser concedida quando a equipa estiver na posse da bola.



Sinalética de Arbitragem



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