Juventude abrahãO, Maria Helena Menna Barreto. As relações educação e trabalho na escola do “não-trabalho”


Dá licença, dona, podemos falar dessa coisa?



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Dá licença, dona, podemos falar dessa coisa? : a escola e suas implicações na visão de meninos de rua. São Paulo, 1995. 140 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

ORIENTADOR(A): GOMES, Heloísa S. Ribeiro.
DESCRIÇÃO:

A pesquisa pretende descobrir como o menino de rua constrói sua visão de escola, levando em conta aspectos como o estudo, o trabalho, a exclusão, a identidade e a família. Procurou-se dar voz aos meninos ao invés de fazer uma pesquisa sobre eles.


METODOLOGIA:

Trata-se de um estudo exploratório realizado a partir de entrevistas abertas com um menino de rua, freqüentador da Assoma (Associação dos Meninos de Curitiba). Inicialmente pretendeu-se realizar entrevistas com 3 meninos e 1 menina da Assoma, mas somente 2 meninos apareceram na reunião marcada pelo pesquisador. Nesta ocasião foi marcado um outro encontro para a realização efetiva das entrevistas, mas somente um dos meninos apareceu. Utilizou-se também dos dados obtidos através do contato com um segundo menino que compareceu a primeira reunião. Todos os dados foram submetidos a análise de conteúdo.


CONTEÚDO:

Pesquisa sobre os meninos de rua e a escola. Procura investigar como a escola é vista por eles. Participaram dois meninos de rua, com dezoito anos, contatados através da Assoma (Associação dos Meninos de Curitiba). A pesquisa baseia-se numa entrevista semi-estruturada com um deles; também foram aproveitadas conversas informais tidas com o segundo. A partir delas foram estabelecidas 13 categorias que foram analisadas com base em Patto e Gramsci, principalmente. Concluiu, através da entrevista, que os projetos para meninos de rua têm feito pouco por eles, apenas procura escondê-los do resto da sociedade; que uma escola destinada exclusivamente para eles não lhes serve; que o menino introjetou o estigma de quem tem dificuldades de aprendizagem; que percebem a diferença entre a educação dos ricos e dos pobres; que um dos motivos da exclusão é o oferecimento de uma escola fraca; que valorizam o trabalho e o estudo; que a escola tem uma dimensão ampla e pode ser transformadora.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES:

As conversas com os dois meninos de rua deixaram transparecer sua visão de mundo. Constatou-se que os projetos direcionados aos meninos de rua acabam por escondê-lo do resto da sociedade. Os meninos entrevistados questionaram a escola que é direcionada especificamente a meninos de rua, pois ela é considerada fraca e privilegia o trabalho em relação ao estudo. Um dos meninos optou pela escola pública por considerá-la mais forte e apontou a diferença entre a educação destinada aos ricos e a destinada aos pobres. Os programas direcionados aos meninos de rua correm o risco de impedir a transformação de sua condição social, pois colocam os meninos a margem da sociedade, quando o que os meninos desejam é um ensino de primeira categoria.


Inclui bibliografia.

WEBER, Otávio José. Valores manifestados por alunos de terceiro grau e professores universitários : implicações para uma educação em valores. Porto Alegre, 1991. 341 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

ORIENTADOR(A): MOURIÑO MOSQUERA, Juan José.
DESCRIÇÃO:

O objetivo da pesquisa é conhecer a relação entre os valores manifestados por alunos e professores, em sala de aula na universidade, a fim de propor uma possível educação universitária baseada em valores, para que estes possam ser evidenciados e vividos na ação pedagógica. São colocadas as seguintes questões de pesquisa: que valores os alunos de terceiro grau manifestam?; que valores os professores universitários manifestam para os alunos?; que relação há entre os valores manifestados por alunos de terceiro grau e os dos seus professores universitários?


METODOLOGIA:

Os sujeitos da investigação foram 99 alunos e 12 professores, dos quais 90 alunos e 9 professores responderam a um inventário constituído de questões fechadas e questões abertas, e 9 alunos e 3 professores responderam a entrevista semi-estruturada. O estudo foi realizado numa universidade de Porto Alegre e a amostra retirada de uma população de alunos e professores dos cursos de Comunicação Social, História e Pedagogia. Foram escolhidos os alunos freqüentadores do primeiro, terceiro, sétimo e oitavo semestres. Os dados foram submetidos a análise de conteúdo a partir da qual foram estabelecidas categorias de valores. Os dados também receberam tratamento estatístico.


CONTEÚDO:

Estudo sobre os valores na universidade envolvendo 99 alunos e 12 professores de três cursos da PUC-RS. O objetivo da pesquisa foi conhecer a relação entre os valores manifestados pelos alunos e pelos professores, a fim de se propor uma educação universitária baseada em valores. Para isso foi aplicado um Inventário sobre valores e realizadas algumas entrevistas. A pesquisa baseou-se, principalmente, nos estudos de Spranger, Frondizi, Vazquez e Bartolome. Os dados evidenciam pouca diferença na manifestação dos valores por alunos e professores. Alguns valores equivalentes (liberdade, amizade, justiça) mostram que há possibilidade de uma educação em valores, mas outros mais discrepantes (apreço pelos professores e pelos alunos, família, compreensão) revelam um hiato na relação pedagógica. Há consciência sobre o problema dos valores na universidade e percebem a necessidade de integrá-los na vida.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES:

Constatou-se que o corpo docente e discente possuem valores equivalentes, aproximados e discrepantes. Os valores equivalentes (liberdade, amizade, justiça) e aproximados (competência, participação, conhecimento) confirmam a possibilidade de realizar uma educação baseada em valores. Os valores discrepantes (apreço pelos professores, apreço pelos alunos, família, compreensão) revelam um nó na relação pedagógica. Este não se refere expressamente a vida comunitária e aos professores e demonstra a necessidade de um processo de formação de novos valores. Cada indivíduo busca, independentemente, a felicidade, a realização no sentido de se libertar e se aperfeiçoar. Cada pessoa é livre e responsável por sua ascensão e pelo modo peculiar de entender a vida. A análise dos tipos ideais de personalidade (homem econômico, teórico, estético, social, político e religioso) permite concluir que a formação espiritual muitas vezes se perde na multiplicidade de possibilidades de escolha. A escolha de valores sólidos é fundamental para estabelecer uma hierarquia de valores a fim de que a pessoa possa orientar suas atividades no contexto da vida. Sugere que as atividades teóricas e práticas na universidade sejam dinamizadas através da clarificação e da vivência de valores. Os profissionais devem integrar teoria, prática e espiritualidade, esta última entendida como a crença nas múltiplas possibilidades e infinitas condições de aprendizagem da pessoa .


Inclui bibliografia.

WENDER, Ingrid Heckmann. Atitudes de maturidade vocacional em estudantes do ensino de segundo grau. Porto Alegre, 1982. 207 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

ORIENTADOR(A): MARQUES, Juray C.
DESCRIÇÃO:

Analisa as intercorrelações existentes entre atitudes de maturidade vocacional e as variáveis: tipo de escola, série, sexo, idade, tipo de decisão vocacional-educacional, bem como estudar alguns determinantes de escolha vocacional.


METODOLOGIA:

O trabalho tem como recursos metodológicos as tabelas, questionários e testes.


CONTEÚDO:

A pesquisa foi realizada com uma amostra de 183 alunos do segundo grau de duas escolas de um município próximo a Porto Alegre. Procurou-se analisar as intercorrelações existentes entre atitudes de maturidade vocacional e as variáveis tipo de escola, série, sexo, idade, tipo de decisão vocacional-educacional.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES:

O tipo de escola e idade não determinam o índice de atitudes de maturidade vocacional. As variáveis sexo e tipo de decisão vocacional-educacional influenciam o índice de atitudes de maturidade vocacional. Há uma relação monotônica entre atitudes de maturidade vocacional e série escolar, isto é, a medida que aumenta a série, aumenta o índice de atitudes de maturidade vocacional. Recomenda-se que seja feita uma pesquisa numa população mais representativa que a deste trabalho; realize-se uma pesquisa visando identificar os principais determinantes das escolhas vocacionais e educacionais, tanto externos como internos.


Inclui bibliografia.

WESTPHAL, Regene Brito. Projeto Se Essa Rua Fosse Minha : alternativa pedagógica para meninos de rua. Niterói, 1995. 100 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal Fluminense.

ORIENTADOR(A): PONDE, Glória Maria Fialho.
DESCRIÇÃO:

Busca contribuir para a construção de um conhecimento sobre os objetivos, estratégias, dificuldades e possibilidades de uma ação educativa com crianças e adolescentes de rua.


METODOLOGIA:

Relato de experiência em que a própria autora participou como militante, constituindo, portanto, também, numa pesquisa-ação. A experiência é uma intervenção pedagógica junto a meninos de rua, principalmente através da abordagem de rua. Além do relato, o estudo consistiu na análise desses plantões de rua e na análise dos registros teóricos do projeto: as propostas, relatórios e avaliações. Foi acompanhado o primeiro ano de funcionamento do projeto.


CONTEÚDO:

Relato de uma experiência de atendimento a meninos e meninas de rua desenvolvida pelo Projeto “Se essa rua fosse minha”, em dois bairros da zona turística da cidade do Rio de Janeiro. O estudo procurou contribuir para a construção de um conhecimento sobre as dificuldades e possibilidades de uma ação educativa com crianças e adolescentes de rua. A principal referência teórica foi o estudo de Felix Guattari em que ele propõe a ecosofia. Participando do projeto, além do relato, a autora fez análise de documentos da experiência e dos plantões de rua. As principais dificuldades remetem a ansiedade por resultados a curto prazo e a heterogeneidade do grupo, que lidou de maneiras diferentes com o comportamento das crianças e jovens, gerando problemas de autoridade junto a eles. A “Casa Dia” ainda conseguiu alguns resultados, alterando seus comportamentos quanto ao banho, às roupas e à aparência. Pode-se perceber, apesar de tudo, que a educação pode exercer um papel relevante na recuperação das crianças e adolescentes.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES:

Não é possível saber o resultado final do trabalho com as crianças e jovens a curto prazo. O planejamento, os registros e anotações deram conotação mais pedagógica e menos emocional ao trabalho. Houve muita dificuldade, no início, devido a heterogeneidade do grupo, que lidava de maneiras diferentes com o comportamento das crianças e jovens; essa dificuldade é reflexo da complexidade que é lidar com a autoridade, oferecendo carinho e não sendo agressivo, pois ambos podem atrapalhá-la. A “Casa Dia” conseguiu alterar o comportamento das crianças quanto ao banho, às roupas e à aparência. A educação pode exercer um papel relevante na recuperação das crianças e adolescentes. A violência e a desobediência, muitas vezes, são uma forma de resistência à exclusão a que são submetidos e à inutilidade que lhes é atribuída.


Inclui bibliografia.

YANEZ, Marcela Ximena de Andrade. Adolescentes : uma proposta de orientação na escola de segundo grau. São Paulo, 1998. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade de São Paulo.

ORIENTADOR(A): CARELLI, Antônio.
DESCRIÇÃO:

Pesquisa os interesses e necessidades dos adolescentes e, em função disto, faz uma proposta para melhorar o processo de orientação na escola pública de segundo grau. Indaga se as necessidades dos adolescentes brasileiros são as mesmas dos adolescentes chilenos; o que eles sugerem para melhorar o segundo grau; quais são os temas que realmente lhes interessam; como eles sentem a função da escola através do processo de orientação para sua vida atual e futura.


METODOLOGIA:

Questionário aplicado na pesquisa de campo.


CONTEÚDO:

Estudo comparativo de inquietações e necessidades de adolescentes chilenos e brasileiros, particularmente das cidades de Punta Arenas (Chile) e Caçapava (Brasil). A partir dessa pesquisa, realiza uma proposta para melhorar o processo de orientação na escola pública de segundo grau.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES:

Fazendo uma comparação da situação dos adolescentes brasileiros e chilenos pode-se concluir que quanto ao processo de orientação, os primeiros têm a vantagem de tê-lo organizado, enquanto os jovens brasileiros não dispõem deste serviço. Apesar das culturas serem diferentes, os adolescentes mostram coincidências relevantes tais como temas propostos para serem tratados em orientação, o pedido de compreensão que fazem aos pais, amigos e professores o interesse em cuidar do meio ambiente, a vontade de continuar os estudos. Há diferenças notórias como a vida familiar: os adolescentes chilenos estão mais ajustados a uma vida dependente dos pais, e os adolescentes brasileiros mostram uma vida mais independente dos pais e entram muito mais cedo no sistema de trabalho. Seja qual for o nome empregado para a orientação dos adolescentes é imprescindível que exista este processo nas escolas de segundo grau. O acompanhamento dado aos adolescentes terá uma grande influência sobre o seu desenvolvimento e o sucesso na hora de enfrentar as responsabilidades e decisões da vida adulta.


Inclui bibliografia.

ZAMBON, Nagila Jabour. Ensino de segundo grau : os não evadidos : suas expectativas e aspirações. Vitória, 1986. 174 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Espírito Santo.

ORIENTADOR(A): GONÇALVES, Obed.
DESCRIÇÃO:

Identifica as razões que concorrem para a permanência do aluno de segundo grau na escola, em percurso normal de escolarização. Parte do pressuposto de que este grau de ensino tem se mostrado cada vez mais seletivo, ao invés de proporcionar maior acesso e permanência, formando a "elite" de segundo grau. Coloca três questões centrais relacionadas a permanência dos alunos na escola: a relação desta permanência com a expectativa socioeconomica, com as expectativas frente a escola e com as aspirações profissionais e educacionais.


METODOLOGIA:

Os dados, de fonte primária, foram obtidos através de questionário que foi aplicado a 30% das turmas, somando-se as três escolas estudadas, e, destas turmas, 20% dos alunos responderam. Foi utilizada metodologia de levantamento e análise estatística a partir da amostragem por conglomerado, da tabulação cruzada e do teste de significância. Além disto realizou uma análise de legislação do curso de segundo grau no Brasil.


CONTEÚDO:

Estudo sobre o segundo grau com o objetivo de identificar as razões que contribuem para a permanência dos alunos nesse nível de ensino, verificando a influência dos fatores socioeconomicos, aspirações educacionais e profissionais, e expectativas de ensino. Participaram da pesquisa 469 alunos de três escolas da cidade de Vitória, sendo duas públicas e uma particular. As informações foram obtidas através de questionários, que foram analisados e descritos em tabelas. Os resultados indicaram que: os alunos provêm, predominantemente, de segmentos da classe média, têm pais com níveis altos de ocupações, com escolaridade igual ou superior ao primeiro grau completo; a permanência na escola ainda é justificada pela aspiração ao curso superior e à ocupação produtiva; as expectativas em relação ao ensino resultam do interesse na boa qualidade, da busca por conhecimentos úteis a atuação profissional e da valorização da função socializadora da escola como agência encarregada de promover democracia e igualdade na sociedade, possibilitando mobilidade social e econômica.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES:

A escola pública estadual era freqüentada pelos filhos de pais com os menores níveis de escolarização, a particular freqüentada por filhos cujos pais possuíam níveis altos de escolaridade e a escola técnica federal era freqüentada por alunos cujos pais possuíam graus muito diferenciados de escolaridade Poucos alunos trabalhavam, e esta minoria provinha da escola estadual. Os alunos, em geral, justificavam sua permanência na escola a partir da aspiração pelo curso superior e por uma ocupação produtiva, visando a mobilidade social. As expectativas em relação a escola eram de freqüentar uma escola de boa qualidade, que fornecesse conhecimentos úteis a atuação profissional e que promovesse a democracia e a igualdade social. Sugere que o estudo-piloto realizado seja aplicado em outras regiões do Estado. Recomenda como metodologia os estudos longitudinais e qualitativos e, como temas, administração escolar e professores, retenção de alunos do segundo grau e a relação entre percurso escolar de sucesso e realização de curso superior. Assinala, ainda, a necessidade de uma mudança na prática da escola para que esta leve em conta as expectativas dos alunos, reserve maior ênfase para disciplinas relacionadas as ciências sociais e formule programas de informação profissional e de integração com pais de alunos.


Inclui bibliografia.

ZUIN, João Carlos. A prática de atividades físico-desportivas pelos alunos da Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, 1986. 223 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de São Carlos.

ORIENTADOR(A): NALE, Nivaldo.
DESCRIÇÃO:

Busca caracterizar o nível de atividades físico-desportivas praticadas pelos alunos da Universidade Federal de São Carlos, levando em conta aspectos como: horário, local e freqüência, número dos praticantes e modalidades praticadas. Caracteriza os recursos, materiais e humanos, da Universidade para tal fim. Verifica o interesse e fatores impeditivos da participação dos alunos nessas atividades.


METODOLOGIA:

Amostra de 300 alunos, a maioria na faixa etária de 20 a 24 anos, da Universidade Federal de São Carlos, representando um universo de cerca de 2400. Os alunos responderam um questionário com onze questões, sendo cinco sobre dados gerais e seis sobre sua prática esportiva. Através de documentos da Divisão de Educação Física e Desportos, foram obtidas informações sobre os equipamentos - fichas de controle de materiais e equipamentos -, sobre a estrutura administrativa - relatórios - e sobre as instalações - relatórios e plantas do campus; em relação a estas últimas também foi feita observação direta. Foram realizadas algumas entrevistas informais com pessoas responsáveis pelas atividades esportivas no campus, para informações sobre a oferta das modalidades esportivas e os recursos humanos disponíveis.


CONTEÚDO:

Estudo da prática físico-desportiva dos alunos da Universidade Federal de São Carlos, que, majoritariamente, estão na faixa etária dos 20 aos 24 anos. O objetivo foi caracterizar esta prática através de dados relativos ao horário, local, freqüência, numero de praticantes e modalidades praticadas, mostrando também os recursos materiais e humanos de que a Universidade dispõe. Os dados foram colhidos através de um questionário aplicado a uma amostra de 300 alunos, entrevistas com professores, exame de documentos e registros diversos usados na universidade. Constatou-se que há instalações e equipamentos para o exercício de todas modalidades comumente praticadas no Brasil. Cerca de 600 alunos cursam a disciplina Prática Esportiva a cada ano. Dos que não participam dela, 56% praticam alguma modalidade regularmente, pouco mais da metade utilizando a própria Universidade. A maioria procura os horários em que não há aula. A maioria, também, faz atividades de marcha e corrida ou nas quadras polivalentes. Para cerca de 80% dos alunos, o fator que mais impede a participação é a carga horária excessiva.


CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES:

O serviço que a Universidade oferece dispõe de três instalações cobertas - ginásio esportivo, pavilhão de ginastica olímpica e vestiário - e quinze ao ar livre - pista de atletismo, piscina, duas quadras de tênis, duas de vôlei de areia, cinco polivalentes, dois mini-campos de futebol, campo de beisebol e pista de saúde. Há equipamentos completos para prática de todas modalidades esportivas permitidas em cada instalação, além do xadrez. Há cinco docentes e sete funcionários não docentes, além de quinze alunos que atuam como apoio. Cerca de 600 alunos cursam a disciplina anualmente. Dos que não participam dela, 56% praticam alguma modalidade regularmente, pouco mais da metade utilizando a própria Universidade; a maioria procura os horários em que não há aula. A maioria, também, faz atividades de marcha e corrida ou nas quadras polivalentes. Para cerca de 80% dos alunos, o fator que mais impede a participação é a carga horária excessiva. Recomenda: alteração na estrutura institucional do setor de Educação Física; alterações no planejamento da disciplina Praticas Esportivas; mobilização de recursos humanos disponíveis e pouco explorados para atuação na área; introdução de melhoramentos em algumas instalações esportivas.


Inclui bibliografia.






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