"Jorge + 100" Convidados (as)



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“Jorge + 100”

Convidados (as):

 

Antônio Torres – Antônio Torres nasceu em Sátiro Dias, município do Sertão da Bahia, em 1940, quando ainda era conhecida como o povoado de Junco. O jornalista e escritor foi eleito para a cadeira 23 da Academia Brasileira de Letras. 
Publicou mais de 15 obras, sendo o seu primeiro romance editado “Um Cão Uivando para a Lua”, de 1972. Em 2007 venceu o Prêmio Jabuti por “Pelo Fundo da Agulha”.Suas obras mais conhecidas são “Essa Terra” e “O Cachorro e o Lobo”. Foi repórter do Jornal da Bahia e tem seus livros traduzidos em mais de 11 países, havendo sido condecorado com o título de “Chevalier des Arts et des Lettres” pelo governo de França..
Antônio Carlos Sobrinho – Mestre em Estudo de Linguagens com ênfase em Leitura, Literatura e Identidades pelo Programa de Pós-graduação em Estudo de Linguagens (PPGEL) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). 

Este ano, defendeu a dissertação intitulada Um povo negromestiço ou o que há de singular na mestiçagem amadiana. É autor de artigos publicados em diversas revistas, jornais e livros especializados...



Aurélio Schommer – É natural de Caxias do Sul – RS (1967), radicado em Salvador desde 1995. Ele é escritor e vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura da Bahia. Em 2011, foi o curador da 1ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), sendo que também foi o fundador e é participante da curadoria. É ex-presidente da Câmara Bahiana do Livro – CBaL (gestão 2009/2010).

Schommer é autor de “História do Brasil vira-lata”, publicado pela Casarão do Verbo, em 2012, e tem oito títulos publicados. Ele ainda participa de um quadro sobre literatura na rádio Educadora, de Salvador.


Carlos Barbosa – Nasceu em 1958, na fazenda Brundué, município de Oliveira dos Brejinhos, sertão da Bahia, mas foi criado em Ibotirama, margem direita do Velho Chico. Cursou jornalismo na UFBA. Teve seu primeiro texto em prosa, o conto “Fugir”, premiado no Concurso Permanente de Contos do Jornal da Bahia (1977). Trabalhou na assessoria de comunicação da Caixa Econômica Federal na Bahia e na Matriz, em Brasília, onde também atuou como assessor de imprensa do Ministério do Planejamento. Compositor, tem gravadas músicas com diversos parceiros, entre eles, Dominguinhos. Publicou seu primeiro livro de poemas, Água de Cacimba, em 1998. Em 2002, publicou o romance “A dama do Velho Chico”, sendo que no ano anterior foi premiado pelo Ministério da Cultura por adaptação da obra para roteiro de filme longa-metragem, no Concurso Nacional de Desenvolvimento de Roteiros.
Daniel Lisboa – É formado em Cinema e Vídeo pela Faculdade de Tecnologia e Ciências da Bahia (FTC). Ainda na faculdade venceu o X Festival Nacional de Vídeo – Imagem em 5 minutos na Bahia e o 15º Festival Internacional de Arte Eletrônica – Viedobrasil em SP com seu polêmico filme O Fim do Homem Cordial. No ano de 2006 recebe o prêmio do Júri no 13º Festival de Cinema de Cuiabá com o vídeo Frequência Hanói. Em 2007 venceu o Edital para desenvolvimento de roteiros para longa do Governo da Bahia, com o projeto TROPYKAOS, que em 2010 foi selecionado para o Curso de Cinema da Fundacion Carolina em Madrid onde ficou 3 meses elaborando o projeto. No ano de 2009 Daniel recebeu o prêmio de Residência Internacional no 15º Salão da Bahia no MAM com a vídeo instalação Material Bruto e seguiu para a Vrije Academie em Den Haag, na Holanda para realizar sua residência. Com O Sarcófago recebeu mais de 15º premiações em festivais nacionais e internacionais. Podemos destacar o prêmio de Melhor Filme do 12º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte e a Seleção para o Tampere Film Fest na Finlândia. Em 2011 foi premiado no Rumos cinema e vídeo do Itaí Cultural e produziu o curta CELLPHONE.
Dênisson Padilha Filho – Nasceu em Salvador, Bahia, e divide seus dias entre a Serra Geral, no interior da Bahia, e a capital, Salvador. O escritor publicou três livros: Aboios celestes (Selo Bahia, 1999, contos), Carmina e os vaqueiros do   Pequi (Santa Luzia, 2003, romance) e Menelau e os homens, lançado em 2012 pela Casarão do Verbo. Ele também é roteirista de audiovisual e mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), sendo que sua pesquisa consistiu em uma análise das representações do vaqueiro no cinema nacional. Em 2014, o escritor apresenta ao público seu quarto livro, O Herói Está de Folga, pela editora baiana Kalango, que reúne nove contos sobre solidão, culpa e heroísmo decaído.
Elisa Lucinda – É uma premiada poetisa, jornalista, cantora e atriz brasileira. Ganhou o Troféu Raça Negra 2010 na categoria Teatro, trabalhou em peças como “Rosa, um Musical Brasileiro”, sob direção de Domingos de Oliveira, e Bukowski. Fez parte do elenco do filme “A Causa Secreta”, de Sérgio Bianchi. Seu primeiro trabalho na televisão foi na novela “Kananga do Japão”, em 1989, na extinta TV Manchete. É fundadora da “Casa-Poema”, instituição com foco no desenvolvimento da capacidade de expressão e formação cidadã. Com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), da ONU, tem o projeto “Palavra de Polícia, Outras Armas”, onde ensina poesia falada para profissionais de segurança, por meio dos princípios dos direitos humanos e as interseções com os temas de gênero e a raça.
Fernando Conceição – Professor associado na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem Pós-Doutorado, com bolsa da Capes, na Universidade Livre de Berlim (Freie Universität Berlin), junto ao Lateinamerika-Institut. É Doutor e Mestre em Ciências da Comunicação na Universidade de São Paulo e possui graduação em Comunicação/Jornalismo pela UFBA. Fernando tem experiência acadêmica em cultura, sociedade e Comunicação, com ênfase em Comunicação e Política, combate ao racismo, Mídia e Etnicidades, Jornalismo e Editoração. Ele também é membro fundador do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA. Coordena os grupos de pesquisa Permanecer Milton Santos; e Etnomidia – Grupo de Estudos em Mídia e Etnicidades..
Fernando Guerreiro - Embora seja graduado em Economia, Fernando Guerreiro está há 35 anos no setor cultural sempre em busca uma novidade para realizar. Sua atuação se diversifica na produção, direção teatral e na presidência da Fundação Gregório de Matos, onde tem atuado na criação de políticas culturais para a capital baiana. Recentemente, dirigiu a peça “O Sumiço da Santa”, produzida para comemorar o centenário do escritor Jorge Amado. Suas obras têm repercutido nacionalmente, como é o caso de “Os Cafajestes”, “Idiotas Que Falam Outra Língua” e “A Bofetada”, há 25 anos em cartaz. Dirigiu  as peças “Carne Fraca”, “Noite na Taverna”, “Calígula”, “Brasis”, “Volpone”, “Vixe Maria” e “Boca de Ouro”. Em 2011, ganhou o troféu de Direção no Prêmio Braskem de Teatro com o espetáculo “Pólvora e Poesia”..
Goli Guerreiro - PhD em antropologia pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutora em antropologia urbana pela UFBA, onde realizou pesquisa sobre culturas negras no mundo atlântico e desenvolveu a ideia de terceira diáspora. Graduada em Ciências Sociais pela UFBA, dedica-se à pesquisa em antropologia urbana desde 1987. Seu doutorado incluiu uma bolsa sanduíche na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales – Marselha / Paris. Foi professora universitária entre os anos de 1992 e 2007 e fundou e coordenou por quatro anos o programa Humanidades nas Faculdades Jorge Amado em Salvador. Atualmente realiza um segundo pós-doutorado no Instituto de Letras da UFBA. Assina capítulos de coletâneas em inglês e italiano e tem diversos artigos publicados em livros, revistas e sites nacionais e estrangeiros. Participa de programas de rádio e tevê, além de congressos e fóruns nacionais e internacionais na área da cultura.
Herculano Neto – Nasceu em Santo Amaro da Purificação, Recôncavo Baiano. Poeta, ficcionista, cinéfilo e um contador de histórias. Letrista de música popular, canções de sua autoria já foram gravadas por grandes nomes da MPB, como Alcione, Fagner e Roberto Mendes. Em 2007 ganhou o Prêmio Braskem de Literatura com o livro de poesia “Cinema”. Já pela editora P55, publicou o volume de contos “Salvador Abaixo de Zero” (2012). Em parceria com Ediney Santana, escreveu “Mais Uma Dose” e “Sob Prescrição” (2006, também com Jorge Bóris). Para compor o portfólio de antologias, os poemas de Neto foram publicados em “Os Outros Poemas de que Falei” (2004), no Prêmio Banco Capital de Literatura.
*James Amado (HOMENAGEM IN MEMORIAM*) - Baiano e apreciador da cacaueira Ilhéus, suas percepções foram registradas em livro intitulado “Chamado do Mar” (1949). James tornou-se imortal em 1990, quando foi eleito membro da Academia de Letras da Bahia. O escritor ocupou a cadeira 27 até seu falecimento, em 01 de dezembro. James ligou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) e integrou a área de cultura do partido. Junto com Jorge Amado, Astrogildo Pereira, Afonso Schmidt, Eneida Moraes, Artur Neves, Caio Prado Jr. e Elias Cha, compõe a lista de ilustres intelectuais e simpatizantes do PCB.
James Martins – Com o recital-show ‘Pós-Nada’, apresentado no Teatro Vila Velha, o poeta baiano motivou novas formas de expressão da poesia em Salvador e nas redes digitais. Atuou como arte-educador e diretor em projetos com jovens da periferia e o resultado foi apresentado no recital `VER-A-CIDADE’ (2008). Escreveu o ensaio ‘contemporaneidade brasileira: o – atrás o + adiante’, que saiu como apresentação da coletânea ‘Contemporaneidade: poesia e prosa’ (Ed.Omnira – 2006). Teve artigos críticos publicados em jornais de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2012, criou o `Pós-Lida (recital de poesia e alguma prosa) ’, que reúne convidados especiais dentre os quais compareceram o compositor Luiz Galvão dos Novos Baianos, o poeta Glauco Mattoso, o cineasta Edgard Navarro, entre outros.
João Paulo Cuenca – Economista por formação, mas cronista e escritor por habilidade e prática. Iniciou sua carreira no ramo das letras em 1999, no blog ‘Folhetin Bizarro’ e escreveu os romances “Corpo Presente” (2003, “O dia Mastroianni” (2007) e  “O único final feliz para uma história de amor é um acidente” (2010), sendo que esses últimos foram exportados para Itália, Portugal, Espanha e Alemanha. Até chegar ao Jorge +100, Cuenca passou como escritor convidado por eventos como Hay Festival Cartagena de Indias (Colômbia, 2008), Correntes d’escritas (Portugal, 2008, 2009 e 2011), Literatura em Viagem (Portugal, 2008), Feira do Livro de Madrid (Espanha, 2008), Festival Internacional do Livro de Lima (Peru, 2009), London Brazilian Festival (Inglaterra, 2010) e Festival Internacional de Nueva Narrativa (Ushuaia, Argentina, 2010). Em 2013, o romancista foi curador do Café Literário da 11ª edição da Bienal do Livro da Bahia.
Kátia Borges – Nasceu em Salvador. É escritora, jornalista e professora. Publicou os livros de poesia “De volta à caixa de abelhas” (2002, Selo As Letras da Bahia), “Uma Balada para Janis” (2010, Edições P55) e “Ticket Zen” (2011, Escrituras) e, de prosa, “Escorpião Amarelo” (2012, Edições P55). 
Seus poemas foram publicados ainda nas coletâneas “Sete Cantares de Amigos”, “Concerto Lírico para 15 vozes”, “Roteiro da Poesia Brasileira – Anos 2000″, “Traversée d’Océans – Voix poétiques de Bretagne et de Bahia”, edição bilíngue organizada por Dominique Stoenesco, e “Autores Baianos – Um Panorama”(2013, Secult/P55), edição trilíngue lançada durante a Feira do Livro de Frankfurt.
Lande Onawale - Soteropolitano e filho do Terreiro Tanuri Junsara, os poemas de Onawale passaram a ser publicados em revistas e jornais nos anos 1990. O Jornal Nacional do Movimento Negro Unificado (MNU) deu espaço aos escritos do compositor e educador e antologias diversas também publicaram os textos de Onawale, como Cadernos negros (SP), Quilombos de Palavras (BA), Terras de Palavras (RJ) e Black Notebook (EUA). “A escrita de Lande Onawale enfoca, sobretudo, as questões histórica e cultural”, define Luiz Henrique Silva de Olveira num artigo que analisa a poética afrobrasileira do autor. Onawale escreveu os poemas de “O Vento” (2003) e publicou, em 2011, “Kalunda: poemas de um mar sem fim”, com poemas em português e inglês. Um ano depois, tem publicado seu primeiro livro de contos, “Sete: diásporas íntimas”.
Liv Sovik – Possui graduação em English Language and Literature – Yale University (1977), mestrado em Estudos Latino-Americanos (área de Comunicação) – University of Texas at Austin (1985) e doutorado em Ciências da Comunicação – Universidade de São Paulo (1994). Fez pós-doutorado em Goldsmiths College – University of London entre 2007 e 2008. Atualmente é professora associada da Universidade Federal do Rio de Janeiro. No seu trabalho tem influência dos Estudos Culturais, sobretudo o trabalho de Stuart Hall. Partindo muitas vezes de uma visão histórica da MPB, suas pesquisas versam sobre teorias de cultura e poder, passando pelo pós-moderno, a globalização e o comum, assim como manifestações culturais ligadas a identidades culturais, raciais e de gênero no Brasil contemporâneo.
Marcelino Freire – Pernambucano de Sertânia, a 316 quilômetros do Recife, é considerado um dos escritores mais importantes de sua geração. Embora seja classificado como contista, com cerca de dez livros do gênero publicados, recentemente lançou seu primeiro romance, “Nossos ossos”.

Com a oralidade nordestina marcada nos diálogos dos contos e seu humor mordaz, as palavras viram brincadeira nas mãos do autor de “Angu de Sangue”. Essas características o fizeram ganhar o Prêmio Jabuti de Literatura em 2006, na categoria ‘Contos’, com a obra “Contos Negreiros” (2005). Ele é o criador da Balada Literária, um dos eventos mais plurais e descontraídos da capital paulista. Em 2013, a festa chegou à sua oitava edição.


Márcio Matos – Graduado em Comunicação Social pela Universidade Salvador (Unifacs), especialista em Administração de Crises pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e em Comunicação Visual pela Unifacs. Trabalha como Assessor de Planejamento e Gestão na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
Professor da Unifacs de 2009 a 2011 e autor de diversos artigos sobre a área de Comunicação, também é estudioso de literatura e de cinema, tendo publicado em 2010 o romance “A suave anomalia”, obra que disseca o comportamento da família tradicional. Prepara a publicação do seu segundo romance, “Ave noturna”. 
Myriam Fraga - Escreve desde os anos 1950, mas seu primeiro livro foi publicado apenas em 1964, de título “Marinhas”. Entre tantos lançados, destacam-se “Sesmaria” (1969), “O livros dos Adynata” (1975), “A ilha” (1975), “O risco na pele” (1979), “A cidade” (1981), “As purificações ou o sinal de talião” (1981), “A lenda do pássaro que roubou o fogo” (1983), “Six poems” (1985) e “Os deuses lares” (1983). Seus poemas foram traduzidos para o inglês, francês e alemão. Nesses 60 anos de carreira, a poetisa participou como escritora convidada de eventos literários nacionais e internacionais, como I Encontro da Poesia Brasileira – Semana Joaquim Cardoso (Recife, 1981), Brasilian Writters Project (EUA, 1985), Simpósio sobre a Cultura e a Literatura Caboverdianas (Mindelo, Cabo Verde, 1986), Encontro Poesia em Lisboa (Lisboa, 1998), Colloque Jorge Amado Sorbonne (Paris, 2002), Semana do Brasil (La Rochelle, França, 2007).

 

Nilson Galvão – O jornalista foi repórter de cultura do jornal Correio da Bahia, de política no Bahia Hoje e na Tribuna da Bahia e também atuou no Jornal da Bahia. Foi assessor na Companhia de Comunicação e na Agecom – Assessoria Geral de Comunicação do Governo da Bahia, entre outros órgãos do governo estadual, assim como freelancer em A Tarde no Caderno 2.



Como poeta mantém um blog literário e é resenhista de literatura em A Tarde. Lançou o livro “Caixa Preta” pela P55 Edições e obteve menção honrosa no projeto cultural desenvolvido pelo Banco Capital. Atualmente é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e escreve crônicas para o Bahia na Rede.
Renata Rocha – Doutoranda do Programa Multidisciplinar de Pós Graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia, com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Mestre em Cultura e Sociedade pela UFBA. Profissionalmente, atua como gestora e produtora cultural, assessora de comunicação, jornalista e redatora. Atuou como repórter free lancer em veículos de comunicação como Jornal A Tarde, Correio da Bahia e Revista Muito. É também pesquisadora do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT). Publicou o livro Sobrados e coretos (SCT / Coleção Apoio, 2005) e co-organizou as obras: Políticas Culturais para as Cidades (Edufba / Coleção CULT, 2010) Cultura e Desenvolvimento: perspectivas políticas e econômicas (Edufba / Coleção CULT, 2011) e Políticas Culturais (Edufba / Coleção Sala de Aula, 2012).
Rita Santana – É uma atriz, escritora e professora. É graduada em Letras com habilitação em língua francesa pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Como atriz, iniciou a sua carreira em 1985 no teatro. Também atuou em pequenas participações no cinema e interpretou o papel da personagem Flor, na telenovela Renascer da TV Globo. Como escritora e poetisa, em 2006 publicou um livro de poesias chamado “Tratado das Veias”. No teatro, integrou o elenco de “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, na adaptação do romance homônimo de Jorge Amado, com direção de Fernando Guerreiro, interpretando Dionísia de Oxóssi. Participou do filme Tieta do Agreste, de Cacá Diegues (1995). Em 2004 publicou o livro de contos “Tramela” pela Fundação Casa de Jorge Amado e no mesmo ano ganhou o prêmio Braskem de Cultura e Arte para autores inéditos.
Victor Mascarenhas – Escritor e roteirista no prefácio de “Cafeína” (2008), o seu livro de estreia e vencedor do Prêmio Braskem Cultura e Arte. Em 2011, Victor foi um dos finalistas do Prêmio OFF Flip e publicou seu segundo livro: “A insuportável família feliz”, mais um volume de contos, entre eles o que deu origem a “Billy Jackson”, primeira HQ do autor, em parceria com o ilustrador Cau Gomez, com lançamento previsto para o final de 2013. No mesmo ano, lançou seu primeiro romance: “Xing Ling made in China”.


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