Laboratório de Folclore do Paraná Nº 02



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Vídeo


Laboratório de Folclore do Paraná Nº 02


O vídeo é importante porque traz danças que marcaram a História do Paraná como Cuá-Fubá, a Colheita do café, entre outras, traz também os passos detalhada de cada dança os adornos e as vestimentas.

Música

Fita cassete

Laboratório de Folclore nº 02

Arranjo: Maestro Paulo Kuhn


A fita apresenta músicas do folclore paranaense com Cuá-Fubá, Colheita do Café que professores poderão utilizar para apresentações artísticas com os alunos apresentando a história do Paraná através da musica.

Sugestões de leitura

Livro: Laboratório de Folclore do Paraná Nº 02


O livro traz o histórico das músicas que se fizeram presentes na épocas dos imigrantes que chegaram ao Paraná, as letras das músicas, partituras, as danças com os passes e indumentárias com adereços através de figuras.

Elaboração e Diagramação: Sandra R. F. de Deus

Gilberto Scharmik
Livro: Histórias do cotidiano paranaense
O livro traz a História do Paraná através dos séculos com os povos que já estavam no Paraná com suas crenças e costumes e a chegada dos europeus e sua descoberta de ouro e riquezas além de muitas dificuldades encontradas, o livro nos conta através dos tempos do desenvolvimento, da emancipação do Paraná numa versão empolgante e realista dos acontecimentos até os dias atuais.
Editora Letraviva Edição 1996
Maria Auxiliadora M. S. Schidmidt.

http://www.fiatvoceapita.com.br/noticias/visualizanoticia.asp?idn=59 acessado em 03/09/2004

"Os alunos fizeram todo o trabalho. Escreveram os textos e montaram a apresentação", afirma a professora Lourdes Maria Achilles. Por meio da dança, os alunos mostraram um pouco da origem dos povos do estado, dos índios aos plantadores de café e chegando aos dias de hoje.

"Queremos mostrar que é legal conhecer a história do Paraná e que as pessoas têm de fazer a sua parte para a preservação das coisas na cidade e na natureza", conta o estudante Pedro Leonan Gai, um dos atores da peça. Foram feitas duas apresentações para cerca de 200 alunos de 1ª a 4ª séries da escola. "Vamos fazer a nossa parte porque aqui você apita", disse o estudante Leonardo Ribeiro Chaves no encerramento da apresentação.
Comentário

Neste site encontra-se um trabalho desenvolvidos por alunos de 1ª a 4ª série com apresentações de danças através de fotos, informações sobre a História do Paraná e relatos da professora que desenvolveu o trabalho e de alunos.


http://www.paranaweb.hpg.ig.com.br/inicio.htm – acessado em 23/09/2004
Este site apresenta;

  • População Período Colonial

  • Colonização do Norte do Paraná

  • Ouro em Paranaguá

  • Os Jesuítas em Paranaguá

  • Reduções – Organização e vida

  • Povoamento - Curitiba


http://seed2cta.seed.pr.gov.br:2080/aplic/discsaber2002.nsf/0/0479cbb3f4b0509d03256c610048fc04?OpenDocument&ExpandSection=7
Este site possui um um projeto do Vale Saber do Estabelecimento: DEZ DE MAIO, E E DE - E FUND com o
Título do Projeto: Ouvidos Atentos às Histórias do Paraná,
Município: TOLEDO

Com o objetivo de desenvolver nos educandos o pensamento crítico sobre o conjunto de crenças culturais que, em grande parte, definem a cultura implícita de sua sociedade que a difere de outras. acessado em 23/09/2004


Gralha-Azul

Não existe no Brasil uma ligação tão estreita de uma ave com um Estado, como a da Gralha-Azul com o Paraná. O pinhão, semente da araucária, árvore-símbolo do Estado do Paraná, é o principal alimento da Gralha-Azul no inverno. Graças a essa feliz interação, a Gralha-Azul e o pinheiro têm conseguido se perpetuar através dos tempos, não só na natureza mas também no coração dos paranaenses.

Lei Estadual Nº. 7957 de 12 de novembro de 1984
Art. 1º. - É declarada ave-símbolo do Paraná o passeriforme denominado Gralha-Azul, Cyanocorax caeruleus, cuja festa será comemorada anualmente durante a semana do meio ambiente, quando a Secretaria da Educação promoverá campanha elucidativa sobre a relevância daquela espécie avícola no desenvolvimento florestal do Estado, bem como no seu equilíbrio ecológico.

REFORMULAÇÃO DO APC –


TEMA – A IMIGRAÇÃO NO PARANÁ

Relato

A Imigração no Paraná é um tema interessante e muito empolgante. É necessária a sua aprendizagem em todas as escolas do Paraná levando aos alunos o conhecimento dos povos que aqui estavam quando chegaram os imigrantes trazendo os seus costumes, suas idéias e suas tradições com os verdadeiros fatos que aconteceram na colonização e povoamento do Paraná.

A presença do índio e dos negros que já habitavam esta terra e os europeus que aqui chegaram em suas embarcações é tão relevante que percebemos as influências como a miscigenação que está presente no Paraná, as colônias que se formaram e os costumes que permanecem.

Para que possamos entender o presente e o futuro é de suma importância que tenhamos conhecimento dos nossos antepassados.



FILME DE VÍDEO





  • *TÍTULO – A Saga – Da terra vermelha brotou o sangue.

  • *DIREÇÃO – Manaoos Aristides

  • PRODUTORA

  • *DURAÇÃO – 02:00

  • LOCAL DA PUBLICAÇÃO

  • ANO

  • DISPONÍVEL (endereço Web)

  • *COMENTÁRIO:

  • O filme têm início em 1917 no Rio Paraná região de Foz do Iguaçu, se estendendo para as regiões de Guarapuava e Cascavel com a presença dos índios que habitavam aquelas regiões e a chegada de imigrantes paulistas, gaúchos e dos tropeiros. Mostra os desbravamentos, as lutas pelas posses de terras e o povoamento da cidade de Cascavel.


LIVRO: PARANÁ: Ocupação do Território, População e Migrações
Editora:ISBN Edição:1ª

Autor: Sérgio Odilon Nadalin

O livro fala sobre as grandes embarcações dos europeus, suas aventuras,as dificuldades encontradas e o mercantilismo (o desejo de encontrar metais preciosos, o comércio dos nativos, contrabando de pau-brasil) no Brasil e mais especificamente no Paraná nas baías de Paranaguá e Guaratuba; o caminho do Peabiru que iniciou o percurso utilizado pelos índios pré-colombianos, pelos espanhóis e depois pelos bandeirantes paulistas.A miscigenação propiciada pela caça ao índio;. a colonização e povoamento dos Campos de Curitiba, dos Campos Gerais, do Oeste, Sudoeste e Norte do Paraná; a política imigratória para substituir o braço escravo e as migrações internas.

Edição http://www.milenio.com.br/rodolfohey/Genealogia/imigracao.htm

acessado em 04/12/04
Este sitio contém a história dos do 170 anos de imigração alemã no Paraná e Santa Catarina ( 1829 – 1999), descrevendo as dificuldades que encontraram, as tradiçôes trazidas como a religião e a música. Comenta-se sobre as visitas de D. Pedro II no Paraná e sua família e a importante presença da família Hey que formaram colônias próximas à Curitiba, realizando construções como a ponte do Rio dos Papagaios e dos descendentes que permanecem na capital como comerciantes.

170 ANOS DA IMIGRAÇÃO ALEMÃ NO PARANÁ E SANTA CATARINA

1829 - 1999

 

A FAMÍLIA HEY NO PARANÁ, em Curitiba, 1856.

 

ALEMÃES NO DESCOBRIMENTO

Lisboa, foi, naquela época, um verdadeiro imã que atraía aventureiros (ou não) de todas as castas. E Portugal aproveitava essa gente, cada qual dentro da sua especialidade. Assim, acompanharam a expedição do Descobridor 35 alemães, distribuídos pelos diferentes navios da frota; eram eles bombardeiros, parte de uma tropa aquartelada desde 1489, em Lisboa, de alemães, que participavam de todas as expedições para a África, para as Índias e para o Brasil".



DATA OFICIAL DA IMIGRAÇÃO ALEMÃ PARA O BRASIL

SANTA CATARINA e PARANÁ

Assente-se que, oficialmente, comemora-se o início da colonização alemã no Sul Brasil com a chegada da primeira remessa de alemães no ano 1829, aos quais foram destinadas terras no primeiro núcleo da Província, São Pedro de Alcantara, há 36 km da costa. Todavia, considerando a dificuldade de adaptação dos imigrantes em relação a adptação territorial, procuraram se estabalecer nas atuais cidades de Rio Negro (Paraná) e Mafra (Santa Catarina). Estes alemães vieram "Porque o Governo mandou vir os colonos sem ter organisado um plano determinado, sem preparar-lhes de antemão o estabelecimento ou trabalho, sem adoptar e por em execução aquellas medidas por efeito das quaes ficava garantido o bem estar futuro dos immigrados sem se apparelhar, emfim, para recebel-os, agindo, sómente depois que aqui chegavam, impellido pelas circunstâcias.". Foi proibida, assim, a vinda de imigrantes alemães "...que durou duas dezenas de annos..."

Foram vários os navios que aportaram no Brasil com imigrantes Alemães. Praticamente no último ano da imigração, precisamente em 1856, no dia 7 de agosto, aportou na Província a barca Machtilda Cornelia, com muitos imigrantes prussianos, entre eles, oito membros da Família Hey.

  A FAMÍLIA HEY QUE IMIGROU PARA O BRASIL

Tal fato motivou a imigração de diversos alemães para o Brasil.

Foi da Prússia, da localidade de Nierdekosenbach que vieram os Hey para o Brasil, os quais, partiram de Hamburgo no dia 10 de maio de 1856, no veleiro transatlântico Chegaram na Colônia de Dona Francisca em 7 de agosto de 1856 num total de 245 pessoas. Nasceram três crianças na viagem.

Os membros da Família Hey integram a última leva de imigração de 1856 quando, como retro referido, cessou por completo a imigração de alemães por determinação do Governo Imperial do Brasil. Os Hey recém chegados "subiram a serra" e vieram para o Paraná, onde encontraram a terra Prometida. Curitiba, recém Capital da Província do Paraná (19 de dezembro de 1853 o Paraná emancipou-se politicamente) era uma cidade pacata, bem retratada por John Elliot, pintor norte-americano que em óleo sobre tela lançou a foto da Cidade de "Curityba em 1855". Um ano após o retrato de John Elliot os "Hey" vindos da Alemanha habitaram Curitiba.

.O Estado do Paraná tinha a immensa vantagem de possuir a sua capital a garbosa Curityba, no planalto, na distancia de 15 kilometros em linha recta atras da cordilheira azul da Serra do Mar. Assim, a consequencia natural foi que o governo, o commercio e a colonização activavam-se muito na direção do interior, foram extendidas boas estradas até os municípios" "...Como sabemos, a colonia Dona Francisca, com a actual cidade de Joinville, Assim, como todos os alemães imigrantes, os membros da Família Hey vieram para o Brasil e permaneceram em Joinville e logo após já estavam em Curitiba.

O germanico possui traços marcantes em sua personalidade. Podemos ver se um lugar foi colonizado por alemães pela arquitetura das casas que habitam, pelo local onde habitam, pelo jardim que fazem, pela herança histórica que possuem. Com efeito, "...O tenaz apego ao passado e a persistência das suas particularidades trazidas não podem ser julgados como típicos do elemento germanico em geral, como também não são típicos, na acepção rigorosa do termo, a luta incansável pela objetividade honestamente almejada, o respeito rígido pelos costumes e leis tradicionais, a chamada incorruptibilidade do caráter..."

Os alemães, incluindo os integrantes da Família Hey, vieram com esperanças de encontrar aqui a terra prometida, todos saiam da Europa "...Deixando sua pátria e seus lares, seu ceu e seus bosques, seus rios e seus castellos, tudo que os cercava em sua grande pátria, trazendo apenas o espírito cheio de esperanças, os corações plenos de fé, os peitos transbordantes dos "lieder" (sofrimentos) saudosos de sua terra, os allemães quaes velhos bandeirantes entraram na penetração de terras incultas e desconhecidas, antepondo-se a todos os óbices do clima, à rudeza da lucta, com o desconhecido e vencendo a natureza aspera para transplantar o bacello vigoroso da sua civilisação e de sua raça para esta parte do continente de Colombo. A obra foi vencedora. Nos Estados onde sentiu-se sua acção, é patente a sua influência nos costumes, nas realizasações materiais e nos progressos morais..." É o que afirmou o Dr. Pamphilo D Assunpção.

O reconhecimento do trabalho germanico na cultura brasileira foi denotado ao longo de décadas. "...Apesar da nostalgia, desta doença produzida pelas saudades dos lares pátrios e pelo almejo a retornar a elles, o allemão é factor importante do progresso da terra onde a força do destino o arremessou. E é por isso que applaudimos a vinda da gente germânica para a nossa pátria...Muitas antigas colonias alemães... são verdadeiras officinas, grandes empórios, notáveis mercado de differentes productos industriaes. E assim porque não aplaudir com enthusiasmo sincero o esforço de braço alemão, incansável nas lides edificantes e gloriosas?...Faça-se justiça a quem merece. Diga-se sempre a verdade, embora resulte isto num grande escândalo..." Disse Sebastião Paraná"

"É incontestável a influência germânica na evolução paranaense; ocultá-la seria negar a transparência do vidro..." Palavras de Ermelino de Leão...Assim como descobrimos a idade dos terrenos analisando os estratos de rochas sedimentares, nas cidades temos para guia os estilos arquitetônicos. Nessa construção, o estilo português cedeu lugar ao nórdico. O alemão, sobretudo o do sul, na sua arquiteura, procurou acomodar a prodiga exuberância italiana, ao espírito de parcimônia tão arraigado na raça tedesca. Não resta dúvida, o renascimento alemão copiou do renascimento italiano o costume de embelezar as fachadas das casas com pilastras, colunas e até figuras adornam as aberturas.

Afirmou Mário Alves Monteiro Tourinho: "...Só o tempo mostrará o acerto do Governo Imperial trazendo essa gente para o sul do nosso país. Ouvi de meu pai as estórias da Colônia Dona Francisca, hoje Joinville, quando lá esteve em 1865, como fiscal da construção da estrada que devia ligá-la a Curitiba, via Rio Negro. O Wielland, o Hey, o Schneider,...trabalharam com nosso pai nas estradas da graciosa e de Mato Grosso. Nos seus jornais e almanaques, escritos em alemão, dizem que foram eles, e não os nossos engenheiros, que as construiram! Mas isso é natural. Cada qual puxa a brasa para sua sardinha..."

"Seguramente que a característica da cultura allemã mais fortemnte notada pelos estrangeiros é, o predomínio da música. Mesmo os seus mais encarniçados adversários nunca puderam contestar que a Allemanha no império da música ocupa um logar de evidência, como a par della so a Italia é que pode pretender. Os grandes nomes de Bach até Brahms e Bruckner levaram a música séria da alemanha a todos os lugares do mundo onde se tem o sentimento de verdadeira arte lyrica...Não obstante, não é o facto de terem nascido na Alemanha em todos os tempos grandes genios musicaes, que reside a causa do nível da música alemã, mas sim na circunstância de a música desses grandes mestres ser sustentada e amada pela massa do povo. Pode-se afirmar sem sombra de presenpção: em parte nenhuma do mundo se fgaz tanta e tão boa música como na Allemanha..."

 

Logo após a chegada dos alemães, muitos deles migraram para Curitiba. Entre os germanicos, vieram para a Capital da recém Província do Paraná, os membros da Família Hey. Dez anos após o desembarque dos membros da Família Hey em D. Francisca, vale dizer, "...em 1863, Curitiba possuia apenas 282 casas, sendo 10 sobrados. As ruas que existiam eram as seguintes:...Rua Carioca, hoje Riachuelo......Depois, para trás, estendiam-se as chácaras de outros colonos, que vieram mais tarde...a chácara dos Hey...Famílias hoje todas entrelaçadas por laços de parentesco com os Meister..."



Antes da imigração dos Hey, "O anno de 1929 foi um ano de solemnidades para os cidadãos de origem allemã nos Estados do Paraná e Santa Catharina. Pois elles podiam contemplar um século de colaborações nos estados do Paraná e Santa Catharina. No dia 6 de fevereiro de 1829 tinham chegado os primeiros imigrantes allemães em Rio Negro...". Na Capital, no mês de abril de 1929 "...no dia 12 até 14 achava-se Curityba, no signo do jubileo do Centenário...No sabbado, dia 13, teve logar na cathedral de Curityba uma missa solemne em presença do Exmo. Arcebispo Dom João Braga...A cathedral, edificada em estilo gothico, já por si forma um monumento de architetura allemã. O plano para este edifício grandioso foi delineado por um engenheiro allemão, Sr. Wielland, o qual também dirigio as obras da construcção...O discurso proferido pelo Exmo. Sr. Arcebispo foi uma peça prima da arte de rhetorica sacra. (S. Exmo. também falla perfeitamente o allemão.) As palavras do príncipe da igreja empolgavam os corações. Fallava ele da nobreza mais antiga sobre a terra, a nobreza do agricultor. De tal feudo antigo eram os collonos vindos da Allemanha, afim de procurarem aqui a nova pátria, construindo seu lar de paz e fé em Deus...Mas os pioneiros da cultura não se limitaram a cuidar do bem estar phísico, não, elles logo trataram de construir uma igreja e escolas..."

Os Hey imigrantes trouxeram a religião que professavam juntamente com outros alemães: o protestantismo. "O protestantismo apoia-se na crença que a salvação é alcançada unicamente pela fé..A partir de 1853, elevada a capital da nova Província do Paraná, Curitiba passou a ser atrativa. Acorreram colonos de D. Francisca...O Almanaque de José Ferreira de Barros, publicado em 1877, na nossa capital, registrou com suas respectivas profissões mais de uma centena de alemães, ou descendentes, cujos nomes ainda figuram em nossas listas telefônicas...Serradores...Hey...Ao redor de Curitiba formaram-se dezenas de chácaras, de proprietários alemães. No bairro do cemitério municipal...Hey...Na Graciosa... Hey..."

Como se vê, a história não somente registrou a religião trazida pelos alemães como também seus ofícios e onde instalaram-se na Comarca de Curitiba.

Comuna Alemã Evangélica, fundada em 1866. Seu primeiro pastor tinha sobrenome Gaertner. Esse templo luterano foi inaugurado em 1876."

Além das notícias históricas sobre o local onde habitaram os primeiros "Hey" bem como a atividade destes, existem registros fartos da contribuição germânica na abertura das primeiras estradas do Paraná, especialmente da Família Hey.

Com efeito, na "Na construção das primeiras estradas os práticos, como empreiteiros, prestaram grandes serviços. Em BOSQUEJO HISTÓRICO DA ESTRADA DA GRACIOSA, de 1882, Monteiro Tourinho fala muito deles...Em 1870, na administração de Afonso de Carvalho e Ermelino de Leão, sendo Diretor Monteiro Tourinho, foram adjudicados serviços a...Jacob Hey...Na estradado Mato Grosso...trabalharam em empreitadas...Jacob Hey..."

"Como se comportaram os imigrantes de origem germânica?

Mais preparados, mais organizados, mais constantes, mais trabalhadores, menos utópicos, quando o novo século raiou quase todos já tinha feito o seu pé de meia. Compulsando-se o Almanaque de José Ferreira de Barros, ano 1877, verifica-se que aquela época, para si, as melhores oportunidades na industria...Necessita...Madeira Serrada: compre no...Hey..."

Uma das obras mais importantes construída por um membro da Família Hey é a centenária Ponto sobre o Rio dos Papagaios. Com efeito, convém transcrever o artigo de LUIZ CARLOS PEREIRA TOURINHO o qual conta a história da referida Ponte, a saber:

"CENTENÁRIO DA PONTE SOBRE O RIO DOS PAPAGAIOS. No dia 6 de março de 1874,

A ponte sobre o rio dos Papagaios me parece de palpitante necessidade.A ponte foi concluída pelo empreiteiro Jacob Hey no dia 16 de agosto de 1876,

A famosa ponte empreitada a Jaco Hey recebeu elogios, mas também recebeu críticas. Todavia, o mais interessante, é que várias críticas partiram de D. Pedro II, filho de D. Pedro I e irmão da Princesa que casou-se com o príncipe de Joinville. Com efeito, D. Pedro II, dirigindo-se a Monteiro Tourinho, afirmou:

"Sua estrada é boa, mas a ponte dos Papagaios não resistirá à açào do tempo! (D. Pedro II)."

Registra Monteiro Tourinho:

"...Ponte sobre o rio dos Papagaios, construiída de pedra de cantaria. Projecto do engenheiro Gottlieb Wielland, empreiteiro Jacob Hey...Alemães vindo de D. Francisca em 1878"

"...Ainda durante a fecunda administração do Dr. Lamenha Lins contratou-se com Jacob Hey e concluiu-se a magnifica ponte do rio dos Papagaios, a qual tem dois arcos de 12 metros de diâmetro, construídos em cantaria, sendo, também, 12 metros a altura contada do nível das águas ordinárias até o parapeito"
Perto da região da Ponte, os Hey trabalharam em estradas. "Adjudicou-se a Jacob Hey a construção da linha de Itaqui ao alto da Serrinha. Os lotes restantes entre Curitiba e Itaqui, com a extensão de 21 quilômetros, os quais completavam a estrada da capital ao alto da Serrinha nos Campos Gerais, contratou-se com Jacob Hey e concluiu-se a magnifica ponte do rio dos Papagaios, a qual tem dois arcos de 12 metros de diâmetro, construídos em cantaria de grés, sendo, também, 12 metros a altura contada do nível das águas ordinárias até o parapeito. Toda linha de Curitiba a Campo Largo ficou terminada em outtubro de 1878..."

A visita de D. Pedro II foi marcante. Refere Luiz Carlos Pereira Tourinho que: "Naquele ano de 1880, foi o ano de visita de suas Magestades, o Imperador D. Pedro II e Imperatriz Dna. Theresa Christina...Arcos foram armadosnas ruas Riachuelo, das Flores e Graciosa, estas hoje, respectivamente, XV de Novembro e Barão do Cerro Azul, encimados de expressivas inscrições laudatórias...Meu pai, com seu ajudante, engenheiro Gottlieb Wielland, como diretor da estrada que iam percorrer, fez parte da comitiva. Na colônia Alemã, representada por Wielland, pelos irmãos Jacob e Pedro Hey...e muitos outros, o meu pai teve os seus melhores auxiliares. Chegados a Palmeira, por motivos de credos políticos opostos pois meu pai era conservador e conselheiro liberal, não foi convidado para o jantar oferecido às suas magestades e comitivas, exclusão que não tinha justificação pois todo muito sabia que ele acompanhava o Imperador, não como um aulico, mas sim como Diretor da Construção da Estrada do Mato Grosso. Claro que meu pai não acreditou naquele motivo, se verdadeiro tão grosseiro, porque sabia pela boca do Ministro Buarque de Macedo, que o Imperador tinha ido a Palmeira, com o fim único e exclusivo de conhecer as terras denominadas Capão Dantas, compradas do Conselheiro Jesuíno Marcondes pelo Governo Imperial para colonização russa, mas por estes abandonadas por impróprias a agricultura. Ao despedir-se meu pai do Imperador, disse-lhe: Vá seu Tourinho, sua estrada é boa, mas a Ponte dos Papagaios, não resistirá a ação dos tempos..."

Além da Ponte sobre o Rio dos Papagaios, é de se denotar que os Hey trabalharam na estrada de rodagem da Graciosa. "...os estudos e começo de execução do prolongamento da estrada da Graciosa, até a fronteira de Mato Grosso, confiada aos engenheiros militares. Na seção até Campo Largo foram contratantes de lotes o Comendador Manoel de Oliveira Francoe Albino Schimmelpfeng; de Itaqui a Serrinha, Jacob Hey.. contratada com Jacob Hey a construção da magnífica ponte do rio dos Papagaios, projeto do engenheiro chefe da construção, uma das melhores das rodovias do Estado.

"...No ano seguinte uma comissão foiencarregada de examinar o calçamento que estava sendo executado na "rua da Carioca desta Cidade, desde o canto do Joaquim José Pedrosa até o canto de Floriano Berlintes de Castro contratados e feitos por Felipe Hey (Ata da Câmara Municipal de Curitiba de 2 de setembro de 1869)...Em fins de 1871, a conhecida rua já totalmente pavimentada, passou a chamar-se do Riachuelo, no trecho compreendido entre a rua Direita (Treze de Maio) e o largo da Carioca (Praça dezenove de Dezembro). Mesmo depois da mudança para Riachuelo, a denominação Largo da Carioca permaneceu..."

"...Ao chegar a Província do Paraná em 1864, nomeado fiscal das obras de construção da estrada D. Francisca, Maria Leocádia era uma menina de dez anos. Só iria conhecê-la seis anos mais tarde, em Antonina. Em 1867, precisamente a 23 do mês de agosto, - dia frio ventoso, irritante, - governava a província o Dr. Paulo César Burlamarque - recebera das mãos do engenheiro Antonio Rebouças a direção das obras da Estrada da Graciosa. Na primeira visita de inspeção que realizou aos canteiros de obras verificou que a 6ª e a 7ª Seções estavam concluídas. Ao público fora franqueado o trecho compreendido entre o riacho das laranjeiras, na Borda do Campo, até a Barreira, numa extensão de 34 quilômetros. Sua tarefa seria concluir o trecho de serra, o mais difícil, entre a Barreira e o Rio São João, e iniciar as obras da 5ª Seção do 4º distrito, que compreendia a entrada em Curitiba. Porém, só três anos mais tarde, em 1870, quando o Dr. Antonio Luiz Afonso de Carvalho assumiu a Presidência, os trabalhos foram intensificados, quem sabe por influência do vice-presidente, Dr. Agostinho Ermelino de Leão, Compreendeu a importância da estrada para o desenvolvimento da província. Ordenou a contratação das obras que faltavam. O trecho de campo do 4º Distrito foi adjudicado aos empreiteiros Albino Schimmelpfeng e Jacob Hey. O primeiro foi dividido em pequenas empreitadas a Felipe Hey,

 

 



CARROÇAS DOS HEY TRAZEM IMIGRANTES POLONESES

PARA O PARANÁ

 

OS HEY CONSTREM ESTRADAS DE RODAGEM E ESTRADAS DE FERRO

 

D. Pedro II, em sua visita ao Paraná, "Apontou para as carroças aglomeradas na praça e perguntou: - Que espécie de viaturas são essas que nunca vi iguais no Rio de Janeiro ou na Bahia?...- que eu saiba, doutor, a primeira a aparecer em Curitiba veio da colônia Dona Francisca, em 1856...Quando se abriu a Graciosa, em 1873, esses carroções tornaram-se moda. Passaram a ser fabricados nas nossas oficinas. Carregavam até 150 arrobas, tracionados por oito animais!.... "...As grandes carroças, verdadeiras choupanas ambulantes...em torno delles iam creando uma aureola de encanto romântico...Quando se juntavam diversos carros, o que era frequente, os homens faziam boa companhia. Contavam anecdotas, histórias de caças, riam, tomavam cerveja, tocavam gaita ou cantavam em côro uma das cantigas populares da allemanha..."



"Houve, assim, uma identificação do polonês com nosso Estado...O Paraná ficou dono do Polaco. Podemos dizer aqui: o polaco é nosso. Bento Munhoz da Rocha. Chegaram ao Paraná em 1871, muito depois dos alemães...Os colonos viajaram em 15 carroções de propriedade dos Hey, Gertek...Desde então inseriram-se definitivamente na paisagem do PLANALTO GÓTICO..."

"Esses diabos de alemães louros são peritos na arte de carpintejar e de entalhar madeiras"

"A colonização Polaca no Paraná tem um responsável. Aliás, um sujeito muito interessante. Em 1870 veio para o Paraná, via Antonina. Subiu a serra pela Graciosa. Passou a lecionar em Curitiba. Conheceu o Vice-Presidente, Dr. Agostinho Ermelino de Leão, Político de larga visão. Fez amizade com o sogro de José Nabo, interessado na vida de mais gente para aumentar a freguesia de sua loja na Rua das Flores. De igual maneira não pensava o Presidente, Dr. Venâncio José de Oliveira. Este Homem via nos polacos de Brusque um bando de ciganos sem pouso estável. Mas concordou em assentá-los longe da Capital, na Colônia Assungui. Saporski não aceitou. Havia, também, certa oposição por parte de Imigrantes já estabelecidos na cidade, comerciantes e artífices, temerosos da concorrência. Para tirar a iniciativa das mãos de Saporski, fundaram a Colônia Dr. Venâncio, há 12 Km de Curitiba, com alemães e suecos...Os polacos chegaram em 1871. Perseverante com o apoio do Dr. Ermelino, Saporski finalmente obteve permissão para instalar 32 família de Brusque no Pilarzinho, ao norte de Curitiba...Depois a coisa melhorou para os Polacos. Este Presidente reconheceu a contribuição que os novos imigrantes deram a agricultura. Abranches concordou com o remanejamento de 64 famílias polonesas assentadas no vale do Itajaí. Elas não se sentiam seguras com a vizinhança dos alemães. Instalou-as na Colônia Abranches, próxima ao Pilarzinho. Daí por diante cresceu a imagem da Província na Polônia subjugada. Navios desembarcaram em Antonina. Levas de imigrantes polacos. Além das colônias de Santa Cândida e Lamenha Lins, de uma só vez o Presidente autorizou a instalação dos núcleos de Tomás Coelho, Santo Inácio, Orleans, D. Pedro, Reviere e D. Augusto, ao todo 831 chácaras suburbanas!"

"Enquanto os germânicos, artífices, em pouco tempo deixaram as lavouras e se meteram nas cidades, com fundições, fábricas, oficinas...os poloneses permaneceram no campo. Porque? Porque não possuiam a formação profissional dos alemães. Entre a partilha da Polônia e a imigração para o Brasil, decorreu um século. Nestes ingratos 100 anos os poloneses foram submetidos as mais torpes humilhações que um povo já sofreu. Desde o início a administração prussiana tratou de quebrar o excessivo espírito de nacionalidade. Proibiu o ensino da língua que só chegou a ser liberada em 1848..."

"...Em São José dos Pinhais a Colônia Murici congregou 357 colonos, polacos .

"A chegada dos imigrantes alemães, poloneses e italianos modificou a paisagem. Generalizou-se nos arredores da cidade a casa de madeira. Casa do alemão, casa do polaco...até telhados recortados.

"Isto não dá nem capim, isto é cascalho...não é terra. No Volga, esses pobres homens tinham muitos melhores terras, não precisavam vir de tão longe". D. Pedro II. Durante o jantar Monteiro Tourinho contou ao Durão.

- Eu me encontrava aqui, neste mesmo Hotel Boutin, onde neste momento nos achamos, quando saiu de São Luiz do Purunã para Palmeira o carro do imperador. Ia escoltado por um piquete do 2º Corpo de Cavalaria e uma guarda de honra de moços, todos bem montados, de calças brancas e botas de cano alto. Na realidade, como diretor da estrada que o imperador percorria, eu fazia parte da comitiva. Acompanhava-me não só o meu ajudante imediato engenheiro Gottlieb Wielland, mas também outros componentes da colônia alemã, entre os quais os irmãos Jacob e Pedro Hey...Em Palmeira não fui convidado para o jantar oferecido as suas magestades...Todos sabiam que eu acompanhava o Imperador, não como aulico, mas como Diretor da construção da Estrada do Mato Grosso...Ao despedir-me de mim, disse-me o Imperador: "- Vá, seu tourinho; sua estrada é boa mas a ponte dos papagaios não resistirá a ação do tempo..."

"Entre Paranaguá e Morretes corria o trem. A 1ª Seção fora inaugurada no dia 5 de outubro de 1881"

"Deve-se salientar que foi grande o número de alemães que, como engenheiros, empreiteiros e operários, participaram da ampliação da rêde de comunicações, de tão grande importância para o desenvolvimento do Estado. Se distinguiu como diretor da colônia de açungui...construtor da Ponte sobre o Rio dos Papagaios...Jacob Hey".

 

 

OS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DOS HEY



ONDE MORAVAM EM CURITIBA

SOCIEDADES ONDE PARTICIPAVAM

 

"...No Almanach de 1877 de José Ferreira de Barros encontram-se muitos nomes de imigrados, cujo idioma era o alemão, suas profissões e posições no Paraná, onde chegaram antes de 1877...Engenhos de Serra: Jacob Hey..."



"SÃO JOSÉ DOS PINHAIS (VILLA)...Diversos negócios:...Pedro Hey...Engenho de Serra: Pedro Hey..."

Mapa desenhado por Adolfo Heisler em 2 de maio de 1929, noticiando que a Família Hey possuia terras ao lado no cemitério municipal (pilarzinho) e na estrada da Graciosa (Ahú). "...Do cemitério Municipal, direcção ao Bariguy, lado esquerdo...lado direito: Philipp Hey 1867...No Ahú, estrada da Graciosa...Jacob hey...1869..." "Ahú é um dos bairros mais antigos de Curitiba...Datas e nomes que marcam a história...No ano de 1966 aparecem requerimentos de proprietários luso-brasileiros...e também de alguns imigrantes alemães. Na década seguinte aparecem, como proprietário de terras, novos imigrantes como Hey...Fontes de Pesquisa: Arquivo Histórico da Casa da Memória"

"SOCIEDADE DE GYMNASTICA TEUTO BRASILEIRA...A primeira sociedade de gynastica, fui fundada em 1º de março de 1883...Ultimamente a sociedade adquiriu um terreno no arrebalde Juvevê para a prática dos sports ao ar liver e para a realisação dos torneios...A actual Diretoria é constituida dos Snrs. ... Guarda-sport, Richard Hey..."

"O engenheiro Gottlieb Wielland...chegando à Curityba, tratou logo de escolher pessoal habilitado, para ser educado nos serviçops de medições, traçados e dezenhos, visto existirem habilitados para os servios de medições e construções...Outros habilitados foram educados para se tornarem empreiteiros de estradas e obras. Conseguio, assim, preparar pessoal apto e sufficiente para os serviços technicos das estradas a construir e colonias a medir e dar demarcação aos lotes para os colonos...Estradas de Rodagem. De 1864 até 1874, prolongaram-se os serviços da Estrada da Graciosa e em seguida principiaram o da Estrada do Mato Grosso...Os trabalhadores também vinham desta colonia depois das plantações, voltando à ellas para fazerem a colheita, em turamas que se revezavam para não paralysar o serviço da construção da estrada. Os empreiteiros foram: Da secção de Antonina até São João, Ferdinand Schneider e Philippe Hey...Na serra houve muitas seções que foram distribuídas entre os empreiteiros Jacob Hey...Da Secção Palmital à Curityba, Jacob Hey, que ficando prompta em 1874, foi entregue ao trânsito...Da secção de Campo Largo a Serrinha, Jacob Hey...Da Seção Ponte do Rio dos Papagaios, projecto do engenheiro G. Wielland, empreiteiros Jacob Hey...A construção desta ponte, que é toda de pedra de areia e de cantaria, material encontrado na visinhança da obra, é, no gênero, a única no Brasil. É admirida pela perfeição de estylo e sua resistência é a mesma até hoje...O Snr. Jacob Hey tomou conta de uma grande empreitada no Ypiranga"

"ESTABELECIMENTOS (Do Almanack do Paraná de Romário Martins, 1902). Damos, abaixo, extraídos do almanack acima citado, o numero de estabelecimentos existentes em Curityba e daqueles, os que pertenciam a allemães ou seus descendentes...fabricantes de carros Roberto Hey...Officina de ferreiros...Roberto Hey"

"...Broa de centeio...Além dos padeiros citados dos quaes importantes firmas também pertencem a presente classe de negociantes...Alfred Hey e Richard Hey..."

"...Diversas industrias e profissões...Typografias: Affonso Hey e Cia...Carpinteiros...Oscar A. Hey..."

"GUARDA NACIONAL. Do jornal "A República" de 31-10-1893, extraímos os seguintes dados da ordem do dia sob o nº 4, baixada em 27 do mesmo mêz...entre 285 praças, as seguintes...1ª Companhia - Alfred Hey...3ª Companhia...Christiano Hey..."

 

 


CARNEIRO, David. História do Período Provincial do Paraná. 1994.
HEISLER, Adolfo. Os alemães nos Estados do Paraná e Santa Catarina. 1929.

MARTINS, Romário. História do Paraná. 1929.

PIMENTEL, Glaucia Meister. Esses Maravilhosos Imigrantes, Nossos Avós. 1998.

SCHNEIDER, Adolfo Bernardo. Povoamento, imigração, colonização, 1983;

TOURINHO, Luiz Carlos Pereira. Toiro Paissante III Tempo de República Velha. 1990.

T0URINHO, Luiz Carlos Pereira. Toiro Paissante II Tempo de Província. 1986.

TOURINHO, Luiz Carlos Pereira. Um Século da Ponte sobre o Rio dos Papagaios. 1976.

TOURINHO, Luiz Carlos Pereira. Boletim do Instituto Histórico, Geográfio e Etnográfico Paranaense. Curitiba. 300 anos. 1993

WERNER, Aulich. O Paraná e os Alemães. 1953.

 
GAZETA DO POVO, ed. 13 de setembro de 1997.


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